Direita e esquerda estão levando o Brasil para um buraco sem fundo

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Polarização, com ideais distorcidos transformam o país em uma partida de futebol, o resultado é um empate que está dificultando a sobrevivência até dos ricos

Essa semana a esposa do deputado federal Eduardo Bolsonaro, Heloísa, se queixou de estar “passando perrengue” com o salário de pouco mais de R$ 30 mil que o parlamentar recebe. E se está ruim para ela, imagina o restante do país. Também esta semana, o preço da carne disparou, a gasolina subiu mais 4% e o salário mínimo projetado vai ser reduzido. O desemprego segue aumentando e os direitos trabalhistas foram para o ralo.

O governo vem adotando medidas, algumas controversas, como o fim do seguro obrigatório alegando que “quem quer seguro, faz um privado”. O problema é que grande parte dos brasileiros sequer consegue pagar a parcela de seu carro, que dirá fazer um seguro, que custa em média R$ 700 para carros populares (valor varia de acordo com idade, uso do veículo, etc). Em Rondônia, a conta de energia virou o grande vilão, que coloca muita gente na condição de ter que escolher entre pagar a conta de energia ou comprar comida. 

Nos supermercados, é visível a mudança tanto na quantidade, como na qualidade dos produtos e no caixa é onde o susto acontece.

Porém, nas redes sociais é possível ver gente defendendo tudo isso, muitos na esperança de dias melhores que não virão. A carne não vai baixar de preço, segundo o próprio governo informou. Gasolina e energia também não terão redução, e o maior problema, os salários não acompanham esses aumentos.

Mas ninguém dá bola para isso. 

“O importante”, dizem, “é que os comunistas não vão transformar nossa bandeira para a cor vermelha”, como se isso fizesse alguma diferença. No Brasil atual, mais vale pagar preços exorbitantes do que acordar para a realidade, o país está dividido e só quem ganha com isso são os especuladores, cuja maioria vive em Miami, para onde aliás, migrou grande parte dos ricos brasileiros que defendem as políticas atuais sem levar em conta as dificuldades que passam os compatriotas, que não tem condições sequer de viajar para ver parentes em outros estados.

Ao mesmo tempo, a esquerda mantém a mesma narrativa de décadas atrás, insistindo em políticas assistencialistas, sem projetos claros para resolver problemas do país e sofre com divisões internas. O revanchismo tolo dos atuais mandatários, com discursos distorcidos não os permitem enxergar que, tanto esquerda quanto direita tem idéias que podem ser aproveitadas para melhorar, ou ao menos tentar, a qualidade de vida dos brasileiros.

Faltam estadistas. Faltam patriotas de verdade. O que temos são narrativas antagônicas que perdem tempo em debates inócuos, mas o bolso dos especuladores segue enchendo, enquanto os carrinhos de supermercado vão esvaziando. É cada um querendo ter mais razão que o outro.

“Dividir para conquistar”. Esse conceito foi utilizado pelo governante romano César (divide et impera) e por outros conquistadores, como Napoleão, é um fenômeno que está acontecendo tanto no Brasil quanto na América Latina. Criou-se a fantasia de “invasão comunista”, de “cristãos contra todo o resto” ou de “direita contra esquerda”, e enquanto perdemos tempo alimentando o ódio entre nós, as ratazanas do mercado seguem enchendo os bolsos.

O brasileiro precisa evoluir. Somos o maior país da América Latina, temos recursos naturais, minerais, intelectual, mas não conseguimos avançar como cidadãos. São momentos de crise que o povo tem que se unir, cobrar de seus representantes, sejam de direita ou esquerda, melhoria na vida da população. O embate entre direita e esquerda está cansativo e não chega a lugar algum. Somos um país, uma só unidade federativa, e as políticas públicas afetam a todos, independente de ideologias. Quem tem mais de 40 anos acompanhou a transição entre governos militar e civil nos anos 80. Acompanhou o confisco da poupança feito por Collor de Mello, e se ná época existisse redes sociais, certamente muitos teriam defendido tal aberração, que sacrificou as economias de milhares, mas não resultou em nada nas contas governamentais.

Estamos revivendo esses traumas com as atuais políticas. Enquanto o resto do mundo cresce, o Brasil encolhe e emburrece com debates inócuos. Milhares estão vivendo nas ruas, outros milhares estão fazendo das ruas, a segunda moradia por terem que trabalhar como entregadores, motoristas de aplicativos, malabarismos em semáforos ou mesmo pedintes. Um país dividido só tem um destino, o fundo do poço, para onde seguem direitistas, esquerdistas e até terraplanistas. O problema está sendo chegar ao fundo. Pelo que tudo indica, ele ainda está longe de ser alcançado.

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V

[COLUNA] – Como uma bancada federal de onze vira apenas dois

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Rondônia está muito mal representada em Brasília; e ainda, aumenta a pressão sobre Hildon Chaves, prefeito de Porto Velho

Ausência

A coluna volta a ser diária a partir de março de 2020. Estamos trabalhando na reorganização da linha editorial e na ampliação da cobertura. Em 2020, vem muita novidade por ai.

Encolhendo geral

Há tempos que Rondônia não tinha uma representação tão insignificante em Brasília. Dos oito deputados federais e três senadores, podemos reduzir a atuação a apenas dois, Léo Moraes na Câmara e Acir Gurgacz no Senado. Os demais são meros coadjuvantes. Sem contar o deputado federal Expedito Netto, que tomou um chá de sumiço. Se no primeiro mandato Netto teve atuação expressiva, após a reeleição ele desapareceu. Léo Moraes assumiu a bandeira de luta contra os abusos da Energisa e Gurgacz vem marcando presença em diversos debates e segue com sua batalha na tentativa de anular a sentença do STF. Não fosse essa condição fragilizada, ele certamente estaria no centro dos debates que polarizam o país.

Demorou

Aumenta na Câmara de Vereadores de Porto Velho a pressão contra o prefeito Hildon Chaves, que resolveu tirar umas férias pela Coréia e não consegue resolver questões básicas da cidade, entre elas o drama do transporte escolar. Hildon foi eleito com grande expectativa por parte da população que cobra de seus representantes uma posição mais firme em relação ao prefeito, que parece estar sempre de férias. 

