Jovens turistas são atingidos por onda e desaparecem no mar após ‘selfies’ em SP

Até a tarde desta terça-feira, equipes dos bombeiros prosseguiam com as buscas na região

Equipes do Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar) em Bertioga, no litoral de São Paulo, estão em busca de dois jovens desaparecidos na cidade desde a madrugada de sábado (5). Eles caíram no mar de uma pedra após serem atingidos por uma onda, no local conhecido como Cantão do Indaiá, enquanto faziam ‘selfies’. Os dois estavam em um grupo de cinco amigos da capital paulista que fazia uma visita rápida à praia. Os outros três, que também caíram na água, foram salvos sem ferimentos.

Segundo apurado pelo G1, Jhonatan Lima Ogeda Souto, de 18 anos, e Lucas da Costa Basílio, de 20, aproveitavam com os amigos a visita à cidade litorânea, após terem participado de uma comemoração em um bar na Zona Leste da capital paulista, região onde moram.

Por volta das 3h, já no município para uma viagem ‘bate-volta’, os jovens desistiram de entrar no mar por conta da agitação da água, e decidiram andar pelas pedras do Cantão do Indaiá. Os cinco foram até a última pedra, que estava escorregadia e não dava segurança para que eles permanecessem em pé.

De acordo com o relato de um dos sobreviventes, os amigos acabaram surpreendidos por uma grande onda enquanto faziam ‘selfies’. A arrebentação os pegou na altura da cintura, e todos se desequilibraram e caíram no mar.

Logo após a queda, um dos amigos conseguiu se salvar graças à correnteza, se agarrando a outra pedra. Com a queda, ele acabou machucando uma das pernas, mas ainda assim conseguiu voltar para a praia e pedir ajuda aos bombeiros.

Logo em seguida, equipes de resgate foram ao mar para realizar os salvamentos. Entretanto, quando chegaram ao ponto do acidente, apenas dois jovens conseguiram ser salvos. Jhonatan e Lucas já haviam desaparecido na água.

Na manhã desta terça-feira (8), o corpo de um jovem encontrado na Praia das Astúrias, em Guarujá, chegou a ser cogitado como sendo o de um dos desaparecidos, mas a hipótese foi descartada após o reconhecimento da família. Até a tarde desta terça-feira, equipes dos bombeiros prosseguiam com as buscas na região.

Fonte: g1/sp

O misterioso desaparecimento do rapper britânico Kenny Vulcan no RJ

Ainda pouco conhecido, o artista de 20 anos chegou ao Brasil em dezembro e vinha buscando parcerias e oportunidades profissionais para permanecer no país

O rapper inglês Kenny Vulcan, de 20 anos, saiu de um estúdio de gravação na Barra da Tijuca com uma camisa do Flamengo, os cabelos recém-pintados de azul. Kenny é um estrangeiro albino de 1,80m, que dificilmente passaria despercebido no Rio de Janeiro. No entanto, ele está desaparecido desde a tarde da última sexta-feira, ao sair da Barra para a casa da namorada na Tijuca.

Às 17:41, sua namorada, a estudante Renata Lima, mandou uma mensagem pelo celular perguntando por ele. Às 22:02, perguntou, em aparente pânico: “O que aconteceu com o seu Instagram? Você está bem???”. Renata constatou que as contas de Kenny nas redes sociais, nas quais era muito ativo, haviam sido misteriosamente deletadas de uma hora para a outra. “Liga o seu telefone, estou preocupada.”

No dia seguinte, Renata registrou o desaparecimento do namorado na Polícia Civil. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA). A polícia vem ouvindo testemunhas e analisando imagens de câmeras de segurança e de trânsito para buscar traçar o trajeto de Kenny ao deixar a Barra. Na segunda-feira, divulgou um anúncio de “desaparecido” com a foto de Kenny, pedindo informações sobre seu paradeiro.

Parcerias musicais e ponta no filme de Spielberg

Rapper, ator e modelo, o inglês de 20 anos chegou ao Brasil em dezembro e vinha buscando parcerias e oportunidades profissionais para permanecer no país. Ainda pouco conhecido mas com participações promissoras, Kenny apareceu em videoclipes de artistas como James Blunt e Sam Smith e fez pontas em filmes como “Jogador Nº1”, de Steven Spielberg, e “Animais Fantásticos: Os crimes de Grindelwald”, escrito por J.K. Rowling, que será lançado no fim deste ano.

