Rihanna processa seu próprio pai por usar nome Fenty em empresa, diz site

Segundo TMZ, cantora diz que pai, Ronald, tenta se aproveitar de sua marca ao usar sobrenome deles em empresa de entretenimento. Rihanna tem companhia de beleza chamada Fenty Beauty.

Rihanna está processando seu próprio pai, Ronald, por causa do uso da marca “Fenty”, que é o sobrenome da família, em uma empresa. A informação foi divulgada nesta terça-feira (15) pelo site TMZ.

Rihanna lançou diversos produtos de beleza usando uma marca criada por ela chamada Fenty Beuty. Depois disso, em 2017, o pai criou a empresa de entretenimento que também tem o nome Fenty, sem o conhecimento de Rihanna.

A cantora diz na ação que Ronald Fenty está tentando lucrar às custas dela. Ela chegou a enviar cartas pedindo que ele interrompa o uso do mesmo nome de sua empresa de beleza. Como não foi atendida, ela entrou com ação judicial, segundo o TMZ.

Não foram divulgados detalhes do processo, e Rihanna e seu pai não se pronunciaram oficialmente sobre o assunto.

Fonte: g1

Nikon anuncia o encerramento de todas suas atividades no Brasil

Em comunicado, a fabricante disse que “para produtos fotográficos com garantias válidas” os reparos continuarão a ser realizados

A fabricante japonesa de câmeras fotográficas Nikon anunciou o encerramento de todas as suas atividades no Brasil. No final do ano passado, a empresa já havia informado que iria desativar sua loja virtual no país.

Em comunicado, divulgado no dia 12 de setembro, a Nikon disse que “para produtos fotográficos com garantias válidas” os reparos continuarão a ser realizados. Solicitações para a assistência técnica devem ser feitos pelo site da Nikon do Brasil por meio de um formulário online.

“Equipamentos fotográficos e acessórios que estejam fora de garantia terão os serviços de assistência técnica assumidos diretamente pela marca nos Estados Unidos”, afirmou a empresa.

Segundo a Nikon, as linhas completas de produtos de microscopia continuarão a ser oferecidas no país pela empresa BioLab Brasil.

Quando abriu sua filial no Brasil, em 2011, a Nikon foi influenciada pela “forte demanda”. Na época, o presidente da companhia no Brasil, Koji Maeda, afirmou à Reuters disse que a entrada no mercado brasileira visava aproveitar “eventos esportivos como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016”.

Fonte: veja