Vazamentos

Os áudios obtidos em um grupo de Whatsapp da extinta Draco II revelaram um lado obscuro da Polícia Civil de Rondônia. O detalhamento de ações ilegais para prejudicar autoridades e desafetos mostra que é preciso passar à limpo algumas ações da corporação, e coloca sob suspeição os trabalhos envolvendo o combate à corrupção. Mas isso não é de agora. Começou quando Confúcio Moura resolveu “reestruturar” a polícia, ainda em seu primeiro mandato. Quem puxar pela memória vai lembrar que a polícia civil chegou a fazer greve por causa desse aparelhamento.

Apocalipse

O ponto alto dessas mudanças foi a famigerada Operação Apocalipse, um emaranhado mal explicado que indiciou 86 pessoas, entre vereadores, deputados estaduais, empresários, servidores públicos e até estelionatários conhecidos. Na época, PAINEL POLÍTICO apontou uma série de falhas graves que destruíram reputações. Muito foi corrigido pelo judiciário, mas os prejuízos a imagem nunca serão reparados.

Em Campo Grande

O madeireira Chaules Pozzebom está no presídio federal de Campo Grande e tem gente que aposta por sua permanência na unidade até fevereiro de 2020, pelo menos. São inúmeras acusações que complicam a vida do empresário de Ariquemes.

É cada uma…

Confúcio Moura resolveu polemizar. Sem uma bandeira definida, decidiu abraçar a educação, mas sem apresentar nada concreto em relação ao tema. Melhor seria ter ficado fora do Senado. Por lá, não faz diferença alguma.

Idiotização

O discurso pró-violência assola o país. A frase “bandido bom é bandido morto” nunca esteve tão em alta. Enquanto o governo trabalha com afinco para rasgar a Constituição, deputados e senadores se portam como vândalos, querendo impor regras que destoam da realidade. 

O Brasil que se desconhece

Os brasileiros habituaram a viver em suas respectivas bolhas, seja nas redes sociais ou no dia a dia. Não aceitam mais argumentos, e os que são apresentados são tão simplórios que beiram o ridículo. Enquanto isso, cresce absurdamente o número de pessoas vivendo nas ruas. O número de pedintes e desempregados é escandaloso, e não serão as políticas liberais que resolverão o problema. Precisamos gerar empregos de qualidade e não criar uma massa de mão de obra barata. Se a direita tem tanto medo que o país se torne uma ”Venezuela”, precisa ter projetos claros. Reformas são necessárias, mas pagar as contas no fim do mês também. 

Tem que discutir

O noticiário parece repeteco, mas não, são fatos novos que se repetem com uma enorme rotina. Estou falando da brutalidade e violência cometida por integrantes da Polícia Militar em praticamente todos os estados. A Polícia Militar é uma instituição que é temida por todos, sejam pobres, pretos, brancos, homens e mulheres. As raízes são duas, a própria estrutura da corporação e a falta de apoio psicológico e financeiro. Sim, polícia ganha mal e consequentemente vive mal. As taxas de suicídio são gritantes e nada se faz de concreto para resolver esse drama. Precisamos de uma polícia mais humana, que saiba lidar com situações não apenas puxando o gatilho ou distribuindo sopapos.

O mesmo

Podemos falar sobre os casos de feminicídios e violência contra a mulher em todo o país. Parece uma epidemia, de norte à sul são registrados diariamente casos escabrosos. Parece uma competição, de quem mata de forma mais brutal suas companheiras. Isso não pode ser normalizado sem relativizado, e sim combatido através de políticas educacionais e corretivas.

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Tomar anti-hipertensivos antes de dormir reduz eventos cardiovasculares

Tomar os anti-hipertensivos antes de dormir promoveu uma queda de quase metade dos eventos cardiovasculares em um novo estudo. O ensaio clínico Hygia Chronotherapy é o maior estudo já realizado investigando o efeito do momento do dia no qual as pessoas tomam seus anti-hipertensivos em relação ao risco de eventos cardiovasculares. O estudo designou aleatoriamente 19.084 pacientes para tomar seus medicamentos na hora de dormir ou ao acordar e os acompanhou em média durante seis anos. Os resultados mostraram que os pacientes que tomaram seus comprimidos ao deitar tiveram uma redução de 45% do total de eventos cardiovasculares. Isso representou 56% de redução de morte de origem cardiovascular, 34% de redução de infarto agudo do miocárdio (IAM), 40% de redução de cirurgia de revascularização coronariana, 42% de redução de insuficiência cardíaca e 49% de redução de acidente vascular cerebral (AVC), todos estatisticamente significativos.

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Nas eleições de 2020 serão gastos R$ 2,4 bilhões com prefeitos e vereadores

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Eleição tem que ser financiada pelo setor privado; e precisamos dar transparência

O sistema de financiamento eleitoral para as próximas eleições será com dinheiro público. Um país onde a desigualdade grita nas ruas, com pouco mais de 13 milhões de desempregados, milhões em dinheiro público que poderia (e deveria) estar sendo utilizado em programas sociais, investimentos em educação, saúde, sistema prisional, segurança alimentar e social, devem ser gastos R$ 2,4 bilhões para elegermos  56.810 vereadores, 11.136 prefeitos e vices em 2020.

O Brasil é um dos poucos países que pagam salários a vereadores, sendo que a grande maioria dedica apenas algumas poucas horas durante a semana para exercerem a função. Grande parte das câmaras tem sessões noturnas, ou seja, esses representantes não se dedicam integralmente ao trabalho. Abaixo, uma tabela com salários de vereadores por quantitativo de habitantes.

Habitantes no Município% salário veradoresValor Máximo
até 10 mil20%R$ 5.621,39
mais de 10 mil até 50 mil30%R$ 8.432,08
mais de 50 mil até 100 mil40%R$ 11.242,78
mais de 100 mil até 300 mil50%R$ 14.053,47
mais de 300 mil até 500 mil60%R$ 16.864,17
mais de 500 mil75%R$ 21.080,21

Mas, qual seria a alternativa? O sistema de financiamento privado, mas com transparência. O mais recomendado seria a legalização do lobby, tal qual funciona no sistema americano. 

Por lá, a maior parte do financiamento vem de fontes privadas — que podem ser pequenos doadores individuais (pessoas que contribuem com US$ 200 ou menos), grandes doadores individuais (que contribuem com mais de US$ 200), comitês de ação política (os chamados PACs) e grupos cívicos — ou mesmo de autofinanciamento, nos casos em que o candidato financia a campanha com seu próprio dinheiro.

