Ativistas decidem recuperar a BR 319 por conta própria

Contrariando a suspensão das obras de manutenção e revitalização da BR-319, um grupo de pessoas que defende a liberação do tráfego de veículos pela rodovia decidiu, por conta própria, restaurar pontes e desvios ao longo da estrada, a partir do Km 350, que apresenta condições precárias de trafegabilidade. Eles querem garantir que a rodovia permaneça em boas condições de uso, mesmo no período chuvoso.

O pontapé inicial da operação “Beija-flor” foi dado no último sábado, quando parte do grupo se reuniu em um dos trechos mais críticos da rodovia para reformar um dos desvios que foram construídos ao lado de uma ponte que está desativada por falta de manutenção.

Com motosserras, martelos e enxadas em mãos, cada um decidiu dar a sua contribuição para garantir que os veículos de qualquer porte  possam prosseguir pela estrada, tanto os que desejam chegar a Rondônia, quanto os que querem chegar a Manaus.

“Estou aqui desde cedo para colaborar com a minha parte. Como existe um impasse sobre quem pode conceder a licença ambiental (Governo Federal ou Estadual) para que as obras prossigam, nós decidimos não cruzar os braços e lutar pelo nosso direito de ir e vir”, disse André Marsílio, um dos integrantes do movimento.

[su_frame align=”right”] [/su_frame]De acordo com ele, durante todo o tempo que ficou no Km 350, conversou com várias pessoas que estavam atravessando o Estado, de carro. “Teve até um grupo de argentinos que passou por aqui. Eles estão indo para a Venezuela. As pessoas estão confiantes com a reabertura da estrada e isso é a prova da importância da interligação que a rodovia vai proporcionar e integrar o Amazonas ao restante do Brasil, além de trazer desenvolvimento para a região”, afirmou Marsílio.

O superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit), Fábio Galvão, órgão responsável pelas obras na BR-319, não quis se pronunciar sobre a iniciativa dos ativistas.

Associação é criada

De acordo com o professor universitário Pedro Fernandes, que também participa do movimento, o início da operação Beija-flor marca um momento histórico para o grupo, com a criação da Associação de Amigos e Defensores da BR-319. “Agora nós estamos ganhando um corpo jurídico para reunir mais forças, onde o nosso propósito é lutar pela reabertura integral  dessa rodovia, de modo que ela seja pavimentada e as condições de trafegabilidade dela sejam mantidas”, defende.

O primeiro compromisso do movimento como associação está marcado para hoje, quando os membros devem ser recebidos pelo Governador do Estado, José Melo (Pros), e apresentarão a pauta de reivindicações que engloba os pontos mais polêmicos que giram em torno da BR-319: a retomada das obras de manutenção e conservação  da rodovia, principalmente no trecho do meio (entre o Km 250 a Km 650), por parte do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT); o fim do impasse entre o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) para conceder as licenças ambientais necessárias para o reinício das obras; e a fiscalização contra crimes ambientais ao longo da estrada.

“Essas ações da operação Beija-flor  vão durar pelas próximas semanas. Convidamos a todos os usuários a contribuir também, ajudando a consertar os trechos que estão precários, com pontes e desvios danificados, pregando uma madeira que se deslocou, ou alertando as autoridades e o movimento, sobre outros pontos onde precisamos fazer reparos”, complementou Fernandes.

Operação Beija-Flor

Nome  dado em alusão ao conto do beijo-flor, que sozinho, tentou apagar um incêndio na floresta, jogando gotas de águas sobre as queimadas. A iniciativa do pássaro inspirou os demais animais e juntos, conseguiram debelar as chamas. Da mesma forma, usuários e defensores da BR-319 lutam para garantir que as obras de manutenção e pavimentação da rodovia sejam retomadas. Como as obras do DNIT foram suspensas por decisão judicial, os ativitas decidiram realizar pequenas obras por conta própria.

