Magro de ruim? Cientistas descobrem o segredo das pessoas que nunca engordam

Estudo mostra que o motivo de algumas pessoas não engordarem tem mais a ver com herança genética de sorte do que com o estilo de vida que elas levam

Cientistas afirmam ter descoberto o porquê de algumas pessoas nunca engordarem, enquanto outras ganham peso fácil.

Em um estudo publicado na revista científica PLOS Genetics, pesquisadores das universidades britânicas de Cambridge e de Bristol dizem que, para algumas pessoas, o “segredo” de ser magro tem mais a ver com a herança de um conjunto de genes “sortudo” do que com a manutenção de uma dieta saudável ou um rígido estilo de vida perfeito.

Para chegar a essas conclusões, os cientistas compararam amostras de DNA de 1,6 mil pessoas saudáveis ​​e magras – com um índice de massa corporal (IMC) menor que 18 – com as de 2 mil pessoas extremamente obesas e com outras de 10,4 mil pessoas com peso normal. Eles também analisaram dados sobre estilo de vida – para descartar distúrbios alimentares, por exemplo.

Cientistas afirmam ter descoberto o porquê de algumas pessoas nunca engordarem, enquanto outras ganham peso fácil.

Em um estudo publicado na revista científica PLOS Genetics, pesquisadores das universidades britânicas de Cambridge e de Bristol dizem que, para algumas pessoas, o “segredo” de ser magro tem mais a ver com a herança de um conjunto de genes “sortudo” do que com a manutenção de uma dieta saudável ou um rígido estilo de vida perfeito.

Para chegar a essas conclusões, os cientistas compararam amostras de DNA de 1,6 mil pessoas saudáveis ​​e magras – com um índice de massa corporal (IMC) menor que 18 – com as de 2 mil pessoas extremamente obesas e com outras de 10,4 mil pessoas com peso normal. Eles também analisaram dados sobre estilo de vida – para descartar distúrbios alimentares, por exemplo.

O que o estudo mostra?

Os pesquisadores descobriram que as pessoas obesas tinham maior probabilidade de ter um conjunto de genes ligados à obesidade. Enquanto isso, as magras não só tinham menos genes ligados à obesidade, como também tinham alterações em regiões genéticas recentemente associadas à magreza saudável.

“Esta pesquisa mostra pela primeira vez que pessoas magras e saudáveis ​​são geralmente magras porque têm uma menor carga de genes que aumentam as chances de alguém estar acima do peso e não porque são moralmente superiores, como algumas pessoas gostam de afirmar”, disse o pesquisador chefe do estudo, Sadaf Farooqi, da Universidade de Cambridge.

O peso dos outros

Farooqi ressalta que as pessoas não deveriam ser tão críticas em relação ao peso dos outros.

“É fácil se apressar no julgamento e criticar as pessoas pelo peso que elas têm, mas a ciência mostra que as coisas são muito mais complexas. Nós temos muito menos controle sobre o nosso peso do que poderíamos pensar”, disse ele.

Os cientistas dizem que o próximo passo é identificar os genes exatos envolvidos na magreza saudável.

Seu objetivo de longo prazo é analisar se essas descobertas podem ajudar a formatar novas estratégias de emagrecimento.

“Geneticamente diferentes”

Tom Sanders, professor emérito de nutrição e dietética do King’s College de Londres, ressaltou a importância do estudo. “Esse estudo confirma que a obesidade grave precoce é frequentemente determinada por genes e mostra, convincentemente, que aqueles que são muito magros são geneticamente diferentes da população em geral”.

O professor acrescentou que “a maior parte da obesidade é adquirida na vida adulta e está ligada ao ambiente obesogênico em que vivemos – um estilo de vida sedentário e com muito acesso a alimentos ricos em calorias”.

O professor Tim Spector, também do King’s College de Londres, disse que, apesar disso, na maioria dos países, cerca de um terço da população conseguiu permanecer magro.

“Parte disso está relacionada aos genes, mas outros fatores, como diferenças individuais no estilo de vida ou micróbios intestinais, também influenciam nesse sentido”, disse ele.

Especialistas em saúde dizem que, seja qual for sua forma ou composição genética, a velha recomendação de praticar exercícios e adotar uma dieta saudável continua válida.

Fonte: bbc

Estudo sugere ‘dieta universal’ para salvar o planeta

Relatório pede redução de açúcares e carne vermelha

Um estudo conduzido pela organização EAT-Lancet comprovou que maus hábitos à mesa provocam mais riscos para a saúde do que tabaco, sexo sem proteção e álcool juntos.

