Magro de ruim? Cientistas descobrem o segredo das pessoas que nunca engordam

Estudo mostra que o motivo de algumas pessoas não engordarem tem mais a ver com herança genética de sorte do que com o estilo de vida que elas levam

Cientistas afirmam ter descoberto o porquê de algumas pessoas nunca engordarem, enquanto outras ganham peso fácil.

Em um estudo publicado na revista científica PLOS Genetics, pesquisadores das universidades britânicas de Cambridge e de Bristol dizem que, para algumas pessoas, o “segredo” de ser magro tem mais a ver com a herança de um conjunto de genes “sortudo” do que com a manutenção de uma dieta saudável ou um rígido estilo de vida perfeito.

Para chegar a essas conclusões, os cientistas compararam amostras de DNA de 1,6 mil pessoas saudáveis ​​e magras – com um índice de massa corporal (IMC) menor que 18 – com as de 2 mil pessoas extremamente obesas e com outras de 10,4 mil pessoas com peso normal. Eles também analisaram dados sobre estilo de vida – para descartar distúrbios alimentares, por exemplo.

Cientistas afirmam ter descoberto o porquê de algumas pessoas nunca engordarem, enquanto outras ganham peso fácil.

Em um estudo publicado na revista científica PLOS Genetics, pesquisadores das universidades britânicas de Cambridge e de Bristol dizem que, para algumas pessoas, o “segredo” de ser magro tem mais a ver com a herança de um conjunto de genes “sortudo” do que com a manutenção de uma dieta saudável ou um rígido estilo de vida perfeito.

Para chegar a essas conclusões, os cientistas compararam amostras de DNA de 1,6 mil pessoas saudáveis ​​e magras – com um índice de massa corporal (IMC) menor que 18 – com as de 2 mil pessoas extremamente obesas e com outras de 10,4 mil pessoas com peso normal. Eles também analisaram dados sobre estilo de vida – para descartar distúrbios alimentares, por exemplo.

O que o estudo mostra?

Os pesquisadores descobriram que as pessoas obesas tinham maior probabilidade de ter um conjunto de genes ligados à obesidade. Enquanto isso, as magras não só tinham menos genes ligados à obesidade, como também tinham alterações em regiões genéticas recentemente associadas à magreza saudável.

“Esta pesquisa mostra pela primeira vez que pessoas magras e saudáveis ​​são geralmente magras porque têm uma menor carga de genes que aumentam as chances de alguém estar acima do peso e não porque são moralmente superiores, como algumas pessoas gostam de afirmar”, disse o pesquisador chefe do estudo, Sadaf Farooqi, da Universidade de Cambridge.

O peso dos outros

Farooqi ressalta que as pessoas não deveriam ser tão críticas em relação ao peso dos outros.

“É fácil se apressar no julgamento e criticar as pessoas pelo peso que elas têm, mas a ciência mostra que as coisas são muito mais complexas. Nós temos muito menos controle sobre o nosso peso do que poderíamos pensar”, disse ele.

Os cientistas dizem que o próximo passo é identificar os genes exatos envolvidos na magreza saudável.

Seu objetivo de longo prazo é analisar se essas descobertas podem ajudar a formatar novas estratégias de emagrecimento.

“Geneticamente diferentes”

Tom Sanders, professor emérito de nutrição e dietética do King’s College de Londres, ressaltou a importância do estudo. “Esse estudo confirma que a obesidade grave precoce é frequentemente determinada por genes e mostra, convincentemente, que aqueles que são muito magros são geneticamente diferentes da população em geral”.

O professor acrescentou que “a maior parte da obesidade é adquirida na vida adulta e está ligada ao ambiente obesogênico em que vivemos – um estilo de vida sedentário e com muito acesso a alimentos ricos em calorias”.

O professor Tim Spector, também do King’s College de Londres, disse que, apesar disso, na maioria dos países, cerca de um terço da população conseguiu permanecer magro.

“Parte disso está relacionada aos genes, mas outros fatores, como diferenças individuais no estilo de vida ou micróbios intestinais, também influenciam nesse sentido”, disse ele.

Especialistas em saúde dizem que, seja qual for sua forma ou composição genética, a velha recomendação de praticar exercícios e adotar uma dieta saudável continua válida.

