WhatsApp identifica e acaba com truque que permitia stalkear status

Outra novidade foi a introdução de uma nova disposição de emojis

Quem gostava de ver os Status no WhatsApp, mas não queria deixar a marca, usava um truque bem conhecido – desligava os Recidos de Leitura, olhava a postagem alheia anonimamente e depois reativava a opção de recibos, sem que o comportamento fosse notado. Acabou a festa!

Agora, ao ligar de volta, sua ação será mostrada para quem publicou fotos ou vídeos nos Status, os Stories do WhatsApp. Isso acontecerá mesmo sem que você clique novamente naquele vídeo – fuçou, o aplicativo entregou.

A mudança foi identificada pelo WABetaInfo, site especializado em novidades do WhatsApp. Ele dá a dica para quem quiser olhar aquela fotinho ou vídeo, mas passar despercebido: reativar os Recibos de Leitura 24 horas depois que o Status for publicado. Desta forma, o conteúdo terá expirado e seu autor não conseguirá mais ver quem assistiu ao que estava lá.

Outra novidade foi a introdução de uma nova disposição de emojis, que chegou com ao beta da versão 2.19.21 do WhatsApp para Android.

Mensagens do WhatsApp, Instagram e Messenger serão ‘unidas’; entenda

Em breve, usuários poderão enviar mensagens de um aplicativo para outro

Dono do WhatsApp, Instagram e Messenger, o Facebook está trabalhando para que, em breve, os usuários possam enviar mensagens de um aplicativo para o outro, e não mais apenas entre o mesmo aplicativo.

“Estamos trabalhando para tornar nossos produtos de mensagens mais criptografados de ponta a ponta e considerando formas de facilitar o contato com amigos e familiares em todas as redes. Como seria de esperar, há muita discussão e debate enquanto começamos o longo processo de descobrir todos os detalhes de como isso funcionará”, disse ao The New York Times um representante do Facebook.

“Queremos construir as melhores experiências em mensagens que pudermos; e as pessoas querem que a conversa seja rápida, simples, confiável e particular,” prosseguiu.

Fonte: noticiasaominuto

Acha que a Terra é plana? YouTube vai esconder vídeos com teorias falsas

O YouTube é o lar dos mais diversos vídeos que você pode imaginar, mas um tipo de conteúdo bem particular incomodou o Google. São aqueles que apresentam teorias falsas sobre fatos históricos ou a respeito de temas já consolidados pela ciência.

Irritou tanto que a empresa vai evitar recomendá-los a quem que acessa a plataforma de vídeos. Se você está em dúvida sobre que tipo de conteúdo poderia ser, o próprio YouTube dá exemplos de que vídeo deverá ser escondido:

“Começaremos a reduzir as recomendações de conteúdos incertos ou que possam desinformar os usuários de maneiras prejudiciais, como vídeos que promovam uma cura milagrosa falsa para uma doença grave, afirmando que a Terra é plana ou fazendo afirmações descaradamente falsas sobre eventos históricos como 9/11 [dia do ataque às Torres Gêmeas em Nova York].”

O Google já havia declarado guerra a vídeos com teorias da conspiração no YouTube. Ainda assim, era uma abordagem menos radical: conteúdos desse tipo, como os que negam o pouso na Lua, passaram a ser acompanhados desde março de 2018 por textos da Wikipédia e de outras serviços de informação sobre o que de fato ocorreu.

Agora, no entanto, a empresa de internet foi além: informou nesta sexta-feira (25) que vai evitar sugerir que as pessoas assistam vídeos com teoria da conspiração e outros tipos de desinformação.

Você ainda poderá encontrá-los caso busque por eles dentro da plataforma. Mas eles deixarão de ser mostrados na página inicial do YouTube e ao final de outro vídeo, por exemplo.

LEIA A REPORTAGEM COMPLETA NO UOL.

Facebook muda regras e vai identificar ‘notícias falsas’

A classificação é feita por agências de checagem de fatos parceiras

O Facebook anunciou mudanças nas regras para as páginas dentro da plataforma. A principal delas é a identificação de publicações consideradas “notícias falsas” e que, em razão disso, têm a distribuição reduzida. Os administradores das páginas poderão ver quais mensagens foram enquadradas nesta categoria. Também terão acesso a outros conteúdos retirados por violarem as normas internas da companhia (os Parâmetros da Comunidade).

