Datena é condenado após chamar Xuxa de “garota de programa”

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Desavença começou por conta da Lei da Palmada e ele terá que pagar R$ 20 mil em cadeira de rodas

O desentendimento entre José Luiz Datena e Xuxa Meneghel ganhou um novo capítulo. De acordo com o F5 , da Folha de S. Paulo , o jornalista da Band foi condenado a pagar uma indenização equivalente a R$ 20 mil em cadeira de rodas para uma instituição de caridade. Isso porque, ele ofendeu a apresentadora durante uma discussão que aconteceu em 2017.

Xuxa resolveu tomar uma atitude após ser chamada de “garota de programa infantil” por Datena. Na época, a rainha dos baixinhos moveu uma queixa-crime e a Justiça acabou condenando o jornalista. Ao F5 , o advogado de Datena , Fábio Mariz, disse que o caso está resolvido e que 10 cadeiras de rodas já foram doadas para instituições em dezembro de 2019.

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A sugestão da pena foi dada pelo Ministério Público e o apresentador do “Brasil Urgente” acatou. No decorrer do processo, Xuxa não compareceu a nenhuma audiência e sempre era representada por um advogado. Fábio ressaltou que seu cliente não tinha a intenção de ofender a honra da apresentadora e só queria defender seu filho durante a discussão.

Caso não se lembre, em 2017, Joel Datena, filho do jornalista, declarou que não concordava com a Lei da Palmada, que pune os pais que batem nos filhos, e Xuxa, grande defensora da causa, rebateu dizendo que era uma lei válida. Foi então que Datena entrou na discussão e disse que quem tinha que apanhar era o filho por ter acompanhado quando criança “aquela garota de programa infantil que cresceu e continua infantil”. Via IG

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A ação judicial que obrigou mágico David Copperfield a revelar truque que faz 13 pessoas desaparecerem

Os advogados de Copperfield, tido como o mágico mais bem pago do mundo, argumentaram que revelar o truque o prejudicaria financeiramente, mas um juiz do tribunal distrital de Las Vegas exigiu uma explicação

O mágico americano David Copperfield foi forçado a revelar “o segredo” de um truque famoso após um participante ter ido à Justiça alegando ter se ferido em uma apresentação em Las Vegas.

O turista britânico Gavin Cox, de 58 anos, entrou com uma ação pedindo indenização por causa de uma queda durante o truque conhecido como “Lucky # 13”, em que 13 pessoas da plateia são escolhidas aleatoriamente para desaparecer no palco.

Cox teve um ombro deslocado e afirma que passou a sofrer de dores crônicas e lesões no cérebro, também em decorrência da queda sofrida quando participava do número.

Copperfield diz ter realizado o truque milhares de vezes sem incidentes.

A grande surpresa – alerta de spoiler – é que ele faz as pessoas escolhidas reaparecerem no fundo do auditório.

Os advogados de Copperfield, tido como o mágico mais bem pago do mundo, argumentaram que revelar o truque o prejudicaria financeiramente, mas um juiz do tribunal distrital de Las Vegas exigiu uma explicação.

Chris Kenner, produtor executivo de Copperfield, divulgou “o segredo” terça-feira na corte.

Ele revelou que depois que as cortinas caem sobre os 13 participantes no palco, eles são conduzidos rapidamente através de passagens no entorno do resort Las Vegas MGM, onde o show é realizado. Ou seja, as pessoas saem do prédio e reaparecem na parte de trás do teatro.

Cox, que é morador de Kent, um condado no sudeste da Inglaterra, caiu enquanto assistentes de palco o conduziam por essas passagens. Ele foi levado para o hospital com um ombro deslocado.

Afirmou, entretanto, que os médicos também diagnosticaram, posteriormente, uma lesão cerebral.

Ação

Na ação que move contra o mágico, o turista alega que desembolsou mais de US$ 400 mil (o equivalente a R$ 1,3 milhão) em despesas médicas, segundo a NBC News.

Seu advogado, Benedict Morelli, disse em suas alegações iniciais que “os acusados tinham o dever de fornecer um ambiente seguro para o público participante”.

Quando Morelli perguntou a Copperfield quem deveria seria culpado por ferimentos ocorridos em participantes da plateia, o mágico respondeu: “Isso dependeria do que aconteceu. Se eu tivesse feito algo errado, seria minha culpa”.

Cox alega que havia entulhos de construção e poeira nas passagens que seu cliente usou, mas Copperfield refutou: disse que andou pelo mesmo caminho mais cedo e que ele estava limpo.

O resort MGM de Las Vegas, que também é réu no processo, usou argumento semelhante.

Por meio do advogado Jerry Popovich, o estabelecimento afirmou que “Cox não escorregou; mas sim tropeçou”.

O julgamento continua, com a expectativa de um novo depoimento de Copperfield na terça-feira.

Fonte: bbc