Ator Neal McDonough se recusa a fazer cenas de beijo e sexo

Astro de “Capitão América” e “Desperate Housewives”, McDonough diz ser católico e que prefere perder um trabalho do que descumprir os votos que fez com sua mulher

O ator Neal McDonough, 52, afirmou que não beija mais mulheres em cena desde 2003, quando se casou com a modelo Ruve McDonough. O motivo: sua religião.

“Não vou beijar outra mulher porque esses lábios já estão prometidos a outra”, afirmou o ator à revista americana Closer Weekly. McDonough tem cinco filhos com Ruve.

Astro de “Capitão América” (2011) e “Desperate Housewives” (2008-2009), McDonough diz ser católico e que prefere perder um trabalho do que descumprir os votos que fez com sua mulher.

McDonough admitiu que ele já perdeu US$ 1 milhão (R$ 3,7 milhões) por recusar cenas de beijo. O ator chegou a abandonar uma série na metade porque se recusou a fazer cenas de sexo com a atriz Virginia Madsen, 57, em 2010.

“Fiquei surpreso, e foi uma situação horrível para mim”, afirmou o ator que já havia participado de três anos de gravação da série “Scoundrels”, da ABC. “Depois disso, nunca mais consegui emprego nenhum porque todos pensam que sou um religioso fanático. Eu coloquei Deus e minha família antes de mim. Essa é minha vida, e foi muito duro por muitos anos”, afirmou.

O ator disse que não desistiu e fez dar certo. “Minha carreira tem sido fenomenal”. Com infprmações da Folhapress.

Fonte: noticiasaominuto

Como Stan Lee, que morreu aos 95, teve a ideia de criar o Homem-Aranha

Seus heróis tinham poderes extraordinários, mas também dores de cabeça do dia-a-dia.

O homem por trás de roteiros fantásticos, com pitadas de realidade – uma fórmula revolucionária no mundo dos quadrinhos – foi o americano Stan Lee, que morreu nesta segunda-feira aos 95 anos.

Hulk, o Homem de Ferro, o Demolidor e o Quarteto Fantástico foram alguns dos frutos de sua imaginação fértil e carreira prolífica.

Em 2012, durante entrevista à BBC, Lee deu uma amostra de seu processo criativo ao contar como nasceu o Homem-Aranha, um ícone da cultura pop.

“Eu estava sentado, tentando pensar em uma ideia e vi uma mosca se arrastando na parede. Pensei: caramba, não seria legal se tivesse um herói que pudesse se movimentar pelas paredes como uma mosca?”, lembrou Lee.

Convencido dos atributos do herói em gestação, o artista precisava então batizá-lo.

“Pensei em ‘Homem Voador’, mas não soou dramático o suficiente. ‘Homem Inseto’? Não. Fiz uma lista e então cheguei a ‘Homem Aranha’. De alguma forma, assim soou um pouco mais amedrontador, mais impressionante”.

“Queria que ele fosse um adolescente, um cara diferente. Não um coadjuvante: ele seria o herói. Percebi que não o deixaria muito bonito, não tão bem sucedido com as garotas. Ele não tem muito dinheiro, na verdade ele não tem dinheiro o suficiente. É um órfão que vive com seus tios. Queria que a garotada pudesse se identificar com ele”.

Logo, o nerd Peter Parker foi transformado e ganhou poderes que o faziam se arrastar pelos arranha-céus de Nova York. Mas isso não fez desaparecer como mágica seus obstáculos em casa ou com as namoradas.

“Só porque ele é um herói e tem superpoderes, não significa que não tenha problemas”, disse Stan Lee à BBC.

Mas afinal, quais foram as dores e as delícias da biografia de Lee, o pai de Hulk e do Homem-Aranha?

Talento precoce, projeto autoral tardio

Nascido em 1922 em Nova York, filho de imigrantes judeus com origem na Romênia, Stan Lieberman conseguiu jovem um emprego na Timely Publications – uma empresa no ramo editorial de propriedade de um parente e que, capítulos depois, se tornaria a Marvel Comics.

Ele foi designado para o setor de quadrinhos e, graças ao seu talento, foi alçado ao cargo de editor aos 18 anos.

Por mais de 20 anos, ele trabalhou com histórias de crime, tramas no faroeste e qualquer outro formato que pudesse saciar o apetite de jovens leitores.