Kenny mora com a namorada, a estudante universitária Renata Lima, que conheceu no Tinder. Estava aprendendo a se virar na cidade apesar de não falar português. Na quinta-feira passada, teria trabalhado até tarde e dormido no local e saído por volta das 13h de sexta para voltar para casa.

A partir daí, não foi mais visto. Renata e a família perceberam que havia algo errado ao ver que as contas de Kenny nas redes sociais haviam sido deletadas.

Batizado Kenny Paul Mukendi, o rapper é o mais velho de três irmãos de uma família de raízes africanas em Thamesmead, no sudeste de Londres. Seu pai, Kennedy Mukendi, é chef de cozinha e nasceu na República Democrática do Congo. Sua mãe, Beatrice Mukendi, é nascida e criada em Paris, de família proveniente da República Centro-Africana.

Comunicado da Polícia Civil sobre o desaparecimento de Kenny Vulcan, com foto e informações pessoais (Foto: Reprodução/Polícia Civil)

Cartão bancário usado após sumiço

De longe, a família do rapper vem mantendo contato com autoridades brasileiras e buscando pistas sobre seu paradeiro.

De acordo com a tia de Kenny, Vanessa Mulangala, a família está buscando informações junto às duas empresas onde o músico usou o cartão bancário antes de sumir – o aplicativo de transporte Uber e o banco britânico Barclay’s.

Segundo Vanessa, o cartão teria sido usado pela última vez no sábado, um dia depois do desaparecimento de Kenny. Ainda não se sabe onde e com que valor.

Vanessa, que mora em Nairóbi, no Quênia, diz que a família é muito unida e que uma das preocupações com a saúde de Kenny é por ser albino. “Sua pele é muito frágil e ele não enxerga muito bem. Ele tem sempre que usar óculos escuros especiais e é considerado deficiente visual.”

Consternados, familiares e amigos vêm fazendo apelos nas redes sociais, pedindo informações que possam ser pistas sobre o paradeiro de Kenny. Um vídeo recente mostrando sua namorada pintando seus cabelos de azul foi postado para ajudar a reconhecê-lo.

Segundo rapper carioca Tony Mariano, com quem Kenny gravou recentemente, o colega parecia feliz e vinha falando em ficar no Rio de Janeiro (Foto: Arquivo Pessoal)

Kenny fez uma participação recente em uma música do rapper carioca Tony Mariano. Ele aparece no clipe da música “Pocahontas” com cara de gringo, chapéu de palha na cabeça, flertando com uma morena parecida com “a musa do desenho animado”, como diz o refrão.

Mariano diz que o britânico vinha falando em ficar no Rio. Ele o descreve como “um cara que só quer fazer música, conhecer lugares e fazer amigos”.

“Ele veio para o Brasil pra lançar o vídeo clipe ao meu lado, e depois do lançamento, continuou aqui no Rio. Ele se relacionou com outras pessoas, fez novos amigos e uma namorada. A namorada o botou dentro da sua casa e lá estavam havia dois meses”, diz o rapper.

“Ele parecia estar feliz com ela. Nunca me falou nada sobre qualquer problema que pudesse colocá-lo em risco”, diz Mariano.

O Ministério das Relações Exteriores do Reino Unido afirma que está prestando suporte “à família de um cidadão britânico que foi reportado como desaparecido no Brasil” e está em contato com as autoridades locais.

Fonte: BBC

PF e Interpol investigam caso de canadense desaparecido no DF após retiro em GO

Cooperação foi confirmada à família pelo governo canadense. Ele fez compras entre Santa Maria e Gama, dizem testemunhas

A Polícia Federal e o escritório da Interpol no Brasil passaram a investigar, nesta semana, o desaparecimento do canadense Paul Manhas no Distrito Federal. O estrangeiro veio ao Brasil para um retiro espiritual em Goiás, tentou voltar para casa antes do fim do processo e, desde o último dia 12, não faz contato com a família.

