Sofre de prisão de ventre? Saiba quais alimentos podem ajudar

Laxantes naturais colaboram com o bom funcionamento do organismo

É sempre bom ter informações sobre quais são os melhores laxantes naturais quando se sofre de prisão de ventre.

Os laxantes naturais são alimentos ou ervas que nos permitem realizar uma evacuação intestinal mais fácil. É importante diferenciá-los dos purgantes, porque estes têm uma ação mais forte ou drástica, podendo apresentar, inclusive, contraindicações.

Tipos de laxantes naturais

Considerando a forma como agem no organismo, podemos diferenciar os seguintes tipos de laxantes naturais:

Laxantes estimulantes

Também são chamados de purgantes ou catárticos. Atuam estimulando a musculatura do intestino, já que possuem certos compostos que atuam nas terminações nervosas do cólon, provocando movimentos que favorecem a defecação.

Também atuam sobre as paredes do intestino. Além disso, aumentam a produção de minerais e líquidos, bem como diminuem a absorção de sódio e cloro.

Os efeitos negativos dos laxantes estimulantes estão relacionados à quantidade de tempo que atuam no organismo. Quando ingeridos, podem continuar agindo por até 8 horas. É aconselhável consumi-los antes de dormir para que atuem durante a noite.

Laxantes mecânicos

São laxantes ricos em fibras que aumentam o volume das fezes, retém água, hidratam as paredes do intestino e ajudam de forma mais natural os movimentos peristálticos, favorecendo a evacuação. Podem ser ricos em fibras solúveis ou não solúveis.

A ação é mais rápida do que a dos estimulantes. Assim, são recomendados como primeira medida quando ocorre prisão de ventre ou problemas para ir ao banheiro.

Normalizam o funcionamento do organismo e é recomendável acompanhá-los com alimentos repletos de probióticos, tais como o iogurte.

Laxantes osmóticos

Esse tipo de laxante atua ao aumentar a quantidade de água no intestino, o que amolece as fezes. Sua ação é similar à dos mecânicos, têm muitos minerais e obrigam o intestino a eliminar líquidos.

Entre os laxantes osmóticos, podemos encontrar as ameixas. O efeito é intenso e devem ser consumidos acompanhados de muita água ou bebidas isotônicas para recuperar os líquidos perdidos.

Laxantes naturais: qual escolher?

Entre os laxantes mais leves, ou seja, os mecânicos, podemos destacar os seguintes:

Suco de maçã e azeite de oliva

Prepare um suco com duas maçãs (meia xícara) e misture com a mesma quantidade de azeite de oliva. Beba todo o conteúdo da xícara antes de dormir.

Ameixas e mel

Coloque seis ameixas em uma panela com uma xícara e meia de água fervente, cubra e deixe de molho durante toda a noite. Pela manhã, coe, coloque uma colher de sopa de mel e, em seguida, beba. Não jogue as ameixas fora. Você pode comê-las ao longo do dia.

Babosa

Corte um talo de babosa e despedace. Em seguida, coloque um pouco de água para ferver. Espere esfriar e coloque a água junto com os pedaços de babosa em um frasco de vidro com tampa hermética e feche. Mantenha na geladeira. Você pode consumir duas vezes na semana, no máximo.

Esse laxante caseiro não é recomendado para mulheres grávidas ou que estejam amamentando. Da mesma forma, também não é recomendado para pessoas que tomam anticoagulantes.

Suco de uva e linhaça

Faça um suco com algumas uvas (até obter uma xícara aproximadamente) e coloque uma colher de linhaça em pó. Beba em jejum. Porém, não prolongue o tratamento por mais de uma semana consecutiva.

Compressa de óleo de rícino

Esse laxante caseiro é de uso externo. Para usá-lo, molhe uma toalhinha ou gaze no óleo de rícino, esquente em fogo baixo, deite de barriga para baixo e apoie a toalha na região lombar. Cubra para que se mantenha quente por mais tempo. Repita uma vez por dia.

Atenção: não é recomendável consumir (oralmente) óleo de rícino para a prisão de ventre, como muitos aconselham.