Palavras com mais de duas sílabas eram desencorajadas; personagens só podiam ser bons ou ruins – era preto no branco, sem tons de cinza.

Lieberman se via tão envergonhado por o que estava escrevendo que se recusava a colocar o nome real na autoria dos trabalhos. Ele assumiu seu “nome bobo”, Stan Lee, que posteriormente seria sua assinatura oficial.

Quando tinha 40 anos, Lee decidiu que era velho demais para o mundo dos quadrinhos. Sua esposa, Joan, sugeriu que ele não tinha nada a perder e deveria escrever histórias que ele realmente queria criar.

Depois que a rival DC Comics surgiu com um time composto por Batman, Super-Homem e Mulher Maravilha, a Timely precisava reagir.

A resposta de Lee em 1961 foi o Quarteto Fantástico: uma equipe de astronautas que ganhou poderes após ser bombardeada com raios cósmicos.

Eles mudariam a vida de Lee e a indústria dos quadrinhos para sempre. As cartas de fãs apareceram e começaram a se amontoar. Nasceram personagens e um novo nome para aquela empresa familiar: ela agora se chamava Marvel Comics.

Sucesso de bilheteria nas telonas

Hulk, Thor, o Homem de Ferro e outros heróis lutaram com problemas como abuso de drogas, fanatismo e desigualdade social.

Na vida real, Lee fez questão de dar crédito aos artistas responsáveis pelos desenhos nos quadrinhos. Jack Kirby, Frank Miller, John Romita e outros foram cultuados por obras com suas digitais.

No auge, a Marvel vendia 50 milhões de cópias por ano. Até se aposentar da edição em 1971, Lee escreveu todos os textos das capas da empresa.

Em 1999, sua empresa Stan Lee, criada com o objetivo de conjugar os quadrinhos com a internet, deu incrivelmente errado. Lee foi à falência e seu sócio foi preso por fraude.

Em 2001, porém, ele começou uma nova empresa chamada POW! Entertainment, que passou a produzir filmes e programas de TV.

Suas criações de décadas estão tinindo em poder nas telonas. X-Men, Hulk, Homem de Ferro e o Quarteto Fantástico ganharam tratamento hollywoodiano.

O Homem-Aranha protagonizou um grande sucesso de bilheteria, com o original de 2002 e sua sequência de 2004 arrecadando quase US$ 1,6 bilhão em vendas de ingressos em todo o mundo.

Mais recentemente, os três filmes do Capitão América, estrelados por Chris Evans, arrecadaram US$ 2,24 bilhões nas bilheterias mundiais. O Homem de Ferro, representado por Robert Downey Jr, conseguiu US$ 2,4 bilhões. O apelo da Marvel foi certeiro.

De quebra, os fãs ficaram encantados em ver as breves aparições de Lee em quase todos os filmes da Marvel.

O poder dos poderes: a sorte

Nos últimos anos, o roteirista lamentou a deterioração da visão – o que o impedia de ler os gibis com os quais fez seu nome.

À radio Times, ele disse que a capacidade de ler era o que mais sentia falta no mundo.

Na ocasião, ele apontou também aquele que considerava ser o poder dos poderes: a sorte.

Ele disse: “Toda vez que vou a um evento dedicado aos quadrinhos, pelo menos um fã me pergunta: ‘Qual é o maior superpoder de todos?’. Eu sempre digo que é a sorte, porque se você tiver boa sorte, a maior superpotência, tudo segue o seu caminho”.

Fonte: bbc

Stan Lee, criador da Marvel e mestre dos quadrinhos, morre aos 95 anos, diz TMZ

Stan Lee, mais famoso autor de quadrinhos do mundo, morreu nesta segunda aos 95 anos, informou o TMZ. Nascido em Nova York, nos Estados Unidos, no dia 28 de dezembro de 1922, Stanley Martin Lieber se tornou um dos nomes mais importantes da indústria do entretenimento como criador de diversos heróis da Marvel Comic.

Stan foi responsável por personagens como Homem­Aranha, Hulk, Demolidor, Thor, Homem de Ferro e os X­Men. Aos 16, logo após se formar no ensino médio, já teve seu primeiro contato profissional com as histórias em quadrinho. Stanley foi contratado como editor assistente da Timely Comics.

