Por que buscar por ‘idiota’ no Google mostra Jair Bolsonaro como resultado?

Se você acessou o Google para pesquisar pela palavra “idiota” na manhã desta segunda-feira (17), provavelmente se deparou com links sobre o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

Apesar de ser um prato cheio para a oposição do vencedor da eleição presidencial deste ano não tem, esse resultado específico da busca não tem, porém, nada de partidário nem se trata de uma campanha de difamação promovida pela empresa norte-americana.

A situação guarda semelhanças com a que ocorreu nos Estados Unidos com o presidente Donald Trump e com o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.

Idiota de Ouro

Tudo começou com a premiação do programa de TV Je t’aime, da emissora francesa France 2. O nome do troféu “Le cons d’or 2018” pode ser traduzido como “Os idiotas de ouro” ou “Os babacas de ouro”.

Os apresentadores do programa julgaram que Bolsonaro foi campeão de duas categorias, a de misógino do ano e a de racista do ano. Ele ainda concorria como ignorante do ano, mas perdeu para o rapper Kanye West.

Veículos brasileiros de imprensa passaram a noticiar a homenagem recebida por Bolsonaro, com títulos que resumiam a situação como “TV francesa elege Jair Bolsonaro como racista e misógino do ano”, caso do site “Notícias da TV”, parceiro do UOL.

Outros, porém, deram os seguintes títulos: “Bolsonaro recebe prêmio ‘Idiota do Ano’ (Jornal Opção) e “Bolsonaro ganha ‘Idiota do Ano’ na França e Brasil já campeão no seu governo” (Sensacionalista).

LEIA A REPORTAGEM COMPLETA NO UOL

Confira quais os termos estão entre os mais buscados em 2018

Em um ano de perdas significativas no meio artístico e político, a morte do cineasta Stan Lee foi a mais procurada pelos internautas no Google em 2018. O artista, que morreu no dia 12 de novembro, aos 95 anos, teve mais buscas que o DJ Avicci (2º lugar), Mr. Catra (3º lugar) e Marielle Franco (5º lugar).

Pai do Homem-Aranha, do Thor, e de tantos outros, Stan Lee começou a escrever, antes de completar 20 anos, na Timely Comics, que depois se tornaria a Marvel, mas estourou mesmo na década de 1960, quando criou o Quarteto Fantástico e os Vingadores para fazer frente ao sucesso da DC Comics.

Segundo entre os mortos mais buscados na rede, o DJ sueco Avicci morreu em 20 de abril, aos 28 anos, no Omã. Sua morte causou alvoroço por conta da pouca idade. Já o músico Mr. Catra morreu em 9 de setembro, aos 49 anos, em decorrência de um câncer no estômago. Deixou mais de 20 filhos.

Já na parte do humor, os memes da música “Que Tiro Foi Esse”, hit da cantora Jojo Maronttinni, ficaram em primeiro lugar nas buscas do Google. Os vídeos de pessoas famosas e desconhecidas se jogando no chão ao som de um suposto tiro viralizaram e tiveram adesão até de Anitta. Mas também houve críticas à brincadeira.

Também estão na lista na categoria humor o ator Fábio Assunção, que foi preso em maio após se envolver em um acidente de trânsito e se recusar o teste do bafômetro; a frase “é verdade esse bilete”, usada por um menino de cinco anos para enganar a mãe; e os memes envolvendo o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

Em ano de Copa do Mundo, o jogador Neymar Jr. também entrou na lista após uma série de críticas pelas quedas que sofreu durante os jogos da competição.

Confira as listas das maiores buscas de 2018:

Em mortes

1º – Stan Lee

2º – Avicii

3º – Mr. Catra

4º – XXXTentacion

5º – Marielle Franco

6º – Nara Almeida

7º – Vitória Gabrielly

8º – Mac Miller

9º – Eduardo Carneiro

10º – Anthony Bourdain

Em meme

Pesquisa meme + os assuntos abaixo

1º – Que Tiro Foi Esse

2º – Fábio Assunção

3º – É verdade esse bilhete

4º – Jair Bolsonaro

5º – Neymar Jr.

