Quer fazer sexo? Os 40 anos do experimento científico que fez essa pergunta a estranhos

Em 1978, dois psicólogos levaram a cabo experimento, hoje clássico da história da Psicologia, em que mulheres e homens se aproximavam de desconhecidos para propor uma relação sexual; como as atitudes mudaram desde então?

É um experimento tão famoso que inclusive inspirou uma música grudenta dos anos 90, da banda britânica de jazz-pop Touch and Go.

“Quer transar comigo?” ( tradução livre para “Will You Go to Bed With Me?”) foi a pergunta que um grupo de estudantes, homens e mulheres, fizeram a desconhecidos do sexo oposto como parte de uma pesquisa no campus da Florida State University, nos EUA, em 1978.

Os resultados causaram assombro: três entre quatro homens responderam “sim” à proposta. Já entre as mulheres, nenhuma aceitou.

Quando a pergunta feita foi “teria um encontro comigo?”, os resultados foram diferentes: cerca de metade dos consultados, tanto homens quanto mulheres, responderam positivamente.

As conclusões dos pesquisadores foram contundentes: o experimento claramente havia demonstrado as diferenças nas atitudes femininas e masculinas frente ao sexo casual e confirmado um antigo estereótipo sobre os gêneros.

Para o psicólogo e escritor canadense Steven Pinker, isso não deveria ter surpreendido ninguém.

“Se alguém observa os fenômenos sociais, vê que os homens têm mais tendência a serem assediadores sexuais, a consumir pornografia visual, a contratar prostitutas”, disse ele à BBC.

Segundo Pinker, o experimento simplesmente “confirmou de forma dramática uma diferença biológica básica: (…) que um homem pode se reproduzir potencialmente muito mais rapidamente que uma mulher”.

“Quando uma mulher fica grávida, está presa por nove meses à gravidez, enquanto um homem pode fazer tantos filhos quanto a quantidade de parceiras que estejam dispostas a fazer sexo com ele.”

“É uma assimetria que forma parte de nossa anatomia”, disse Pinker. “E não é surpreendente que outra parte de nossa anatomia, nosso cérebro, reflita essa diferença.”

Em resumo, o que Pinker e muitos outros especialistas concluíram do experimento é que, por existir o risco de uma gravidez, a mulher é muito mais cuidadosa na hora de escolher um parceiro e não tem interesse no sexo casual.

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Confira 5 hábitos para adotar fora da cama para melhorar o desempenho sexual

Desde beber mais água até evitar usar sapatos de salto alto: mudanças simples do dia a dia podem fazer com que você aproveite ainda mais com seu parceiro entre quatro paredes – e o melhor: tudo comprovado pela ciência!

Que fazer sexo é bom a gente sabe. Quando bem feito, além de proporcionar aquela sensação de prazer, a prática ainda diminui o estresse, ativa o sistema imunológico, previne doenças, melhora o humor, gasta calorias e ainda deixa nossa autoestima lá no alto. Com tantos benefícios assim, qualquer dica que prometa melhorar o desempenho sexual é bem-vinda, não é mesmo?

Mas se você pensou em medicamentos antes da “hora H”, brinquedos eróticos com mil e uma funções ou posições mirabolantes e já desanimou, temos uma boa notícia: há maneiras muito mais simples que podem realmente ajudar a melhorar o desempenho sexual . E sabe o que é melhor? Elas podem ser feitas fora da cama, ao longo do seu dia.

As dicas foram reunidas pela autora de livros sobre relacionamentos e especialista no assunto Tracey Cox, que afirmou ao portal britânico Daily Mail serem todas apoiadas pela ciência. “Elas garantem a revitalização da sua vida sexual – e nenhuma delas envolve realmente fazer sexo”, ressalta Tracey. Confira:

5 passos para melhorar o desempenho sexual

Esqueça os sapatos de salto alto

Seja por questões corporativas, por achar bonito ou sexy, o salto alto é peça indispensável no look diário de muitas mulheres. Porém apesar de lindos, aqueles Louboutin podem estar atrapalhando sua vida sexual.

Uma pesquisa feita pelo médico ginecologista norte-americano de Nova York Eden Fromberg mostrou que usar saltos durante todo o dia pode afetar o orgasmo de uma mulher.

