Estrias em bumbum de global de 22 anos causa polêmica no Instagram

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Laryssa Ayres postou foto ao lado de namorada e recebeu críticas e elogios de seguidores

A atriz global Laryssa Ayres, 22, postou uma foto durante o carnaval ao lado da namorada, a também atriz Maria Maya, filha do diretor Wolf Maya e da atriz Cininha de Paula. Na imagem, laryssa está de maiô, e a foto mostrou algumas estrias no bumbum da moça.

Laryssa Ayres (esq) assumiu namoro com Maria Maya

Os seguidores rapidamente observaram e vários passaram a criticar e outros a elogiar a atitude da atriz.

Na novela ‘O Sétimo Guardião’, Laryssa interpreta Diana, a filha de Afrodite (Carolina Dieckmann) e Nicolau (Marcelo Serrado). Já a última novela de Maria Maya foi ‘Amor à Vida’, em 2013, em que ela interpretou a boliviana Alejandra. Recentemente ela dirigiu a peça “Através da Iris”, que encerrou a temporada no domingo (10).

A postagem já tem mais de 134 mil curtidas e milhares de comentários.

Laryssa, que interpreta a personagem Diana na novela ‘O Sétimo Guardião’, confirmou o relacionamento com a filha de Wolf Maya e Cininha de Paula à revista Quem.

As duas foram vistas no Nosso Camarote, no sábado (9), no Rio de Janeiro, para assistir ao Desfile das Campeãs na Sapucaí. Os boatos de que as duas estavam namorando surgiram no começo do mês, quando postaram uma foto.

MPRJ abre inquérito para investigar viagem de Crivella à Europa

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) abriu inquérito civil para apurar possíveis irregularidades na viagem à Europa do prefeito carioca Marcelo Crivella (PRB) no carnaval deste ano. Ele viajou acompanhado de outras quatro pessoas, que tiveram suas passagens aéreas custeadas pela prefeitura. Dois deles também tiveram as diárias de hotel pagas. Ao todo, o gasto é estimado em pelo menos R$ 130 mil.

Em comunicado, o MPRJ informou que será investigado se a viagem realmente atende ao interesse público e justifica o gasto. “O MPRJ determinou que seja esclarecido pelo prefeito o custo de cada viagem internacional realizada, com encaminhamento de planilha das passagens aéreas e diárias”, informa.

Jovem é demitido após postar foto com comentário racista durante o carnaval

Um jovem do Espírito Santo foi demitido após foto com comentário racista viralizar. Lucas Almeida fez uma selfie com rapazes negros no carnaval e sugeriu que eles roubariam celulares.

Iarley Duarte, um dos jovens que aparecem sorridentes na foto, contou em seu Facebook que não conhecia Lucas e que ele pediu para tirar uma foto com ele e seus amigos. “Infelizmente, ninguém está livre do racismo e do preconceito”.

A postagem viralizou e o comentário de Iarley foi compartilhado mais de 11,5 mil vezes até o momento da publicação desta matéria. A repercussão foi tão grande que os empregadores de Lucas ficaram sabendo do ocorrido e decidiram tomar uma atitude.

Fabrício Affonso, sócio-proprietário da empresa onde o jovem era estagiário, escreveu nota para esclarecer o desligamento do funcionário e falar sobre o que considerou uma postagem “preconceituosa, infeliz e racista”.

“Conheço meus funcionários a nível pessoal, e acredito que a postagem tenha sido profundamente infeliz, beirando a ingenuidade mas, novamente, a empresa não pode compactuar com esse tipo de comportamento irresponsável e muito menos responder por ele”, disse.

Fabrício é negro e deu um relato pessoal das dificuldades que passou por causa de sua cor de pele até se tornar dono da empresa. E concluiu: “Não nos interessa um funcionário com tal perfil. Nem a imaturidade, nem o carnaval e nem a bebida são desculpas para o racismo. Nada é desculpa para o racismo”.

Fonte: emais.estadao

Terça de Carnaval tem protesto de catadores de lixo em SP

Com o Largo Batata ainda sem foliões, a terça-feira de Carnaval começou com um protesto em São Paulo. Os catadores de materiais recicláveis se reuniram para pedir mais apoio de prefeitura. “As cooperativas conveniadas da prefeitura não estão recebendo caminhões nem espaço para trabalhar”, reclamou Eduardo Ferreira de Paula, líder do Movimento dos Catadores de Materiais Recicláveis de São Paulo.