6º – Copa do Mundo

7º – Dia do Amigo

8º – Lula

9º – Pikachu

10º – Akon

Com informações da Folhapress

Organizações europeias de consumidores acusam Google de espionagem

Sete organizações europeias de consumidores apresentaram nesta terça-feira (27/11) uma denúncia a organismos de regulamentação na qual acusam o Google de espionar usuários, o que violaria a nova norma de proteção de dados, anunciou o Escritório Europeu da União de Consumidores.

A denúncia foi apresentada na Noruega, Holanda, Polônia, Grécia, República Tcheca, Eslovênia e Suécia. A demanda tem como base um estudo do Conselho Norueguês dos Consumidores que afirma que o grupo americano “utiliza informações enganosas para que os usuários sejam constantemente vigiados”.

“Google utiliza os dados pessoais de forma muito detalhada e exaustiva sem uma base jurídica apropriada e os dados são obtidos através de uma manipulação técnica”, afirmou Gro Mette Moen, diretora da organização norueguesa.

O Google também é acusado de monitorar as atividades dos usuários por meio do “histórico de localizações” e da “atividade na web e de aplicativos”, presentes em todas as contas do Google.

“Os dados de localização podem revelar muitas coisas sobre uma pessoa. Por exemplo, a movimentação em tempo real, os locais que frequenta habitualmente, seus hábitos cotidianos, seus interesses, etc”, lamenta a organização norueguesa na denúncia. “O acompanhamento constante da localização e o acúmulo de dados de localização podem ser utilizados para fazer um retrato muito detalhado dos indivíduos, o que pode permitir conhecer suas crenças religiosas, tendências políticas e sua orientação sexual, entre outras coisas”, afirma.

As organizações pedem o início de uma investigação para que o Google abandone as práticas “ilegais” e a aplicação de uma multa “dissuasória” contra a multinacional. O Google respondeu que “trabalha constantemente para melhorar (seus) controles”. “O histórico de localizações está desativado inicialmente e a pessoa pode modificá-lo, apagá-lo ou interrompê-lo quando desejar. Se está ativado, serve para melhorar os serviços”, afirmou o grupo americano.

Fonte: diariodepernambuco

Por que suas mensagens no WhatsApp poderão ser apagadas para sempre na 2ª feira

Você usa WhatsApp e tem o sistema operacional Android no seu celular? Então, é melhor fazer uma cópia de segurança das suas mensagens o quanto antes.

O Android é o sistema operacional da maior parte dos celulares Samsung, por exemplo.

A partir do dia 12 de novembro, todas as mensagens de WhatsApp que não estejam guardadas serão apagadas para quem não usa o sistema operacional da Apple, o iOS.

O anúncio se deve a um acordo feito entre o WhatsApp (que pertence ao Facebook) e o Google para permitir que todas as conversas, fotos e vídeos enviados pelo aplicativo possam ser armazenados no Google Drive, o serviço de hospedagem de arquivos do buscador, sem consumir espaço da conta do usuário.

A má notícia é que, se você não fez uma cópia de segurança das mensagens nos últimos 12 meses, o WhatsApp apagará todas as suas mensagens antigas, assim como todos os vídeos e fotos. Em muitos celulares, as mensagens são armazenadas de forma automática, periodicamente.

Em um comunicado na página do WhatsApp na internet, a empresa explicou que “para evitar a perda destes dados, recomendamos que se faça uma cópia de segurança dos seus dados no WhatsApp antes do dia 12 de novembro de 2018”.

A mudança só afetará usuários de Android, pois o WhatsApp já tem acordo com a Apple para que os usuários de iPhone possam guardar seus dados na nuvem iCloud.

“Você pode guardar suas mensagens e arquivos multimídia no Google Drive e, caso mude para outro telefone Android, poderá recuperar os arquivos”, disse o WhatsApp a respeito do acordo com o Google.

A empresa recomenda, ainda, que se conecte o telefone a uma rede Wi-Fi antes de fazer a cópia de segurança no Google Drive, uma vez que “o arquivo pode variar de tamanho e consumir uma grande quantidade de dados móveis, gerando cobranças por parte da operadora de telefonia”.