O relatório aponta que, para salvar as pessoas e o planeta, deve-se dobrar o consumo de frutas, verduras, legumes e nozes, além de reduzir pela metade a ingestão de açúcares e carne vermelha até 2050. O estudo foi apresentado nesta quinta-feira (17), em Oslo, na Noruega, e publicado na revista científica Lancet.

A comissão de estudiosos, financiada pela Fundação EAT, do casal norueguês Petter e Gunhild Stordalen, reúne autores considerados dentre os mais renomados da nutrição e da sustentabilidade, desde o professor de Harvard Walter Willett ao inventor do “km zero” Tim Lang, provenientes de universidades de todo o mundo e de organizações como FAO e OMS.

O objetivo da publicação é propor uma dieta saudável universal de referência, baseada em critérios científicos, para nutrir uma população mundial de 10 bilhões de pessoas em 2050 de modo sustentável, evitando a morte de mais de 11 milhões de indivíduos por ano por doenças ligadas a maus hábitos alimentares.

A proposta da comissão tem como referência a dieta mediterrânea, em sua versão usada na Grécia da metade do século passado, em um regime que prevê a ingestão de 2,5 mil quilocalorias por dia.

Além de mudar o consumo, a comissão sugere ainda limites no uso de terra, água e nutrientes, para a produção de uma agricultura sustentável. Para atingir esses resultados, a pesquisa indica uma variedade de áreas de intervenção, envolvendo governos, indústrias e sociedade. Entretanto, segundo a Associação Europeia dos Transformadores de Carne (Clitravi), o estudo da Lancet propõe velhos argumentos antizootecnia e distorce dados para fins ideológicos. “Um voo de ida e volta de Roma a Bruxelas gera emissões mais elevadas que o consumo anual de carne de uma pessoa”, diz a Clitravi. Segundo a associação, a EAT ignora o impacto ambiental de outros setores. “Uma dieta equilibrada e exercícios físicos regulares podem fazer a diferença. Esperamos que a comissão perceba isso e veja todas as inovações em que o setor investe para reduzir o impacto ambiental”, conclui a associação. (ANSA)

Fonte: noticiasaominuto

Remédios caseiros, como canja de galinha, podem curar resfriado?

Do suco de laranja às cápsulas de alho, há muitas receitas para combater o resfriado comum; mas há alguma evidência de que funcionam?

Há poucas experiências tão universais quanto pegar um resfriado. A infecção que atinge as vias respiratórias superiores é causada por mais de 200 tipos de vírus – e, ao que parece, há quase a mesma quantidade de remédios caseiros para combatê-los.

Mas algum deles funciona?

Na essência de qualquer remédio caseiro, está a ideia de que ele reforçará nosso sistema imunológico.

Quando um vírus entra no organismo, ele se depara com dois mecanismos de defesa: o sistema imune inato (ou natural) tenta expulsar as células invasoras, enquanto o sistema imune adaptativo (ou adquirido) tem como alvo agentes patogênicos específicos com os quais o corpo já teve contato antes – ele cria células de memória dos novos para que o organismo seja capaz de combatê-los caso retornem.

É por isso que costumamos pegar catapora apenas uma vez, enquanto o resfriado comum – que muda sua aparência à medida que passa de uma pessoa para a outra, confundindo nossas células de memória – é algo que podemos ter dezenas de vezes.

Não é novidade que o estilo de vida e a dieta afetam a resistência do nosso sistema imunológico.

Mas como o sistema imunológico de pessoas saudáveis só fica debilitado quando há uma carência de vitaminas ou minerais, reforçar a dieta com os chamados “alimentos que fazem bem para resfriado” não vai fazer muita diferença se já tivermos uma alimentação relativamente equilibrada, diz Charles Bangham, diretor da Divisão de Doenças Infecciosas da universidade Imperial College London, na Inglaterra.

“Apenas se você tiver com deficiência de um nutriente vital, como vitamina, zinco ou ferro, será muito útil reforçar esse elemento em particular. Mas se você tem uma dieta balanceada, adicionar mais nutrientes não torna o sistema imunológico mais eficiente”, diz.

Os suplementos

Apesar disso, estudos que buscam curas para o resfriado comum descobriram que elas podem fazer a diferença.

A grande maioria das pesquisas foca em suplementos, em vez de alimentos – na verdade, nenhum estudo confiável foi feito para analisar, por exemplo, se a canja de galinha pode realmente ser um medicamento eficaz.