A legislação estabelece limites para as doações. Indivíduos podem doar até US$ 2,5 mil diretamente a um candidato ou US$ 30,8 mil a um comitê nacional de partido político. Empresas e sindicatos são proibidos de fazer doações diretamente a candidatos ou partidos políticos, mas podem doar dinheiro aos PACs. (Para saber mais sobre financiamentos de campanhas pelo mundo, CLIQUE AQUI)

No Congresso americano os representantes recebem dinheiro para suas campanhas e em troca defendem abertamente determinados segmentos. Portanto, o eleitor sabe exatamente quem paga as contas de seus congressistas e o que eles defendem. No Brasil, operamos na base da hipocrisia política, sabemos quem defende o que, mas todos querem ser ‘isentões’. O resultado é um emaranhado de interesses que se cruzam, e o povo sempre é enganado e penalizado.

O financiamento público de campanha é um remendo que não tem como dar certo. É preciso corrigir essa anomalia que virou uma tentação para oportunistas de plantão, que fazem da política uma forma de enriquecer.

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Tabata e mais seis deputados vão ao TSE para deixar PDT e PSB

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Deputados estão na lista de punidos por votar a favor da Previdência. Pedidos serão protocolados individualmente e TSE decidirá sobre mandatos

A deputada Tabata Amaral (PDT-SP) e outros três deputados federais do PDT anunciaram nesta terça-feira (15) que vão realizar o pedido de desfiliação de seus partidos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).  O s parlamentares estão na lista dos punidos pela sigla por votar a favor da reforma da previdência. Além dos quatro, outros três deputados federais do PSB na mesma condição vão encaminhar o processo junto ao TSE. 

Em entrevista ao Roda Viva, a deputada Tabata Amaral explicou que o PDT deixou de ser o seu partido e que não vinha sendo acolhida na Câmara por conta do congelamento da sua filiação. ‘O PDT quando decidiu nos suspender sem nenhum julgamento, disse que teria dois meses para nos julgar. Isso faz três meses. Passados dois meses que estou suspensa, sem conseguir atuar de uma forma 100% efetiva na Câmara’. 

Tabata Amaral

A deputada alegou que teve que solicitar ao PTB uma vaga para continuar participando das comissões que está envolvida na Câmara. A tentativa foi feita para que a relatoria de projetos ‘importantes para as universidades’ não deixassem de ser votados, segundo a deputada. 

Além da deputada, anunciaram o desligamento dos seus partidos: Marlon Santos (PDT-RS), Gil Cutrim (PDT-MA), Flávio Nogueira (PDT-PI), Felipe Rigoni (PSB-ES), Rodrigo Coelho (PSB-SC) e Jefferson Campos (PSB-SP).

Os pedidos serão protocolados de forma individual. Cabe agora ao TSE decidir se os parlamentares vão manter o mandato. 

[Coluna] – Chefe da Casa Civil entrega celular para perícia no caso dos “falsos prints”

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E ainda, grupos políticos se organizam nos bastidores de olho na sucessão estadual em 2022. Conheça os bastidores

Na Draco

O secretário Chefe da Casa Civil Júnior Gonçalves entregou seu aparelho de celular à delegacia especializada em crime de corrupção, para ser periciado no caso dos “prints” com diálogos ofensivos à parlamentares. O episódio foi classificado pelo governo como uma tentativa de desestabilizar as relações com o legislativo, mas o próprio Marcos Rocha deu apoio a seu secretário. A polícia está empenhada em encontrar os responsáveis pelo caso.

Só na superfície

Nos bastidores comenta-se que o clima de ‘paz e amor’ que reina entre o legislativo rondoniense e o executivo não passa de mero teatro. Na superfície, águas tranquilas, porém, pouco abaixo, águas revoltas brigam de olho nas eleições de 2022. É, você não leu errado. Tudo que acontece atualmente é focado na sucessão de Marcos Rocha, que muitos apostam, não consegue se segurar no cargo até o fim do mandato, ou se chegar, vai estar bem fragilizado.

Ponto fraco

E o ‘calcanhar de Aquiles’ do governador seria sua esposa, Luana. A primeira-dama, que também é secretária de Ação Social, não está navegando em mares tão tranquilos quanto ela imagina. E como diriam os “Stark”, ‘the winter is coming’.

O fiel da balança

Chama-se Ministério Público do Estado. Para bom entendedor, nem precisa explicar.

Enquanto isso

O PSL trabalha claramente rachado em Rondônia. Um grupo, capitaneado pelo empresário Jaime Bagattoli, de Vilhena, que concordou, mas não digeriu sua derrota em 2018 para o Senado. Bagattoli entende que poderia ter tido um pouquinho de apoio por parte de Marcos Rocha no processo eleitoral, e não teve. Outro grupo é o do governador, que tenta se organizar e fortalecer. As eleições de 2020 serão importantes para todos os grupos políticos de Rondônia. Os que conseguirem mais prefeitos e vereadores, já largam na frente para 2022.

Um olho no peixe…

Marcos Rogério não esconde de ninguém que sonha em comandar o governo a partir de 2023, e como teve uma vitória significativa para o Senado, está cacifado. Para isso, vem trabalhando nos bastidores e organizando tanto sua legenda quanto uma aliança com os tucanos.

Outro no gato

Expedito Júnior, que perdeu a eleição para Marcos Rocha está mais vivo que nunca, e segue articulando para dar as cartas no processo eleitoral de 2020 e 2022. Mas os planos de Expedito e seu grupo passam diretamente pela reeleição de Hildon Chaves. Se Hildon não conseguir, a coisa vai ficar complicada.

