Homem cobra R$ 80 para dirigir para motoristas alcoolizados e atravessar blitz em balneário do PA; veja vídeo

“O bafômetro tá caro pra p… e o cara ainda vai preso”, argumentava. Somente na madrugada de sexta-feira para sábado, foram lavradas quatro prisões em flagrante por crime de alcoolemia na cidade.

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra uma nova modalidade de serviços prestados no balneário de Salinas, nordeste paraense. Um homem cobra R$ 80 para atravessar a barreira de fiscalização do Detran e Polícia Rodoviária Estadual pelos motoristas que ingeriram bebidas alcoólicas nas festas que animam as praias do município.

“O bafômetro tá caro pra p… e o cara ainda vai preso”, argumentava. Ele segurava uma placa onde estava escrito “atravesso o carro na barreira” e ainda mostrava a própria CNH.

Motoristas relataram que receberam a oferta também quando chegaram nas festas. “Quando a gente chegou já tinha alguém para oferecer o serviço. Entregou um cartão e disse que tinha um preço pra atravessar a barreira e um pra levar até em casa”, relata a servidora pública Pamela Pimentel.

De acordo com o Departamento Estadual de Trânsito do Pará (Detran), o serviço oferecido no vídeo é ilegal. “Isso não chega a ser uma prestação de serviço, mas sim um desserviço à sociedade. O Detran repudia essa conduta. A manobra coloca em risco a vida do condutor e dos pedestres”, afirmou o Diretor Técnico Operacional do Detran, Walmero Costa.

Segundo ele, o código de trânsito prevê pena tanto para quem realiza o serviço quanto para quem aceita. “De acordo com o artigo 166 do código de trânsito, quem presta o serviço terá a CNH recolhida, assim como quem contratou”, declarou. Ele também disse que o Detran está realizando uma fiscalização constante na PA 444, onde fica a barreira da Polícia Rodoviária Estadual, para que novos incidentes como esse não aconteçam.

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Lei Seca

Os órgãos do Sistema de Segurança Pública intensificaram a operação Lei Seca em Salinas neste final de semana. Em função de shows de artistas nacionais realizados na praia do Atalaia, agentes do Detran e policiais militares e civis realizaram fiscalizações na estrada de acesso ao balneário.

Segundo o delegado Alberone Lobato, que ficou à frente da coordenação da operação, de sexta-feira para sábado, foram lavradas quatro prisões em flagrante por crime de alcoolemia (pessoas flagradas na direção de veículo sob influência de bebida alcoólica). “Nos dois casos, os condutores flagrados pagaram fiança arbitrada pela autoridade policial para responder aos processos na Justiça em liberdade”, explica.

De acordo com o Walmero Costa, os números da operação Lei Seca em Salinas foram positivos. “Neste fim de semana, o quarto da operação, foram efetuadas 18 prisões. Esse número foi menor em relação a 2017. No mesmo período já tinham sido realizadas 50 prisões. Isso significa que as pessoas estão tendo uma conduta diferente”, comentou.

Fonte: g1

Homem é preso por alertar sobre blitz policial no WhatsApp

O comerciante foi liberado por não possuir antecedentes criminais e responderá em liberdade por atentar contra a segurança

Um comerciante do município de Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, foi parar na cadeia por uma atitude relativamente comum. Nesta semana, o homem foi detido após alertar em um grupo do WhatsApp sobre a realização de uma blitz da Polícia Militar na cidade.

O vendedor de cachorro-quente no bairro São Jorge, enviou mensagens pelo aplicativo assim que percebeu a movimentação dos policiais na região. “Novamente barreira”, “avisarei quando forem embora”, teria escrito o homem, noticia o Yahoo.

A mensagem acabou chegando até um policial militar, que a repassou o texto para os colegas de profissão que estavam trabalhando. O comerciante foi identificado e encaminhado à delegacia, onde foi detido em flagrante por atrapalhar o trabalho da polícia, como descrito no artigo 265 do Código Penal.

O celular foi apreendido como prova. O comerciante foi liberado, por não possuir antecedentes criminais. Ele responderá em liberdade por atentar contra a segurança e a pena máxima para o crime é de cinco anos de reclusão.

Fonte: noticiasaominuto

PM para carro em bloqueio e encontra vítima de sequestro dentro de porta-malas

A Polícia Militar de Jundiaí (SP) localizou, na madrugada desta quinta-feira (23), uma vítima de sequestro-relâmpago dentro do porta-malas de um carro abordado durante uma operação no bairro Tarumã.

Segundo informações da PM, ao perceber o bloqueio na região, o motorista do veículo tentou fugir do local, mas foi impedido por algumas viaturas.