Mas um suplemento que pode ajudar é um remédio caseiro popular: o alho. Em um pequeno estudo, 146 adultos saudáveis tomaram um placebo ou um suplemento diário de alho por 12 semanas durante o inverno. No grupo do placebo foram registrados 65 resfriados, resultando em 366 dias de doença – já entre aqueles que tomaram suplemento de alho foram contabilizados apenas 24 resfriados, somando 111 dias de doença.

Outro suplemento que as pessoas procuram quando sentem os primeiros sintomas do resfriado é a vitamina C. Algumas pesquisas sugerem que também pode ajudar – embora não tanto quanto você deve imaginar.

LEIA A REPORTAGEM COMPLETA NA BBC.

Confira dicas de como tomar mais água ao longo do dia

A nutricionista Laís Monteiro listou alguns hábitos que podem melhorar ingestão do líquido

A quantidade ideal de água a ser ingerida diariamente depende de vários fatores como a idade e o peso da pessoa, a atividade física que realiza, até mesmo o clima e a temperatura do ambiente onde vive. Para alguns, a ingestão de dois litros de água por dia pode ser suficiente. Outros precisarão de três, quatro litros ou mais, como no caso dos esportistas.

“Crianças, gestantes, mães em amamentação e idosos são grupos com mais risco de desidratação. Portanto, devem estar mais atentos à necessidade de hidratação diária, que deve vir predominantemente do consumo de água pura mas também da água contida nos alimentos, chás e sucos naturais”, explica a nutricionista Laís Monteiro da Silva.

O balanço diário de água é controlado por sofisticados sensores localizados no cérebro e em diferentes partes do corpo. Esses sensores provocam sede e nos impulsionam a consumir líquidos sempre que a ingestão de água não for suficiente para repor a água que utilizamos ou eliminamos. As informações são do Saúde Brasil.

Assim, é fundamental atentar-se para os primeiros sinais de sede e satisfazer de pronto a necessidade de água que é sinalizada pelo organismo. E não é saudável substituir a água por alimentos ultraprocessados, como refrigerantes e bebidas açucaradas. Principalmente as crianças.

A água faz parte da categoria de alimentos in natura ou minimamente processados e é essencial para a manutenção da vida. Sem ela, não sobrevivemos mais do que poucos dias.

Como tomar mais água?

A nutricionista Laís Monteiro dá algumas dicas para ajudar quem não gosta ou tem dificuldade de beber água, confira:

Beba água temperada

Para quem não é muito fã do gosto da água, a água “temperada” ou aromatizada com rodelas de limão ou folhas de hortelã é a melhor opção. Para dar sabor, pode-se usar também abacaxi, canela em pau, gengibre, conforme a preferência pelo gosto.

Ande com uma garrafinha

Ter à mão cantis ou pequenas garrafas com água fresca é boa providência quando se está fora de casa. Com a preocupação com a sustentabilidade, hoje em muitos lugares não são oferecidos mais copos de plásticos. Além de ajudar a lembrar que é preciso tomar água, andar com uma garrafinha garante o abastecimento em filtros e bebedouros.

Tome mais chá e café

Faz parte da cultura alimentar do brasileiro o consumo na forma de bebidas como café e chá, que são boas fontes de líquido. Entretanto, neste caso, convém não adicionar açúcar ou, pelo menos, reduzir a quantidade ao mínimo.

Coma mais frutas e verduras

A maioria dos alimentos in natura ou minimamente processados e as preparações com esses alimentos têm alto conteúdo de água. O leite e a maior parte das frutas contêm entre 80% e 90% de água. Verduras e legumes cozidos ou na forma de saladas costumam ter mais do que 90% do seu peso em água. Após o cozimento, macarrão, batata ou mandioca têm cerca de 70% de água. Um prato de feijão com arroz é constituído de dois terços de água. Quando a alimentação é baseada nesses alimentos e preparações, é usual que forneçam cerca de metade da água que precisamos ingerir.

Tome um copo antes das refeições

Antes do café da manhã, dos lanches, do almoço e do jantar, tome um copo de água. Essa é uma estratégia indicada para os esquecidos, que assim podem garantir a ingestão de pelo menos cinco copos de água por dia.

Beba água com gás e limão

Essa é uma dica especial para quem gosta de refrigerante: trocar pela água com gás e limão. Refrigerantes e vários tipos de bebidas adoçadas possuem alta proporção de água, mas contêm açúcar ou adoçantes artificiais e vários aditivos, razão pela qual não podem ser considerados fontes adequadas para hidratação.

