Bigsal – Corpos de piloto e empresário podem estar a 32 metros de profundidade e a 1800 metros do local das buscas

O monomotor que caiu minutos após decolar no dia 1º de fevereiro próximo a Ilha do Campeche, em Florianópolis, foi encontrado na manhã desta segunda-feira. Segundo o tenente-coronel Elton Souza Zeferino, do Corpo de Bombeiros, pedaços maiores do cockpit foram localizados a cerca de uma milha náutica (cerca de 1.800 metros) do local onde as buscas foram concentradas na região Leste e Sul durante duas semanas.

URGENTE (ATUALIZADA ÀS 17H12MIN HORÁRIO DE RO) – Bigsal – Corpo é encontrado em destroços de aeronave em SC 

A área foi encontrada na última tentativa da empresa Sulmar Serviços Subaquáticos, contratada pelos familiares dos desaparecidos para auxiliar nas buscas no dia 4 de fevereiro. O Grupo de Busca e Salvamento (GBS) do Corpo de Bombeiros encerrou as buscas no domingo sem sucesso.

[su_frame align=”right”] [/su_frame]— Encontramos pedaços maiores da aeronave, mas ela está bastante destruída. Vamos começar os trabalhos ainda hoje com mergulhadores do bombeiros e da empresa particular — explicou o tenente-coronel Elton Souza Zeferino.

A princípio não serão utilizados equipamentos como guinchos para a retirada das peças. Segundo o tenente-coronel, as peças que estão a cerca de 32 metros de profundidade podem ser retiradas pelos próprios mergulhadores.

Apesar de não ter mais chances de encontrar os dois desaparecidos com vida, a esperança é encontrar ao menos os corpos para dar uma resposta às famílias. O empresário Robson Guimarães e o piloto Marlon Neves estavam a bordo no momento da queda.

— Nossa intenção é exatamente essa: encontrar as vítimas. Se acharmos, a confirmação de se realmente se tratam do piloto e do empresário será feito através de exames do Instituto Médico Legal (IML) — afirmou o tenente-coronel Zeferino.

*Matéria atualizada às 14h35min (horário de RO). Os corpos ainda não foram localizados, mas podem estar próximos ao cockpit que foi localizado nesta segunda-feira.

Bigsal: Encerram as buscas pelos corpos de empresário e piloto em SC

Encerraram neste domingo (14) as buscas pela aeronave de pequeno porte que caiu próxima à Ilha do Campeche, na região Sul de Florianópolis, na madrugada do dia 1º de fevereiro. Duas pessoas desapareceram.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o trabalho de buscas atrás das vítimas durou duas semanas. No avião estavam o piloto, Marlon Neves, e o proprietário do monomotor, Robson Guimarães, que tinha como destino Ji-Paraná, em Rondônia, cidade natal deles.

[su_frame align=”right”] [/su_frame]Além dos bombeiros, uma empresa especializada em serviços subaquáticos foi contratada pela família do empresário, mas também encerrou os trabalhos neste domingo.

O acidente
A aeronave decolou às 5h15  e caiu aproximadamente três minutos depois, a seis milhas do aeroporto, conforme os bombeiros.

O sistema de controle aéreo da Aeronáutica acionou o Corpo de Bombeiros por volta das 5h30. Em sobrevoo, os bombeiros avistaram do helicóptero Arcanjo destroços e manchas de óleo no mar. Mergulhadores do Corpo de Bombeiros e embarcações da Marinha também auxiliaram nas buscas.

Os Serviços Regionais de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA V) irá investigar as causas do acidente.

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Bigsal: Buscas por empresário e piloto completam uma semana com auxílio de dois equipamentos e empresa particular

Uma semana após a queda do monomotor TBM 900 em Florianópolis, o empresário Robson Guimarães, o piloto Marlon Neves e o cockpit da aeronave continuam desaparecidos. Segundo o coronel do 1º Grupo de Salvamento do Corpo de Bombeiros, Elton Zeferino, além do sonar, um segundo equipamento foi incorporado às buscas: um magnetômetro.

