Trump anuncia acordo provisório para encerrar paralisação do governo

Evento é tido como derrota do presidente americano por oposição democrata

O presidente americano, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira, (25/1), um acordo provisório com a oposição democrata para reabrir o governo por três semanas, encerrando a paralisação parcial do governo, que já dura 35 dias, é a mais longa da história dos Estados Unidos e deixou 800 mil funcionários públicos sem salários.

Trump afirmou ter pedido ao líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell, que levasse a proposta orçamentária acordada com os democratas ao plenário da Casa “imediatamente”.

“Estou muito orgulhoso de anunciar hoje que chegamos a um acordo para encerrar o shutdown e reabrir o governo federal”, disse Trump nos jardins da Casa Branca. Ele acrescentou que, nesse meio tempo, um comitê bipartidário de deputados se reunirá para discutir as necessidades de segurança na fronteira dos EUA.

No discurso, Trump manteve a ameaça de declarar emergência para usar verba de outras áreas para a construção do muro caso os democratas não concordem com planos do governo até o dia 15 de fevereiro. “Se não tivermos um acordo justo, o governo ficará paralisado de novo ou eu usarei os poderes que tenho pelas leis e pela constituição para resolver essa emergência. Nós teremos segurança”, disse Trump, após fazer uma defesa da proposta de construção do muro para conter a imigração ilegal.

O anúncio de Trump é visto como uma derrota do presidente na queda de braço com os democratas e, especialmente, com a presidente da Câmara, a deputada Nancy Pelosi. Até agora, Trump vinha indicando que a previsão de US$ 5,7 bilhões no orçamento para construção do muro, sua promessa de campanha, era inegociável. Nas últimas semanas, no entanto, pesquisas mostraram que a população americana associava a Trump a culpa pelo ‘shutdown’ mais longo da história do país.

O discurso de Trump vem em linha com o que os democratas vinham solicitando ao presidente, ou seja, que as negociações sejam feitas com o governo aberto. O acordo anunciado hoje abre caminho para que o Congresso aprove as leis orçamentárias suficientes para reabrir o governo federal.

Fonte: metropoles

Tiroteio nos EUA deixa pelo menos um morto e vários feridos

As autoridade locais confirmaram que uma mulher morreu baleada e que outras duas se feriram no tiroteio.

As autoridades do estado americano da Pensilvânia, nos EUA, afirmaram que um tiroteio deixou pelo menos um morto e fez vários feridos na noite desta quinta-feira(24), conta a WHTM-TV. O atirador abriu fogo no bar P.J. Harrigan’s do Ramada Hotel & Conference Center às 22h30 locais (por volta da 1h30 no horário de Brasília).

As autoridade locais confirmaram que uma mulher morreu baleada e que outras duas se feriram no tiroteio.

O suspeito, Jordan Witmer de 21 anos, fugiu do local de carro. Depois invadiu a casa de um homem ferindo-o, e tirou a própria vida.

“É o Happy Valley e nós gostamos de pensar que estas coisas não podem acontecer aqui, mas pode e aconteceu. Julgo que é apenas um sinal dos tempos e do mundo em que vivemos”, afirmou aos jornalistas John Gardner, chefe da polícia de State College.

As autoridades não divulgaram mais informações sobre este tiroteio.

Fonte: noticiasaominuto

Menino de seis anos leva arma para escola do jardim de infância nos EUA

O menino não será processado devido à sua idade, mas uma investigação foi aberta para determinar como conseguiu a arma, revelou a polícia

Washington, Estados Unidos – Um menino de seis anos levou para a escola uma pistola carregada, informou nesta segunda-feira a polícia da cidade de Columbus, no norte dos Estados Unidos, que abriu uma investigação.

A criança foi vista na sexta-feira carregando um “objeto pesado” nas calças quando chegava ao jardim de infância “Africentric”, nesta metrópole do estado de Ohio.

Após um telefonema, funcionários do local procuraram e encontraram a arma, que estava carregada, informou a polícia local em sua página no Facebook.

“O menino não será processado devido à sua idade”, mas uma investigação foi aberta para determinar como conseguiu a arma, revelou a polícia.

Ter armas é um direito constitucional nos Estados Unidos, onde um terço dos adultos possuem ao menos uma arma de fogo.