Foi promovido a editor após alguns anos e logo começou a escrever seus primeiros roteiros já sob o pseudônimo Stan Lee, que virou seu nome legal. Durante as décadas de 40 e 50, mesmo com a editora ­ posteriormente chamada de Atlas ­ passando por dificuldades financeiras, ele criou diversas séries famosas, como The Witness, The Destroyer, Jack Frost, Whizzer e Black Marvel.

Na década de 60, já com a Atlas convertida em Marvel Comics, Lee, ao lado de artistas como Jack Kirby e Steve Ditko, criou personagens que se tornariam icônicos nas HQs: Quarteto Fantástico (1961), Homem­Aranha (1962), Hulk (1962) e X­Men (1963). Com o crescimento da editora, na década seguinte Lee se transformou em publisher e diretor editorial do grupo.

Heróis além dos quadrinhos

Depois de décadas de contribuição com a Marvel Comics, Stan Lee começou a investir em outras mídias. Em 1999, fundou a Stan Lee Media, uma empresa de entretenimento com foco em suas criações. A primeira animação foi “7th Portal”. Embora tenha tido sucesso, a empresa teve vida curta e fechou as portas em 2001 após inúmeros processos e acusações de corrupção.

O início dos anos 2000 foi vital para expansão do universo criado por Stan Lee com diversos personagens ganhando franquias no cinema. “X­Men” (2000) e “Homem­Aranha” (2002) lucraram bilhões de dólares e logo fizeram a indústria do entretenimento ver uma mina de ouro no mundo dos super­heróis. Nos anos posteriores, outros personagens ganharam seus longas: “Demolidor” (2003), “Hulk” (2003) e “Homem de Ferro” (2008). Stan Lee fez aparições discretas em todos os filmes, tradição que continuou após a Disney comprar a Marvel em 2009.

Após a gigante do entretenimento adquirir os direitos da editora, seu universo foi amplamente explorado no cinema: “Thor” (2011), “Homem­Formiga” (2015) e “Os Vingadores” (2012), esta última uma das franquias de maior sucesso da história do cinema.

Família

Stan Lee se casou em 5 de dezembro de 1947 com Joan Clayton Boocock. Sua filha, Joan Celia Lee nasceu em 1950. Sua segunda filha, Jan Lee, nasceu em 1953, mas morreu após apenas três dias do parto. Sua mulher, aos 95 anos, morreu em 6 de julho de 2017 após complicações sofridas depois de um derrame cerebral.

Fim triste

Embora tenha construído um império ao redor de personagens icônicos dos quadrinhos e também do cinema, Stan Lee foi centro de diversas polêmicas envolvendo os negócios e denúncias de que estaria sendo abusado por pessoas próximas. Poucos meses após a morte de sua mulher, Lee sofreu com uma pneumonia e muitos veículos da mídia afirmaram que as finanças andavam de mal a pior. Os problemas financeiros estariam conectados principalmente às pessoas ao seu redor, como sócios e a filha, J.C. Lee. Um documento obtido pelo site The Hollywood Reporter atestava que o relacionamento entre pai e filha havia se deteriorado intensamente, principalmente por supostos gastos exorbitantes.

JC teria inclusive exigido que algumas propriedades fossem transferidas para seu nome. O texto ainda aponta as “más intenções” de três pessoas: Jerardo “Jerry” Olivarez, Keya Morgan e do advogado de JC, Kirk Schenck. O trio, juntamente com a filha de Stan, estaria interessado em tomar conta de seu patrimônio.

Há a estimativa de que todo o patrimônio de Stan Lee tenha o valor entre US$ 50 mi e US$ 70 milhões. Diante de tantas polêmicas, até o sangue do autor foi envolvido em polêmica.

Amostras de seu DNA teriam sido extraídas de forma indevida ­ por meio de um documento forjado ­ para que fossem diluídas uma tinta usada para assinar versões especiais de suas HQ vendidas por até US$ 500.

UOL/TMZ

Netflix se prepara para bater de frente com Disney, Pixar e DreamWorks em séries e filmes animados

A Netflix anunciou um plano de quatro anos para suas próximas séries de animação, para competir com gigantes do setor como Disney, Pixar e DreamWorks. Como o tempo de espera em projetos animados é muito longo, a maioria dos grandes estúdios divulga seus planos de lançamento com bela antecedência. Agora, o popular serviço de streaming está seguindo o exemplo. E os planos envolvem animadores, diretores e produtores executivos pesos-pesados, que já trabalharam em sucessos como Divertidamente, Encontrando Dory e Moana.