Os administradores de páginas passarão a ter acesso a uma “aba” denominada “Qualidade da Página”. Nela, ficarão listados os posts avaliados como “falsos”, “mistos” ou com “título falso”, conforme categorias definidas pela empresa. A classificação é feita por agências de checagem de fatos parceiras (conheça as regras de análise aqui). Até agora, quando uma publicação era marcada desta maneira não havia qualquer sinalização nem ao autor nem aos administradores de páginas. O autor, contudo, seguirá sem ser notificado.

A redução de alcance de conteúdos considerados “notícias falsas” vem sendo adotada pela rede social, sem remover os posts mas criando obstáculos a sua difusão. “Esperamos que isso forneça às pessoas as informações necessárias para policiar comportamentos inadequados de administradores de uma mesma página, entender melhor nossos Padrões da Comunidade e, em alguns casos, nos informar quando acreditarem que tomamos uma decisão incorreta sobre um determinado conteúdo”, afirmou a empresa em comunicado oficial. No Brasil, o Facebook estabeleceu parceria com entidades de checagem de fatos, como a Agência Lupa, aos Fatos e France Press para verificar circulação de notícias falsas durante as eleições de 2018.

Além das publicações classificadas como “notícias falsas”, os administradores de páginas poderão ver também os conteúdos removidos por não respeitarem as normas internas, os chamados Parâmetros da Comunidade. Entram aí mensagens enquadradas como “discurso de ódio”, “violência”, “conteúdo explícito”, “assédio”, “bullying”, “produtos controlados”, “nudez adulta”, “atividades sexuais” e “apoio ou glorificação de indivíduos não permitidos no Facebook”.

Os posts apontados dentro dessas categorias já eram retirados, mas sem explicação. Com isso, o administrador poderá ver as publicações banidas. Segundo o anúncio do Facebook, o administrador passa também a poder contestar uma remoção. Alguns tipos de derrubada não serão informados nesse processo, como “spam”, “posts caça-cliques” ou “violações de propriedade intelectual”.

Outra medida anunciada foi a fiscalização mais rígida de autores de páginas removidas. A plataforma já impedia a criação de um espaço deste tipo semelhante a um derrubado por violar as normas internas. Mas, segundo a companhia, foram identificadas “pessoas trabalhando para contornar nossa política, usando páginas existentes que elas já gerenciavam para o mesmo propósito que a página removida por violar nossas políticas”.

Em resposta a isso, o Facebook poderá retirar outras páginas de autores de páginas removidas mesmo que aquelas não tenham incorrido em alguma violação. Para fazer isso, explicou a plataforma, será avaliado “um amplo conjunto de sinais”, como os administradores ou se o nome é similar.

Na avaliação do mestre em direito e pesquisador do Instituto Beta Paulo Rená, as medidas anunciadas sinalizam para maior transparência na remoção de conteúdos, mas ainda são “tímidas” e podem “não fazer muita diferença”.

“Não me parece haver nenhum indicativo de mais permeabilidade do Facebook para ouvir a comunidade. Isso pode manter a situação de inércia perante falsos positivos, quando conteúdos legítimos são removidos sem que haja real possibilidade de reação pelas pessoas interessadas; ou quando conteúdos ofensivos, especialmente relacionados a discurso de ódio, são mantidos online a despeito de protestos na própria rede”.

Já a advogada e integrante do Comitê Gestor da Internet no Brasil Flávia Lefévre argumenta que a despeito das novas regras, permanece o problema dos Parâmetros da Comunidade serem pouco transparentes. Ela cita casos, como situações que ela própria viveu, em que usuários têm conteúdos removidos e mesmo após questionamento o Facebook não explica a razão da remoção ou reverte a situação.

“A remoção de conteúdos acontece com base em critérios dos tais Padrões da Comunidade, que não são claros. Essa prática se configura como arbitrariedade com alto risco para a liberdade de expressão. Essa prática deveria estar ancorada em critérios claros e relacionados às leis brasileiras e em concordância com a jurisprudência”, defende a advogada. Com informações da Agência Brasil.

