Simulador de aposentadoria do INSS já está disponível para acesso

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A aposentadoria apenas por tempo de contribuição acabou

O serviço ‘Simulador de Aposentadoria’ está disponível no site do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A ferramenta se encontra atualizada com as mudanças da nova Previdência e pode ser acessada através do site gov.br/meuinss, ou pelo aplicativo nas versões IOS e Android.

Em entrevista ao programa Isso é Bahia, na Rádio A TARDE FM, na manhã desta segunda-feira, 6, o chefe da Divisão de Benefícios do INSS em Salvador, Marcelo Caetano, explicou como funciona o serviço e como os interessados podem acessar. Ele também explicou que a ferramenta oferece um panorama de quando a pessoa terá direito de acordo com os dados.

“Ele simula a aposentadoria e está disponível no site do INSS, no Meu INSS. Quem tiver a senha feita, já vai puxar os dados. Ele vai dizer se a pessoa tem direito à aposentadoria até 12 de novembro de 2019, se ela tem direito a uma das regras transitórias, e se ela já tem direito a uma das regras novas da aposentadoria depois da reforma”, explicou Caetano.

De acordo com o gestor, a aposentadoria apenas por tempo de contribuição acabou. Com isso, a pessoa deve colocar os dados e o sistema irá analisar se ela tem direito por tempo de contribuição, até 12 de novembro de 2019. Se o homem tem 35 anos contribuindo, e mulher 30 anos, até a data, passa a ter o direito adquirido a uma aponsentadoria por tempo de contribuição. Caso não tenha, o sistema irá aplicar as cinco regras transitórias.

“Com a nova Previdência publicada na Emenda Constitucional no dia 13 de novembro, acabou a aposentadoria por somente tempo de contribuição. Tanto as regras transitórias, quanto a nova aposentadoria prevista, o balizador é sempre a idade. Claro que precisa ter um tempo de contribuição, mas tem que ter obrigatoriamente uma determinada idade”, disse.

Aposentadoria terá reajuste de 4,48% em 2020, e teto vai a R$ 6.101

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Cerca de 35 milhões de aposentados e pensionistas receberão os benefícios do INSS em 2020, segundo a Secretaria da Previdência

Os aposentados, pensionistas e segurados que recebem benefícios do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) acima do salário mínimo – que em 2020 será de R$ 1.039 – terão reajuste de 4,48% este ano.

A correção corresponde à variação da inflação medida de janeiro a dezembro de 2019. O INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), que serve como base para este cálculo, foi divulgado nesta sexta-feira (10) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Os valores serão confirmados com a publicação de uma portaria no DOU (Diário Oficial da União).

Em 2019, os benefícios do INSS foram reajustados em 3,43%, também seguindo o resultado da inflação.

Com o reajuste, o teto do INSS – valor máximo das aposentadorias pagas pela Previdência Social – deverá passar de R$ 5.839,45 para R$ 6.101,06.

Aposentado que ganha o mínimo terá perdas

O reajuste para aposentados, pensionistas e segurados que recebem igual ao salário mínimo seguirá o valor do piso nacional e terá uma correção menor, passando de R$ 998 para R$ 1.039.

O novo piso foi divulgado no dia 31 de dezembro de 2019. Para chegar ao salário base de 2020, que deveria começar a valer a partir de 1º de janeiro, o governo estimou uma inflação de 4,11% para 2019, já que o INPC seria divulgado apenas no dia 10 de janeiro.

Com o INPC de 4,48%, o salário mínimo de 2020 deveria ser de R$ 1.043, segundo Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

Ele diz que os beneficiários do INSS que ganham o salário mínimo terão perdas em seus benefícios por terem sofrido correção menor do que o INPC.

“Assim como em outros anos, a estimativa foi menor do que o índice real, o que acabou resultando em um reajuste menor que não mantém o poder de compra desse público”, diz Lúcio.

O diretor técnico diz que isso vem acontecendo já há alguns anos. “Nos últimos três ou quatro anos, a estimativa de inflação do governo foi menor. Com isso, a reposição deveria ter vindo no ano seguinte, o que não aconteceu. O governo até que tentou fazer uma correção maior este ano, mas, mesmo assim, a projeção foi menor do que a inflação e o trabalhador terá uma perda de R$ 4 no seu salário mensal. ”

Lúcio diz que as perdas nos últimos três anos somam R$ 10. Em um ano, considerando 12 meses de salário e 13º salário, isso representa R$ 130 a menos para o trabalhador.