Conte com a ajuda dos aplicativos

Para facilitar a vida de quem esquece de beber água ao longo do dia, uma outra opção é baixar aplicativos de celular que enviam avisos sonoros ou lembretes, e também ajudam a controlar a quantidade de água ingerida diariamente.

Fonte: noticiasaominuto

Você sabe qual é o tipo de queijo mais saudável? Nutricionista orienta

Ideal é consultar a tabela nutricional e a lista de ingredientes para escolher os menos calóricos e com menores teores de gordura e sódio

Para para saber o tipo de queijo mais adequado à sua dieta, o ideal é consultar a tabela nutricional e a lista de ingredientes. Depois, escolha aqueles que, além de menos calóricos, têm menores teores de gordura e de sódio. Além disso, que sejam preparados sem corantes, saborizantes ou outros ingredientes.

As dicas são da nutricionista da ACT Promoção da Saúde, Mariana Claudino. “Geralmente, quanto mais brancos, mais saudáveis e menos gordurosos os queijos são, por conterem maior quantidade de cálcio e de proteína. O queijo cottage, a ricota, o queijo minas e a muçarela de búfala são bons exemplos. Eles têm menos corantes, são ricos em proteína e pobres em gorduras”, acrescenta.

Mariana destaca que os queijos amarelos, em geral, contêm uma quantidade maior de gordura saturada, de colesterol e de sódio, e podem contribuir para o surgimento de problemas como pressão alta e doenças cardiovasculares. “No entanto, há queijos que, apesar de não serem propriamente amarelos, como o brie, o gouda ou o gorgonzola, são ricos em gordura, calorias e colesterol”, alerta.

Queijos processados

O queijo faz parte do grupo de alimentos processados, feitos pela soma de um alimento in natura ou minimamente processado (no caso o leite) com um ingrediente culinário (o sal). Exatamente por receberem a adição industrial de ingredientes (às vezes em quantidades muito superiores às usadas em preparações culinárias), eles não têm o perfil nutricional tão balanceado.

“Todos os queijos feitos somente com leite, sal e fermento entram no grupo dos processados e podem ser consumidos em pequenas quantidades, preferencialmente acompanhando e não substituindo refeições baseadas em alimentos in natura ou minimamente processados”, recomenda a nutricionista Maria Laura da Costa Louzada, pesquisadora do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde e professora adjunta da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).

Coma com moderação

Queijos são ricos em proteínas, vitamina A e cálcio. Entretanto, além do conteúdo elevado de gorduras saturadas próprio do leite, são produtos com alta densidade de energia (em função da perda de água durante o processamento) e com alta concentração de sódio (devido à adição de sal). “Exemplos de bons usos do queijo são na finalização do macarrão e de outras massas ou como cobertura para gratinar um escondidinho”, sugere Maria Laura.

Queijos ultraprocessados

Segundo o manual Alimentação Cardioprotetora, do Ministério da Saúde em parceria com o Hospital do Coração, os queijos ultraprocessados, que têm em sua composição diversos aditivos químicos, como acidulantes, estabilizantes e conservantes, são do grupo vermelho. Portanto, o ideal é evita-los.

O grupo de alimentos ultraprocessados está associado a uma piora da qualidade nutricional da alimentação e maior risco de ocorrência de doenças crônicas como obesidade, hipertensão e doenças cardiovasculares.

Compare os rótulos

Observe, por exemplo, a composição dos queijos muçarela e processado UHT: pela quantidade de aditivos (destacados em vermelho), os queijos processados UHT diferem muito dos queijos mais saudáveis, que devem ter apenas leite, fermento e sal.

“Esses queijos têm muitos conservantes para poder ter uma vida longa fora da geladeira, até meses nas prateleiras do mercado. Além disso, até mesmo os light têm uma grande concentração de sódio, que causa uma retenção hídrica no corpo, provocando inchaço e até mesmo aumento de peso”, explica Mariana. Exemplos de queijos ultraprocessados incluem o cheddar e o catupiry.

Fonte: noticiasaominuto

Ser sempre jovem? Veja 5 benefícios de comer avelãs

Entre as muitas variedades de frutas secas, a avelã é, sem dúvidas, uma das mais apreciadas. Poucos, no entanto, conhecem as propriedades destas sementes e os seus benefícios.

1. Para ossos mais saudáveis

As avelãs são uma excelente fonte do nutriente conhecido por manganês. Apenas uma porção de avelãs pode fornecer até 87% da dose diária recomendada.

