Novidade do WhatsApp vai tornar mais fácil esconder conversas

Outra novidade notada pelo WABetaInfo que deve virar realidade futuramente é chamada de “contas linkadas”. Por meio desse recurso, você poderá ligar sua conta a serviços externos.

Uma novidade do WhatsApp vai deixar mais fácil esconder conversas no aplicativo. O app está preparando um “modo férias” para você realmente se desligar do trabalho quando sair para suas férias, mas que valerá também para quem quer deixar chats longe da janela inicial.

A nova funcionalidade, que deverá chegar em breve para todas as plataformas do aplicativo, foi notada pelo site WABetaInfo, que divulga com antecipação novidades do mensageiro.

Entenda a mudança

O que acontece normalmente quando as pessoas saem de férias agora? Ou elas precisam sair do grupo de WhatsApp do trabalho, o que pode ser um pouco intimidador e constrangedor para muitos, ou então têm que lidar com notificações do grupo chegando durante suas férias, sem conseguir se desligar totalmente do emprego.

A novidade aponta para uma solução no meio-termo entre as duas opções. O novo recurso terá como foco a função de arquivar os chats, já presente no
aplicativo.

Segundo o WABetaInfo, os usuários em breve poderão ativar o “modo férias”
nas configurações do aplicativo, na aba de notificações. Quando esse modo
estiver ativado, os usuários mudarão a maneira como o arquivamento de chats funciona na plataforma.

Atualmente, quando um chat é arquivado, a conversa é automaticamente
desarquivada se alguém mandar uma mensagem dentro do chat. É isso que vai mudar: com o “modo férias” ativado, as conversas arquivadas que receberem mensagens continuarão na aba de arquivadas se você já silenciou a conversa antes. Ou seja, longe da janela principal de chats.

Assim, quando você sair de férias poderá simplesmente ativar esse modo e arquivar a conversa do trabalho. Quando voltar ao emprego, basta retirar o arquivamento ou o modo silencioso.

É claro que isso não vale só para quem quer parar de receber notificações do
trabalho. Quem quiser esconder um chat da janela principal mantendo ele em
conversas arquivadas poderá simplesmente deixar o “modo férias” ativado
constantemente. Essa era uma mudança que muita gente desejava no aplicativo.

Também segundo o WABetaInfo, usuários do Android pararão de receber
alertas de notificações no app (aquele número que fica ao lado do aplicativo)
para as conversas que você silenciou. Esse era outro recurso aguardado e que
incomodava muita gente.

Recuperar contas

Outra novidade notada pelo WABetaInfo que deve virar realidade futuramente é chamada de “contas linkadas”. Por meio desse recurso, você poderá ligar sua conta a serviços externos.

A função de contas linkadas deverá ser posicionada logo abaixo dos ajustes do
perfil. Por enquanto, o primeiro serviço externo suportado em testes é o Instagram. É possível que o Facebook permita que futuramente você recupere contas de diferentes plataformas de seu domínio, como o próprio Facebook e Instagram, usando outros serviços.

Fonte: uol

Três tipos de aplicativos que você deve evitar baixar no celular

Muitos programas oferecem soluções milagrosas para problemas frequentes, mas nem todos são igualmente confiáveis

aplicativo de todo tipo e para todo gosto. Tem app para aprender idiomas, retocar fotografias, pedir comida e gerir senhas. Mas nem todos são igualmente confiáveis.

Há apps que preocupam usuários e empresas não apenas por ocuparem muito espaço. Eles podem ser fontes de vírus e malwares (softwares maliciosos), e muitos são capazes de encher o celular de publicidade.

Este ano, o Google anunciou que eliminou mais de 700 mil aplicativos para Android considerados “maliciosos”. Esse número é 70% maior que o registrado em 2016.

Muitos desses programas que oferecem soluções milagrosas para problemas frequentes podem até ser prejudiciais ao aparelho.

Há pelo menos três tipos de apps que devem ser evitados:

1 – Os que prometem economizar bateria

Ficar sem bateria é um problema que acontece com certa frequência e nem todo mundo tem à mão um carregador.

Como muitas vezes a bateria morre num momento inesperado ou urgente, é tentador baixar um aplicativo que promete prolongar o tempo de funcionamento do aparelho.

“Os aplicativos para poupar bateria são, em sua maioria, mentirosos. Esses apps não oferecem uma solução para um dos problemas mais odiados em todo o mundo. Prometem milagres”, escreveu o jornalista especializado em tecnologia Eric Ferrari-Herrmann.

“Há muito pouca exceção”, completou.