Como? O estudo apontou que quando as mulheres chegam ao orgasmo , a pélvis se arqueia de uma certa maneira. Mas quando você está acostumada a usar sapatos de salto alto, eles fazem com que a pélvis se arqueie de forma diferente, criando uma contração no assoalho pélvico.

Se você está sempre de salto, sua pélvis já está “presa” em uma posição arqueada, o que significa que você arqueia menos durante o orgasmo, diminuindo a intensidade dele.
“Um orgasmo geralmente é como ir de zero a 100. Se você já está há muito tempo usando salto, não vai ter uma experiência completa”, explicou Fromberg naépoca do estudo. Talvez seja o momento de repensar o guarda-roupa.

Beba mais água

Nossas células precisam de água para funcionar. Quanto mais água você beber, mais capazes de transportar oxigênio por todo o nosso corpo e cérebro nossas células serão.

Isso ajuda no metabolismo, garantindo energia suficiente para o sexo e aumentando o fluxo sanguíneo que é necessário para que sintamos excitação e orgasmo – que nada mais é do que a liberação da pressão de todo o sangue que é bombeado para os genitais, de volta para a corrente sanguínea.

Além disso, um corpo hidratado também significa um corpo lubrificado. Esse ponto é bastante importante para as mulheres, já que assegura que nossa vagina esteja úmida e pronta para o sexo, em vez de seca, o que torna a prática desconfortável.

As maravilhas de se estar bem hidratada não favorecem apenas as mulheres. A desidratação também está implicada na disfunção erétil. Isso acontece porque os níveis de hidratação podem reduzir o volume sanguíneo, portanto, beber mais água pode ajudar a manter ereções mais “fortes”.

Outra razão bastante convincente para beber mais de um litro de água por dia é que assim você cheira melhor. Quanto maior o teor de água em seu corpo, menos fedorento seu suor é, sabia? Pois então trate de pegar mais um copo d’água assim que terminar de ler essa reportagem e mantenha-se hidratada.

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Veja 10 coisas que as mulheres querem que você faça antes de transar

Na hora H, é importante saber o que a parceira precisa para se sentir devidamente segura e excitada; veja alguns dos pedidos mais comuns

Na hora de transar, dez minutinhos de preliminares já bastam como preparação para o ato em si, certo? Errado. Além do consenso, que deve estar presente em toda e qualquer prática sexual, uma das condições para que o sexo seja bom é a experiência ser prazerosa para todos os envolvidos, e isso significa agradar a parceira tanto quanto ela o agrada.

Mas, afinal, o que elas querem? Realizar fantasias? Conversar mais? Para descobrir isso, o Victoria Milan – site de relacionamentos para quem está buscando relações extraconjugais – realizou uma pesquisa que reúne dados de mais de 12,1 mil usuários de 21 países. Durante a pesquisa, os usuários foram questionados a respeito das coisas mais comuns que mulheres pedem que eles façam antes de transar. Confira a lista:

Apagar as luzes

De acordo com homens da Espanha, uma das coisas que as mulheres mais pedem por lá antes do sexo é que eles apaguem as luzes. É claro que, para alguns, o estímulo visual é realmente importante, mas, sem ele, você pode se atentar melhor aos outros estímulos, como os sonoros e táteis. Afinal, quem não se arrepia com um sussurro no escuro?

Fechar as cortinas

Bom, não é nada incomum gostar de privacidade, certo? De acordo com homens da Áustria e da Suíça, o pedido para fechar as cortinas é o que eles mais ouvem e faz sentido atendê-los; você deve fazer de tudo para que aquela pessoa se sinta segura com você.

Camisinha, por favor

Apesar de, na pesquisa, os homens da Noruega e da Dinamarca receberem a maior parte dos pedidos para que usem camisinha, isso é algo universal; os preservativos – tanto masculinos quanto femininos – são os únicos métodos contraceptivos que protegem da gravidez e de doenças sexualmente transmissíveis. Não deveria nem ser preciso pedir, certo?

Escovar os dentes

Na Hungria e na Itália, as mulheres parecem curtir homens com hálito fresco na hora H. É, beijo com bafinho pode até ser comum para pessoas que já estão juntas há algum tempo, mas se você está querendo conquistar alguém, é melhor nem chegar ao ponto de precisarem pedir.

