Coluna – Daniel Pereira consegue suspender bloqueios da dívida do Beron, de Raupp e Confúcio

Ministro Edson Fachin determinou nesta quarta-feira que sejam suspensas todas as medidas restritivas ao Estado

O abacaxi

Sobrou para Daniel Pereira, que não tinha nada a ver com o peixe, a problemática do Beron construída a partir da irresponsabilidade da dupla Raupp/Confúcio (um começou, o outro aumentou o problema). Na semana passada, Pereira havia se reunido com a secretaria do Tesouro da União pedindo o parcelamento da dívida que havia sido reconhecida por Confúcio no apagar das luzes de seu governo (o que gerou o problema atual). Com isso, o prejuízo que era de R$ 2,4 bilhões saltou para mais de R$ 7 bilhões, e com as atualizações e juros exorbitantes, pode chegar aos R$ 19 bi. E claro, nós rondonienses arcamos com o prejuízo.

A conta

Por si já é um disparate, são juros sobre juros de um débito criado por uma gestão irresponsável do Banco Central durante o Regime de Administração Especial Temporário (RAET) no Beron. O saldo original, pouco mais de R$ 24 milhões, se transformou em uma dívida impagável, que Confúcio poderia ter resolvido, não fosse sua inabilidade política (pelo jeito ele e sua turma só são bons para promover tumultos). Vou explicar.

Reformas

Michel Temer estava dando tudo e qualquer coisa para aprovar as reformas, e o balcão de negócios abriu em Brasília ainda durante o processo de impeachment de Dilma Rousseff. A partir daquele momento o governo do Estado poderia ter entrado em campo e passado a trabalhar o apoio que Temer queria em troca do perdão da dívida. Mas, Confúcio preferiu largar o Estado nas mãos da tríade Emerson/Vagner/George, que se preocupava mais em maquiar dados do que trabalhar de verdade. Outro momento perdido pela turma de Confúcio foi quando o Planalto resolveu aprovar a reforma trabalhista. Até nisso comeram mosca.

Descascando o abacaxi

Porém, eis que nesta quarta-feira, após um pedido que havia sido protocolado na terça (21) no Supremo, direcionado ao ministro Edson Fachin, o mesmo determinou a suspensão de qualquer medida restritiva ao Estado, até a audiência marcada entre Fachin e Daniel Pereira prevista para o dia 4 de setembro, quando o governador vai explicar pessoalmente ao ministro toda a problemática que essa dívida gera ao Estado. A decisão de Fachin foi tomada na tarde desta quarta determinando imediata comunicação ao Banco Central, Secretaria do Tesouro e ao Banco do Brasil.

Pois é

Foi preciso que Daniel Pereira desse solução em um problema que não existiria não fosse as trapalhadas de Raupp e Confúcio.

Despacho do ministro Edson Fachin

Bicho pegou

O PDT entrou com pedido para que o Tribunal Regional Eleitoral indefira o registro de candidatura de Fátima Cleide e Pimenta de Rondônia e acate a decisão da executiva estadual, que optou em coligar com o PDT e abrir mão de candidaturas majoritárias. É mais um capítulo na novela petista. Se a legenda já sofre com o desgaste de ser associada a tudo que há de errado no país, agora sofre um baque ao expor o racha interno. O problema é que historicamente os tribunais evitam se intrometer em questões internas dos partidos, ainda mais quando se trata de intervenção da nacional nas estaduais.

Enxurrada

E o Tribunal Regional Eleitoral vai ter muito trabalho em setembro em Rondônia, dada a quantidade enorme de pedidos de indeferimento a candidaturas feita pelo Ministério Público Eleitoral.

“Óleo de coco é puro veneno”, diz professora de Harvard

A americana Karin Michels, professora da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard, está chamando a atenção da mídia do país com um vídeo que viralizou nesta quarta-feira (22), em que diz que o óleo de coco não é saudável. Mais do que isso, a pesquisadora chega a chamá-lo de “veneno”, pelo menos três vezes, durante uma palestra. Em sua apresentação, intitulada “Óleo de coco e outros erros nutricionais”, ela afirma que este é um dos piores alimentos que uma pessoa pode ingerir e que seus supostos benefícios não passam de crendice popular, pois têm embasamento científico algum. Embora o óleo de coco tenha se tornado a última moda entre celebridades e influenciadores digitais de estilo de vida saudável, estudos da American Heart Association (Associação Americana do Coração) mostraram que mais de 80% da gordura do óleo de coco é saturada – muito mais que na manteiga (63%), gordura bovina (50%) e banha de porco (39%). A AHA aconselha contra o uso de óleo de coco e também recomenda que as pessoas não consumam mais do que seis por cento de gordura saturada como parte do total de calorias diárias. Principalmente, aqueles que precisam baixar o colesterol. Segundo a organização, o óleo não tem efeitos favoráveis ​​compensatórios e pode potencialmente se tornar a causa de uma doença cardiovascular.

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