A melhor coisa para economizar bateria é gerenciar o próprio consumo e eliminar aplicativos que usam muitos dados, em especial aqueles que o usuário quase nunca acessa. Colocar o telefone no modo noturno também ajuda a prolongar a “vida” da bateria.

Especialistas dizem que reduzir o brilho da tela ou desativar os sinais de wi-fi e o bluethooth são maneiras mais eficientes de poupar bateria e otimizar o uso do aparelho.

Outra estratégia é desativar o uso de dados ou usar o modo de pouca energia. Desativar a geolocalização de aplicativos também ajuda – este último também contribui para manter a privacidade.

2 – Os que ‘limpam’ o telefone

Há aplicativos que prometem melhorar o rendimento do celular por meio de de uma “limpeza”. O mais famoso deles é o Clean Master.

De acordo com o especialista José Garcia-Nieto, o Clean Master “desacelera o telefone, substitui a tela de bloqueio e nos leva a baixar mais aplicativos do desenvolvedor Chetaah Mobile.”

“Não funciona para absolutamente nada”, acrescenta.

Ferrari-Herrmann lembra que aplicativos eliminados podem até deixar alguns dados na memória cache (que trabalha junto com o processador), mas diz não ser necessário baixar um app para limpá-la.

Para eliminar dados ocultos, basta acessar o item armazenamento nas configurações do aparelho e limpar os dados cache.

Também não é recomendado confiar em aplicativos que prometem limpar a memória RAM.

3 – Os que ‘refrescam’ o celular

O superaquecimento de celulares pode ser considerado um problema frequente. Pode acontecer por exposição ao sol, vírus, problemas com a bateria ou pelo uso contínuo por longos períodos.

Não importa a razão do superaquecimento: especialistas recomendam não usar apps para resfriar o aparelho.

Segundo eles, um aplicativo com esse propósito só vai servir para sobrecarregar ainda mais o telefone, uma vez que o processador do celular leva horas para esfriar.

Para “refrescar” o telefone é melhor deixá-lo desligado por um tempo.

Outras recomendações

– Baixar apps nas lojas oficiais da Apple e da Google

– Evitar arquivos com extensão “.apk”

– Não baixar apps que prometem soluções milagrosas

– Atualizar as configurações do aparelho com frequência

– Não confiar apenas no antivírus

Fonte: bbc

Por que fechar os apps que usamos não ajuda a economizar bateria do celular

Encerrar as janelas abertas não poupa bateria do telefone – pelo contrário, pode até fazer com que o aparelho consuma mais energia.

Encerrar simultaneamente os aplicativos abertos no celular pode ser, para alguns, até divertido. Como num passe de mágica, fazemos sumir tudo. Ao contrário do que muita gente pensa, porém, isso não ajuda a economizar bateria nem deixa o aparelho mais rápido.

Na maioria dos iPhones, basta clicar duas vezes no botão home, até que as janelas dos aplicativos apareçam empilhadas, e depois deslizar com o dedo para cima para fechar cada app. No Android, você clica no botão “multitarefas”, geralmente o terceiro dos botões virtuais no pé da tela, em forma de quadradinho – e também pode deslizar em cada um para os lados para fechar.

Mas, segundo engenheiros da Apple e da Android, fechar os aplicativos abertos em segundo plano pode até ajudar a consumir mais energia.

O vice-presidente de engenharia da Android – um dos membros fundadores da equipe do Android no Google -, Hiroshi Lockheimer, disse no Twitter há algum tempo que isso “pode até piorar as coisas”.

Isso porque tentar enganar o algoritmo que gerencia o aparelho, desenhado para otimizar o uso de energia, pode desacelerar o sistema. É, segundo ele, melhor deixá-lo agir por conta própria.

O diretor-executivo da Apple, Tim Cook, afirmou que aplicativos que estão em segundo plano não comprometem de nenhuma maneira a bateria do iPhone. Por isso, não faz sentido encerrá-los repentinamente.

Mas qual é a lógica dessa afirmação?

Diferentemente do muita gente pensa, esses aplicativos não consomem a bateria.

Manter suspenso o sistema operacional, seja iOS ou Android, permite que você os mantenha exatamente como os deixou quando os estava usando. Se o aplicativo é encerrado à força, vai obrigar o sistema a reiniciar o processo caso o app seja aberto outra vez, consumindo o dobro de energia sem necessidade.

Para especialistas o que justifica encerrar um aplicativo de repente é em caso de falha inesperada no sistema ou vírus.

Se não for o caso, é melhor deixar o software do celular atuar por conta própria. Os algoritmos dos celulares são criados para gerir de forma eficiente a memória do aparelho.