“A programação é projetada para atender desde crianças em idade pré-escolar até para pais e filhos assistirem juntos, para que famílias em todos os lugares possam encontrar algo que se adapte ao seu DNA único”, diz o comunicado da Netflix.

Dadas as estatísticas do comunicado de imprensa – ela diz que 60% de todos os usuários do Netflix assistem a algum tipo de conteúdo voltado para a família todo mês – há um foco maior em fazer com que esse conteúdo fique alinhado às metas de conteúdo originais da Netflix.

E a lista de animações é grande

Para 2019 está previsto a animação  Go! Go! Cory Carson, um programa de animação baseado em brinquedos para crianças na fase da pré-escola, com Alex Woo (Wall-E, Ratatouille) e Stanley Moore (Procurando Dory, Universidade Monstros) atuando como produtores executivos. Klaus, um desenho em 2D escrito por Sergio Pablos (Meu Malvado Favorito); e Mighty Little Bheem, uma série pré-escolar feita pelo indiano Rajiv Chilaka ( do desenho infantil Chhota Bheem)

Em 2020 estão programadas três produções: Kid Cosmic, produzido por Craig McCracken (As Meninas Superpoderosas, Mansão Foster para Amigos Imaginários) onde uma criança tem o sonho de se tornar um super-herói; Trash Truck, uma série animada produzida por Glen Keane (A Pequena Sereia, Aladdin, A Bela e a Fera), em que um garoto com uma imaginação hiperativa tem um caminhão de lixo como melhor amigo; e The Willoughbys um misto de filme com animação escrito por Kris Pearn (de Está chovendo Hamburguer 2), onde crianças abandonadas precisam se adaptar ao mundo moderno.

Para 2021 serão lançados Maya and the Three, uma série animada sobre uma princesa guerreira, onde Jeff Ranjo (de Moana) é o cabeça da produção; My Father’s Dragon, filme animado em 2D escrito por Meg LeFauve (Divertidamente) em que um jovem tenta encontrar uma besta mítica; e Pinóquio, em que o clássico personagem volta em uma animação dirigida pelo renomado Guillermo del Toro (Hellboy, O Labirinto de Fauno, A forma da Água).

E para 2022 foi anunciado Jacob and the Sea Beast, um filme feito em computação gráfica e escrito por Chris Williams (Moana, Big Hero 6, Bolt).

A Netflix também anunciou recentemente que lançará alguns filmes nos cinemas antes de enviar para o serviço de streaming, numa tentativa aberta de legitimar seus lançamentos para concorrer a prêmios da indústria do cinema.

Não há dúvidas de que a Netflix está adotando práticas da indústria cinematográfica em uma tentativa crescente de se reorientar como um conglomerado de entretenimento que deseja competir com os estúdios mais famosos de Hollywood.

Fonte: Netflix / Olhardigital

Curta-metragem ‘Balanceia’ será exibido em Porto Velho e em festivais de cinema no Brasil

A produção rondoniense Balanceia, uma, dirigida por Thiago Oliveira e Juraci Júnior, continua em itinerância pelo Brasil e poderá ser assistida pelo público porto-velhense no próximo dia 05 de novembro, às 19h, no Teatro Guaporé, na abertura oficial do Festival UNIR Arte e Cultura.

O filme que revela a atmosfera que une a paixão de um povo da Amazônia pelo seu folclore e a relação entre o homem e a natureza, vem conquistando uma trajetória relevante para o curta-metragem rondoniense, como a exibição em festivais de cinema como o CINE PE, que acontece há 22 anos em Recife, festival esse responsável por lançar filmes como Central do Brasil, indicado ao Oscar, em 1999.

Além da sessão em Porto Velho, outras exibições estão confirmadas para os próximos dias. Nesta quarta-feira, 31 de outubro, Balanceia será exibido em Juazeiro do Norte, no Ceará, no Festival do Audiovisual Luso Afro Brasileiro, que exibirá 92 filmes de todas as regiões do Brasil, além de produções de Portugal e Moçambique.