Pés descalços

De acordo com caras da República Tcheca, Alemanha e Finlândia, o que eles mais ouvem é aquele famoso: “De meias, não!”. É, é melhor tentar esquecer o frio na hora H e ficar descalço para evitar o micão.

Óleo

Segundo poloneses e belgas, o pedido que eles mais atendem de suas parceiras é o de trazer óleo para a brincadeira – e eles o fazem por pura curiosidade com o que elas vão fazer com a substância. Inovar é sempre bom, certo?

Drinques

Para homens da África do Sul e da Holanda, é comum ouvir as mulheres sugerindo um último drinque antes da transa. Nesse caso, é preciso tomar cuidado; em excesso, o álcool mais atrapalha do que ajuda.

Tirar as roupas

Está certo que, para fazer algumas posições sexuais, não é necessário tirar todas as peças de roupa, mas, segundo homens britânicos e suecos, as mulheres gostam mesmo é de que tirem as roupas delas. Ui!

Trilha sonora

De acordo com homens da França e de Portugal, é comum que as mulheres peçam que eles coloquem uma música para tocar e deixar o ambiente agradável no momento do sexo . Na verdade, nem é preciso ir tão longe; de acordo com uma pesquisa do Deezer (serviço de streaming), 90% dos brasileiros curtem ter uma trilha sonora agradável enquanto transam, então capriche na playlist !

Limpeza

De acordo com norte-americanos e australianos, o pedido mais frequente das mulheres desses dois países é para que eles tomem um banho antes de transar. Nada mais justo!

Fonte: deles.ig

Como sentir prazer em uma das posições sexuais mais clássicas?

Uma das posições sexuais mais clássicas entre os casais é aquela em que a mulher fica de quatro e o homem a penetra por trás. Apesar de ser uma das formas preferidas de se satisfazer na cama, nem sempre o prazer é garantido na posição. Muitas mulheres enfrentam dificuldade em ter um orgasmo e não sabem como sentir prazer.

Diante disso, a especialista em sexo e sexualidade Annabelle Knight listou ao site “Daily Star” algumas dicas de como sentir prazer na clássica posição sexual em que a mulher fica de quatro . Segundo Annabelle, por mais que você seja “expert” na posição, sempre é possível aprimorá-la. Veja algumas dicas:

1. Vá com calma

Annabelle explica que geralmente essa posição sexual é associada ao sexo mais selvagem e até animalesco. Mas, por que não encarar as coisas de outra forma? Tentar fazer a posição de outra forma, mas onde o homem ainda fica por trás pode ser interessante e até mais prazeroso.

“Tente fazer a posição de conchinha, enquanto ele segura os seus braços”, sugere. “Essa posição costuma ser relacionada à paixão crua, com pouco afeto, mas experimente a versão romântica e apaixonada, com corpo contra corpo, onde ambos se deitam de lado ao invés de ficarem ajoelhados”, completa. A especialista explica que dessa forma é possível sussurrar “besteirinhas” no ouvido do outro e até beijar durante a penetração.

2. Aumente a intensidade gradualmente

Quando ambos estão com muito tesão a vontade é de chegar ao orgasmo logo nos primeiros minutos de relação. Porém, Annabelle sugere controlar mais a intensidade da penetração e experimentar o prazer que pode aumentar de forma gradual. “Essa é uma posição que coloca o homem em ‘vantagem’, então é mais fácil para eles começarem de forma mais intensa. No entanto, faça com que ele comece mais gentilmente”, sugere.

“O encoraje a começar com uma penetração mais lenta e não tão profunda, de forma mais apaixonada. A ideia é que aos poucos ele trabalhe a intensidade e a frequência do que está fazendo”, fala. Como sentir prazer não é algo tão simples para algumas mulheres, isso com certeza pode ajudar.

3. Não se esqueça do contato visual

Em uma posição como essa, onde a mulher fica de costas para o homem, o contato visual fica um pouco mais difícil, o que pode prejudicar na hora de atingir o orgasmo , já que o contato visual é fundamental para aumentar o prazer. Annabelle explica que roubar alguns olhares é uma forma de aumentar a tensão sexual.