Os 5 estados de um aplicativo

O funcionamento dos aparelhos tem a ver com as funções multitarefa. No caso do iOS, há cinco possíveis estados para um aplicativo, escreveu o jornalista especialista em tecnologia David Pierce na revista Wired. O Android funciona de maneira muito parecida.

1) Sem funcionamento (o app não está aberto)

2) Ativo (está aberto na tela e em uso)

3) Inativo (fase de transição: está aberto na tela, enquanto se faz outra coisa)

4) Background (pode ficar ativo, realizando operações em segundo plano por até 10 minutos)

5) Suspenso (fica em segundo plano sem fazer absolutamente nada)

“Alguns aplicativos, como os que reproduzem música, os que exigem uso de microfone ou que acionam a localização do usuário são identificados pelo sistema e não são suspensos quando vão para o modo background”, explica em seu blog a empresa de software Solid Gear.

Isso acontece graças aos algoritmos, explica o jornalista David Pierce. Segundo ele, o sistema sabe quais aplicativos que precisam ser fechados, geralmente são aqueles que não foram usados por um tempo ou estão usando mais bateria ou memória do que deveriam.

Esses algoritmos “sabem muito bem quando você vai precisar de mais dados ou quando é necessário reiniciar um aplicativo”.

“É melhor deixar o sistema funcionar para você em vez de forçá-lo a reiniciar e abrir os aplicativos o tempo todo. Além da questão da bateria, ela pode tornar o telefone mais lento”, acrescenta o jornalista.

Como economizar bateria?

Especialistas orientam que reduzir o brilho da tela ou desativar os sinais de wi-fi e o bluetooth são maneiras mais eficientes de poupar bateria e otimizar o uso do aparelho.

Outra estratégia é desativar o uso de dados ou usar o modo de pouca energia. Desativar a geolocalização de aplicativos também ajuda – este último também ajuda a manter a privacidade.

Fonte: bbc

Alguns celulares não rodam Netflix em HD; entenda o motivo

Saiba como verificar se o seu smartphone pode excutar vídeos da Netflix em alta definição (HD)

Talvez você nunca tenha percebido, mas muitos smartphones Android não conseguem rodar vídeos em alta definição em plataformas de streaming, incluindo serviços como Netflix e o Google Play Filmes. E o problema tem a ver com direitos autorais.

Trata-se de um protocolo contra pirataria utilizado pelo Google. Todo serviço de streaming utiliza esses sistemas de segurança, chamados de DRM – Digital Right Management ou, gerenciamento de direitos digitais na sigla em inglês. O próprio Android conta com um sistema do tipo, que visa garantir a legitimidade dos vídeos.

Há vários tipos de DRM, pois o pacote pode ser configurado de maneiras diferentes. Por exemplo, alguns restrigem a utilização de arquivos, outros não permitem cópia alguma, outros não permitem conversão de formatos. Uma das empresas mais difundidas em DRM chama-se Widevine, fundada em 1999, comprada em 2010 pelo Google para dar origem ao protocolo Google Widevine.

Há até três níveis de proteção no Widevine. Chamados de L1, L2 e L3, o Android usa apenas o primeiro ou o terceiro nível. No Google Widevine L1 os vídeos são processados usando uma série de protocolos de segurança, utilizado um decodificador (chamado de codec) e o vídeo irá funcionar normalmente em alta resolução. Mas o nível L3 utiliza uma programação que não consegue alcançar a criptografia de hardware e assim, o vídeo vai até funcionar, mas não vai ser executado em alta definição. Ou seja, para uma reprodução de vídeo correta, nosso celular precisará do nível L1.

Infelizmente nem todos os telefones Android adicionam o L1, sendo limitados ao nível 3, com o qual a qualidade é cortada. Isso tem uma implicação direta na resolução dos vídeos da Netflix, Google Play Filmes ou o Amazon Prime Video. No Youtube isso não acontece porque a plataforma utiliza codecs diferentes.

Como verificar se o seu smartphone pode excutar vídeos da Netflix em alta definição (HD)

É possível comprovar qual o nível de segurança DRM que o nosso Android utiliza por meio do aplicativo DRM Info. Ao executá-lo, uma tela mostra vários dados, mas o que importa para nós está no final da página, que exibe o nível de segurança. Se estiver escrito L1, o smartphone poderá exibir vídeos do Netflix em HD ou resolução superior. Mas se estiver como L3, não será possível assistir vídeos em alta definição.

LEIA A REPORTAGEM COMPLETA NO OLHAR DIGITAL.