O que era ruim

Ficou pior. Acadêmicos do curso de Direito da Universidade Federal de Rondônia estão se queixando da falta de transporte e da mudança nos horários do curso. Por determinação do Consad, as aulas iniciam às 18h50 e terminam às 23 horas, só que, ao saírem neste horário, eles chegam na cidade por volta das 23h30, 23h40, e não mais ônibus circulando na cidade. Tem gente dormindo no campus. É bom eles aproveitarem…por enquanto, ainda tem uma universidade, vai saber até quando…

Impressionante benefício da insulina intranasal em retardar a demência

A aplicação diária de insulina intranasal pode ser eficaz para retardar a progressão do comprometimento cognitivo leve ou da doença de Alzheimer, sugere nova pesquisa. Pesquisadores descobriram que a insulina intranasal administrada por meio de um novo dispositivo diminuiu a velocidade do declínio cognitivo em um a dois anos. “A magnitude do benefício é impressionante”, disse ao Medscape a pesquisadora do estudo, Dra. Suzanne Craft, Ph.D., professora de gerontologia e de medicina geriátrica na Wake Forest School of Medicine, em Winston-Salem, Carolina do Norte. “Este é o primeiro estudo no qual um medicamento foi administrado por via nasal para tratar a doença de Alzheimer”, disse a Dra. Suzanne. Os achados foram apresentados no Alzheimer’s Association International Conference (AAIC) de 2019.

[Coluna] – Escritório de advocacia em RO promove maior e mais importante evento sobre agronegócios

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E ainda, Brasil trava na inócua histeria anti-corrupção esquerdista e a direita se lambuza no dinheiro público

Precisamos avançar

O Brasil está emperrado na pauta “corrupção” há pelo menos cinco longos anos. Não se fala em outra coisa, e em nome dessa histeria coletiva, crimes estão sendo cometidos, a crise avançou a patamares inimagináveis. Construiu-se toda uma narrativa que desvia o foco de assuntos importantes. Estamos regredindo em praticamente todos os setores, mas só se fala em um ilusório “combate à corrupção”. Ilusório porque continuamos assistindo, impávidos, um deputado/pastor gastar R$ 157 mil em um suposto ‘tratamento dentário‘ e ninguém vai bater panela. Vimos o casal Jair/Michele queimarem R$ 6,1 milhões com uso do cartão corporativo em 6 meses, o que dá pouco mais de R$ 1 milhão/mês, mas tá tudo certo, “o Lula tá preso, esquerdista”, dizem os defensores do capitão.

Essa situação

Está ficando insustentável. Já se sabe que a reforma da previdência não vai ser suficiente para a retomada da economia. A tributária ainda engatinha, mas mesmo com a aprovação de ambas, será difícil atrair investimentos para um país onde temos um presidente que passa o dia todo batendo boca com a imprensa, com nordestinos, com venezuelanos, com indígenas e passa o dia precisando afirmar que ganhou a eleição. 

Toda essa situação

Está provocando um mal estar nunca visto no Brasil, que sempre foi um país de gente hospitaleira, unido, com problemas, mas que eram, de fato, motivos de piada. Agora se transformou em ódio. A imprensa não “pega no pé” de Bolsonaro. Ele que não se porta como deveria. Sua propalada “honestidade” só convence os que ainda se deixam levar pelo discurso de um ódio irracional contra tudo e contra todos. Precisamos de paz para crescer. Chega de estupidez.

Agora, sabe o que é melhor?

É ver gente, como o senador Álvaro Dias, que posa de moralista e ‘honestão’, mas que foi poupado, descaradamente, pela força tarefa da Lava Jato. Dias foi citado em delações, parte do inquérito que citava o senador “sumiu”. Um dos delatores afirmou que Dias recebeu R$ 5 milhões para “aliviar” sua atuação na CPI da Petrobrás. O senador, claro, nega e repete o que disseram todos os acusados, “boatos e perseguição política”. Leia a reportagem completa publicada pelo UOL nesta terça.

Enquanto isso

“Eu não me espantaria se tivessem tentado forjar alguma cartão de crédito internacional em meu nome”, disse ao blog do jornalista Ricardo Noblat, o ministro Gilmar Mendes. “Eles estão no mesmo patamar dos criminosos que dizem investigar”. O ministro foi alvo de uma tentativa de investigação ilegal promovida por Deltan Dallagnol e a Lava Jato. E é ilegal, inconstitucional. E não adianta esbravejar e chamar o capitão. Em nome do “combate à corrupção” não se pode ignorar as leis. 

E o astronauta?

O tal astronauta brasileiro, ministro da Ciência e Tecnologia Marcos Pontes, pelo jeito, só está no governo para conseguir benesses. E como. Nomeou sua sócia em três empresas para ser assessora no ministério e ainda ‘descolou uma boquinha’ para a moça na EBC, onde ela integra o Conselho, que reúne-se uma vez por mês e para isso recebe a bagatela de R$ 3 mil.

Mudando de assunto

Enquanto o Brasil afunda, algumas pessoas ainda tentam ver o que se salva. Desafios do Agronegócio é o tema de um encontro que pretende traçar cenários, perspectivas e soluções para o setor através de um debate franco e aberto orientado tão somente a construir soluções inovadoras para alguns dos velhos problemas do mundo Agro. O evento promovido pelo Rocha Filho Academy está confirmado e acontecerá na sexta-feira (9), às 13h30, no espaço Innovation Hub do escritório Rocha Filho Advogados, em Porto Velho. Confirmou presença no evento os maiores players de mercado do Agronegócio da região, autoridades públicas, lideranças do setor do Agro de Rondônia e de outros estados da federação. Para se inscrever basta acessar o link: http://bit.ly/rochafilhoagro. Mais informações pelo e-mail: [email protected] ou pelo telefone 69 3223-0499.

Painéis

O painel Regularização Fundiária está composto por Antônio Roberto dos Santos Ferreira (integrante da Secretaria do Patrimônio da União), Lúcio Mosquini (Deputado Federal e membro da Frente Parlamentar de Regularização Fundiária), Marcelo Alves Sobrinho (engenheiro florestal), Tony Marcelo (advogado do escritório VRA – especializado em Direito Agrário). Acesso ao Crédito é o tema de outro painel, sendo este integrado por Gustavo Arruda (superintendente do Banco do Brasil), Jhovito Evaristo (Gerente de Agronegócio do Banco do Brasil), Paulo Costa (XP Investimentos), Leonardo Lobo (advogado especialista em Certificado de Recebíveis do Agronegócio‎), Diego Brito Campos (Gerente Geral do Basa). Mercado Agro – do Insumo à Logística. Seus integrantes são: Jaqueline Cassol (Deputada Federal), Bruno Boer (gerente do Super Terminais – terminal privativo mais eficiente no Polo Industrial de Manaus), Luiz Cláudio (secretário municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Porto Velho), Lucas Borghi (representante da Indústria do Café em Rondônia).

