Promotores interrogam João de Deus e preparam terceira denúncia

A promotoria não quis detalhar por quais crimes João de Deus será acusado agora

Os promotores Gabriella Queiroz e Paulo Penna Prado, do Ministério Público de Goiás, foram até o Complexo Penitenciário Aparecida de Goiânia na manhã desta terça-feira (22) para interrogar João de Deus, acusado de assediar mulheres durante sessões espirituais. O depoimento deve servir para embasar uma nova denúncia contra o médium.

A promotoria não quis detalhar por quais crimes João de Deus será acusado agora. Atualmente, ele já é réu em duas ações por violência sexual mediante fraude e estupro de vulnerável.

Preso desde 16 de dezembro, o médium também foi indiciado no dia 10 de janeiro pela Polícia Civil por posse ilegal de armas. Na ocasião, ele também foi indiciado por violação sexual mediante fraude por um crime que teria sido cometido há três anos contra uma vítima de São Paulo.

A força-tarefa do Ministério Público goiano já recebeu mais de 600 contatos sobre o médium, dos quais foram identificadas cerca de 300 vítimas. Com informações do Estadão Conteúdo.

Fonte: noticiasaominuto

Promotoria prepara nova denúncia contra João de Deus

João de Deus foi interrogado na segunda-feira, 14, pelos promotores Patrícia Otoni, Luciano Miranda Meireles e Augusto César Souza

O Ministério Público de Goiás deve apresentar nesta terça-feira, 15, uma segunda denúncia contra João de Deus por crimes sexuais. Os promotores planejam realizar uma coletiva de imprensa durante a tarde para anunciar a formalização da nova acusação contra o médium.

João de Deus foi interrogado na segunda-feira, 14, pelos promotores Patrícia Otoni, Luciano Miranda Meireles e Augusto César Souza. A audiência durou três horas e aconteceu dentro do Complexo Penitenciário de Aparecida de Goiânia, onde o médium está preso desde o dia 16 de dezembro.

Também nesta terça, a 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Goiás pode retomar a julgamento de um habeas corpus interposto pela defesa de João de Deus. A análise do pedido foi interrompida na última quinta-feira, dia 10, depois que o juiz substituto Sival Guerra Pires pediu vistas do processo. Os outros quatro desembargadores do colegiado e o Ministério Público já se manifestaram contra o pedido dos advogados.

Réu

Na última quarta-feira, 9, o médium virou réu por estupro de vulnerável e violência sexual mediante fraude, depois que a juíza Rosângela Rodrigues dos Santos, da Comarca de Abadiânia, aceitou denúncia que o acusa ter cometido os crimes contra quatro vítimas.

Também na semana passada, a Polícia Civil de Goiás indiciou o médium e sua mulher, Ana Keyla Teixeira, por posse ilegal de armas. Em coletiva de imprensa para anunciar o fim da força-tarefa policial sobre os casos envolvendo João de Deus, a delegada Karla Fernandes anunciou ainda que ele também foi indiciado por violação sexual mediante fraude. O crime teria sido cometido há três anos contra uma vítima que mora em São Paulo.

Cerca de 600 denúncias de todo o País e do exterior já foram apresentadas às autoridades contra o médium. Desde que foi detido, João de Deus nega todas as acusações feitas contra ele. Com informações do Estadão Conteúdo.

Fonte: noticiasaominuto

Juíza aceita denúncia e médium João de Deus vira réu por abusos sexuais em GO

Ele está preso no Núcleo de Custódia e nega as acusações. Polícia está fazendo novo interrogatório sobre o crime de posse de arma de fogo.

A juíza Rosângela Rodrigues dos Santos aceitou a denúncia contra João de Deus e, com isso, ele passou a ser réu pelos crimes de estupro de vulnerável e violação sexual. Ele foi acusado por dezenas de mulheres de cometer os abusos durante tratamento espiritual na Casa Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia, onde fazia atendimentos. O médium sempre negou os crimes.