Como criar uma cópia de segurança do Google Drive

  1. Abra o WhatsApp
  2. Clique em “Menu” (os três pontinhos acima das conversas); depois em “Configurações”; depois em “Conversas”; e depois em “Backup de conversas”.
  3. Clique em “Fazer Backup”. Note que, logo abaixo, há uma série de opções a serem configuradas pelo usuário. Você pode decidir a periodicidade destes backups, e se quer incluir vídeos.
  4. Na maioria dos casos, a sua conta do Google já aparecerá no campo “conta”. Se você não tiver conta, ou se esta não aparecer, clique em “adicionar conta”.

Fonte: WhatsApp

Sem encriptação

Poder guardar seus dados sem usar espaço do telefone é uma boa notícia, mas alguns analistas criticaram a solução oferecida pelo WhatsApp.

É que, enquanto as conversas do WhatsApp são protegidas por um sistema de criptografia de ponta a ponta, as cópias de segurança do Google Drive não são.

Isso não significa que a informação se tornará pública, mas a falta da criptografia ponta a ponta torna as mensagens guardadas na nuvem mais suscetíveis de serem roubadas por pessoas e softwares mal-intencionados.

A solução proposta pelo WhatsApp é redobrar os cuidados com sua senha do Google Drive.

É preciso considerar, porém, que desde 2015, ano em que surgiu a possibilidade de fazer backups de mensagens do WhatsApp no Google Drive, não houve nenhum incidente de roubo de mensagens, segundo a empresa.

Fonte: bbc

Quais as 10 dietas mais famosas no Google e seus perigos para a saúde?

Está com alguma dúvida sobre qualquer tema? Pergunte ao Google! Essa máxima vale também quando a ideia é encontrar uma maneira de perder peso. Com isso, a lista de dietas mais famosas no internet só cresce e tem de tudo um pouco. Algumas são interessantes e fazem até bem, mas muitas das dietas da moda são verdadeiras roubadas.

A nutricionista Thayana Albuquerque preparou uma relação com as dietas mais famosas no Google e analisou os riscos e benefícios de cada uma. Será que você já procurou por alguma delas?

10º – Dieta do ovo cozido

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A ideia é consumir um ovo cozido ou poché antes das principais refeições. Como é uma fonte de proteína, o ovo traz saciedade e, sendo assim, a pessoa tende a comer menos logo em seguida nas refeições.

Segundo Thayana, essa não é uma boa prática porque a ideia não é promover a reeducação alimentar e, sim, apenas reduzir calorias. “Acrescenta-se o fato que que algumas pessoas têm intolerância alimentar ou alergia à clara de ovo, e neste caso um emagrecimento baseado em ovo pode piorar a saúde de outras maneiras”, alerta a nutricionista.

9º – Dieta do suco de limão com pimenta

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Essa dieta ficou famosa há tempos, quando a cantora Beyoncé disse que era adepta da prática. Na época, os comentários eram que a diva pop fazia longos períodos de jejum e se alimentava apenas do suco de limão com pimenta e de chá de bordo.

O grande risco dessa dieta, na opnião de Thayana, é o jejum prolongado. Nesse período a pessoa pode até emagrecer, mas também pode deixar de consumir uma série de nutrientes importantes para o organismo. Fazer jejum e ingerir apenas esse suco é uma ideia que, de acordo com a nutricionista, não deve ser estimulada.

Por outro lado, a profissional ressalta que limão e pimenta são ingredientes bem-vindos em uma dieta equilibrada. O limão, por exemplo, ajuda na digestão, além de ser uma boa fonte de vitamina C. Já a pimenta tem propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes.

8º – Dieta das 600 calorias

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Como o próprio nome já diz, para emagrecer, essa dieta propõe cortar calorias . São permitidas apenas 600 calorias por dia, independente da origem delas. E aí está o problema: é uma dieta muito restritiva.