Fonte: bbc

Identifique 8 sinais que alguém sente inveja de você mas não diz

Às vezes não é tão fácil explicar os sentimentos que os seres humanos experimentam. O comportamento de algumas pessoas é muitas vezes ambíguo, e torna-se muito complicado saber quando um elogio ou parabéns tem as melhores intenções

Há muitas pessoas cuja personalidade, nós realmente não sabemos as razões, mas simplesmente não podemos confiar em nós.

Nós não sabemos se é por causa da maneira como ele nos diz coisas, ou por causa desse sarcasmo que denota suas palavras. Mas, temos certeza de algo, eles não são completamente sinceros.

Talvez você tenha parabenizado que, devido ao seu conteúdo exagerado de entusiasmo, ou vindo de alguém que no passado falou coisas negativas nas nossas costas, você simplesmente não pode aceitar da melhor maneira.

Embora, por outro lado, também existam aqueles que são mestres especialistas em disfarçar suas verdadeiras intenções ao fazer um comentário sobre outra pessoa.

No entanto, mesmo para aqueles especialistas na arte da fraude, há maneiras de desmascará-los. Quando alguém está com ciúmes de você, geralmente mostra vários, ou todos os sinais que mostramos abaixo.

1- Sempre tenta competir com você

Quando alguém sente ciúmes de nossas conquistas, ou precisa que elas sejam reconhecidas da mesma maneira, geralmente inicia uma série de eventos nos quais, consciente ou inconscientemente, eles estão em competição direta com você.

Isso é muito comum entre colegas de trabalho, que procuram parecer mais eficientes e dar melhores resultados aos olhos do chefe. No entanto, também ocorre entre os melhores amigos ou entre irmãos.
Estes últimos são geralmente os mais velhos da família, após a chegada de um novo membro, e, de repente, de um momento para outro, seus pais passam mais tempo com mais o novo.

2- Faz pouco caso das suas conquistas

Por razões óbvias, quando essa pessoa sente que você é melhor do que ela em qualquer campo, ela sempre tentará fazer com que suas realizações pareçam algo banal.

Esta é uma maneira de se sentir melhor com sua própria pessoa. Geralmente aqueles que sentem inveja de alguém tendem a ser seres com baixa auto-estima.

Portanto, eles estão muito mais atentos ao que outros fazem do que melhorar suas técnicas e habilidades para obter melhores resultados em seus próprios objetivos.

3- Imita suas ações

O ciúme é realmente uma espécie de admiração. Ou seja, quem sente que você está à frente deles, é porque, de uma forma ou de outra, reconhece que suas habilidades superam as deles.

Por essa razão, aqueles que sentem inveja de você muitas vezes tentam imitar exatamente o que você faz. Às vezes você pode tentar escondê-lo, ou dar um aspecto diferente, mas com o mesmo objetivo.

Por exemplo, se você gosta de ver uma série lidando com medicina forense, é muito provável que ela assista a uma lidando com criminologia. Essas imitações também são muito comuns na maneira como falam e se vestem.

4- Comentários ruins

O reconhecimento das pessoas com quem ambos coincidem é crucial para os invejosos e invejosas. Por esse motivo, essas pessoas aproveitarão qualquer eventualidade ou comentário que possam usar contra você para prejudicar sua imagem para aqueles que fazem parte do seu círculo social em comum.

No entanto, é uma das ações que mais joga contra ele, porque é geralmente sabido que tais comentários eram apenas insultos e fofocas, e a imagem que é prejudicada é precisamente aquela de quem inventou tudo.

5- Falsa Adulação

Essa é uma das ações mais recorrentes entre os invejosos. É uma maneira de ganharem tempo para trabalhar em uma tática melhor que lhes permita concluir seu objetivo principal, não permitir o seu sucesso e mostrar ao mundo que eles são melhores que você.

No entanto, mesmo que sejam especialistas, há sempre uma voz interior que nos diz quais parabéns ou admirações mostrados são simplesmente falsos.

De fato, é muito provável que no passado eles já tenham falado mal de você pelas costas, ou que eles já tenham mostrado um dos pontos anteriores, de modo que suas técnicas sejam completamente incríveis.