O G1 tenta contato por telefone e mensagem com o advogado de defesa Alberto Toron desde as 12h15 para comentar o andamento do processo, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

João de Deus, que está preso desde 16 de dezembro no Núcleo de Custódia de Aparecida de Goiânia, está sendo ouvido nesta quarta-feira (9) em outro caso: por posse ilegal de arma. A investigação foi aberta pela Polícia Civil após serem encontrados revólveres e pistolas na casa dele durante operações de busca e apreensão.

A delegada Karla Fernandes, que coordena a força-tarefa, chegou por volta das 11h20 ao Núcleo de Custódia. A corporação não divulgou detalhes sobre o interrogatório. Esta é a segunda vez que o médium é ouvido pela polícia.

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Ativista acusa João de Deus de traficar bebês e escravizar mulheres

Sabrina Bittencourt atua junto a vítimas de abusos sexuais e conseguiu unir mulheres para denunciar o médium de Abadiânia (GO)

A ativista Sabrina Bittencourt, da força-tarefa Somos Muitas, forneceu, nesta segunda-feira (7/1), informações ao Ministério Público de São Paulo (MPSP) sobre supostos novos crimes praticados por João de Deus. Ela já havia gravado um vídeo divulgado em sua rede social em 3 de janeiro, afirmando que o médium integrava uma quadrilha que traficava bebês e escravizava mulheres há 20 anos.

Segundo Sabrina, foram recolhidos vários relatos de mães adotivas, de países europeus, dos Estados Unidos e da Austrália. Os bebês teriam sido comprados por “20 mil e 50 mil dólares”. A venda era “intermediada por guias turísticas espirituais, ex-funcionárias e cidadãos de Abadiânia que já estão fartos de serem coniventes, de forma coagida, com a quadrilha de João de Deus”, conta a ativista.

Segundo ela, também há mulheres que são utilizadas como escravas sexuais. “Em geral, mulheres negras de baixa renda, tanto em Abadiânia quanto em Anápolis e no norte de Minas, que viviam próximas dos garimpos ilegais de João de Deus”. Sabrina afirma que, em troca de comida para suas crianças, as mulheres eram forçadas a engravidar, para que os bebês fossem vendidos no mercado negro de outros países.

Como Sabrina mora fora do país, a conversa com o Ministério Público foi feita por teleconferência. Ela não informou onde está, pois, segundo contou, está sendo alvo de ameaças. Em troca de e-mails com o MPSP, Sabrina autorizou a utilização de relatos e documentos.

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MP prepara nova denúncia por abusos sexuais contra João de Deus

Segundo o órgão, médium será ouvido novamente, agora sobre os crimes que serão relatados no documento. Ele está preso no Núcleo de Custódia e nega as acusações.

O Ministério Público de Goiás prepara uma nova denúncia contra João de Deus por abusos sexuais. Com isso, o médium vai ser ouvido novamente pelos promotores sobre os crimes que compõem o documento. Ele segue preso no Núcleo de Custódia de Aparecida de Goiânia e nega as acusações.

“A denúncia por novos crimes sexuais deve ser apresentada ainda nesta semana. Não é possível precisar quantos crimes vão compor e nem quais, porque ainda estamos trabalhando nela. Também vamos ouvir o João de Deus novamente essa semana sobre os casos que constarão no documento”, disse a promotora Gabriella Clementino.

Ela conta ainda que cerca de 100 mulheres já foram ouvidas pelo órgão, que segue analisando todo o material colhido durante a força-tarefa. A promotora não descarta, ainda, que outras denúncias aconteçam.

“São muitos depoimentos, então podemos oferecer outras denúncias. Além disso, tem o crime de posse de arma, que ainda não recebemos o inquérito da Polícia Civil, mas que deve ser analisado e virar outra denúncia”, contou.

De acordo com a assessoria de imprensa da Polícia Civil, o inquérito ainda não foi concluído porque ainda aguardam laudos das armas apreendidas na casa do médium, em Abadiânia. As pedras preciosas e dinheiro também encontrados no imóvel foram enviados para avaliação de peritos na Caixa Econômica Federal. Além disso, a corporação aguarda o resultado de outros laudos sobre a perícia feita na Casa Dom Inácio de Loyola, onde o médium fazia os atendimentos espirituais.