885 km

A extensão da rodovia BR-319, que liga Manaus (AM) a Porto Velho (RO) é de 885 quilômetros no total. No entanto, a rodovia possui vários trechos sem asfalto e boa parte do trajeto está com condições ruins para o tráfego de veículos, principalmente no trecho entre o KM 250 e o KM 650, que abrange os municípios de Manicoré e Humaitá.

Operação Beija-Flor

Nome  dado em alusão ao conto do beijo-flor, que sozinho, tentou apagar um incêndio na floresta, jogando gotas de águas sobre as queimadas. A iniciativa do pássaro inspirou os demais animais e juntos, conseguiram debelar as chamas. Da mesma forma, usuários e defensores da BR-319 lutam para garantir que as obras de manutenção e pavimentação da rodovia sejam retomadas. Como as obras do DNIT foram suspensas por decisão judicial, os ativitas decidiram realizar pequenas obras por conta própria.

As informações são do jornal A Crítica (AM)

Liminar da Justiça Federal deve atrasar por meses as obras na BR 319

A Justiça Federal atendendo a um pedido do Ministério Público Federal do Amazonas, deve causar um prejuízo irreparável aos estados de Rondônia e Amazonas com a liminar que proíbe qualquer tipo de obra na BR 319. Deferida na noite da última terça-feira, a decisão coloca em xeque qualquer ação relativa as obras de recuperação da rodovia, que enfrenta forte resistência de grupos ambientalistas que querem, a qualquer custo, manter o Amazonas isolado do resto do mundo.

Uma caravana composta por empresários e políticos de Rondônia partiu de Porto Velho na segunda-feira com destino à Manaus pela BR 319 e chegou à capital amazonense na noite de terça-feira. Eles foram recepcionados por políticos amazonenses e participaram de um ato público pedindo a liberação das obras, que já haviam sido embargadas pelo Ibama, que alegava “graves prejuízos ambientais”. Com a decisão da justiça federal, aliada ao período de chuvas na Amazônia, as obras devem ficar paralisadas até 2016 e dificilmente serão retomadas.

Além de suspender os efeitos das licenças já concedidas para a obra, a Justiça determinou ainda ao Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) que não conceda qualquer nova licença ou autorização para quaisquer atividades na BR-319, até o julgamento final da ação, sob pena de multa diária no valor de R$ 5 mil. A determinação de suspensão vale, inclusive, para renovação das licenças já existentes. A decisão destaca ser clara a atribuição do Ibama, e não do Ipaam, para licenciamento das obras na rodovia, uma vez que se trata de interligação interestadual.

Antecipando-se aos questionamentos referentes aos prejuízos causados à integração do Amazonas a outros Estados pelas medidas judiciais, o juízo da 7ª Vara Federal ressalta que a decisão não pretende “impossibilitar a trafegabilidade na rodovia BR-319” ou “impossibilitar o pleno desenvolvimento econômico da região e sua população”, e sim “restaurar a legalidade da qual se desviou a BR-319 no caminho de sua concretização”.

PAINEL POLÍTICO acha que a classe política segue a mesma cartilha do povo brasileiro…aceita tudo passivamente.

Justiça Federal suspende obras da BR-319

A Justiça Federal acatou parcialmente os pedidos do Ministério Público Federal no Amazonas (MPF-AM) em ação civil pública e determinou, em caráter liminar, a suspensão de quaisquer intervenções que estejam sendo realizadas no trecho central da rodovia BR-319.

Relatório de inspeção do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) encaminhado ao órgão demonstrou a realização de obras com graves danos ambientais no trecho entre os quilômetros 250 e 655 da rodovia, trecho esse que ainda não recebeu licenciamento ambiental do órgão para ser reconstruído.

Na decisão, a Justiça sustenta que “não se pode permitir que uma potencial obra na qual fosse necessário o prévio EIA/RIMA (Estudo de Impacto Ambiental/Relatório de Impactos ao Meio Ambiente) se desenvolva sem ele, ao arrepio da Constituição 1988”.