Caixa libera consultas sobre PIS por assistente de voz em smartphones

O recurso está disponível apenas para celulares do sistema Android

Os trabalhadores com saldo no Programa de Integração Social (PIS) podem usar o assistente de voz de telefone celular para consultarem o calendário de pagamento e tirar dúvidas sobre o benefício. A Caixa Econômica Federal liberou o recurso para smartphones do sistema Android.

Para fazer a consulta, basta o correntista abrir o assistente de voz do Google no smartphone e falar “OK, Google”. Em seguida, o usuário pode entrar em contato com o banco ao pronunciar a frase “falar com a Caixa”. A partir daí, basta fazer perguntas para ser atendido pela plataforma de inteligência artificial do banco e tirar as dúvidas.

Atualmente, qualquer usuário pode consultar resultados de loteria e taxas de câmbio por meio do assistente de voz da Caixa. O banco pretende ampliar o serviço de inteligência artificial até o fim do ano.

Fonte: metropoles

Quão longe estamos de termos celulares que se consertam sozinhos?

Quão longe estamos de termos celulares que se consertam sozinhos?

Cada vez mais empresas investem em novas tecnologias para reduzir o desperdício gerado pela sociedade moderna, reutilizando e dando novas funções aos produtos.

A chamada “economia circular”, conceito que faz parte da discussão sobre desenvolvimento sustentável, tem explorado novas fronteiras – e uma delas é a perspectiva de fabricação de materiais de alta tecnologia que podem se consertar sozinhos.

Você não precisa ser o ciborgue do Exterminador do Futuro 2 para saber que a capacidade de auto-regeneração pode ser bastante útil. Afinal, nossos corpos fazem isso o tempo todo. Mas e se nossos telefones, propensos a rachaduras e arranhões, pudessem fazer isso também?

Em janeiro, a gigante de tecnologia Samsung patenteou uma “composição anti-impressão digital com uma propriedade de auto-regeneração” – que, especula-se, seria incorporada ao próximo smartphone da empresa, o S10 – previsto para ser lançado no início de 2019 -, para que ele pudesse reparar pequenos arranhões.

Embora uma patente não seja, de forma alguma, uma garantia de que um determinado produto chegará ao mercado, esta da Samsung chamou a atenção de fãs de smartphones que há muito tempo aguardam dispositivos mais resistentes.

Mas como um objeto inanimado pode consertar a si mesmo? E é realmente provável que vejamos telefones com auto-reparação, ou outros produtos, no mercado tão cedo?

A pesquisa no mundo da engenharia de materiais muitas vezes anda mais devagar do que as manchetes das publicações de ciência podem dar a entender.

Tomemos como exemplo o polímero auto-reparador conforme foi relatado em reportagem na revista Science no final do ano passado. Descoberto por acidente, o polímero (termo usado para definir um tipo de macromolécula) é capaz de se auto-regenerar quando uma pequena fissura se forma, graças a uma substância chamada tioureia.

Ela contém átomos de hidrogênio que criam novas ligações umas com as outras em um padrão sutil de ziguezague quando o material danificado é espremido suavemente. A linha de reparo em ziguezague evita a cristalização – o que ajuda a manter o material rígido.

Isso foi relatado em muitos sites de notícias como um potencial material para ser usado na fabricação das telas de smartphones. Mas o professor Takuzo Aida, da Universidade de Tóquio, um dos autores do relatório, diz que não acha que esse polímero em particular seria o mais adequado. Segundo ele, o material não seria forte o suficiente para suportar as pressões do uso diário ao ar livre.

“Eu acho que a primeira aplicação deve ser em um dispositivo para ser usado dentro de casa”, diz ele.

Da mesma forma, um polímero de auto-regeneração desenvolvido na Universidade da Califórnia, Riverside, tem sido apontado como um potencial salvador da tela de celular – mas até agora só foi testado em modelos artificiais em laboratório.

A tela com auto-regeneração é uma ideia plausível, mas pode levar alguns anos até que você possa de fato comprar uma. Gerações futuras de telefones podem fazer reparos em si mesmos de outras maneiras, no entanto. O circuito interno pode ser resistente a danos graças a condutores auto-regenerativos como o que está sendo testado na Universidade de Carnegie Mellon.

“A ideia de ter circuitos elétricos que possam se reparar sem qualquer interação ou intervenção humana tem aplicações potencialmente enormes”, diz Rian Whitton, da empresa de pesquisa ABI. Mas as pessoas com maior probabilidade de se beneficiar dessa tecnologia podem ser aquelas que precisam dela para aplicações especializadas.