João de Deus está preso desde o dia 16 de dezembro no Núcleo de Custódia. A defesa pediu habeas corpus para o médium no Tribunal de Justiça de Goiás e no Superior Tribunal de Justiça. Os dois órgãos negaram, em caráter liminar, o pedido.

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João de Deus recebe alta e é levado de volta ao presídio

O médium teve que deixar o presídio e ser atendido às pressas após ter passado mal na tarde de quarta-feira

O médium João Teixeira de Faria, conhecido como João de Deus, já está de volta ao Núcleo de Custódia, no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia (GO), onde está preso após denúncias de abuso sexual. Ele recebeu alta do Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) por volta da 0h15 desta quinta-feira, 3.

João de Deus teve que deixar o presídio e ser atendido às pressas após ter passado mal na tarde de quarta-feira, 2. Exames de rotina feitos nos presos revelaram sangue na urina de João de Deus. O médium foi, primeiramente, encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento Geraldo Magela, no Parque Flamboyant, em Aparecida de Goiânia. Na sequência, foi levado ao Hugo.

De acordo com nota divulgada pelo hospital, João de Deus estava consciente, orientado e respirando de forma espontânea. Ele passou por avaliação de equipe multidisciplinar e foi submetido a exames laboratoriais e de imagem.

Ainda segundo a nota, os exames não mostraram alterações que indicassem necessidade de internação hospitalar, por isso o paciente foi levado para acompanhamento ambulatorial na unidade de origem. Com 77 anos, João de Deus está preso desde 16 de dezembro por denúncias de abuso sexual. Ele nega as acusações.

Fonte: exame

Com sangramento, João de Deus é levado da cadeia para UPA em GO

“O paciente deve retornar à unidade prisional após a realização dos exames”, destaca Diretoria-Geral de Administração Penitenciária de Goiás

O médium João de Deus foi levado a uma Unidade de Pronto-Atendimento (UPA), na tarde desta quarta-feira (2/1) após passar mal no Núcleo de Custódia, no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia (GO), onde está preso desde o dia 16 de dezembro por relatos de abusos sexuais de centenas de mulheres durante os atendimentos na Casa Dom Inácio de Loyola, na cidade de Abadiânia (GO).

A Diretoria-Geral de Administração Penitenciária de Goiás (DGAP) informou, por meio de nota, que p líder espiritual teve um sangramento na urina durante uma consulta de rotina nas celas. A equipe médica o encaminhou à unidade de saúde. “O paciente deve retornar à unidade prisional após a realização dos exames”, destaca a nota.

Segundo Ronivan Peixoto de Morais Júnior, advogado de João de Deus na área cível, a ida do médium ao hospital não será acompanhada por nenhum defensor. O advogado responsável pela área criminal, Alberto Zacharias Toron, foi procurado para comentar o fato, mas não retornou até esta publicação.

Denúncia

O Ministério Público de Goiás (MPGO) apresentou à Justiça no dia 28/12 a primeira denúncia contra João Teixeira de Faria por violação sexual e estupro de vulnerável. A acusação do MPGO foi feita com base em quatro casos relatados entre abril e outubro deste ano, sendo dois por violação sexual e dois por estupro de vulnerável.

Outros 10 que prescreveram são relatados no documento para ajudar na comprovação do modo de agir do médium. Cinco vítimas também constam da denúncia, mas os depoimentos delas precisam de diligências para serem confirmados.

O médium prestou o primeiro depoimento no MP no dia 26/12. Ele afirmou que não se lembra das mulheres que o acusam de violência sexual, uma vez que atendia aproximadamente 1,5 mil pessoas por sessão. Também negou ter praticado qualquer tipo de abuso contra suas seguidoras, segundo o advogado Alberto Toron.

O Ministério Público já coletou 78 depoimentos formais de mulheres que se dizem vítimas do líder espiritual. No dia 10 de dezembro, foi criado o [email protected], endereço de e-mail com finalidade única de receber denúncias. Mais de 600 mensagens já chegaram ao MPGO.