Benefícios começam a ser pagos dia 27

Cerca de 35 milhões de aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) receberão os benefícios em 2020.

Segundo o INSS, quem recebe um salário mínimo terá o benefício depositado entre os dias 27 de janeiro e 7 de fevereiro.

Segurados com renda mensal acima do piso nacional terão seus pagamentos creditados a partir de 3 de fevereiro. A tabela completa pode ser conferida abaixo ou no site do INSS.

Reprodução/ INSS

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INSS: 1,8 milhão de aposentados e pensionistas podem ter benefício suspenso

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Verificação automática nos pagamentos identificou indícios de irregularidades

Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) informou, na última quarta-feira (5), que está notificando 1,84 milhão de aposentados e pensionistas cujos benefícios possuem indícios de irregularidades. Caso confirmadas, podem resultar na suspensão dos pagamentos.

De acordo com o instituto, a identificação dos casos suspeitos é resultado da implantação, em abril deste ano, de um sistema que verifica automaticamente a folha de pagamentos dos 35 milhões de beneficiários do órgão.

Com as varreduras, o sistema do INSS identificou uma crescente nos casos com possíveis irregularidades. Em comparação ao ano de 2018, os casos aumentaram em 1,3%.

Beneficiários que caírem nesse pente-fino automático serão notificados por meio de carta, com aviso de recebimento. A partir do recebimento da notificação, o segurado terá 30 dias para agendar —pelo telefone 135 ou no site meu.inss.gov.br— o atendimento em uma agência da Previdência.

O  pente-fino no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) , previsto na medida provisória (MP) 871, que permitiu uma operação especial de análise de processos com suspeitas de irregularidade, resultou no cancelamento e na suspensão de 261,3 mil benefícios em quatro meses de trabalho.

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Aposentados começam a receber a partir desta segunda a 2ª parcela do 13º

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Depósitos serão feitos até o dia 6 de dezembro, junto com o pagamento do benefício de novembro

O pagamento da segunda parcela do 13º salário para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começa nesta segunda-feira (25).

Os depósitos serão feitos até o dia 6 de dezembro, junto com o pagamento do benefício de novembro, conforme o calendário oficial de 2019. Para aqueles que recebem benefícios acima de 1 salário mínimo, o pagamento começa no dia 2 de dezembro. Veja mais abaixo o calendário.

Os valores serão depositados na conta corrente em que o segurado recebe o benefício mensal do INSS.

Segundo a Previdência Social, para quem quiser consultar o valor a receber, o contracheque já está disponível no site Meu INSS, no Extrato de Pagamento de Benefício.

A primeira parcela do 13º salário foi paga entre agosto e setembro. A antecipação de metade do 13º salário já costuma acontecer desde 2006, mas as decisões são tomadas anualmente. Este ano, no entanto, o governo editou uma medida provisória para tornou essa antecipação obrigatória.

Vale lembrar que é sobre a segunda parcela que pode incidir o Imposto de Renda. Os descontos ocorrem sobre o valor integral do 13º salário.

Quem tem direito

Tem direito ao 13º quem, durante o ano, recebeu os seguintes benefícios:

  • aposentadoria de qualquer natureza
  • pensão por morte
  • auxílio-doença
  • auxílio-acidente
  • auxílio-reclusão
  • salário-maternidade

No caso de auxílio-doença e salário-maternidade, o valor do abono anual será proporcional ao período recebido.

Não têm direito ao 13º salário aqueles que recebem:

  • amparo assistencial ao idoso e ao deficiente (BPC-LOAS)
  • renda mensal vitalícia (RMV)
  • amparo previdenciário rural
  • auxílio suplementar por acidente de trabalho
  • abono de permanência em serviço
  • pensão decorrente da Síndrome de Talidomida
  • servidor aposentado pela autarquia empregadora
  • salário-família – Via G1

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Nova Previdência reduz o valor da aposentadoria; veja quanto você vai ganhar

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Para obter 100% da média, mulher terá que contribuir 35 anos e homem, 40 anos

A reforma da Previdência criou um cálculo para o valor da aposentadoria que valerá para todos os trabalhadores, dos setores público ou privado.