A apuração da PF e da Interpol foi confirmada à família de Paul pelo Ministério de Relações Exteriores do Canadá – o G1 teve acesso ao e-mail com exclusividade. No texto, a agência afirma que a investigação está em andamento, e que o contato dos familiares foi informado, novamente, a autoridades brasileiras.

“O policial com quem conversamos afirmou que eles verificam até os fragmentos de informação recebidos, no local ou por telefone, mostram fotos do seu irmão às pessoas que podem tê-lo visto, e que estão checando câmeras”, diz o e-mail do governo canadense, em tradução livre.

“Segundo a polícia, parece que seu irmão ainda está na região de Santa Maria, em Brasília.”

Desde a manhã desta quinta-feira (19), o G1 tenta confirmar a abertura de um inquérito com a Polícia Federal e o escritório brasileiro da Interpol, em Brasília. Até as 21h, as instituições não tinham prestado informações.

A Polícia Civil do Distrito Federal informou não ter qualquer novidade desde a quarta-feira (18), quando o caso veio a público.

Em nota, a Embaixada do Canadá no Brasil disse estar “ciente” do desaparecimento, mas informou que “o Governo do Canadá não comenta sobre cidadãos canadenses devido a questões de privacidade”.

Ao G1, Angela disse que foi preciso “convencer” as autoridades do Canadá sobre a gravidade do caso. A saúde mental frágil do irmão deixa ela ainda mais preocupada com o sumiço.

“Vou te dizer, eu estive no Departamento de Assuntos Estrangeiros do Canadá e insisti na gravidade da situação. Meu irmão está em um estado mental complicado, ele precisa de atenção médica.”

Mais pistas

Também nesta quinta, a família de Paul no Canadá recebeu e-mails indicando que ele continuava no Distrito Federal – pelo menos, até a tarde desta quarta-feira (18).

Testemunhas dizem ter visto o estrangeiro entre Santa Maria e Gama (regiões vizinhas do DF), fazendo compras e/ou vagando pelas ruas. O último registro oficial de Paul está na 33ª DP (Santa Maria), onde ele foi detido no sábado (14) e liberado, horas depois.

“Ontem [quarta, 18], por volta das 16h10, vi Paul fazendo compras no mercado próximo ao terminal de ônibus de Santa Maria Sul. Ele tentou passar o cartão, mas não conseguiu e pagou em dinheiro”, diz um dos relatos enviados à irmã de Paul Manhas, Angela.

“Não consegui acionar a polícia. Acho que ele está atrás do terminal, em uma área de mata. Com as mesmas roupas da foto. Boa sorte nas buscas.”

A família acredita que Paul pode ter se refugiado em alguma área de mata próxima da delegacia – o Núcleo Rural Alagado, entre Santa Maria e Gama, por exemplo. Nesta quinta, o G1 foi à região e conversou com moradores.

À reportagem, várias pessoas disseram ter visto alguém com características parecidas, caminhando pelas ruas do núcleo rural na última semana. O problema, neste caso, é o idioma: Paul não fala português, e os moradores da área não falam inglês ou francês (línguas oficiais do Canadá).

Outro fator que complica o resgate de Paul é a “instabilidade emocional” informada pela própria família. Nos pôsteres divulgados pela web, consta que o estrangeiro não está bem, e pode apresentar quadros de delírio ou sensação de perseguição.

Angela mora em Vancouver, a 4 mil km de distância da casa de Paul, em Toronto. Ao longo da semana, a família fez buscas no Google Maps para identificar possíveis “esconderijos” do irmão – parques ou igrejas, principalmente.

“Ele deve estar de roupas brancas, foi o que ele levou. Tinha um celular, mas perdeu contato com toda a família no dia 12. Não sabemos se a polícia pegou, se foi roubado”, diz Angela.

“Ele é uma pessoa muito gentil. O estado mental piorou desde que ele chegou ao Brasil. Pode parecer bem confuso, com algum delírio, com medo de pessoas ou paranóico.”

Segundo Angela, ele chegou ao Brasil no dia 4 de abril para passar um mês na Casa de Dom Ignácio – entidade em Abadiânia (GO) ligada ao médium João de Deus. Ele desistiu da “internação” e voltou para Brasília no dia 12, quando informou à família que embarcaria de volta para Toronto. O nome dele não estava no voo e, desde então, os irmãos não conseguiriam retomar contato.