A liminar destaca que, pelos documentos relacionados no processo, “parece-nos tratar de obra de construção/reconstrução, e ainda que haja dúvida acerca disso, num primeiro momento, impõe-se assim considerar em face dos princípios da prevenção e da proibição do retrocesso ambiental”.

Além de suspender os efeitos das licenças já concedidas para a obra, a Justiça determinou ainda ao Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) que não conceda qualquer nova licença ou autorização para quaisquer atividades na BR-319, até o julgamento final da ação, sob pena de multa diária no valor de R$ 5 mil. A determinação de suspensão vale, inclusive, para renovação das licenças já existentes. A decisão destaca ser clara a atribuição do Ibama, e não do Ipaam, para licenciamento das obras na rodovia, uma vez que se trata de interligação interestadual.

Antecipando-se aos questionamentos referentes aos prejuízos causados à integração do Amazonas a outros Estados pelas medidas judiciais, o juízo da 7ª Vara Federal ressalta que a decisão não pretende “impossibilitar a trafegabilidade na rodovia BR-319” ou “impossibilitar o pleno desenvolvimento econômico da região e sua população”, e sim “restaurar a legalidade da qual se desviou a BR-319 no caminho de sua concretização”.

A ação civil pública tramita na 7ª Vara Federal do Amazonas, sob o número 14031-28.2015.4.01.3200. Cabe recurso da decisão liminar.

Ausência de estudo prévio

Em fevereiro deste ano, o Ibama informou ao MPF que as obras dos três trechos da rodovia haviam sido autorizadas após assinatura de termo de compromisso entre o órgão e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), responsável pela obra.

Em relação ao trecho central, no entanto, foi solicitada elaboração de Estudo de Impacto Ambiental/Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima). Pelo termo de compromisso, o estudo deveria ser aprovado antes de qualquer obra no referido trecho, mas não foi o que o Ibama constatou na prática.

O MPF/AM embasou a ação nas conclusões de relatório de vistoria do Ibama, datado de 25 de agosto deste ano, que constatou desmatamento de uma grande área de vegetação ao longo dos 405,7 quilômetros do trecho central da BR-319.

Os técnicos do órgão apontam no documento que a vegetação encontrava-se em estágio avançado de regeneração e a pista com largura de cinco metros. As obras detectadas na área abrangem largura que varia de 12 a 18 metros da pista. Aterramento de cursos d’água, depósito de solo no leito de igarapés, retirada de solos para uso na obra sem reparação do local e despejo de dejetos e resíduos de máquinas no solo são apenas algumas das várias irregularidades praticadas pelas empresas contratadas pelo Dnit para execução da obra.

Licença irregular

Contrariando toda a legislação sobre licenciamento ambiental, o Ipaam expediu a Licença Ambiental Única em 15 de agosto, tendo como interessado a Superintendência Regional do Dnit, para a atividade de manutenção/recuperação de rodovia, para quatro trechos.

Segundo o MPF, a licença não foi precedida de licença prévia, nem tem natureza de instalação. “Trata-se de uma licença única que, de uma vez só, substitui as três fases sucessivas e complementares do procedimento de licenciamento ambiental”, cita trecho da ação.

Para o MPF/AM, o licenciamento ambiental estava sendo regularmente realizado pelo Ibama, na fase de apresentação de EIA/RIMA, e não houve nenhuma delegação para que o Estado do Amazonas, por meio do Ipaam, assumisse essa tarefa. Além disso, o órgão sustenta que o trecho do meio não é uma rodovia pavimentada, por isso não se submete à portaria mencionada pelo Ipaam como justificativa para sua licença ambiental.

Indenizações

Como pedidos finais da ação, o MPF requer que a Justiça sentencie os processados ao pagamento de indenização pelos danos ambientais causados, em valor não inferior a R$ 315.160,00.