“Prestamos um serviço recolhendo o lixo que iria para aterros e seria muito mais caro para a prefeitura”, explicou o líder. O grupo composto por catadores associados e independentes usava o grito de guerra “eu sou catador, com muito orgulho, com muito amor”, enquanto desfilava pela Avenida Faria Lima com faixas de protesto e uma camisa exigindo pagamento aos catadores, inclusão social e com o lema “Cidade linda sem catador é lixo”.

O Carnaval foi visto como o momento certo para o protesto. “Quase todo o resíduo do Carnaval é reciclável. Queremos ser pagos pelo serviço porque ajudamos na limpeza da cidade”, disse o líder do movimento. “Estamos um pouco perdidos pois não sabemos ao certo qual a proposta da prefeitura. Queremos algo mais concreto, como a liberação dos caminhões de coleta, como existia antigamente”.

O último contrato entre catadores e prefeitura veio em 2016, na gestão do prefeito Fernando Haddad (PT), mas foi encerrado no último mês, sob a gestão de João Doria (PSDB). Procurada, a assessoria de imprensa da Prefeitura de São Paulo não se manifestou até a publicação desta notícia.

Fonte: veja

Carnaval: lixo e alienação – Professor Nazareno

Se levarmos ao pé da letra, o Carnaval de Porto Velho simplesmente não existe. E não é por se tratar apenas de uma imitação muito mal feita dos carnavais de verdade lá de fora. Muita gente diz que a Banda do Vai Quem Quer é a expressão máxima da folia local. Ora, em primeiro lugar banda é uma reunião de músicos formada com o intuito de tocar arranjos musicais. Coisa que a “Banda do Manelão” não faz nem nunca fez, pois ali quase ninguém entende de música.

Pelo menos a verdadeira música. Depois, a fuzarca com a ‘mundiça’ se reúne no sábado à tarde quando oficialmente ainda nem começaram as folias de Momo. Carnaval se brinca no domingo, na segunda e na terça-feira. Porém, todos naquele ambiente promíscuo e violento fazem de conta que estão brincando o verdadeiro Carnaval e contribuindo com a cultura da terra de Rondon.

Onde está escrito que cultura é beber cachaça ruim, distribuir preservativos, usar fantasias ridículas e pular feito doido no meio da rua? Fechar o comércio, urinar em frente às residências, arranjar confusão e produzir toneladas de lixo também não são coisas republicanas que possam ser confundidas com cultura muito menos com entretenimento.

Porto Velho não tem cultura esta é a verdade. Aqui, sem nenhum sucesso se tentam copiar todas as manifestações, culturais ou não, que acontecem em lugares mais civilizados. Do Boi de Parintins ao São João de Campina Grande, o que se observa é uma tentativa vã e inútil de mostrar que o “Estado Karipuna” é um caldeirão fervilhante de culturas. Uma das únicas coisas que a tal banda produziu, por exemplo, foram toneladas de lixo e imundícies nas ruas por onde a orgia pateticamente desfilou.

Nem Porto Velho nem Rondônia têm nada a ensinar a ninguém em termos de cultura nem de outra atividade qualquer. Durante o Natal e o Ano Novo muitas pessoas que podem saem daqui para gastar seu dinheiro em outras terras. No Carnaval é a mesma coisa. Perder tempo para ver imitação grotesca de folia mal feita decididamente não é programa para ninguém de bom senso.

Pior: dizem que mais outra vez o desfile das “escolas de samba” da capital foi adiado. Já não chega de tanta bizarrice e empulhação com os pobres moradores daqui? Isso sem falar num tal de Arraial Flor do Maracujá que deve ser realizado lá pelos meados do ano. Com Copa do Mundo e outras festas bisonhas e terríveis, o cardápio do porto-velhense estará farto em 2018. Às vezes questiono: o que foi que fizemos de tão ruim para merecer tantas desgraças o ano todo?

Decididamente viver em Porto Velho, a eterna capital de Roraima, não é fácil. A desgraça que é a cidade impossibilita qualquer ser humano viver decentemente. Nada por aqui dá tranquilidade aos seus infortunados moradores. Sem porto, sem água tratada, sem esgotos, sem nada. Agora mesmo, para se ter uma ideia, é lama em abundância e alagações na ruas. No verão, a poeira sufocante nos aguarda. Ruas intrafegáveis, lama podre e sujeira por toda parte é a rotina maldita que se vê no dia a dia. Se o Carnaval aqui fosse bem organizado até que abrandava um pouco nosso sofrimento. As autoridades nunca se importaram com o povo daqui, que lhes adora e todo ano de eleição vota nos mesmos candidatos. Mas todos parecem felizes. São como hiena, que come carne podre e não para de rir e muitos ainda dizem estar satisfeitos. Carnaval, Copa do Mundo e depois eleições para eleger os mesmos. Folia de alienação!