[su_frame align=”right”] [/su_frame]Esse equipamento, que foi emprestado por uma empresa particular para a guarnição, auxilia na localização de peças metálicas através da conversão de sinais magnéticos em impulsos elétricos. Um sinal foi emitido ainda na sexta-feira, primeiro dia de utilização do magnetômetro, mas foi constatado que era apenas o cabo submarino que passa próximo à Ilha do Campeche. Os bombeiros também utilizam um sonar, outro equipamento que emite sinais ao encontrar peças metálicas.

Quatro bombeiros em duas embarcações seguem as buscas em uma área de 20 km² no sul de Florianópolis. Inicialmente, a área era concentrada nos 50 m² onde foi avistado uma mancha de óleo ainda na segunda-feira, dia 1º. A abrangência aumentou – leste e sul da Ilha – devido à ação das correntes marítimas. Segundo o Coronel Zeferino, técnicos da Força Aérea Brasileira foram acionados para auxiliar nos cálculos de onde o avião teria caído de forma mais precisa e assim facilitar as buscas:

— Nós nos concentramos na área onde foi vista a mancha de óleo e onde o monomotor sumiu dos radares. Pedimos ajuda da Força Aérea para calcular com mais precisão essas informações e assim tentarmos localizá-los mais rapidamente.

A empresa Sulmar Serviços Subaquáticos, contratada pela família dos desaparecidos para auxiliar nas buscas, também segue na região. Eles trabalham em conjunto com o corpo de bombeiros dividindo a área de atuação.

As buscas serão reavaliadas após o final do Carnaval. Segundo o coronel, uma nova área de atuação ou até repensar o número de homens utilizados nas buscas deve ser refeito a partir de quinta-feira.

Bigsal: Bombeiros iniciam quarto dia de buscas

Bombeiros do Grupo de Busca e Salvamento (GBS) sairão pelo quarto dia seguido da base próximo a cabeceira da Ponte Hercílio Luz, em Florianópolis, em busca dos dois desaparecidos após a queda do monomotor na segunda-feira.

[su_frame align=”right”] [/su_frame]Três mergulhadores e outros três bombeiros irão se dividir em duas embarcações para fazer uma varredura na área que vai da Praia da Armação, no Sul da Capital, até a Praia da Joaquina, na região leste. A previsão é de que as buscas iniciem às 9h. O helicóptero Arcanjo fará sobrevoos pontuais ao longo do dia para auxiliar nos trabalhos.

Eles procuram pelo empresário Róbson Guimarães e pelo piloto Marlon Neves, que estão desaparecidos desde que decolaram às 5h30min de segunda-feira quando a aeronave que ia em direção a Ji-Paraná, em Rondônia, sumiu dos radares da torre de controle.

O Quinto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa V), braço da Força Aérea Brasileira, irá investigar as causas do acidente. Mas não tem data máxima para a entrega do relatório.

Bigsal: Defeito no sonar prejudica segundo dia de buscas em Florianópolis

O segundo dia de resgate na operação que mobiliza 11 homens do Corpo de Bombeiros e representantes da Marinha não teve sucesso na localização dos corpos das vítimas ou dos destroços do avião monomotor TBM 900 que caiu segunda-feira após decolar do aeroporto Internacional Hercílio Luz, em Florianópolis. As buscas devem ser retomadas nesta quarta-feira pela manhã.O aparelho Sonar, que consegue detectar a presença de objetos metálicos em profundidade, sendo o único capaz de localizar corpos, veículos ou embarcações submersas, apresentou problemas.

[su_frame align=”right”] [/su_frame]A equipe continuou as buscas com uma corda presa a dois botes e arrastada pela área onde se acredita estar os destroços do avião, ao sul da Ilha do Campeche.   – Pelo peso da aeronave, acreditamos que ela deve estar ainda no mesmo local da queda. O local tem uma profundidade de aproximadamente 25 metros e não temos visibilidade.