O valor preciso ainda deverá ser apurado durante a tramitação da ação. Há ainda pedido de condenação dos responsáveis ao pagamento de indenização de, no mínimo, R$ 10 milhões, por danos morais coletivos causados à sociedade a partir da agressão a um bem ambiental tão importante como a floresta amazônica, seu solo e seus cursos d’água.

Senador do Amazonas, “nós exigimos a abertura da 319”

O senador amazonense Omar Aziz (PSD) bateu pesado na direção do IBAMA, que havia embargado as obras de asfaltamento da BR 319, que liga Porto Velho a Manaus.

Segundo o senador a abertura da rodovia, “não é nenhum favor do Governo Federal aos amazonenses. É um direito nosso. Embargar a obra é uma irresponsabilidade que prejudica o Amazonas”. Veja o vídeo de sua fala na comissão de infraestrutura do Senado:

 

Gurgacz pede conclusão da BR 319

Em Brasília, o senador Acir Gurgacz (PDT-RO) voltou a pedir ao Ibama que libere as obras de recuperação da  BR-319, que liga Porto Velho (RO) a Manaus (AM), informou a agência Senado. Segundo ele, o maquinário está parado nas laterais da estrada aguardando um posicionamento do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, que embargou o empreendimento. Ele disse ainda que um grupo de senadores irá à rodovia na próxima semana verificar as condições da obra.

— Não tem lógica interromper a manutenção de uma estrada tão importante quanto a BR-319. As companhias estão lá instaladas e as máquinas no local sem poder trabalhar por conta de uma questão do Ibama. É uma situação que não consigo entender — protestou.

PAINEL POLÍTICO apóia esta causa

O senador Acir Gurgacz (PDT) informou que está agendada para o dia 26 de outubro uma diligência da Comissão de Infraestrutura do Senado na BR-319, que liga Porto Velho a Manaus. No entanto, diante do embargo das obras de manutenção e recuperação da rodovia, anunciados pelo Ibama neste final de semana, estamos trabalhando na possibilidade de realizar uma audiência pública do Senado, com a participação das assembleias legislativas e das bancadas federais de Rondônia e do Amazonas ao final desta diligência ou até mesmo em data anterior.

“Estou agora em contato com o Dnit Nacional, que ainda não foi notificado oficialmente, e com o Ibama, para saber do que se trata esse embargo. Não podemos admitir que uma rodovia que já existe desde a década de 1970 seja abandonada, dificultando a integração da Amazônia e o desenvolvimento regional”, afirmou Gurgacz.

Para o senador, “a reabertura desta rodovia representa novos caminhos para a sustentabilidade na Amazônia. Ela vai estimular o comércio, o turismo e a agricultura na região e também será um importante instrumento de proteção da floresta”.

PAINEL POLÍTICO apóia a reabertura dessa estrada e defende ainda a construção da ferrovia interligando todos os estados. Isso é desenvolvimento. Chega de atraso!

Coluna – Embargo de obras na 319 mostra apatia das bancadas de Rondônia e Amazonas

Para não perder a piada

Notícia do governo, “Policiais concluem curso de operações com baixa luminosidade em Porto Velho”. Deve ser para atuar nos apagões…

Pode fechar

O Congresso Nacional não tem mais utilidade. O Supremo Tribunal Federal (STF) mostrou isso nesta terça, ao conceder não uma, mas três liminares suspendendo qualquer tipo de discussão sobre o impeachment de Dilma Roussef. Melhor fechar o congresso e deixar o STF legislar. Ao mesmo tempo, o Tribunal Superior Eleitoral, que havia autorizado por maioria investigações sobre o financiamento de campanha de Dilma, unificou todos os processos referentes a Dilma/Temer. Dependendo do relator, a coisa só vai andar quando o inferno congelar…Se for o mesmo relator de Confúcio Moura, João Otávio de Noronha, nem precisa de advogado. Lá nas Minas Gerais dele (aquela só dele), pode tudo em campanha, então nem precisa discutir.