Fonte: noticiasaominuto

Spotify vai permitir bloqueio de artistas pelo usuário

Função já está sendo testada em dispositivos iOS

Todo mundo tem artistas que não suporta ouvir, por mais eclético que seja. Para não arriscar cair numa playlist com aquele artista que você detesta, o Spotify lançou uma novidade que já está em fase de testes em smartphones com sistema operacional iOS: seleção dos artistas odiados.

Segundo o site The Verge, o app vai ter um botão que poderá ser clicado e que irá bloquear o artista, prevenindo que este apareça em rádios ou playlists. O bloqueio também é feito a temas em que o artista/banda tenha participado.

A função surge após várias pessoas começarem a bloquear o artista R. Kelly, acusado de abuso sexual e envolvimento com uma menor de idade.

Fonte: noticiasaominuto

WhatsApp limita reenvios de mensagens a cinco destinatários

Medida vale a partir desta segunda em atualização do app já disponível

O WhatsApp limitará globalmente para cinco o número de vezes que um usuário pode reenviar uma mensagem, em uma tentativa de combater disseminação de informações falsas e rumores, afirmaram executivos da companhia nesta segunda-feira (21/1).

“Estamos impondo um limite de cinco mensagens em todo o mundo a partir de hoje”, disse Victoria Grand, vice-presidente de comunicações do WhatsApp, em evento na capital da Indonésia.

Anteriormente, um usuário do WhatsApp poderia reenviar uma mensagem para 20 outros usuários ou grupos. O limite de cinco reenvios expande para nível global uma medida que o WhatsApp colocou em prática na Índia em julho, depois da disseminação de rumores em mídias sociais que levaram a assassinatos e tentativas de linchamento.

O WhatsApp, que tem 1,5 bilhão de usuários, está tentando encontrar formas de impedir o uso indevido do aplicativo, em meio a preocupações globais de que a plataforma está sendo usada para disseminar notícias falsas, fotos manipuladas, vídeos fora de contexto e boatos transmitidos por mensagens de áudio.

A encriptação de ponta a ponta do aplicativo permite que grupos de centenas de usuários troquem textos, fotos e vídeo fora do alcance de checadores de fatos ou mesmo da própria plataforma.
O WhatsApp vai lançar uma atualização para ativar o limite a partir desta segunda-feira, afirmou diretor de comunicações do WhatsApp, Carl Woog.

Os usuários de dispositivos Android receberão a atualização primeiro e depois os usuários de aparelhos da Apple terão que atualizar o aplicativo.

Fonte: metropoles

Cientistas criam teste de DNA capaz de prever quando se vai morrer

Num futuro próximo, os cientistas acreditam que os testes possam estar disponíveis à venda em farmácias

Uma equipe de cientistas escoceses desenvolveu um simples teste de DNA capaz de prever a probabilidade de um individuo viver até uma idade avançada ou morrer precocemente.

O teste analisa o efeito de variações genéticas na esperança média de vida, e foi desenvolvido por um grupo de investigadores da Universidade de Edimburgo, na Escócia.

Em um futuro próximo, os cientistas creem que os simples testes que analisam a saliva dos indivíduos possam estar disponíveis por cerca de 730 reais.

Ao realizarem o teste, as pessoas que pontuarem entre o topo dos 10% podem esperar viver cinco anos a mais, comparativamente aqueles que fiquem entre os 10% mais baixos.

Os especialistas do Instituto Usher, na Universidade de Edimburgo, examinaram dados genéticos provenientes de mais de 500 mil indivíduos, assim como dados acerca da esperança de vida dos pais desses voluntários.

E identificaram 12 áreas chave do genoma humano que impactam significativamente na longevidade, incluindo cinco pontos que ainda não haviam sido reportados antes.

Os acadêmicos concluíram que as áreas de DNA com maior impacto na longevidade eram aquelas que haviam sido previamente associadas à incidência de doenças fatais, incluindo patologias cardíacas e condições relacionadas com o consumo de tabaco.

Peter Joshi, um dos coordenadores do estudo, disse em declarações ao The Telegraph: “Se tivermos em consideração 100 pessoas no momento do seu nascimento, ou mais tarde, e usarmos a nossa longevidade para os dividirmos em 10 grupos, o grupo de topo irá viver em média cinco anos a mais do que o inferior”.

Os cientistas garantem que pretendem ainda identificar os genes que influenciam diretamente o quão rapidamente as pessoas envelhecem.

