Ex-modelo da Playboy diz a CNN que “estava apaixonada” por Trump

Em fevereiro a revista New Yorker noticiou que Trump teve um caso com Karen ao mesmo tempo em que estava envolvido com uma atriz pornô

Washington – Karen McDougal, ex-modelo da Playboy que afirma ter tido um caso com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante 10 meses a partir de 2006, disse –em uma entrevista ao programa Anderson Cooper 360, da rede CNN, transmitida na noite de quinta-feira– que estava apaixonada pelo magnata.

Indagada se Trump disse alguma vez que a amava, Karen respondeu: “O tempo todo. Ele sempre dizia que me amava.”

Quando questionada se pensou que o caso terminaria em casamento, ela disse: “Talvez”.

A Casa Branca diz que Trump nega ter tido um caso com Karen.

Foi sua primeira entrevista desde que ela processou a American Media Inc, proprietária do tabloide National Enquirer, no início desta semana para ser liberada de um acordo que dá à organização direitos exclusivos sobre sua história a respeito do suposto romance.

Em fevereiro a revista New Yorker noticiou que Trump teve um caso com Karen ao mesmo tempo em que estava envolvido com uma atriz pornô, e o National Enquirer pagou 150 mil dólares à modelo para evitar que sua história viesse a público.

Karen disse à CNN que está se manifestando publicamente porque “quero compartilhar minha história porque todos estão falando dela”.

A ex-modelo afirmou que ela e Trump fizeram sexo dezenas de vezes sem usar proteção depois do início do relacionamento em Los Angeles em junho de 2006, não muito tempo depois de sua esposa, Melania, dar à luz o filho Barron.

Ela disse ter conhecido o atual presidente na Mansão Playboy durante a filmagem de “Celebridade Aprendiz”, reality show que ele apresentava. “Fiquei atraída por ele. Ele é um homem bonito. Gostei de seu carisma.”

Fonte: exame.com

CNN é flagrada fabricando uma notícia falsa em plena rua

Uma das maiores divulgadoras de fakenews da atualidade é a rede americana CNN e se levarmos em conta que a grande maioria dos jornalistas brasileiros têm ali sua principal fonte veremos o porquê o jornalismo morreu na TV. Neste final de semana a CNN foi flagrada “com as mãos na massa” quando, literalmente, montava um teatrinho para transmitir a repórter Becky Anderson, falando ao vivo, sobre o atentado perpetrado no passado sábado em Londres.

Vejam só até onde esta gente vai para defender suas agendas: concretamente, é possível ver como organizam um grupo de manifestantes (ou seriam figurantes?) -em sua maioria, muçulmanos- com cartazes pela paz e de protesto contra o Daesh.

O portal Daily Wire aponta que com isto a rede provavelmente pretendia “promover a narrativa de uma ampla oposição muçulmana ao Daesh e ao terrorismo islâmico“.

O vídeo foi gravado por um cidadão, que ato seguido o publicou em sua conta do Twitter. Segundo ele, a BBC também pretendia aproveitar este cenário para realizar uma conexão. A gravação causou uma grande indignação -tanto entre jornalistas como entre o público geral- e foi amplamente compartilhada nas redes sociais.

Este é o vídeo que a rede mostrou a sua audiência e que provavelmente você viu na Globo News.

Flagrada de calça nas mãos, a CNN declarou ao portal Mediaite que “esta história não faz sentido“, dizendo que o grupo de manifestantes que se encontrava no cordão policial foi autorizado pelos oficiais para que pudessem mostrar seus cartazes aos meios de comunicação.

Casa Branca proíbe ‘NY Times’, CNN e BBC de ir a coletiva de imprensa

Casa Branca proíbe 'NY Times', CNN e BBC de ir a coletiva de imprensa

Em rota de colisão com jornais e TVs, Trump vira alvo de boicote de veículos de mídia.

Jornalistas do “New York Times” e do “Los Angeles Times”, da CNN, da BBC e do site especializado “Politico” foram impedidos de assistir à coletiva do secretário de imprensa do presidente Donald Trump na sexta-feira. Esta foi a violação mais marcante no contexto das difíceis relações entre a atual Casa Branca e a imprensa. Repórteres da revista “Time” e da Associated Press, que deveriam participar da coletiva, optaram por não comparecer, em protesto, contra as ações da Casa Branca. No mesmo dia, Trump cobrou veículos de comunicação para que deixem de usar fontes anônimas — prática usada no jornalismo em todo o mundo.

