Guarda civil mata ciclista com três tiros após discussão

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Ele alegou legítima defesa

Um Guarda Civil Municipal (GCM) baleou e matou um ciclista de 29 anos, em Praia Grande, no litoral de São Paulo, na tarde de segunda-feira (4).

A prefeitura informou em nota que “o guarda envolvido foi afastado para a apuração, conforme procedimento habitual da Guarda Civil Municipal em casos desse tipo”.

O caso ocorreu na Avenida Ministro Marcos Frente, próximo ao Viaduto 5. O delegado titular da Delegacia Sede do Município, Sergio Lemos Nassur, afirmou que o homicídio envolveu legítima defesa do guarda.

A polícia contou que a viatura estava em patrulhamento pela área quando os guardas presenciaram uma discussão entre um ciclista e o motorista de um carro. O ciclista teria sido fechado pelo motoristae, como não houve danos, o motorista foi liberado e as partes orientadas.

No entanto, de acordo com o G1, o guarda afirma que o ciclista teria continuado no local e passou a ofendê-lo. Ele teria embarcado na viatura para ir embora quando o ciclista foi em direção ao motorista e tentou tirá-lo de dentro do carro.

O guardo disse ainda que usou o gás de pimenta para tentar conter o ciclista, que mesmo assim foi em sua direção e lhe deu dois socos. O ciclista teria tentado se apoderar da arma e, durante o embate, os dois foram ao chão. Nesse momento, o guarda disparou contra o homem.

A ambulância foi acionada e constatou o óbito no local.

Um inquérito policial será instaurado e a Polícia Civil irá investigar o caso.

Fonte: noticiasaominuto

Guarda civil mata ciclista com três tiros após discussão

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Ele alegou legítima defesa

Um Guarda Civil Municipal (GCM) baleou e matou um ciclista de 29 anos, em Praia Grande, no litoral de São Paulo, na tarde de segunda-feira (4).

A prefeitura informou em nota que “o guarda envolvido foi afastado para a apuração, conforme procedimento habitual da Guarda Civil Municipal em casos desse tipo”.

O caso ocorreu na Avenida Ministro Marcos Frente, próximo ao Viaduto 5. O delegado titular da Delegacia Sede do Município, Sergio Lemos Nassur, afirmou que o homicídio envolveu legítima defesa do guarda.

A polícia contou que a viatura estava em patrulhamento pela área quando os guardas presenciaram uma discussão entre um ciclista e o motorista de um carro. O ciclista teria sido fechado pelo motoristae, como não houve danos, o motorista foi liberado e as partes orientadas.

No entanto, de acordo com o G1, o guarda afirma que o ciclista teria continuado no local e passou a ofendê-lo. Ele teria embarcado na viatura para ir embora quando o ciclista foi em direção ao motorista e tentou tirá-lo de dentro do carro.

O guardo disse ainda que usou o gás de pimenta para tentar conter o ciclista, que mesmo assim foi em sua direção e lhe deu dois socos. O ciclista teria tentado se apoderar da arma e, durante o embate, os dois foram ao chão. Nesse momento, o guarda disparou contra o homem.

A ambulância foi acionada e constatou o óbito no local.

Um inquérito policial será instaurado e a Polícia Civil irá investigar o caso.

Fonte: noticiasaominuto

Ciclista que mostrou o dedo médio a Trump é demitida

Juli Briskman não pensou duas vezes quando mostrou o dedo médio ao presidente americano, Donald Trump, durante a passagem de seu comboio enquanto ela pedalava em uma rodovia perto de seu clube de golfe. 

“Ele estava passando e meu sangue começou a ferver”, disse ao HuffPost essa democrata de 50 anos, mãe de dois filhos.

“Eu estava pensando ‘ele está no maldito campo de golfe novamente'”.

Mas o gesto obsceno, capturado em 28 de outubro pelo fotógrafo da AFP na Casa Branca Brendan Smialowski, que estava acompanhando o comboio de Trump, rapidamente se tornou viral. E agora custou o emprego desta mãe solteira.