No dia 09 de novembro em Salvador, na Bahia, o curta-metragem estará na programação da Mostra do Filme Marginal e dia 27 de novembro, na cidade de Penedo, em Alagoas, no Circuito Penedo de Cinema – Mostra Velho Chico de Cinema Ambiental.

Para Fernanda Kopanakis, uma das Coordenadoras do CINEAMAZÔNIA – Festival Latino Americano de Cinema Ambiental, que acontece há 15 anos em Rondônia, Balanceia tem uma importância fundamental para os rondonienses. “A obra projeta a produção realizada no norte do Brasil, em especial de Rondônia, em espaços privilegiados do cinema nacional. Balanceia é um filme de grande sensibilidade e trata com grande cuidado e delicadeza os valores e a cultura da região amazônica”, finaliza.

Trajetória do filme:

Balanceia, que já percorreu as cinco regiões do Brasil, estreou no ano passado no 15º Festival Latino-Americano de Cinema Ambiental Cineamazônia, em Porto Velho, onde conquistou uma Menção Honrosa. Depois disso, foi exibido no 4º Festival de Filmes de Faina, Goiás, Festival de Cinema de Palmácia, no Ceará, no ECOCINE – Festival Internacional de Cinema Ambiental e de Direitos Humanos, em São Sebastião, São Paulo, no Festival TPCine, em Três Pontas, Minas Gerais, Versi di Luce Festival, em Gela na Itália, no 1º Festival de Cinema de Jaraguá do Sul, em Santa Catarina, sessões especiais no Cineclube Odinéia Andrade, em Parintins, no III DIGO Festival Internacional de Diversidade Sexual e de Gênero de Goiás , em Goiânia, no Cine Tamoio, em São Gonçalo, Rio de Janeiro, na Mostra do Filme Marginal, no Rio de Janeiro além de estar na programação cultural da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), realizada em Maceió, Alagoas.

A equipe técnica do filme é composta por Thiago Oliveira e Juraci Júnior na Direção, Rafael Oliveira na Direção de Fotografia, Fernanda Paiva na Direção de Produção e Tullio Nunes e Wesley Pontes assinam a trilha original do filme.

Agenda Balanceia:

31/10 Juazeiro no Norte/CE – FestFilmes Festival do Audiovisual Luso Afro Brasileiro
05/11 Porto Velho/RO – Festival UNIR Arte e Cultura
09/11 Salvador/BA – Mostra do Filme Marginal
27/11 Penedo/AL – Circuito Penedo de Cinema- Mostra Velho Chico de Cinema Ambiental

Fonte:Folk Assessoria / Foto: Rafael Oliveira

Brasil registra recorde de lançamentos de filmes nacionais em 2017

Brasil registra recorde de lançamentos de filmes nacionais em 2017

Em 2017, o Brasil atingiu novo recorde de lançamento de filmes nacionais em cinemas de todo o país. Segundo o Anuário Estatístico do Cinema Brasileiro, divulgado esta semana pela Agência Nacional de Cinema (Ancine), ao todo foram exibidos nas salas de cinema comerciais 160 longas-metragens brasileiros, 18 a mais que no ano anterior, quando foram exibidos 142 produções.

Do total de filmes lançados no ano passado, 56,8% (91) pertenciam ao gênero de ficção, 38,7% (62) eram documentários e sete, animações (4,37%).

Conforme mostra o relatório, a disparidade entre as bilheterias de obras nacionais e estrangeiras se repete todos os anos. No ano passado, o número de ingressos vendidos (17.358.513) para filmes nacionais correspondeu a 9,6% do total (181.226.407), o pior desempenho da série histórica da Ancine, iniciada em 2009. Os dados mostram que em 2010 os filmes assinados por cineastas brasileiros conquistaram seu maior público, com quase um quinto (19,1%) de todas as entradas comercializadas.

Democratização da cultura

Em nove anos, o número de salas de cinema no país passou de 2.110, para 3.223. De acordo com o relatório, houve consistência na ampliação de salas nos municípios com mais de 100 mil habitantes e, ainda, uma surpresa, que consistiu o aumento da quantidade de salas em cidades entre 20 mil e 100 mil habitantes, fato que não ocorria desde 2014.

