Modelo de 21 anos morre após cair de penhasco em Sydney

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A tragédia aconteceu em um famoso ponto turístico do destino

Madalyn Davis , modelo britânica, de 21 anos, morreu neste último fim de semana ao cair de um penhasco em Sydney, na Austrália. O palco da tragédia foi o Diamond Bay, um dos pontos turísticos mais visitados do país. Davis havia saído para um festa com amigos e foi ao local para ver o nascer do sol. Porém, acabou escorregando no penhasco e não resistiu à queda.

Rebecca Smith, mãe da modelo, entrou em contato com amigos de Davis porque não conseguia encontrá-la. Nessa segunda (13), a morte da modelo foi confirmada. O serviço de resgate da marinha diz que o grupo de amigos tirava fotos momentos antes da modelo cair. A polícia ainda investiga o que provocou a morte.

Os penhascos de Diamond Bay é um ponto turístico muito frequentado, onde muitas pessoas se arriscam tirando selfies perigosas. Em agosto do ano passado, uma mulher de 27 anos morreu no mesmo local quando tirava uma foto.

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Austrália vai matar 10 mil camelos selvagens

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Autoridades afirmam que manadas sedentas têm invadido comunidades em busca de água em meio à seca prolongada, colocando grupos aborígenes em risco

Autoridades australianas anunciaram que vão abater até 10 mil camelos selvagens que vem se aproximando de comunidades no interior em busca de água em meio à seca prolongada que atinge o país.

De acordo com as autoridades, as manadas de camelos em busca de água estão colocando em risco comunidades aborígenes nessas áreas. As cáfilas também estão competindo com animais nativos, como cangurus, pelas fontes de água cada vez mais escassas.

O plano para eliminar os camelos prevê o uso de atiradores posicionados em helicópteros.

A Austrália sofreu com o ano mais quente e seco de sua história em 2019, o que causou incêndios florestais devastadores que continuam a consumir regiões do país e a ocasionar escassez de água em muitas comunidades. Pelo menos 2 mil casas foram destruídas e 25 pessoas morreram em incêndios desde setembro.

A matança de camelos vai durar cinco dias e ocorrerá nos territórios de Anangu Pitjantjatjara Yankunytjatjara (APY), uma extensa área administrada por um governo local aborígene (AGL) e localizada no extremo noroeste do sul da Austrália. É a primeira operação desse tipo no estado.

“Essas manadas em busca de água colocam em risco as comunidades aborígines dos territórios e animais da APY”, explicou o comitê-executivo dos territórios da APY em um comunicado. De acordo com Marita Baker, membro do conselho executivo da APY, camelos estão derrubando cercas e invadindo casas para tentar obter água de aparelhos de ar-condicionado.

O Ministério do Meio Ambiente estadual, que defende o sacrifício dos camelos, explicou que a seca também causou “sérios problemas ao bem-estar dos animais”, pois muitos deles morreram de sede, ou ficaram feridos em confrontos ao competir por fontes de água.

“Em alguns casos, as carcaças de animais mortos contaminaram importantes fontes de água”, disse uma porta-voz do Ministério.

Os camelos foram introduzidos na Austrália na década de 1840 por colonos britânicos para explorar ou transportar mercadorias antes da construção de ferrovias.

Cerca de 20 mil camelos foram importados da Índia em aproximadamente 60 anos. Uma vez lançados no interior do país (Outback), onde não há predadores naturais, os camelos se reproduziram e se tornaram uma praga que contamina as fontes de água e ameaça áreas vulneráveis, a flora e a fauna.

Segundo estimativas oficiais, a Austrália tem mais de um milhão desses animais nas áreas centrais do deserto, a maior população de camelos selvagens do mundo.

Nos territórios do APY, os habitantes domam e vendem esses animais selvagens. Essa atividade econômica se tornou impossível, porém, devido ao número de camelos que se agrupam nas escassas fontes de água.

Essa situação motivou a decisão de eliminar 10 mil camelos.

O canal público do ABC informou que os camelos serão abatidos e seus corpos queimados longe das aldeias.

O número de camelos oscilou ao longo das décadas. Calcula-se que havia um milhão na década de 2000, mas a população diminuiu 25% no final dessa década devido à outra seca que causou escassez de água.

Em 2009, as autoridades implementaram um programa para controlar as cáfilas, e a população foi reduzida para 300.000 em 2013, após um massacre de helicópteros em uma área de mais de três milhões de quilômetros quadrados. Via Deutsche Welle

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Modelo que vendia nudes para ajudar a Austrália decide parar por não conseguir atender aos pedidos

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Nas redes, Kaylen foi acusada de apenas se promover com uma “iniciativa supostamente beneficente”

A modelo e influencer americana que disse ter arrecadado US$ 1 milhão (cerca de R$ 4 milhões) para ajudar no combate aos devastadores incêndios na Austrália decidiu interromper a popular iniciativa.