Ao G1, a Casa de Dom Ignácio informou que não há registro de entrada do canadense, mas que se dispôs a ajudar na busca.

Fonte: g1

Rapper inglês desaparece após sair de estúdio no RJ

Segundo relatos, Kenny Vulcan foi visto pela última vez na sexta-feira, quando participou de uma gravação em estúdio

O rapper inglês Kenny Vulcan está desaparecido desde a tarde da última sexta-feira, quando participou de uma gravação no estúdio do coletivo ODKIL, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. De acordo com relatos, todas as redes sociais dele foram excluídas no mesmo dia. Atualmente, o artista, de 20 anos, está com cabelo curto pintado de azul. Ele mora no Rio desde dezembro do ano passado.

O caso está sendo investigado pela Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA), que já divulgou um cartaz sobre o desaparecimento. Até o momento, a polícia não deu mais detalhes sobre a ocorrência. Nas redes sociais, a namorada, Renata Lima, e amigos do cantor pedem informações sobre Kenny. Renata chegou a publicar uma foto com o rapper nesta segunda-feira. “Volta logo, por favor”, escreveu na legenda.

Em entrevista ao DIA, a namorada contou que encontrou Kenny no dia anterior ao desaparecimento e que ele não demonstrou nenhum comportamento diferente. A estudante de Cenografia Indumentária da Unirio, de 20 anos, destacou ainda que o rapper pretendia obter o visto para morar no Brasil, mas por enquanto ele só estava com o de turista.

“Ele estava feliz e nós dois estávamos bem no nosso relacionamento. Eu o vi no dia anterior, quando ele saiu da minha casa. Por volta de meio-dia de sexta-feira, eu falei com ele. Mais tarde, recebi notificações de que as redes sociais dele haviam sido desativadas. Kenny sempre usava as redes para divulgar o trabalho dele, não sei o que pode ter acontecido”, disse a namorada.

Delegacia pede informações sobre rapper inglês – Divulgação

Nas postagens, os amigos ressaltaram ainda que ele não domina o português. “Sinto sua dor e espero que você o encontre logo, Renata”, desejou um dos internautas. “Estou horrorizada”, afirmou outro. Quem tiver informações sobre Kenny pode ligar para os telefones do Disque-Denúncia: (21) 2202-0338 ou 2582-7129.

Fonte: odia.ig

Jovem de 17 anos desaparecida há quatro dias é encontrada no RJ, diz família

Alana Sá Barreto foi encontrada na manhã desta quinta (22) e ficou sob custódia policial em uma faculdade em Niterói até a chegada dos pais.

A adolescente Alana Sá Barreto, de 17 anos, desaparecida desde o domingo (18), foi encontrada nesta quinta-feira (22). A família, inicialmente, recebeu a informação de que a jovem estava na Ilha do Governador, mas, em seguida, foram informados de que Alana estava sob custódia policial em uma faculdade em Niterói. Segundo a família, ela está bem. A volta ao Recife deve acontecer entre a quinta e a sexta (22).

O G1 entrou em contato com a Polícia Civil de Pernambuco e aguarda retorno sobre o desfecho do caso. A reportagem também questionou a corporação se o universitário de 20 anos com quem Alana se encontrou no Rio foi chamado para prestar depoimento.

Alana havia sido vista pela família pela última vez na tarde do domingo (18), quando foi deixada pela mãe em um shopping da Zona Sul da capital pernambucana para se encontrar com uma amiga. Desde então, a família iniciou uma campanha nas redes sociais para encontrar a adolescente.

Através de imagens de câmeras de segurança do centro de compras, a Polícia Civil identificou que Alana entrou em um carro de transporte particular de passageiros com uma mochila nas costas. Durante as investigações, a corporação também constatou que ela saiu do shopping em direção ao aeroporto, de onde seguiu de avião para o Rio de Janeiro.

Ainda segundo a Polícia, a adolescente viajou para se encontrar com o namorado, um universitário de 20 anos, com quem se comunicava pela internet. À Polícia, ele afirmou não saber que a ida de Alana ao Rio de Janeiro não tinha sido comunicada aos pais dela e também diz ter insistido para que ela se comunicasse com a família.

