Prefeitura diminuiu a quantidade de itens da cesta basica e aumentou o preço

A alegação utilizada pela chefe-adjunta de gabinete da Prefeitura de Porto Velho, Marta Souza, para justificar o aumento repentino do valor nas cestas compradas para os desabrigados da cheia do rio Madeira corroboram com as suspeitas de superfaturamento dos produtos que seriam comprados pelo executivo municipal.

De acordo com Marta Souza, em matéria divulgada no site da prefeitura de Porto Velho (Confira Aqui), a prefeitura aumentou o preço, pois deixaria de comprar cestas básicas tipo 2, com 21 itens de gêneros alimentícios, ao preço de R$ 55,18 para melhorar a qualidade desse atendimento e distribuir cestas tipo 1, que custa R$ 88,44 cada, mas que seria vendida ao Município por R$ 79,00.

Acontece que a cesta tipo 1 de acordo com o padrão nacional estipulado pelas empresas atacadista alimentícias no Brasil e pelo INMETRO/IN51, possuem apenas 17 itens , sendo que a cesta básica tipo 2 possui 21 itens.Vale lembrar que essa resolução do INMETRO deve ser seguida quando o assunto for a utilização de dinheiro público.

Ou seja, de acordo com o próprio gabinete da prefeitura de Porto Velho, o executivo municipal além de empenhar um valor inflacionado em quase 50% iria adquirir uma quantidade menor de produtos na Cesta Básica dada à comunidade atingida pela cheia do rio Madeira. Pelo menos é o que se conclui de acordo com a resolução nacional em comparação com a fala da chefe de gabinete.

O Ministério Público já está investigando o caso e o Tribunal de Contas do Estado de Rondônia também deverá entrar em cena nos próximos dias.

Fonte: Rondoniaovivo

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