Milhões de pessoas tomam ácido acetilsalicílico todos os dias sem recomendação médica

Milhões de adultos tomam ácido acetilsalicílico (AAS) diariamente sem recomendação ou prescrição dos seus médicos, o que provavelmente aumenta o risco de hemorragia importante, sugere uma análise de um estudo de coorte norte-americano. Os resultados da análise sugerem que quase um quarto dos adultos a partir dos 40 anos sem doença cardiovascular (23,4% na pesquisa do estudo) tomam ácido acetilsalicílico todos os dias como prevenção primária. São cerca de 29 milhões de pessoas em todos os Estados Unidos, observaram os pesquisadores. Deste grupo, 23% usam o medicamento sem recomendação médica, o que corresponde a cerca de 6,6 milhões de adultos, segundo o estudo. Quase a metade da população com pelo menos 70 anos de idade na pesquisa (44,6%) estava tomando ácido acetilsalicílico para prevenção primária de doença cardiovascular. Ter história de úlcera péptica não pareceu impedir que as pessoas tomassem o medicamento regularmente; isso não foi um preditor de menos uso de AAS. Os achados são baseados nos dados do National Health Interview Survey (NHIS) de 2017 feito com 14.328 adultos (média de idade de 57,5 anos; 54% mulheres; 33% não-brancos). A análise foi publicada em 22 de julho no periódico Annals of Internal Medicine. O primeiro autor é o Dr. Colin W. O’Brien, médico da Harvard Medical School, em Boston.

[Coluna] – Veja os prints das conversas falsas atribuídas a Júnior Gonçalves contra parlamentares

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E ainda, Confúcio, o ambientalista e a disputa pesada pela prefeitura de Vilhena

Lá vem

A prefeitura de Porto Velho está publicizando o “investimento de mais de R$ 300 milhões em obras de infra-estrutura na capital”. Nada mais é que a cortina de fumaça de Hildon Chaves para iludir o eleitorado no ano pré-eleitoral e correr para a reeleição. A narrativa está pronta, o primeiro ano foi de “conhecimento da máquina”, o segundo de “ajustes” e o terceiro e quarto “de obras”. Cai no velho golpe usado de Norte a Sul quem quer.

Cidade Maravilhosa

Lembram do ex-guru de Confúcio Moura, Mangabeira Unger? Aquele que foi ministro de coisa nenhuma no governo de Dilma Rousseff e andou por Rondônia onde custou caro aos cofres públicos com aluguel de apartamento e passagens aéreas? Pois é. Agora ele é guru de Wilson Witzel, governador do Rio de Janeiro. Está “aplicando” na cidade maravilhosa.

Falando em Confúcio

Ele declarou na tribuna do Senado ser contra a liberação de armas, a redução das reservas indígenas e nas reservas ambientais. Pouco antes de deixar o governo, Confúcio Moura criou 11 novas áreas de reserva em Rondônia. Portanto, quem votou nele, sabia de seus posicionamentos. Agora não adianta reclamar que “foi enganado”. Não foi.

E falando em Rio de Janeiro

O ex-governador, condenado a mais de 100 anos de prisão, Sérgio Cabral, agora também perdeu a mulher. A advogada Adriana Ancelmo, considerada por Cabral “minha riqueza”, estaria de novo amor, segundo revelou Ricardo Noblat, em sua coluna na Veja. Como dizem por ai, todo castigo para corno é pouco…

Em Vilhena

O empresário Jaime Bagattoli, picado pela mosca azul na eleição passada, sonha em tomar o cargo de Eduardo Japonês, que foi eleito ano passado em pleito suplementar. Ocorre que ambos possuem o mesmo discurso de “nova política”, são do mesmo nicho. Japonês tem uma vantagem e uma desvantagem. A boa é que ele pode mostrar serviço e isso deve lhe render popularidade maior, afinal vai ter ‘mostrado serviço’. A ruim é que, como prefeito ele é vitrine, então se pisar na bola…

Jogo sujo

O reitor da Universidade Federal de Rondônia, Ari Otti vem sendo alvo de uma campanha tresloucada por parte de gente bem mal intencionada. Pegaram uma fala de Otti em um evento, onde ele nitidamente fala com ironia e em tom de brincadeira, e espalharam como se ele estivesse fazendo apologia ao uso de drogas e ofensas religiosas. Coisa de gente que acredita em mamadeira de piroca e outras sandices que circulam na internet. Uma coisa tão bizarra que sequer poderia ser levada a sério. Mas, tem gente que acredita…

No Jornal Nacional

A jornalista Ana Lídia Daibes, que apresenta o Jornal de Rondônia, estará na bancada do Jornal Nacional no dia 21 de setembro, apresentando o mais importante telejornal da televisão brasileira. Um projeto em homenagem aos 50 anos do telejornal vai levar apresentadores de todas as repetidoras para a bancada. Ao lado de Ana Lídia estará Philipe Lemos, do Espírito Santo.

Igual ou pior

O pastor/deputado Marcos Feliciano conseguiu a proeza de gastar R$ 157 mil em um tratamento dentário para, segundo ele, “corrigir o bruxismo” que o incomodava. Em um país onde a grande maioria sequer consegue arrancar um dente na rede pública, é um escárnio esse tipo de coisa. É por causa desse tipo de “político” que todos vão parar no mesmo balaio. E esse é considerado “gente de bem”, branco, se diz hétero, crente e ‘de família’. Tenho medo de pensar se não fosse…

Burburinho

Mensagens que circularam na semana passada em grupos de Whatsapp atribuídas ao Chefe da Casa Civil do governo de Rondônia, Júnior Gonçalves, estão dando uma dor de cabeça daquelas. Muitos deputados não acreditam que elas são falsas, mas quem conhece Júnior afirma que “não são deles os termos utilizados nos diálogos”. De qualquer forma, sempre fica aquele ranço. Júnior conseguiu abrir e manter o diálogo entre legislativo e executivo em um momento crucial, quando a vaca estava quase no brejo. Daí um dos motivos de ter sido alvo, segundo ele, de ‘montagens grosseiras’. Veja abaixo os ‘prints’ que foram feitos para prejudicar o secretário.

Difícil de aceitar

Como se vê, as mensagens tentam implicar o secretário com a primeira dama, com deputados e com o próprio governador. Ocorre que Marcos Rocha conhece bem Júnior Gonçalves e eles tem uma relação de confiança estreita. Além disso, Júnior mantém uma relação muito próxima ao deputado Jair Montes e ao presidente do legislativo, Laerte Gomes. O secretário afirmou que pediu uma investigação para apurar quem foi o autor da falsificação. Agora é esperar.