Se esses genes existirem , os seus efeitos foram muito tênues para serem detectados neste estudo, disseram os acadêmicos.

Paul Timmers, um estudante de doutorado no instituto, acrescentou: “Apuramos que os genes que afetam o cérebro e o coração são responsáveis pela grande maioria das variações na longevidade”.

A pesquisa inovadora foi publicada no periódico científico eLife.

Fonte: noticiasaominuto

#10YearsChallenge: como o Facebook e o Instagram podem usar as informaçãoes recolhidas com as fotos desse desafio viral

O desafio dos dez anos viralizou bem rápido. É apenas uma brincadeira inocente ou pode ser algo mais?

Conhecido como #10YearsChallenge (desafio dos 10 anos, em inglês), o mais recente “desafio” viral nas redes sociais é postar lado a lado uma foto de hoje e outra de dez anos atrás para fazer a comparação.

É apenas uma brincadeira inocente, correto?

Pode ser. Mas como as plataformas de redes sociais sempre encontram uma maneira de lucrar com as modas virais, também pode não ser.

A moda se espalhou rapidamente e aparentemente de maneira orgânica. Participaram desde usuários comuns do Facebook e do Instagram até celebridades e contas oficiais de autoridades.

Nos últimos dias a hashtag acumulou mais de 3,5 milhões de posts só no Instagram

A moda provavelmente vai passar rápido, mas, uma vez postadas, o que será feito com milhões e milhões de imagens com uma informação tão específica (exatamente como a pessoa envelheceu)?

Em vários posts nas redes sociais algumas pessoas demonstraram sua preocupação com as implicações de disponibilizar as fotos com datas.

Uma delas é a especialista em estratégias digitais Kate O’Neill. Em um artigo na revista de tecnologia Wired, ela imagina alguns cenários sobre como as empresas de tecnologia estão se aproveitando da moda (isso, diz ela, se não a tiverem criado).

LEIA A REPORTAGEM COMPLETA NA BBC.

YouTube aprova medidas contra desafios virais perigosos

Desafios como o Bird Box e o Tide Pod Challenge devem servir de exemplo do que não se deve fazer no futuro

O YouTube atualizou a política de utilização da sua plataforma com novas diretrizes para os criadores de conteúdos. Entre as alterações está a proibição de qualquer desafio considerado perigoso como é o caso do recente desafio Bird Box e do Tide Pod Challenge, ambos do ano passado

“O YouTube é casa de muitas brincadeiras e desafios virais, mas temos de assegurar que o que é que é engraçado não passa a linha de se tornar perigoso. Tornamos claro nas nossas políticas que proibimos conteúdo perigoso, que também se estende a brincadeiras com potencial perigo de lesões físicas graves. Não permitimos brincadeiras que fazem as vítimas sentirem que estão em sério perigo físico – por exemplo, uma brincadeira de invasão de casa ou uma de um tiroteio”, pode ler-se nas novas políticas da plataforma da Google.

Além desta alteração, o YouTube também reforçou a vigilância no que diz respeito a links que enviem os internautas para sites externos, proibindo os que redirecionem pessoas para sites com conteúdo violento, pornográfico ou com discurso de ódio.

Fonte: noticiasaominuto

Dicas para evitar golpes com reservas online de viagens

Hábitos simples podem fazer toda a diferença

Muitas pessoas aproveitam as férias de janeiro para viajar com os amigos ou a família. Na internet é possível encontrar ofertas atrativas de última hora para quem busca por um meio de transporte ou estadias em hotéis e pousadas a custos acessíveis. Muitos fazem uso de apps em smartphones, para confirmar as reservas às vésperas da viagem.

A Avast (LSE: AVST), líder global em produtos de segurança digital, alerta que qualquer que seja o meio, é preciso ter cautela com as reservas online para não cair em golpes de cibercriminosos e, por fim, frustrar as férias de verão.

“A conveniência de comparar e comprar ofertas online, no horário e no local de escolha do usuário, tem se tornado uma prática constante dos consumidores, que estão cada vez mais digitais”, diz André Munhoz, Country Manager para o Brasil da Avast.

