Acidente entre carretas deixa dois mortos no oeste da Bahia

Duas pessoas morreram, na tarde desta terça-feira, 7, durante um acidente na BR-242 entre os municípios de Barreiras e Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia. Há suspeita de que houve outra vítima, mas a informação ainda não foi confirmada.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), duas carretas colidiram, mas ainda não se sabe as circunstâncias da colisão. O choque entre os veículos provocou um incêndio e os destroços das carretas ficaram espelhados na via.

Com a batida partes dos veículos ficaram espalhadas pela rodovia | (Foto: Blog Sigi Vilares)

Fonte: atarde.uol

 

Carro funerário é prensado por carretas e caixão com cadáver fica preso às ferragens, em RO

Um caixão com um cadáver ficou preso às ferragens depois que o carro funerário que o transportava foi prensado entre duas carretas, nesta quinta-feira (12), em Pimenta Bueno (RO), a 520 quilômetros de Porto Velho. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o veículo da empresa funerária seguia atrás de uma carreta pela BR-364 e, ao frear em um quebra-molas, foi atingido por trás por outra carreta.

Com a batida, o carro rodou na pista e acabou prensado entre as duas carretas. O motorista e o passageiro, parente da pessoa morta que estava sendo transportada, ficaram feridos na colisão.

Acidente ocorreu na BR-364, em Pimenta Bueno (Foto: WhatsApp/Reprodução)

Segundo a PRF, o veículo funerário trafegava atrás de uma carreta pela BR-364, sentido Vilhena (RO) para Cacoal (RO), quando ao diminuir velocidade em um quebra-molas próximo da cabeceira da ponte sobre o Rio Barão de Megalço, foi atingido por trás por outra carreta que seguia no mesmo sentido.

Motorista e parente da pessoa morta ficaram feridos (Foto: WhatsApp/Reprodução)

Com a batida, o carro rodou na pista e acabou prensado entre as duas carretas. O Corpo de Bombeiros foi acionado e precisou usar o desencarcerador para retirar o caixão das ferragens.

Ao G1, o Corpo de Bombeiros informou que, apesar do forte impacto, o motorista do carro funerário e um passageiro, filho da pessoa morta que era transportado, tiveram apenas ferimentos.

O cadáver de um homem de 54 anos, não sofreu danos no acidente. De acordo com o responsável pela funerária, o cadáver era transportado de Cuiabá (MT) para Cacoal.

Bombeiros precisaram de um desencarcerador para retirar caixão com corpo (Foto: WhatsApp/Reprodução)

Após o trabalho da Polícia Técnica, a pista foi liberada pela PRF e o cadáver transferido para outro veículo funerário.

Fonte: g1/ro

No “jogo do empurra” sobre desbarrancamento prefeitura sai na frente

A prefeitura de Porto Velho tratou de emitir uma “nota oficial” sobre o incidente ocorrido no último domingo, quando 14 carretas e uma camionete desceram barranca abaixo no bairro Triângulo. Vejamos a nota e vou comenta-la:

1 – Em relação ao desmoronamento ocorrido em 13 de agosto deste ano, no Bairro Triângulo, no local onde eram realizadas atividades de carga e descarga de produtos, associadas a ações de estaleiro, o município de Porto Velho vem a público esclarecer que, tais atividades desenvolvidas não possuíam autorização de funcionamento, nem mesmo licença de obra, uma vez que o licenciamento, no âmbito municipal, se dá de forma articulada entre a Secretaria de Habitação e Regularização Fundiária – SEMUR, a Secretaria de Trânsito e Transporte – SEMTRAN, a Secretaria de Meio Ambiente – SEMA e a Secretaria de Fazenda – SEMFAZ.

Ok, mas não cabe à prefeitura fazer fiscalização? Onde andam os fiscais da prefeitura de Porto Velho?

2 – Somente após a autorização de todos esses órgãos é que um empreendimento está homologado para operar, o que não ocorreu.

Certo, mas se não estava homologado, como funciona há anos no mesmo local, sem nunca ser incomodado?

3 – A Lei de Uso e Ocupação do Solo veda a instalação de portos nessa área da cidade e, por isso, nenhuma autorização de funcionamento foi concedida.

A mesma pergunta, como funcionava? Era escondido?

4 – A notícia de que a empresa estaria autorizada a operar por uma licença da SEMA não é verdadeira por não ser essa uma atribuição isolada dessa secretaria. Existe, sim, um parecer ambiental específico, sobre o procedimento de carga e descarga, informando que a carga e descarga em si não afetaria o ambiente, mas não trata de trânsito de caminhões e carretas, até mesmo por ser isso uma atribuição da SEMTRAN e não da SEMA.

Se é atribuição da SEMTRAN, porque ela não faz seu trabalho?

5- Desse modo, o Município também lamenta o fato ocorrido e reafirma o seu compromisso na garantia da legalidade de seus atos em defesa do ordenamento urbano.

Enquanto a prefeitura “lamenta” os donos das carretas amargam os prejuízos causados por um empreendimento que sequer deveria estar funcionando. Ou será que os caminhoneiros agora precisam atuar como fiscais também?