Esse é um dos problemas

Da politização do poder Judiciário. Ministro de suprema corte não deveria ser indicado por presidente da República. A tal “sabatina” feita no Senado não passa de jogo de cena. O Brasil precisa rever todo seu modelo político-administrativo. Como um ministro vai julgar com isenção quem lhe deu um emprego vitalício, com todas as mordomias, cujo único pré-requisito é ser “amigo do rei”? A interferência do Judiciário nesse processo revela com clareza as manobras governistas. É nessa hora que favores são cobrados e os magistrados usam como desculpa para tamanha interferência, a desculpa de que “a justiça não pode se deixar levar pela opinião pública”. De fato, não pode. Mas também não pode ser venal e descarada.

Por pior que sejam

Essas falhas, a justiça ainda é um dos pilares da sociedade brasileira. E até isso o PT vem conseguindo jogar merd*.

Curiosidade

Luciana Christina Guimarães Lóssio, aquela ministra do Tribunal Superior Eleitoral que pediu vistas ao processo de Dilma Roussef e depois faltou à sessão, foi nora do ex-senador Odacir Soares. Ela foi casada com o filho de Odacir, Rodrigo, e já andou aqui por Porto Velho há alguns anos. Eles já estão separados.

Na frigideira

E o próximo a queimar no óleo fervente que está no fogo do governo é Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O (ainda) presidente da Câmara das Deputados está tendo uma amostra do que é ter uma máquina aparelhada indo contra ele. A que ponto chegamos nesse país, precisamos de um deputado encalacrado no maior dos clichês para tentar acabar com uma quadrilha bolivarista que comanda o país. Precisamos torcer pelo bandido para acabar com outros. Fundo do poço…

E começou

Se você olhar com atenção, vai perceber que o noticiário político nacional começa a dar mais destaque para os problemas de Cunha que os rolos de Dilma e sua trupe. Fica olhando o movimento durante o restante da semana…

Motoserra na alta

55.455 km², essa foi a área que Rondônia desmatou entre 1988 a 2014, segundo apontou levantamento do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal (Prodes), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). E deve aumentar ainda mais, já que a SEDAM não dá conta sequer de emitir licenças ambientais, imagine fiscalizar queimadas e derrubadas clandestinas. Quem já teve oportunidade de sobrevoar Rondônia, já testemunhou que floresta por aqui é lenda. No meio da mata surgem clareiras enormes. E não são derrubadas de madeireiros não. Quem desmata é quem cria gado, diz o bordão criado por Ivo Cassol.

Enfim

Os camelôs deixaram nesta terça-feira a praça Marechal Rondon (também conhecida como praça do Fórum e praça do Baú) e estão sendo levados para o antigo shopping popular, que foi reformado. Eles devem ficar temporariamente no local. A desocupação foi pacífica. Agora só falta liberar a Jonathas Pedrosa, né prefeito?

No Brasil

De acordo com a revista Exame, estão sendo registradas 7 demissões por minuto no país, e esse número vai dobrar. De acordo com a reportagem, entre 2015 e 2016, 2 milhões de pessoas devem engrossar a fila do desemprego, o que é um recorde na história do país.

Desaparecidos

Uma página na internet para localizar crianças desaparecidas, elaborada pelo Conselho Federal de Medicina, será tema de audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) nesta quarta-feira (14), às 9h. O endereço da página, que será lançada durante a audiência é www.criancasdesaparecidas.org. Esta audiência será realizada em caráter interativo, com a possibilidade de participação popular. As pessoas que tenham interesse em participar com comentários ou perguntas, podem fazê-lo por meio do Portal e-Cidadania www.senado.leg.br/ecidadania, e do Alô Senado, pelo número 0800 612211.

Bancos

Continuam em greve sem previsão de retorno. Esta é a segunda semana, a coisa começa a apertar a partir dos próximos dias. Pior é que a crise afeta também os caixas eletrônicos. Em média, 5 de 10 estão parados, seja por “problemas técnicos”, seja por “falta de dinheiro”. Pior é não poder pagar boletos de outros bancos acima de R$ 700 nas lotéricas.

