Empresário é preso após tentar matar a ex-mulher e a filha em SP

Mulher e criança ficaram feridas após batida de carro e cerco da Polícia Militar em Santos, no litoral paulista. Suspeito estava armado e houve perseguição.

Um empresário de 41 anos foi preso em flagrante na madrugada desta segunda-feira (5) após perseguir de carro a família da ex-mulher e ameaçar a própria filha, de seis anos, em Santos, no litoral de São Paulo. No veículo dele, que ficou destruído após bater no automóvel das vítimas, foram localizadas porções de maconha e cocaína, além de uma pistola e carregadores.

Segundo informações das polícias Militar e Civil, Edler Benvenuti iniciou a perseguição ao carro onde estavam a criança, a ex-mulher dele, uma dona de casa, de 39 anos, e o atual companheiro dela, um técnico, de 40. Os três perceberam que se tratava do empresário, que trabalha no ramo logístico-portuário, quando ele emparelhou o veículo com o das vítimas.

“Eu fui buscá-las para almoçar e para que a menina pudesse comprar o presente do Dia dos Pais para ele. Quando o Edler parou pela primeira vez ao lado do nosso, ele mandou que as duas fossem para o carro dele. Eu disse para ele seguir a vida e deixar a nossa em paz. Nós seguimos e, quando semáforo abriu, o Edler passou a nos perseguir”, conta o técnico.

Benvenuti e a ex-esposa terminaram o casamento há aproximadamente quatro anos e, desde então, ela tenta o divórcio na Justiça. “Nós iniciamos o nosso relacionamento depois e a nossa impressão é de que ele não se conforma com essa separação, nem que eu fique perto da menina. Na próxima semana, ocorreria mais uma audiência para que ocorresse a divisão de bens”.

Empresário destruiu o próprio carro ao avançar em veículo onde estavam a ex-mulher e a filha em Santos, SP (Foto: G1 Santos)

Segundo o técnico, que pediu para que a identidade dele fosse preservada, os momentos de tensão começaram quando eles entraram na Avenida Perimetral, às margens do Porto de Santos. “Ele veio nos perseguindo e, quando conseguiu parar novamente ao nosso lado, abaixou a janela com a arma na mão e disse que ia descarregá-la na gente. Foi um terror”, relata.

A dona de casa e o técnico pediram ajuda à polícia pelo telefone 190 ao menos três vezes no trajeto de fuga. Na última ligação, o atendente permaneceu na linha enquanto viaturas foram mobilizadas para tentar localizá-los nas proximidades do Canal 5. “Foi quando Edler avançou contra o nosso carro e nos atingiu. As duas voaram para fora e eu fui atrás tentar protegê-las”.

Dentro do carro do empresário, policiais localizaram drogas e armamento em Santos, SP (Foto: G1 Santos)

Pelo menos 10 viaturas da Polícia Militar chegaram em seguida para atender a ocorrência. O empresário era acompanhado da atual namorada. Ambos foram rendidos pelos soldados e encaminhados para o plantão da Central de Polícia Judiciária (CPJ). No carro dele, foram encontrados as porções de entorpecente, a pistola e três carregadores com munição.

Segundo a polícia, Elder foi encaminhado à Cadeia Pública e vai responder por porte ilegal de arma de fogo, porte de droga, dano qualificado, ameaça e lesão corporal com incidência da Lei Maria da Penha. A namorada dele também foi indiciada por porte drogas e posse de munição, mas acabou liberada após pagar fiança de R$ 2 mil.

A mulher e a criança tiveram ferimentos pelo corpo por causa da colisão, foram encaminhadas à Santa Casa de Santos e receberam alta médica após atendimento. Ambas prestaram depoimento ao delegado, após o ocorrido. Segundo o técnico, que, apesar do ocorrido, não se machucou, elas ficaram em estado de choque.

Fonte: g1

Adolescente é espancada e mantida em cárcere privado pelo namorado por dois meses em RR

Garota de 17 anos foi encontrada pela Polícia Militar no sábado (14). ‘Estava desesperada’, relataram policiais que fizeram resgate.

Uma estudante de 17 anos foi mantida em cárcere privado e espancada por dois meses pelo namorado, um mecânico, de 19. Ela estava em uma residência no bairro Senador Hélio Campos, na zona Oeste de Boa Vista, e foi resgatada pela Polícia Militar no último sábado (14).