A cada ano, quase 40 mil pessoas morrem vítimas de brigas, crimes, acidentes ou suicídios com armas de fogo.

Fonte: correiobraziliense

Minha busca por sorriso perfeito virou pesadelo

Oito anos atrás, a repórter da BBC Natalia Guerrero decidiu passar por um tratamento dentário em busca de um sorriso perfeito.

O dentista que a atendeu substituiu seus dentes da frente, em bom estado, por próteses dentárias.

Foi o começo de um doloroso pesadelo terminou em Miami, nos Estados Unidos, e custou uma pequena fortuna.

A experiência fez com que ela refletisse sobre as milhões de pessoas que precisam de assistência odontológica urgente, mas não podem pagar por isso.

Confira abaixo seu depoimento:

Não era um tratamento de que eu precisava – nem queria, para ser honesta. Foi um tratamento que me deixou em agonia e que me custou milhares de dólares. Isso sem falar nas incontáveis idas e vindas ao dentista, centenas de noites em claro e várias horas de dor excruciante.

Lembro-me do barulho da broca, do cheiro de carne queimada misturada com sangue, meu sangue. Lembro-me do olhar de solidariedade do assistente segurando o tubo de sucção, enquanto o dentista fazia malabarismos dentro da minha boca anestesiada.

Mas o mais doloroso é a lembrança dos 10 minutos em que me olhei no espelho.

Meu rosto estava inchado e seis dos meus dentes da frente haviam desaparecido. Parecia uma vampira. Fiquei chocada, chocada por ter sido tremendamente estúpida.

Esse foi o último passo de uma série de procedimentos desnecessários que meu dentista me convenceu a fazer como parte de um tratamento para dentes “terrivelmente desgastados”.

Primeiro, ele substituiu seis dos meus dentes da frente por dentes falsos. Então, quando estes começaram a quebrar, sugeriu que eu pusesse coroas, que descreveu como similares, mas mais resistentes.

De uma maneira muito estúpida, não fiz muitas perguntas e não percebi que meus dentes naturais seriam reduzidos às presas do Drácula.

Não só esse procedimento era desnecessário (tudo o que eu precisava era de uma placa dentária para parar de ranger os dentes durante o sono), mas meu dentista não tinha qualificação para realizar esse trabalho.

Durante os últimos oito anos, tive que me submeter a várias cirurgias nas minhas gengivas. Foi preciso consertar minhas coroas duas vezes, três no caso dos dentes incisivos.

Se você nunca passou por isso, nunca conseguirá imaginar como é difícil quebrar um dente de porcelana. É uma briga entre o dentista e a coroa dentro da boca. E você não pode fazer nada. Fica deitada ali. Resignada. Calada. E esperando que termine o mais rápido possível.

Mas o pesadelo não termina depois de deixar o consultório. Tive que suportar a dor persistente dentro dos meus ouvidos, mandíbula, cavidades oculares e pescoço, além de enxaquecas que duraram até dois meses.

Isso sem falar no dinheiro que paguei para consertar essa bagunça.

Você provavelmente acha que eu tive azar, mas, na verdade, tive muita sorte. Pelo menos, pude pagar pelo tratamento para corrigir a lambança feita por meu dentista.

Em muitos países, as pessoas que querem melhorar seus dentes – seja por desconforto ou por autoestima – não têm como pagar por isso.

Quase todo mundo tem um amigo ou conhecido que precisa de tratamento odontológico.

“Você pensa duas vezes antes de rir, porque fica envergonhado”, diz uma das minhas tias na Colômbia. Um tratamento a que ela se submeteu na Espanha fez com que perdesse três dentes de cima e hoje suas próteses são muito visíveis.

Outro caso é o de Édgar, um conhecido que fumava sem parar e gostava de ir a festas. Seus problemas começaram quando ele ignorou um dente quebrado e o dente do lado infeccionou. No fim das contas, só lhe sobraram três dentes.

Como era meio hippie, não criou muito caso e decidiu deixar crescer uma barba espessa que acabou escondendo a sua boca por anos. Mas, quando conseguiu seus novos dentes, foi para o barbeiro e enviou uma série de selfies sorrindo para o grupo da família no WhatsApp. Com quase 60 anos, foi um triunfo para ele.