Testosterona aumenta o bem-estar sexual das mulheres mais velhas

Mulheres com diminuição da libido ou disfunção sexual após a menopausa poderiam se beneficiar da testosterona, com as apresentações não orais oferecendo melhor perfil de segurança lipídico, sugere uma revisão sistemática que, por outro lado, destaca a falta de evidências sobre o uso da testosterona pelas mulheres antes da menopausa. Também há pouquíssimos dados sobre vários dos principais desfechos, disse o Dr. Rakibul M. Islam, Ph.D., da Monash University, em Melbourne, Austrália, e colaboradores, que estudaram dados de quase 8.500 mulheres que participaram de ensaios clínicos randomizados e controlados sobre tratamento com testosterona. A pesquisa, publicada em 25 de julho no periódico Lancet Diabetes & Endocrinology, mostrou que as mulheres que receberam o hormônio apresentaram melhora em toda a gama de avaliações da função sexual versus placebo ou tratamentos hormonais alternativos, especialmente em termos de frequência das relações sexuais e do desejo sexual. No entanto, a metanálise também revelou que as apresentações orais da testosterona tiveram efeitos adversos nas concentrações séricas de alguns lipídios – efeitos esses não observados nas outras apresentações. E, embora a testosterona não pareça ter tido nenhum efeito na pressão arterial, na saúde mamária e nos níveis de glicemia ou de insulina, nem em termos de eventos adversos graves, o número de mulheres participantes foi pequeno demais para permitir conclusões definitivas, disseram os pesquisadores. Os autores observaram que a revisão “oferece uma base sólida para a realização de ensaios clínicos sobre o tratamento com testosterona, utilizando uma dose adequada para as mulheres, quando houver indicação clínica após a menopausa”.

[Coluna] – Estados vizinhos, Acre, Rondônia e Amazonas podem se fortalecer com parceria; só falta aprimorar

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Estados tem problemas comuns e sofrem com a falta de investimentos; criação de zona especial pode ajudar, mas muito tem que ser discutido ainda

Zona especial

O governador do Amazonas quer criar uma frente para o desenvolvimento agrícola com Acre e Rondônia. O tema foi debatido durante a Expoacre, evento no qual estiveram presentes Marcos Rocha (RO), Wilson Lima (AM) e Gladson Cameli (AC). A proposta é construir uma “zona especial” e com isso, captar recursos em conjunto para essas regiões junto ao governo federal. Como argumento principal, estão a abertura para o Pacífico pela Rodovia Interoceânica, a conclusão da ponte sobre o rio Madeira, a retomada da pavimentação da BR-319 , o complexo hidroviário portuário do Alto Rio Madeira e a inclusão das três regiões no Bloco I do Plano Nacional de Retirada da Vacinação da Febre Aftosa para bovinos.

A proposta é boa

A região Norte, historicamente fica fora dos planos de Brasília. As coisas por aqui andam a passos de cágado, e mesmo assim um que tem apenas três patas. Os três estados possuem milhares de hectares de terras improdutivas, reservas minerais e naturais e mesmo assim, estão sempre de pires na mão. O Legislativo estadual poderia propor um evento, reunindo as três assembleias legislativas e as bancadas federais para debater as prioridades. As pautas comuns são saneamento, políticas públicas de saúde e geração de emprego.

Falando em Norte

Vocês perceberam que as lideranças do crime organizado no país, assim como suas respectivas organizações estão ficando cada vez maiores na região, né? Pois é, justo nos estados com maiores área de fronteira e menor poder de reação. Os agentes da lei nos estados de Rondônia, Acre e Amazonas trabalham no limite. Falar em políticas de isolamento dessas lideranças, fortalecimento das unidades de inteligência e melhora no arsenal e no sistema prisional, ninguém fala.

PSDB se arma

Os tucanos estão em polvorosa com o presidente Jair Bolsonaro. A enxurrada de besteiras que vem sendo ditas pelo mandatário estão ameaçando a aprovação das reformas. O Congresso é composto por forças de esquerda, direita e centro, e isso se chama democracia. O presidente falastrão precisa ser enquadrado e os tucanos estão se organizando neste sentido. Nesta terça-feira, a legenda divulgou nota repudiando falas do ministro Paulo Guedes (economia) que culpou a socialdemocracia pelo que ele chamou de “atraso do país”. Na nota, o PSDB lembrou que Jair Bolsonaro, junto com o PT, votou contra o Plano Real, “Enquanto o PSDB era chamado de ‘neoliberal’, o presidente Bolsonaro votava com o PT contra o Plano Real, contra a reforma da Previdência, por mais privilégios aos setores corporativos, e defendia ditadura”.

Claro que toda essa plumagem

Mira as eleições presidenciais de 2022. Com o atual cenário, é bem provável que Dória não tenha dificuldades em superar o atual presidente. Vai ser difícil ele conseguir a reeleição com base apenas nos impropérios que anda falando. Bom lembrar que Bolsonaro não conquista novos eleitores com seu festival de horrores, pelo contrário, só agrada aqueles mesmos que o elegeram. E em 2022 não vai ter Adélio nem PT, vai ser Bolsonaro contra Dória, talvez Caiado ou Maia e Ciro. 

Enquanto isso

“A repercussão mundial de eventos deste tipo prejudica o País de vários modos. Um efeito concreto: dificulta a cooperação internacional para a captura de foragidos.Ou seja, chacinas aqui impedem que o Brasil consiga a extradição de homicidas, estupradores, traficantes e corruptos. Um exemplo. Após ser condenado por corrupção e lavagem de dinheiro na AP 470, Henrique Pizzolato fugiu para a Itália. Uma das teses de defesa em Bolonha foi o desrespeito aos direitos humanos no sistema prisional brasileiro. Pedrinhas acabara de ocorrer (2013). Ele ganhou (2014)”. A observação é de Vladimir Aras, Membro do MPF e Professor de Ciências Criminais.

