Rondoniense defender CERON e CAERD é defender o desenvolvimento de Rondônia

O Sindicato do Urbanitários de Rondônia (SINDUR), vem travando uma das maiores batalhas políticas, que o rondonienses desdenharam de uma forma geral e agora vão amargar o custo. Desde meados de 2015 o Sindur vem atuando em duas frentes bastante sensível, a primeira frente tem escala nacional e era contra a venda da Eletrobras Distribuição Rondônia, e Ceron. Após o impeachment, o presidente Michel Temer deu largada na entrega do setor energético a iniciativa privada.

Foram 3 anos de greves, inúmeros recursos jurídicos, conclamação da população, caminhadas e reuniões com Deputados e Senadores, tentando demonstrar que em nenhuma nação de 1º mundo o Setor Energético do país é de propriedade privada, pois é o setor estratégico de governo que tem importância fundamental na alavancagem econômica dos países. Em especial a Ceron que era das distribuidoras que sempre deram lucro à União. Os rondonienses desdenharam e agora vão ter de engolir, amargamente, um reajuste tarifário de pouco mais de 25%, de uma só vez.

A Segunda frente de trabalho vem sendo travada a respeito da Companhia da Águas e Esgotos de Rondônia, a Caerd. Durante o Governo Confúcio Moura e Iacira Azamor, foi promovido o sucateamento da Caerd, uma empresa pública que tem saúde fiscal e financeira e que tem como retomar o crescimento, ESTAMOS VENDO ISSO DE FORMA CLARA!!!

Após inicio do desmonte que a CAERD, de maneira propositada, sofrida para justificar a sua venda, setores da imprensa, PATROCINADOS PELO GOVERNO DE RONDÔNIA, tentaram desvirtuar as informações culpando a “Gestão Compartilhada”, finalizada em 2010, e TODOS OS TRABALHADORES, pelos desmandos da gestão de Iacira Azamor e Confúcio Moura.

No ano 2000, a Caerd tinha 637 funcionários, alguns se aposentaram, outros se desligaram da empresa e em 2010 a Caerd contava com 536 funcionários.

Durante esse período a arrecadação da Companhia saltou de R$ 18 milhões, em 2000, para mais de R$ 90 milhões em 2010. Sendo que a folha de pagamento em 2010 era de pouco mais de R$ 44 milhões. A Caerd que contava com 104.977 ligações em 2000 e passou para 194.865 ligações de água. Havia liquidado sua dívida de 185 mi para menos de 10 milhões, estava com a folha de pagamento em dias.

Iacira Azamor assume presidência da Companhia em 2014 e junto com ela os cargos comissionados saltam para 28, 2015 sobe para 56 cargos e em 2016 são mais de 112 cargos comissionados. Em 2015, 76 funcionários foram transpostos para o quadro da União, mesmo assim em Dezembro de 2016 a empresa contava com mais de 770 funcionários e a folha de pagamento saltou para mais de R$ 70 milhões, a Receita chega aos R$ 112 milhões, desta forma a folha passa a consumir 62% da arrecadação da Caerd.

Durante esse crescimento das despesas da companhia, aliado a falta de investimentos, a Caerd perdeu importantes concessões como as de Ariquemes, Pimenta Bueno e Rolim de Moura. Nessas cidades as prefeituras decidiram não renovar a concessão com a Caerd e passaram para o setor privado o gerenciamento, implantação e ampliação das redes de água e esgoto.

Porto Velho e Ji-Paraná, as maiores cidade de Rondônia, também começam sinalizar a intensão de rescindir as concessões.

Se atente rondoniense, você vai pagar por este reajuste também.

 

A Luta Continua!!!

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