Não foi apenas o preço que o afastou do dentista. Ele conta que sua geração tem medo desses profissionais. “Meu tio Óscar ficava amarrado à cadeira de dentista”, diz Édgar, “e ficava lá gritando”.

LEIA A REPORTAGEM COMPLETA NA BBC 

Homem aposta US$ 5 e leva US$ 1 milhão em jogo de pôquer em cassino nos EUA

No dia seguinte em que descobriu que sua mulher estava curada de um câncer, um homem de 85 anos de Lakewood, em Nova Jersey, Estados Unidos, levou US$ 1 milhão (cerca de R$ 3,8 milhões) em uma aposta de US$ 5 (cerca de R$ 19) em um jogo de pôquer.

“São duas boas notícias”, disse o sortudo, Harold McDowell, ao jornal “New York Post”.

McDowell estava com sua mulher no Borgata Hotel Casino, em Atlantic City na tarde do último sábado (22). Ele colocou US$ 5 em uma aposta bônus de 6 cartas em um jogo de pôquer de 3 cartas.

Quando olhou sua mão, ficou surpreso ao ver que tinha um “royal straight flush” – uma sequência que é imbatível no pôquer: ás, rei, dama, valete e dez do naipe de ouros.

“Eu estava de costas para a minha mulher. Virei e disse: ‘Acabo de ganhar um milhão de dólares’”, disse ao jornal. “Fiquei estupefato. Estava sentado lá como um idiota”.

McDowell disse que planeja dar a maior parte do dinheiro aos seus filhos. Segundo ele, o cassino descontou cerca de US$ 200 mil ( mais de R$ 770 mil) em impostos.

Em um post no Facebook, o cassino Borgata disse que essa foi a primeira vez em que essa aposta saiu no local e que especialistas dizem que a probabilidade de isso acontecer é de 1 em mais de 20 milhões.

Fonte: g1

Como uma lata de coca-cola e uma garrafa de água ajudaram a resolver um caso de assassinato após 30 anos

Um assassinato ocorrido há quase 30 anos foi desvendado com a ajuda do acaso, de uma garrafa d’água e uma lata de refrigerante.

Em novembro de 1989, dias depois do Dia de Ação de Graças, Mandy Stavik, de 18 anos, saiu para correr com sua cachorra, Kyra, perto da casa onde morava no Estado de Washington, no noroeste dos Estados Unidos.

Horas depois, o animal voltou sozinho para a casa. A família de Stavik a registrou como desaparecida.

Dois dias depois, seu corpo foi encontrado flutuando no rio Nooksack, a cerca de cinco quilômetros de casa, com sinais de violência e vestígios de sêmen.

A polícia guardou as amostras de DNA colhidas no corpo, já que a tecnologia para analisar o material ainda era incipiente na época.

Os investigadores começaram a procurar os possíveis assassinos e pediram ajuda à população para resolver o crime, mas o tempo passou e nenhum resultado foi alcançado.

Colaboração voluntária

Até que um vizinho do condado de Whatcom, onde o crime ocorreu, disse à polícia que um homem identificado como Timothy Bass poderia ter “algum envolvimento” no caso, afirmou o xerife de Whatcom, Bill Elfo, em dezembro de 2017.

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Timothy Bass, hoje com 51 anos, era funcionário da rede de padarias Franz Bakery e passou a ser considerado suspeito do crime.

A polícia começou a investigá-lo em 2013, mas não tinha provas suficientes para obter um mandado de busca em sua casa ou trabalho ou para forçá-lo a fornecer amostras do seu DNA.

No início de 2017, entretanto, uma colega de trabalho do homem soube das suspeitas e se ofereceu para colaborar com os investigadores.

“Senti uma obrigação moral humana básica de ajudar (…) Esperaria que alguém fizesse o mesmo por mim se tivesse sido a minha filha”, disse ela, de acordo com documentos judiciais citados pelo o jornal local Bellingham Herald.

Prova válida

Em agosto de 2017, a mulher entregou às autoridades uma lata de Coca-Cola e uma garrafa d’água que Graves havia descartado, segundo a imprensa local.