Agora vamos esperar a nota dos vereadores, que não fiscalizam nada e da empresa…

Quer saber de quem é a culpa pelo desmoronamento que afundou as carretas?

Passado o incidente, que poderia ter feito vítimas fatais, resta a pergunta, de quem é a culpa pelo desmoronamento do porto no bairro Triângulo, que causou prejuízo de 15 tanques de combustíveis e outros produtos, além de uma camionete, arrastados para o fundo do rio Madeira no último domingo?

A resposta é simples, dos vereadores, que não cumprem seu papel de fiscalizar e valer valer o plano diretor (será que eles sabem o que é isso?), da prefeitura que fecha os olhos para tudo de errado que acontece na cidade, e claro, dos donos do local, que contavam com a sorte, que falhou dessa vez.

A irresponsabilidade desses três segmentos poderia ter matado gente. Existe uma preocupação com a questão ambiental, não se sabe ao certo quais os danos foram causados. Vale lembrar que toda a aquela área já estava condenada há tempos.

O porto pertence à empresa L.P Moreira Luna, é centenário e está localizado no ponto onde se iniciou a cidade de Porto Velho.

O prefeito se chama Mauro Nazif.

O secretário responsável é o Edjales Benício.

Os vereadores são 21, Macário Barros, Edmilson Lemos, Ellis Regina, Eduardo Rodrigues, Cabo Anjos, Marcio Pacele, Sid Orleans, Ana Maria Negreiros, Delso Moreira, Alan Queiroz, Marcelo Reis, Cláudio da Padaria, Jurandir Bengala, José Wildes, Júnior Siqueira, Chico Lata, Jair Montes, Everaldo Fogaça, Dim Dim, Fatinha e Edwilson Negreiros.

Defesa Civil afirma que não houve vítima em desmoronamento com carretas

Lei proibia funcionamento de porto que desbarrancou no rio Madeira

Cerca de 15 tanques de combustível e uma caminhonete foram arrastados

A Defesa Civil de Porto Velho classificou na manhã deste domingo (14), o desbarrancamento que arrastou cerca de 15 tanques de combustível para o Rio Madeira, como erosão fluvial, em Porto Velho. Segundo os moradores da região, na hora do acidente o chão tremeu e assustou a população. No local funcionava um posto de carga que recebe piche para asfalto que vem de Manaus. O peso dos veículos ajudaram na erosão. Ninguém ficou ferido.

O pescador Tarcísio Soriano estava no Rio Madeira e ouviu quando a primeira parte desmoronou. “Estava pescando quando ouvi um estalo forte e cedeu o primeiro lado de uma vez. Caiu tudo de um lado e depois foi caindo devagar na parte das carretas, até que cedeu tudo”, disse.

Uma área de 120 metros foi isolada de imediato. Os danos ainda não foram divulgados, mas é possível ver em meio aos sedimentos, 15 tanques de combustível, uma caminhonete e três motocicletas.

Pescador escutou estalo no momento do acidente em Porto Velho (Foto: Matheus Henrique/G1)
Pescador escutou estalo no momento do acidente em Porto Velho (Foto: Matheus Henrique/G1)

Segundo o empresário Cláudio Henrique, minutos antes do acidente, ele estava ajudando a carregar um dos tanques com piche. “Estava na parte de cima do barranco, ajudando no carregamento. Nós vimos que estava cedendo, mas continuamos trabalhando. No terreno ao lado tinha um incêndio e sai para retirar minha motocicleta. Quando voltei já tinha caído tudo, não podíamos fazer mais nada”, disse.

O coordenador da Defesa Civil Municipal, Marcelo Santos, acredita que o peso sobre o barranco ajudou para que acontecesse a erosão. “Com a enchente histórica de 2014, muitos sedimentos foram parar nas laterais dos barrancos. As embarcações que passam no rio provoca o banzeiro, vai para lateral e desestabilita o barranco. O local é um terreno argiloso, não tem aderência e causa o desbarrancamento, que é uma erosão fluvial. Foi o que ocorreu aqui no Bairro Triangulo”, disse.

O órgão disse ainda que os engenheiros estão no local para fazer o laudo e apontar as causas do acidente. Algumas famílias deve ser retiras da região, devido ao risco de novos desbarrancamentos.

 

Vídeo mostra desmoronamento na margem do Madeira; não tem vítimas

Pelo menos 10 carretas foram para o fundo do rio

As buscas continuam em uma área às margens do Rio Madeira, que desabou na tarde deste sábado em um trecho da Rua Belizário Pena, no Bairro Triângulo, margens do Rio Madeira.

Mais de 10 carretas foram levadas. Um vídeo postado pelo Rondoniagora mostra imagens do local, e segundo informações dos que estão filmando, o acidente não registrou vítimas:

Urgente: barranco desaba na margem do Madeira e afunda 10 carretas

A Polícia e a Defesa Civil fazem buscas nesse momento em um trecho da Rua Belizário Pena, no Bairro Triângulo, margens do Rio Madeira, que desabou neste sábado com mais de 10 carretas.

Há informações de pelo menos cinco caminhoneiros desaparecidos, mas a PM não confirma. O barranco cedeu e levou os pesados veículos no final da tarde.

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