Alimentos com capacidade laxante

Além dos alimentos já mencionados neste artigo (como a babosa ou a ameixa), existem outros laxantes naturais muito eficazes para tratar a prisão de ventre. Antes de conhecê-los é preciso determinar do que se trata a prisão de ventre.

Esse problema ocorre quando uma pessoa vai ao banheiro menos de três vezes por semana. E quando consegue defecar, as fezes saem secas e duras. Esse problema digestivo é um dos mais frequentes na atualidade, devido à nossa alimentação.

A falta de exercício, o sedentarismo, o consumo de pouca água, as gorduras e as farinhas refinadas podem causar prisão de ventre. Por isso, é preciso manter uma vida mais saudável para ter evacuações normais. Alguns alimentos podem ajudar. Tome nota:

Tanchagem

Essa erva, originária da Índia, é muito rica em fibras e é perfeita para nos ajudar a defecar corretamente. Tem a capacidade de absorver água, aumentar o volume das fezes e estimular o trânsito intestinal.

Maçã

Essa fruta deliciosa (tanto a vermelha quanto a verde) contém uma substância chamada pectina, que tem a propriedade de promover o funcionamento dos intestinos, amolecer as fezes (devido à quantidade de fibras) e favorecer a evacuação.

Coma uma maçã por dia no meio da manhã ou como sobremesa depois do jantar, preferencialmente crua ou fervida com ameixas.

Banana

É outra das frutas que oferece uma grande quantidade de fibras (além de potássio), sendo um poderoso laxante. Um pedaço de banana oferece 12% da quantidade de fibras que o corpo precisa por dia.

Além disso, oferece oligossacarídeos, substâncias que chegam ao intestino grosso sem serem digeridas e favorecem a digestão e a evacuação.

Cebola

Esse é um vegetal que não deve faltar em nenhum prato, já que tem um sabor delicioso. Mas, além disso, contribui para combater muitas doenças, patologias ou condições. É um laxante natural muito eficaz.

Além disso, consumir cebola crua ativa a secreção de sucos gástricos e favorece a saúde da flora intestinal. Por outro lado, um componente chamado quinina estimula o metabolismo do fígado, da vesícula, do estômago e do pâncreas.

Fonte: noticiasaominuto

Ser sempre jovem? Veja 5 benefícios de comer avelãs

Entre as muitas variedades de frutas secas, a avelã é, sem dúvidas, uma das mais apreciadas. Poucos, no entanto, conhecem as propriedades destas sementes e os seus benefícios.

1. Para ossos mais saudáveis

As avelãs são uma excelente fonte do nutriente conhecido por manganês. Apenas uma porção de avelãs pode fornecer até 87% da dose diária recomendada.

Pesquisas sugerem que o manganês, em combinação com outros nutrientes, pode contribuir para melhorar a densidade mineral dos ossos – reduzindo assim o risco de aparecimento de condições como a osteoporose e dores nas articulações.

2. Promovem a saciedade

“Como a maioria dos frutos secos, as avelãs são altamente densas em nutrientes”, explica a especialista em dieta Rachel Fine à publicação Elite Daily. “Sobretudo porque são ricas em gorduras saudáveis monosaturadas, tais como ácido linoleico, ômega 3 e ômega 6”.

Estas gorduras, juntamente com a fibra que contêm, promovem a sensação de saciedade e reduzem a fome.

3. Melhoram a saúde do coração

As avelãs são ricas em ômega-9, que contribui para o aumento do chamado bom colesterol HDL e para a redução do mau colesterol ou LDL. Isso ajuda a prevenir a acumulação de placa nas artérias, daí diminuindo o risco de ataque cardíaco, enfarte e de outros problemas coronários.

4. Protegem a saúde da população mais idosa

Uma equipe de pesquisadores na Universidade de Oregon State, nos Estados Unidos, revelou que consumir avelãs ajuda a melhorar os níveis de vitamina E e de magnésio no organismo sobretudo dos indivíduos mais idosos.

Estes nutrientes estão associados a uma menor probabilidade de desenvolvimento de vários tipos de demência, como Alzheimer.