A nutricionista diz que reduzir calorias até resulta em emagrecimento no curto prazo, mas coloca a saúde em risco. Com tanta restrição é muito difícil suprir as necessidades energéticas e de nutrientes do corpo. “A pessoa provavelmente se sentirá cansada, sem energia e com mais fome, o que torna a dieta difícil de ser sustentada”, fala Thayana.

Para piorar, há o risco comum às dietas restritivas: o efeito sanfona. A pessoa tenta seguir o cardápio com poucas calorias, mas logo desiste e volta a comer até mais do que antes da dieta, engordando tudo o que conseguiu emagrecer e acumulando ainda mais peso, em muitos casos. Melhor passar bem longe disso, como orienta a especialista.

7º – Dieta da lancheira

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Mais uma prática seguida por alguns famosos, como a model Gracyane Barbosa. A ideia é bem simples: você deve montar a sua lancheira com o que vai comer ao longo do dia. Para Thayana, da lista das dietas mais famosas na web essa é uma ótima escolha para quem é organizado e entende como fazer as melhores combinações alimentares. Assim, vai ter sempre um alimento caseiro à mão e vai fugir das tentações das guloseimas que encontramos na rua.

Mas nem todo mundo se adapta a essa rotina. Segundo a nutricionista, há o risco de perder a paciência e simplesmente colocar tudo o que encontrar na geladeira na marmita. Aí, adeus refeição equilibrada e adeus dieta de sucesso.

6º – Dieta do vinagre

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Sim, o vinagre é um boa opção quando o assunto é perder peso . Thayana explica que, se consumido em quantidade pequenas antes das refeições, ele ajuda a reduzir o apetite, além de contribuir para diminuir os níveis de colesterol e dar uma mãozinha para a digestão. Outra possibilidade é, depois de uma consulta médica, fazer suplementação com cápsulas de vinagre de maçã.

O problema é encarar o vinagre como o salvador da pátria. Só terá esses benefícios quem seguir uma alimentação equilibrada. Para emagrecer com saúde, como ressalta a nutricionista, não adianta apostar em um item, mas, sim, investir na reeducação alimentar.

5º – Dieta da papinha

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Essa, segundo Thayana, é uma grande maluquice. A proposta da dieta é duas refeições diárias por papinhas para bebês, dessas encontradas em potinhos em supermercados ou lojas para crianças. Esse alimento seria menos calórico que uma refeição padrão e também seria de uma digestão mais fácil.

Para a nutricionista, tal prática não faz sentido. Ela comenta que se até as mães devem tomar cuidado ao oferecer papinha industrializada aos pequenos, imagine os adultos, que esperam se sustentar só com isso? É regredir o comportamento alimentar e nada mais.

4º – Dieta do tipo sanguíneo

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A ideia agora é montar um cardápio de acordo com o tipo sanguíneo, e a promessa é eliminar até 6 kg por mês com essa simples mudança. “De todas é a dieta mais sem pé nem cabeça, pois se assim fosse não seria necessário avançar nos estudos da nutrigenética, e a humanidade já teria superado todas as causas de doença, já seriamos imortais!”, fala Thayana.
Se tudo fosse tão simples assim, continua a nutricionista, seria preciso apenas quatro tipos de cardápio, um para cada tipo sanguíneo, e tudo estaria resolvido.

3º – Dieta da comida crua

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Conhecida como crudivorismo, essa dieta também é febre entre famosas. Ela prega eliminar alimentos industrializados e processados, além de cortar também açúcares e farinhas. Para completar, o cardápio, como o nome da dieta diz, é baseado em alimentos crus, portanto, nada de forno e fogão.

Para Thayana, tudo estaria bem se todos tolerassem os alimentos crus da mesma forma, sem problemas, mas não é isso que acontece na realiade. “Alimentos crus aumentam bastante o risco de adquirir uma intoxicação alimentar. Além disso, alguns nutrientes são melhor absorvidos quando cozidos, e a simples retirada de alimentos que precisam ser cozidos ou aquecidos, como as carnes, ovos e leite, acarreta em deficiências nutricionais”, alerta a nutricionista.

Dessa forma, essa dieta até pode ser uma opção, desde que acompanhada de perto por um profissional.