Pesquisas sugerem que o manganês, em combinação com outros nutrientes, pode contribuir para melhorar a densidade mineral dos ossos – reduzindo assim o risco de aparecimento de condições como a osteoporose e dores nas articulações.

2. Promovem a saciedade

“Como a maioria dos frutos secos, as avelãs são altamente densas em nutrientes”, explica a especialista em dieta Rachel Fine à publicação Elite Daily. “Sobretudo porque são ricas em gorduras saudáveis monosaturadas, tais como ácido linoleico, ômega 3 e ômega 6”.

Estas gorduras, juntamente com a fibra que contêm, promovem a sensação de saciedade e reduzem a fome.

3. Melhoram a saúde do coração

As avelãs são ricas em ômega-9, que contribui para o aumento do chamado bom colesterol HDL e para a redução do mau colesterol ou LDL. Isso ajuda a prevenir a acumulação de placa nas artérias, daí diminuindo o risco de ataque cardíaco, enfarte e de outros problemas coronários.

4. Protegem a saúde da população mais idosa

Uma equipe de pesquisadores na Universidade de Oregon State, nos Estados Unidos, revelou que consumir avelãs ajuda a melhorar os níveis de vitamina E e de magnésio no organismo sobretudo dos indivíduos mais idosos.

Estes nutrientes estão associados a uma menor probabilidade de desenvolvimento de vários tipos de demência, como Alzheimer.

5. Previnem a danificação das células

As avelãs são uma ótima fonte de antioxidantes, que são “compostos que protegem contra a oxidação celular”, de acordo com a publicação Medical News Today. “Reduzem a extensão da danificação das células devido à presença de radicais livres”.

Fonte: noticiasaominuto

Saiba como equilibrar o consumo de gorduras

Já está mais do que na hora de se desprender da ideia de que o consumo de gordura é o que faz ganhar uns quilinhos a mais. De fato, comer batata frita, hambúrguer ou outras guloseimas todos os dias não fará ninguém manter a boa forma, muito menos a saúde. No entanto, é importante ter em mente que a gordura desempenha papel essencial no organismo. “Além de proporcionar energia, ela auxilia na produção de hormônios, na absorção de vitaminas (A, B, E e K) e no funcionamento do cérebro”, explica a gerente de Nutrição Assistencial do HCor, Rosana Perim.

Por isso a ingestão de gorduras na medida certa é essencial. “Uma pessoa que consome 2000 calorias por dia, por exemplo, não deve ultrapassar 66 gramas de gorduras totais, o que representa 30% do valor energético total da dieta. Os valores podem variar entre as pessoas, de acordo com idade, gênero, peso, prática de atividade física e índice de massa corporal (IMC), esclarece a nutricionista.

Mas afinal, como calcular, de maneira fácil, a quantidade de gordura ingerida? Se você é uma dessas pessoas que foge de cálculos, há uma forma bem simples. “O mais fácil é procurar a ajuda de um profissional. Além de avaliar todas as necessidades do indivíduo, é importante levar em conta a distribuição dos demais nutrientes, como carboidratos e proteínas, além da escolha das gorduras mais saudáveis”, explica Rosana Perim, do HCor.

Alimentos com gorduras do “bem”

Algumas formas do nutriente são produzidas no organismo, outras obtidas a partir da ingestão de alimentos. As gorduras insaturadas, divididas em poli-insaturadas e monoinsaturadas, na devida proporção, exercem efeito anti-inflamatório, possuem antioxidantes e reduzem o colesterol ruim (LDL). “Com bom senso e equilíbrio na escolha, azeite de oliva, óleo de canola, nozes, amêndoas, castanhas e abacate, óleo de girassol, milho e soja, salmão, atum, sardinha e linhaça são ótimas fontes de gorduras do bem e consideradas essenciais para a saúde”, sugere.

De modo geral, abusar das gorduras, principalmente as saturadas, está associado a um maior risco de desenvolver doenças cardiovasculares. Já as gorduras trans, obtidas por meio de um processo químico, são transformadas em gordura sólida e aumentam os níveis LDL (colesterol ruim) e diminuem o HDL (colesterol bom).

Os diferentes tipos de gordura

Saturadas: relacionadas ao aumento de problemas cardíacos, as gorduras saturadas são encontradas em alguns produtos de origem animal: carnes, embutidos, bacon, manteiga, leite integral, queijos gordurosos e polpa do coco.

