Adolescente morre eletrocutado ao colocar o celular para carregar, em MG

Painel Político Revista - https://revista.painelpolitico.com

De acordo com moradores, o menino teria colocado o celular com o recarregador ligado à tomada, ao mesmo tempo com o fone no ouvido

Um garoto, de 13 anos, morreu após receber um choque elétrico ao colocar um telefone celular para carregar em Montes Claros, no Norte de Minas. O fato aconteceu na noite de sexta-feira, no Bairro Santa Rita 2, próximo ao Décimo Batalhão da Polícia Militar (BPM).

A vítima, identificada como Wender Santos Bezerra, chegou a ser socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de de Urgência e Emergência (Samu), que tentou reanimá-la. Mas, não resistiu e morreu no local. De acordo com moradores, o menino teria colocado o celular com o recarregador ligado à tomada, ao mesmo tempo com o fone no ouvido. Nesse momento teria sofrido o choque elétrico. Essa informação não consta no boletim de ocorrência da Polícia Militar.

Wender Santos Bezerra morreu na hora

© Reprodução/Redes sociais Wender Santos Bezerra morreu na hora

De acordo com o registro da PM, ao ligar o carregador do celular a tomada, o menino recebeu a descarga elétrica e teve uma parada cardíaca. O Samu foi chamado. Quando a ambulância chegou ao local, o pai da criança saiu à porta da casa com o filho nos braços.

Os socorristas tentaram reanimar o menino, que não resistiu. A perícia esteve no local e recolheu o aparelho celular e o carregador.

Mortes no Brasil

Em outubro deste ano, o Estado de Minas mostrou que ao menos 23 mortes foram registradas no Brasil em acidentes com celulares. Os números são da Associação Brasileira de Conscientização dos Perigos de Eletricidade (Abracopel). Em Minas Gerais, até então, havia o registro de dois incêndios, mas sem mortes.

Veja o que evitar na hora de carregar o celular

– Usar o aparelho ligado à tomada: principalmente em caso de tempestades com descarga elétrica, o usuário pode levar um choque, assim como quando sai do banheiro ou da piscina descalço e/ou com o corpo molhado. O mesmo vale para o carregador portátil (power bank). O uso do celular conectado à tomada pode gerar um superaquecimento e até explodir a bateria. Se precisar usar, desconecte o aparelho. Também evite as extensões

– Carregar o celular em lugares com água ou objetos inflamáveis: não se pode deixar o celular carregando sobre superfícies em contato com a água, como banheiros e cozinhas, e propícios a incêndios, como as camas, banco do carro, perto de cortinas, objetos de madeira ou outros que propaguem fogo. Escolha superfícies lisas e em locais arejados

– Usar acessórios piratas: os produtos não costumam ter itens fundamentais para a segurança de quem usa e não têm controle de qualidade. Falhas internas podem gerar curto circuito e o barato acaba saindo caro

– Carregar o celular com a capinha: a capa dos aparelhos acaba fazendo o papel de um cobertor, impedindo a troca de temperatura do aparelho com o ambiente, resultando em superaquecimento, que pode causar incêndio ou explosão

– Usar celular muito aquecido: alguns aparelhos costumam esquentar durante o uso, mesmo sem estar conectados a um carregador. Nesse caso, a pessoa pode usar um app que suspende ações em segundo plano. Se não resolver, desligue o aparelho, tire a capinha ou até retire a bateria se possível. Quando a temperatura normalizar, volte a usar

– Tomadas com defeito: o contato pode danificar o aparelho ou causar choque elétrico – Via Cemig e Abracopel e Portal EM

Continue lendo…

Como carregar a bateria do seu telefone o mais rápido possível

Painel Político Revista - https://revista.painelpolitico.com

Vários fatores diferentes influenciam em quantos watts estão carregando seus dispositivos quando você os conecta a uma fonte de energia, e aqui vamos apresentar os principais

É difícil pensar em um cenário que você não queira que seus gadgets carreguem o mais rápido possível. Não importa se está saindo de casa ou se preparando para sair à noite, você quer que o nível de bateria do seu telefone aumente o mais rápido possível antes de deixar o local que está. Mas carregar seu telefone é muito mais que apenas colocá-lo na tomada e pronto. Há algumas dicas e truques que você pode colocar em prática para carregá-lo mais rápido.

O básico sobre o carregamento

Em um nível básico, a quantidade de carga do seu dispositivo e a recarga da bateria é medida em watts. Para calcular os watts, você pega a voltagem do dispositivo, que é a energia potencial, e multiplica pela corrente (em ampéres ou miliampéres), que é o fluxo de energia. Pense nos volts como a pressão da água em uma mangueira, e os miliampéres como o fluxo da água. Combine os dois e você terá a potência da mangueira. O comum é que no seu carregador você encontre uma, duas ou as três medidas que citamos há pouco.

