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Caindo e atirando

Na noite desta quinta-feira os eleitoralistas Diego Vasconcelos e Márcio Nogueira conseguiram uma liminar no Tribunal Regional Eleitoral para que Acir Gurgacz (PDT) e seus coligados se abstenham de veicular na internet ou qualquer outro meio, ataques que seriam feitos contra o candidato Expedito Júnior (PSDB). A liminar foi deferida por um detalhe bem simples, Acir está com sua candidatura literalmente “na UTI”, já que cabe apenas um recurso ao Pleno do Tribunal Superior Eleitoral após o ministro Jorge Mussi ter rejeitado os argumentos do senador para seguir na disputa ao governo. Também nesta quinta, o presidente do TRE, Sansão Saldanha notificou as emissoras de rádio e TV para que não veiculem as propagandas eleitorais de Acir.

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As peças

Que a campanha de Gurgacz queria veicular tanto na TV quanto em mídias sociais, eram ataques puro e simples à campanha de Expedito Júnior, e foram barradas pela justiça eleitoral. Gurgacz vem tentando se vender como “novidade” na política, acredite.

Revolta

A situação jurídica de Acir não é nenhuma novidade. Ele pagou para ver, acreditando que conseguiria seu registro. Em outros tempos, é bem possível, mas o atual momento político no Brasil já vinha indicando que não funcionaria. E a teimosia do senador tirou da disputa o atual governador, Daniel Pereira (PSB) que tinha chances reais de sair vitorioso na eleição. No Palácio a frustração é enorme, assim como a revolta pela oportunidade desperdiçada em nome de uma teimosia que não faz o menor sentido. Se Gurgacz tivesse de fato, compromisso com seus companheiros de chapa, teria saído dessa disputa, apoiado Daniel e o cenário atual seria bem diferente.

Aqui se faz

No passado recente Gurgacz jogou pedras em Expedito, Ivo Cassol e tantos outros alegando ser “ficha limpa”. Em 2014 chegou a afirmar publicamente que só filiaria no PDT quem não tivesse problemas com a justiça, ignorando seus próprios papagaios no judiciário.

Aqui se paga

Agora em 2018 ele está provando do próprio veneno. Vinha se explicando publicamente desde fevereiro quando foi condenado pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, mesmo alertado, preferiu ignorar os sinais e seguiu na campanha acreditando que teria um desfecho satisfatório. Essa sangria é praticamente impossível de estancar, e mesmo que o Pleno do TSE, em um surto de beligerância deferisse seu registro, ele não tem mais tempo de reação. C’est la vie.

E o Confúcio?

Na propaganda tudo é lindo, mas na vida real a coisa anda bem complicada para Confúcio e sua turma. Os problemas estão pipocando nos municípios, principalmente na área da saúde, que Confúcio tanto alardeia. Em Ariquemes a população está frustrada com o hospital que não saiu do papel, os hospitais de Porto Velho seguem abarrotados porque os municípios do interior não conseguem atender a demanda. E a segurança pública vem sendo uma cobrança constante por parte da população. Apesar de aparecer liderando algumas pesquisas que estão sendo divulgadas, as de consumo interno apontam outro caminho.

Com isso

Candidaturas como as de Carlos Magno, Jesualdo Pires, Jaime Bagatolli e Marcos Rogério estão avançando e podem surpreender tanto Confúcio quanto Raupp.

Fechou negócio

Conforme PAINEL POLÍTICO havia antecipado, a Faculdade São Lucas comprou as unidades da Ulbra em Porto Velho e Ji-Paraná. O anúncio oficial foi feito nesta quinta-feira em nota encaminhada pela instituição. À princípio, devem ser mantidos o corpo docente e administrativo. Com essa aquisição, a São Lucas passa a ser a maior instituição de ensino do Estado.

Incapacidade de sentir prazer, o sintoma muitas vezes ignorado da depressão

Ir para a praia, tomar uma cerveja com os amigos, sair para dançar, ler um livro, fazer compras… para muita gente, essas são atividades extremamente prazerosas. Porém, para uma parcela cada vez maior da população, nada disso tem graça. Essas pessoas sofrem de anedonia. A síndrome atinge, segundo o psiquiatra Luiz Scocca, membro da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e da Associação Americana de Psiquiatria (APA), cerca de 70% dos pacientes com depressão. E os números da doença são altíssimos. No mundo, ela afeta 322 milhões de pessoas. Já no Brasil, 11,5 milhões (ou 5,8% da população) – só na capital paulista, estima-se que 18% dos moradores já tiveram um episódio. Os dados são da Organização Mundial da Saúde (OMS). Apesar de não haver dados efetivos sobre a relação entre a falta de prazer e o número de suicídios, é importante destacar que eles têm aumentado de forma assustadora. A OMS informa que são cerca de 800 mil por ano, o que significa uma morte a cada 30 segundos no mundo. No Brasil, a cada 100 mil pessoas, 6 se matam anualmente, dado que o coloca como o oitavo país com mais óbitos autoprovocados em números absolutos. A anedonia nunca vem sozinha. Normalmente, é acompanhada de desânimo, cansaço, fadiga, apatia, diminuição de energia e dificuldade de concentração. E, apesar de ser o sintoma central para o diagnóstico da depressão mais severa, também pode acometer usuários de drogas e álcool, sobretudo durante as crises de abstinência, e quem sofre de esquizofrenia, neurastenia, Mal de Parkinson, câncer, estresse pós-traumático, distúrbios alimentares e transtornos de ansiedade. Por ser um sintoma, e não um transtorno propriamente dito, a anedonia obrigatoriamente precisa ser tratada junto com a doença. No caso da depressão, antes de mais nada, explica a psiquiatra Doris Moreno, do Programa de Transtornos do Humor do Instituto de Psiquiatria (IPq) da Universidade de São Paulo (USP), é necessário identificar o grau (leve, moderada ou grave) e o tipo.

Alan Alex
Alan Alex é jornalista, editor do site e da coluna Painel Político. Natural de Porto Velho foi criador e editor do site Portal364, trabalhou na redação dos jornais Diário da Amazônia, Folha de Rondônia, revista Painel Político, foi assessor de imprensa, é roteirista, editor de conteúdo e relações públicas. Também atuou como repórter de TV e rádio. É filiado à ABRAJI.

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