*É Professor em Porto Velho.

Ministro da Cultura anuncia R$ 8 milhões para o desfile das escolas de samba do Rio

O ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, anunciou nesta terça-feira (28) um aporte de R$ 8 milhões para o desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro. Desse total, informou, R$ 7 milhões serão patrocínio direto da Caixa Econômica Federal e R$ 1 milhão por meio da Lei Rouanet, a lei federal de incentivo à cultura.

Em junho, o prefeito Marcelo Crivella anunciou corte de metade dos R$ 26 milhões que seriam destinados para o carnaval. Na ocasião, ele disse que pretendia usar o dinheiro para pagar creches conveniadas com o município. Durante o anúncio, falou em austeridade e sacrifício e que contava com o esforço e a contribuição do carnaval.

Agora, caberá à Liga das Escolas de Samba do Rio de Janeiro apresentar projetos de acordo com as exigências da Lei Rouanet. O dinheiro será liberado depois que os projetos das escolas forem aprovados. “O dinheiro chegará com boa antecedência”, afirmou o ministro.

Em junho, o presidente da Liga das Escolas de Samba (Liesa), Jorge Castanheira, informou que o corte de metade na verba da prefeitura para o carnaval inviabilizaria o desfile.

“Diante das dificuldades que as escolas atravessam e das circunstâncias apresentadas pelo prefeito, as escolas chegaram a uma conclusão de que com essa redução de 50% da receita de apoio à preparação e produção do carnaval, fica inviabilizada a apresentação das escolas”, afirmou Castanheira na ocasião.

No fim de julho, os principais dirigentes das escolas de samba e o presidente da Liesa buscaram apoio do presidente Michel Temer. Nessa conversa,o presidente teria garantido R$ 13 milhões à festa, segundo os participantes do encontro.

Fonte: g1

Governo vai liberar até R$ 13 milhões para carnaval do Rio, diz deputado do PMDB

Governo vai liberar até R$ 13 milhões para carnaval do Rio, diz deputado do PMDB

O governo federal vai liberar até R$ 13 milhões para a realização do carnaval do Rio de Janeiro de 2018, segundo informou nesta terça-feira (25) o deputado Pedro Paulo (PMDB-RJ). O parlamentar participou de reunião no Palácio do Planalto com o presidente Michel Temer e representantes de escolas de samba.

Segundo o deputado, está agendada para a tarde desta terça uma reunião no Ministério da Cultura para definir exatamente os valores que serão liberados.

Os encontros em Brasília fazem parte das tentativas das escolas de samba do Rio de buscar uma fonte alternativa de financiamento para o desfile do ano que vem. Em junho, a prefeitura do Rio de Janeiro decidiu reduzir em 50% a subvenção destinada às escolas – de R$ 2 milhões para R$ 1 milhão a cada uma das 13 agremiações do Grupo Especial.

De acordo com o deputado, os participantes do encontro pediram a Temer uma intervenção no carnaval do Rio com o repasse de até R$ 13 milhões. Segundo ele, o presidente acatou o pedido e disse que os representantes das escolas voltarão ao estado com a garantia das verbas.

“Temer disse que recursos não faltarão”, afirmou. “A gente teve do governo federal a garantia de que eles vão aportar os recursos, que podem chegar a R$ 13 milhões”, enfatizou o parlamentar.

O próprio Temer, em discurso na posse de Sérgio Sá Leitão como ministro da Cultura, disse para o novo titular da pasta ajudar as escolas.

De acordo com Pedro Paulo, uma parte da verba virá de patrocínio de empresas estatais. O restante deverá ser repassado diretamente pelo Tesouro Nacional.

O deputado aproveitou para criticar a prefeitura do Rio que, segundo ele, está contra o carnaval. Pedro Paulo concorreu a prefeito no ano passado, mas não se elegeu.

“A prefeitura do Rio tomou a decisão de ficar contra o carnaval, colocar o carnaval contra a população, com a falsa desculpa de que tira dinheiro da educação”, disse.

Ele defendeu a liberação das verbas argumentando que o evento gera quase R$ 3 bilhões em receitas à cidade, além de gerar empregos e movimentar o mercado hoteleiro.

O presidente da Liga das Escolas de Samba (Liesa), Jorge Castanheira, que também participou da reunião disse que Temer acenou com a possibilidade de alcançar os recursos necessários para um Carnaval de 2018 com o “mesmo grau de qualidade” de anos anteriores.