Então, por exemplo, o iPhone XS vem com um carregador de 5W — você está obtendo 5 watts de energia conectando-o na tomada. No entanto, o telefone da Apple pode ser carregado por até 18W, o que significa que um carregador mais poderoso — uma mangueira de água com mais pressão e fluxo maior — pode fazer com que seu iPhone carregue mais rápido.

Vários fatores diferentes influenciam em quantos watts estão carregando seus dispositivos quando você os conecta a uma fonte de energia, e aqui vamos apresentar os principais. No fim, essas dicas devem ajudá-lo a carregar a bateria do seu celular mais rapidamente, não importa qual dispositivo você está carregando ou o tamanho da bateria no seu telefone.

carregadores portáteis empilhados
Atualmente, alguns carregadores portáteis contam com tecnologia de carregamento rápido. Crédito:Sam Rutherford/Gizmodo

Escolha os seus carregadores

Para fazer seus dispositivos serem carregados o mais rápido possível, você precisa da maior quantidade de watts que o seu aparelho suporte. Um exemplo: mudar o carregador original do seu iPhone de 2017, que tem 5W, por um de 18W presente em iPads Pro, pode fazer uma grande diferença (testes recentes do MacRumors mostraram que um carregador de 18W carrega completamente um telefone em até uma hora).

Um outro exemplo: os últimos MacBook Pro podem fornece 10W de energia de sua porta USB-C, então você terá resultados melhores ao carregar seu iPhone em um MacBook Pro do que eu seu carregador que veio na caixa de 5W. Em algum laptop com portas USB de potência menor, você não terá a mesma energia.

Laptop com USB-C
Padrões USB mais recentes oferecem mais energia para carregar celulares. Crédito: Alex Cranz/Gizmodo

Enquanto isso, os telefones Pixel 3 e Pixel 3 XL vêm com um carregador de 18W na caixa. Nada fará com que eles sejam carregados mais rápido que isso, pois 18W é o máximo que os telefones suportam.

Estamos falando de dispositivos em específico para dar uma ideia do que levar em consideração De modo geral, se você estiver carregando um tablet, um telefone ou um laptop, procure a fonte de energia com maior voltagem (geralmente uma tomada) e o carregador com potência máxima suportada.

Carregadores compatíveis com aparelhos Apple
Prefira carregadores oficiais ou opções de marcas reconhecidas, como a Anker. Crédito: Sam Rutherford/Gizmodo

Carregadores feitos para dispositivos maiores oferecerão taxas maiores de potência (mais watts). Por isso, você não deve conectar seu carregador em um laptop e esperar que ocorra algo, mas você pode possivelmente conectar seu carregador de laptop no telefone para uma carga mais rápida. Os últimos padrões de USB, incluindo USB-C, estão se aproximando de uma solução que sirva para todos os casos, mas ainda não chegamos a este ponto.

Para os carregadores sem fio, na maioria das vezes, você não carregará seu telefone tão rápido quanto seria com o cabo — a menos que seu telefone tenha um carregador sem fio de baixa potência e você tenha um pad sem fio de alta potência (como o acessório para o Pixel 3 que tem potência de 10W). Os carregadores USB de carros são tipicamente de baixa energia.

Pad carregamento sem fio do Pixel 3
Suporte de carregamento sem fio do Pixel 3. Todos dispositivos sem fio perdem em tempo de carregamento para uma tomada. Crédito: Sam Rutherford/Gizmodo

Você pode pesquisar (ou mesmo checar os carregadores que você tem em casa) e querer comprar logo um carregador rápido para ter nas mãos. De modo geral, se você estiver com pressa e precisa de carga rápida, procure uma tomada com o maior número de volts, corrente e watts que tiver disponível.

Isso significa que você pode usar qualquer carregador? Bem, sim e não. Como mencionamos, às vezes é bom — quando você usa o do seu iPad ou carregador do MacBook com seu iPhone — mas pode ser perigoso variar entre diferentes carregadores de diferentes fabricantes, pois existe possibilidade de haver problemas de hardware — especialmente, se você estiver lidando com hardware antigo. Anteriormente, carregadores antigos poderiam danificar o aparelho ou causar pequenos incêndios.

Carregador de 5W do iPhone
A Apple tem opções de carregadores com potência maior. Crédito: Apple

Para equipamentos mais novos, não tem muito o que se preocupar: USB-C e USB 3.x tornaram a interoperabilidade mais fácil e segura, com proteções para interromper excesso de carga. Então, assumindo que você está lidando com carregadores e cabos de marcas conhecidas, você não deve ter problemas.