Insaturadas: divididas em monoinsaturadas (azeite de oliva, abacate, óleos de canola) e poli-insaturadas (peixes ricos em ômega-3, óleos vegetais e linhaça), esses dois tipos de gordura têm efeito positivo para a saúde. Embora sejam consideradas do bem, devem ser consumidas moderadamente, pois, como todas as gorduras, são ricas em calorias.

Trans: usadas pela indústria de alimentos para garantir o sabor e a textura crocantes, são encontradas em: gordura vegetal hidrogenada, utilizada no preparo de sorvetes cremosos, chocolates, pães recheados, molhos para salada, sobremesas cremosas, biscoitos recheados, alimentos com consistência crocante (exemplo: nuggets, tortas), bolos industrializados, margarinas duras e determinados alimentos produzidos em redes de fast-foods.

A dica da nutricionista do HCor é: “sempre leia o rótulo dos alimentos e preparações para verificar quais nutrientes estão presentes, bem como as respectivas quantidades para não errar na escolha e compra”, finaliza a nutricionista.

Fonte: noticiasaominuto

Mulher sofre danos cerebrais após consumir molho de soja

Uma mulher americana sofreu danos cerebrais permanentes depois de consumir molho de soja. Ela tomou um litro do condimento acreditando que poderia liberar as toxinas de seu corpo. Contudo, isso resultou em uma parada cardíaca que resultou em danos cerebrais irreversíveis.

Dr. Bernard, do canal médico Chubbyemu no YouTube, relatou que os médicos que atenderam a mulher de 39 anos descobriram que ela tinha 200 gramas de sal no sangue, que é cinco vezes maior que a dose letal. Eles tentaram trazer de volta os níveis normais de sódio em seu sangue. Contudo, a mudança foi muito rápida, o que resultou em sua morte cerebral.

Segundo seu marido, a americana já estava com problemas de saúde, tendo perdido 25 quilos nas três semanas anteriores. Nos últimos seis meses, ela havia começado uma dieta composta apenas de pão branco e peixe enlatado, deixando-a extremamente deficiente em vitaminas e ferro.

Antes do incidente, ela também tinha sido hospitalizada por exibir sinais de esquizofrenia paranóica – que não respondia à medicina – e acreditava estar sendo envenenada pelo governo. Durante esse período, a mulher encontrou um vídeo on-line que afirmava que beber um litro de molho de soja em duas horas poderia purificar o corpo.

Dr. Bernard, que apresenta casos médicos extraordinários através de vídeos no YouTube, diz que os batimentos cardíacos da mulher começaram a acelerar e ela passou a ter a sensação de formigamento nos braços e nas pernas. Além disso, ela também resistiu ao desejo de beber água, fazendo com que ela ficasse gravemente desidratada.

Seu marido a encontrou desmaiada em sua casa e ligou para o 911. No trajeto para o hospital, ela entrou em parada cardíaca. Os médicos descobriram que ela estava sofrendo de hipernatremia aguda, que é quando há uma alta presença de sódio no sangue.

O perigo do sódio

De acordo com diretrizes dietéticas federais, o recomendado é não consumir mais de 2,5 gramas, de sal por dia.

No vídeo, Dr. Bernard explica que uma dose letal de sódio é de 40 gramas. Ele diz que o litro de molho de soja que a mulher bebeu continha 200 gramas de sal. Isso equivale acinco vezes a quantidade letal.

“A mulher acreditava que o molho ficaria no cólon, a água cheia de toxina fluiria e ela seria purificada. Contudo, não é assim que acontece”, afirma ele. “Qualquer coisa que digerimos primeiro passa pelo estômago antes de chegar ao intestino e ao cólon. A água flui em direção ao sódio – então o molho de soja no estômago dela começou a sugar a água de seus músculos e órgãos.”

Ele explica que isso significa que os rins, coração e cérebro da mulher ficaram desidratados à medida que os vasos sanguíneos encolheram e os privaram de oxigênio.

“Os médicos bombearam água misturada com glicose para o sangue para tentar diluir as enormes quantidades de sal. Nos três dias seguintes, o tratamento parecia estar funcionando, enquanto ela perdia e recuperava a consciência. No entanto, no quarto dia, ela não conseguia falar, engolir ou mover os braços e as pernas.”

Os médicos, então, determinaram que ela tinha mielinólise pontina central. Trata-se de um distúrbio neurológico que ocorre quando as células nervosas não podem transmitir sinais adequadamente umas às outras.