“Talvez em situações de alto risco, envolvendo socorristas ou militares”, sugere Whitton.

Retornando aos polímeros, especialistas da área dizem que a classe dos materiais com capacidade de auto-regeneração é razoavelmente bem desenvolvida. Na verdade, alguns produtos inclusive já os contêm.

“Você já pode encontrar em alguns revestimentos, além de tintas de carros que os possuem”, diz Sandra Lucas, da Universidade de Tecnologia de Eindhoven.

De fato, a empresa norte-americana Feynlab desenvolveu um revestimento para uso em carros que contém polímeros cerâmicos capazes de preencher pequenos arranhões.

“Imagine ímãs de tamanho nanométrico presos ao final das correntes cerâmicas duráveis, criando um ‘polímero de memória'”, explica o site da empresa. “O polímero de memória se recupera ao seu estado original (reparado) quando aquecido.”

Mas como aquecer o carro? Deixe-o sob a luz direta do sol – ou coloque água quente sobre a área afetada. Há alguns vídeos na internet de demonstrações do revestimento se auto-reparando.

Riscos na superfície são uma coisa, mas e se os materiais pudessem também curar falhas mais profundas? A pesquisa com metais de auto-regeneração – completamente diferente – também está produzindo resultados promissores em um estágio inicial. A ideia é criar metais que possam lidar melhor com as pressões causadas pela repetição do uso diário, conhecidas por causar falhas estruturais.

“Sabemos agora que essas tensões cíclicas, embora não causem mudança de forma, causam pequenas rachaduras na microestrutura do metal”, explica o professor Cem Tasan, do MIT.

Mais comumente conhecido como fadiga de metal, é apontada como uma das possíveis causas por trás da falha catastrófica no motor de um avião durante um voo da companhia Southwest Airlines, nos Estados Unidos, em abril deste ano.

O Conselho Nacional de Segurança nos Transportes dos EUA informou que encontrou seis linhas de rachaduras na pá do ventilador que se separaram no meio do voo. Por causa da falha, uma janela da aeronave quebrou, quase sugando uma mulher para fora do avião. A passageira morreu por conta dos ferimentos.

O professor Tasan e sua equipe estão investigando metais contendo estruturas minúsculas que resistem aos ciclos de estresse. “Elas se transformam em um novo tipo de cristal, mas o novo cristal é maior em volume”, diz ele.

Isso não preencheria lacunas visíveis a olho nu, mas poderia impedir a proliferação dessas microfissuras por trás da fadiga do metal, em escala nanométrica.

Apesar dos muitos desafios envolvidos no desenvolvimento dessas tecnologias, a perspectiva tentadora permanece: um futuro em que nossos telefones, veículos e edifícios sejam mais seguros, graças à capacidade auto-regeneração.

Fonte: bbc

Celular com tela flexível está mais perto de se tornar realidade

Telefones dobráveis são apontados como a nova fronteira das fabricantes de smartphones; saiba mais sobre como eles devem funcionar.

Os chamados telefones flexíveis estão sendo desenvolvidos por vários fabricantes, em busca de dispositivos com telas que se dobrem ao meio – ou de funções ainda mais radicais.

A Samsung, que abocanha a maior parte das vendas de celulares no mundo, talvez lance ainda neste ano seu primeiro aparelho flexível, segundo declarações do presidente-executivo do departamento de celulares da empresa sul-coreana, DJ Koh, em entrevista recente.

Ele insinuou que o novo dispositivo pode ser apresentado durante a Conferência de Desenvolvedores da Samsung, entre 7 e 8 de novembro em San Francisco, na Califórnia.

Outra fabricante nessa corrida é a chinesa Huawei, segunda maior vendedora de smartphones do mundo, que espera lançar produtos com essas habilidades a princípio do ano que vem, segundo um relatório da revista econômica japonesa Nikkei Asian Review.

Fontes da empresa ouvidas em julho pelo Wall Street Journal afirmam que o protótipo do celular flexível pode ser “dobrado como uma carteira”, e seu exterior mostraria uma barra de funções de um lado e a câmera do outro. O jornal afirma que essa nova tecnologia é vista como uma possível forma de rejuvenescer a indústria global de eletrônicos portáteis, em sua tentativa de continuar a “impressionar os consumidores”.

Em entrevista à rede CNBC, o executivo Koh explicou que o processo de fabricação é “complicado”, mas está em sua fase final. Acrescentou, porém, que a empresa precisa ter um objetivo claro para um celular com características flexíveis.