É importante que você também preste atenção se o seu aparelho tem alguma tecnologia de carregamento rápido. Estes padrões exigem carregadores específicos. Então, um OnePlus, por exemplo, precisa de um carregador proprietário para tirar vantagem máxima da função de carregamento rápido — outros carregadores não farão o telefone pegar fogo, mas não proverão carga com mesma velocidade.

Smartphone OnePlus
Smartphones OnePlus têm um padrão próprio de carregamento rápido. Crédito: Sam Rutherford/Gizmodo

Enquanto isso, novos iPhones e Google Pixels precisam de carregadores que tenham USB PD (Power Delivery) para as melhores velocidades de carga. Estes padrões de carregamento rápido e outros do tipo (como o Qualcomm QuickCharge, presente em vários Android) precisam de que tanto o telefone como o carregador tenham suporte para que o usuário aproveite melhor o recurso, então você terá de checar se seu telefone suporta PD ou QuickCharge e, então, procurar uma boa tomada.

Você pode se sentir um pouco perdido com o número de especificações e padrões a serem considerados, mas você só precisa se preocupar com seu próprio telefone: você deve ser capaz o nível máximo de energia que ele suporta, e quais os padrões de carregamento rápido dele — algo que é possível fazer rapidamente com uma busca na web. Após isso, é só a questão de identificar o melhor carregador para a tarefa.

Em alguns casos, você não vai achar informações sobre o quanto de potência (watts) que os smartphones aguentam em páginas oficiais da empresa. Para saber da linha Moto G7, por exemplo, é possível dar uma olhadela no site PhoneArena.

Desligue o telefone

O que o seu telefone, laptop ou tablet está fazendo enquanto está sendo carregado também faz a diferença: se seu gadget está tocando música ou rodando streaming de vídeo, ele vai sugar muito mais energia do que se estivesse desligado. Isso, por sua vez, pode afetar o tempo de vida da bateria quando for desplugado do equipamento.

Em várias ocasiões, você vai querer usar seu dispositivo enquanto carrega, mas se você desligá-lo por alguns minutos, provavelmente terá mais carga e isso pode fazer diferença posteriormente.

Modo avião do iPhone
Nem sempre colocar em modo avião faz grande diferença, mas se você está com pressa, pode ajudar. Crédito: Apple

Se não puder desligar seu aparelho completamente, faça o possível para reduzir o consumo de energia enquanto ele carrega. Desligue Wi-Fi, Bluetooth, abaixe o volume, reduza o brilho da tela e não rode apps ou programas pesados.

Individualmente, estas pequenas ações podem não fazer grande diferença durante o período de 10 minutos, mas você pode conseguir porcentagem extra de bateria se você combiná-las. Quanto mais tempo seu dispositivo ficar conectado a uma fonte de energia, maiores serão os benefícios.

Tela de carregamento do Pixel 2
Não mexer no telefone ou desligá-lo dará um pouco mais de eficiência para o carregamento da bateria. Crédito: Captura de tela

Existe uma escola de pensamento que diz que esses ajustes não fazem muita diferença, mas nossos testes (não científicos) mostram o contrário: em um Pixel 2 já velhinho ele teve entre 5 e 6% de carga a mais em 30 minutos quando o telefone estava desligado comparado com ele enquanto estava ligado rodando um filme na Netflix. Nosso iPhone XS conseguiu 5% de bateria a mais em uma situação parecida.

Tudo isso pode variar, dependendo do consumo de energia do seu aparelho, da velocidade máxima de carregamento e quanto de bateria ele ainda está segurando, e como você o utiliza — mas desligá-lo enquanto carrega pode fazer bastante diferença em um espaço curto de tempo, e comprovamos isso em nossos testes não-científicos.

Do GizModoBrasil

Adolescente morre após celular explodir embaixo de seu travesseiro

Painel Político Revista - https://revista.painelpolitico.com

Menina de 14 anos foi encontrada morta pelos pais na manhã seguinte ao incidente; Aparelho superaqueceu enquanto estava ligado na tomada

Uma menina de 14 anos morreu após o celular dela explodir debaixo do travesseiro enquanto estava ligado na tomada na cidade de Bastobe, no Cazaquistão. Alua Abzalbek foi encontrada pelos pais na manhã seguinte ao trágico incidente.

Paramédicos foram acionados para socorrer a menina, que não chegou a ser socorrida, já que foi declarada morta ainda dentro de casa em decorrência dos ferimentos sofridos na cabeça.