“Nós solicitamos ao presidente da República que nos apoiasse através do Ministério da Cultura ou do Turismo com valores na ordem de R$ 13 milhões, que seria R$ 1 milhão para cada uma das agremiações do grupo especial do Rio de Janeiro”, disse.

Castanheira explicou que os R$ 13 milhões correspondem ao valor reduzido da subvenção que a prefeitura do Rio de Janeiro destina às escolas. “Esse seria o valor previsto de corte da prefeitura, sendo que a prefeitura está tentando junto à iniciativa privada aumentar de R$ 1 milhão para R$ 1,5 milhão o valor de verba de cada escola”, afirmou.

O novo ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, não antecipou a forma como pode ser feito o repasse de valores às escolas do Rio. “Nesse momento é precipitado antecipar qualquer coisa”, afirmou.

Sá Leitão garantiu empenho do governo federal para auxiliar a realização dos desfiles do próximo ano. “Vamos fazer o que estiver ao nosso alcance para ajudá-las (escolas e liga), para fazer com que o desfile das escolas e tudo mais o que compõe o Carnaval do Rio de Janeiro possa acontecer em 2018 de uma forma melhor do que em anos anteriores”, destacou.

Fonte: g1/rj

Queda de braço entre Crivella e escolas de samba ameaça o Carnaval 2018 no Rio

Governo vai liberar até R$ 13 milhões para carnaval do Rio, diz deputado do PMDB

Uma queda de braço por dinheiro ameaça o espetáculo mais internacional e televisionado do Brasil. As escolas de samba cariocas, que anualmente encantam meio mundo com seus desfiles no Carnaval, anunciaram que não irão desfilar caso o prefeito do Rio de Janeiro, o ex-bispo evangélico Marcelo Crivella, não volte atrás em sua decisão de cortar pela metade o patrocínio oficial do município ao evento.

Crivella anunciou nesta semana que irá reduzir pela metade os dois milhões de reais de dinheiro público que cada uma das 12 escolas do grupo especial — a primeira divisão do Carnaval — recebe para realizar seus desfiles no Sambódromo. Parte desses recursos, segundo o prefeito, será destinada a aumentar o orçamento de creches com convênio público e dedicar, assim, 20 reais por dia para cada criança em vez dos 10 reais atuais. “O Carnaval é muito mais do que carros alegóricos. Vivemos restrições orçamentárias. É uma questão para refletir. Se vamos usar esses recursos para uma festa de três dias ou durante os 365 dias do ano”, disse o prefeito, que assumiu o posto em janeiro. Crivella, que prometeu apoio às escolas de samba durante a campanha eleitoral,defende, agora, que elas devem buscar outras formas de patrocínio privado para compensar a perda de verbas públicas.

A decisão causou irritação entre os amantes da festa, que defendem o evento como sendo parte da identidade e da história da cidade e como um motor econômico que gera retornos milionários para os cofres municipais. O Carnaval deste ano, tendo os desfiles como sua principal atração, atraiu mais de um milhão de turistas para o Rio, elevando para 80% a ocupação da rede hoteleira e movimentando um total de três bilhões de reais. “O prefeito está brincando com o coração dos cariocas. Esses extremistas religiosos destroem qualquer manifestação que não passe por eles”, critica Milton Cunha, ex-carnavalesco e comentarista do Carnaval. “Sem o desfile das escolas, a cidade não será mais a mesma”.

A gestão anterior, comandada por Eduardo Paes, amante declarado do Carnaval e responsável por duplicar em 2016 a subvenção pública para as escolas, atingindo os dois milhões atuais, somou-se às críticas. “Há uma falta de entendimento daquilo que esta festa significa para o carioca, além de uma falta de compreensão econômica. O Carnaval, para nós, é uma commodity”, defende Pedro Paulo, braço direito de Paes e candidato derrotado na última eleição municipal. “Se você compara os 24 milhões de reais recebidos pelas escolas com o orçamento de cinco bilhões em educação, não é nada. É um discurso populista. A Prefeitura tem condições de promover escolas de qualidade e ao mesmo tempo apoiar o Carnaval”.

A influência da religião do prefeito nos assuntos locais também é objeto de discussão. Um dos principais líderes da Igreja Universal do Reino de Deus, Crivella se esforça para desvincular de sua gestão a sua fé – que é contrária aos desejos da carne —, mas nem sempre consegue. Neste ano ele decidiu romper com a tradição de seus antecessores de inaugurar o evento com a entrega das chaves da cidade ao Rei Momo, personagem mitológico e símbolo do Carnaval, preferindo viajar para fora do país. Foi duramente criticado por isso. “Ninguém pode ser obrigado a fazer nada. Eu não fui porque, no meu caso, seria fazer demagogia”, disse. Num movimento semelhante ao ensaiado com as escolas de samba, Crivella, que acredita que a homossexualidade é pecado, também prometeu durante a campanha que apoiaria o coletivo LGBT. Mas a Parada LGBT deste ano, outro dos grandes eventos do Rio comemorado em dezembro, tampouco terá recursos da Prefeitura.