2º – Dieta Dukan

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Com a medalha de prata na lista de Thayana está uma dieta bastante conhecida. A ideia é restringir grupos alimentares e, com isso, emagrecer. No começo, a pessoa ingere apenas proteína, não sendo permitido carboidratos ou doces. Em seguida, entram legumes e verduras no cardápio. Depois, as frutas são permitidas, mas há um controle nas porções. Por fim, entram os exercícios físicos e a dieta segue.

A Dukan até propõe uma reeducação alimentar, mas para a nutricionista, o problema é que muitos optam por essa dieta em momentos de desespero para emagrecer e não quando estão de bem com a vida. “Neste contexto, são poucos os que realmente enxergam na reeducação alimentar uma solução para suas dores. A Dukan é apenas uma dieta restritiva que atrasa todo o processo de transformação de hábitos saudáveis de vida”, afirma a profissional.

1º – Dieta sem glúten

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A campeã das dietas mais famosas no Google, segundo Thayana, é a dieta sem glúten . O perigo aqui é retirar o glúten sem ter necessidade. Há quem tenha alergia ou intolerância a essa proteína e, aí sim, precisam consumir alimentos sem glúten. Fora isso, é uma grande bobagem cortá-lo do cardápio.

Muita gente tem a falsa ideia de que retirar o glúten emagrece porque, ao fazer isso, acabam comendo bem nenos massas e pães e, consequentemente, ingerem menos calorias. Mas o glúten o poder de emagrecer ou engordar. ” A redução do consumo de calorias pode emagrecer, e não o glúten”, resume a nutricionista.

Maiores riscos de seguir as dietas mais famosas sem acompanhamento

Thayana ainda afirma que seguir essas dietas, ainda mais sem acompanhamento, pode trazer sérios transtornos, que vão muito além de quilos a mais na balança. “As dietas da moda são perigosas à saúde tanto no aspecto físico quanto no psicológico”, fala a especialista.

Para explicar melhor, ela usa como exemplo a dieta do jejum intermitente. “Algumas pessoas ficam o dia inteiro sem comer por falta de organização e planejamento alimentar e usam o jejum para justificar esse mau hábito. Quando comem fazem refeições desbalanceadas e acabam engordando mais ou perdendo massa magra”, comenta.

Esse é só o começo do problema. “Por não verem os resultados esperados desenvolvem um sentimento de culpa e desistem da dieta. Esta frustração faz com que a pessoa vá abalando gradativamente sua auto-estima e desacreditando em sua capacidade de superar desafios. Dietas da moda também pode levar à transtornos de ansiedade, desnutrição, bulimia e anoxeria”, completa a nutricionista.

Por outro lado, dietas bem orientadas – sejam elas as dietas mais famosas ou outras que não foram citadas – são o melhor caminho. Até as mais radicais, como a low carb, na qual são excluídos ou se consome uma quantidade mínima de carboidrato, pode ser bem-vinda. Segundo Thayana, ela é utilizada, com acompanhamento médico, para tratar diabetes e resistência à insulina. “O ideal é procurar ajuda profissional para que seja elaborado um cardápio personalizado e seguro”, defende a nutricionista.

Fonte: delas.ig

Três tipos de aplicativos que você deve evitar baixar no celular

Muitos programas oferecem soluções milagrosas para problemas frequentes, mas nem todos são igualmente confiáveis

aplicativo de todo tipo e para todo gosto. Tem app para aprender idiomas, retocar fotografias, pedir comida e gerir senhas. Mas nem todos são igualmente confiáveis.

Há apps que preocupam usuários e empresas não apenas por ocuparem muito espaço. Eles podem ser fontes de vírus e malwares (softwares maliciosos), e muitos são capazes de encher o celular de publicidade.

Este ano, o Google anunciou que eliminou mais de 700 mil aplicativos para Android considerados “maliciosos”. Esse número é 70% maior que o registrado em 2016.

Muitos desses programas que oferecem soluções milagrosas para problemas frequentes podem até ser prejudiciais ao aparelho.

Há pelo menos três tipos de apps que devem ser evitados:

1 – Os que prometem economizar bateria

Ficar sem bateria é um problema que acontece com certa frequência e nem todo mundo tem à mão um carregador.