Kaylen Ward estava enviando nudes a quem aceitasse doar ao menos US$ 10 (R$ 40) para a causa. Só que a modelo não estava conseguindo enviar as fotos a todos os doadores.

Em mensagem postada no Twitter, Kaylen afirmou que doadores ficarão sem a foto prometida.

“Para ser clara, não estou mais enviando fotos a ninguém. Não é possível. Desculpa. Pelo menos você pode se sentir bem por ter feito a doação”, escreveu ela.

A texana Kaylen Ward é radicada em Los Angeles
A texana Kaylen Ward é radicada em Los Angeles Foto: Reprodução/Twitter(THE NAKED PHILANTHROPIST)

A americana estava enviando os nudes individualmente. Porém, para a surpresa da modelo, o número de doadores chegou a dezenas de milhares, tornando inviável o processo.

Nas redes, Kaylen foi acusada de apenas se promover com uma “iniciativa supostamente beneficente”. A modelo, que se autodenomina Filantropa Nua, defendeu-se dizendo que “queria apenas fazer algo bom”, mesmo que isso significasse se expor.

Mais de 6,3 milhões de hectares e milhares de casas foram destruídos durante os incêndios na Austrália. As chamas já mataram dezenas de pessoas e quase meio bilhão de animais – especialmente coalas e cangurus. via Extra

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Mulher fica deformada após reação alérgica a tintura de cabelo

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O rosto de Julie inchou tanto que ela mal conseguia abrir os olhos

Uma mulher de 37 anos ficou com o rosto deformado ao sofrer reação alérgica a tintura de cabelo. Julie Yacoub, moradora de Perth (Austrália), disse ter sentido como se “um milhão de formigas a tivessem ferroado”.

O rosto de Julie inchou tanto que ela mal conseguia abrir os olhos. A gerente de vendas pinta o cabelo desde a adolescência, sem qualquer registro de problema até os 22 anos.

Foi quando ela sofreu uma reação moderada ao aplicar tintura em um salão de beleza. À época, Julie acreditou que a reação havia sido provocada pelo fato de a cabeleireira ter massageado muito forte o seu couro cabelo, provocando pequenas feridas com a ponta das unhas.

Por precaução, a australiana decidiu deixar de pintar o cabelo. Só que o aparecimento de alguns fios brancos a fez tomar coragem para apelar novamente a uma tintura, em meados de outubro.

Julie antes e depois da aplicação da tintura de cabelo Foto: Reprodução

No dia seguinte à aplicação, entretanto, começaram a aparecer manchas vermelhas no pescoço de Julie. A gerente de vendas tomou medicação anti-histamínica, mas o quadro se agravou. Foi procurar um médico, que receitou esteroide.

Não deu certo, e Julie acabou num pronto-socorro. A australiana acabou internada. O quadro só regrediu totalmente após três semanas, contou o “Daily Mirror”.

Agora, novamente, Julie está prometendo nunca mais pintar o cabelo. via EXTRA

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Homem rastreava e controlava o carro de sua namorada via internet

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Criminoso usava o app do fabricante, configurado com os dados do carro da ex-namorada, para monitorar sua localização em tempo real e até mesmo ligar e desligar o motor

Um homem australiano de 38 anos se declarou culpado por perseguir sua ex-namorada, o que incluiu assumir remotamente o controle do carro dela e rastrear seus movimentos usando um app.

Segundo o jornal Washington Post o homem usou o app InControl, configurado com o VIN (Vehicle Identification Number, um número único associado a cada carro) do Land Rover de sua ex-namorada, para monitorá-la. Uma vez configurado, o app permite ligar e desligar o motor, ajustar a temperatura interna e acompanhar a localização do veículo em tempo real.

Além disso ele também instalou spyware, pelo qual pagava uma mensalidade, no smartphone dela, o que lhe permitia ter acesso à agenda e e-mails da vítima. O casal ficou junto por apenas dois meses.

Ao prender o criminoso a polícia encontrou um bloco de notas recheado com detalhes pessoais da vítima, incluindo uma lista de locais que ela costumava frequentar, cursos que ela pretendia assistir e modelos de armas, com seus respectivos preços.

A vítima, cujo nome não foi divulgado, trabalha há 10 anos no setor de tecnologia. “Esses crimes fizeram com que eu me sentisse insegura. Me fizeram temer a tecnologia abracei e me deixaram com uma profunda desconfiança das proteções e leis de segurança cibernética atualmente em vigor, agora que sei que elas podem ser exploradas”, disse ela. Via ABC

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Médicos confundem meningite com dor de dentes e bebê morre

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O caso aconteceu na Austrália

Um menino australiano morreu depois de os médicos terem confundido uma meningite meningocócica com uma dor de dentes. Malakai Paraone, de sete meses, morreu três dias depois de ter ido ao hospital e de lhe ter sido receitado paracetamol. 