O corte das verbas públicas para os desfiles também trouxe de novo à tona uma questão que é tolerada pelos cariocas em prol da festa: como e quanto gastam realmente as escolas de samba, cujas prestações de contas são um mistério. As escolas, além disso, são historicamente ligadas à máfia que domina o jogo do bicho, as máquinas caça-níqueis e as apostas, negócios ilegais no país. O patrono da escola Beija-Flor, vencedora de 2015, por exemplo, é um conhecido bicheiro, que recorre em liberdade de uma sentença de 48 anos de prisão. Segundo a imprensa local, a recente festa em comemoração de seu 80º aniversário custou um milhão de reais –metade da verba pública destinada anualmente à agremiação.

Fonte: elpais.com

Prefeitura do Rio quer cortar 50% dos recursos para escolas de samba

Prefeitura do Rio quer cortar 50% dos recursos para escolas de samba

A prefeitura do Rio quer cortar pela metade os recursos da subvenção destinada às escolas de samba do grupo especial. A diferença seria transferida para aumentar o repasse de manutenção de creches conveniadas com o município. Atualmente, cerca de 15 mil alunos são atendidos em 158 unidades. Os estudos iniciados pelo prefeito Marcelo Crivella indicam que a diária que as instituições recebem por criança deve ser dobrada a partir de agosto. Hoje o valor é de R$ 10.

De acordo com a prefeitura, as agremiações receberam cerca de R$ 24 milhões para os desfiles de 2017, e, agora, 50% do valor serão revertidos para melhorar a alimentação e o material escolar das crianças.

O prefeito disse que o valor atual é muito baixo e por isso precisa ser revisto. “O valor que é pago hoje é muito pouco até mesmo para comprar um iogurte. O que estamos fazendo é refletir como gastar melhor. Se vamos usar esses recursos para uma festa de três dias [Carnaval] ou ao longo de 365 dias ao ano”, disse Crivella.

A prefeitura, no entanto, negou que as escolas do grupo especial serão prejudicadas. Conforme o planejamento da administração do município, o carnaval do Rio vai receber novos investimentos no Sambódromo, em 2018. A Avenida Marquês de Sapucaí, conhecida como a Passarela do Samba, passará por obras de infraestrutura, com a previsão de modernização dos sistemas de luz e som, além da instalação de telões por toda a extensão.

A prefeitura garantiu ainda que o remanejamento não significa que as escolas de samba ficarão sem recursos. A ideia é fazer os investimentos diretamente nas agremiações por meio do Conselho de Turismo com a utilização de um fundo setorial ou por cadernos de encargos.

A Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) informou, que, por enquanto, não vai se pronunciar sobre a decisão do prefeito. Estava prevista para esta segunda-feira uma reunião de Crivella com a direção da Liesa, mas por questões de agenda do prefeito, o encontro foi cancelado, segundo a entidade, na semana passada. A liga não foi informada se haverá uma nova data para a reunião. A prefeitura confirmou que não há previsão de quando deverá ocorrer o encontro.

Fonte: agenciabrasil

Chama o Zezinho do Maria Fumaça que ele te ensina, Ocampo Fernandes

O presidente da Fundação cultural de Porto Velho, Antônio Ocampo Fernandes está viajando por Olinda (PE) e depois vai à Salvador (BA) para aprender a fazer carnaval e implementar na capital de Rondônia em 2018. Ao menos essa foi a justificativa que ele apresentou para se deslocar as duas cidades nordestinas, entre os dias 11 a 15 deste mês.

Ocampo Fernandes não sabe fazer carnaval em Porto Velho

Na justificativa, Ocampo alega que a viagem “tem por objetivo realizar visitas aos órgãos culturais em busca de modelos a serem implantados no município de Porto Velho no carnaval de 2018”.

Economicidade é uma palavra que a turma, ao que parece, desconhece. Em tempos de Skype, E-mail, Whatsapp e outras ferramentas, é de fato necessário esse tipo de deslocamento?

Para fazer carnaval em Porto Velho nem precisa viajar. Chama o Zezinho do Maria Fumaça que ele te ensina Ocampo. Ou a Siça, da Banda do Vai Quem Quer. Eles colocam milhares nas ruas.

Banda do Vai Quem Quer
Maria Fumaça levava milhares às ruas