Os repórteres do “Times”, da CNN e do Politico não foram autorizados a entrar no gabinete da Ala Oeste do porta-voz Sean Spicer. Assistentes permitiram a entrada de repórteres de apenas um grupo de organizações de notícias escolhidas a dedo que, segundo a Casa Branca, haviam sido previamente confirmadas para participar: o site “Breitbart News”, a One America News Network e o “Washington Times”, todos com tendências conservadoras populistas. Jornalistas de ABC, CBS, “Wall Street Journal”, Bloomberg e Fox News também participaram.

“Nada como isso aconteceu na Casa Branca em nossa longa história de cobrir várias governos de diferentes partidos”, disse Dean Baquet, editor-executivo do “Times”, em um comunicado. “Protestamos fortemente contra a exclusão do ‘New York Times’ e das outras organizações de notícias. O livre acesso da mídia a um governo transparente é obviamente de crucial interesse nacional.”

A Associação dos Correspondentes da Casa Branca, que representa o corpo de imprensa em contato direto com o governo, repreendeu rapidamente as ações.

“A associação está protestando fortemente contra a forma como o silenciamento de hoje está sendo tratado pela Casa Branca “, disse o presidente da associação, Jeff Mason, em um comunicado. “Nós encorajamos as organizações que foram permitidas a compartilhar o material com os outros na imprensa que não foram. O conselho discutirá isso com o pessoal da Casa Branca.”

Ataques Repetidos

A ação ocorreu horas após Trump atacar a imprensa em um discurso na Conferência da Ação Política Conservadora.

— Você não pode permitir que (os jornalistas) utilizem fontes a menos que mencionem o nome de alguém — disse. — Uma fonte disse que Donald Trump é um ser humano horrível. Pois que me digam na cara. Que não haja mais fontes.

O presidente mostrou-se irritado com as reportagens atribuídas a fontes anônimas, em especial aos numerosos informes sobre contatos entre seus colaboradores e os russos, que a Casa Branca rejeitou energicamente. A reportagem do “Times” usou nove fontes sob anonimato.

— Há três dias eu disse que eles são inimigos do povo, e eles são. Eles falaram em nove fontes e não citaram uma nominalmente. Eu sei com quem eles falam.

Durante os dez minutos em que falou sobre o tema, o presidente americano disse ainda que não se oporia a toda a imprensa, mas só “aos meios de notícias falsas”.

— As notícias falsas não dizem a verdade. Não representam o povo. Nunca representarão o povo e faremos algo a respeito.

 

Fonte: oglobo.com

Twitter anuncia que excluirá conta de Donald Trump em 48h

Congresso dos EUA solicita ao FBI documentos do ex-diretor sobre Trump

De acordo com a rede norte-americana CNN, a companhia justifica o ato devido à “retórica racista e divisiva de Trump”.

O Twitter anunciou nesta terça-feira (10) que irá deletar a conta de Donald Trump da rede social nas próximas 48 horas. De acordo com a rede norte-americana CNN, a companhia justifica o ato devido à “retórica racista e divisiva de Trump”.

O Twitter não tolera usuários que transmitem mensagens de ódio, racismo e intolerância. Trump pode ter sido eleito a Casa Branca, mas pelo menos alguém deve afrontá-lo e dizer: Não, senhor Trump, não estamos com você”, declarou Paul Horner, representante do Twitter.

O presidente eleito norte-americano divulgou uma resposta oficial em que chamou o plano da empresa de “cômico” e aconselhou o Twitter a “ir com calma” porque já teria acionado advogados para resolver a situação e que tudo terminaria “muito mal” caso tentassem silenciá-lo.

Uma fonte próxima à equipe de Trump disse em entrevista à CNN News que o bilionário já providenciou uma nova conta na rede social, @WHDonaldTrump, na qual pretende usar imediatamente após o Twitter cancelar sua conta primária. A mesma fonte divulgou ainda que, se a nova conta fosse cancelada, criará outras.

Trump venceu as eleições gerais graças ao grande apoio que recebeu da “alt-right”, termo dado á ala de extrema direita norte-americana que inclui movimentos da supremacia nacionalista. O Twitter afirma ter deletado vários perfis de membros do grupo.

Fonte: msn.com