5. Previnem a danificação das células

As avelãs são uma ótima fonte de antioxidantes, que são “compostos que protegem contra a oxidação celular”, de acordo com a publicação Medical News Today. “Reduzem a extensão da danificação das células devido à presença de radicais livres”.

Fonte: noticiasaominuto

A origem ‘nojenta’ de algumas de nossas comidas favoritas

O que têm em comum a gelatina, o melado e a Marmite, uma pasta vegetal à base de extrato de levedura? Todos são alimentos que começaram como subprodutos de outras comidas – no caso, animais, açúcar e cerveja. Você pode não pensar em vacas quando come gelatina, mas tenha certeza de que uma coisa não existiria sem a outra.

Marmite, vegemite e outras pastas vegetais populares em locais como o Reino Unido são feitas com o refugo do processo de fermentação de cerveja. Depois de o fermento ter feito seu trabalho de converter açúcar em álcool, ele é raspado e levado para ser convertido em comida – uma centrífuga separa proteínas das células de fermento.

Depois de maturada, essa sopa proteica passa por um processo de evaporação para perder o excesso de água e recebe condimentos para ganhar o sabor final.

Essas pastas podem não parecer o alimento mais intuitivo de produzir no mundo. Foram criadas no século 19 pelo químico alemão Justus von Liebig. Em 1816, quando ele tinha apenas 13 anos, uma erupção vulcânica na Indonésia produziu anomalias climáticas globais e resultou no que ficou conhecido na Europa como o “ano sem verão”, que causou perdas imensas em safras agrícolas.

Muito do trabalho de Liebig teve justamente a agricultura e a nutrição como tema: foi ele quem fundou a companhia de extratos de carne Leibig’s, hoje conhecida como Oxo, uma das principais fabricantes de cubos de caldo de carne do mundo.

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O melaço é um refugo da produção de açúcar. Primeiro, a cana é espremida para a extração do caldo, que depois é fervido para a evaporação da água. À medida que o caldo engrossa, cristais de açúcar se formam, e para que sejam secos, a mistura é centrifugada. Os cristais seguem para virar açúcar, ao passo que o caldo restante pode ser engrossado para virar xarope doce, também conhecido como melado.

O melado pode ainda ser fermentado e depois destilado para virar rum e fez parte do ciclo mundial da cana de açúcar entre os séculos 16 e 17. Os impostos cobrados pelos britânicos para a entrada de melado estrangeiro nas Colônias Americanas fizeram parte das razões que levaram à Guerra de Secessão dos EUA.

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Já a gelatina é uma comida tão caprichosa, não? Doce, colorida e vibrante. Fica fácil esquecer que é um produto animal. Ao fervermos ossos e pele de vacas, galinhas e porcos, o colágeno se fragmenta e se dispersa na água, como fios. Esse fios são depois filtrados e secos, virando pó.

À temperatura ambiente, os fios estão colados uns nos outros, mas a adição de água fervente faz com que as moléculas sejam liberadas para formar outros arranjos – algo que ocorre quando a mistura esfria, atraindo ainda moléculas de água para formar uma densa rede de colágeno e água.

E se hoje é fácil encontrar gelatina em pó em qualquer loja de conveniência, em tempos mais remotos o produto tinha fabricação para lá de artesanal – incluindo a parte de ferver pedaços de animais. Por isso, no século 18 o produto era acessível apenas às pessoas com empregados, tempo e dinheiro de sobra, e servir pratos à base de gelatina era um símbolo inconfundível de status.

Fonte: bbc

Alimentos saborosos podem ajudar a controlar sintomas da TPM; confira

Inchaço, desânimo, dor de cabeça e alterações de humor são alguns dos sintomas característicos da tensão pré-menstrual, mais conhecida como TPM. Normalmente, essas manifestações começam a aparecer de 10 a 14 dias antes da chegada do ciclo menstrual e podem se agravar, gradativamente, até o início da menstruação. “Devido à oscilação dos hormônios durante esse período, é possível ter alguns incômodos físicos e emocionais”, comenta a nutricionista Marília Zagato.