Novas evidências sobre o papel do óleo de peixe na prevenção de insuficiência cardíaca

Níveis plasmáticos elevados dos tipos de ácidos graxos encontrados no óleo de peixe foram associados a um risco mais baixo de reincidência de insuficiência cardíaca (IC) em longo prazo, com fração de ejeção reduzida ou preservada, em uma coorte ambulatorial com mais de 6.000 pessoas. Quanto maiores os níveis plasmáticos de ácido eicosapentaenoico (EPA), um ácido graxo poli-insaturado n-3 predominante (AGPI n-3, também chamado de AGPI ômega-3), menor o risco de ambas as formas de insuficiência cardíaca durante um acompanhamento médio de 13 anos. Observações independentes semelhantes foram feitas para os níveis plasmáticos de ácido docosaexaenoico (DHA, sigla do inglês, docosahexaenoic acid) e de EPA + DHA, sugerindo que o aumento dos níveis de AGPI n-3 em geral podem proporcionar benefícios cardiovasculares, observaram os autores do estudo, liderados pelo Dr. Robert C. Block, médico da University of Rochester School of Medicine and Dentistry, em Nova York.

[Coluna] – Para onde vai Laerte Gomes a partir de 2020?

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E ainda, rodoviária de Porto Velho, um problema crônico; e o complicado caminho para garimpar em Rondônia

Dois caminhos

O presidente da Assembleia Legislativa, Laerte Gomes terá que tomar algumas decisões para definir seu futuro político ano que vem. Laerte estará presidente até o fim do ano, seu sucessor é Alex Redano que assume em fevereiro de 2021. A questão é, que caminho tomar. Laerte pode disputar a prefeitura de Ji-Paraná, uma pretensão que ele cultiva há tempos. Se vencer, e conseguir usar a gestão como vitrine, poderá pensar em alçar voos mais altos, como governo ou senado no futuro próximo. Mas, se perder ou decidir ficar onde está, vai ter que encontrar um ‘plano b’. Voltar a ser “apenas parlamentar” é um exercício complicado para quem ocupa a presidência.

Agenda de Estado

Enquanto isso, ele segue ampliando ao máximo sua atuação no Estado. Tem percorrido municípios, participado de eventos regionais, construindo e fortalecendo seu grupo de forma consolidar-se como grande liderança. Catarinense de nascença, Laerte tem trilhado um caminho longo em sua carreira política que começou lá em Alvorada do Oeste no ano de 2004, sendo eleito com mais de 60% dos votos e reeleito em 2008 com mais de 80%. A manter esse histórico, e conseguindo solidificar um grupo para chamar de seu, Laerte tem tudo para disputar, no futuro próximo uma vaga ao Senado.

Até quando?

Porto Velho tem uma das piores rodoviárias do país. É suja, pequena, difícil para quem chega e complicada de ficar aguardando a viagem. Na gestão de Roberto Sobrinho foram gastos pelo menos R$ 5 milhões em “reformas”. Confúcio Moura quando governou Rondônia promoveu todo tipo de lambança em relação ao terminal da capital, e também não resolveu o problema, aliás, foi por culpa dele que a cidade segue sem uma rodoviária decente. A pergunta que fica é, até quando a população vai continuar à mercê da incompetência administrativa que não consegue resolver uma questão simples como uma nova rodoviária? E isso vale para Estado e município.

Garimpo em Rondônia

O governador Marcos Rocha está disposto a mexer na questão da regularização do garimpo no Estado. E já deu indicativo, em entrevista à imprensa do Acre alegou que “diamante e ouro de Rondônia tem saído clandestinamente” do Estado, e defende que a legislação seja alterada. Mas, a questão é bem mais complexa do que se imagina, e nem é tanto a pressão externa. No Brasil a garimpagem é liberada, porém, quando não é feita de forma responsável, se torna altamente predatória. Estima-se que de 300 mil a 500 mil pessoas trabalhem nos garimpos atualmente. A Constituição federal (artigo 174) determina que o poder público deve favorecer a “organização da atividade garimpeira em cooperativas, levando em conta a proteção do meio ambiente e a promoção econômico-social dos garimpeiros”. Essa é, portanto, uma das principais bases legais para a extração mineral.

Porém

As principais jazidas de Rondônia, atualmente, estão em terras indígenas, o que ainda vai render muita confusão, e colocar os índios em uma situação ainda mais delicada. Além disso, é preciso levar em conta os níveis de poluição por metais pesados que atingem rios e contamina a bacia hidrográfica, afetando todo o ecossistema. E não, não se trata de “mimimi ambientalista”, mas sim de responsabilidade com a saúde alheia.

Massacre

Nesta segunda-feira, 57 presos foram assassinados em uma unidade prisional em Altamira (PA) após uma briga entre facções rivais. Por mais que alguns segmentos comemorem o “cancelamento de 57 CPFs”, é preciso prestar muita atenção nesse sinal. Isso quer dizer que o Estado não tem controle algum sobre o sistema, e se eles, presos fazem o que querem, soltos nem precisa dizer nada mais, né?

Irresponsável

A declaração estapafúrdia de Jair Bolsonaro sobre o assassinato de Fernando Santa Cruz, pai do presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, de que o mesmo teria sido morto por “companheiros de esquerda”, não merece apenas repúdio, como deveria ter um processo criminal. Bolsonaro é mentiroso contumaz e irresponsável em suas declarações. Documentos da Aeronáutica revelaram que o estudante foi preso pelo regime em 22 de fevereiro de 1974, no Rio de Janeiro. O documento, anexado ao relatório da Comissão Nacional da Verdade (CNV), comprova que Santa Cruz estava sob custódia do Estado quando foi assassinado. Em depoimento à CNV, o ex-delegado Cláudio Guerra disse que o corpo teria sido incinerado na Usina Cambahyba, em Campos. Essas informações estão no blog de Bernardo Mello Franco, no Globo.

Homens com vida sexual ativa parecem ter menos sintomas de Parkinson

Homens com doença de Parkinson que são sexualmente ativos têm menos sintomas motores e não motores, e melhor qualidade de vida, mostra nova pesquisa. “Este é o primeiro estudo prospectivo longitudinal com uma grande coorte de pacientes com doença de Parkinson mostrando que a atividade sexual está associada a menor incapacidade motora e não motora, bem como a melhor qualidade de vida de homens”, escreveram os autores. “Esses achados devem alertar os especialistas em transtornos do movimento sobre a importância de perguntar periodicamente sobre a vida sexual dos seus pacientes”, acrescentaram. O estudo foi publicado on-line em 02 de julho no periódico European Journal of Neurology.