O objetivo do Sonar é nos dar visão no fundo do mar, com o equipamento podemos ganhar tempo. Continuaremos a varredura com o cabo, até que o equipamento possa ser utilizado – disse  observa o comandante das operações no local, Hilton de Souza Zeferino.  O aparelho é o único do Sul do Brasil.

Bigsal: o que se sabe e o que ainda é dúvida sobre o acidente aéreo

O acidente com um monomotor na manhã de segunda-feira em Florianópolis mobilizou bombeiros e pescadores. A aeronave particular TBM 900 sumiu dos radares três minutos depois de decolar do Aeroporto Internacional Hercílio Luz a caminho de Ji-Paraná, em Rondônia. Os dois, o empresário e pecuarista Robson Guimarães e o piloto Marlon Neves, únicos ocupantes seguem desaparecidos.

[su_frame align=”right”] [/su_frame]Veja o que se sabe e o que ainda é dúvida sobre o acidente:

Como aconteceu o acidente?

O monomotor TBM 900, com prefixo PP-LIG, decolou às 5h20min do Aeroporto Internacional Hercílio Luz, em Florianópolis, com destino a Ji-Paraná, em Rondônia. Três minutos depois, a aeronave perdeu a comunicação com a torre de controle e desapareceu dos radares.

Qual o trajeto percorrido pela aeronave e onde aconteceu o acidente?

Durante os três minutos no ar, a aeronave percorreu um caminho de cerca de 10 km em direção ao Sul de Florianópolis. Às 7h, os bombeiros do helicóptero Arcanjo localizaram manchas de combustível e destroços do monomotor a cerca de 800 metros da parte leste da Ilha do Campeche.

Quando começou a operação de resgate das vítimas?

A operação conjunta do Grupo de Busca e Salvamento (GBS) dos Bombeiros, do helicóptero Arcanjo e da Marinha começou às 5h30min, logo após o alerta da Aeronáutica. Os primeiros destroços foram encontrados por volta das 7h. As buscas seguiram, mesmo com dificuldades de visibilidade, até as 20h de segunda-feira, quando foram suspensas. Os trabalhos foram retomados na manhã desta terça-feira.

Como estão sendo realizadas as buscas? 

Três mergulhadores do Grupo de Busca e Salvamento (GBS) e quatro bombeiros militares seguem nas buscas próximo à Ilha do Campeche, onde os destroços da aeronave foram avistados. A área de atuação dos bombeiros, que na segunda-feira estava restrita aos 50m² da mancha de óleo, foi estendida nesta terça-feira para corresponder ao percurso da praia da Armação até a praia da Joaquina. Os mergulhadores, no entanto, senguem concentrados no mesmo local.

Os bombeiros do Arcanjo fizeram buscas durante toda a segunda-feira e por quarenta minutos nesta terça. A partir desta manhã, eles farão apenas ações pontuais, como sobrevoos ocasionais.

O que já foi encontrado da aeronave? 

Destroços da carcaça vermelha e branca do TBM 900 já foram encontrados, assim como pedaços do assento e objetos pessoais. A maior parte da estrutura, no entanto, ainda não foi resgatada. Os bombeiros acreditam que ela ainda esteja submersa na região.

Quais foram as causas do acidente? 

Ainda não se sabe o que causou o acidente na manhã de segunda-feira. O Quinto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa V), braço da Força Aérea Brasileira, irá investigar as causas do acidente. Técnicos sediados em Canoas, no Rio do Grande do Sul, já iniciaram a análise dos destroços encontrados.

Em nota, a FAB informou que “os técnicos já trabalham com levantamento de dados (documentação, meteorologia, plano de voo, inspeção etc). Ainda não é possível levantar hipóteses sobre os fatores que contribuíram para o acidente”.

A investigação não tem prazo final para ser concluída.

As informações são do Diário Catarinense. Para ver a cobertura completa sobre o acidente CLIQUE AQUI!