Segundo o jornal britânico Daily Mail, os peritos detectaram que a explosão do celular foi o que causou a morte da menina e que ela só ocorreu porque o aparelho superaqueceu enquanto estava na tomada.

Modelo e marca do celular não foram detalhados pelas autoridades policiais, mas a agência britânica East2WestNews divulgou uma foto do aparelho explodido.

Veja quatro maneiras de melhorar o sinal de internet do seu celular

Revista :: Tudo sobre tudo - https://revista.painelpolitico.com

Ficar sem conexão em um local onde há todas as condições para que a internet de seu celular funcione pode ser angustiante

Às vezes, isso ocorre quando você ficou por algum tempo em um algum lugar sem rede – túneis, elevadores ou locais sob a terra ou próximos de bloqueadores de sinal de celular – ou quando está conectado ao WiFi de casa ou do escritório e alterna para seu plano de dados do celular.

É normal se frustrar por não ter cobertura em lugares onde deveria ser possível se conectar sem problemas, especialmente depois de passar algum tempo sem acesso à rede.

Mas há quatro truques simples e que podem ser muito úteis nestas horas.

1. Ative e desative o modo avião

É uma forma fácil e rápida de tentar fazer com que seu celular volte a se conectar à internet. Ativar e desativar o modo avião funciona como quando desligamos e ligamos o aparelho, mas, neste caso, a única coisa desativada é a capacidade do telefone de receber sinais de telefonia e internet – e não demora tanto quanto reiniciar.

2. Reinicie o aparelho

Se a opção anterior não funcionou, então, o passo seguinte é reiniciar o celular.

Essa forma é mais demorada, porque o celular tem de recuperar toda a informação guardada em sua memória, mas, assim como com computadores, desligar e religar o telefone pode ser muito eficaz.

3. Retire o cartão SIM

Às vezes, os problemas de conexão ocorrem porque o cartão SIM, um chip de memória que contém informações sobre a identidade do usuário do celular, está fora de posição ou danificado.

Para checar isso, retire o chip enquanto o telefone estiver ligado e verifique se ele está na posição correta e se a banda metálica não está arranhada.

Mulher colocando um cartão SIM em um celular
Image captionUm chip SIM mal colocado ou danificado pode estar na origem do problema

Se o cartão SIM estiver danificado, é provável que tenha de pedir um novo para sua operadora. Se estiver apenas mal posicionado, a conexão deve voltar quando você recolocá-lo corretamente.

4. Atualize o sistema operacional

Isso ocorre principalmente com os celulares da marca Apple. Se a empresa fez uma atualização do sistema operacional iOS, podem ocorrer problemas tanto com a rede do telefone quanto com outras redes sem fio às quais tente se conectar.

Basta atualizar o sistema operacional e reconfigurar as conexões de rede para ter certeza que todos os canais de conexão estão abertos.

Se tudo isso não funcionar e você ficar sem conexão com frequência, entre em contato com o fabricante, porque pode haver algum defeito no seu celular – ou ainda na rede de sua operadora.

Perdeu o celular e ele está em modo silencioso? Saiba como achar o aparelho

Revista :: Tudo sobre tudo - https://revista.painelpolitico.com

Veja como proceder para localizar seu aparelho Android ou iPhone

Você deixou seu celular no modo silencioso, depois esqueceu onde o deixou e tem dificuldade em localizá-lo, mas existe uma função que permite localizar o dispositivo móvel mesmo que ele seja silencioso.

Encontrar um celular que é silencioso não é uma missão impossível e depende do tipo de terminal que você tem, você deve seguir uma rota ou outra.

Se o seu telefone é Android

Para localizar seu aparelho, é necessário que as seguintes condições sejam atendidas:

  • O celular tem que estar ligado
  • Você tem que ter uma sessão iniciada em uma conta do Google
  • Estar conectado à internet, seja por uma rede Wi-Fi ou por dados móveis.
  • Seja visível no Google Play.
  • Ter a localização ativada.
  • Ter ativado «Encontrar o meu dispositivo» (Definições – Segurança e localização – Encontrar o meu dispositivo e ativar as opções Localizar este dispositivo remotamente e Permitir o apagamento e bloqueio remotos)

Em seguida, siga os seguintes passos:

  1. Acesse www.google.com/android/find
  2. Faça o login com sua conta de e-mail do Gmail
    null
  • Selecione o dispositivo que você deseja encontrar (se você usou ou usou vários, como relógios inteligentes, smartphones …)

4. Escolha a opção «Reproduzir som». O telefone soará por cinco minutos, mesmo que seja silencioso

Se você tem um iPhone

A Apple também permite que os usuários reproduzam um som em um dispositivo com a opção “Encontrar meu iPhone” disponível no iCloud. Você deve seguir os seguintes passos:

  1. Faça o login no iCloud.com/find e faça o login

  1. Clique em “Pesquisar”
  2. Selecione em “Todos os dispositivos” aquele que você deseja encontrar, ou seja, o iPhone
  3. Clique em «Reproduzir som».