Os pais do bebê levaram o menino a dois hospitais depois de terem percebido que ele estava com febre e com uma erupção cutânea. 

Perante o quadro de dor, os médicos atribuíram à sintomatologia problemas na dentição, dando alta ao bebê que residia na Austrália. 

O caso aconteceu em 2016, mas só agora se tornou público. A imprensa local informou que somente quando a família decidiu levar o bebê em outro médico que ele foi diagnosticado e imediatamente transferido para o Hospital Princess Margaret, onde ficou na UTI. Mas já era tarde demais e Malakai morreu. 

A família decidiu agora divulgar a informação, apelando a mudanças radicais no sistema de saúde da Austrália. 

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Jovem acreditava que namorado estava morto — até reencontrá-lo dois anos depois

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Segundo a jovem, a notícia da morte do ex-namorado foi dada pela mãe dele

Pode parecer história de novela, mas uma mulher da Austrália reencontrou o ex-namorado (vivo) que ela acreditava estar morto. Não, você não leu errado. Rachel, de 20 anos, e o rapaz, que não teve a identidade divulgada por razões legais, terminaram há cerca de dois anos e, meses depois, ela soube que ele havia morrido. Notícia que, agora, ela descobriu ser falsa.

Em entrevista ao portal local ABC.net.au , Rachel conta que viu o ex- namorado trabalhando em um restaurante e muito vivo. Apesar de não conseguir descobrir o motivo pelo qual ele tenha inventado tal mentira, os dois tiveram um término conturbado.

Segundo ela, os dois se conheceram quando ela tinha 18 e, na época, o rapaz trabalhava como chef de cozinha em um restaurante. No início, ela o achava “muito legal” e o relacionamento fluiu bem até ele perder o emprego e pedir dinheiro emprestado para a namorada. 

Eles terminaram alguns meses depois. Ela havia recebido parte da dívida antes desse término, mas afirma que ele se recusou a pagar o restante depois, além de parar de atender ligações e responder as mensagens dela nas redes sociais. 

Tudo mudou, porém, quando os amigos dele a informaram que os móveis da casa em que o ex morava estava “sumindo”. “Os móveis tinham sumido, a cama tinha sido levada, tudo sumiu. A história que me contaram é que ele havia ido para uma clínica de reabilitação”, conta Rachel. 

Antes que tivesse tempo de verificar se o rapaz realmente estava internado, ela recebeu uma mensagem da mãe do ex , afirmando que ele tinha morrido. “Lembrando agora parece muito estúpido, mas eu não tinha nenhum motivo para questioná-la. Se me ligam e dizem que alguém morreu, eu não tenho porque pedir o atestado de óbito”, comenta.

Rachel diz ter ficado ‘em choque’ quando viu o ex-namorado dois anos depois de saber que ele tinha morrido – Shutterstock

Reencontro inesperado com ex-namorado

Dois anos depois, a história teve um desfecho inesperado. Rachel voltou à cidade natal, onde conheceu o ex, e acabou reencontrando o rapaz em um restaurante. Para a surpresa da jovem, ele estava vivo e trabalhava no local. “Fiquei em choque”, lembra. 

Antes que pudesse questioná-lo sobre a “morte”, um segurança pediu que ela se retirasse do estabelecimento. Insegura sobre o que fazer, ela conversou com os funcionários, que disseram não ter como ajudá-la, porque era “a palavra dela contra a dele”. 

Na mesma noite, a ex-sogra de Rachel entrou novamente em contato com ela, dessa vez para reclamar que a jovem havia “feito uma cena” no restaurante e que o filho dela foi demitido. A saga só deixou a jovem com ainda mais dúvidas sobre o ex- namorado “voltar a vida” e ela diz que gostaria de conversar com ele. “Eu tenho uma ou duas perguntas”, admitiu. 

Ex-stripper é condenada por cortar garganta de amante durante orgasmo

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Mulher é viciada em sexo e cumpria pena de 25 anos de prisão por ter matado outro homem em 2013; vítima estava desaparecida desde 2005

Uma ex-stripper viciada em sexo foi condenada por cortar a garganta de seu amante durante um orgasmo. Robyn Lindholm, de 46 anos, já cumpria pena de 25 anos por ter matado outro homem em 2013. A segunda vítima de Robyn, George Templeton, era tida como desaparecida desde maio de 2005.

Em audiências à Suprema Corte australiana, Robyn fez várias confissões de como matou George. De acordo com os relatos, a ex-stripper ainda o agrediu com um bastão e aumentou o som da música que ouviam para abafar o som.