Uma análise laboratorial das embalagens mostrou que o DNA de Bass correspondia ao DNA recuperado do corpo de Stavik.

“Os homens e mulheres do gabinete do Xerife do condado de Whatcom aguardam ansiosamente o julgamento de Timothy Bass e justiça para Mandy e sua família. Eles fizeram todos os esforços possíveis para resolver este (crime) terrível…”, tuitou Jeff Parks, do gabinete do Xerife.

A probabilidade de as amostras de DNA serem compatíveis era de uma em 11 trilhões, de acordo com o xerife Elfo.

A polícia prendeu Bass em dezembro de 2017 pelo assassinato da jovem.

Na época do assassinato, Bass morava a cerca de dois quilômetros da casa dela, explicou o xerife.

Em agosto passado, um tribunal declarou que as provas que a colega dele entregou à polícia eram válidas, após o advogado do réu alegar que a polícia as havia obtido sem um mandado.

O julgamento de Bass terá início em abril.

Se ele for condenado, sua pena poderá chegar a 20 anos de prisão, segundo informou na quinta-feira o jornal Bellingham Herald.

Fonte: bbc

Como um presente de Natal fez com que eu descobrisse que minha mãe traiu meu pai

Exames de DNA se tornaram tão populares que já estão sendo oferecidos como presentes de Natal nos Estados Unidos.

Se antes o preço era o principal entrave, hoje não é mais: o teste pode ser feito por menos de US$ 100 (R$ 384).

Mas o que acontece quando você descobre muito mais do que você esperava?

Três anos atrás, Jenny decidiu fazer um teste de DNA “por diversão”. Ela é a mais jovem de cinco irmãos e sempre ficou intrigada com as histórias de seus ancestrais. Quando era adolescente, adorava olhar fotografias antigas com seu avô e, ao longo das décadas, montou cuidadosamente sua árvore genealógica.

Depois que seus filhos cresceram e ela teve mais tempo livre, Jenny, que é escritora freelancer e mora no Estado de Connecticut, nos Estados Unidos, começou a frequentar conferências e workshops de genealogia para melhorar sua metodologia.

“Todo mundo estava falando sobre fazer esses testes de DNA, mas não tinha interesse. Tudo soava muito científico, e eu não tenho cabeça para isso.”

No entanto, Jenny acabou ficando curiosa para ver o que o teste poderia revelar sobre sua origem étnica. Encomendou, então, um kit.

Quando os resultados chegaram, não houve surpresas. Ela soube que sua ascendência era em grande parte britânica, incluindo escocesa, e também escandinava. “Nada de exótico”, brinca.

Mas, um ano depois, ela fez o mesmo teste com outra empresa e convenceu seu irmão a fazê-lo também.

Foi quando sua vida mudou.

‘Nunca me senti tão sozinha’

Fascinação de Jenny por genealogia a levou a descobrir um segredo de sua família

O e-mail com os resultados de ambos incluía um gráfico que ela se esforçou para entender, mas algo escrito no fim chamou sua atenção: “Relacionamento estimado: meio-irmão”.

Jenny pensou que seu irmão tinha feito algo errado. Ela imaginou que ele deveria ter deixado o kit de coleta sob o sol ou esquecido que não deveria comer ou beber uma hora antes de fornecer a amostra de saliva.

“Fiquei com raiva dele”, diz Jenny. “Pensei: ‘Típico! Pedi a ele que fizesse algo simples e ele deu de ombros’. Tentei racionalizar, mas, ao mesmo tempo, fiquei incomodada.”

Jenny buscou respostas na internet e aprendeu sobre o morganídeo – uma unidade de ligação genética. Os irmãos geralmente têm 2,5 mil ou mais em comum, mas Jenny só compartilhava 1,7 mil com seu irmão.

Atormentada pela dúvida, ela pediu à prima de seu pai, de 90 anos, que fizesse o teste também. “Ela me ajudou muito com a genealogia, trocamos fotos, e ela era uma pessoa muito gentil”, diz Jenny.

“Eu me senti horrível por não ter dito a verdadeira razão. Falei que seria algo divertido e que enviaria o relatório a ela.”