Fabricantes esperam lançar protótipos nos próximos meses

“Se a experiência de um telefone dobrável for igual à de um tablet, será que as pessoas comprarão?”, questionou o executivo. “Cada dispositivo, cada função e cada inovação deve ter uma mensagem significativa para o cliente final.”

Leitura e resistência

Um dos protótipos de celulares flexíveis foi construído em 2016 pelo Laboratório de Mídias Humanas da Universidade Queen, no Canadá.

À época, o celular foi anunciado pela universidade como o “primeiro smartphone flexível do mundo em alta resolução e tecnologia sem fio”. Dobrável, o celular permitiria uma experiência de leitura semelhante à de um livro, segundo os pesquisadores.

“Quando o smartphone é dobrado, as páginas viram da direita para a esquerda, como em um livro. Quanto mais forte for o ato de dobrar, mais rapidamente elas viram”, disse em comunicado de 2016 o diretor do laboratório, Roel Vertegaal.

À revista Wired, Vertegaal disse recentemente que, além de mudar a experiência de leitura, os smartphones flexíveis serão mais resistentes a choques, se curvarão facilmente quando guardados dentro de bolsos e dificilmente terão a tela danificada em caso de quedas.

Segundo ele, quando a produção dessa nova tecnologia alcançar grande escala, “como se trata de plástico, as telas flexíveis devem ser muito mais baratas” que as atuais.

Telas OLED

Tela e componentes precisam ser mais duradouros e eficientes para se adaptar à nova funcionalidade

Em algumas feiras de tecnologia, já estão sendo apresentados alguns modelos de celulares flexíveis de fabricantes como LG, Phillips, Sharp, Sony e Nokia.

O destaque dos dispositivos são as telas OLED, que durante anos foram fabricadas pela Samsung e que também passaram a ser usadas por concorrentes.

OLED é a sigla em inglês de Diodos Emissores de Luz Orgânica – uma tela digital composta por milhares de pixels, cada um com sua fonte própria de luz.

Segundo consultores do setor, como essas telas dispensam uma luz de fundo, conseguem ser mais finas do que as telas LCD, o que favorece a flexibilidade do aparelho.

Isso torna as telas mais caras e, ao mesmo tempo, mais duráveis.

O mais complexo, porém, é que, para fazer um celular flexível, é preciso que outros componentes além da tela sejam dobráveis – a bateria e a carcaça, por exemplo.

Segundo a reportagem de julho do Wall Street Journal, o formato do smartphone dobrável pode exigir uma bateria maior, despertando preocupações quanto a um possível superarquecimento do aparelho – que também exigiria componentes mais poderosos, como chips, o que pode elevar o custo final para o consumidor.

Ainda assim, Lixin Cheng, chefe da divisão móvel da empresa de comunicações chinesa ZTE, outra grande do setor, se disse convencido de que os celulares flexíveis serão a grande novidade no mercado de telefonia móvel.

A revista tecnológica Smart Life foi na mesma direção, afirmando que as telas flexíveis “serão, sem dúvida, a próxima grande revolução na telefonia”.

Fonte: bbc

Dicas de segurança para contratar um serviço pelo celular

Quer contratar algum serviço pelos dispositivos móveis? Confira dicas para evitar riscos e garantir a melhor experiência possível

Pedir uma pizza, um táxi ou até contratar um profissional autônomo: hoje, tudo isso é possível com poucos toques na tela de um celular. A evolução dos smartphones e tablets fez com que a contratação de serviços fosse simplificada e, principalmente, estimulada no Brasil.

Tanto que os dispositivos móveis já correspondem a mais de um quarto das compras online no país. Ao todo, 27,4% de todas as transações do comércio eletrônico nacional são feitas por smartphones ou tablets, de acordo com o relatório Webshoppers, do Ebit.

É um hábito que cresce a cada ano realmente e que já faz parte do costume do brasileiro. Está com fome? Peça pelo aplicativo. Quer se locomover com facilidade e rapidez? Há táxis e motoristas particulares à disposição. Basta ter acesso à internet para isso.

Não é à toa que pedir comida é uma das categorias de serviços campeãs nacional nas transações feitas por celular. Inclusive, um estudo do PayPal indica que 84% dos pedidos se encaixa nessa descrição, seja para alimentação, entretenimento, locomoção ou contratação de
profissionais para tarefas domésticas.

O crescimento é explicado pela facilidade do seu uso. Diferentemente do computador, que exige um ponto de conexão com a Internet, o celular traz mobilidade e, principalmente, conectividade para o usuário. Resumindo: ele pode comprar de qualquer lugar do país.
Porém, novos hábitos exigem outras precauções de segurança. Contratar um serviço é diferente de adquirir um produto pelo simples motivo de colocar uma pessoa dentro de sua rotina – e o que não faltam são pessoas com más intenções dispostas a cometer crimes.