“Um dos grandes problemas dessa posição é que ela não envolve o contato visual direto, o que pode ser a chave para tornar o sexo mais íntimo. No entanto, só porque você não está de frente para ele não significa que é preciso abrir mão disso”, fala. “Tente olhar para ele por cima do seu ombro ou use um espelho bem posicionado para ter o mesmo efeito. Ao mesmo tempo em que é íntimo, é extremamente excitante”, ensina.

4. Use um brinquedo sexual

Brinquedos sexuais são grandes aliados para resolver a questão de como sentir prazer no sexo. Busque vibradores e outros produtos para a “hora H”, isso aumenta a sua chance de atingir o clímax e ainda torna a experiência mais intensa. “Algo poderoso, mas pequeno, como um mini vibrador, pode ser ótimo para vocês dois, já que qualquer um pode pressioná-lo contra o clitóris durante o ato sexual”, fala.

5. Combine com outras posições

A especialista em sexo e sexualidade sugere combinar com outras posições sexuais para variar na hora da relação. “Você não precisa começar com essa posição imediatamente”, diz. A ideia é começar com determinada posição e, conforme a intensidade do momento, passar para a posição em que a mulher fica de quatro.

Mais dicas de como sentir prazer

Além das sugestões de Annabelle Knight sobre como sentir prazer, existem outras formas de chegar ao clímax da relação sexual mais facilmente. São dicas que vão te ajudar não apenas para a posição em que a mulher fica de quatro e o homem a penetra por trás, mas para o sexo no geral.

  • Explore zonas erógenas

Sexo não é, e nem deve ser, só sobre o órgão sexual. Na realidade, o corpo humano tem inúmeras regiões que causam prazer quando são estimuladas. São as zonas erógenas, partes do corpo com mais terminações nervosas e pele mais fina, o que as torna mais sensíveis ao toque. Entre elas estão os seios, o pescoço, a boca e as coxas.

  • Fortaleça o assoalho pélvico

Fortalecer o assoalho pélvico com exercícios como o pompoarismo é uma boa forma de garantir mais prazer durante a relação sexual. Exercitar essa região ajuda a manter a vagina mais irrigada, combater o ressecamento vaginal e até as cólicas menstruais. Além disso, a mulher passa a ter mais domínio sobre a própria musculatura, o que facilita na hora do sexo, já que contrair essa musculatura ajuda a ter orgasmos.

  • Invista em lubrificação

O canal vaginal é naturalmente lubrificado e durante o sexo a quantidade de fluidos aumenta. No entanto, para algumas mulheres isso ainda não é o suficiente para uma penetração confortável e chegar ao clímax fica mais difícil. Por isso, investir em lubrificação extra é fundamental. Uma maneira de fazer isso é abusar das preliminares e, se for o caso, recorrer a um lubrificante artificial. É importante lembrar que lubrificantes artificiais devem sempre ser à base de água para evitar alergias, infecções e garantir a eficácia dos preservativos.

  • Não tenha medo de conversar

Falar sobre sexo pode ser um desafio para algumas pessoas. Porém, a comunicação entre os parceiros é um dos pilares para um bom sexo. Só com o diálogo o outro sabe quais são as suas preferências e gostos na cama. Quando ambos se conhecem intimamente fica mais fácil para um satisfazer o outro. Além disso, como sentir prazer a ser uma questão mais simples de ser solucionada.

Fonte: delas.ig

Orgasmo feminino: 8 motivos pelos quais algumas mulheres não atingem o clímax

Para muitas pessoas, incluindo cientistas e médicos especializados em sexologia, o orgasmo feminino continua sendo um mistério.

Muito já foi dito sobre o clímax das mulheres durante uma relação sexual.

Mas nem todas elas conseguem atingir o orgasmo – algumas admitem, inclusive, nunca ter tido um.

O fato é que diversos fatores – psicológicos, emocionais, físicos e até hormonais – influenciam o orgasmo.

A BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC, avaliou oito motivos que podem impedir as mulheres de atingir o clímax sexual.

Experiências negativas do passado

Se a mulher passou por uma situação traumática no passado, que a deixa “travada” nas relações sexuais, é aconselhável que ela compartilhe com o parceiro o que está sentindo para que possa receber apoio e compreensão.