A PM foi acionada por um morador que ouviu a garota chorando dentro da casa. Ao chegar ao local, os policiais também ouviram o choro e os pedidos de socorro da vítima.

Para tirar a estudante de dentro da casa, os policiais arrombaram a porta dos fundos. Ela estava completamente paralisada e desesperada, segundo o relato dos PMs.

Ao ser resgatada, a garota relatou aos policiais que estava presa no local há dois meses. Ela disse que conheceu o mecânico e os dois iniciaram um relacionamento.

Entretanto, ainda segundo a vítima, em determinado momento da relação o homem ‘se transformou’ e começou a fazer ameaças e espancá-la diariamente.

A polícia não conseguiu localizar o suspeito, pois ele não estava na casa no momento do resgate.

A vítima foi levada ao 5º Distrito Policial, onde o caso foi registrado. Ele será investigado pelo Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente (NPCA).

Fonte: g1

Mulher publica foto com rosto ensanguentado para denunciar agressão do ex-marido

Vítima afirmou que está separada do suspeito há quase um ano e que durante todo o casamento, que durou 11 anos, era agredida constantemente.

A foto recebeu centenas de reações e compartilhamentos. Jackeline relata que foi agredida pelo ex na frente dos filhos porque ele descobriu que ela estava namorando.

“Cansei de me calar. Estou aqui na UBS para quem quiser ver. Meu ex-marido acabou de quebrar meu nariz”, escreveu.

Mulher teve uma fratura no nariz após ser agredida pelo ex-marido em Araçariguama (SP) (Foto: Facebook/Reprodução)

Após a repercussão do post, Jackeline fez outra publicação em que contou mais detalhes sobre a relação com o ex-marido e disse que apanhou durante 11 anos.

“Vocês acham que eu gostava de apanhar? Vocês acham que eu era feliz sendo traída e ofendida com os piores nomes possíveis?”, questionou.

Ela disse que tentou por fim ao relacionamento antes, mas nunca conseguia. “Por várias vezes tentei me separar, mas aí a perseguição era tanta, e não atingia só a mim, era meu trabalho, minha família… Diante das perseguições eu acabava voltando, até que depois de 11 anos encontrei forças em Deus pra criar coragem e sair daquela situação.”

“Vocês acham que eu gostava de apanhar? Poderia escrever um livro com história de terror com tudo o que eu passei”, disse.

Por fim, ela deixou um alerta para as mulheres que estão em um relacionamento abusivo: “Mulheres, não se calem. Não tenham medo. Se o medo for da morte, entendam que vocês que vivem uma situação destas dentro de casa estão com a alma morta em um corpo que apenas existe, não vive.”

Jackeline registrou um boletim de ocorrência sobre a agressão. Após passar pela Unidade de Pronto Atendimento de Araçariguama ela aguarda vaga para fazer uma cirurgia no Centro Hospitalar de Sorocaba (CHS).

O homem apontado na postagem como autor das agressões é assessor de um vereador da cidade. A reportagem do G1 tentou entrar em contato com ele, mas as ligações não foram atendidas.

Jackeline recebeu apoio de outras mulheres em publicação em que revela que sofreu agressão em Araçariguama (SP) (Foto: Facebook/Reprodução)

Fonte: g1

Projeto de lei propõe criação de lista com foto de condenados por agressões a mulheres, em GO

Objetivo é que mulheres possam verificar se homens com quem estão se envolvendo têm registro de agressividade. Medida, no entanto, gera incerteza em setores que defendem os direitos das mulheres.

Um projeto de lei que tramita na Assembleia Legislativa de Goiás prevê a criação de uma lista para divulgar o nome e a foto de pessoas condenadas por violência contra mulheres. O objetivo, afirma a proposta, é que mulheres que estão começando relacionamentos consigam ver se a pessoa tem um histórico de agressão, diminuindo, assim, a chance de acontecerem novos casos. A medida, entretanto, gera incertezas para alguns setores que defendem os direitos da mulher.

Segundo o Atlas da Violência, desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, entre 2006 e 2016 houve um crescimento de 66% no número de homicídios de mulheres em Goiás. O estado ficou na terceira colocação entre as unidades da federação em mortes por 100 mil habitantes em 2016.