Segundo o National Institute of Neurological Disorders and Stroke (EUA), isso ocorre quando há uma mudança rápida nos níveis de sódio do corpo. Os sintomas incluem confusão, problemas de deglutição, fala arrastada, alerta reduzido e paralisia.

Fonte: womenshealth

Como não engordar na época do Natal, de acordo com a ciência

Engordar entre o Natal e o Ano Novo não é inevitável – embora exija algum esforço.

Um estudo feito pela Universidade de Birmingham em parceria com a Universidade de Loughborough, ambas no Reino Unido, indicou que prestar atenção a algumas dicas simples para não exagerar ao beber e comer pode evitar que as pessoas ganhem peso no fim do ano – mesmo frequentando dezenas de eventos com comida em abundância.

Os voluntários do estudo que conseguiram escapar do ganho de peso receberam uma lista de dez dicas para controle de peso e outra com quanta atividade física é necessária para queimar certos pratos e bebidas muito populares no Natal.

Por exemplo, seria preciso cerca de 25 minutos andando de bicicleta para queimar as calorias de uma fatia de 100g de tender (132 kcal).

GETTY IMAGES / BBC

As dicas que eles receberam foram tiradas de um artigo publicado em 2008 no International Journal of Obesity 32.

As regras

As dicas passadas para os voluntários do estudo são medidas simples, nada parecidas com as dietas mirabolantes que costumam circular por aí nessa época do ano:

1. Tente manter sua rotina alimentar → Mantenha os mesmos horários de alimentação que tem em sua rotina normal, ou ao menos tente manter os horários o mais próximo possível disso.

2. Evite alimentos gordurosos → Prefira as carnes magras (como o peru), fuja dos molhos de saladas mais gordurosos, evite os patês prontos

3. Caminhe → Você pode usar um aplicativo no celular que conte os seus passos ao longo do dia, e vá aumentando o número de passos progressivamente. Pequenas mudanças na rotina, pelo menos durante o período de festas, podem ajudar: subir a escada em vez de pegar o elevador, fazer a pé pequenos percursos, etc.

4. Escolha petiscos saudáveis → Se você gosta de petiscar, compre ou prepare opções saudáveis, como frutas, iogurtes de baixas calorias etc.

5. Leia o rótulo → Cuidado com a propaganda, principalmente em produtos light e diet (nem sempre eles têm menos calorias). Estar ciente de quanto açúcar, sódio e gordura vai nos alimentos industrializados ajuda a tornar a alimentação mais saudável.

6. Cuidado com as porções → Não encha o prato de comida (a não ser que a comida seja legumes e verduras). E pense duas vezes antes de repetir, principalmente se você costuma comer rápido: dê um tempo para seu cérebro perceber que você está saciado.

7. Fique de pé → Evite ficar muito tempo sem se levantar. Para cada hora sentado, levante por dez minutos. Essa é uma dica útil de ter na cabeça durante viagens, que são muito comuns no fim do ano. Em voos, ande no corredor. Se estiver viajando de carro, faça paradas em estabelecimentos ao longo da estrada para esticar as pernas.

8. Pense no que vai beber → Prefira água ou refrescos sem açúcar. Até mesmo suco de fruta tem o açúcar natural da planta, então limite a quantidade a um copo de suco por dia. O álcool também é bem calórico, então tente compensar evitando repetir a refeição nos dias em que for beber mais.

9. Foque na comida → Aproveite o feriado para diminuir o ritmo. Não coma na frente da TV ou fazendo outras atividades; coma na mesa se possível. Curta sua refeição.

10. Não esqueça a regra dos 5 → Coma ao menos cinco porções de fruta, legumes ou verduras por dia (400g no total).

Como foi feito o estudo

O estudo, chamado “Winter Weight Watch Study” (Estudo de Observação de Peso no Inverno, em inglês) envolveu 272 voluntários, que foram divididos aleatoriamente em dois grupos: um grupo de controle e um grupo de intervenção.

Os voluntários no grupo de intervenção foram orientados a se pesar todo dia, ou, no mínimo duas vezes por semana.

Eles receberam dez dicas (acima) sobre como evitar ganho de peso, uma lista de atividades físicas com quantas calorias elas queimam, e o que essas calorias correspondem em alimentos comuns no fim do ano.

O grupo de controle recebeu apenas um panfleto com informações breves sobre ter um estilo de vida saudável, sem nenhuma dica alimentar.

O resultados mostraram que, na média, os participantes do grupo de controle ganharam peso durante a época do Natal, mas os do grupo de intervenção mantiveram o peso.