Pelo texto aprovado, o trabalhador ganha 60% da média dos salários ao cumprir a contribuição mínima, e chega aos 100% com 35 anos de contribuição, se mulher, ou 40 anos, se homem.

Essas regras, no entanto, são provisórias. Lei complementar poderá alterá-las.

No GUIA DA NOVA PREVIDÊNCIA, veja como as novas regras afetam seu caso.

APOSENTADORIAS

Do professor do setor privado

Do trabalhador do setor urbano privado (exceto professores do ensino básico)

Do servidor público federal civil (exceto professores do ensino básico e policiais)

Do professor do ensino básico público federal

Do policial federal e agente de segurança federal

Do político e do militar

De quem trabalha com exposição a agentes nocivos à saúde (aposentadoria especial)

CLIQUE AQUI para ver na íntegra na FOLHA DE SÃO PAULO

Veja os 5 erros mais comuns na hora do pedido de aposentadoria

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Falta de tempo de contribuição, dados incompletos no CNIS, rasuras na Carteira de Trabalho e não comprovação de vínculo empregatício são os principais motivos para o instituto indeferir a concessão do benefício

A aprovação da reforma da Previdência está cada vez mais próxima de acontecer. Desde que o assunto passou a ser discutido pelos parlamentares, muita gente que está perto de se aposentar correu para dar entrada no benefício. Mas a pressa para conseguir aproveitar as regras antigas antes que mudem parece estar atrasando os planos dos futuros previdenciários.

Hoje, mulheres com 30 anos de contribuição e 60 anos de idade e homens com 35 de recolhimento e 65 de idade têm direito à aposentadoria . Além disso, também é possível se aposentar por idade – mas é necessário ter pelo menos 15 anos de recolhimento.

Se as novas regras da Previdência forem aprovadas como estão, só consegue se aposentar as mulheres que tiverem 62 anos e homens com 65 anos, independente do tempo de contribuição . Quem quiser receber o benefício integralmente deve ter, no mínimo, 40 anos colaborando com o INSS.

De acordo com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), até o dia 25 de setembro, ou 55,8% dos pedidos de aposentadoria feitos neste ano foram recusados. 

Os indeferimentos têm relação, ainda, com as alterações na aposentadoria rural. De acordo com as novas regras, o INSS informa que os trabalhadores rurais não podem mais pedir aposentadoria apenas com declarações sindicais. Agora é exigido que eles apresentem documentação comprovando as atividades.

O próprio INSS acredita que a culpa seja justamente o temor pela aprovação da reforma que está fazendo com que os contribuintes deem entrada no benefício sem conferir as informações necessárias.

Para evitar que isso aconteça, o trabalhador deve conferir se realmente atingiu todos os requisitos necessários para conseguir a aprovação da aposentadoria. Veja abaixo quais são os principais motivos de indeferimento e o que fazer para evitar esses erros na hora de dar entrada no benefício. As dicas são do jornal O Dia.

Como não ter a aposentadoria negada

carteira de trabalho
Ter as informações confirmadas antes de dar entrada na aposentadoria evita que o pedido seja negado

Tempo incompleto

O cálculo do tempo de contribuição previdenciária é algo bastante complexo de conferir. Se não houver tempo suficiente registrado, o pedido de aposentadoria não será concedido. Por isso, é bom ter comprovantes de vínculos empregatícios e períodos trabalhados como autônomo, por exemplo.

Sem reconhecimento de atividade especial

Antes de a Reforma da Previdência ser aprovada, caso o trabalhador tenha ficado 25 anos em atividade exposta à insalubridade ele poderá se aposentar mais cedo do que o tempo solicitado na aposentadoria comum.

Mas como a Previdência vê a aposentadoria especial como um custo alto, o benefício costuma ser negado com facilidade. Para evitar isto, é bom estar com o Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) atualizado. Se for necessário fazer o pedido de aposentadoria judicialmente, é importante ter todas as provas possíveis para reconhecimento da atividade.

Dado inconsistente

O CNIS é o documento que lista todos os períodos e valores de contribuição feitos durante a vida laboral. Entretanto, é possível que alguns períodos de contribuição não constem no documento.