6- Mostra as suas conquistas

Devido ao baixo nível de sua auto-estima, os invejosos exigem o constante reconhecimento daqueles que os rodeiam, de forma a sentir que eles têm algum valor.

Por esta razão, quando alcança um objetivo aproveitará a oportunidade para esfregar e exibi-lo. Não há nada de errado em reconhecer o sucesso dos outros.

No entanto, sua maneira de demonstrar suas realizações geralmente será ostensiva. A maior parte do tempo tem a ver com a obtenção de poder, a aquisição de um bem material, alguma promoção ou um aumento gordo

7- Antipatia irracional

Por nenhuma razão aparente, aqueles que invejam você mostrarão seu desdém a você de muitas maneiras. Ele geralmente fala a pior característica sobre você, e quase sempre fará isso pelas suas costas.
Mesmo em casos extremos, há aqueles que tentam sabotar seu dia para que você realmente passe por maus bocados.

O fenômeno do “Trabalho de Bullying” é um exemplo claro disso. Há pessoas invejosas que atacam direta ou indiretamente a pessoa da qual têm inveja e fazem tudo o que podem para arruinar suas vidas.

8- Que bom que você tropeça

Não satisfeito em agir contra você de maneiras diferentes, uma pessoa que sente inveja de você mostrará sua satisfação quando algo ruim acontecer a você.

Claro, seus erros, comentários errôneos e, em geral, tudo o que pode jogar contra você, será motivo suficiente para a alegria desta pessoa. Juntamente com o fato de regozijar-se com o seu infortúnio, você aproveitará o momento para ridicularizar-se diante de seu círculo social em comum.

Para nossa desgraça, esse tipo de gente é abundante em nossa sociedade. O melhor que podemos fazer é cuidar do que é nosso e deixar que os outros façam a sua parte.

Hoje é o dia mais triste do ano, segundo pesquisas

Data equivale à 3ª segunda-feira do ano, chamada “Blue Monday”

Se você está desanimado ou triste nesta segunda-feira (21), a ciência tem uma explicação: trata-se do “Blue Monday”, o dia mais triste do ano. A data foi estabelecida baseada no estudo do psicólogo Cliff Arnall, do País de Gales.

Em 2005, ele criou uma equação que aponta que a terceira segunda-feira do ano é a mais triste. Isso porque as pessoas costumam sentir culpa pelos gasto excessivos nas festas de Natal, assim como melancolia pelo fim das férias, falta de motivação e irritação com a meteorologia. No Reino Unido, a data já é levada a sério e tem se espalhado pela Europa e outros continentes. (ANSA)

Fonte: noticiasaominuto

Estes 5 benefícios vão te fazer querer ouvir música o dia todo

De acordo com a médica psiquiatra, pesquisa mostra os inúmeros benefícios da música

Dra. Ana Paula Carvalho – Que “quem canta seus males espanta” todo mundo já sabe. O que muita gente ainda desconhece é que ouvir música pode ser um excelente aliado para a saúde. Pesquisas chamaram a minha atenção e fui estudar um pouco mais sobre o poder que as notas musicais exercem em nosso corpo e mente e encontrei dados interessantes e que gostaria de compartilhar com vocês neste nosso primeiro encontro de 2019.

1 – Ouvir música melhora o humor

Depois de um dia difícil no trabalho ou de passar horas no trânsito, colocar para tocar a sua música preferida vai ajudar na melhora do seu humor. Pesquisas realizadas em universidades pediram que os participantes selecionassem o que a música os fez sentir e a maioria colocou a melhora do humor em primeiro lugar. Portanto, ao menor sinal de mau humor, ligue o rádio!

2 – Relaxa pacientes antes de uma cirurgia e diminui o estresse pós-procedimento

Seja um procedimento estético ou questão de saúde, é fato que passar por uma intervenção cirúrgica gera ansiedade e estresse. A música ajuda ao paciente a relaxar antes do procedimento e diminui o estresse no pós-operatório. Uma dica: músicas calmas e relaxantes para esse momento, nada de ritmos agitados ou letras agressivas…

3 – A música diminui a ansiedade tanto quanto uma sessão de massagem

Para quem acha que para combater a ansiedade é preciso “gastar dinheiro”, uma novidade boa. Ouvir música tem o mesmo efeito no corpo que uma sessão de massagem… diversão, economia e, por que não, atividade física, se você dançar enquanto dá o play na sua lista de canções preferidas?