Cinco homens estavam no carro e, durante a revista, os policiais militares encontraram uma pistola Bereta 765 com um deles, um capuz e um rádio transmissor.

Ainda durante buscas no veículo, a PM escutou batidas vindo do porta-malas e encontraram a vítima, que alegou que havia sido sequestrada há poucos minutos ao chegar em casa no bairro Colônia.

O jovem ainda contou à PM que os criminosos o abordaram na portão de sua casa e o ameaçaram de morte caso não conseguisse a quantia de R$ 8 mil.

O grupo pegou a carteira e o celular da vítima, colocando-a no porta-malas para sacar o dinheiro.

Dos cinco detidos, um era menor de idade e os demais têm de 18 a 19 anos. Eles já possuem passagem pela polícia por roubo, tráfico de drogas e incêndio a uma escola.

Eles foram encaminhados para a delegacia da cidade, onde o caso foi registrado. O menor de idade deve ser liberado na presença do responsáveis, enquanto que os demais devem ser levados para presídios da região.

Dono diz que o carro dele rodou 70 km após apreensão em blitz e que só chegou ao pátio do Detran 3 dias depois

O dono de um veículo que foi apreendido porque estava com a documentação atrasada neste mês, em Cuiabá, disse que o carro rodou cerca de 70 km entre o período em que foi apreendido até a chegada ao pátio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran). O carro foi apreendido durante uma blitz no dia 11 deste mês e chegou ao Detran no dia 14.

Além disso, o automóvel apresentava riscos na lataria e o estepe estava destruído, segundo o comerciante Fábio Aparecido Macedo Silva.

O comerciante explicou que no dia 11 deste mês um parente dele estava dirigindo o veículo quando foi abordado pela Polícia Militar. Com os documentos atrasados, o carro foi levado para o pátio da PM, em Várzea Grande, região metropolitana.

De acordo com Fábio, o veículo apareceu no pátio do Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran), três dias depois de ser apreendido. Ele gravou um vídeo durante a chegada do veículo no local.

Ele afirma que o veículo foi danificado. Estava com riscos na lataria e o estepe estava destruído. O comerciante registrou um boletim de ocorrência e busca ser ressarcido.

Fábio contou que avistou o veículo andando nas ruas, antes de chegar ao Detran. “Se eu não posso rodar com o veículo, então os homens do guincho também não podem”, disse.

Segundo a legislação, o veículo deveria ter sido deixado no pátio do Detran no mesmo dia da apreensão.
Por meio de nota, a empresa Daniel Guinchos informou que o departamento só recebe veículos entre 12h e 14h e que não levaram todos os automóveis que foram guinchados.

O assessor da diretoria de veículos do Detran, Augusto Cordeiro, negou que o órgão receba veículos apenas duante esse horário. “É feito o check list dos veículos com os horários. O departamento recebe veículos a partir das 8h”, disse.
Augusto contou que o veículo do comerciante foi entregue ao pátio do Detran e que logo depois foi liberado após os débitos dos documentos serem quitados. “Ele foi entregue às 13h e no mesmo dia foi liberado após o pagamento dos débitos”, afirmou.

O presidente do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec), Antônio Carlos Tavares de Mello, explicou que, no momento da apreensão do veículo, a autoridade pública é responsável por ele.
“Ele pode acionar a Justiça junto com a empresa do guincho. É provável que ele consiga uma indenização devido ao estrago no veículo”, contou.

G1/MT

Policial se recusa a soprar bafômetro e atira em agente do Detran no DF

Policial se recusa a soprar bafômetro e atira em agente do Detran no DF

Ele alegou que era coronel da PM e disparou ao menos três vezes. Como estava de colete, agente ficou com hematoma nas costas.

Um policial militar da reserva disparou com arma de fogo contra um agente do Detran do Distrito Federal na madrugada desta quinta-feira (10) durante uma blitz em Águas Claras. Ele disse que era coronel da PM e se recusou a fazer o teste do bafômetro.

“Assim que foi solicitado a ele que fizesse o teste do etilômetro, para comprovar que ele não teria ingerido bebida alcoólica, ele se identificou como sendo da polícia e que, por isso, não iria fazer aquele exame”, disse a agente Letícia Campos.

À imprensa, a PM informou que o policial é tenente coronel na reserva (aposentado). Ele foi autuado por tentativa de homicídio. A corporação afirmou ainda que está tomando todas as providências no fato.