Além dos crimes que ela cometeu com as próprias mãos, Robyn também dava ordens para que outros amantes matassem outras pessoas para ela. Robyn  chegou a dizer que mandou um amante matar outro mais antigo para que ela pudesse seguir com o novo relacionamento.

Durante o julgamento, um dos juízes ouviu que o “desejo” dela foi o motivo da morte do antigo amante. O corpo dele nunca foi encontrado.

Mulher vegana processa vizinhos por causa do cheiro de churrasco

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Uma mulher vegana decidiu levar seus vizinhos à suprema corte da Austrália por causa do cheiro de carnes e peixes de seus churrascos, além de barulhos e outros odores. A Justiça, no entanto, decidiu contra suas reivindicações.

Cilla Carden vive em Girrawheen, na cidade de Perth, e decidiu entrar com uma batalha legal devido a incômodos com a vizinhança. Em entrevista a uma televisão local, Cilla disse que as ações de seus vizinhos são deliberadas e prejudicam sua qualidade de vida.

“Eles colocam lá [a churrasqueira], então eu sinto o cheiro de peixe, tudo o que posso sentir é cheiro de peixe”, disse ela ao Nine News (abaixo). “Não posso desfrutar do meu quintal, não posso ir lá fora”.

Além do cheiro de carne, ela reclama do cheiro de cigarro, som de cadeiras arrastando no concreto, luz refletoras, barulho das crianças jogando basquete e dos passarinhos de estimação. A australiana contou que estaria tendo problemas para dormir e que seu desejo era viver em paz.

Um vizinho disse que já removeu sua churrasqueira do jardim e pediu para que as crianças parassem de jogar basquete.
“As demandas de Carden foram comprovadamente consideradas não razoáveis e, de fato, prejudicam a capacidade dos outros proprietários de usufruir de seus lotes de maneira razoável e aceitável”, respondeu outro vizinho em comunicado ao Nina News.

O processo rolava na Justiça desde agosto de 2017, e no último mês o presidente da suprema corte, Peter Quinlan, negou a última apelação. Ele considerou os materiais não satisfatórios e disse que o processo foi conduzido de maneira justa, sem desvantagens contra Cilla.

“A Srta. Carden teve a oportunidade justa de apresentar seu caso, e o membro do tribunal instruído conduziu o processo de maneira justa e apropriada”, disse. Cilla disse considerar novas ações legais, mas o magistrado instruiu as partes a “direcionar suas consideráveis energias para a resolução de suas diferenças da melhor maneira possível”, pois processos legais em brigas de vizinhos podem ser caros e demorados, segundo ele.

Via UOL

Jovem morre após misturar whey protein com cafeína

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Lachlan Foote, de 21 anos, adicionou muita cafeína em pó ao seu shake, o que levou a uma overdose

Lachlan Foote, um jovem australiano de 21 anos, morreu no começo do ano depois de misturar whey protein com muita cafeína em pó. A polícia de Sydney concluiu na última semana as investigações da causa da morte.

A família aguardou o laudo conclusivo para divulgar o caso e alertar sobre os perigos de usar essas substâncias. Em um post no Facebook, o pai de Lachlan, Nigel Foote, falou sobre o ocorrido.

“Finalmente, a investigação concluiu a causa da morte. Ele morreu de intoxicação de cafeína. Quando Lachlan voltou para casa após celebrar o ano novo com amigos, ele fez o shake de whey protein e, inocentemente, adicionou muito pó de cafeína pura — um colher de chá é letal (o equivalente a quase 50 cafés)”, disse o pai.

Lachlan chegou a mencionar que seu whey protein estava com um gosto estranho em uma mensagem que enviou aos amigos. “Acho que minha proteína está vencida. Fiz um shake anti-ressaca e está com gosto estranho, meio amargo. De qualquer forma, boa noite. Vejo vocês de manhã”, escreveu.

Na manhã seguinte, o jovem foi encontrado morto. A autópsia encontrou cafeína no corpo, mas não falou em que quantidade. Por isso, os exames foram repetidos até que se constatou a quantidade excessiva do estimulante.

Um estudo da Universidade Cornell, do Reino Unido, provou que uma colher de chá de cafeína pode ser letal. “Misturar duas colheres em um drink equivale a tomar 70 Red Bulls, o que pode matar”, explica a pesquisa.

A família de Lachlan alerta e pede cuidado ao consumir a substância. “Estamos preocupados que outra pessoa do círculo social de Lachlan não saiba dos perigos da substância. Por favor, avise seus amigos, falem com seus filhos. Olhem a cozinha. A cafeína em pó parece com vários pós brancos e pode matar. Por favor, compartilhem!”.