GETTY IMAGES / BBC

O estudo, publicado nesta segunda (10), no periódico científico britânico The BMJ (antigo British Medical Journal). A pesquisa foi conduzida entre 2016 e 2018, com os pacientes sendo medidos e pesados em novembro e dezembro de 2016 e 2017, e novamente em janeiro e fevereiro dos anos seguintes.

“Os feriados de fim de ano coincidem com folgas coletivas em muitos países, oferecendo oportunidade para consumo excessivo de comida e comportamento sedentário por um tempo prolongado”, afirma a nutricionista Frances Mason, pesquisadora da Universidade de Birmingham e uma das autoras do estudo.

“Só no dia de Natal as pessoas chegam a consumir 6 mil calorias – três vezes o recomendado”, diz ela, em um comunicado da universidade sobre a pesquisa.

“Intervenções leves como as feitas no estudo Winter Weight Watch poderiam ser levadas em consideração por quem faz políticas públicas para evitar ganho de peso da população em épocas mais sensíveis, como as férias”, afirma Mason.

A professora Amanda Daley, co-autora do estudo, afirma que o peso adquirido durante as festas não costuma ser acompanhado por perda de peso no início do ano.

“Embora sejam ganhos pequenos, ao longo de dez anos podem significar um aumento considerável no peso”, explica.

Fonte: bbc

Falta de vitamina B-12 na gestação pode afetar a inteligência da mãe

A nutrição materna e infantil nos primeiros meses da gestação é um tema discutido frequentemente na área científica. Estudo publicado na revista Matern Child Nutr (Nutrição Materna e Infantil) apontou a importância da suplementação nutricional – adequada e de acordo com as necessidades de cada organismo – para a cognição, raciocínio e aprendizagem especificamente no período gestacional e após.

Deficiência nutricional pode afetar a capacidade cognitiva no pós-parto

Outros estudos já haviam avaliado a deficiência nutricional e a interferência cognitiva em crianças e idosos, podendo aumentar até mesmo as chances de complicações mentais. Tanto na infância como na maturidade ocorre maior demanda de macronutrientes, micronutrientes e ácidos graxos. Até então existiam poucos ou nenhum estudo que falasse sobre a importância da suplementação com foco na saúde cognitiva entre as gestantes e no pós-parto.

Estar com a saúde emocional e cognitiva em dia é fundamental para a mãe no pós-parto para tomar decisões, raciocinar e equilibrar a rotina para os devidos cuidados de si e do bebê. Segundo o estudo o alto desempenho cognitivo materno está relacionado a menor risco de mortalidade infantil e desnutrição. A pesquisa reuniu 712 mulheres para a avaliação cognitiva durante um ano e seis meses no pós-parto.

Foi constatado que a concentração maior de vitamina B12 e DHA no leite materno estavam associadas ao aumento da capacidade cognitiva e fluência verbal, tal como atenção e função executiva durante a gravidez e pós-parto.

Para garantir a eficiência desse estudo os pesquisadores sugerem novos estudos com foco na saúde feminina no pós-parto.

Você também pode incluir a vitamina B12 no cardápio, segue algumas opções:

· Bife de fígado

· Coração cozido

· Sardinha

· Salmão

· Caranguejo

· Ostras

Os suplementos vitamínicos para gestantes funcionam?

Sabemos da necessidade do equilíbrio nutricional durante a gestação e no pós-parto. Existem inúmeros estudos que avaliam a ação dos suplementos do organismo e o impacto causado pela deficiência nutricional.

Atualmente, já é possível encontrar à venda muitas opções de suplementos para a fase gestacional, que incluem as principais vitaminas, como o ácido fólico, ferro, cálcio, vitamina B3, zinco, entre outras. O famigesta do portal Trocando Fraldas é um exemplo de suplementos para a gestante, também aprovado pela Anvisa.

Ao falar sobre os inúmeros benefícios das vitaminas para a saúde da grávida, muitas mulheres passam a consumir sem nenhum consentimento médico, o que é um erro.

Cada organismo possui necessidades nutricionais específicas. Consulte o médico que acompanha o seu pré-natal e nutricionista responsável sobre a necessidade da suplementação para o seu caso.

Os suplementos sem dúvida são ótimas indicações para repor os nutrientes importantes durante a fase da gestação, sobretudo quando houver alguma deficiência. Para consumir com segurança, não descarte a consulta médica.

Fonte: noticiasaominuto