ISTOCK/BBC

Mas se isso é algo que você não quer ou não consegue fazer, é importante procurar a ajuda de um especialista para enfrentar o trauma.

É fundamental que você fale sobre o assunto e receba assistência profissional adequada.

“Nessas situações, é necessário fazer bastante trabalho individual. É muito delicado porque a situação vivida pode causar uma série de constrangimentos ou medo e, em alguns círculos pode fazer com que (a pessoa) seja rejeitada”, explica à BBC Héctor Galván, diretor clínico do Instituto de Psicologia e Sexologia de Madri.

“Há mulheres que (devido ao trauma) evitam a masturbação e, na verdade, inibem o desejo sexual por completo.”

“É preciso voltar a se reconciliar com a sexualidade de forma progressiva, deixando um pouco de lado o sexo para que você se habitue com o contato físico com seu próprio corpo e, pouco a pouco, você vai chegando mais perto do prazer sexual individualmente. Quando isso já está bem consolidado, é hora de se aproximar do parceiro”, sugere o psicólogo clínico.

ISTOCK/BBC

É importante que a mulher decida quando e quanta informação sobre o ocorrido ela quer compartilhar com a outra pessoa.

“Quando uma mulher chega ao ponto de ter bloqueio e vergonha de explicar o que aconteceu, é melhor dizer ao parceiro que é difícil para ela se soltar e que gostaria de trabalhar a questão sexual individualmente sem entrar em detalhes. E com o terapeuta vai trabalhar o problema de forma confidencial.”

“O ideal seria poder conversar abertamente com o parceiro. Mas é melhor que a pessoa prefira reservar uma pequena parte do seu mundo íntimo, mas consiga melhorar sua vida sexual com o parceiro, do que nunca fazê-lo”, explicou o sexólogo.

Estresse e cansaço

Galván recebe em seu consultório mulheres que acham difícil chegar ao orgasmo por vergonha ou sentimento de culpa, provenientes de uma educação muito conservadora. Mas, segundo ele, casos como estes são minoria.

ISTOCK/BBC

Um dos principais fatores que ele tem observado nas pacientes é o nível de estresse.

“Para alcançar facilmente o orgasmo, é necessário que haja um grau bem alto de relaxamento”, diz o médico.

“O organismo pode começar a sentir desejo e excitação (que são as duas fases anteriores ao orgasmo) com algum nível de estresse e cansaço, mas a fase final do orgasmo exige que estejamos relaxados.”

Em parte, esse estresse se deve ao ritmo de vida intenso das pessoas, com jornadas de trabalho longas, horários e múltiplas tarefas a cumprir e, em alguns casos, filhos para cuidar.

Embora nessas situações algumas mulheres fiquem tentadas a fingir o orgasmo – não apenas para que a relação sexual não se prolongue por muito tempo, mas para evitar ferir o ego do parceiro -, o psicólogo recomenda não fazer isso.

É aconselhável conversar e abordar a situação como algo a melhorar.

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Urologistas alertam para uso ‘recreativo’ de remédio contra impotência

O uso prescrito de medicamentos contra a disfunção erétil reativa a vida sexual de homens impotentes e recupera a autoestima. O uso inadequado desses comprimidos, comprados na farmácia sem receita médica, pode fazer mal a saúde, alertam urologistas e outros especialistas.

Foi para sentir-se seguro que Willian, como prefere ser chamado, passou a usar aos 26 anos o Viagra. “Na época eu estava falhando mesmo. O negócio estava feio. O negócio estava ficando sem graça para o meu lado, vergonhoso […] Estava com completo desinteresse.”

Hoje, aos 39, diz já ter usado vários tipos de medicamento em doses diferentes. Ele conta que, para melhorar a autoestima, costuma tomar o medicamento quando sai com uma nova parceira. Sem modéstia, Willian diz que, assim, dá “um espetáculo”.

Para o especialista Paulo Aguiar, do Conselho Federal de Psicologia, esse tipo de comportamento é “um grande sintoma da sociedade”. “Isso [o uso do viagra] preenche vazios e inseguranças do sujeito”, analisou.