4 – Xô na depressão

Os estudos feitos em universidades norteamericanas concluíram que ouvir músicas de meditação e relaxamento atuam diretamente nos sintomas da depressão. Pacientes submetidos à sessões diarias de musicoterapia apresentaram um quadro de melhora 25% maior quando comparados aos pacientes que não tiveram contato com a música

5 – Ajuda a atenuar a TPM e enxaqueca

As canções usadas na meditação alteram a velocidade das ondas cerebrais. O resultado? Diminuição nos sintomas da temida TPM e melhora significativa nos casos de enxaqueca. Que tal criar uma playlist calma para ouvir durante o período pré-menstrual?

A música acalma, diverte, faz pensar e é um excelente exercício. São vários os benefícios. Por isso, te faço um convite: que tal colocar mais música na sua vida este ano?

Acorde mais cedo e dance por 15 minutos uma playlist animada para começar bem o dia. Selecione músicas calmas para ouvir antes de dormir. Troque letras agressivas e ritmos pesados por letras leves e melodias que te ajudem a desligar um pouco a mente da correria do nosso dia. Faça isso e depois me conte os resultados.

*Ana Paula Carvalho é Médica Psiquiatra, Mestre em Psiquiatria pela Escola Paulista de Medicina, sendo a primeira psiquiatra brasileira com certificação internacional em Medicina do Estilo de Vida pelo International Board of Lifestyle Medicine (Board Certified Lifestyle Medicine Physician).

Fonte: womenshealth

#10YearsChallenge: como o Facebook e o Instagram podem usar as informaçãoes recolhidas com as fotos desse desafio viral

O desafio dos dez anos viralizou bem rápido. É apenas uma brincadeira inocente ou pode ser algo mais?

Conhecido como #10YearsChallenge (desafio dos 10 anos, em inglês), o mais recente “desafio” viral nas redes sociais é postar lado a lado uma foto de hoje e outra de dez anos atrás para fazer a comparação.

É apenas uma brincadeira inocente, correto?

Pode ser. Mas como as plataformas de redes sociais sempre encontram uma maneira de lucrar com as modas virais, também pode não ser.

A moda se espalhou rapidamente e aparentemente de maneira orgânica. Participaram desde usuários comuns do Facebook e do Instagram até celebridades e contas oficiais de autoridades.

Nos últimos dias a hashtag acumulou mais de 3,5 milhões de posts só no Instagram

A moda provavelmente vai passar rápido, mas, uma vez postadas, o que será feito com milhões e milhões de imagens com uma informação tão específica (exatamente como a pessoa envelheceu)?

Em vários posts nas redes sociais algumas pessoas demonstraram sua preocupação com as implicações de disponibilizar as fotos com datas.

Uma delas é a especialista em estratégias digitais Kate O’Neill. Em um artigo na revista de tecnologia Wired, ela imagina alguns cenários sobre como as empresas de tecnologia estão se aproveitando da moda (isso, diz ela, se não a tiverem criado).

LEIA A REPORTAGEM COMPLETA NA BBC.

Obsessão por felicidade pode deixar você extremamente infeliz

E pior: ainda nos faz interpretar qualquer sensação ruim como fracasso.

A felicidade é algo tão subjetivo quanto científico. Biologicamente, poderíamos falar em serotonina e ocitocina, ou outros nomes difíceis de neurotransmissores (mensageiros químicos) que estão relacionados com a existência dessa sensação. Mas psicologicamente a história é outra. Como a maioria dos sentimentos, substantivos abstratos, felicidade representa algo diferente para cada ser humano. De acordo com a “psicologia positiva”, não precisamos esperar que a felicidade dê as caras: ela está ao alcance das nossas mãos.

Mas até que ela virou uma ditadura não tão feliz assim. Essa obrigação de ser feliz não é novidade, mas ninguém realmente sabe quem primeiro cunhou essa regra – e como ela se tornou o objetivo de vida de quase todo mundo. O que se sabe é que ela vem machucando: “a depressão é o mal de uma sociedade que decidiu ser feliz a todo preço”, diz o escritor francês Pascal Bruckner no livro A Euforia Perpétua. E ele estava certo: um novo estudo da Universidade de Melbourne, Austrália, finalmente concluiu que a infelicidade de muita gente é causada pela tentativa incessante de ser feliz.