Do total, 260 se apresentam como vítimas em potencial. Onze residem no exterior: quatro nos Estados Unidos, três na Austrália, uma na Alemanha, uma na Bolívia, uma na Bélgica e uma na Itália. Funcionário da Casa Dom Inácio de Loyola, Chico Lobo afirmou que o local está funcionando normalmente, apesar da prisão.

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Denúncia contra João de Deus será analisada após 7 de janeiro

O médium nega as acusações de violação sexual e estupro de vulnerável

O Tribunal de Justiça de Goiás informou que a denúncia por violação sexual e estupro de vulnerável contra João de Deus só será analisada após o plantão judiciário, que termina em 7 de janeiro.

Segundo informações do G1, os autos foram remetidos à “juíza natural do processo”, Rosângela Rodrigues dos Santos, responsável pela comarca de Abadiânia, onde o caso tramita.

Em comunicado divulgado pelo TJ-GO, a juíza plantonista Marli de Fátima Naves despachou a denúncia para a outra magistrada analisar se recebe ou rejeita o pedido, alegando que a decisão de tal matéria não cabe ao plantão.

Preso desde o dia 16 de dezembro, o médium nega as acusações. Segundo o G1, o advogado de João de Deus afirmou que a decisão é “correta”, mas reclamou que não teve acesso aos autos: “O juiz natural do caso é o de Abadiânia. Qualquer usurpação de competência importaria em nulidade. Ressalvo, porém, que ainda não tivemos acesso nem à denúncia e, tampouco, à decisão da juíza”.

Fonte: noticiasaominuto

Justiça ordena bloqueio de R$ 50 milhões das contas de João de Deus

O Tribunal de Justiça determinou nesta quinta-feira (27) o bloqueio de R$ 50 milhões das contas do médium João de Deus, preso após centenas de denúncias por abuso sexual durante atendimentos espirituais em Abadiânia. O líder religioso nega as acusações e alega “não se lembrar” das mulheres que o denunciaram.

Caso João de Deus seja condenado, este valor bloqueado será utilizado para reparação das vítimas. Apesar da decisão ter sido apurada pela TV Anhanguera, o advogado de defesa do médium, Alberto Toron, disse que ainda não recebeu qualquer informação sobre a medida.

Também nesta quinta, o juiz Wilson Safatle Faiad, responsável pelo plantão no Tribunal de Justiça de Goiás, concedeu a prisão domiciliar para João de Deus pelo crime de posse ilegal de arma de fogo. A equipe de defesa do médium entrou com um pedido de habeas corpus no Supremo Tribunal Federal para esse crime.

De acordo com a Agência Brasil, o juiz estabeleceu uma série de condições para a concessão da prisão domiciliar, como pagamento de fiança de R$ 1 milhão, monitoração eletrônica, recolhimento do passaporte e desde que não esteja preso por outro motivo. Apesar da decisão, João de Deus continuará preso por conta das acusações de abusos sexuais.

Fonte: noticiasaominuto

João de Deus disse ao MP que não se lembra das mulheres que o acusam, segundo advogado

Em depoimento ao Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO), João de Deus afirmou que não se lembrava das mulheres que o acusaram de abuso sexual, segundo advogado dele, Alberto Toron. As declarações foram dadas nesta quarta-feira (26). Ainda de acordo com o defensor, o médium também negou ter cometido abusos contra mulheres que o procuravam para tratamento espiritual em Abadiânia. Ele respondeu perguntas dos promotores e da própria defesa.

“Os promotores agiram com correção no depoimento, foi importante e esclarecedor, já que ele respondeu a todas as perguntas. Ele disse que não se lembrava de quem eram as vítimas, ressaltou que atendida muitas pessoas e que era impossível lembrar pelo nome, até porque não foi mostrada nenhuma foto”, afirmou Toron.