Como muitas vezes a bateria morre num momento inesperado ou urgente, é tentador baixar um aplicativo que promete prolongar o tempo de funcionamento do aparelho.

“Os aplicativos para poupar bateria são, em sua maioria, mentirosos. Esses apps não oferecem uma solução para um dos problemas mais odiados em todo o mundo. Prometem milagres”, escreveu o jornalista especializado em tecnologia Eric Ferrari-Herrmann.

“Há muito pouca exceção”, completou.

A melhor coisa para economizar bateria é gerenciar o próprio consumo e eliminar aplicativos que usam muitos dados, em especial aqueles que o usuário quase nunca acessa. Colocar o telefone no modo noturno também ajuda a prolongar a “vida” da bateria.

Especialistas dizem que reduzir o brilho da tela ou desativar os sinais de wi-fi e o bluethooth são maneiras mais eficientes de poupar bateria e otimizar o uso do aparelho.

Outra estratégia é desativar o uso de dados ou usar o modo de pouca energia. Desativar a geolocalização de aplicativos também ajuda – este último também contribui para manter a privacidade.

2 – Os que ‘limpam’ o telefone

Há aplicativos que prometem melhorar o rendimento do celular por meio de de uma “limpeza”. O mais famoso deles é o Clean Master.

De acordo com o especialista José Garcia-Nieto, o Clean Master “desacelera o telefone, substitui a tela de bloqueio e nos leva a baixar mais aplicativos do desenvolvedor Chetaah Mobile.”

“Não funciona para absolutamente nada”, acrescenta.

Ferrari-Herrmann lembra que aplicativos eliminados podem até deixar alguns dados na memória cache (que trabalha junto com o processador), mas diz não ser necessário baixar um app para limpá-la.

Para eliminar dados ocultos, basta acessar o item armazenamento nas configurações do aparelho e limpar os dados cache.

Também não é recomendado confiar em aplicativos que prometem limpar a memória RAM.

3 – Os que ‘refrescam’ o celular

O superaquecimento de celulares pode ser considerado um problema frequente. Pode acontecer por exposição ao sol, vírus, problemas com a bateria ou pelo uso contínuo por longos períodos.

Não importa a razão do superaquecimento: especialistas recomendam não usar apps para resfriar o aparelho.

Segundo eles, um aplicativo com esse propósito só vai servir para sobrecarregar ainda mais o telefone, uma vez que o processador do celular leva horas para esfriar.

Para “refrescar” o telefone é melhor deixá-lo desligado por um tempo.

Outras recomendações

– Baixar apps nas lojas oficiais da Apple e da Google

– Evitar arquivos com extensão “.apk”

– Não baixar apps que prometem soluções milagrosas

– Atualizar as configurações do aparelho com frequência

– Não confiar apenas no antivírus

Fonte: bbc

Marido pede divórcio após ver mulher com outro homem no Google Maps

Do Metropoles – Um flagrante feito pelo Google Street View, serviço do Google Maps que mostra as ruas das cidades, acabou em um pedido de divórcio em Lima, Peru. Ao entrar no site e começar a utilizar a ferramenta, um homem, que não quis se identificar, acabou vendo uma mulher acariciando um outro rapaz, que estava deitado em seu colo.

Ao analisar mais de perto percebeu que as roupas eram idênticas às da esposa. Depois de algum tempo, conseguiu ter certeza que se tratava da mulher com quem se casou. Ao confrontá-la, ela acabou admitindo que teve um caso extraconjugal. Detalhe: as imagens do Google são de 2013.

Irritado, o homem pediu o divórcio e compartilhou as fotos da traição nas redes sociais. O Google utiliza, além de carros, bicicletas e veículos próprios para neve para mostrar as ruas das cidades pelo mundo.

Chrome pode bloquear mais de 1.000 sites populares em próxima atualização

O problema está na empresa norte-americana Symantec

Quando o Chrome 70, próxima versão do navegador do Google, for lançado em 16 de outubro, centenas de sites podem simplesmente não abrir mais no browser por conta do uso de certificados HTTPS inválidos. Foi o que descobriu o pesquisador de segurança Scott Helme.