Projeto prevê criação de lista com nome e foto de agressores de mulheres, em Goiás (Foto: Reprodução)

De autoria do deputado estadual Bruno Peixoto (MDB), o projeto permitiria que qualquer cidadão pudesse ter acesso à lista. O nome da pessoa constaria, junto com sua foto, a partir do momento de sua condenação sem mais possibilidade de recursos, conhecido como trânsito em julgado, até o fim do cumprimento da pena.

“É um projeto inovador e que vai servir de exemplo para o restante do país. Muitas mulheres conhecem um homem na internet, por exemplo, e não sabem do histórico dele. Muitas vezes ele usa nome falso, então, com essa lista, vai ser fácil a mulher identificar a pessoa e saber que ela foi condenada”, esclareceu o deputado.

Com isso, caso a pessoa esteja foragida da Justiça, também será possível a mulher denunciar à polícia.

O deputado acredita ainda que o projeto não expõe a vítima e nem causa humilhações aos condenados.

“As pessoas que convivem com aquela mulher vítima de agressões já sabem da violência que ela sofre. Divulgar a foto do agressor não é o que vai expô-la. E, quando se tem a condenação transitado em julgado, a sentença fica pública, então qualquer um já teria acesso ao nome do condenado”, explicou Peixoto.

O juiz titular do Juizado de Violência Doméstica contra a Mulher, Vitor Umbelino Soares Júnior, disse que, em sua opinião, o projeto pode ser considerado inconstitucional.

“Não são todos os casos em trânsito em julgado que se tornam público e é possível ter acesso ao nome do agressor. Além disso, pode ferir princípios constitucionais, como a inviolabilidade à vida privada e à imagem. Não é porque a pessoa está presa que ela não tem mais esses direitos”, explicou.

O juiz disse ainda que entende que o projeto apresentado é de boa intenção, mas preocupa com as exposições dos envolvidos. “Divulgando o nome e foto do agressor, as pessoas vão saber que ele se relacionava com uma mulher e ai vão saber que ela sofreu violência, e as vítimas não querem isso. Além disso, o STF [Supremo Tribunal Federal] já deu pareceres com o entendimento que a exposição efetiva da imagem de presos viola a dignidade”, completou.

A medida também é vista com ressalva pela titular da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher. “Isso expõe mais a mulher do que o agressor. Em um primeiro momento, não sei se seria uma proposta que seja efetiva. Pela minha experiência, tenho certeza que se fosse perguntado para as vítimas de agressão, muitas delas não concordariam”, disse a delegada Ana Elisa Gomes.

Ela explica ainda que pode haver problemas com relação à divulgação da foto do agressor. “A imagem é da pessoa, não do Estado”, pontuou.

Por fim, a delegada acredita que essa medida poderia funcionar muito mais com os chamados “agressores sexuais desconhecidos”, como estupradores e pedófilos, por exemplo.

A procuradora do Estado Carla von Bentzen acredita que o projeto não fere nenhum artigo da Constituição, mas também tem dúvidas de sua efetividade. “É muito raro esses agressores, na internet, usarem nomes verdadeiros, então seria difícil montar essa lista. O mais interessante para diminuir casos de agressões é desenvolver ações com os próprios agressores, como grupos reflexivos”.

“Expor não gera redução. Pode expor é a vítima e, aí, causar o efeito inverso, pois alguma mulheres não vão querer fazer a denúncia”, disse.
Segundo a procuradora, criadora do movimento Menos Rótulo e Mais Respeito, que tenta diminuir o assédio e machismo nos locais de trabalho, com essa exposição da vítima, o projeto pode ser questionado.

“Tem que se criar mais casas de apoio às mulheres, ter mais delegacias especializadas para as mulheres, aumentar as políticas públicas. Em grupos de reflexão, por exemplo, a taxa de reincidência é quase nula”, pontuou.

A Secretaria de Segurança Pública disse, por meio de sua assessoria, que não vai comentar o projeto do deputado estadual no momento.

Atualmente, o projeto está na Comissão de Constituição, Justiça e Redação da Assembleia. Ainda não há uma data para que ele seja votado em plenário.