O presidente estava a caminho do Trump National Golf Club, às margens do Rio Potomac, a cerca de 40 quilômetros a noroeste da Casa Branca.

Briskman mora nos arredores e havia saído para andar de bicicleta no sábado quando o comboio começou a passar.

Smialowski, veterano de comboios da Casa Branca, disse que sempre está com a câmera pronta para disparar.

“Você nunca sabe o que vai ver. Você nunca sabe o que vai acontecer”, contou. Gestos vindos de espectadores, como polegares para cima ou dedos médios, são comuns.

Nesse caso, afirmou, Briskman “parecia saber exatamente quem estava dentro daqueles veículos”.

Depois que o comboio a ultrapassou, ela os alcançou quando os carros pararam no sinal vermelho.

“O que tornou essa ciclista única foi a sua tenacidade. Uma vez que o comboio a ultrapassou, ela conseguiu se recuperar e mostrar seus sentimentos novamente”, declarou.

A foto apenas mostra Briskman de costas, sem identificação, com seu braço para cima e o dedo médio levantado.

Mas não demorou muito até que ela percebesse que era a pessoa na foto que logo rodou a televisão e a Internet. Orgulhosamente ela colocou como sua foto de perfil no Facebook e no Twitter.

Não se sabe se Trump viu o gesto, mas o fato é que ele não agradou os chefes de Briskman na empresa Akima LLC, que trabalha para o governo e militares americanos.

Três dias depois disseram a Briskman, que trabalha com marketing, que ela tinha que ir embora.

“Eles disseram: ‘nos desvinculamos de você'”, contou Briskman ao HuffPost.

“Basicamente você não pode ter coisas ‘indecentes’ ou ‘obscenas’ nas suas redes sociais. Então eles estavam chamando aquela porcaria de ‘obscena'”.

Briskman e Akima não responderam a contatos para comentários na segunda-feira, mas a fotografia continuava nas redes sociais da mulher.

Fonte: g1

Ciclista do DF pedala quase 3 mil km em menos de um mês para conhecer namorada no interior do Acre

Aos 42 anos, o cicloturista Heleno Morais se aventurou nas estradas do Brasil para conhecer a namorada que mora no interior do Acre, em Cruzeiro do Sul. Ele saiu de Brasília (DF) no dia 31 de maio e chegou na cidade acreana no dia 27 de junho. O que motivou a aventura foi a namorada Pâmela da Silva, de 21 anos, que conheceu nas redes sociais.

“Não conhecia a região Norte e um dia teria que fazer isso para alcançar meu objetivo de percorrer os 27 estados. Conheci a Pâmela pelo Facebook, começamos a namorar, interagimos alguns meses pelas redes sociais e decidi unir o útil ao agradável, percorri estados que não conhecia e vim conhecer a família de minha namorada” conta.

Formado em educação física, ele diz que largou um emprego de lojista na capital federal. “A empresa passava por dificuldade e fiz acordo. Minha rescisão deu R$ 2.756 e foi divida em cinco parcelas que estão sendo depositadas em minha conta”, explica.

O ciclista faz parte do Projeto Brasil em Duas Rodas, com núcleo do Distrito Federal, desde o dia 6 de abril de 2006 e tem como meta percorrer os 27 estados do Brasil com sua bike. Depois, pensa em percorrer os 12 países da América do Sul e as três Américas para promover a difusão do ciclismo, de caráter amador, e estudar o comportamento do homem com sua bicicleta.

Rubens percorreu 2.926 quilômetros até chegar a Manoel Urbano, cidade a 215 km de Rio Branco, onde foi aconselhado a seguir a viagem de ônibus por conta da má condição da estrada.

“Infelizmente, não cheguei aqui como gostaria. Trazia 34 quilos de peso e até Manoel Urbano foram 2.926 km e demorei 26 dias neste trajeto. De lá, peguei um ônibus e cheguei ao meu destino, que era conhecer a família de minha namorada. Tenho intenção de viver ao lado dela o resto de minha vida”, explica.