No entanto, investir em uma boa alimentação pode fazer toda a diferença para diminuir os aborrecimentos desta fase. Marília explica que apostar em alimentos que conferem o gosto umami – quinto gosto do paladar humano, ao lado do doce, salgado, azedo e amargo – proporciona o prazer de comer, deixando o prato ainda mais saboroso.

Confira abaixo a lista de alimentos que ajudam a reduzir os sintomas:

Peixes

Os peixes de água fria, como salmão e atum, são ricos em ômega-3, um tipo de gordura boa com ações anti-inflamatórias. “O consumo dos nutrientes presentes nesses alimentos pode ajudar na redução de dores de cabeça e na diminuição da retenção hídrica durante o período menstrual”, explica Marília.

Cenoura

Outra ótima opção para auxiliar no alívio dos sintomas da TPM é a cenoura. Ela contém vitamina B6, que desempenha funções que contribuem na melhoria das mudanças de padrão do sono e, inclusive, em alterações do humor. “Você pode consumir a cenoura em diferentes tipos de preparações, desde pratos frios até sucos. Em apenas uma cenoura é possível consumir 10% da quantidade de B6 recomendada para o dia”.

Gema de ovo

Essa parte do ovo contém vitamina B1, que atua diretamente na produção da serotonina, neurotransmissor responsável pela sensação do bem-estar. “A vitamina presente neste alimento está relacionada à produção da serotonina, que é responsável pela sensação de conforto”.

Laranja

Aposte em alimentos que são fontes de vitamina C – responsável pela atuação na produção dos neurotransmissores, contribuindo com a sensação de bem-estar e menor agitação. “A laranja é uma excelente fonte de vitamina C. Inclui-la no cardápio é uma ótima opção”, comenta Zagato.

#DicaDaNutri

Principalmente neste período, é importante diminuir o consumo de cloreto de sódio, mais conhecido como sal de cozinha, para não reter líquido. A nutricionista dá a dica: “Para diminuir o consumo exagerado, é recomendada a utilização de glutamato monossódico, que realça o sabor das refeições e contém 2/3 a menos de sódio em sua composição”, recomenda.

“A porção de glutamato monossódico deve substituir a metade da porção de sal. Por exemplo, se a receita pede uma colher de chá, você utiliza meia colher de glutamato e meia de sal, reduzindo o teor de sódio na preparação, sem perder o sabor”, finaliza Marília Zagato.

Fonte: noticiasaominuto

Arroz, feijão e carne são os alimentos mais desperdiçados no Brasil

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) encerrou neste sábado (10), em Brasília, a Semana Nacional de Conscientização sobre Perdas e Desperdícios de Alimentos 2018.

A programação do último dia contou com uma estrutura montada na Central de Abastecimento (Ceasa) da capital federal, e incluiu oferta gratuita de oficinas de combate ao desperdício, com dicas sobre como tirar o melhor aproveitamento de alimentos, evitando o descarte daquilo que ainda pode ser consumido. Ao longo dos últimos dias, exposições e outras oficinas, como a de hortas urbanas, também movimentaram o local.

Na casa das famílias brasileiras, arroz, carne vermelha, feijão e frango são os alimentos mais jogados fora, segundo a Secretária de Articulação Institucional e Cidadania do MMA, Rejane Pieratti. Ela explica que planejamento é fundamental para se evitar o desperdício.

“Começo planejando o que eu preciso comprar. A maioria das pessoas vai ao supermercado e compra coisa que não vai usar e vai perder dentro da geladeira”, afirmou, em entrevista à Rádio Nacional de Brasília. Os dados mais recentes da Organização das Nações Unidas (ONU)sobre o desperdício no país datam de 2013. Naquele ano, o Brasil desperdiçou mais de 26 milhões de toneladas de alimentos. Estima-se que, em todo o mundo, o volume anual de alimentos jogados fora seja de 1,3 bilhão de tonelada.

Chefs de cozinha

Além das oficinas, um dos destaques de hoje na Ceasa-DF foi a participação dos chefs de cozinha Fernando Souza e Fábio Marques, do projeto Desafio da Xêpa – Do Lixo ao Luxo.

