STF volta a discutir inelegibilidade por rejeição de contas e define tese

Sob pressão, senadores adiam reajuste do Supremo

Retirou-se da pauta um requerimento do PMDB para que as propostas fossem votadas em regime de urgência

Sob pressão da opinião pública, o Senado decidiu aguardar para votar projetos de lei que elevam os vencimentos dos ministros do Supremo Tribunal Federal e do procurador-geral da República de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil.

Retirou-se da pauta um requerimento do PMDB, subscrito por outros partidos, para que as propostas fossem votadas a toque de caixa, em regime de urgência.

De acordo com o Blog do Josias, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), anunciou o aguardo, ao final da sessão noturna desta quinta-feira (8).

Ele havia prometido ao presidente do Supremo, Ricardo Lewandowski, que os reajustes salariais seriam submetidos a votação.

Recuou depois de receber a visita da ministra Cármen Lucia, que assumirá o comando da Corte na segunda-feira (12). Parece que sucessora de Lewandowski não atua em causa própria.

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