Casal se prepara para conhecer outros países de bike (Foto: Adelcimar Carvalho/G1 )

Para poder seguir viagem, ele também teve que deixar a bicicleta na casa de um homem que conheceu na cidade. Na época, a estrada estava intrafegável.

“Foi uma viagem difícil, a região é muito quente. Eu trabalhava numa empresa e decidi viajar antes de receber a rescisão de contrato. Com isso, trouxe pouco recurso. Não conhecia ninguém nesta região. Pretendo ficar aqui por ao menos três meses e está sendo difícil me manter. Alugamos uma casa e estamos vivendo da venda de bolos de pote, que eu e minha namorada produzimos e vendo pelas ruas da cidade”, conta.

Ele relata que para chegar até Cruzeiro do Sul teve que contar com a solidariedade das pessoas que encontrava no caminho. “Para chegar aqui gastei cerca de R$ 300 com alimentação. Dormia em postos de gasolina, em postos da Polícia Rodoviária federal e recebi solidariedade e ajuda de muitas pessoas”, diz.

Depois desse período no interior do Acre, Morais pretende conhecer o Peru, Chile e Bolívia, após voltar a Rio Branco e ter de volta a bicicleta. “Já conversei com a minha namorada e estou preparando ela para seguir viagem comigo. Para isso, estou em busca de patrocínio para comprar uma bicicleta para ela. Enquanto isso não acontece, vamos nos virando com bolos de pote que vendemos”, conta.

Apesar do clima quente e da árdua viagem até a cidade acreana, o cicloturista diz que a aventura valeu a pena e que está feliz e realizado. “Estou muito feliz e realizado. Cada ciclo da viagem é uma aventura. Mas esta foi diferente, pois mexeu com meu coração. Contei com a solidariedade de muitas pessoas e estou muito feliz com minha futura mulher”, destaca.

Além de viver uma história de amor, ele também quer fazer com que outras pessoas se apaixonem pelas pedaladas que, segundo ele, o faz se sentir livre para ir a qualquer lugar do mundo.

“As pessoas precisam experimentar o prazer e a liberdade de fazer determinados trechos de viagens sem depredar o meio ambiente e colaborando com sua saúde. Espero que as pessoas se conscientizem de que a bicicleta pode levar você a qualquer lugar. Basta ter fé e determinação. Devagar se chega aonde se quer”, finaliza.

Homem saiu do Distrito Federal até Cruzeiro do Sul para conhecer namorada (Foto: Heleno Morais/Arquivo pessoal )

Fonte: g1/ac

Ciclista acha fóssil de dinossauro durante trilha no interior de SP

Pesquisadores do Museu de Paleontologia de Monte Alto (SP) começaram a estudar o fóssil de uma espécie ainda desconhecida de dinossauro encontrado há cerca de uma semana na zona rural do município.

Os ossos, que podem revelar uma nova espécie herbívora de dinossauro de até 20 metros de comprimento, foram achados por um ciclista que fazia trilha por uma região repleta de serras no entorno da cidade. Local que, para os especialistas, agora se revela como um novo ponto de escavação.

“Isso é importante, porque nós pesquisadores temos a possibilidade de descrever novas espécies e contribuir com a paleontologia dessa forma, pra poder entender os animais que viveram há 90 milhões de anos aqui e também o ambiente que eles viviam”, afirma a paleontóloga e diretora do museu em Monte Alto, Sandra Tavares.

Conhecida por outros achados na área, a cidade foi, em 2004, base para a descoberta do fóssil de um animal que viveu na região há 80 milhões de anos apontado como um possível “elo perdido” entre crocodilos pré-históricos e os atuais.

Montealtosuchus arrudacamposi tinha no máximo 1,70 m de comprimento, pesava até 50 quilos e, ao contrário da espécie atual, tinha a terra como habitat.

Fóssil preservado

Composto por dois ossos articulados, provavelmente ligados à região da bacia, o fóssil tem 90 centímetros de comprimento e 60 centímetros de largura.