A pesquisa, publicada na revista Emotion, descobriu que a “superenfatização” da felicidade, como uma pressão social, pode tornar as pessoas mais suscetíveis ao fracasso e muito mais frágeis a emoções negativas. A “regra” de procurar a todo custo emoções positivas e evitar ao máximo as negativas está aumentando significativamente o estresse a longo prazo.

Para chegar a essas conclusões, os cientistas fizeram um teste: separaram três grupos de estudantes de psicologia australianos, que precisavam realizar anagramas. O primeiro grupo, A, precisava resolver 35 anagramas em 3 minutos. Os participantes não sabiam, mas, dentre os 35 anagramas, havia 15 que eram impossíveis de solucionar – ou seja, eles iriam fracassar. Os estudantes foram colocados em uma sala decorada com dezenas de cartazes motivacionais, notas coloridas, livros de auto-ajuda. O instrutor da sala falava alegremente e fez até discurso sobre a importância da felicidade antes da tarefa começar.

LEIA A REPORTAGEM COMPLETA NO SUPER INTERESSANTE.

Aplicativo “obriga” filhos a retornarem ligação de pais e causa polêmica

A ideia é que crianças e adolescentes respondam os pais o mais rápido possível; veja como o aplicativo funciona e qual a polêmica por trás

Atualmente, ficar poucos minutos longe dos smartphones parece um desafio. E quando falamos sobre crianças e adolescentes, isso passa a ser ainda mais preocupante. O norte-americano Nick Herbert percebeu que seu filho era exatamente assim e que o ignorava para ficar conectado. Diante disso, ele criou um aplicativo que bloqueia o aparelho telefônico até que a criança ou adolescente retorne a ligação dos pais.

Chamado de ReplyASAP, o aplicativo “assume” o telefone da pessoa até que ela responda a mensagem que foi enviada. A mensagem aparece na tela e fica lá até que seja respondida. Além disso, a função faz um ruído contínuo, mesmo que o celular esteja em silêncio, que só para quando você interage com a mensagem. A ideia é que crianças e adolescentes respondam e liguem para os pais o mais rápido possível.

“A ideia nasceu de frustrações pessoais com os aplicativos de mensagens atuais”, diz o pai ao “Mirror” . Para ele, a comunicação com o filho não estava acontecendo da forma como gostaria. “Eu comprei um smartphone ao meu filho, Ben, para pudesse contatá-lo quando ele não estivesse na escola”, relata. Porém, a solução para a comunicação entre eles acabou se tornando um problema, já que Ben começou a usar o celular para brincar e assistir vídeos. Foi aí que surgiu a ideia do ReplyASAP.

“Durante o processo de desenvolvimento, falei com Ben e expliquei a ele o pensamento por trás desse mecanismo. Ele gostou da ideia, já que não perderá mais as mensagens importantes”, conta.

ReplyASAP foi lançado em agosto de 2017 no Google Play e já teve mais de 75 mil downloads. A função está disponível apenas para celulares com o sistema operacional Android. Apesar de ser gratuito, algumas funções podem ser liberadas mediante a um pagamento.

Polêmica do aplicativo

Reprodução

A princípio, a ideia pode ser bastante interessante para alguns pais. No entanto, o aplicativo causou polêmica. Algumas pessoas questionam se essa é a melhor forma de educar os filhos, já que se baseia no controle do celular e de certa forma invade esse espaço das crianças e dos adolescentes. Além disso, outras acreditam que o aplicativo pode ser usado por parceiros em relacionamentos abusivos como uma forma de controle.

Fonte: delas.ig

O que é a diabulimia, considerado um dos distúrbios alimentares mais perigosos do mundo

Nos casos mais graves, transtorno pode levar a insuficiência cardíaca, amputação de membros e até morte.

“Tenho a minha vida e tenho meus pés. São duas das coisas mais importantes para mim, considerando o dano que eu poderia ter causado a mim mesma”.