O problema está na empresa norte-americana Symantec. Desde 2017, o Google acusa a empresa de ter disponibilizado certificados HTTPS inseguros. O HTTPS é um protocolo que garante a criptografia dos dados que circulam entre um cliente (você) e o servidor (o site que você está acessando).

Para garantir que um site tem HTTPS, o desenvolvedor precisa de um certificado. A Symantec é responsável por emitir esses “alvarás” de segurança, mas o Google não confia mais nos certificados que foram emitidos pela Symantec anteriormente a junho de 2016.

Segundo Helme, no ranking dos 1 milhão de sites mais acessados do mundo, atualmente 1.139 domínios utilizam certificados antigos da Symantec que não serão mais aceitos a partir do Chrome 70. A lista inclui sites brasileiros, como o Assine Globo (para assinar revistas da editora) e o VR Benefícios.

A lista feita por Helme foi publicada no fim de setembro, de modo que, desde então, muitas páginas já atualizaram seus certificados e estarão livres do corte no Google Chrome 70. Sendo assim, a lista de 1.139 domínios a perigo pode ser menor agora.

No Chrome 70, quem tentar acessar um site com certificado HTTPS antigo da Symantec verá uma mensagem de erro. Isso já acontece nas versões beta do navegador. Desenvolvedores têm, portanto, até o próximo dia 16 para regularizar suas situações.

Fonte: olhardigital

Google+ será encerrado após falha que expôs dados de 500 mil usuários

A empresa havia escondido a vulnerabilidade temendo a repercussão do caso

A saga do Google+ finalmente chegou ao fim. A rede social do Google, criada no início da década para tentar fazer frente à popularização do Facebook será oficialmente aposentada após a descoberta de uma falha de segurança que expôs dados de aproximadamente 500 mil usuários.

Segundo o comunicado do Google, a brecha estava aberta desde 2015, mas só foi detectada e corrigida em março deste ano. A empresa havia escondido a vulnerabilidade temendo a repercussão do caso. Um comunicado interno vazado pelo Wall Street Journal menciona que revelar a falha no momento da descoberta fariam a empresa “ficar nos holofotes ao lado ou até mesmo no lugar do Facebook, mesmo tendo passado despercebidos pelo escândalo Cambridge Analytica”.

Como resultado da falha, quando o usuário aceitava ceder os dados de seu perfil público ao usar o Google para se conectar a um aplicativo, ele também acabava cedendo informações de todos os seus contatos, e não apenas os dados públicos. A empresa estima que 496.951 pessoas tiveram suas informações expostas, incluindo nomes completos, endereços de e-mail, datas de nascimento, gênero, fotos de perfil, lugares onde as pessoas viveram, ocupação e estado civil. No entanto, o Google diz não ter encontrado evidências de que esses dados foram acessados indevidamente.

De qualquer forma, a empresa aproveitou a situação para anunciar o fim do Google+ como um serviço para o usuário comum. “Esta análise cristalizou o que já sabemos há algum tempo: ainda que nossos engenheiros tenham se esforçado e dedicado para construir o Google+ ao longo dos anos, ele não alcançou adesão ampla de consumidores ou desenvolvedores, e vê pouca interação dos usuários com os apps. A versão para consumidor do Google+ atualmente tem pouco uso e engajamento: 90% das sessões de usuários do Google+ têm cinco segundos ou menos”, explica o comunicado. Na prática, isso significa que a maioria das pessoas que abrem o aplicativo o fazem por engano e fecham logo em seguida.

Além do fechamento do Google+, que deve acontecer de forma gradativa ao longo dos próximos 10 meses, o Google também prometeu uma série de funções novas para sua ferramenta de login em outros apps. Com isso, usuário terão mais controle sobre as permissões que darão a aplicativos para que acessem informações de suas contas.

Fonte: olhardigital

O polêmico app do Google que permite que pais monitorem filhos em tempo real

O Family Link está disponível em vários países e, entre outras funções, monitora buscas na internet e até localização do celular da criança.