Importante espaço de cultura e arte, o cinema, entretanto, ainda permanece como uma estrutura inacessível para grande parte da população. Somente 10,7% das salas de exibição mantêm seu funcionamento de forma independente de complexos comerciais, ou seja, são classificadas como cinemas de rua. O restante (89,3%) está localizado no interior de shopping centers.

O encarecimento do preço dos ingressos no país também pode ser um fator que explica a queda de público. Em 2013, o valor médio da entrada era R$ 11,73, subindo, nos anos subsequentes, para R$ 12,57, R$ 13,59, R$ 14,10 e R$ 15, no ano passado.

No relatório, as unidades federativas são avaliadas conforme a relação entre o número de habitantes por salas de cinema disponíveis. Distrito Federal (34.539), Roraima (34.842) e São Paulo (43.654) aparecem no topo da lista, enquanto os estados que apresentam as piores proporções são Bahia (144.759), Pará (126.767) e Piauí (123.818). A média no Brasil é de 64.431 habitantes por sala. Já nos Estados Unidos, para cada grupo de 8.056 pessoas, há uma sala de exibição.

Anuário Estatístico do Cinema Brasileiro – Relatório Ancine/repródução

Perfil dos cineastas

Outra informação trazida pelo anuário diz respeito ao perfil dos cineastas no país. Durante os anos analisados, nota-se que, apesar de a participação de diretores de cinema não estreantes (que já lançaram ao menos um longa-metragem) e estreantes serem equitativas no contexto geral, as produções nacionais geralmente não dão chance aos realizadores novatos.

Os números mostram, porém, uma queda na bilheteria de filmes dirigidos por cienastas mais experientes. Em 2014, os diretores não estreantes cativaram 90,5% do público; em 2015, 91,9%; em 2016, 51,7%; e finalmente, no ano passado, 65,8%.

Em 2017, os estreantes conquistaram 53,1% das cadeiras de direção de longas do circuito comercial. De todos os filmes lançados, somente 36 (22,5%) tiveram diretoras mulheres, sendo que em 11 produções elas dividiram a função com um homem.

Além disso, 22 dos 160 títulos brasileiros lançados foram produzidos em regime de coprodução com outros países, entre os quais estão Argentina, Alemanha, Espanha e França.

Mais exibidos e mais vistos

Segundo a Ancine, o filme brasileiro mais visto no ano passado foi Minha Mãe é uma Peça 2, reproduzido em 1.043 salas. Colocá-lo em destaque na programação dos cinemas pode ter colaborado para ter a bilheteria de maior sucesso no ano. Ao todo, 5 milhões de ingressos foram vendidos para o filme .

“Em 39 das 52 semanas cinematográficas do ano de 2017, havia pelo menos um título estrangeiro ocupando simultaneamente mais de 30% das salas do parque exibidor. Desde 2014 essa quantidade de semanas vem aumentando. Apenas em uma semana um título brasileiro chegou a ocupar essa quantidade de salas”, destacou a Ancine em seu anuário.

A agência destaca que, entre os títulos lançados no ano passado, 4,1% ocuparam mais de 30% das salas e que essa parcela de filmes absorve 57,4% do público. A maior parte dos lançamentos (55,5%) ocorreu em menos de 1% das salas de todo país.

Fonte: agenciabrasil

Henry Cavill não vai mais interpretar Superman nos cinemas, diz site

Rixa com a Warner Bros. teria acontecido por desavenças envolvendo negociação para aparição do ator em ‘Shazam!’. Nenhum dos lados confirma a informação.

Henry Cavill vai pendurar sua capa vermelha de Superman. Segundo o site da revista “The Hollywood Reporter”, o ator rompeu com a Warner Bros., que administra a DC Comics, editora dona do personagem.

A rixa teria acontecido por desavenças envolvendo a negociação para uma aparição do ator em “Shazam!”, que tem estreia prevista para 2019.

A publicação diz que as conversas contratuais entre a Warner e os representantes de Cavill, da empresa de agenciamento WME, terminaram mal. Isso teria ajudado a fechar as portas para um retorno dele como Superman. Nenhum dos lados confirma a informação oficialmente.

Cavill interpretou Superman em três filmes: “O Homem de Aço” (2013), “Batman vs Superman: A origem da justiça” (2016) e “Liga da Justiça” (2017).