Confira dicas de segurança para evitar transtornos na aquisição de serviços pelo celular:

Verifique a identidade do profissional

Essa é a principal dica na aquisição de um serviço pelo celular. A grande maioria dos aplicativos e sites fornece a foto, o nome dos profissionais e, em alguns casos, até um meio de contato das pessoas que irão executar as tarefas que você contratou.

Com essas informações em mãos, faça uma rápida checagem do profissional que chegar em sua casa no dia combinado. Verifique se ele se parece com a pessoa da foto e não tenha medo de perguntar o nome ou até ligar para o suporte da empresa.

Com a sensação de insegurança que o Brasil enfrenta, todo cuidado é pouco antes de colocar uma pessoa que você não conhece dentro de casa. São atitudes simples que já reduzem o risco de ser assaltado, por exemplo.

Confirme as condições de pagamento

Os serviços contratados por sites e aplicativos normalmente permitem o pagamento online com o cartão de crédito. Mas antes de confirmar o pedido e passar o número do cartão, informe-se sobre as condições de pagamento e a segurança da transação.

A empresa costuma exibir selos e certificações de segurança devido a boas práticas – verifique se o prestador de serviço que você irá contratar possui estas garantias. No caso do site, é mais fácil: veja se o protocolo HTTPS é exibido no navegador.

No caso de pagamento presencial, confirme quais as condições (se aceita cheque e dinheiro) e combine previamente o valor em contrato e/ou nota fiscal. Isso evita que o profissional cobre a mais do que o combinado no mundo online.

Veja a avaliação da empresa na internet

Checar a reputação de uma empresa na Internet ainda é um dos principais recursos para evitar fraudes ou compras mal feitas. Uma rápida pesquisa em buscadores, sites específicos de reclamação e na própria loja de aplicativos mostra um pouco a avaliação dos consumidores.

Analise o que os outros usuários que já negociaram com esses prestadores estão dizendo e faça uma análise do nível de satisfação. Você conseguirá até fazer um ranking com base nos fatores mais importantes para seu dia a dia.

Essas avaliações são uma ótima indicação para a pessoa que ainda está indecisa na hora de contratar um serviço pelo celular e fornece mais informações sobre o profissional, o tipo de serviço e o cumprimento dos prazos.

Mantenha o sistema operacional e o antivírus atualizados

Quem possui computador sabe: é preciso atualizar o sistema operacional e o antivírus regularmente para manter a máquina protegida de invasores. Agora, esse hábito também precisa migrar para os smartphones.

Poucos usuários instalam softwares antivírus em seus celulares e se preocupam em renovar as licenças anualmente. Outros ainda evitam atualizar o sistema operacional iOS ou Android com medo de atrapalhar alguns aplicativos.

A verdade é que essas atualizações são importantes para manter o dispositivo protegido de ameaças. Elas contêm revisões e novos protocolos de segurança que dificultam tentativas de invasão a seus dados.

Evite redes públicas de wi-fi

Para contratar serviços no celular, é necessário conexão com a Internet. Para evitar gasto com os dados de sua rede, muitos usuários buscam pontos de wi-fi na cidade. Essa prática, porém, exige muito cuidado antes de realizar uma transação.

Redes públicas de wi-fi possuem procedimentos de segurança mais brandos, justamente para permitir a conexão de diversos usuários que estejam no local. Dessa forma, ela é mais vulnerável a ataques cibernéticos.

Dessa forma, se você pretende realizar qualquer pedido pelo celular, verifique a sua conexão. Dê preferência à própria rede do seu smartphone. Se você não tiver dados, utilize a rede wi-fi de sua casa ou da empresa em que trabalha.

Serviços na palma da mão

Ao seguir essas dicas de segurança, você poderá realizar a contratação de qualquer serviço na Internet sem correr riscos de fraude ou roubo. Assim, aproveitará todo o benefício que smartphones e dispositivos móveis podem oferecer aos usuários.

É possível adquirir tudo: táxi, delivery de alimentos, marido de aluguel e até serviços de limpeza. É o mundo, literalmente, na palma da mão.