Fonte: g1/go

Homem joga amônia nos olhos da ex-namorada e a mantém refém para prolongar dor

Matthew Johnson dirigiu por horas para aumentar efeitos do químico na mulher; caso ocorreu em 2016 e ele acaba de receber uma pena de 14 anos

Um homem que borrifou amônia nos olhos da ex-namorada e a obrigou a passar horas com o químico no rosto para prolongar os efeitos nocivos do produto foi condenado a 14 anos de prisão. Matthew Johnson, de 26 anos, compareceu à Corte de Brighton Crown, na Inglaterra, na terça-feira (8), para responder por ao caso de agressão sexual e danos corporais.

Após julgamento, ele foi condenado por danos corporais e criminosos pelo ataque de agosto de 2016, quando jogou amônia no rosto da mulher, uma ex-namorada que não teve a identidade divulgada. De acordo com o jornal Metro , a pena de prisão de Johnson foi aumentada com a descoberta de estupro.

Acusado fugiu do julgamento por ataque com amônia

O detetive da Polícia de Sussex, Duncan Chalmers, informou que, em depoimento, o acusado disse ter encontrado a vítima em Worthing, forçando-na a entrar no carro ao ameaçá-la com uma faca. Em seguida, a levou para um estacionamento afastado do local onde fez a abordagem, esguichando amônia em seus olhos e, por fim, a violentou sexualmente.

Mulher foi mantida refém do ex-namorado, que dirigiu com ela por horas para que sofresse mais os efeitos da substância – Reprodução/Sussex Police

Depois dos crimes cometidos contra a mulher, o agressor dirigiu por horas com a vítima gravemente ferida e agonizando, deixando-na no Hospital Worthing após um longo período de tempo. “Os olhos dela ainda não se recuperaram completamente do ataque, mesmo depois de anos. O acidente causou diversos danos, agora, ela usa óculos em tempo integral e não pode dirigir à noite”, disse Chalmers.

Um porta-voz da Polícia de Sussex expôs que, em maio do ano passado, quando deveria ser julgado pelos crimes, o acusado fugiu da Corte de Lewes, sendo encontrado somente em setembro ao ser reconhecido por uma testemunha, que acionou os oficiais. “Durante a detenção, Johnson quebrou o tornozelo quando caiu de um telhado ao tentar fugir”, revelou.

No julgamento realizado no início desta semana, a juíza Shani Barnes alegou que a experiência de ver as fotos dos ferimentos causados pelo ataque com amônia permanecerá com ela por algum tempo, e que, ao longo da relação do casal, Johnson “havia se transformado em um ser perigoso”.

Fonte: ig

Procurador-geral de NY se demite após acusação de violência contra mulheres

Schneiderman avaliou que as acusações, que não estão relacionadas com sua atividade profissional, o impedem de “dirigir a procuradoria neste período crítico”

Nova York, Estados Unidos – O procurador-geral do estado de Nova York, Eric Schneiderman, que havia defendido publicamente o movimento #MeToo, anunciou sua demissão na segunda-feira (7/5), horas depois de ser acusado na imprensa de violência contra quatro mulheres.

A notícia representa uma mudança surpreendente na trajetória do democrata, grande opositor de Donald Trump e defensor no âmbito judicial do movimento #MeToo, que luta contra o assédio sexual e foi criado após o escândalo do caso Weinstein.

Schneiderman avaliou que as acusações, que não estão relacionadas com sua atividade profissional, impedem-no de “dirigir a Procuradoria neste período crítico”, e anunciou sua demissão, que será efetiva na noite desta terça-feira.

“Nas últimas horas, fizeram denúncias sérias contra mim, que contestei com firmeza”, declarou Schneiderman.

Em um artigo publicado no site da revista “New Yorker”, duas mulheres denunciaram abertamente Schneiderman, e outras duas fizeram acusações sob anonimato.

Mannig Barish, uma das supostas vítimas, garantiu ter mantido uma relação com Schneiderman entre o verão (boreal) de 2013 e o final de 2015, enquanto outra mulher, identificada no artigo como Tany Selvaratnam, revelou um relacionamento com o procurador entre o verão de 2016 e o outono de 2017.

As duas mulheres afirmam que foram agredidas por Schneiderman, ex-senador democrata, em várias ocasiões quando ele estava sob o efeito de bebidas alcoólicas, incluindo estrangulamentos, no que entenderam como uma tentativa de dominá-las física e psicologicamente.

Schneiderman, segundo as denunciantes, as ameaçava de morte, caso abandonassem a relação.

“Na intimidade de relações privadas, participei de jogos e de outras atividades sexuais consentidas”, afirmou Schneiderman em um comunicado.