Bigsal: Buscas são retomadas em Santa Catarina

As buscas pelos dois desaparecidos após a queda de um monomotor próximo a Ilha do Campeche, em Florianópolis, foram retomadas na manhã desta terça-feira. Os trabalhos foram iniciados entre às 9h em uma ação conjunta dos bombeiros do Grupo de Busca e Salvamento (GBS) e do helicóptero Arcanjo.

[su_frame align=”right”] [/su_frame]Segundo o comando do Corpo de Bombeiros, doze homens começaram na busca peloempresário Róbson Guimarães e pelo piloto Marlon Neves. Os dois saíram do Aeroporto Hercílio Luz, a caminho de Ji-Paraná, em Rondônia, às 5h20min de segunda-feira. Três minutos depois perderam a comunicação com a torre de controle. Destroços da aeronave PP-LIG foram resgatadas pelos bombeiros e pela Marinha ainda na manhã e tarde de segunda-feira em uma operação que durou cerca de 12 horas.

A ação dos mergulhadores dos Bombeiros seguirá próximo a mancha de óleo, uma área de 50 m² a cerca de 800 metros da parte leste da Ilha do Campeche. Mergulhadores utilizarão um sonar, aparelho que emite ondas mecânicas para auxiliar na procura de objetos em alto mar. A profundidade do local é entre 25 e 30 metros e a crença é de que grande parte da estrutura da aeronave ainda esteja submersa.

As embarcações dos bombeiros, no entanto, começaram a cobrir uma área significativamente melhor. Ela vai desde a praia da Armação até a praia da Joaquina. Cinco bombeiros do helicóptero Arcanjo realizaram um sobrevoo no local durante quarenta minutos.

Segundo os Bombeiros, a previsão é de que as buscas continuem até que os desaparecidos sejam encontrados.

Bigsal: Aeronáutica diz que ainda não é possível levantar hipóteses sobre a queda de avião

Por meio de sua assessoria de comunicação social, a Aeronáutica informou que ainda não é possível levantar hipóteses sobre os fatores que contribuíram para o acidente do monomotor que caiu na manhã desta segunda-feira, 1º, em Florianópolis. A aeronave caiu com duas pessoas dentro três minutos depois da decolagem no aeroporto Hercílio Luz. Equipes de busca já encontraram os destroços do avião e seguem procurando o piloto e o passageiro, empresário de Rondônia.

[su_frame align=”right”] [/su_frame]Ainda segundo a Aeronáutica, a investigação das causas do acidente ficará a cargo do Quinto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA V), sediado em Canoas (RS), que já está fazendo o levantamento de dados (documentação, meteorologia, plano de voo, inspeções, etc).

Assim que a maior parte dos destroços for localizada, diz a Força Aérea Brasileira, uma equipe de investigadores irá até Florianópolis para a coleta de indícios (sinais que auxiliam a compreender o comportamento da aeronave no momento do acidente). Caso necessário, algumas partes da aeronave poderão passar por testes.

A Aeronáutica informa também que não é possível definir um prazo para o término das investigações. No entanto, à medida que a equipe identifica um fator contribuinte, uma Recomendação de Segurança – documento no qual informa a descoberta – é emitida e enviada à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), com o objetivo de prevenir acidentes com as mesmas características, mesmo que a investigação não esteja concluída.

Com informações do Diário Catarinense

Bigsal: Monomotor decolou com visibilidade normal e chuva fraca

As causas do acidente com o monomotor PP-LIG na manhã desta segunda-feira ainda serão analisadas pelo Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronauticos (Seripa 5), órgão ligado a Força Aeronáutica Brasileira (FAB). Mas segundo a Central de Meteorologia do Grupo RBS, às 5h20min a região próxima a Ilha do Campeche, local onde foram encontrados destroços da aeronave, tinha uma visibilidade normal e com uma chuva fraca.