A dupla, que forma o Double Chefs, preparou pratos com alimentos que seriam descartados na própria Ceasa. Segundo eles, o projeto nasceu das visita que ambos faziam à Ceasa para comprar alimentos.

“Sempre que vamos ao local, vemos que muitos alimentos acabam indo para o lixo. Surgiu, então, a ideia da iniciativa para promover a conscientização que todos nós precisamos ter. Não é possível jogar tanto alimento fora, pois, muitas pessoas passam fome. Resolvemos unir a nossa profissão e o combate ao desperdício”, explica Fábio.

A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF) também participou do evento com a elaboração de dois pratos à base de abóbora. Orientações sobre planejamento de compras, reaproveitamento de toda a sacola da feira e de todas as partes do alimento, conservação e durabilidade, entre outras informações, estão disponíveis no hotsite [https://www.brasil.gov.br/semdesperdicio] da Semana Nacional de Conscientização sobre Perdas e Desperdícios de Alimentos 2018, informou o MMA.

Coleta de alimentos

Este sábado também marca o Dia Nacional da Coleta de Alimentos, ação organizada por instituições e pessoas voluntárias e que ocorre em 14 estados e 56 cidades do país.

O evento está na 13ª edição e já arrecadou mais de 1,3 mil tonelada de alimentos, envolvendo o trabalho de 58 mil pessoas.

Na edição deste ano, voluntários se concentram ao longo dia na entrada de centenas de supermercados parceiros, convidando os clientes a doarem alimentos não perecíveis.

No fim do dia, os itens são recolhidos, com apoio do programa Mesa Brasil do Sesc, uma rede nacional de bancos de alimentos que atua contra a fome e o desperdício de alimentos.

No Distrito Federal, voluntários atuam em 10 supermercados. Tudo o que for recolhido será destinado a mais de 200 instituições de caridade da cidade.

“No ano passado, a gente recebeu quase 7 toneladas de doações, em Brasília. No Brasil inteiro, foram 184 toneladas”, disse a servidora pública Marília de Faria Ferreira, uma das voluntárias que atuam no projeto.

Fonte: agenciabrasil

O perigo escondido no iogurte que você consome

Iogurtes são considerados por muita gente um alimento saudável, mas um estudo feito no Reino Unido mostrou que muitos destes produtos podem não ser tão bons assim para a saúde quanto se pensa.

Uma equipe liderada por pesquisadores da Universidade de Leeds, no Reino Unido, analisou a tabela nutricional de mais de 900 produtos e concluiu que muitos são feitos com uma grande quantidade de açúcar. Isso inclui até mesmo aqueles classificados como orgânicos.

Em alguns casos, os iogurtes superam até mesmo refrigerantes na quantidade de açúcar usada na fabricação. Somente os iogurtes naturais e do estilo grego foram considerados produtos com baixo teor desse ingrediente.

A divulgação do estudo ocorre no mesmo momento em que o Ministério da Saúde brasileiro negocia um acordo com a indústria de alimentos para reduzir o açúcar em produtos industrializados, entre eles os iogurtes.

O consumo em excesso de açúcar é comum entre brasileiros e está associado um maior risco de doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes.

“O resultado desse estudo é muito preocupante, porque iogurtes são vendidos como produtos saudáveis e são muito consumidos por crianças”, diz a nutricionista Ana Clara Duran, do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação da Unicamp.

“Quando ele é natural, é de fato saudável, mas, depois que recebe corante, açúcar e outros aditivos, vira um produto ultraprocessado. O pai ou a mãe acha que está fazendo algo legal ao dar iogurte para o filho, mas não está. E isso é preocupante também para adultos, porque 54% da população está acima do peso e quase 20% está obesa.”

No entanto, os consumidores brasileiros dificilmente têm como saber a quantidade de açúcar dos iogurtes vendidos no país.

Os fabricantes não são obrigados a informar seu teor nas tabelas nutricionais dos produtos disponíveis por aqui – e apenas uma pequena parcela deles o faz voluntariamente.

Mas há uma proposta para mudar isso em debate na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Tão açucarado quanto refrigerante

A pesquisa britânica analisou 921 produtos vendidos pela internet por cinco das maiores redes de supermercados do país, que respondem por 75% do mercado.