“É preciso estar atento, a falta de consciência do consumidor com relação à segurança online pode ser uma brecha para que a pessoa seja vítima de um golpe no universo digital. Qualquer vulnerabilidade pode se transformar em uma oportunidade para os cibercriminosos. Assim, a pessoa que está sonhando com uma viagem pode ser um potencial alvo, porque é improvável que, enquanto ela faz a reserva da sua estadia em um local paradisíaco, por exemplo, pense nos riscos cibernéticos que a sua reserva pode sofrer”, destaca.

Munhoz lembra que a reserva requer o compartilhamento online de informações pessoais, incluindo dados bancários. “Para enfrentar a ação de cibercriminosos, é fundamental adotar alguns hábitos simples na internet que permitirão aos usuários evitar que os seus dados sejam comprometidos antes de uma viagem”, aponta.

Desconfie de e-mails de phishing:

Um cibercriminoso monitora os principais eventos do ano e, portanto, pode enviar ofertas falsas e atraentes de viagens em altas temporadas, como o mês de janeiro. Por isso, qualquer email que não pareça ser legítimo deve ser tratado com muito cuidado. O ideal é não clicar nos links ou anexos enviados no e-mail, porque caso sejam maliciosos, um malware se instalará no dispositivo móvel do usuário e permitirá que os cibercriminosos roubem as suas informações pessoais, como credenciais de login do banco ou números do cartão de crédito.

A vítima também pode ser redirecionada para um site semelhante ao site oficial, onde pode ser convidada a “redefinir sua senha” ou fornecer seus dados pessoais para a “correção” de um erro em uma conta falsa. A atitude mais segura é acessar o site oficial da empresa em questão e contatá-la para descobrir se o e-mail recebido realmente é de uma fonte confiável. Assim a empresa poderá impedir o roubo dos dados e ainda avisar os clientes sobre a página falsa na internet, e da possível tentativa de fraude em andamento.

Use frases como senhas:

Use frases únicas e longas, com pelo menos 10 caracteres, para proteger cada uma de suas contas online. As frases devem ser facilmente lembradas, com quatro a cinco palavras. Uma ótima solução é usar uma ferramenta de gerenciamento de senhas, capaz de importar automaticamente todas as senhas armazenadas no seu navegador – assim, tudo o que você precisa fazer é apenas lembrar de uma senha segura, para acessar a sua ferramenta de gerenciamento de senhas.

Verifique a presença do “https” e do cadeado:

Na hora de pagar o transporte ou a estadia da viagem, verifique se o site possui o “https” e o cadeado na barra de endereço. Caso contrário, o consumidor não deve finalizar a compra, pois significa que o site não oferece criptografia ou não tem um certificado de autenticação emitido por uma autoridade confiável e, por isso, pode colocar em risco os seus dados sigilosos.

Adote a autenticação de dois fatores:

Permite configurar vários níveis de proteção, que dificultam o acesso às informações protegidas para evitar o acesso de uma pessoa não autorizada. Neste caso, o usuário receberá um código exclusivo no seu smartphone a cada pagamento e o informará no site para finalizar a transação. Assim, caso um cibercriminoso obtenha a senha do consumidor, ele não poderá ir longe porque não terá acesso a esse segundo código para aplicar o roubo.

Métodos de pagamentos seguros:

Qualquer transação financeira no universo online deve ser feita usando um cartão de crédito com proteção contra fraudes. Atualmente, a maioria dos cartões de crédito permite que a pessoa denuncie uma compra fraudulenta em um determinado prazo após encontrar o extravio no extrato bancário. Como alternativa, é possível usar serviços de pagamento online, como o PayPal, que evitam a inserção de dados bancários diretamente no site da empresa que oferece a oferta.

As fontes e as ferramentas online para quem é apaixonado por viagens são infinitas, assim como os recursos para que um cibercriminoso pratique um ataque no mundo digital. “Embora as pessoas saibam que a segurança online é importante, muitas delas continuam acreditando que os golpes ‘só acontecem com os outros’ e, por isso, não tomam as medidas necessárias para evitá-los. Não saber como proceder ou por onde começar, pode ser um grande obstáculo para aplicar boas práticas. A conscientização e a educação contínuas sobre práticas simples são essenciais. Ao final, elas se tornarão hábitos e permitirão que as pessoas organizem suas férias com tranquilidade, enquanto aproveitam a Internet com segurança o ano todo, não apenas nos períodos de férias”, finaliza Munhoz.

Fonte: noticiasaominuto