Aguiar ressalta que o uso indevido de remédios contra impotência expõe homens clinicamente saudáveis à dependência psicológica e reafirma padrões sociais nem sempre positivos, em que prepondera a virilidade masculina.

Alex Sandro Baiense, do Conselho Federal de Farmácia, aponta que o caso de Willian é generalizável. “Há um abuso do uso desse tipo de medicamento de pessoas que não tem quadro clínico que justifique o uso desse medicamento. Fica mais no campo do uso recreativo, da questão performática para causar impressão”. Ele lembra que a orientação aos farmacêuticos é de que “qualquer medicamento esteja com a indicação adequada”.

“Nenhuma medicação pode ser usada de forma aleatória, simplesmente alguém chegar à farmácia e comprar. Medicina não funciona assim. Medicina funciona quando há consulta médica, tem que ter uma orientação”, aconselha o urologista Carlos da Ros.

“A gente tem um universo pequeno de pessoas que têm contraindicação absoluta de usar esse tipo de medicação, mas há um universo grande de sintomas e sinais que podem ocorrer com o uso da medicação. Quando o paciente não é alertado disso, ele acaba se surpreendendo com o efeito colateral”, acrescenta o urologista Osei Akoamoa Jr.

Lucio Flavio Gonzaga Silva, cirurgião urologista, também condena o uso desnecessário e a falta de consulta ao médico. “Algumas situações contraindicam o uso desses medicamentos. Se você toma sem avaliação médica prévia, você pode estar em uma dessas situações de contraindicação e pode correr riscos graves. Nunca recomendamos o uso recreativo dessas substâncias”, completou.

O antropólogo Rogerio Lopes Azize, professor adjunto do Instituto de Medicina Social (Uerj), avalia que o consumo indevido de medicamentos para a disfunção erétil é sinal dos tempos. “Vivemos no ocidente contemporâneo em uma sociedade do desempenho, no qual nos vemos como um sujeito-empresa, cuja performance deve ser gerida e aprimorada. Isso atravessa e constrói a nossa subjetividade, influencia nossa relação com drogas em termos gerais, legais e ilegais”.

Fonte: noticiasaominuto

Brinquedos eróticos para homens: saiba como explorar o prazer sem tabus

Ter mais prazer, seja sozinho ou acompanhado, é possível com o auxilio de brinquedos eróticos, mas, ainda hoje, muitos homens se recusam a usar um sex toy por acreditarem que acessórios desse tipo indicam falta de masculinidade. Entretanto, esses itens podem ajudar o homem a explorar novas áreas erógenas do seu corpo e garantir novas experiências no sexo e orgasmos mais intensos na masturbação.

Thiago Andrada, fundador da boutique erótica Innuendo, acredita que os homens estão se abrindo mais para experimentar novas formas de prazer. Para ele, esse processo é um pouco lento porque os homens têm facilidade em atingir o orgasmo, acreditam que brinquedos eróticos não sejam necessários e acabam se limitando a assistir filmes pornôs.

“Como os homens começam a se masturbam desde muito cedo e, na maior parte dos casos, não têm a sexualidade reprimida pela sociedade, eles se entendem melhor com o corpo, e acabam tendo uma vida sexual satisfatória mesmo sem o uso desses brinquedos”, analisa Thiago.

Mesmo se entendendo bem com o corpo e conseguindo chegar ao orgasmo com certa facilidade, a sexóloga Nelly Kobayashi afirma que os sex toys podem trazer algo diferente para o prazer individual do homem ou até mesmo a dois.

“Depende da criatividade de cada um. Para relaxar, o homem deve curtir o momento, focar no prazer, livre de preconceitos. Os brinquedos estão ali para aprimorar a vida sexual e não para atrapalhar. Quando usados adequadamente, sempre funcionam”, afirma Nelly.

Quem tem medo de usar um sex toys achando que isso pode ferir a masculinidade está perdendo tempo, pois, segundo Thiago, as mulheres estão aderindo em peso aos brinquedos sexuais e, por conta disso, são justamente elas que estão influenciando seus parceiros a terem as primeiras experiências com produtos eróticos. “Com isso, muitos homens descobrem que existe todo um universo de prazer ao alcance deles, basta ele visitar um sex shop.”