Apps falsos de carteira de motorista e IPVA instalam vírus no celular

Revista :: Tudo sobre tudo - https://revista.painelpolitico.com

Programas são oferecidos na loja oficial da Google para Android

Aplicativos que tentam se passar por CNH (Carteira Nacional de Habilitação) digital e outros que oferecem consulta ao IPVA 2019 são, na verdade, programas maliciosos que infectam os smartphones das vítimas.

Eles são oferecidos na loja oficial da Google para celulares Android.

Os apps levam nomes como “CNH Digital”, “Consulta IPVA” e “IPVA São Paulo”, oferecidos por um suposto “Ministério da Tecnologia” -o Brasil nem tem uma pasta com esse nome, a real se chama Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

Até por volta das 20h desta terça-feira (5), todos estavam disponíveis na Google Play, loja oficial de aplicativos, jogos e conteúdos, para celulares Android. Eles foram retirados do ar após a reportagem perguntar à Google se eles seriam excluídos.

Procurada, a Google não respondeu o que aconteceria com usuários que já haviam baixado o aplicativo.

De acordo com a Kaspersky Lab, empresa de cibersegurança que identificou o problema, os apps maliciosos são oferecidos ao público desde dezembro do ano passado e já infectaram mais de 17 mil smartphones.

Ao serem instalados, esses aplicativos ativam um adware, programa malicioso que apresenta propagandas invasivas e indesejadas. Nesse caso em particular, elas são abertas ocupando toda a tela do celular.

Adwares também consomem internet e bateria do aparelho, e podem explorar dados pessoais. Tudo sem oferecer nenhuma utilidade prática ao usuário.

Proteção

Para evitar cair nesse tipo de golpe, a dica é acessar os sites oficiais das empresas e órgãos públicos para encontrar a versão correta dos aplicativos desejados.

Além disso, antivírus podem identificar essas ameaças e barrá-las antes que façam algum mal.

A versão oficial da CNH digital se chama “Carteira Digital de Trânsito”. Ele traz a carteira de habilitação e o CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo). O serviço é oferecido gratuitamente pelo Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados) para Android e iPhone nas respectivas lojas oficiais de aplicativos.

No menu do app Carteira Digital de Trânsito é possível encontrar um tutorial com o passo a passo para obter a CNH digital -essa, livre de vírus.

No caso do IPVA de 2019 em São Paulo, Secretaria da Fazenda e Planejamento do estado informa que a consulta só é possível pelo site da pasta ou pela rede bancária autorizada. São necessários o Renavam e a placa do veículo.

Os aplicativos oficiais do governo do Estado de São Paulo estão disponíveis no “SP Serviços”. Com informações da Folhapress.

Fonte: noticiasaominuto

App grátis carrega celular de forma mais rápida

Revista :: Tudo sobre tudo - https://revista.painelpolitico.com

Fast Charger é uma boa opção para quem costuma usar o smartphone em qualquer ocasião

Carregar o celular mais rápido do que o normal é um desejo de 10 entre 10 usuários, certo? Pois existe um aplicativo para Android que consegue essa façanha: o Fast Charger.

De acordo com informações do Techtudo, o resultado é possível porque o app desativa recursos pouco usados, diminui o brilho da tela e otimiza a memória RAM do aparelho.

Uma boa opção para quem costuma usar o smartphone em qualquer ocasião. E o melhor, você não precisará pagar nada para baixá-lo.

Fonte: noticiasaominuto

A polícia pode exigir celular e senha em abordagens?

Repórter da BBC News Brasil foi conduzido até delegacia e teve celular apreendido em São Paulo depois de tirar fotos de ação da polícia, que deteve mulher pedindo dinheiro e comida em frente ao supermercado.

Mas será que um cidadão comum pode se aproximar e filmar toda a ação? E, se for filmado, qual deve ser a reação correta do policial, de acordo com a lei?

Segundo especialistas ouvidos pela BBC News Brasil, a função policial é pública e passível de constante fiscalização por parte da sociedade, o que possibilita que qualquer pessoa assista, fotografe ou filme patrulhas, abordagens e ocorrências. Também é permitido que o policial faça o mesmo com qualquer cidadão.

Na cidade de São Paulo, por exemplo, é comum presenciar policiais militares filmando manifestantes durante protestos.