Uma fonte interna da Warner citada pelo site afirma que a participação do ator em “Shazam!” não deu certo por um conflito de agendas, já que ele assinou recentemente para estrelar a série “The Witcher”, da Netflix.

Mudança de foco

Outras fontes atribuem o impasse a uma mudança de foco do estúdio, que estaria concentrando esforços em um filme da Supergirl, sobre as origens da heroína adolescente. Isso excluiria a possibilidade de participação de um ator da idade de Cavill, já que o enredo teria um Superman ainda criança.

Além disso, de acordo com o “Hollywood Reporter”, a Warner não tem planos de lançar um filme solo do herói nos próximos anos.

“Superman é como James Bond. Depois de tempo, você tem que olhar para novos atores”, explicou uma fonte do estúdio, citada pela publicação.

Fonte: g1

Oscar desiste de premiar filmes populares

Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood deve voltar a pensar na categoria no futuro

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, responsável pela festa da entrega do Oscar, anunciou que suspendeu os planos de criação de uma nova categoria destinada a premiar filmes populares em meio à ampla reação contrária à ideia. A Academia disse que voltará, mais para a frente, a pensar nesta categoria.

A instituição disse, em comunicado, que reconhece que implementar a mudança em tempo tão curto cria desafios para filmes que já foram lançados. O anúncio da criação dessa nova categoria foi feito no mês passado.

No primeiro momento, a notícia provocou muita discussão, com inúmeras pessoas de dentro e de fora da indústria cinematográfica questionando como isso impactaria criticamente e comercialmente filmes como Pantera Negra. O blockbuster foi citado como um possível concorrente – e também vitorioso.

“Houve reações contra a criação de um novo prêmio e nós reconhecemos que precisamos discutir melhor essa questão com nossos membros”, disse o CEO da Academia Dawn Hudson.

A próxima cerimônia de entrega do Oscar está marcada para o dia 24 de fevereiro de 2019, em Los Angeles.

Fonte: metropoles

“A Freira” estréia nesta quinta-feira nos cinemas

O filme é derivado de “Invocação Mal 2”

Presa em um convento na Romênia, uma freira comete suicídio. Para investigar o caso, o Vaticano envia um padre atormentado e uma noviça prestes a se tornar freira.

Arriscando suas vidas, a fé e até suas almas, os dois descobrem um segredo profano e se confrontam com uma força do mal que toma a forma de uma freira demoníaca e transforma o convento num campo de batalha.

O filme é um subproduto da franquia Invocação do Mal, que fez um enorme sucesso nos últimos anos.

Filme rondoniense Amor de Mãe, com ator global será lançado nesta sexta, no CINE VENEZA

O evento contará com a participação do diretor, ator e cineasta Anselmo Vasconcellos, da Globo

O lançamento do filme “Amor de Mãe” será nesta sexta-feira, 31, no Cine Veneza, em Porto Velho. Serão duas sessões, a primeira às 20h30, e a segunda às 21h30. O Veneza fica na rua Joaquim Nabuco, 1976 – centro. Os convites estão sendo distribuídos pela Rondônia Cinematográfica.

“Amor de Mãe” é denso, com paisagens deslumbrantes e fotografia impecável. Foi todo filmado em Porto Velho sob a direção do cineasta e ator da Globo Anselmo Vasconcellos, com roteiro do empresário e jornalista portovelhense Paulo Andreoli.

Com duração de 48 minutos, o filme tem co-direção e cinematografia do rondoniense Neto Cavalcanti. Ele é responsável também pela direção de fotografia, trabalho executado em parceria com Thiago Oliveira.

O longa é uma obra de ficção – no estilo jornalismo dramático, com uma pitada de romance, envolvendo três personagens em uma relação de poliamor.

“O longa-metragem aborda o imaginário amazônico de uma mulher cabocla/ribeirinha, Francine, que se apaixona por um pirata – o Chico Boto, interpretado por Anselmo Vasconcellos. A relação termina em uma tragédia, provocada pelo inconsciente de um homem apaixonado”, declarou Anselmo Vasaconcellos.

“O pirata Chico Boto, após várias tentativas de se curar de questões psicológicas, tem um surto e acaba cometendo um assassinato, algo recorrente aqui na região”, completou o diretor.