Se o segurado não comprovar que possui tempo de contribuição para aposentadoria e entrar com o pedido mesmo assim, ele será negado se o tempo necessário não constar no extrato. Neste caso, é preciso agendar atendimento no INSS para pedir uma revisão do documento.

É preciso apresentar comprovantes sobre os períodos que não estão registrados. Essa comprovação pode ser feita através da Carteira de Trabalho e de contracheques.

Rasura na Carteira de Trabalho

É bom se certificar de que os dados registrados na Carteira de Trabalho estão claros. Se as datas de admissão e demissão estiverem rasuradas ou ilegíveis, por exemplo, o período calculado pelo INSS poderá ser diferente daquele que o trabalhador possui na realidade.

Contribuição de autônomo

Caso o segurado trabalhe como autônomo ou seja empresário, se deixar de fazer contribuições para o INSS isso vai impedir a concessão da aposentadoria. Para ter o período reconhecido, é importante quitar os débitos pendentes em guia do INSS.

Até 2021, um quarto dos servidores públicos federais irão se aposentar; governo não vai fazer mais concursos

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Somente neste ano, mais de 67 mil deixarão seus cargos. Sindicato prevê piora na qualidade de serviços púbicos e impacto na Previdência

Em três anos, 150.666 servidores públicos federais se aposentarão. O número representa um quarto de todo o funcionalismo da União, que hoje tem em seus quadros pouco mais de 621 mil trabalhadores. Somente neste ano, mais de 67 mil irão deixar seus cargos.

A debandada continua em 2020. A quantidade de aposentadorias irá crescer 1,5% no próximo ano. O volume chegará a 68,8 mil desligamentos. Os dados fazem parte de um levantamento do Ministério da Economia feito a pedido do Portal Metrópoles.

Apesar de os números do governo serem alarmantes, a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) destaca que o panorama pode ficar ainda mais grave. Para a entidade, cerca de 210 mil servidores do Executivo federal poderão se aposentar no período.

De acordo com o órgão sindical, mais de 108 mil servidores públicos nos últimos dois anos pediram suas aposentadorias. “O governo não tem se esforçado para suprir as vacâncias, não vai fazer concurso este ano. Para nós, é uma situação delicada. A metade da força de trabalho está colocando o pijama e indo para casa”, reclama o secretário-geral da Condsef, Sérgio Ronaldo da Silva.

Para ele, o decreto do presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), que endurece as regras e restringe a realização de concursos acentua os problemas do funcionalismo público. Entre as medidas previstas no texto presidencial, há mudanças na validade dos certames e em configurações do cadastro reserva. Se hoje a situação já não é boa, daqui a dois anos será terra arrasada, um caos. A não reposição dos cargos traz prejuízos”Sérgio Ronaldo da Silva, secretário-geral da Condsef

Medo da reforma acelera pedidos


Segundo o presidente da Condsef, com a intenção do governo de mudar as regras de aposentadoria, servidores públicos estão acelerando os pedidos de desligamento. A reforma proposta pelo Ministério da Economia prevê o aumento da contribuição desses trabalhadores. A alíquota para esses profissionais pode chegar a 22%, cobrados sobre uma parte do salário, caso a reforma seja aprovada.

“A reforma está acelerando os pedidos [de aposentadoria]. As pessoas estão com medo. Em alguns casos que nós analisamos, o servidor que já pode se aposentar e continua trabalhando teria que dar expediente por até mais 14 anos. As pessoas que já têm [o tempo para se aposentar] e colaboram com o governo estão desistindo de trabalhar”, destaca.

Com a força de trabalho reduzida, os resultados na ponta ficarão comprometidos, alerta o sindicalista: “Isso nos leva a crer que há uma tendência de terceirização e de colocar a população contra o servidor público, o que é injusto. O prejuízo é da população, que receberá um serviço ineficiente”.

Impacto na aprovação
O cientista político Leonardo Barreto, da Universidade de Brasília (UnB), acredita que a tensão criada pelo aumento do volume de aposentadorias e a reforma da Previdência gera um conflito de interesses. “A essência da reforma é a disputa de quem é dono do dinheiro. O governo quer abrir espaço no Orçamento para investir. O servidor vai dizer que aquele dinheiro é dele e foi conquistado por concurso”, explica.