2018 desmontou grupos políticos tradicionais de Rondônia e novas lideranças tentam se consolidar

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Raupp, Expedito Júnior, Gurgacz e outros nomes que detinham o poder agora são meros coadjuvantes

As eleições 2018 foram marcadas por necessidade de mudanças, desinformação, comodismo da classe política tradicional e denúncias de toda a natureza, que terminaram elegendo novatos com os discursos mais variados, alguns sequer sabem o que fazer, mas mudanças radicais foram feitas.

No rescaldo, nomes como Expedito Júnior, Valdir Raupp, Marinha Raupp, Amir Lando e o próprio Confúcio Moura, eleito pela falta de entendimento por parte dos eleitores do PSL, que “votaram errado”, o cenário se renovou.

Valdir Raupp, outrora uma das maiores lideranças políticas do Estado, desapareceu do circuito. Atolado em denúncias que afetaram sua legenda, o MDB, o ex-senador teve pouco mais de 80 mil votos em 2018 (ficou em 6º lugar, com 5,95% dos votos). Agora Raupp torce para que não lembrem dele, já que pesam sobre seu pescoço a “guilhotina” da Lava Jato e a qualquer momento pode vir a ter sérios problemas com a turma de Curitiba.

Quem também sumiu do circuito foi Marinha Raupp, que em 2010 chegou a ter mais de 100 mil votos, amargou míseros 18.223 votos, caindo no mesmo limbo que seu marido. Contra Marinha não pesa nenhum tipo de acusação, mas já havia uma fuga de seus eleitores, registrada em 2014, quando, apesar de ter sido a mais votada, viu seu capital político cair de 100 para 60 mil votos. Além disso, as denúncias contra Raupp refletiram diretamente na ex-parlamentar. Além disso, ela sofria com o desgaste promovido por seus supostos apadrinhados, como o ex-secretário de saúde Williamens Pimentel, sempre apontado como “indicado por Marinha”, coisa que ela sempre negou.

Pimentel também afundou com o mesmo grupo. Em 2016 chegou a disputar a prefeitura de Porto Velho e em 2018 tentou ser deputado estadual. Fracassou nas duas tentativas.

Em 2018 também foram rechaçados nas urnas lideranças antigas, como Tiziu Jidalias, Lindomar Garçon, Maurão de Carvalho, entre outros.

2020 vai ser termômetro

O chamado ‘fênomeno dos outsiders” teve início nas eleições municipais de 2016, quando foram eleitos Jorge Dória (SP), Alexandre Kalil (BH), Hildon Chaves (PVH) e outros “estreantes” na política. Naquele momento já se vislumbrava uma necessidade de mudanças, e que 2018 a coisa seria ainda mais ampla. E foi o que ocorreu. Não que essas mudanças tenham sido necessariamente melhores, muita gente se arrependeu no meio do caminho, outros não se convenceram, mas elas foram feitas. Em 2018, nas eleições gerais, a bancada federal de Rondônia, de 8 apenas 3 conseguiram a reeleição, e isso porque o PSL, partido de Jair Bolsonaro estava totalmente desorganizado e sem recursos, do contrário certamente teria conseguido fazer pelo menos mais um ou dois deputados e teria emplacado uma vaga ao Senado, quiçá duas, se tivesse acreditado um pouco mais.

Nas eleições de 2020 teremos uma visão mais ampla de como será o cenário em 2022, quando novamente teremos uma disputa presidencial, uma vaga ao Senado (em Rondônia a de Acir Gurgacz), governo do Estado e deputados estaduais. A depender do desempenho na economia de Bolsonaro, de índices de acerto de Marcos Rocha, se o atual mandatário não quiser disputar a reeleição, pode fazer uma composição e sair ao Senado, o que seria mais prudente para evitar desgastes e “sair por cima”. 

Nacionalmente o PSDB tenta se reinventar para polarizar com o PSL, já que a tendência é essas legendas se enfrentarem no futuro. Dória se prepara para isso. Em Rondônia o PSL ainda não se encontrou. Muitos ainda brigam por espaço e outros pensam em surfar na onda bolsonarista em 2020. Em Porto Velho, nomes como Miguel Raduan, o próprio Hildon Chaves, Daniel Pereira e até Roberto Sobrinho, se não tiver impedido, devem fazer parte da fauna política. Outro nome que vem sendo cogitado, mas de difícil definição é o deputado federal Léo Moraes, eleito com quase 70 mil votos, e que integra a chamada “nova política”.

Na Assembleia, movimentos

A eleição em 2018 também renovou consideravelmente a Assembleia Legislativa, e alguns nomes conseguiram se sobressair, como Laerte Gomes, Alex Redano, Jair Montes, outros se consolidam, como Edson Martins, Cássia das Muletas, Luizinho Goebel e Rosângela Donadon. A atuação parlamentar deles e de outros, é quem vai definir o futuro junto ao eleitor, que anda mais atento, principalmente com o fator ‘transparência” nos mandatos.

E as “velhas lideranças”, ressurgem?

Expedito Júnior, que disputou o segundo turno com Marcos Rocha nas eleições de 2018, detém cerca de 30% dos votos em Rondônia, e é um nome que não pode ser considerado “fora do cenário”. Mas, para garantir essa margem, ele precisa estar articulado, e principalmente, se reinventar, tal qual sua legenda (PSDB) vem tentando fazer. Mas, ele não é “nome para 2020”, possivelmente deva vir candidato ao Senado em 2022. Valdir e Marinha Raupp estão pela primeira vez, desde 1994, ambos sem um mandato. Mesmo quando perdeu o governo, Marinha seguiu na Câmara e agora o casal terá que construir, caso queiram é claro, uma nova história na política. Porém, atualmente estão mais preocupados em arquivar as denúncias que pesam contra Raupp.

Ivo Cassol, ex-governador de Rondônia e ex-senador, trabalha para disputar o governo no futuro, e é um nome que não pode ser desprezado nem subestimado. Acir Gurgacz deverá estar inelegível ainda em 2022, o que lhe tira a possibilidade de disputar a reeleição. De qualquer forma, nenhum desses que são nomes tradicionais podem ser desprezados, principalmente quando temos os “novos” sem conseguir atender as expectativas do eleitorado. O Brasil todo está em suspenso aguardando a retomada econômica. Ela será fundamental para dar os rumos nos cenários de 2020 e 2022.