E os sintomas são diversos, preste atenção pois o assunto é sério e afeta milhões de mulheres

Então? É apenas um título sensacionalista, certo? Pois não. É sério, a vagina tem seu próprio temperamento, assim como você e pode, fisicamente ser completamente feliz ou deprimida.

Em termos médicos, depressão vaginal tem o nome de vulvodynia, e é essencialmente uma condição vaginal muito dolorosa que afeta milhões de mulheres em todo o mundo. Isso acontece principalmente porque quase nenhuma delas sabe a condição, e obviamente não tratam.

Vulvodynia é uma síndrome de dor crônica que vem com o aviso e podem durar por longos períodos de tempo. Geralmente é acompanhada por sintomas como ardor, coceira, dor, inflamação e secura.

A triste verdade é que não há nenhuma causa específica da vulvodynia, e até recentemente os médicos não reconheciam como uma síndrome de dor real. Na verdade, o diagnóstico é muito difícil, já que a vagina aparenta estar fisicamente bem. Os médicos têm de fazer um teste físico com um cotonete de algodão para pressionar diferentes partes para avaliar a gravidade da dor.

A pior parte é que não há cura para o vulvodynia, mas existem tratamentos disponíveis. Você pode ser prescrita uma dose muito baixa de antidepressivos. Ninguém sabe porquê, mas funciona! Apesar de não causar alívio em muitos casos.

Como evitar isso? Fácil! Sua melhor aposta para evitar vulvodynia, está em fazer sexo, muito sexo. Precisa de mais desculpas? O que acontece é que o sexo promove colágeno e células que mantêm o fluxo sanguíneo dessa área saudável.

Bem, se você está só a masturbação também ajudar! Lembre-se, a estimulação sexual vai fazer você feliz e também a sua vagina!

Veja no vídeo, entrevista com a Fisioterapeuta Mônica Lopes, que tratou do assunto. Para saber mais, acesse o blog

Mulher.bo

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Alan Alex é jornalista, editor do site e da coluna Painel Político. Natural de Porto Velho foi criador e editor do site Portal364, trabalhou na redação dos jornais Diário da Amazônia, Folha de Rondônia, revista Painel Político, foi assessor de imprensa, é roteirista, editor de conteúdo e relações públicas. Também atuou como repórter de TV e rádio. É filiado à ABRAJI.

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