Becky Rudkin, de 30 anos, tem diabulimia – termo usado para descrever pessoas com diabete tipo 1 que tomam deliberadamente menos insulina que o necessário com o objetivo de perder peso.

A diabetes tipo 1 – doença autoimune, que costuma ser diagnosticada na infância – ocorre quando o pâncreas não produz insulina suficiente. Seu tratamento prevê a aplicação de injeções diárias do hormônio, responsável por controlar a glicose no sangue e fornecer energia ao organismo.

A diabulimia não é reconhecida oficialmente pela comunidade médica, mas uma verba de 1,2 milhão de libras (cerca de R$ 5,7 milhões) acaba de ser concedida para o financiamento de uma pesquisa sobre o tema na Grã-Bretanha.

A expectativa é que os cientistas consigam elaborar um programa de tratamento eficaz para pessoas que sofrem com o transtorno.

Becky, que é de Aberdeen, na Escócia, participou do documentário da BBC Diabulimia: The World’s Most Dangerous Eating Disorder (“Diabulimia: o Transtorno Alimentar Mais Perigoso do Mundo”, em tradução livre), produzido em 2017.

LEIA A REPORTAGEM COMPLETA NA BBC

O segredo para uma vida longa, feliz e saudável? Respeito e positividade

Evidências científicas mostram que respeito ao idoso e atitude positiva em relação ao envelhecimento prolongam a expectativa de vida

Respeitar os idosos é uma premissa básica da sociedade. Agora evidências científicas mostram que essa postura, além de correta moralmente, pode salvar vidas e ajudar a mantê-los saudáveis física e mentalmente. Uma análise da rede global de jornalismo Orb Media concluiu que países com altos níveis de respeito pelos idosos registram melhor saúde entre as populações mais idosas e menores níveis de pobreza para maiores de 60 anos. Encarar o envelhecimento de forma positiva também é crucial para uma vida longa, feliz e saudável, segundo informações da rede CNN.

Realidade: desrespeito e negatividade

A expectativa de vida não para de crescer no mundo e, consequentemente, a população idosa também. Estima-se que em 2050, 2,1 bilhões de pessoas terão mais 60 anos. Por outro lado, a maioria dos entrevistados por uma pesquisa realizada em 57 países pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2016 relatou que os idosos não são respeitados.

Os estereótipos negativos também podem ser perigosos para as pessoas mais velhas, inclusive reduzindo a expectativa de vida. Uma análise feita por Becca Levy, professora de saúde pública e psicologia da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, mostrou que pessoas com uma atitude positiva em relação ao envelhecimento viviam em média 7,5 anos a mais do que aqueles que encaravam esse fato como algo ruim.

“Ficamos muito surpresos com essa diferença”, disse Becca à CNN. Segudo a pesquisadora, pessoas com mentalidade positiva vivem mais porque esse tipo de atitude pode influenciar os mecanismos psicológicos, comportamentais e fisiológicos do corpo.

Infelizmente, essa parece ser a realidade para muitas pessoas. Um relatório recente da Royal Society for Public Health, no Reino Unido, trouxe conclusões sombrias sobre perspectivas em relação ao envelhecimento: 47% dos entrevistados acreditava que as pessoas com mais de 65 anos lutavam para aprender novas habilidades. Um quarto das pessoas de 18 a 24 anos e 15% do total de entrevistados concordaram que “é normal ser infeliz e deprimido quando você está velho”.

Benefícios da positividade

O pensamento positivo pode melhorar o comportamento, levando as pessoas a se engajarem em estilos de vida mais saudáveis, como a prática de exercícios. A positividade de uma pessoa também pode melhorar sua psicologia, tornando-a melhor no enfrentamento do stress, contribuindo para a redução de problemas de memória e condições mentais, como depressão e ansiedade.

Um estudo realizado por pesquisadores de Baltimore, nos Estados Unidos, concluiu que pessoas com uma atitude positiva em relação ao envelhecimento tinham menos doenças cardiovasculares, produziam menos cortisol – o hormônio do stress – e menor probabilidade de demência.