Colete à prova de balas que agente do Detran usava quando foi atingido por tiro no DF (Foto: TV Globo/Reprodução)

O agente do Detran ficou com um hematoma nas costas, onde foi atingido, mas não ficou com ferimentos graves graças ao colete à prova de balas. O homem fugiu do local, mas foi encontrado na região em seguida pela PM e pelos agentes que atuavam na fiscalização. O homem tentou resistir à abordagem.

Agentes do Detran em delegacia no DF (Foto: TV Globo/Reprodução)

“Ele desceu do carro de forma agressiva com a arma em punho e já atirando. O primeiro tiro pegou no nosso agente e em seguida ele efetuou mais um disparo. Todos os agentes que estavam no local se colocaram em posição de segurança. Ele saiu andando do local em seguida retornou e deu mais três tiros para o alto”, continua a agente.

Todos os envolvidos foram levados para a 21ª DP, em Taguatinga Sul. O carro do homem e outro veículo que o acompanhava foram guinchados. Como agentes do Detran não têm porte de arma de fogo, a polícia foi chamada. O policial foi imobilizado com auxílio de uma arma de choque e em seguida foi encaminhado ao presídio.

“Nós tínhamos o porte de arma até o ano passado e nos foi tirado com a prerrogativa que nós, agentes de trânsito, servimos apenas para multar, o que não é verdade. Nós estamos na rua para preservar vidas.”

Carros foram guinchados pelo Detran após confusão em blitz no DF (Foto: TV Globo/Reprodução)
 Fonte: g1/df

Apreensão do carro por IPVA atrasado é ilegal e pode gerar dever de indenização, dizem advogados

A irregularidade no pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), cobrado anualmente em todo o país, não pode ser motivo exclusivo para apreensão de veículos. E mais: advogados consideram que, dependendo da situação, a apreensão pode até gerar direito à indenização para o proprietário do carro.

O especialista em Direito Público Luiz Fernando Prudente do Amaral explica que “a prática de confiscação dos veículos em blitz por causa do atraso do IPVA tem aumentado em todo o Brasil”. No entanto, o advogado considera que a apreensão exclusivamente devido ao tributo atrasado é inconstitucional.

Para Amaral, é possível recorrer a outras formas de cobrança do imposto, sem precisar ofender o direito à propriedade, garantido pela Constituição Federal. “O Estado não pode executar de ofício, isto é, sem o Judiciário, o débito que o contribuinte tenha”, afirma o advogado. Ele explica que o Supremo Tribunal (STF) Federal já tomou decisões no sentido de que o Estado não pode fazer apreensão de bens para cobrar dívidas tributárias. Contudo, as decisões se referem a questões comerciais, por isso o entendimento de que isso se aplicaria ao IPVA não é pacificado.

Indenização

A possibilidade de indenização ocorreria pelo abuso de autoridade nos casos em que a apreensão do veículo ocorrer exclusivamente por falta de pagamento do IPVA. O artigo 37 da Constituição, parágrafo 6º, define que “as pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros”.

Para o advogado Gustavo Perez Tavares, com base nesse trecho da Constituição, caberia ao Estado indenizar o particular afetado pelos atos de seus agentes.

Segundo Tavares, seria necessária, ainda, a comprovação dos prejuízos que o proprietário do carro teve devido à sua apreensão, com a apresentação de recibos de táxi. Profissionais que utilizam o carro para trabalhar, como taxistas ou entregadores têm mais facilidade para fazer essa comprovação.

Licenciamento

O tributarista Carlos Eduardo Pereira Dutra explica que “existe uma relação de causa e efeito entre a falta de pagamento do IPVA e apreensão do veículo”. O Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CLRLV), conhecido como licenciamento, é obrigatório para o livre tráfego ao veículo, e a liberação desse documento ocorre apenas após a quitação de todas as dívidas perante o departamento de trânsito, inclusive o IPVA.

Conforme o Chefe da 1ª Ciretran, Valmir Moreschi, os agentes do Detran do Paraná não apreendem veículo por atraso de IPVA, mas sim pela falta de documento de licenciamento, que é o único de porte obrigatório para evitar a apreensão o veículo.

Em caso de apreensão do carro, de acordo com as normas do Detran, é necessário que o motorista vá até o pátio onde o veículo está apreendido, portando o Certificado de Registro do Veículo (CRV) em branco e Certificado de Registro de Licenciamento Veicular atual.

Para isso é preciso portar RG, CPF e estar com o IPVA, licenciamento e DPVAT em dia e outros débitos, caso haja. São cobrados o valor da estadia e da taxa de remoção. Após 60 dias, se não houver manifestação e quitação dos débitos do proprietário o veículo será conduzido para leilão.