“Não agredi ninguém e jamais mantive relações sexuais não consentidas”, insistiu.

As mulheres afirmaram que em nenhum momento consentiram, ou pediram a Schneiderman este tipo de tratamento.

O governador de Nova York, o democrata Mario Cuomo, pediu a renúncia do procurador.

“Minha opinião pessoal é que, observados os fatos mencionados no artigo, não é possível que Eric Schneiderman continue servindo como procurador”, disse.

Procurador desde 2010, Schneiderman se tornou um dos oponentes mais ativos do presidente Donald Trump e promoveu várias ações legais contra medidas da administração federal ligadas ao clima, à imigração e à neutralidade na Web.

Em fevereiro, o procurador apresentou uma ação judicial contra o ex-produtor de Hollywood Harvey Weinstein e sua empresa por fracassar na proteção de seus funcionários e por agressões sexuais.

Weinstein foi acusado de assédio e agressão sexual por mais de 100 mulheres.

Um dos autores do artigo na “New Yorker” é o jornalista e escritor Ronan Farrow, filho de Mia Farrow e Woody Allen, e recente ganhador do prêmio Pulitzer por sua matéria sobre Weinstein.

Fonte: correiobraziliense

Adolescente de 16 anos espanca e aprisiona namorada de 19 anos em MT

A ação militar foi desenvolvida depois que uma testemunha ligou na delegacia para informar que um suspeito estava espancando a namorada e ela acabou desmaiando na rua

Uma garota de 19 anos foi espancada e feita refém pelo próprio namorado, de apenas 16 anos, na cidade de Barão de Melgaço (MT). Acionados por vizinhos, policiais militares entraram na casa para o resgate da garota, que apresentava hematomas por todo do corpo e sinais de desespero pela violência empregada por quem acreditava a amava.

A ação militar foi desenvolvida depois que uma testemunha ligou na delegacia para informar que um suspeito estava espancando a namorada e ela acabou desmaiando na rua.

Logo depois de receber o chamado, os policiais se deslocaram até o endereço e encontraram as luzes da casa apagada e o som de choro. Os policiais chamaram e ninguém saia, mas após minutos de insistência o suspeito saiu e falou para os policiais que estaria tudo bem.

Os policiais militares precisaram arrombar a porta e resgataram a jovem pela porta dos fundos. O menor L.J.A, tentou se recusar em ser preso, mas foi algemado e encaminhado até a Central de Flagrantes de Cuiabá para prestar depoimento. Em depoimento, a vítima contou que mantia um relacionamento há dois anos com o suspeito, contudo, devido às agressões ela tentou se separar e foi mantida em cárcere.

O caso é investigado pela Polícia Judiciária Civil (PJC).

Fonte: 24horasnews

Padre é acusado de agredir e ameaçar mulher com facão em GO

Eles tiveram um relacionamento durante cerca de quatro anos. Inconformado com o término, o padre Jorge João da Silva teria divulgado imagens íntimas da suposta vítima e a agredido

Uma mulher denunciou um padre de Valparaiso de Goiás, município distante cerca de 30 km de Brasília, por agressão, ameaça e chantagem. A suposta vítima e o religioso mantiveram um relacionamento amoroso por quatro anos e, segundo ela, o sacerdote não aceitou o término da relação e a agrediu diversas vezes.

O padre Jorge João da Silva atuava na Paróquia Sagrada Família, em Valparaíso. Em 2018, um ano após o suposto término do relacionamento, ele foi transferido para Cristalina e virou vigário da Paróquia São Sebastião. A vítima, Maria Aparecida de Oliveira, 34 anos, conta que, após o primeiro término, em 2016, as brigas começaram. “Ele ameaçou divulgar fotos íntimas minhas e eu voltei com ele por medo do escândalo. Como eu tinha voltado por chantagem, não foi a mesma coisa”, conta.

Depois disso, ela terminou o relacionamento novamente em 2017, mas conta que sofreu represálias. “Pixaram a minha casa, queimaram o meu carro e divulgaram fotos íntimas minhas para os meus colegas de trabalho e filha. Ele foi até a minha casa e me agrediu fisicamente. Os outros crimes também são de responsabilidade dele”, acusa. Maria trabalha como secretária da paróquia de Valparaíso, mesmo local em que o padre atuava. Eles se conheceram lá.