Por incrível que pareça, países de alta renda, altamente industrializados tendem a desvalorizar pessoas mais velhas. Segundo Erdman Palmore, professor de psiquiatria e ciências comportamentais da Universidade Duke, nos Estados Unidos, as políticas de aposentadoria fazem com que as pessoas mais velhas pareçam menos valiosas para a sociedade e para a economia de um país. Por outro lado, as sociedades rurais tradicionais tendem a ter maior respeito porque os idosos podem continuar trabalhando por mais tempo e são mais valiosos para a economia.

De acordo com a Pesquisa de Valores Mundiais realizada entre 2010 e 2014, Japão, Coréia do Sul e Argentina são os três países que menos respeitam os idosos. Surpreendentemente, Uzbequistão, Georgia e Catar são os que mais respeitam.

Fonte: veja

Depressão na sala de aula: como as escolas devem lidar?

Tão importante quanto descobrir as causas é encontrar formas de aliviar o sofrimento psicológico e físico do adolescente

Em um mundo cada vez mais dinâmico, os adolescentes têm se deparado com crescentes desafios e dilemas, como atender às expectativas da família, lidar com as cobranças, o bullying e a busca por um padrão de sucesso imposto na sociedade em meio às próprias incertezas e conflitos inerentes à idade. Esta pressão – tendo, por vezes, o ambiente escolar como epicentro – não consegue ser suportada e então surgem os efeitos colaterais. O principal deles é a depressão, que atualmente assola 10% dos adolescentes, segundo a Associação Brasileira de Psicanálise. Outro dado preocupante tem a ver com os casos de suicídio, que, de 2000 a 2015, aumentaram 65% entre pessoas com idade de 10 a 14 anos e 45% na faixa de 15 a 19, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Diante desse cenário, como a escola deve agir?

Tão importante quanto descobrir as causas é encontrar formas de aliviar o sofrimento psicológico e físico do adolescente. Considerando que os jovens passam a maior parte do tempo dentro das escolas, é importante que elas possuam um programa pedagógico para cuidar de cada caso. O colégio IBPI, localizado na Barra da Tijuca, possui o plano de unir a comunidade acadêmica com profissionais de saúde para atender da melhor maneira os alunos. Segundo a sua diretora pedagógica, a professora Lúcia Dieguez, o IBPI atende cada aluno de acordo com sua individualidade e, nos casos de depressão, a escola tem que ouvir a equipe médica que o está atendendo e os pais, para haver um entendimento real de suas necessidades. “Não existe um único caminho, precisamos observar este aluno e desenvolver mecanismos de conquista e apoio neste momento difícil de sua vida. Por isso, no IBPI, utilizamos um exclusivo método de ensino, pois partilhamos de diferentes formas de avaliação para flexibilizar o estudo, tornando possível a criação de um cronograma de estudo personalizado para cada aluno”, afirma a diretora.

A psicóloga Elisa Bichels afirma que houve uma grande mudança de paradigmas entre a geração de adolescentes atual e a de seus pais. Enquanto a geração X foi estruturada através da punição, a geração Z foi formatada para acreditar que poderia realizar qualquer feito, além de ser bombardeada de informação a todo momento, principalmente pela evolução da internet. Para Elisa, o problema é que a maioria das escolas e dos professores, principalmente na rede pública, continua com a mesma metodologia que possuíam há dez anos ou mais. “As escolas devem entender que possuem uma enorme importância para a vida dos atuais adolescentes. Assim, as instituições educacionais que pensam em ensinos individualizados, mas que agreguem a provisão da saúde mental e vida social dos jovens, já se mostram preparadas para as novas demandas psicológicas e emocionais dos alunos. As escolas precisam entender que os estudantes também devem ser ‘alfabetizados’ na emoção e que a saúde psicológica é tão importante quanto a física”, conclui a psicóloga.

Além destas medidas, a psicóloga considera importante a aplicação de educação socioemocional dentro das salas de aula. “As escolas precisam incluir para ‘ontem’ nos seus currículos matérias sobre empatia e habilidades para a vida, como treinamento de habilidades de tolerância à frustração, regulação emocional e também atividades lúdicas, como música, games e arte. E tudo isto deve ter como norte o trabalho com empatia e princípios de inclusão e cidadania, além de focar nas qualidades e virtudes de cada aluno mais do que conteúdos para o Enem”, finaliza Lúcia.

Fonte: noticiasaominuto