O material foi encontrado pelo comerciante André Giancherini e estava cravado em uma rocha. Ele conta que estranhou a coloração esbranquiçada que destoava do avermelhado predominante no solo. “Como sempre gostei de fósseis desconfiei que poderia ser um. Quando fui limpar pra ver percebi que era um osso”, diz.

O comerciante André Giancherini achou osso de dinossauro enquanto andava de bicicleta pela zona rural de Monte Alto, SP (Foto: Reprodução/EPTV)

Assim que encontrou o fóssil, Giancherini avisou a equipe do museu e manteve as condições do local.

“A hora que chegamos e vimos aquele pedaço ali pareciam ser dois ossos. Na hora que a gente abriu o material foi impressionante. Em 30 anos de trabalho de paleontologia eu nunca tinha visto uma coisa igual”, disse Cledinei Aparecido Francisco , auxiliar de paleontologia que fez o reconhecimento na área.

A paleontóloga e diretora de museu em Monte Alto, Sandra Tavares (Foto: Reprodução/EPTV)

O material se manteve preservado graças à cobertura de lama que o encobriu. Condições que apontam para a possibilidade de mais descobertas na mesma área.

“Isso é um bom indicativo. A gente acredita que a partir dessa área aqui, desse limite pra dentro, há grande possibilidade de a gente encontrar mais partes desse animal, o que nos estimula bastante a voltar futuramente, preparar uma nova escavação, pra trabalhar esse espaço”, afirma a paleontóloga Sandra Tavares.

Descoberta de fóssil revelou ponto de escavação na zona rural de Monte Alto, SP (Foto: Reprodução/EPTV)

Fonte: g1/sp

Adolescente pega carro sem autorização e mata ciclista atropelado, no interior de São Paulo

Adolescente pega carro sem autorização e mata ciclista atropelado no interior de São Paulo

Homem de 59 anos estava se dirigindo a uma festa em Ilha Solteira.

O jovem de 17 anos suspeito de ter atropelado e matado um homem de 59 anos, no interior de São Paulo, deve se entregar nesta segunda-feira (17). Pelo menos esta é a garantia que a mãe do adolescente deu à polícia, ao prestar depoimento. O atropelamento ocorreu na noite de sábado (15), na Rua Alameda Bahia, em Ilha Solteira (SP).

O aposentado, cujo nome não foi divulgado pela Delegacia de Ilha Solteira, estava indo de bicicleta a uma festa na cidade. O adolescente teria fugido, segundo a Polícia Civil, sem prestar socorro.

O carro que ele dirigia pertence à madrinha dele, que informou em depoimento, não ter autorizado o afilhado. O jovem poderá ser enquadrado no crime de homicídio culposo, quando não há intenção de matar, além de fuga do local de acidente e dirigir sem habilitação.

Fonte: noticiasaominuto

Ciclistas furam bloqueio e andam em ciclovia que desabou no Rio

Ciclistas furam bloqueio e andam em ciclovia que desabou no Rio

Ciclovia Tim Maia, entre o Leblon e São Conrado, segue interditada

A interdição da Ciclovia Tim Maia, que desabou e matou duas pessoas, não impediu que moradores da região passem pelo local.

De acordo com reportagem do jornal O Globo, ciclistas removeram blocos de concreto que impedem a passagem e continuam utilizando a via.

“Eu passo pela ciclovia todos os dias. Estou me expondo mais ao risco andando pela Avenida Niemeyer do que pela ciclovia interditada. Passo pela rua com ônibus a meio metro de mim, e em alta velocidade. Os moradores da região removeram os bloqueios, e o pessoal está passando direto pela área interditada. Guardas municipais, eventualmente, até impedem a circulação, mas hoje (ontem) não tem ninguém”, disse à publicação o cliclista Silvio Vicente.

Embora a parte rompida da ciclovia já tenha sido reconstruída, ela ainda não está liberada por ter não passado pelos testes de segurança – não há data para a liberação da via.