Muito zen

E o governador Confúcio Moura aproveitou o feriadão para tergiversar sobre a paz de espírito e a crise. Em seu blog nada de notícias ruins. Ele recomendou aos rondonienses que “descansem bastante” e que sejam “criativos na crise”. Quem não acha graça nenhuma nessa “criatividade” são as empresas que aguardam receber há quase dois anos…

Forçando

Louvável a iniciativa da Eucatur em disponibilizar uma linha interestadual entre Porto Velho e Manaus (AM) para forçar o trânsito na estrada. O problema é que, como sempre, no Brasil, o pessoal dá um jeito de atrapalhar qualquer iniciativa e na última sexta-feira o IBAMA fez o favor de embargar as obras de recuperação da BR 319, alegando, entre outras, que o DNIT está cometendo uma série de crimes, como supressão de Área de Preservação Permanente (APP), estocagem de madeira sem licença, destinação irregular de efluentes, utilização de material de jazidas, intervenções em corpos hídricos, alargamento de pista, construção de bueiros, desvio de ponte danificada e alojamentos para trabalhadores sem condições mínimas de segurança e salubridade. E para fechar com chave de ouro, o IBAMA aplicou multa de R$ 7.510.500 no DNIT. Esse é o país do progresso de Dilma e seus bolivaristas.

Enquanto isso

O Amazonas continua isolado. É bom dar uma olhada nessa sanha do IBAMA em impedir a retomada da BR 319, viu senador Acir Gurgacz. Isso tem cara de sabotagem pura e simples de ONGs que ganham muito dinheiro com papo furado de preservação.

Essa ação do IBAMA

Comprova que as bancadas de Rondônia e Amazonas são meros coadjuvantes em Brasília. Se as obras ficarem paradas por muito tempo, perde-se tudo que já foi feito. Populações inteiras aguardam a conclusão dessa estrada. É inadimissível que em meio a essa crise política o PT ainda tenha força para segurar uma obra tão importante. Acorda Ivo Cassol, acorda Valdir Raupp, vai lá Gurgacz, chama os senadores Omar Aziz, Sandra Braga e Vanessa Grazziotin e faz essa coisa andar. Deixa o Ibama multar, o que não pode é parar a obra.

Aniversário

E no último domingo a Churrascaria Paraná, a mais tradicional de Porto Velho completou 37 anos. E continua com o melhor churrasco da cidade. Imbatível!

Clínica Mais Saúde informa: Miopia é mais comum entre os filhos mais velhos

Os primogênitos têm um risco 10% maior de serem míopes em comparação aos irmãos. Entre os casos da doença, 20% podem ser considerados graves. É o que diz um estudo publicado quinta-feira, no periódico científico JAMA Ophthalmology. De acordo com os pesquisadores, da Universidade de Cardiff, na Grã-Bretanha, uma das suposições é o excesso de ansiedade dos pais, que faz o primogênito ficar por um tempo exagerado dentro de casa, debruçado sobre livros e aparelhos eletrônicos. O hábito que pode impactar na visão. Para o trabalho, foram analisados cerca de 90.000 pessoas. Os estudiosos cruzaram diversas informações dos voluntários, como dados demográficos, comportamental (por exemplo, tempo gasto ao ar livre), histórico educacional e oftalmológico. Os resultados mostraram que aqueles que nasceram primeiro eram mais propensos a sofrer de problemas oculares. Segundo os autores, os casais constumam ter um instinto de proteção exagerada sobre o filho mais velho, fazendo com que ele fique muito tempo em casa. Há ainda o uso de iPads e celulares, istrumentos que exigem da visão sobremaneira. Afora, claro, os fatores genéticos que contribuem – e muito — para o desenvolvimento da miopia.