Acusações negadas

Em depoimento à Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) de Valparaíso, o padre confessou ter mantido um relacionamento com a mulher, mas nega as agressões e as ameaças. No texto, ele afirma ter terminado o relacionamento porque descobriu que a vítima estaria se envolvendo com outro homem. O Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) tem uma medida protetiva em nome do acusado. A Polícia Civil de Goiás, informou que, como o processo corre em segredo de Justiça, não poderá passar mais detalhes sobre o caso.

O Correio entrou em contato com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que orientou a reportagem a procurar a Diocese de Luziânia, responsável pela Paróquia São Sebastião, de Cristalina. No entanto, a entidade afirmou que não ter sido notificada pela investigação e que, por isso, não se posicionaria sobre o assunto. Desde terça-feira (3/4), a reportagem procurou o acusado pelo telefone pessoal dele e na paróquia onde atua, mas, até a última atualização desta reportagem, não havia obtido retorno.

Fonte: correiobraziliense

Marido bate em mulher por cada “like” que ela recebeu no Facebook

Uma uruguaia teve seu rosto desfigurado depois que o marido decidiu violentá-la por cada “curtida” recebida por ela no Facebook. Segundo o The Sun, Adolfina Camelli Ortigoza, 21 anos, foi encontrada na última semana. A jovem foi mantida em cativeiro e resgatada pela polícia após denúncia do sogro.

Ele desfigurou o rosto da jovem. Segundo o advogado de Adolfina, “cada curtida que ela recebia no Facebook, ele batia nela.”

 

Adolfina, antes de sofrer nas mãos do companheiro

 

Nesta última terça-feira (29/11), Arnaldo Martinez, o advogado da vítima, falou com a imprensa. Ele explicou como Pedro Heriberto Galeano, de 32 anos, torturava a esposa. Segundo Martinez, o suspeito começou a violentá-la cada vez que um de seus amigos no Facebook interagia com as postagens feitas por ela. Galeano também invadiu o perfil de Adolfina e se passava por ela.

“Ele controlou as redes sociais de Adolfina, vigiou as mensagens e as fotos, e por cada “like” que ela recebia de seus amigos, levava uma surra”, contou Martinez. Ela sofreu operações de reconstrução do septo nasal e dos lábios. Galeano foi preso e pode pegar até 30 anos de prisão.

Pedro Heriberto Galeano, de 32 anos, foi preso e, se condenado pode pegar até 30 anos de prisão

Fonte: metropoles

Homem espanca ex-mulher por causa de cachorro, no DF

A Polícia Militar atendeu, durante o feriado da Proclamação da República, a diversos casos de violência doméstica no Distrito Federal. Em um deles, ocorrido em Planaltina, um homem foi preso após bater na ex-esposa e ameaçá-la de morte por causa do cachorro do casal que ficaria, segundo o autor das agressões, com ele, conforme combinado no processo de separação.

O agressor foi até a residência onde o casal vivia para buscar o animal. Após saber que a ex-companheira havia vendido o cachorro, ele ficou transtornado e partiu para a violência. Além de espancar a vítima, o homem ainda quebrou uma televisão da casa e foi levado para a delegacia.

Em outro caso, um homem de 25 anos, sob efeito de drogas, bateu na companheira de 44, em Brazlândia. Para defender-se, a vítima pegou uma barra de ferro e deu três golpes na cabeça do agressor. As lesões sofridas pelo acusado não foram graves. Ele foi levado para a delegacia, onde foi constatado que o homem estava com mandado de prisão em aberto pelo crime de roubo. Estava foragido desde 2014.

Na terceira ocorrência, no Gama, a vítima foi encontrada escondida dentro do banheiro. Depois de sofrer agressões do marido, a mulher, de 46 anos, acionou a Polícia Militar, que compareceu ao local e foi recebida pelo agressor. O homem, de 47, atendeu e disse que teve apenas uma discussão com a esposa e que ela havia saído de casa para “refrescar a cabeça”.

Os PMs pediram autorização para entrar na residência, onde encontraram a vítima escondida no banheiro e chorando muito. Ela estava com o rosto vermelho. Confessou aos militares que havia levado tapas e socos e não era a primeira vez que as agressões aconteciam. O homem foi levado para a 20ª Delegacia de Polícia (Gama).

Fonte: metropoles