Em casos de flagrante, o celular do suspeito de um crime pode ser apreendido. No entanto, a apreensão de celulares de testemunhas, assim como a exigência de que os donos dos aparelhos cedam a senha, divide especialistas.

Foi o que ocorreu com o repórter da BBC News Brasil Leandro Machado na última sexta-feira. A caminho do trabalho, Machado notou várias viaturas em frente a um supermercado em Pinheiros, e viu que a polícia estava detendo uma pedinte com sua filha, que teria agredido um segurança do local e cometido “desacato a autoridade”. O repórter fotografou a cena, mas teve de entregar o celular e a senha e acabou sendo levado para a delegacia como “testemunha”.

A maioria dos advogados ouvidos pela reportagem, considerou abuso de autoridade a ameaça feita por um policial ao repórter: “Ou você coloca a senha ou vai preso por desobediência”.

O policial pode levar testemunha que filma para a delegacia?

Especialistas ouvidos pela reportagem disseram que a polícia pode levar testemunhas da cena de um crime para a delegacia. Mas ressaltam que essa ação, no entanto, não deve estar ligada apenas ao fato dela ter filmado a ação.

No caso do jornalista da BBC, havia outras pessoas presentes durante a abordagem policial, mas só ele foi levado para a delegacia contra sua vontade. O ouvidor das polícias de São Paulo, Benedito Domingos Mariano, entende que essa abordagem foi abusiva e que o jornalista não deveria ter sido conduzido ao distrito policial.

“Não faz nenhum sentido levar uma pessoa para a delegacia simplesmente por que ela filmou uma ocorrência. Agora, se o jornalista entendeu que a abordagem foi abusiva, a ouvidoria vai encaminhar o caso para a Corregedoria e eles vão avaliar se houve abuso de autoridade e qual penalidade os policiais poderão ter”, afirmou Mariano.

Maios parte dos advogados ouvidos pela BBC News Brasil afirma que pedir senha e vasculhar celular de testemunha é abuso de autoridade – LEANDRO MACHADO/ BBC NEWS BRASIL

Para o presidente do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCRIM) – entidade não governamental que produz e divulga conhecimento em várias áreas do direito penal -, Cristiano Avila Maronna, a atitude dos policiais com o jornalista foi abusiva e autoritária.

“Ninguém é obrigado a fornecer informações pessoais para ninguém, a não ser que haja uma ordem judicial. Além disso, a Constituição assegura a inviolabilidade da segurança e privacidade do indivíduo. O policial não pode invadir a privacidade e acessar os dados do celular. O fato de fazer isso com uma testemunha, alguém que nem sequer estava cometendo um crime, torna o caso ainda mais absurdo”, afirmou.

O presidente do IBCCRIM defende ainda que o crime de desacato à autoridade – motivo que levou à detenção da mulher – deveria ser extinto do Código Penal Brasileiro.

“Ele é uma carta branca para a violência policial. Já foi extinto em vários países e hoje apenas serve como instrumento de garantia da impunidade para policiais e autoridades praticarem todo o tipo de ilegalidade e constranger o cidadão e obrigá-lo a aceitar qualquer tipo de situação, como coações desse tipo (pela qual passou o repórter). Já existem leis que punem crimes contra a honra, como ofensas, por exemplo, sem a necessidade de haver uma pena específica para autoridades”, afirmou.

Segundo o conselheiro do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa Humana (Condepe) Ariel de Castro Alves, não há nenhuma lei que justifique a condução de uma pessoa à delegacia contra a própria vontade. “Ações de agentes públicos são públicas e devem respeitar a legalidade, moralidade, publicidade e transparência. Impedir que alguém filme é abuso de autoridade e pode ser punido com até 6 meses de detenção e demissão do serviço público”, afirmou Alves.

Segundo ele, nem mesmo na condição de testemunha uma pessoa pode ser levada à delegacia contra a sua vontade. “Recentemente, o STF considerou ilegal a condução coercitiva de suspeitos. O correto é os policiais apresentam o flagrante e depois a delegacia chamar as testemunhas para depor ou a vara criminal pode chamar pra audiência”, disse.

Para o advogado Ariel de Castro Alves, a condução de uma pessoa à delegacia só pode ser feita quando ela é suspeita de cometer ou participar de um crime. Pedir senha e acessar dados pessoais de pessoas na rua é visto por ele como invasão de privacidade.

O polícia pode pedir senha e desbloquear o celular?

Maronna e outros advogados ouvidos pela BBC News Brasil enfatizaram que a Constituição assegura que informações privadas – como a senha e o conteúdo de um celular – são invioláveis, a não ser que haja ordem judicial para ter acesso a elas.