Coluna – Porto Velho afunda e prefeitura quer gastar R$ 527 mil com festa

[su_frame align=”right”] [/su_frame]Foi assim

Dia desses falei sobre o desaparecimento de alguns aparelhos de telefone celulares que haviam sido apreendidos em uma operação ocorrida há exatamente um ano, a “Fogo de Héstia”, deflagrada pela Delegacia de Proteção a Criança e Adolescente (DPCA). Os telefones foram liberados pela justiça, mas ninguém consegue encontra-los. A delegacia havia informado que eles estavam na perícia e a perícia dizia que eles estavam na delegacia. Na manhã desta sexta-feira, acompanhei um dos pais até o Instituto de Criminalística, onde os telefones não estavam. Eles fora, de fato encaminhados à DPCA e como evidência o departamento mostrou um ofício, com recebido pela DPCA.

Pois bem

Nessa visita ao Instituto de Criminalística descobri algumas coisas interessantes. Os telefones que despareceram não foram as únicas coisas que andaram sumindo nas delegacias. Até mesmo uma arma de um policial, que havia sido encaminhada para a perícia (ao menos essa era a informação que ele tinha), não estava no instituto e na delegacia que havia feito a apreensão da arma, ninguém sabia onde estava. Mas atenção, não é que as coisas somem no Instituto, elas desaparecem no caminho entre a delegacia e o instituto ou vice-versa.

Mas, o que acontece?

O Instituto de Criminalística conta atualmente com apenas 5 peritos para atender todo o Estado, desses, apenas 1 é perito em informática. Se por acaso, ocorrer de 6 pessoas morrerem em pontos distintos da cidade, os cadáveres vão ficar ao relento aguardando. Em agosto do ano passado, o então secretário de Defesa Marcelo Bessa fez o maior foguetório ao anunciar a compra de um equipamento chamado Vídeo Comparador Espectral, ao custo de R$ 700 mil. O equipamento está sem utilidade por falta de pessoal.

O Instituto

Está jogado às traças. O mato tomou conta, os agentes trabalham com equipamentos velhos. Para se ter uma idéia, até mesmo os testes de balística podem ser ouvidos da recepção, ou seja, enquanto você aguarda para ser atendido, fica ouvindo disparos diversos. Por se tratarem de servidores públicos, eles evitam se queixar abertamente sobre essas situações, mas em conversa informal eles relatam as inúmeras dificuldades.

Interessante

Que absolutamente todo o material apreendido em operações, sejam elas da Polícia Civil, Militar ou Federal vão parar no Instituto de Criminalística. Como algumas questões são prioritárias, os casos menores vão ficando para trás. Um verdadeiro absurdo. Não fosse o empenho dos profissionais, que superam as dificuldades até com relativo bom humor, a situação seria muito, mas muito mais complicada.

Pior de tudo

É ter que ficar ouvindo que “a segurança nunca esteve tão bem em Rondônia”.

Olha essa

Porto Velho completa 100 anos agora em outubro e a prefeitura está organizando uma série de eventos. Nas festividades estão inclusos shows e mostras culturais. Até aí, tudo bem, o problema é que o município pretende torrar R$ 527 mil nessas atividades, e quem está gerenciando é uma associação de Ji-Paraná chamada “VIDA” (Associação Valorização Integrada para Desenvolvimento da Amazônia.

A cidade

Está com sérios problemas e não é correto o município gastar todo esse dinheiro com festas. Até hoje, por exemplo, os desabrigados das enchentes continuam embaixo de barracas no Parque dos Tanques e o Ministério Público chegou a expedir recomendação para que Município, Assembleia Legislativa e Estado parassem de gastar dinheiro com eventos. Interessante que a Santo Antônio Energia, que está passando por séria crise financeira, é a responsável pela contratação do show da cantora Gaby Amaratos.

Então fica assim

Porto Velho comemora 100 anos de existência, torrando meio milhão de reais em eventos, e nós, população, continuamos comendo poeira, caindo em buracos e correndo para os postos de saúde com suspeitas de dengue. Mas tá tudo certo, porque a hora é agora. Quanto a tal associação, não se sabe como a Funcultural chegou até ela, nem de que forma vão ser feitos esses repasses. Vale lembrar que essa mesma prefeitura tentou jogar fora R$ 800 mil com iluminação natalina no final do ano passado.