Seis semanas depois, Jenny estava sentada na cama com seu tablet quando os resultados apareceram em sua caixa de e-mail. Ao contrário de seu irmão, ela não compartilhava DNA com a prima de seu pai.

“Pude sentir meu coração se despedaçando”, diz Jenny, com os olhos cheios de lágrimas. “Pensei: ‘Oh, meu Deus, é verdade!’ Meu marido dormindo ao meu lado não tinha ideia do que estava acontecendo. Nunca me senti tão sozinha.”

Jenny não contou a ninguém sobre sua descoberta por vários meses. Em vez disso, enviou kits de DNA para seu irmão e suas duas irmãs e os persuadiu a coletar amostras de saliva. Ela sempre achou que não se parecia com eles – é mais baixa e de pele mais clara -, e os resultados confirmaram que ela era de fato diferente.

Jenny também convenceu sua mãe de 86 anos a fazer o teste. “Ela era minha mãe, é claro, mas eu queria provas irrefutáveis, porque descobrir que o homem que me criou não era meu pai me abalou profundamente”, diz Jenny. “Apenas senti que tudo que sabia há 50 anos não era verdade.”

Um ano depois, ela teve coragem de tocar no assunto com sua mãe, que estava com a saúde frágil por causa de um câncer. Enquanto tomavam um chá, Jenny explicou que o teste de DNA tinha dado alguns resultados estranhos.

“Minha mãe segurava a xícara e estava prestes a beber. Ela apenas parou e olhou para mim. Suas mãos começaram a tremer”, lembra Jenny.

“Ela era uma mulher forte e orgulhosa. Acho que nunca a vi chorar, então, vê-la tremendo daquele jeito foi estranho. Eu realmente sofri para perguntar a ela, não queria aborrecê-la, mas também pensei que não poderia deixá-la morrer e não ter algumas respostas, porque sabia que sempre me arrependeria disso.”

Havia um empresário que morava na mesma cidade que a família de Jenny. Ela lembra que ele sempre foi muito amigável com sua mãe. Jenny perguntou se aquele homem era seu pai. “Quando disse o nome dele”, diz Jenny, “seus olhos se arregalaram.”

LEIA A REPORTAGEM COMPLETA NA BBC.

Vício em bronzeamento artificial faz mulher perder pedaço do rosto

Com o verão se aproximando, muitas mulheres optam por já chegar à praia com o bronzeado em dia, com a ajuda do bronzeamento artificial. Contudo, um estudo de 2017 descobriu que o vício nesse tipo de procedimento pode levar ao câncer de pele, sintomas depressivos, entre outros problemas de saúde.

Essas informações merecem bastante atenção, uma vez que, segundo a Skin Cancer Foundation, as pessoas que usam uma cama de bronzeamento antes dos 35 anos aumentam em 75% o risco de melanoma – a forma mais letal de câncer de pele.

Uma mulher norte-americana é exemplo disso. Carrie Doles, de 34 anos, tornou-se uma estatística depois que seus anos de dependência de bronzeamento a levaram ao diagnóstico de câncer de pele. O problema foi tão grave que ela tem um buraco em seu rosto.

Reprodução

“Tornou-se um vício. Se eu perdesse um dia sequer, ficava deprimida”, relatou à estação de notícias WFLD, de Chicago.

Carrie começou a se submeter ao bronzeamento artificial quando era universitária. No entanto, após a faculdade, ela começou a notar pequenos pontos em sua perna, e foi informada por seu médico que tinha carcinoma basocelular.

Com o diagnóstico, ela teve o câncer removido e foi instruída a parar de usar as camas de bronzeamento. “Eu não dei atenção ao aviso dele, então continuei a bronzear depois disso.”

Reprodução

Mais diagnósticos pela frente

Aos 26 anos, ela notou uma pequena mancha no rosto, mas optou por adiar a consulta com o médico. “Apenas deixei para lá”, disse ela. Quando procurou um profissional logo antes de seu casamento, ela descobriu que a pequena lesão era um câncer que havia se espalhado rapidamente por sua pele.

Ela fez uma cirurgia para removê-lo, mas o resultado foi um buraco na lateral de seu rosto. “Eu ouvi cortando minha pele. Quando finalmente disseram que as células cancerosas haviam sido removidas, fiquei com um enorme buraco na face”, revelou.

