Suspeito de matar comandante da PM no Méier estava em liberdade condicional desde junho

Um dos suspeitos de participar do assassinato do comandante do batalhão do Méier, na Zona Norte do Rio, já foi identificado pela Delegacia de Homicídios. Matheus do Espírito Santo Severino, de 22 anos, estava em liberdade condicional desde junho, depois de passar seis meses preso. Ele tem passagens por tráfico e associação para o tráfico.

Os investigadores dizem que Matheus trocou tiros com o cabo Ney Vilar, da Polícia Militar, que dirigia o carro onde estava o comandante Luiz Gustavo Teixeira, enterrado nesta sexta-feira (28), no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, na Zona Oeste.

“Ele foi reconhecido como a pessoa que trocou tiros com o Ney. O Ney reconheceu ele de forma categórica e ainda, posteriormente a isso, ele ainda tenta voltar para pegar uma das armas que estavam no chão. A partir do depoimento do policial Nei, está totalmente descartada a hipótese de execução do coronel”, disse o delegado Rivaldo Barbosa.

Os agentes têm pistas dos outros três suspeitos de participação no crime, mas não quiseram dar maiores detalhes para não prejudicar a elucidação do caso. Eles continuam foragidos.

A polícia militar continuou a fazer buscas nesta sexta-feira (28) em comunidades do Lins e do Méier para encontrar os criminosos. Trezentos homens saíram às ruas para cumprir 14 mandados de prisão. A operação não tem prazo pra terminar.

Por causa da operação, quase dois mil alunos de escolas da rede municipal no Lins e no Engenho Novo ficaram sem aulas.

Nova operação

Também teve aluno fora da escola na região do Estácio e do Catumbi, onde as polícias Civil e Militar fizeram uma operação com o apoio das Forças Armadas. Para a polícia, foram desses locais que saíram os bandidos que invadiram à Rocinha, há quarenta dias, a mando do traficante Antônio Bonfim Lopes, o Nem.

A operação começou nas primeiras horas da manhã desta sexta-feira (28), com o apoio de dez blindados. O espaço aéreo ficou fechado e os militares interditaram ruas e revistaram quem entrava ou saía.

Ao todo, 1.700 homens das Forças Armadas deram apoio às polícias Civil e Militar para entrar nas comunidades de São Carlos, Mineira, Querosene e Zinco. Foram cumpridos 20 mandados de prisão. A polícia diz que quatro dos presos são traficantes que fugiram da Rocinha.

Por causa das operações, em toda cidade, mais de oito mil alunos ficaram sem aulas nesta sexta-feira.

Fonte: g1

  
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