Eles foram divididos em oito categorias mais comumente usadas pelos supermercados: infantil, sobremesas, alternativas a produtos lácteos, saborizados, de frutas (in natura ou na forma de purê), natural/grego e orgânicos.

O estudo mostrou que a categoria que mais contém açúcar é a de sobremesas, com 16,4g a cada 100g do produto em média. No entanto, foram incluídos produtos que não contêm iogurte ou queijo cremoso, como mousse de chocolate e cremes de caramelo, o que influenciou neste resultado.

A segunda categoria mais açucarada foi a de iogurtes orgânicos, com 13,1g a cada 100g. Os infantis contêm 10,8g a cada 100g.

O refrigerante à base de cola mais popular do mercado contém 10,6g a cada 100ml.

Quanto açúcar há nos iogurtes?

Sobremesas – 16,4g a cada 100g

Orgânicos – 13,1g a cada 100g

Saborizados – 12g a cada 100g

Com fruta – 11,9g a cada 100g

Infantis – 10,8g a cada 100g

Alternativas a produtos lácteos – 9,2g a cada 100g

Bebidas lácteas – 9,1g a cada 100g

Natural e grego – 5g a cada 100g

Para serem classificados como produtos com baixo teor de açúcar, os iogurtes devem ter no máximo 5g a cada 100g. Só 9% dos produtos pesquisados pelos pesquisadores da Universidade de Leeds se encaixam nisso.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que açúcares livres, o que inclui aqueles adicionados a alimentos industrializados, não ultrapassem 10% da ingestão calórica diária, o equivalente a 50g. Maiores benefícios à saúde podem ser obtidos se este índice for de 5%, ou 25g.

O limite de 5% é o recomendado pela Associação Americana do Coração, organização sem fins lucrativos dedicada ao combate de doenças cardíacas e vasculares, para crianças entre 2 e 12 anos. Aquelas com menos de 2 anos não devem consumir nenhum açúcar livre.

Maioria dos produtos brasileiros não informa quantidade de açúcar

No Brasil, os consumidores não têm como saber a quantidade de açúcar presente na grande maioria dos produtos industrializados.

As regras para os rótulos de alimento são estabelecidas pela Anvisa, e a norma atual para tabelas nutricionais, vigente desde 2003, não obriga fabricantes a informar o teor de açúcar do alimento.

LEIA A REPORTAGEM COMPLETA NA BBC.

Ministério seleciona projetos que combatem o desperdício de alimentos

Inscrições podem ser feitas até amanhã pela internet

O Ministério do Meio Ambiente está recebendo inscrições de projetos e boas práticas que evitam perda e desperdício de alimentos. O prazo para envio das iniciativas é amanhã (26), às 18h. A inscrição pode ser feita pelo formulário online.

Serão escolhidas as três melhores iniciativas para cada categoria do edital: produção, pós-colheita, processamento, comercialização e consumo. As propostas vencedoras serão divulgadas nas mídias eletrônicas do Ministério, vão receber certificado de reconhecimento e integrar a base de dados da pasta.

A chamada pública é aberta para pessoas físicas, instituições registradas no Brasil, instituições pertencentes às administrações públicas municipal, estadual e federal, direta ou indireta; instituições de pesquisa e/ou tecnologia e instituições privadas, com e sem fins lucrativos.

As iniciativas avaliadas como as que promovem maior aproveitamento de comida no Brasil também vão participar de seminário em Brasília, durante a Semana Nacional de Conscientização da Perda e Desperdício de Alimentos 2018, que será realizada de 5 a 11 de novembro.

Segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), mais de 30% – aproximadamente 1,3 bilhão de toneladas – da produção de comida do mundo vai para o lixo. No Brasil, o volume de desperdício, em 2013, chegou a 26,3 milhões de toneladas de alimentos. Produtos como arroz, milho, tomate e cebola são os mais desperdiçados no país.