Seus problemas de saúde, contudo, não terminaram por aí. Nos anos seguintes, ela teve diagnóstico de câncer de pele pela terceira vez e acredita que isso que continue a se repetir ao longo dos anos. “É mais do que provável que eu tenha outros casos de câncer de pele. Agora que já tive, meus riscos são muito altos”, disse Doles.

Atualmente Carrie não freqüenta mais as camas de bronzeamento, usa protetor solar diariamente e precisa se manter longe do sol. “Não vale a pena. Não vale a pena morrer por querer ter um bronzeado”, disse ela.

Fonte: womenshealth

Homem é libertado após passar dois dias preso em chaminé de restaurante na Califórnia

Um homem de 29 anos foi resgatado depois de passar dois dias preso na chaminé de um restaurante chinês vazio na Califórnia, nos Estados Unidos.

Segundo a polícia, as equipes de emergência encontraram o rapaz após receberem chamados sobre “uma voz fraca pedindo ajuda” do prédio.

Ele estava exausto e sofrendo de desidratação, mas a expectativa é que se recupere completamente.

A polícia diz que ele poderia estar tentando invadir o estabelecimento, mas ainda não está claro se o incidente foi uma tentativa de roubo.

ALAMEDA COUNTY SHERIFF

Os bombeiros e policiais chegaram ao endereço em San Lorenzo, perto de Oakland, na região da Baía de São Francisco, por volta das 9h30 (horário local). E ouviram uma voz que vinha do telhado do restaurante.

Uma escada foi usada para chegar até o topo do prédio, onde localizaram o homem preso na tubulação de metal do exaustor que vai até a cozinha.

Ele estava coberto de gordura e óleo e não conseguia se mexer, segundo informou a delegacia do condado de Alameda.

A operação de resgate durou quase uma hora. Na sequência, ele foi levado de ambulância para o hospital, onde se recupera.

ALAMEDA COUNTY SHERIFF

A polícia disse ainda que abriu uma investigação para saber se o rapaz pretendia invadir, vandalizar ou roubar a propriedade.

E expressou gratidão aos bombeiros “por salvarem este homem”, que “não teria sobrevivido a outro dia dadas as circunstâncias”.

Fonte: bbc

Maduro denuncia plano ‘terrorista’ dos EUA e Brasil para assassiná-lo

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, denunciou nesta quarta-feira (12) que os Estados Unidos estão preparando um plano “terrorista” para derrubá-lo e assassiná-lo, com a ajuda dos governos de Brasil e Colômbia. A declaração foi dada durante coletiva de imprensa no palácio presidencial em Caracas e, segundo o chefe de Estado venezuelano, o suposto plano tem como objetivo estabelecer uma ditadura no país sul-americano.

Além disso, ele afirmou que a ideia é dirigida pelo conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos, John Bolton. “Hoje eu vou denunciar mais uma vez o complô que a Casa Branca se prepara para violentar a democracia venezuelana, para me assassinar e para impor um governo ditatorial na Venezuela”, disse.

Bolton “está desesperado, designando missões para provocações militares na fronteira”, ressaltou Maduro, fazendo referência ao encontro do assessor norte-americano com o presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, no último dia 29 de novembro. “As forças militares do Brasil querem paz. Ninguém no Brasil quer que o futuro governo se meta em uma aventura militar contra o povo venezuelano”, acrescentou.

Durante a coletiva a jornalistas estrangeiros, o presidente da Venezuela reforçou que neste plano está incluso um treinamento de tropas regulares nos EUA e totalmente irregulares no território colombiano. “Manter contato com setores da direita golpista venezuelana transformou a Colômbia em um centro de conspirações, desses planos enlouquecidos cheios de ódio que vamos derrotar”, expressou o mandatário. Maduro ainda ressaltou que há “734 mercenários colombianos e venezuelanos que treinam no município Tona del Norte de Santander para simular ataques na fronteira”.

Por fim, o chefe de Estado explicou que sua denúncia é baseada em “fontes internacionais cruzadas” e que Bolton quer encher seu país de violência, buscar um golpe de Estado e impor o que eles chamam de um conselho de governo transitório”. (ANSA)

Fonte: noticiasaominuto