“O servidor tem seu peso e uma influência muito grande sobre parlamentares. Ele se preocupa se a transição será abrupta ou mais tranquila, com pedágio menor. A reforma não discute o presente, mas o futuro. Um dos pontos de discórdia é o período de transição”, conclui Barreto.

Versão oficial


O Ministério da Economia minimiza o impacto do efeito cascata nos pedidos de aposentadoria e não divulga como isso afetará as contas públicas. “A proposta do governo é melhorar a eficiência operacional a partir da transformação digital dos serviços públicos, da automatização dos processos e da melhoria dos procedimentos internos para ofertar um serviço de melhor qualidade ao cidadão”, destaca a pasta, em nota.

O texto enfatiza que a União pretende “otimizar a alocação da mão de obra” por meio da movimentação de servidores. E lembra a recente definição de “critérios​ mais rigorosos para a autorização de novos concursos públicos” a partir de junho. 

“Com isso, o ministério somente analisará os pedidos de novos certames dos órgãos e entidades que fizerem uma avaliação criteriosa das suas necessidades e estiverem em dia com um conjunto de medidas de eficiência administrativa”, conclui a justificativa do governo, mostrando que dificilmente fará essa recomposição.

STF suspende ações sobre adicional a aposentados

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Valor era pago àqueles que necessitavam de cuidadores

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu hoje (12), por unanimidade, uma medida cautelar para suspender todos os processos na Justiça sobre a concessão de um adicional de 25% nos vencimentos de aposentados pela Previdência Social que necessitem de cuidadores.

Na prática, com a decisão desta terça, o Supremo suspendeu a aplicação de um entendimento firmado em agosto do ano passado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), que autorizou o pagamento do adicional de 25% a todos os aposentados que precisem de cuidadores.

Apesar de não haver previsão legal, o STJ aprovou a medida com base em princípios da Constituição, entre os quais o da dignidade humana. Antes, o acréscimo era garantido somente para aposentados por invalidez, conforme previsto na Lei de Benefícios Previdenciários.    

No recurso ao Supremo, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) argumentou que, além do impacto nos cofres públicos e da insegurança jurídica em torno do tema, seria inviável marcar perícias médicas que pudessem comprovar a necessidade de um cuidador para todos aqueles que solicitassem o adicional. 

A decisão do STF deve vigorar até que seja julgado um recurso extraordinário do INSS contra uma decisão judicial que concedeu o adicional de 25% a uma aposentada.

Julgamento 

O ministro Luiz Fux, relator do tema no Supremo, resolveu reverter sua própria decisão, proferida no mês passado, quando havia negado a liminar pedida pelo INSS. Ante recurso do órgão, ele reconsiderou devido ao impacto projetado pelo Ministério da Fazenda de R$ 7,15 bilhões ao ano nos cofres públicos.

“O risco de lesão grave a ser afastado com a suspensão dos processos consiste no impacto bilionário causado aos já combalidos cofres públicos”, disse Fux. “Num ano que se discute a reforma da Previdência, e se antevê as dificuldades da Previdência, realmente essa benesse judicial me pareceu exagerada”, acrescentou.

Ele foi acompanhado pelos ministros Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Marco Aurélio Mello e Alexandre de Moraes, que reforçou o argumento baseado na reforma da Previdência: “Ou todos os poderes tomam consciência da necessidade de destravar a sangria na Previdência, ou não vamos conseguir chegar nunca a um resultado bom”, afirmou.

Apesar de seguir os demais, Barroso ressalvou que pode vir a alterar seu entendimento. “É possível que, ao apreciar o mérito, eu termine por concluir que é justa essa concessão [do adicional], e que é possível que ela seja concedida via Poder Judiciário”, disse.

Agência Brasil

Projeto que incentiva a contratação de maiores de 55 anos pode ser votado na CDH

De acordo com o texto, que tem o parecer pela aprovação feito pelo senador Paulo Rocha (PT-PA), empresas com número de funcionários entre 26 e 50 deverão ter ao menos um com 55 anos de idade ou mais

A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) volta a se reunir na quarta-feira (30), quando analisará uma pauta de 16 itens. Entre eles o PLS 236/2017, do senador licenciado Cidinho Santos (PR-MT), que estabelece cotas e políticas de incentivo às empresas para a contratação de trabalhadores com 55 anos de idade ou mais.