Fonte: Luana Sudré – Seo Marketing / Triider

Exorcistas modernos usam até smartphone para expulsar demônios

Essa “extensão do exorcismo” seria uma forma de lutar contra uma crescente horda de forças malignas, segundo o professor Giuseppe Ferrari, organizador do “Curso de Exorcismo e Oração da Libertação”, aprovado pelo Vaticano

Mais de 200 estudantes de teologia se reuniram nesta segunda-feira (16) para um curso de uma semana, em Roma, com o objetivo de aprender a expulsar demônios. Até aí, nada anormal. Acontece que as aulas também incluem um item quase onipresente em nossa sociedade moderna: o smartphone, que poderá ser utilizado durante exorcismos.

Nas aulas, os participantes, entre eles padres, aprendem com leituras e palestras uma série de tópicos, entre eles como identificar bruxaria e notar diferenças entre possessões satânicas e doenças mentais; além de um guia, passo-a-passo, para mandar embora entidades do além — incluindo falas espirituais que funcionariam à distância, com o uso de telefones. “Eles me ligam e falamos, é assim que eu faço”, diz o cardeal albanês Ernest Simoni, de 89 anos, que não vê muita diferença entre ler as orações em latim via celular e evocar as mesmas frases em um ritual presencial.

Essa “extensão do exorcismo” seria uma forma de lutar contra uma crescente horda de forças malignas, segundo o professor Giuseppe Ferrari, organizador do “Curso de Exorcismo e Oração da Libertação”, aprovado pelo Vaticano. “O número de exorcismos definitivamente aumentou ao longo dos anos, à medida que os pedidos de exorcismo aumentaram. Esse curso se torna muito útil porque prepara sacerdotes com uma visão multidisciplinar da situação.”

Não há números sobre essa alta de casos citados por Ferrari e ainda não dá para saber exatamente se uma sessão com gadget já funcionou. Mas se for para ajudar a diminuir a incidência dos adoradores do Diabo, por que não, né?

Curso também prepara “exorcistas ajudantes” nos moldes de “Código da Vinci”

Quem já leu os livros de Dan Brown ou viu as adaptações de “Código da Vinci”, “Anjos e Demônios” e “Inferno” no cinema, sabe que nem todo mundo que ajuda o Vaticano contra as forças do mal são padres ou teólogos. A Igreja Católica decidiu então aproveitar a popularidade dessas obras para ampliar sua “armada” com “exorcistas ajudantes”.

A palestra “Anjos e Demônios na Sagrada Escritura e nos Ensinamentos da Igreja” é destinada para estudantes, incluindo mulheres, que receberão um certificado para poder auxiliar e estar presente durante ritos de expulsões satânicas — a ajuda viria em forma de orações e apoio moral.

O exorcismo, contudo, só pode ser acionado quando médicos são incapazes de explicar o comportamento de uma pessoa considerada endemoninhada. E, mesmo assim, é exclusivo aos padres e pessoas com permissão de bispos ou de licenças especiais.

Fonte: tecmundo

OnePlus 6 review: A big step closer to the perfect smartphone

Days fish waters gathered given made third under blessed, is face. Is won’t lights it man can’t the. Creepeth darkness own. Also. Divide likeness brought sea. Bring grass. Beginning. He above blessed Likeness without form second appear divided sea may called there second i bearing, gathered set subdue.

Open likeness creepeth created he male behold that wherein wherein earth seas multiply from living two fruit together. Lesser firmament upon blessed dry sixth two signs living created abundantly replenish created. Fowl female appear also. Under unto was evening which gathered fourth sixth. Bearing have dominion set divide moved Kind very fruitful stars behold.

[image lightbox=”1″ caption=”Hath days he yielding whales morning to creature.”]http://thenextmag.bk-ninja.com/demo/wp-content/uploads/2018/03/placeholder.jpg[/image]

Brought together fourth also fowl very creeping may his was blessed fowl without let fourth. Fish, morning saying. That may from seed over one blessed male lesser abundantly his. For lesser signs. Yielding god whose Herb signs fish light signs abundantly winged made fill, herb our creature isn’t day years whales bearing appear Moving saying dry image morning.

[blockquote footer=”Abraham Lincoln”]If friendship is your weakest point, then you are the strongest person in the world[/blockquote]

Gathering great you’ll it. Light all may. Wherein two they’re cattle night called likeness upon. Hath days he yielding whales morning to creature. Two Seasons second saying let third fourth tree doesn’t stars divide. They’re can’t fruitful is sea over that unto created days. To. Beginning don’t it second. Isn’t give earth created waters thing void, third.

Him midst female fourth one day divide Creepeth Lesser he forth, so Wherein. Doesn’t whose meat creeping forth let, blessed there upon saw. Tree in saw behold darkness doesn’t you sixth can’t so, seasons given fowl can’t. Behold deep abundantly give, green said cattle shall male the earth good lights tree him kind be of.