Outra

A prefeitura pretende realizar o evento no Parque da Cidade, que já foi proibido por decisão judicial de ser utilizado para shows. Em 2011 a EMDUR queria liberar o parque para um evento, o Ministério Público entrou com ação civil pública na 1ª Vara da Fazenda Pública e na sentença a juíza Inês Moreira da Costa declarou, “determinou que a EMDUR se abstenha de conceder, permitir ou utilizar o Parque da Cidade por terceiros interessados para fins diversos de sua finalidade”.

Debate

Na noite desta sexta-feira a TV Candelária realiza debate entre os candidatos a governo de Rondônia. Na terça-feira, 30, a TV Rondônia também realiza um debate.

Esta semana

O PT perdeu dois espaços no horário eleitoral gratuito do TRE. Na segunda-feira a noite, que era destinado ao candidato a governo Padre Ton e na última quinta-feira, que seria dos proporcionais a deputado federal.

E os viadutos?

O ano está acabando e ninguém fala mais sobre o assunto. Enquanto isso acidentes continuam ocorrendo diariamente em função dos desvios malfeitos. Outra obra que também não avançou mais foi a rua da Beira, que o ex-secretário de Obras do Estado, Lúcio Mosquini batia no peito e dizia que “iria resolver”. Só ficou buraco e poeira.

BR 319

Além da Associação Comercial de Manaus, o CODEMA – Conselho de Entidades de Desenvolvimento da Amazônia, presidido pelo empresário Raniery Araujo Coelho, a posição de Marina Silva sobre a rodovia “È uma posição contrária aos interesses da Amazônia, em especial aos dos estados do Amazonas e Rondônia”. O candidato a senado Acir Gurgacz também se manifestou, “quem conhece a realidade da Amazônia, onde vivem mais de 25 milhões de brasileiros, sabe da importância da BR-319 para a integração regional”. A candidata a deputada federal Scheilla Cassol foi incisiva, “um Estado como Rondônia não popde cruzar os braços e aceitar essa situação. Com a rodovia concluída, além de fomentar o comércio, teremos ainda um intenso fluxo de turistas, e esse setor, um dos que mais cresce no mundo, vai trazer impostos, movimentar o setor hoteleiro e de serviços”. Pelo jeito, só a Marina que quer nos manter isolados.

Para contatos

Fale conosco pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos no https://www.facebook.com/alan.alex.pvh e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondência para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Whatsapp 9248-8911.

Pacientes com Alzheimer mantêm vivas as emoções mesmo com perda de memória

Os pacientes com Alzheimer podem sentir emoções mesmo quando se esquecem do motivo que as causou por causa da doença, afirmou Edmarie Guzmán-Vélez, que comandou uma pesquisa sobre o tema publicada na revista “Cognitive and Behavioral Neurology”. O estudo assinala que, apesar de os pacientes não conseguirem se lembrar de uma visita recente de um ente querido ou que não receberam os cuidados devidos, essas ações podem ter um impacto em seus sentimentos. A equipe de pesquisadores da Universidade de Iowa mostrou para 17 pessoas sem a doença e a 17 com Alzheimer fragmentos de filmes tristes e alegres, que resultaram em emoções como risos e lágrimas. Cerca de cinco minutos depois, os pesquisadores entregaram aos participantes um teste de memória para ver se conseguiam se lembrar do que tinham visto. Como era de se esperar, os pacientes com Alzheimer guardaram significativamente menos informação sobre os filmes. De fato, quatro deles foram incapazes de se lembrar de qualquer informação sobre os filmes e um sequer se recordou que tinha visto um filme. No entanto, os pacientes mantiveram o sentimento de alegria ou tristeza por um período de até 30 minutos depois de terem assistido o filme.