[su_frame align=”right”] [/su_frame]— A atmosfera estava instável devido a ventos em altitude que traziam umidade do Norte do Brasil em direção ao Estado. As nuvens que estavam na região provocavam chuva na área onde o avião caiu, mas, no geral, de intensidade fraca a moderada — explica o meteorologista Leandro Puchalski.

A comunicação social da Infraero também afirmou que no momento do acidente, as condições do tempo não impediam a decolagem de aviões ou monomotores, tanto que nenhum voo foi cancelado ou adiado durante a manhã no Aeroporto Internacional Hercílio Luz.

Segundo as informações das estações meteorológicas, a temperatura estava em 23ºC com pressão de 1014hpa em terra. Os ventos eram de 13km/h, mas devido a altitude do monomotor no momento do acidente, que era de aproximadamente 125 pés, ele era relativamente maior.

O monomotor TBM 900 levava o empresário Robson Guimarães e o piloto Marlon Neves de Florianópolis até Ji-Paraná, em Rondônia. A aeronave, que tem dez modelos em voo no país, caiu três minutos depois de decolar do Aeroporto Internacional Hercílio Luz, em Florianópolis, às 5h20min.

As buscas pelos dois desaparecidos segue com quatro militares da Marinha e 12 bombeiros do Grupo de Busca e Salvamento (GBS). A ação é concentrada em uma área de 50m² onde pode-se ver uma mancha de combustível, próximo a Ilha do Campeche, na parte Sul da cidade.

As informações são do Diário Catarinense

Resgate busca piloto e empresário que ainda estão desaparecidos em Florianópolis

Corpos de Robson Magalhães e do piloto Marlon Neves não foram localizados; avião caiu no litoral catarinense quando vinha para Rondônia

O monomotor TBM7, de prefixo PP-LIGdecolou às 5h20min do aeroporto Hercílio Luz, em Florianópolis em direção a Ji-Paraná, em Rondônia – a 3 mil km da Capital catarinense. Quando estava a seis milhas (9,6 quilômetros) do aeroporto, ele perdeu a comunicação com a torre de controle. A Base da Aeronáutica acionou o Corpo de Bombeiros às 5h30min, mas não forneceu mais informações.

Segundo o Capitão Ferreira, do Helicóptero Arcanjo, manchas de combustível edestroços da carcaça vermelha e branca foram avistadas durante sobrevoos por volta das 7h. Ao todo, 12 bombeiros participam das buscas em uma área de cerca de 50 m² na parte leste da Ilha. Ainda segundo o capitão, as buscas estão concentradas embaixo da mancha de combustível.

Mergulhadores dos bombeiros do Grupo de Busca e Salvamento (GBS) dos Bombeiros também participam das buscas por desaparecidos a cerca de 26 metros de profundidade.

Quatro militares da Marinha também participam das buscas na região a bordo de uma embarcação de salvamento:

— Estamos focando nossa atenção na parte leste da Ilha do Campeche, que é onde encontramos alguns destroços que condizem com os do monomotor. A prioridade, no momento, é encontrar os desparecidos. Mas até agora só encontramos uma mochila, que não possuía nenhuma identificação — afirma o comandante Juarez Mello, da Marinha.

A mochila, assim como pedaço dos destroços, foram resgatados em uma rede de um pescador de 48 anos. Ainda no amanhecer, ele estava pescando próximo ao local quando verificou os destroços e acionou os bombeiros.

Pescador encontrou destroços do avião nas primeiras horas da manhãFoto: Guto Kuerten / Agencia RBS
[su_frame align=”right”] [/su_frame]De acordo com o centro de comunicação social da Força Aérea Brasileira (FAB), asinvestigações das causas do acidente serão realizadas pelo Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronauticos (Seripa 5), locado em Canoas, no Rio Grande do Sul. Uma equipe já está em deslocamento para Florianópolis para as primeiras análises. Ainda de acordo com a FAB, não há tempo máximo para a conclusão do relatório.

Segundo a assessoria da Infraero, o tempo estava chuvoso na Capital, mas não apresentava condições extremas que impossibilitariam um voo.

Com informações do Diário Catarinense