Ainda de acordo com declaração do advogado, João de Deus foi questionado apenas sobre três casos de abuso sexual, não tendo sido perguntado sobre os R$ 1,6 mil, armas ou pedras encontrados em endereços dele. A defesa disse ainda que aguarda a denúncia do MP-GO.

“Sob prisma processual, pareceu satisfatória a audiência que tivemos. […] Só depois de sabermos qual o caso será detalhado na denúncia vamos definir os passos da defesa”, completou.

O médium está preso suspeito dos abusos sexuais e teve um segundo mandado de prisão deferido por posse ilegal de arma de fogo. Sobre os pedidos de soltura dele, Toron disse que vai aguardar o resultado do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o habeas corpus impetrado referente à primeira órdem de prisão, para então entrar com novo pedido de soltura, se for o caso.

Depoimento e investigação

João de Deus chegou por volta das 10h ao MP-GO, após deixar o Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital, sob forte escolta. O depoimento começou cerca de 40 minutos depois e terminou por volta de meio-dia. O advogado dele afirmou que a demora ocorreu por formalidades e que não houve imprevistos.

Os promotores iniciaram uma força-tarefa para apurar as denúncias contra o médium após relatos de mulheres virem à tona no programa Conversa com Bial, no início de dezembro. Até a manhã desta quarta-feira, o MP-GO recebeu quase 600 denúncias, por e-mail, contra o médium.

Do total de relatos, a força-tarefa colheu 77 depoimentos de mulheres. Outra pessoa deve ser ouvida nesta tarde.

A mulher de João de Deus, Ana Keyla Teixeira, deve ser ouvida pela Polícia Civil nesta quarta-feira (26). Assim como o MP-GO, a corporação montou uma força-tarefa para apurar os crimes. Os policiais receberam 16 denúncias, sendo que nove viraram inquéritos – um deles já concluído e indicia o médium por violação sexual mediante fraude, e os demais seguem em andamento.

Os promotores vão juntar o inquérito que a Polícia Civil concluiu com outros três relatos que recebeu para oferecer a primeira denúncia contra o médium. O documento precisa ser entregue ao Poder Judiciário até domingo (30), que é o prazo legal.

Prisão e denúncias

João de Deus está preso desde o dia 16 de dezembro, quando se entregou à Polícia Civil. Ele está detido no Núcleo de Custódia do Completo Prisional de Aparecida de Goiânia, onde dorme sozinho, mas passa o dia em uma cela com outros quatro presos. O médium teve um 2º mandado de prisão deferido, desta vez por posse ilegal de arma de fogo.

O jornal “O Globo”, a TV Globo e o G1 têm publicado nos últimos dias relatos de dezenas de mulheres que se sentiram abusadas sexualmente pelo médium. Não se trata de questionar os métodos de cura de João de Deus ou a fé de milhares de pessoas que o procuram.

Situação atual

  • Médium é investigado por estupro, estupro de vulnerável, violação sexual mediante fraude e posse ilegal de arma;
  • MP recebeu 596 relatos de abusos sexuais e identificou 255 vítimas;
  • Mulheres que denunciaram João de Deus ao MP tinham entre 9 e 67 anos ao serem abusadas, conforme relatos;
  • Médium está preso desde o dia 16 de dezembro;
  • Polícia Civil colheu depoimentos de 16 mulheres. Um inquérito foi concluído e há oito em andamento;
  • Em operações em endereços ligados a ele foram achadas armas, pedras preciosas e mais de R$ 1,6 milhão;
  • Justiça também decretou a prisão do médium por posse ilegal de armas de fogo;
  • Há relatos de supostas vítimas de 15 estados brasileiros e outros seis países;
  • MP e polícia também querem apurar denúncia de lavagem de dinheiro;
    Não há pedido para suspensão do funcionamento da Casa Dom Inácio de
  • Loyola, mas laboratório que fazia medicamentos no local foi interditado;
  • Defesa teve dois habeas corpus negados e foi ao STF;
  • Mesmo que o ministro Dias Toffoli conceda o habeas corpus, João de Deus segue preso por causa do outro mandado de prisão

Fonte: g1