Dançarina é encontrada morta com duas cobras em quarto de boate de SP

Serpentes, sendo uma píton e uma jibóia, eram usadas em espetáculos na casa noturna. A principal suspeita da polícia é que a mulher tenha morrido por overdose.

A vítima era de Minas Gerais e estava em Atibaia há três meses para se apresentar em uma casa noturna no bairro Jardim Colonial.

Segundo a dona do estabelecimento, a mulher não saía do quarto há três dias e, por isso, ela decidiu checar o local e encontrou a dançarina morta.

De acordo com a Polícia Civil, havia resquícios do consumo de drogas no quarto e o corpo tinha sinais de overdose. Um exame vai confirmar a causa da morte. “Foi feita a perícia no local e vamos aguardar o toxicológico para confirmar as causas da morte, mas a suspeita principal é de que ela tenha sofrido uma overdose”, disse o delegado responsável pelo caso, Elton Costa.

Em depoimento, pessoas que conheciam a dançarina contaram que ela vinha passando por problemas psicológicos desde que soube da morte do pai, há 25 dias.

A dona do estabelecimento prestou depoimento à políciae foi liberada. Ela contou que há cerca de um mês demitiu a dançarina, mas permitiu que ela permanecesse em um dos quartos da boate porque ela contou que não tinha para onde ir após a morte do pai – ele seria o único familiar dela.

As cobras encontradas no quarto estavam presas em caixas. Os animais foram encaminhados para a Associação Mata Ciliar em Jundiaí.

Fonte: g1

Dançarina despenca de cerca de 5 metros durante apresentação no Baile do Havaí em Cacoal (RO); vídeo

Fazendo jus ao ditado que diz que a festa não pode parar, no caso a apresentação, uma artista performática que realizava uma apresentação durante o baile do Havaí no Cacoal Selva Park no último sábado (23), após despencar de cerca de cinco metros chocando-se com suas costas em uma estrutura ao solo, levantou-se no melhor estilo “está tudo sobre controle” e continuou a performance.

Pela reação posterior da dançarina subtendesse que ela não se feriu, ela ainda terminou normalmente a apresentação.

Fonte: newsrondonia

Dançarina do ES faz vídeos em celular e atinge 148 milhões de visualizações na web

Dançarina do ES faz vídeos em celular e atinge 148 milhões de visualizações na web

Camila Carmona é de Guarapari e tem um dos canais de coreografias de maior sucesso do Brasil.

Sem apoio financeiro e com a câmera de um celular, a professora de dança Camila Carmona, de Guarapari, na Região Metropolitana de Vitória, é hoje um dos grandes sucessos da internet no ramo da coreografia. Ensinando passos de músicas conhecidas, seu canal no Youtube alcançou, em março, a marca de 1 milhão de inscritos e mais de 148 milhões de visualizações.
Há três anos, quando criou o canal “Camila Carmona”, a youtuber capixaba nem imaginava que seus vídeos chegariam a tantos seguidores no Brasil e no mundo inteiro. “Quando chegamos em um milhão, pensei que antes não me via como Youtuber. Comecei através de uma brincadeira. Já era professora de dança e gravei algumas aulas. Não sabia nem editar direito, os primeiros vídeos eram bem amadores”, conta Camila, que tem 22 anos.
No canal, a jovem mostra passos de músicas famosas, dando destaque para o Funk. Atualmente, ela atualiza o Youtube duas vezes por semana com novas coreografias. O primeiro sucesso veio ainda em 2014, em julho, com um vídeo sobre os movimentos de “Tô pro crime”, do MC Duduzinho, hoje com quatro milhões de visualizações.
 “A partir dali, passei a investir mais no canal, enxergando nele uma vitrine para exibir meu trabalho. Focamos muito no ritmo do funk, com coreografias suaves. O funk é o que mais toca, apesar de algumas pessoas não gostarem. Trazemos uma coreografia mais leve”, explica a capixaba.
Atualmente, ela atualiza o canal duas vezes por semana, com outros seis dançarinos de sua companhia de dança. A coreografia com maior número de visualizações até então é a música “Bumbum Granada”, dos Mcs Zaac e Jerry: quase 11 milhões de internautas já viram o vídeo na web.

 

Segundo a professora, o canal hoje é o terceiro maior do país no ramo, atrás apenas das páginas do professor Daniel Saboia e do portal Fit Dance. Apesar de toda a repercussão, Camila revela que o canal praticamente não traz retorno financeiro porque as músicas têm direitos autorais.