A iniciativa de promover as boas práticas tem o objetivo de atender os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, que tem como uma de suas metas reduzir pela metade o desperdício de alimentos per capita mundial, desde a etapa de produção até o abastecimento e consumo, incluindo as perdas pós-colheita. Outra meta da chamada Agenda 2030 é erradicar a fome.

Ao promover as boas práticas, o governo brasileiro busca implementar a Estratégia Intersetorial para a Redução de Perdas e Desperdício de Alimentos no Brasil, elaborada pelo Comitê Técnico de Perdas e Desperdício de Alimentos, no âmbito da Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional, do qual faz parte o Ministério do Meio Ambiente.

Fonte: agenciabrasil

 

Podemos comer algo que caiu no chão se tiver sido resgatado em até 5 segundos?

Para responder a pergunta, primeiro é preciso esclarecer que não há um bando de bactérias no chão esperando para avançar em qualquer coisa que caia.

Deixei cair um pedaço de chocolate no chão outro dia e pensei na quantidade de bactérias que eu havia acrescentado ao meu lanchinho. Mas eu não vi sujeira, então segui em frente e comi o chocolate.

Afinal, o chão da minha cozinha é bem limpo e o chocolate havia ficado ali por menos de cinco segundos.

A “regra dos cinco segundos” estava a meu favor. Todos conhecemos a regra, certo? Se a comida ficou no chão por menos de cinco segundos, não tem problema comê-la.

Mas será que eu fiz bem em comer ou enchi minha boca de pequenos e perigosos micróbios?

Para responder a pergunta, primeiro é preciso esclarecer que não há um bando de bactérias no chão esperando para avançar em qualquer coisa que caia.

Pelo contrário, as bactérias já estão em todo lugar, mesmo que você tenha acabado de varrer o chão.

Assim que qualquer comida encosta no chão, claro que “pega sujeira” e consequentemente entra em contato com os micróbios dessa sujeira, diz Jack Gilbert, ecologista especializado em micróbios na Universidade de Illinois, nos EUA.

Há cerca de 9 mil diferentes espécies de criaturas microscópicas na poeira de nossas casas, incluindo 7 mil tipos diferentes de bactérias, de acordo com um estudo feito por pesquisadores das universidades do Colorado e da Carolina do Norte, no EUA, em 2015. A maioria é inofensiva.

Elas estão em toda parte, todo o tempo: em seu rosto, sua mão, e na sua casa. Frequentemente liberamos bactérias pela pele e pelo ar que respiramos.

“É impossível se esconder de micro-organismos. Vivemos e respiramos em um mar de bactérias”, diz Gilbert.

Segundo um estudo da Universidade de Yale, cada pessoa libera cerca de 38 milhões de células bacterianas no ambiente a cada hora.

E mesmo assim, diz Gilbert, há mais de cem anos nos dizem que micro-organismos são perigosos e que precisamos matá-los.

Gilbert diz que certamente comeria algo que caiu no chão – desde que o ambiente fosse minimamente seguro. “Se eu derrubasse comida num lugar em que foram enterradas vítimas da peste, não pegaria”, diz.

Ele vai além e diz que, na maioria das vezes, até mesmo lamber o chão ou o assento do vaso sanitário não vai te deixar doente.

Mas não seria inteligente fazer isso se alguém na sua casa está doente ou se você está em um país com condições de higiene precárias.

Certamente existem alguns agentes causadores de doenças no ambiente. Mas se um deles está no chão da sua casa, também podem estar em qualquer outra parte, como na mesa ou na maçaneta. Você pode ficar doente independentemente de ter comido algo que caiu no chão.

Mas há cuidados necessários. Se você tiver azar suficiente de ter a bactéria salmonella no chão, comer algo que caiu no chão pode fazer você ficar doente, mesmo se a comida tiver ficado no chão por menos de cinco segundos.

Um estudo publicado no Journal of Applied Microbiology em 2006 descobriu que havia menos risco de exposição a salmonella em cinco segundo do que em um minuto, mas mesmo assim o risco existia.

Não há uma barreira mágica entre seu corpo e o mundo das bactérias, então mesmo a limpeza mais profunda não será capaz de eliminá-las.

Na verdade, o contato com micróbios pode ser benéfico.