Brinquedos eróticos mais indicados para homens

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A indicação de Thiago para um homem que nunca usou um brinquedo erótico é apostar em masturbadores e anéis penianos. “Os masturbadores podem ser usados tanto pelo homem durante a masturbação quanto pelo casal durante as preliminares. Eles trazem texturas inovadoras e únicas, provocando sensações que não podem ser comparadas com sexo oral, anal ou vaginal”, explica.

Já o anel peniano, segundo o empresário, mantém o sangue dentro do pênis por mais tempo, proporcionando uma ereção mais potente e duradoura, além de retardar a ejaculação.

Agora, para homens mais experientes, os plug anais, os massageadores de próstata e os vibradores são uma ótima sugestão, mas o grande problema está no tabu entre os heterossexuais que envolve a região anal.

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Descubra os sinais de que seu parceiro está indo para cama com outra

Uma das piores sensações que pode existir é ser traído pela pessoa que amamos. Como todos sabem quando estamos com alguém nos amamos e confiamos muito naquela pessoa, e por muitas vezes as pessoas acabam traindo a nossa confiança.

Mesmo que seja difícil de acreditar antes de descobrir uma traição é muito comum aparecer vários sinais. Desconfianças, traições podem acabar com uma relação. O ciúmes muitas vezes fazem com que as pessoas enxerguem coisas que não existem, e por conta disso, acabam entrando em atritos no relacionamento levando com o tempo desgaste dele.

Porém descobrir e aceitar uma traição não é nada fácil, e as vezes desconfiamos, mas não temos certeza se aquilo é real. Pensando nisso separamos hoje alguns sinais que mostram se o seu parceiro está indo para cama com outra mulher. CONFIRA:

1- Ele começou a se comportar de forma estranha, com o celular, como por exemplo antes ele largava em qualquer canto, não tinha senhas e agora passa a viver com ele 24hs grudado e não te deixa mexer.

2- A todo o momento ele quer saber quais são seus planos e horários.

3- Ele começou a cuidar mais da sua aparência.

4- Ele te procura com mais frequência que o normal para ter relações.

5- Ele some do nada depois aparece com alguma desculpinha.

6- Ele está gastando mais do que o normal e não te revela aonde está gastando.

Surprised couple meeting in a coffee shop watching media content in a smart phone

7- Ele não te passa as senhas de suas redes sociais.

 

Na TV argentina, Anitta declara ter feito sexo a três com ex-namorado; veja

Sem filtro, a espontaneidade de Anitta sempre foi um atributo admirado pela indústria e pelo público. Na Argentina, para potencializar sua penetração no mercado fonográfico internacional, a cantora vem cumprindo uma bateria de compromissos em programas de televisão. Em uma dessas entrevistas, no entanto, um detalhe chamou atenção. Questionada se já havia feito ménage à trois, prática de sexo a três, a performer afirmou: “já fiz”.

O apresentador do programa “Podemos Hablar”, da emissora Telefe, Andy Kusnetzoff ficou abismado com a revelação feita por Anitta . Durante a mesma conversa, a cantora ainda detalhou que chegou a fazer ménage mais de uma vez com seu ex-namorado sempre com “duas mulheres e um homem”.

Anitta soltando o verbo

Andy ficou em silêncio por alguns segundos com as declarações da artista brasileira. Em seguida, ela replicou: “O que? Pergunte!”, estimulando para que a conversa continuasse.

O apresentador tentou quebrar o clima, dizendo que várias pessoas afirmam ter feito sexo a três, mas que não gostaram, o que definitivamente não foi o caso da brasileira. Mesmo tendo falado sobre sua vida íntima na TV aberta, a artista não deu detalhes de quem foram seus parceiros nas ocasiões, mas afirmou que as relações foram feitas com o ex-namorado.

“Na época eu estava com meu namorado. Se você está com uma pessoa em quem você confia, não tem nada de errado. Para que o fim seja bom para todos, tem que existir umas regras. Tem que conversar com o par para ver do que gosta, o que pode incomodá-lo ou não”, explicou.

A participação de Anitta foi exibida ao vivo no programa do último sábado (24). Confira o trecho da conversa em que ela deixa o apresentador Andy Kusnetzoff sem palavras com suas declarações: