Ator sul-coreano Cha In-ha é encontrado morto em casa

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Agência do artista de 27 anos confirmou a morte e pediu para que fãs não especulassem sobre o assunto em respeito à família. Esta é a terceira morte de jovens artistas do país em três meses

O ator sul-coreano Cha In-ha, de 27 anos, foi encontrado morto em sua casa.

A agência Fantagio, que cuida da carreira do artista, enviou um comunicado confirmando sua morte nesta terça-feira (3).

“É realmente com dor no coração que divulgamos a triste notícia para todos que amavam e apoiavam o ator”, diz a nota.

Lee Jae-ho, que atendia pelo nome artístico de Cha In-ha, chegou a postar uma foto na segunda-feira (2) em que olhava para o celular. Na legenda estava escrito em coreano: “Todo mundo, cuidado”.

Cha In-ha era um nome relativamente novo no entretenimento sul-coreano com pouco mais de dois anos de carreira. Ele participou do grupo Surprise U, da mesma agência Fantagio, e atuou em dramas como “The Banker” e “Miss Independent Jin Eun 2”.

A agência pediu ainda que as pessoas não especulassem sobre a morte do ator em respeito ao sofrimento da família. O funeral será restrito para a família, segundo a Fantagio.

A causa da morte não foi divulgada até a última atualização desta reportagem. Via G1

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Brasileiras fãs de K-pop são enganadas e forçadas a se prostituírem na Coreia do Sul

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Cinco homens foram presos após atraírem sete jovens em redes sociais e pagarem passagens para que elas fossem ao país asiático. Com passaportes confiscados, elas ficaram presas em casa de prostituição até conseguirem contato com embaixada brasileira

Cinco homens foram presos na Coreia do Sul, acusados de atraírem sete brasileiras até o país, com a promessa de carreira artística, e forçá-las a se prostituírem. As jovens têm idades entre 20 e 30 anos.

Segundo o site The Korea Times, as jovens são fãs de K-pop (grupos de música pop coreanos, geralmente só de cantores) e foram recrutadas em redes sociais no início de julho. Os detidos disseram a elas que tinham contatos no país e que elas poderiam fazer testes para se tornarem cantoras e modelos.

Eles pagaram as passagens de ida e volta e as brasileiras chegaram ao país asiático na metade de julho. Assim que chegaram, elas tiveram seus passaportes confiscados, foram confinadas em alojamentos em Goyang e Paju, na província de Gyeonggi, e tiveram seus voos de volta cancelados.

Em seguida, foram vendidas a uma casa de prostituição por 2 milhões de won (cerca de R$ 7 mil) cada. Ali, foram ameaçadas e informadas que teriam que trabalhar para pagar de volta o valor de suas passagens aéreas. Também foi dito a elas que, caso procurassem a polícia, seriam presas e acusadas de prostituição.

Apenas no dia 17 de agosto, aproveitando uma distração das pessoas encarregadas da vigilância, elas conseguiram entrar em contato com a embaixada brasileira, que avisou a polícia. Uma operação de resgate retirou as vítimas do local e elas agora estão em um abrigo, aguardando para retornar ao Brasil.

Ainda de acordo com o The Korea Times, a polícia de Ilsan Dongbu afirmou que os cinco homens foram acusados de cárcere privado, tráfico de pessoas e exploração de prostituição.

Justiça proíbe matar cachorros para consumo da carne na Coreia do Sul

Quase um milhão de cães são consumidos por ano no país

Matar cachorros para obter sua carne é ilegal, decidiu um tribunal na Coreia do Sul, onde os defensores dos animais acreditam que a decisão pode significar um primeiro passo para a proibição do consumo.

A carne canina é parte da tradição culinária da Coreia do Sul, onde quase um milhão de cães são consumidos por ano, de acordo com estimativas.

A tradição, no entanto, está em queda. Um número cada vez maior de sul-coreanos considera o cachorro um amigo do homem e não um animal de fazenda destinado à mesa.

A prática é um tabu para os mais jovens, mas o tema ocupa uma zona cinzenta a nível jurídico ante a ausência de uma proibição específica.

Antes dos Jogos Olímpicos de Inverno de Pyeongchang, em fevereiro, as autoridades alegaram regras sanitárias e leis de proteção aos animais que proíbem métodos cruéis para sacrificar animais em granjas e restaurantes.

A associação de defesa dos animais, Care, denunciou uma unidade da cidade Bucheon acusada de violar a regulamentação sanitária, as normas de construção e matar animais sem motivo.

O tribunal declarou a culpa da granja e o pagamento de multa de três milhões de wons (2.650 dólares).

Kim Kyung-eun, advogado da Care, celebrou a decisão de abril que foi divulgada esta semana.

“É muito importante porque é a primeira decisão da justiça que estipula que matar cães por sua carne é ilegal por si só”.

“A decisão abre o caminho para que o consumo de carne canina seja declarado completamente ilegal”, completou.

A diretora da Care, Park So-youn, disse que pretende fazer um censo para apresentar ações similares no país.

Um deputado apresentou esta semana um projeto de lei na Assembleia Nacional que proíbe de fato o consumo da carne de cachorro.

Alguns sul-coreanos, no entanto, criticam a iniciativa e citam o peso cultural. A carne canina é considerada energética pelos defensores do consumo.

Uma pesquisa de 2017 mostrou que 70% dos sul-coreanos não comem carne de cachorro, mas apenas 40% são favoráveis à proibição do consumo.

Os números refletem as divisões em outras sociedades asiáticas. Na China começa nesta quinta-feira o festival anual de carne canina de Yulin, alvo de críticas ocidentais.

Taiwan proibiu no ano passado o consumo de carne de cão.

A decisão de Bucheon irritou os criadores.

“É um escândalo. Não podemos aceitar uma decisão que afirma que matar cães por sua carne é igual a matar animais por capricho”, declarou Cho Hwan-ro, representante de uma associação de criadores que deseja a legalização do consumo e a autorização de matadouros específicos.

Fonte: em.com

Coreia do Norte pede que Seul abandone manobras com EUA

EUA e Coreia do Sul fazem exercício militar e Conselho de Segurança é convocado

O governo da Coreia do Norte pediu hoje (11) que a Coreia do Sul abandone as manobras militares com os Estados Unidos, já que considera que estas são “o fator principal” que alimenta a tensão na península coreana e que eleva o risco de guerra.

“Se as autoridades sul-coreanas realmente querem distensão e paz, devem parar todo tipo de ações militares”, disse o principal jornal norte-coreano, Rodong Sinmun, em um artigo onde afirma que as manobras são o principal foco de tensão e levam a Coreia “para uma fase perigosa, onde a situação pode ser imprevisível”.

A petição de norte-coreana é uma das reivindicações permanentes do regime a Seul e espera-se que retorne à mesa, quando os dois países retomarem as negociações militares sob o acordo alcançado durante a histórica reunião, na última terça-feira, e cujas datas devem ser anunciadas pela Coreia do Sul esta semana.

A demanda da Coreia do Norte ocorre poucos dias depois que Seul e Washington concordaram em atrasar suas manobras militares anuais até o fim dos Jogos Olímpicos de Inverno de PyeongChang, o pretexto que desencadeou um momento conciliador entre as duas Coreias.

“Antes de mais nada, devemos aliviar as graves tensões militares entre Norte e Sul e preparar um ambiente pacífico na península”, disse o líder norte-coreano, Kim Jong-un, no artigo do Rodong.

O jornal estatal norte-coreano afirma que “a tensão militar leva a um círculo vicioso de confronto” e insiste em que sua supressão “e a eliminação do risco de guerra na península coreana representam uma questão importante para a unificação das pessoas e reunificação do país”, que precisam realizar sem intervenção.

Neste sentido, o jornal Rodong Sinmun ataca os Estados Unidos, assegurando que o país “está constantemente agravando” a situação com o objetivo de alcançar “sua ambição de supremacia mundial”.

 

Da Agência EFE

Coreias retomam comunicações militares

Os exércitos das duas Coreias se comunicaram hoje (10) – pela primeira vez em quase dois anos – através de uma linha reativada de Pyongyang a Seul na sua histórica reunião de alto nível ocorrida ontem.

Os exércitos realizaram nesta quarta-feira testes de troca de mensagens através da linha recentemente restaurada, confirmou à agência de notícias EFE um porta-voz do Ministério da Defesa.

A linha está destinada a comunicações militares na região em torno do Mar Amarelo (chamado de Mar Ocidental nas duas Coreias). Pyongyang tinha deixado de utilizá-la em fevereiro de 2016, como forma de protesto pelo fechamento do complexo intercoreano de Kaesong, feito por Seul como castigo pelo desenvolvimento armamentístico de Pyongyang.

No entanto, a Coreia do Norte informou ao país vizinho, durante o encontro, que tinha reconectado esta via de comunicação.

Durante a reunião, Pyongyang também aceitou a proposta de Seul de realizar futuras conversações de categoria militar para atenuar os ânimos em torno da tensa fronteira entre os dois países, que tecnicamente estão em guerra há 65 anos.

 

Da Agência EFE

Coreia do Norte e Coreia do Sul trocam tiros de advertência

China pediu à Coreia do Norte que suspenda testes nucleares

Tropas sul-coreanas dispararam, nesta quinta-feira (21), tiros de advertência contra soldados norte-coreanos que se aproximaram da fronteira, após a deserção de um deles. A afirmação foi confirmada um porta-voz do Ministério da Defesa da Coreia do Sul. Os soldados norte-coreanos na fronteira pareciam tentar localizar o militar que desertou de manhã, atravessando a parte central da zona desmilitarizada (DMZ), que divide a península.

Um soldado norte-coreano, de “baixa patente”, apareceu em frente a um posto de guarda de fronteira sul-coreano por volta das 8h04 (21h da noite desta quarta em Brasília) sob nevoeiro cerrado, indicou o Estado-Maior Conjunto sul-coreano, num comunicado citado pela agência de notícias Yonhap.

Trata-se do quarto soldado norte-coreano que foge para a Coreia do Sul desde o início do ano. É o primeiro desde a deserção de um militar que foi baleado pelo menos cinco vezes pelo exército norte-coreano, em 13 de novembro. O tiroteiro ocorreu perto da cidade fronteiriça de Panmunjom, onde as forças armadas de ambas as Coreias se veem cara a cara.

Segundo imagens divulgadas, dias depois, pelo Comando das Nações Unidas (UNC, na sigla em inglês), liderado pelos Estados Unidos, que vigia a zona de armistício, o soldado tentou aparentemente cruzar a linha que divide a zona desmilitarizada em um jipe.

O carro ficou preso em uma vala e o militar desceu e atravessou a fronteira correndo, enquanto quatro soldados se aproximaram e começaram a disparar, a apenas umas dezenas de metros de distância. Um dos soldados norte-coreanos chegou mesmo a atravessar a linha durante escassos segundos, o que com os tiros – que foram efetuados em direção ao Sul – constituiu, segundo o UNC, uma violação do cessar-fogo que colocou fim à Guerra da Coreia (1950-53).

Outras imagens capturadas por uma câmara térmica mostraram o resgate posterior do soldado por três militares sul-coreanos, que o arrastaram pelo chão, para evitar que fosse novamente baleado, levando-o depois para lugar seguro até ser transportado para o hospital.

Apesar do nome, a DMZ é uma das fronteiras mais militarizadas no mundo. Trata-se de uma faixa de terreno de quatro quilômetros ao longo da fronteira entre as duas Coreias, com arame farpado, vedações eletrificadas, campos minados e paredes antitanque. Cerca de 30 mil soldados norte-coreanos desertaram para a Coreia do Sul desde o final da guerra, mas a maior parte usou rotas de fuga através da China. Com informações da Lusa.

Coreia do Norte dispara míssil balístico, diz agência sul-coreana

Seul – A Coreia do Norte disparou nesta terça-feira um míssil balístico de categoria ainda desconhecida, o que marca seu primeiro teste de armas em mais de 70 dias, segundo o Exército sul-coreano.

O míssil foi lançado nas cercanias de Pyongsong, província de Pyongan do Sul (ao norte da capital norte-coreana), de acordo com um breve comunicado do Estado Maior Conjunto (JCS) da Coreia do Sul.

Tanto as autoridades em Seul como em Washington analisam os detalhes relacionados com o projétil, como sua categoria de voo e trajetória.

Este é o primeiro projétil que Pyongyang dispara desde 15 de setembro, quando lançou um míssil de alcance médio que sobrevoou o norte do Japão antes de cair no mar.

O teste de hoje é o 20º com mísseis que Pyongyang realizou em 2017.

Fonte: exame

Hackers norte-coreanos dizem ter roubado ‘planos de guerra dos EUA e da Coreia do Sul’

Rhee Cheol-hee, um advogado sul-coreano, afirmou que a informação veio do Ministério da Defesa de seu país.

Os documentos comprometidos incluiriam planos de contingência elaborados pelos Estados Unidos e pela Coreia do Sul em caso de guerra com o Norte – além de relatórios feitos para os aliados dos altos comandantes.

Até a publicação deste texto, o Ministério da Defesa da Coreia do Sul se recusou a comentar as alegações.

Os hackers teriam acessado planos que seriam usados pelas forças especiais sul-coreanas, além de informações sobre plantas nucleares importantes e outras instalações militares no Sul.

Rhee pertence ao partido do governo sul-coreano e faz parte do comitê de Defesa do Parlamento. Segundo ele, 235 GB de documentos militares foram roubados do Centro Integrado de Dados de Defesa, e 80% destes documentos ainda precisam ser identificados.

O roubo teria ocorrido em setembro do ano passado. No último mês de maio, a Coreia do Sul afirmou que uma grande quantidade de dados havia sido roubada e que seu vizinho do norte poderia ter instigado o ciberataque – mas não deu detalhes do que teria sido roubado.

A Coreia do Norte negou participação no suposto roubo.

‘Só uma coisa’

A agência de notícias sul-coreana Yonhap afirma que Seul foi vítima de uma série de ciberataques por seu vizinho comunista nos últimos anos – muitos alvejando sites e instalações governamentais.

Acredita-se que a Coreia do Norte tenha hackers especialmente treinados e baseados em outros países, inclusive na China. O país, no entanto, acusou seu vizinho do sul de “fabricar” as alegações.

As notícias de que Pyongyang teria acessado planos de Seul-Washington para uma guerra na península coreana certamente não ajudarão a diminuir as tensões entre os EUA e a Coreia do Norte.

Os dois países têm travado uma guerra verbal nos últimos meses a respeito das atividades nucleares da Coreia do Norte, com o governo de Donald Trump pressionando pela interrupção dos testes de mísseis e Pyongyang afirmando que vai mantê-los.

Recentemente, o Norte afirmou ter conseguido testar, com sucesso, uma bomba de hidrogênio miniaturizada, que poderia ser colocada em um míssil de longo alcance.

Em seu primeiro discurso na Assembleia Geral da ONU, em setembro, Trump ameaçou destruir a Coreia do Norte caso ela ameace seu país ou seus aliados, e disse que Kim Jong-un está em uma “missão suicida”.

Kim respondeu com um raro pronunciamento em que prometia “domar o americano mentalmente perturbado e senil com fogo”.

A resposta de Trump veio na forma de um tuíte enigmático no fim de semana, em que ele afirmou que “só uma coisa vai funcionar” nas negociações com a Coreia do Norte, após anos de tentativas frustradas de conversas. Ele não explicou o que quis dizer, no entanto.