“Ao menos que você esteja derrubando comida no consultório médico ou em um banheiro químico, a exposição a micróbios é boa”, diz Katherine Amato, da Universidade Nothwestern, nos EUA.

Isso ocorre porque nós evoluímos com micróbios ao nosso redor. Pesquisadores como Amato acreditam cada vez mais que eles tiveram papel importante na evolução da nossa espécie.

Pegamos micróbios do ambiente quando somos muitos novos, inclusive pelo contato com a sujeira. A “comunidade de micróbios” de uma criança começa a se parecer com a de um adulto por volta dos dois anos.

“Se há micróbios naquela comida isso pode contribuir para o desenvolvimento de um sistema imunológico saudável”, diz Amato. “Eu iria em frente e comeria algo que caiu no chão.”

Em outras palavras: a regra dos cinco segundos não faz nenhum sentido. Se realmente houver um micróbio perigoso ali, seguir a regra não vai impedir que você fique doente. E nas outras situações, não tem problema comer comida do chão.

Fonte: bbc

15 alimentos que contribuem para absorver menos calorias

Deseja perder peso rapidamente? Então adicione estes alimentos à sua dieta

A fibra é um nutriente essencial, parte integrante de uma dieta saudável e equilibrada e pode ajudar à manutenção do bom funcionamento do sistema digestivo.

É encontrado em inúmeros alimentos vegetais ricos em carboidratos, tais como pão integral, fruta, legumes e leguminosas.

A fibra aumenta a saciedade e reduz ainda o número de calorias dos alimentos absorvidas pelo organismo, de acordo com uma pesquisa publicada pela US National Library of Medicine (Biblioteca Nacional de Medicina Norte-Americana).

O estudo observou 1.114 pessoas durante um período superior a cinco anos, e concluiu que ingerir 10 gramas de fibras solúveis por dia está associado a 3,7% da redução na quantidade de gordura na região abdominal.

Eis oito alimentos com alto teor de fibra que deve adicionar à sua lista de compras:

1. Feijão preto;

2. Abacate;

3. Brócolis;

4. Pêssego;

5. Sementes de linhaça;

6. Aveia;

7. Amora;

8. Pão integral.

Alguns alimentos contêm um efeito altamente termogênico, ou seja, enquanto mastiga já está literalmente queimando calorias, acelerando o metabolismo.

Eis sete alimentos que deve incluir já na sua dieta:

1. Maçã;

2. Nozes;

3. Atum;

4. Edamame;

5. Iogurte grego;

6. Mirtilos;

7. Chá verde.

O chá verde contém polifenóis, tais como os flavonóides e catequinas – poderosos antioxidantes que promovem o bem-estar geral.

Fonte: noticiasaominuto

7 dicas para refogar legumes de forma perfeita

Este método de cocção é perfeito para manter a cor, o sabor e a textura dos alimentos

Refogar é um dos métodos mais práticos e rápidos de cozinhar alimentos sem que se perca o seu valor nutricional. Este método de cocção é originário do oriente, e é perfeito para manter a cor, o sabor e a textura dos alimentos.

Confira estas dicas que a Fortaleza, marca de massas, biscoitos e torradas da M. Dias Branco, trouxe para você preparar o refogado perfeito:

1. Pique os vegetais em pedaços pequenos e uniformes para que possam ser misturados com facilidade e cozidos rapidamente;

2. Vegetais longos, como cenoura, abobrinha, pepino, alho poró, devem ser cortados à Juliene (em tiras finas);

3. Brócolis e couve flor devem ser separados em pequenos buquês;

4. Use uma espátula de metal ou uma escumadeira tipo chinesa para mexer os legumes enquanto refogam;

5. A panela ideal para refogar é de fundo cargo, como uma Wok, redonda e com as laterais inclinadas. As melhores são de aço ou ferro;

6. Para melhor resultado, primeiro aqueça a panela e só depois acrescente um fio de azeite em suas laterais. Só acrescente os legumes quando o óleo estiver bem quente;

E finalmente, não coloque todos os ingredientes ao mesmo tempo, senão eles cozinharão ao invés de refogar!

Fonte: noticiasaominuto