Já o jurista Ives Gandra Martins considera legítimo o acesso dos policiais ao celular de qualquer testemunha, mesmo que seja necessário o desbloqueio do aparelho por meio de uma senha pessoal e sem uma autorização prévia da Justiça.

“Eles (policiais) não poderiam impedir que a ação fosse filmada. Mas podem pedir acesso às imagens para saber, por exemplo, se a pessoa que gravou estava vinculada aos fatos e verificar se ela faz parte de alguma facção criminosa”, disse.

A BBC News Brasil questionou a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo se foi correta a ação dos policiais de pedir a senha, desbloquear e acessar mensagens e arquivos pessoais do repórter.

Em nota, a pasta informou que “a corporação não identificou nenhum erro na abordagem, mas a Corregedoria está à disposição do repórter para o registro e apuração dos fatos”.

Repórter foi levado para delegacia para ser ouvido após filmar fotografar de mulher por desacato – LEANDRO MACHADO/ BBC NEWS BRASIL

O que o policial pode e não pode fazer na abordagem?

O Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa Humana (Condepe) criou, em 2016, uma cartilha com orientações sobre o que os policiais podem fazer durante abordagens. Um dos pontos afirma que qualquer policial pode revistar uma pessoa na rua, desde que ele suspeite de que ela tenha drogas ou armas. Porém, é necessário haver ao menos um indício que justifique essa suspeita.

De acordo com a cartilha, o policial não pode abordar uma pessoa com base em uma opinião a respeito das roupas que ela veste, por sua orientação sexual, pela cor da sua pele ou por estar numa região de periferia.

Durante uma abordagem policial, ninguém é obrigado a dizer de onde vem, para onde vai ou se tem antecedentes criminais. A pessoa, porém, deve informar seu nome completo, do pai, da mãe e a data de nascimento para que o policial possa saber o suspeito é foragido da Justiça.

Todo policial durante a abordagem deve falar seu nome, apresentar a funcional e falar para a pessoa qual o motivo da abordagem.

Fonte: bbc

Por que os celulares explodem, e como evitar que isso aconteça

Manter o celular conectado à tomada após completar a carga, derrubá-lo no chão e usar produtos falsificados aumentam chance de superaquecimento

Nesta semana, um enfermeiro de Araçatuba, no interior paulista, relatou nas redes sociais que teve a perna queimada após um celular explodir dentro do bolso de sua calça. Esta é ao menos o quinto caso de lesão relacionada a baterias e carregadores de celular que repercutiu no noticiário desde o início do ano.

Não há motivo, porém, para preocupação generalizada. Estatisticamente, o número de ocorrências é baixíssimo frente ao total de smartphones em uso no Brasil, que já supera 220 milhões segundo estudo da FGV divulgado em abril deste ano.

Ainda assim, há precauções que diminuem ainda mais a chance de acidentes do tipo.

Explosões são resultado do superaquecimento dos aparelhos, aponta Luiz Kretly, professor da Unicamp especializado em microeletrônica. Em geral, explica, baterias de íons-lítio são preparadas para aguentar temperaturas de até 135ºC. O calor pode gerar curto-circuito entre os polos positivo e negativo da bateria, dando início a uma reação em cadeia que leva os componentes inflamáveis da bateria à combustão.

“Se o celular estiver com a carga cheia, mas continuar na tomada, pode ocorrer uma falha. Mas a maioria dos dispositivos originais têm proteção contra isso”, diz.

A maior parte dos dispositivos atuais têm uma válvula que funciona como a da panela de pressão. Se a temperatura aumentar e a pressão subir demais, o bateria abre para que não ocorra explosão. Mas a proteção pode falhar, principalmente em produtos não-certificados ou com defeito de fabricação.

Derrubar o aparelho também pode, eventualmente, fazer com que ele entre em curto-circuito. “Pode amassar os eletrodos [pólos condutores de corrente elétrica]“.

Hoje, a taxa de explosões é bem menor do que no começo dos anos 2000, explica Luiz Kretly, professor de microeletrônica da Unicamp: “Agora, existem metais que contém o lítio, elemento inflamável quando entra em contato com o oxigênio, e as tornam mais seguras”.

Carregador de celular também pode causar acidentes

No Brasil, dois casos relacionados a carga de celular resultaram na morte de jovens – em junho, um rapaz de 22 anos sofreu uma parada cardíaca após receber um choque. Segundo o Corpo de Bombeiros de Taubaté, interior de São Paulo, a carga elétrica ocorreu quando ele tentou usar o celular conectado ao carregador.

No mesmo mês, um adolescente de 16 anos foi eletrocutado no Ceará sob as mesmas condições. O rapaz atendeu uma ligação enquanto o celular estava carregando e não resistiu à descarga elétrica.

Na China, uma criança de 12 anos ficou cega e perdeu um dedo da mão direita depois que o celular explodiu, de acordo com a mídia local. Na Índia, uma moça de 18 anos morreu enquanto fazia uma ligação, segundo o jornal The Sun.

Em todos os casos, uma coisa em comum: o aparelho estava conectado a uma tomada.

“Nessa situação, provavelmente uma descarga elétrica propagou-se pela rede elétrica, passou pelo carregador e atingiu a pessoa. O impulso elétrico de alta intensidade pode dar choque. Isso também ocorre com telefones fixos”, afirmou o professor da Unicamp.

Segundo ele é difícil prever se o aparelho vai entrar em curto-circuito, mas o principal indício é a temperatura. “O superaquecimento é o maior sinal. Deixar o celular no carregador depois que ele atingiu 100% de carga também não é uma boa prática. Carregadores de baixa qualidade podem apresentar defeito então, após carregar, é bom retirá-los da tomada”.

“Parecia que alguém tinha jogado uma bomba nas minhas costas”

Em março deste ano, o comerciante Victor Alexandre de Oliveira sofreu queimaduras de primeiro e segundo graus no glúteos e mãos após seu celular explodir. O aparelho estava no bolso traseiro da bermuda.

“Não acreditei que era o celular que tinha explodido. Parecia que alguém tinha jogado uma bomba nas minhas costas”, disse Oliveira à época para a VEJA.

A Motorola, fabricante do aparelho, afirmou que procurou o consumidor: “No entanto, após inúmeras tentativas de contato para retirar o smartphone, não tivemos retorno e consequentemente, não recebemos o produto. Sem o aparelho em mãos, é impossível fazer os testes necessários e coletar informações para entender o ocorrido”.

Victor confirmou que a empresa o procurou “quando o caso estava na mídia”. De acordo com ele, a Motorola também se propôs a pagar pelo custos dos remédios. “Eles mencionaram que me emprestariam outro telefone, mas que eu tinha que assinar um contrato. Eu fiquei receoso e não quis mais contato”, disse.

Danos morais

Em 2016, a Samsung foi obrigada a suspender a venda de seu novo aparelho, o Galaxy Note 7 e paralisar sua produção após ao menos 35 aparelhos pegarem fogo enquanto carregavam. Pouco depois, a gigante sul-coreana convocou um recall mundial para recuperar 2,5 milhões de unidades do produto. A empresa também realizou um pedido de desculpas público a seus consumidores.

Recentemente, a empresa foi condenada a pagar uma indenização de 5.000 reais por danos morais a um consumidor do Maranhão. De acordo com a decisão da 10ª Vara Cível da Comarca de São Luís, o Galaxy S7 começou a aquecer após uma atualização de sistema e entrou em combustão.

Em nota, a Samsung afirmou que “preza pela segurança de seus clientes e possui os mais rígidos processos de qualidade em nossos produtos em conformidade com a legislação brasileira”. A empresa relata que “o smartphone em questão foi analisado pela equipe técnica que constatou que a bateria não foi a causa do ocorrido”, e que cumprirá integralmente o parecer do Tribunal do Maranhão que decidiu pela indenização ao consumidor.

Fonte: veja

Emissão de CNH Digital passa a ser obrigatória no país

Para solicitar a nova versão, é necessário ter o modelo atual do documento em papel, emitido a partir de maio de 2017

Passou a ser obrigatória nesta segunda-feira, 2, a emissão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) Digital por todas as unidades da Federação, segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Com a versão virtual, o motorista poderá acessar o documento pelo celular e evitar multas, principalmente quando esquecer a carteira em casa.

O uso da versão digital é opcional e a impressa continuará sendo emitida. Para solicitar a carteira digital, é necessário ter o modelo atual do documento em papel, emitido a partir de maio de 2017, com QR Code na parte interna.

Quem não tem o modelo novo precisa atualizar a CNH tradicional primeiro antes de pedir a virtual.

Não é obrigatório ter certificado digital (assinatura eletrônica com a mesma validade da assinatura física), mas quem não tiver deverá ir a uma unidade do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) para confirmar os dados pessoais.

Vale destacar que o aplicativo da CHN Digital é gratuito, mas cabe a cada estado decidir se cobrará ou não pela emissão do documento. A maioria dos estados já oferecia a CNH Digital antes da obrigatoriedade, com exceção de Bahia e Pará.

Fonte: veja