“Prefeito não foi conduzido coercitivamente”, diz advogado

Nazif foi à superintedência da Polícia Federal conduzindo o próprio carro

Porto Velho – O prefeito de Porto Velho não foi conduzido coercitivamente à sede da Polícia Federal, declarou o advogado Nelson Canedo que representa Mauro Nazif. Segundo ele, havia uma intimação para que o prefeito comparecesse à superintendência da PF para prestar esclarecimentos sobre o evento “Show da Virada”, ocorrido em dezembro do ano passado na capital. “Nazif só seria conduzido à força se [su_frame align=”right”] [/su_frame]houvesse resistência por parte dele, e isso está muito claro na intimação”, informou o advogado.

Canedo afirmou ainda “estranhar” que tal operação tenha ocorrido cerca de 7 meses após o evento, “já está tudo pago, os processos foram aprovados e até onde sabemos não existe nenhum problema. É de estranhar que essa operação, que até onde se sabe é referente a supostos desvios de recursos do BNDES envolva o prefeito de Porto Velho, que não tem absolutamente nada a ver com essa história, até porque, até onde já fomos informados, não foi utilizado nenhum recurso federal nesses eventos”, declarou.

O advogado afirmou ainda que vai impetrar um habeas corpus no STJ pedindo o trancamento das investigações no que diz respeito ao envolvimento da prefeitura, “estamos providenciando o pedido, não faz o menor sentido envolverem a municipalidade em uma operação que, repito, até onde sabemos investiga desvios de recursos do BNDES. O que o Estado faz não nos diz respeito”, finalizou.

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Alan Alex é jornalista, editor do site e da coluna Painel Político. Natural de Porto Velho foi criador e editor do site Portal364, trabalhou na redação dos jornais Diário da Amazônia, Folha de Rondônia, revista Painel Político, foi assessor de imprensa, é roteirista, editor de conteúdo e relações públicas. Também atuou como repórter de TV e rádio. É filiado à ABRAJI.

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