Fonte: Folha Vitória

Revoltado, homem destrói o próprio carro apreendido em blitz; veja

O veículo era usado para trabalho e é avaliado em R$ 800

Um homem ficou revoltado após ter sua caminhonete, uma Rural, ser apreendida em uma blitz de trânsito feita pela Polícia Militar (PM) em Londrina, no norte do Paraná, na tarde de terça-feira (7).

De acordo com a PM, os policiais encontraram várias irregularidades no veículo e no condutor. Primeiro, o homem que dirigia o veículo não seria habilitado. Questionado se seria o dono da caminhonete, o condutor teria afirmado que sim porém o documento estava em nome de uma outra pessoa, o que gera multa por “entregar o veículo para condução a pessoa não habilitada”.

Além disso, o carro tinha débitos vencidos de IPVA, multas e licenciamento que ultrapassam R$ 2 mil.

O veículo era usado para trabalho e é avaliado em R$ 800.

Após a apreensão, o homem ficou revoltado. Ele pegou uma corrente e destruiu os vidros, espelhos, faróis e a lataria da caminhonete. Depois de dois minutos, ele deixa o local. Toda a ação foi flagrada por moradores. Veja:


Homem destrói o próprio carro após apreensão por painelpolitico

Se quiser reaver o veículo, o homem terá que quitar todos os débitos, multas e pagar as diárias do pátio. Além disso, terá que pagar também o guincho e contar com a ajuda de um condutor habilitado e, claro, reformar a caminhonete.

Blitz evitou que assalto à transportadora no Recife fosse maior

Blitz evitou que assalto à transportadora no Recife fosse maior

Com o primeiro confronto entre bandidos e policiais, o reforço foi acionado e pôde chegar antes do término da ação criminosa.

O assalto à transportadora de valores Brinks, que deixou a zona oeste do Recife aterrorizada na madrugada desta terça (21), poderia ter sido ainda maior caso uma blitz de trânsito não estivesse coincidentemente instalada em local próximo ao estabelecimento. Com o primeiro confronto entre bandidos e policiais, o reforço foi acionado e pôde chegar antes do término da ação criminosa. O imprevisto impediu que a quadrilha roubasse um segundo cofre onde estava a maior parte do dinheiro.

As informações foram divulgadas hoje (21) em coletiva de imprensa dos chefes das polícias de Pernambuco.

De acordo com o comandante da Polícia Militar (PM), coronel Vanildo Maranhão, a blitz não tinha como ser prevista anteriormente porque ela é móvel. Na sua avaliação, o objetivo dos criminosos era proteger o perímetro da empresa e efetuar a explosão sem o conhecimento da polícia.

“Quando a população ouvisse a explosão e ligasse para a emergência, que a gente chegasse lá, eles já teriam conseguido fazer o roubo. Tanto é que o segundo cofre, que tinha o maior valor, eles não conseguiram explodir”, disse.

Explosivos do tipo metalon foram deixados pra trás, o que indicaria que eles de fato queriam roubar o segundo compartimento. Muitos materiais também foram abandonados em vários pontos da cidade pelo grupo criminoso, formado por mais de 20 homens. Os objetos foram apresentados na coletiva de imprensa na sede do Departamento de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Depatri), no Recife.

Entre os objetos estão fios coloridos de explosivos, carregadores de rádio comunicador, carregadores de fuzil (alguns deles comportando 100 munições cada), balaclavas (uma espécie de máscara feita de malha de lã) e luvas, coletes a prova de balas, roupas que simulavam fardamento da Polícia Federal (PF), máscaras de gás, cilindros de oxigênio, um fuzil AK-47 e mais de 800 munições de vários calibres, com destaque para fuzis .556, .762×39 e .50 (três unidades de armamento usado em ataque antiaéreo), e também de espingarda calibre 12.

Também foram apreendidos sete veículos abandonados pelos criminosos em diferentes pontos, incluindo dois caminhões Ford F400. Três dos carros, um vectra e duas hillux, eram blindados. “Os carros estavam pintados de preto, eles não seriam deixados se a ação não tivesse dado errado”, diz o chefe da Polícia Civil (PC), Joselito Amaral.

Um dos locais onde dois carros e os dois caminhões foram encontrados é o Círculo Militar (onde fica o local de treinamento de tiro de policiais), perto da Arena Pernambuco, em São Lourenço da Mata. A polícia também encontrou a base da quadrilha, um galpão em um local não divulgado para não atrapalhar as investigações.

Todo o material será analisado em busca de DNA e impressões digitais, segundo a diretora da Polícia Científica de Pernambuco, Sandra Santos. Elementos como copos descartáveis e garrafas de refrigerante podem ajudar a identificar algum integrante.

