Coluna – Marcos Rogério na fila para assumir um ministério no governo Bolsonaro

Feridas abertas

O Brasil não cura suas feridas porque prefere a negação. É esse comportamento que vem criando gerações de pessoas totalmente alheias a questões sociais que afetam milhares diariamente. Um desses problemas é o racismo. E a negação disso nos faz acreditar que “é apenas uma brincadeira” ou que é “vitimismo”, quando ocorrem episódios de racismo. Vamos entender uma coisa, os negros não vieram para as américas espontaneamente. E fomos nós, as ditas “sociedades civilizadas” que fomentamos as lutas tribais para colocar negros caçando outros negros e os vendendo aos colonizadores. Gente ruim e oportunista existe em todos os lugares, independente de raça ou credo.

É fator comum

Em qualquer discussão, o interlocutor dito “branco” passe a proferir adjetivos de cunho racista. Se o outro interlocutor também for branco, ofensas ficam no campo dos palavrões comuns apenas. Além disso, não raro é presenciarmos caras tortas ou sussurros entre os ditos “brancos” quando negros entram em recintos. Não é vitimismo, é realismo, que machuca, que discrimina e que parece, não acaba nunca. Mesmo quando tratamos de cotas, que muitos afirmam ser “frescura”, ou “desnecessário porque fere a igualdade”. Na sociedade todos são diferentes e discordar disso é querer ignorar o óbvio. Desde que o primeiro humano vestiu um adereço para se diferenciar dos demais que temos essas diferenças.

Ainda testemunhamos

Falas preconceituosas contra empregadas, negros, pobres, judeus, cristãos, etc diariamente no Brasil, um país miscigenado que nega as próprias origens. A escravidão foi abolida em 13 de maio de 1888, mas o preconceito se mantém até hoje. Pior, ele existe mas preferia que fosse ignorado, que “os negros parassem de mimimi”, como dizem alguns. Realmente, temos muito que evoluir como sociedade.

Menos médicos

A prefeitura de Machadinho do Oeste tratou de tirar a responsabilidade do município da reta e emitiu comunicado nesta terça-feira alegando que a falta de médicos é “culpa de Cuba”, mas que até o dia 3 de dezembro o problema estará resolvido. Otimismo é tudo.

No Sebrae

O governador Daniel Pereira (PSB) foi eleito nesta terça-feira diretor-superintendente do SEBRAE de Rondônia. Ele assume dia 15 de janeiro.

No Ministério Público

Marcos Rocha, governador eleito, esteve nesta terça-feira na sede do Ministério Público Estadual fazendo uma visita ao Procurador Geral. Na pauta, amenidades e desejos de felicitações e boa sorte. Rocha vai precisar.

Sem saídão

O senador acir Gurgacz não conseguiu o benefício do “saidão” no último feriado, e pode ser que não seja beneficiado também com o “saidão” de natal. A esperança que lhe resta é um indulto por parte do presidente Michel Temer, que terá uma longa lista de pedidos para indultos neste fim de ano. Gurgacz não pode ser beneficiado com o “saidão” em virtude do pouco tempo que está preso. Só tem acesso os presos que cumpriram ⅙ de suas penas.

Bate papo

Nesta terça-feira fui entrevistado pelo jornalista Fábio Camilo, na Cultura FM, de Porto Velho e o programa foi transmitido também pelo Facebook. Falamos sobre crise, novos governos, Mais Médicos, Porto Velho, verbas de publicidade, mídia e Estado de Rondônia. Se estiver com paciência, confira abaixo o bate papo.

Marcos Rogério em alta

O DEM, de Marcos Rogério, vem ocupando importantes espaços no governo de Jair Bolsonaro que começa em janeiro. E a possibilidade do deputado, que assume uma cadeira no Senado, ocupar um ministério não está descartada. No primeiro momento, o DEM dará suporte ao governo no Congresso.

O perigo escondido no iogurte que você consome

Iogurtes são considerados por muita gente um alimento saudável, mas um estudo feito no Reino Unido mostrou que muitos destes produtos podem não ser tão bons assim para a saúde quanto se pensa. Uma equipe liderada por pesquisadores da Universidade de Leeds, no Reino Unido, analisou a tabela nutricional de mais de 900 produtos e concluiu que muitos são feitos com uma grande quantidade de açúcar. Isso inclui até mesmo aqueles classificados como orgânicos. Em alguns casos, os iogurtes superam até mesmo refrigerantes na quantidade de açúcar usada na fabricação. Somente os iogurtes naturais e do estilo grego foram considerados produtos com baixo teor desse ingrediente. “Quando ele é natural, é de fato saudável, mas, depois que recebe corante, açúcar e outros aditivos, vira um produto ultraprocessado. O pai ou a mãe acha que está fazendo algo legal ao dar iogurte para o filho, mas não está. E isso é preocupante também para adultos, porque 54% da população está acima do peso e quase 20% está obesa.” No entanto, os consumidores brasileiros dificilmente têm como saber a quantidade de açúcar dos iogurtes vendidos no país. Os fabricantes não são obrigados a informar seu teor nas tabelas nutricionais dos produtos disponíveis por aqui – e apenas uma pequena parcela deles o faz voluntariamente.


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