Fonte: bbc

Coréia do Sul aprova ajuda de US$ 8 milhões à Coreia do Norte

A Coreia do Sul aprovou nesta quinta-feira um plano de envio de ajuda no valor de US$ 8 milhões à Coreia do Norte, enquanto a China alertou que a crise na Península Coreana está se tornando mais séria a cada dia e a guerra de palavras entre Pyongyang e Washington continuou.

Também nesta quinta-feira, o ministro das Relações exteriores norte-coreano, Ri Yong Ho, comparou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a um “cão que ladra mas não morde”, depois de o líder norte-americano alertar que irá “destruir totalmente” a Coreia do Norte se esta ameaçar os EUA e seus aliados.

O chanceler chinês, Wang Yi, disse que a situação na Península Coreana está se tornando mais séria a cada dia e que não se pode permitir que saia do controle.

“Pedimos a todas as partes para que fiquem mais calmas e não deixem que a situação saia do controle”, disse Wang, de acordo com uma reportagem desta quinta-feira do estatal Serviço de Notícias da China.

Em um encontro separado com seu colega sul-coreano, Kang Kyung-wha, Wang reiterou o pedido para a Coreia do Sul desmontar o sistema antimísseis norte-americano Thaad, que Pequim afirma ser uma ameaça à sua própria segurança.

“A China espera que a Coreia do Sul faça esforços para reduzir a tensão”, disse Wang, segundo uma reportagem da agência de notícias estatal chinesa Xinhua.

A decisão de enviar ajuda à Coreia do Norte não foi popular na Coreia do Sul, afetando o índice de aprovação do presidente Moon Jae-in. A medida também causou preocupação aos EUA e ao Japão, vindo na esteira de novas sanções da Organização das Nações Unidas (ONU) contra Pyongyang em reação ao sexto teste nuclear do país, no início deste mês.

O Ministério da Unificação sul-coreano disse que sua política de assistência não foi afetada pelas tensões geopolíticas com o vizinho do norte. O momento exato do envio do auxílio, além de seu tamanho, será confirmado mais tarde, informou a pasta em um comunicado.

Seul disse que pretende enviar US$ 4,5 milhões em produtos nutricionais para crianças e gestantes por meio do Programa Mundial de Alimentos (PMA) e US$ 3,5 milhões em vacinas e tratamentos médicos por meio do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef, na sigla em inglês).

“Temos dito constantemente que forneceríamos ajuda humanitária à Coreia do Norte levando em consideração as condições ruins das crianças e gestantes, à parte das questões políticas”, disse o ministro da Unificação, Cho Myong-gyon.

Christine Kim – Terra

Caças americanos sobrevoam península coreana em treino militar

Seis aviões militares dos Estados Unidos sobrevoaram a península coreana nesta segunda-feira (18) em uma demonstração de força, após o último teste nuclear norte-coreano – anunciou o Ministério da Defesa da Coreia do Sul.

Quatro aviões “invisíveis” F-35B e dois bombardeiros B-1B sobrevoaram a península para “demonstrar a capacidade de dissuasão da aliança entre Estados Unidos e Coreia do Sul contra as ameaças nucleares e de mísseis da Coreia do Norte”, indicou o Ministério.

As aeronaves americanas evoluíram junto com quatro aparelhos sul-coreanos F-15, como parte da “rotina” de manobras militares conjuntas dos dois países, ainda segundo a pasta.

Esses são os primeiros voos de aparelhos militares desde que Pyongyang fez, em 3 de setembro passado, seu sexto e mais potente teste nuclear e desde o lançamento, na última sexta (15), de um míssil norte-coreano que sobrevoou o Japão, elevando as tensões na região.

O presidente americano, Donald Trump, e seu colega da Coreia do Sul, Moon Jae-In, comprometeram-se a exercer “maior pressão” sobre Pyongyang em recente conversa por telefone.

Fonte: exame.com