Quadrilha interestadual

O chefe da Polícia Civil, Joselito Amaral, disse que o modus operandi dos bandidos é diferente de outros arrombamentos com explosivos ocorridos em Pernambuco, mas é semelhante a roubos registrados em outros estados. “A quadrilha é interestadual”, disse na coletiva, mas informou que manteria as pistas sobre a origem da quadrilha em sigilo para o êxito das investigações.

O valor roubado também não foi divulgado pelas corporações ou pela empresa assaltada.

O roubo

Os assaltantes visavam cofres da transportadora de valores Brinks, no Recife. A quadrilha explodiu um muro vizinho de uma loja de conveniências e teve acesso à empresa. Eles estavam fortemente armados.

O confronto com policiais deixou moradores aterrorizados com os tiroteios prolongados e registrados em vídeos que circulam nas redes sociais. Para fugir, os criminosos incendiaram veículos roubados dias antes e usaram para fazer piquetes em três vias nos arredores da empresa, o que transformou os locais em cenários semelhantes aos de guerra.

No total, 138 policiais militares foram mobilizados na tentativa de conter o assalto. Até agora ninguém foi preso. Segundo o comandante da PM, os criminosos conseguiram fugir porque havia várias vias disponíveis para fuga.

 

Prefeitura aperta o cerco contra transporte clandestino em Porto Velho

Prefeitura aperta o cerco contra transporte clandestino em Porto Velho

Taxistas registrados regularmente na Semtran têm reclamado da concorrência com ‘piratas’.

A Prefeitura de Porto Velho iniciou nesta quarta-feira (1º) a série de blitz repressivas programadas para coibir o transporte clandestino de passageiros na capital. A operação iniciou pela zona norte onde três equipes da Secretaria Municipal de Transportes e Trânsito (Semtran), apoiada pela Companhia Independente de Polícia de Trânsito, da Polícia Militar, foram distribuídas em locais estratégicos da Estrada do Belmont, no bairro Nacional.

Conforme informou a gerente da Divisão de Fiscalização de Transporte, da Semtran, Elzinete Andrade, quem trabalha regularmente com o serviço de transporte de passageiros, principalmente os taxistas cadastrados na secretaria, tem reclamado dos chamados “piratas” que continuam circulando pela cidade com serviço de lotação. São inúmeras as denúncias que chegam na secretaria. Na primeira blitz não foi feita nenhuma apreensão de veículo.

A gerente da Divisão de Fiscalização de Transporte adiantou que este tipo de serviço de transporte coloca em risco a integridade física dos passageiros e é muito perigoso. Outro problema, é que os clandestinos inviabilizam o trabalho de profissionais sérios, além de aumentar a ação de irregulares.

Além disso, os piratas não possuem nenhum tipo de identificação, como informações oficiais, carros característicos e fáceis de ser identificado ou o número do cooperado e os preços também não são tabelados, pois eles cobram abaixo do valor de mercado, mas muitas vezes, o barato pode sair caro, pois eles não oferecem nenhuma garantia para o passageiro, como seguro de vida, por exemplo.

“Esse será um trabalho frequente que será realizado pela Semtran para tirar de circulação quem está clandestino. É também uma forma de garantir segurança aos usuários desse tipo de transporte quando forem utilizar o serviço. Caso ocorra algum acidente, eles terão todos os direitos preservados. Mas se o mesmo acidente ocorrer se o usuário estiver num transporte clandestino, eles não terão direito a nada”, explicou.

O Código de Trânsito Brasileiro trata do transporte irregular de passageiros em seu Artigo 231, inciso VIII. A norma prevê que “Transitar com o veículo […] efetuando transporte remunerado de pessoas ou bens, quando não for licenciado para esse fim, salvo casos de força maior ou com permissão da autoridade competente” será considerado como infração média e ainda estipula a multa como penalidade e a retenção do veículo como medida administrativa.

Fonte: rondoniadinamica

Sargento do Exército e capitão da PM brigam em blitz no Rio; vídeo

As imagens foram publicadas nas redes sociais na sexta-feira

Um vídeo publicado nas redes sociais nesta sexta-feira (23) mostra uma discussão entre um capitão da Polícia Militar à paisana e um sargento do Exército, que operava uma blitz na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro.

O policial foi parado pelos homens das Forças Armadas em uma avenida e se apresentou como militar. O sargento do Exército disse que o homem seria autuado e foi questionado. “Você vai me autuar? Vai estudar. Você pode dar voz de prisão, mas autuar você não pode”, disse o policial.

A briga prosseguiu e não se sabe ainda o desfecho do caso. Assista no vídeo a discussão acalorada.