Discussões sobre hiperconectividade, a idade certa para se ter um celular ou a segurança de crianças na internet não são exatamente uma novidade. Já há no mercado, inclusive, diversas ferramentas de controle parental no uso da tecnologia.

Mas, agora, um dos gigantes da internet resolveu entrar neste nicho e criou um aplicativo que tem dado o que falar.

O Google acaba de lançar, para “quase todos os países do mundo”, inclusive o Brasil, o Family Link – que, no ano passado, já havia sido disponibilizado nos Estados Unidos.

O aplicativo, para sistemas Android e iOS, permite ter um controle quase total do que as crianças fazem no celular, de ferramentas instaladas no aparelho aos horários em que ele é usado e até mesmo sua localização.

Estes atributos, porém, têm colocado a questão: o controle prometido é excessivo?

Ajuda para ‘encontrar um equilíbrio’

O Family Link gera “dados de atividade que mostram quanto tempo seus filhos passam nos aplicativos favoritos”.

Assim, os pais podem aprovar ou bloquear instalações ou ainda adicionar diretamente aplicativos que considerem adequados.

“Você decide o tempo adequado (de uso) para seus filhos”, afirma ainda a empresa.

O objetivo é ajudar as crianças “a encontrar um equilíbrio” – por exemplo, estabelecendo um horário para ir dormir e desligar o celular. Afinal, cientistas vêm apontando que o uso demasiado do dispositivo pode afetar a criatividade e a habilidade interpessoal.

“Cada vez que seja necessário um descanso”, é possível bloquear o uso do aparelho de maneira remota, promete o aplicativo.

Onde estão e o que buscam

Mas, talvez, a ferramenta mais polêmica do produto seja a que permite monitorar a localização da criança e o conteúdo de suas buscas na internet.

“É útil saber onde seus filhos estão, onde quer que estejam. O Family Link pode ajudar a localizá-los, contanto que eles carreguem seus aparelhos com eles”, explica o Google.

Além disso, a ferramenta permite que os pais recebam notificações se o filho pesquisar por determinadas palavras-chave, como “pornografia”.

Os pais também podem, remotamente e em tempo real, bloquear e desbloquear as páginas que as crianças podem ver.

Isto foi alvo de críticas por aqueles que consideraram uma forma de vigilância excessiva.

Outros apontaram o limite de 13 anos de idade para este tipo de controle.

“Aos 13 anos, a criança ‘formada’, como o Google a chama, se liberta das restrições. Obtém as chaves do reino da internet e tudo de bom e ruim que vem com ela”, escreveu o correspondente de tecnologia do jornal americano The New York Times, Brian X Chen.

“Isso é terrível porque, à primeira vista, o Family Link tem tudo para ganhar. É gratuito, bem projetado e cheio de recursos úteis para regular o uso do smartphone”, explica o jornalista.

“No entanto, quase todos esses benefícios são prejudicados pela decisão do Google de permitir que as crianças removam as restrições no momento em que se tornam adolescentes”, acrescenta Chen.

O Google, no entanto, insiste que a responsabilidade no uso da internet pelas crianças é uma tarefa compartilhada com os pais.

“Queremos que as crianças explorem e se inspirem enquanto embarcam em sua própria aventura digital. No entanto, cada família pensa de forma diferente sobre o que seus filhos devem ou não fazer no celular”, disse a companhia em um comunicado.

Celulares e crianças: recomendações

Independentemente da sua escolha sobre aderir ou não às ferramentas de controle parental, veja abaixo outros conselhos que vão ao encontro deste objetivo:

  • Navegar juntos: Compartilhe momentos online com seu filho e converse com ele sobre o uso da tecnologia.
  • Filtros de conteúdo: Tenha em conta que eles são úteis, mas não bloqueiam todo o conteúdo perigoso.
  • Tempo equilibrado: Controle o tempo que se passa na internet e evite a dependência nas telas.
  • Cuidado com a privacidade: Mantenha uma relação de confiança com seus filhos.

Fonte: Internet Segura For Kids (Centro de Seguridad en Internet para menores de edad en España) – BBC