“O retorno que a gente tem é o carinho dos fãs e a visibilidade do nosso trabalho, com convites para abertura de shows. Ficamos muito gratos com a forma com que as pessoas nos tratam”, agradece a dançarina capixaba.

Fonte: g1/es

 

Dançarina erótica, Mulher Pimenta é condenada por deixar cliente cego

Dançarina erótica, Mulher Pimenta é condenada por deixar cliente cego

Durante uma apresentação em Goiás, ela acertou um chute com sapato de salto agulha no olho de um homem que a teria tocado

Após tramitar por mais de três anos na Justiça de Goiás, um caso inusitado chegou ao seu desfecho na cidade de Aparecida de Goiânia. A dançarina erótica Karina da Silva, conhecida como Mulher Pimenta, foi condenada em fevereiro, juntamente com o dono da casa de show em que ela se apresentava, por deixar um cliente cego de um olho. Terão de pagar uma indenização de R$ 190 mil ao homem, mais pensão vitalícia (para o resto da vida).

Tudo começou no feriado de 7 de setembro de 2013. De acordo com os registros policiais, Karina fazia um show de dança erótica na casa noturna Roma Shows, localizada na BR-153, no município goiano. Ela alega que teria sido tocada pelo homem enquanto estava de quatro no palco. Em um ato reflexo ao toque, deu um chute para trás, acertando a vítima com o salto agulha do sapato que calçava.

“Ele enfiou o dedo em mim”, contou aos policiais. A vítima, Daniel de Arruda, teve o olho afundado e perdeu a visão do lado esquerdo por conta do impacto. Além disso, o globo ocular foi retirado e precisa ser substituído por uma prótese.

Daniel entrou com ação judicial contra a dançarina; o proprietário da casa noturna à época, Belchior Bernardes; e o próprio estabelecimento. Pediu indenização de R$ 2 milhões por danos morais materiais e estéticos.

O processo correu na 1ª Vara Cível da comarca de Aparecida de Goiânia e, em primeira instância, o juiz Jonir Leal de Sousa condenou os réus a pagarem indenização de R$ 100 mil por danos morais e R$ 90 mil por danos estéticos. Além disso, foram sentenciados a depositar pensão vitalícia no valor de um terço do salário mínimo a Daniel, arcar com os custos de prótese para o olho e pagar os honorários do advogado que o representou no caso.

Insatisfeita com a decisão, Karina entrou com recurso. Alegou que o chute causador dos ferimentos foi involuntário, sem intenção de machucar.

Veja o trecho da defesa da dançarina:

Em segunda instância, a desembargadora Elizabeth Maria da Silva discordou dos argumentos de defesa de Karina e manteve o entendimento do juiz de primeiro grau. A magistrada baseou sua decisão no Código de Defesa do Consumidor e considerou que os prestadores de serviço, no caso a dançarina e a boate, precisariam garantir a segurança do consumidor. Ressaltou, ainda, que Karina assumiu o risco ao chutar o cliente.

“[A apelante] sentiu alguém passar a mão em suas partes íntimas, mas não afirmou categoricamente se viu quem era a pessoa, se o autor ou se algum outro frequentador qualquer da boate, uma vez que estava rodeada por vários deles”, destacou a magistrada. “Ela sabia que, além de estar em plataforma situada num nível superior ao dos demais frequentadores da casa noturna, um chute possivelmente acertaria o rosto de quem estivesse ao alcance de seus pés”, continuou.

A desembargadora lembrou ainda que Karina devia estar acostumada ao assédio, por conta da profissão que exerce.

Veja o trecho da sentença:

Sem querer

Ao Metrópoles, a dançarina afirma não ter condições de pagar a indenização. “Não tenho registro em carteira, não tenho casa própria, não tenho nada”, disse. Ela insiste que o episódio foi um acidente. “O cara é que me acertou; me tocou; eu apenas tive um reflexo. Foi algo que eu nem fiz por querer”, argumenta a mulher, que ainda não foi notificada da decisão.

O advogado de Daniel Arruda considera que, mesmo com a vitória judicial, a pena foi aquém do que o seu cliente esperava. “O juiz reduziu muito o valor da indenização. O que vale uma vida hoje?”, questiona Balbino dos Santos. De acordo com o defensor, o cliente ainda não implantou a prótese no olho e, caso não faça a cirurgia este ano, corre o risco de perder a visão também do lado direito.

A reportagem não conseguiu contato com Belchior Bernardes, o dono da Roma Shows à época do ocorrido, para comentar o caso.

Fonte: metropoles.com