A cabocla Francine é interpretada pela atriz rondoniense Leila Lopes, de Espigão do Oeste. Ela foi descoberta durante a Oficina de Cinema ministrada em Porto Velho por Anselmo Vasconcellos no final de 2017.

O diretor afirmou que tem mercado para esse tipo de produção, “mas é preciso ter mais gente corajosa, com as características do Paulo, para dar vida a projetos dessa natureza”.

Veja a relação do elenco que atuou no filme

Produção

Paulo Andreoli

Direção

Anselmo Vasconcellos

Co-direção

Neto Cavalcanti

Atores:

Chico Boto – Anselmo Vasconcellos

Francine – Leila Lopes

Lindeza – Natália Ribeiro

Capitão Anselmo – José S. Lacerda

Jornalista – Paulo Paulo Sack

Secretária do Comandante – Betânia Moreira

Ativista Social – Gabriel Corvalan

Condutor da Litorina – Antônio M. Cavalcante

Vendedor de passagens- Lorys Adriano

Parteira – Izabel C. da Silva

Avó – Betânia Moreira

Benzedeira – Eleonora Gastao

Marujo do Barco – Rafael Schatzmann

Churrasqueiro – Raimundo Mello

Pirata 1 – Anderson Lacerda

Pirata 2 – Cleidson Silva

Pirata 3 – Rafael Palermo

Pirata 4 – Rafael Schatzmann

Pirata 5 – Roberto Stadler

Pirata 6 -Sandromar C. Simedico

Pirata 8 – Anselmo Sabido

Policial 1 – Hieráclio Lima dos Santos

Policial 2 – Hairton Mendes da Trindade

Policial 3 – Cristier Reis Rodrigues

Policial 4 – Roberto Miranda Cavalcante

Policial 5 – Dogivan Farias da Silva

Policial 6 – Dayllon Dos Santos Dantas

Policial 7 – Andersson Da Silva Amazonas

Arte:

Direção de fotografia – Neto Cavalcanti e Thiago Oliveira Câmeras Bruno Motoyama e Rafael Oliveira

Imagens Aéreas – Rodrigo Erse e Luís Gabriel

Maquinário – Fernando Moreira e Diego Matias

Capitação de áudio – Fernando Moreira

Elétrica – ndré Luís

Arte finalista – Natã José e Natanael Lima

Figurino:

Direção de Arte – Vanessa Mafra

Figurinista – Vanessa Mafra

Assistente de Figurinista – Taynnara Oliveira e Rafael Schatzmann

Vestiário – Maria Maura Sodré

Designer – Vanessa Mafra

Fantasias – Grupo Watiku Mayakan

Maquiagem:

Direção de arte – Duarte Lima

Design – Duarte Lima

Make-up – Duarte Lima

Assistente de maquiagem – Alex Almeida

Continuísmo:

Continuísta – Lucila Lacerda e Henrique Afonso Pimentel

Claquete – Alice Teles

Iluminação:

Best boy – André Luis

Diretor de Iluminação – Neto Cavalcanti e Thiago Oliveira

Assistente de produção:

Franciane Moura

Denise Torres

Pré-produção:

Análise de Cena Lorys Adriano e Paulo Andreoli

Pós-produção:

Edição Roberto Lamarão e Neto Cavalcanti

Coloração Roberto Lamarão

Finalização Roberto Lamarão

Efeitos visuais Estúdio M – Marcelo Marola

Som:

Trilha Sonora Jeff Produx

Ambientação Sonora e Mixagem Jeff Produx

Consultores:

Consultor Militar Capitão PM Sufi

Jornalismo:

Assessora de Comunicação – Emília Araújo

Música:

Canto e composição Cantiga Bia Sion

Trio Urubu Cheiroso José de Júlia e Raimundinho

Equipe Técnica:

Anderson Macedo

Icaro Rafael

Eliardo Lima

Eliardo Vicente

Camile Ciqueira

Gabriel Vanes

Luis Roberto Andreoli

Ana Luisa Andreoli

Luís Apurinã

Jussara Gotlieb

Editores, Criadores, Formatos:

Adaptado por Anselmo Vasconcellos

Baseado em uma ideia original de Paulo Andreoli

Roteiro de Paulo Andreol

Apoio Institucional:

Marinha do Brasil – Delegacia Fluvial em Porto Velho

Polícia Militar de Rondônia

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