De acordo com o texto, que tem o parecer pela aprovação feito pelo senador Paulo Rocha (PT-PA), empresas com número de funcionários entre 26 e 50 deverão ter ao menos um com 55 anos de idade ou mais. Esta cota sobe para 5 nas empresas que tenham entre 51 e 100 empregados. E nas companhias que possuem mais de 100 funcionários, a cota será de 5% das vagas. O projeto veda o uso desses funcionários em atividades insalubres de grau máximo. Eles também não poderão ter seus contratos rescindidos sem justa causa caso faltem 6 meses ou menos para obtenção da aposentadoria.

Incentivos

A proposta prevê a adoção de duas políticas de incentivo às empresas para contratarem trabalhadores com 55 anos ou mais. A primeira reduz em 50% o encargo com o vale-transporte. A segunda reduz em 50% a contribuição devida pela empresa sobre a folha salarial desses empregados. A contribuição reduzida, no entanto, só terá validade quando o crescimento do PIB anual for inferior a 2%.

No relatório, Paulo Rocha aponta a grande dificuldade de conseguir emprego que têm os trabalhadores na faixa etária acima de 55 anos. “A renúncia fiscal neste caso é defensável, pois mantém o trabalhador na condição de empregado, ainda que com contribuição menor da empresa, em vez de admitir passivamente que passe à condição de desempregado beneficiário. No que se refere às contas públicas, é melhor receber um pouco menos do que gastar muito mais”, aponta.

Fonte: agenciasenado

Aposentadoria por idade só poderá ser pedida por telefone ou internet a partir do dia 21

INSS quer mudar auxílio-doença e aposentadoria por invalidez

Salário-maternidade também não terá mais atendimento presencial; análise de pedidos será feita automaticamente pelo INSS

A partir da próxima segunda-feira (21), o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) deixará de agendar atendimento presencial para pedidos de aposentadoria por idade e salário-maternidade. Os dois benefícios só poderão ser solicitados por telefone ou internet.

A análise para concessão da aposentadoria por idade e do salário-maternidade já é feita automaticamente, com base nos dados disponíveis nos sistemas do INSS e do governo, desde setembro de 2017. Mas até então também era possível fazer o pedido pelo modelo de agendamento, que agora ficará indisponível.

Os benefícios poderão ser solicitados no site do instituto ou pelo telefone 135. O segurado receberá um número de protocolo e só será chamado a uma agência do INSS em casos excepcionais, como na falta de documentos.

De acordo com o INSS, a mudança deve reduzir o tempo de análise dos pedidos. Segundo o órgão, outros benefícios também passarão a ser solicitados dessa forma “em breve”.

Serviços agendados

A partir do dia 24, serviços antes atendidos por ordem de chegada nas agências poderão ser agendados pela internet e telefone.

São eles:

  • Alterar meio de pagamento
  • Atualizar dados cadastrais do beneficiário
  • Atualizar dados do Imposto de Renda – Atualização de dependentes
  • Atualizar dados do Imposto de Renda – Declaração de Saída Definitiva do País
  • Atualizar dados do Imposto de Renda – Retificação de DIRF
  • Cadastrar Declaração de Cárcere
  • Cadastrar ou atualizar dependentes para Salário-família
  • Cadastrar ou Renovar Procuração
  • Cadastrar ou Renovar Representante legal
  • Desbloqueio do Benefício para Empréstimo
  • Desistir de Aposentadoria
  • Emitir Certidão de Inexistência de Dependentes Habilitados à
  • Pensão por Morte
  • Emitir Certidão para saque de PIS/PASEP/FGTS
  • Reativar Benefício
  • Reativar Benefício Assistencial à Pessoa com Deficiência suspenso por inclusão no mercado de trabalho
  • Renunciar cota de Pensão por Morte ou Auxílio-Reclusão
  • Solicitar Pagamento de Benefício não Recebido
  • Solicitar Valor não Recebido até a Data do Óbito do Beneficiário
  • Suspender Benefício Assistencial à Pessoa com Deficiência para inclusão no mercado de trabalho
  • Transferir Benefício para outra Agência