Na terça (20), o gestor do Departamento de Polícia da Criança e do Adolescente (GPCA), Darlson Macêdo, informou ter acionado a Polícia Civil do Rio de Janeiro, já que a adolescente havia fugido do universitário com quem se encontrou desde a segunda (19).

Fonte: g1

Polícia da Irlanda procura brasileiro desaparecido há uma semana

Um brasileiro está desaparecido desde o dia 06 de março, em Dublin, na Irlanda. De acordo com site de notícias Dublin Live, Caíque De Oliveira Trindade, 24, foi visto pela última vez no bairro de Clondalkin, subúrbio da capital irlandesa.

Em uma rede social, a mãe do estudante, Valcleia Trindade, postou algumas informações da última vez em que ele foi visto. “Sua carteira com dinheiro, cartão de crédito e Leap Card (bilhete de transporte público) foram encontrados no dia 7/3 em um mercado da rede Tesco próximo à casa em que estava morando”.

Caíque ficaria apenas seis meses no país para estudar inglês e depois retornaria ao Brasil. Ao portal brasileiro G1, Valcleia disse que chegou à Irlanda na quarta-feira (08) e só então constatou o desaparecimento. Ela comunicou à Garda (polícia local) e as autoridades têm prestado ajuda à família.

Ao portal Irish Times, a mãe do garoto informou que decidiu visitar o filho na Europa depois que seus colegas contaram que Caíque estava com um comportamento estranho. “Eles me disseram que ele estava meio desorientado, que dava risada em um momento, mas que ficava chateado no outro. Foi quando eu decidi pegar um voo e trazer ele de volta ao Brasil comigo”, disse Valcleia.

Cartazes e fotos foram espalhados pelo centro de Dublin, mas, até o momento, o estudante não foi localizado. A embaixada brasileira já foi notificada e acompanha as investigações conduzidas pela polícia irlandesa.

Fonte: istoé

Caso de menino encontrado morto no porta-malas do carro da namorada do pai choca a Espanha

Gabriel desapareceu quando saiu da casa da avó, onde passava férias, para ir à de outros parentes, a poucos metros de distância, em Las Hortichuelas, uma comunidade turística na cidade de Níjar

O desaparecimento de um menino de oito anos teve um final trágico e inesperado na Espanha.

O corpo de Gabriel Cruz, que sumiu no último dia 27 de fevereiro, foi encontrado pela polícia neste domingo no porta-malas do carro da namorada de seu pai, Ana Julia Quezada. A informação foi divulgada pelo ministro do Interior da Espanha, Juan Ignacio Zoido.

No momento de sua prisão, Quezada, que tem 43 anos e é da República Dominicana, gritou: “Não fui eu! Peguei o carro nessa manhã!”, relataram testemunhas que estavam perto do local.

Gabriel desapareceu quando saiu da casa da avó, onde passava férias, para ir à de outros parentes, a poucos metros de distância, em Las Hortichuelas, uma comunidade turística na cidade de Níjar. Desde então, o caso vinha sendo amplamente divulgado e mobilizou policiais, bombeiros e voluntários nas buscas.

A descoberta da morte e as circunstâncias em torno do caso causaram enorme comoção na Espanha. O premiê Mariano Rajoy lamentou o ocorrido por meio de sua conta no Twitter. “Compartilho com todos os espanhóis a dor pela perda de Gabriel. Descanse em paz”, escreveu.

Camiseta da desconfiança
Quezada foi parada pela polícia enquanto dirigia perto de La Puebla de Vícar, a 43 km de Níjar, cidade no sudeste do país onde Gabriel desapareceu.

A polícia estava investigando a mulher desde o dia 3 de março. Naquela data, ela informou às autoridades ter encontrado uma camiseta do garoto em um local onde já haviam sido feito buscas. A roupa estava limpa e seca, apesar de ter chovido nos dias anteriores, o que também gerou desconfiança.

Segundo a imprensa local, os investigadores jogaram uma isca para ver se a suspeita caía – e deu certo.

Eles lhe disseram que a polícia estava perto de encontrar o lugar onde estava o corpo de Gabriel. Ela então tratou de ir até o local remover o cadáver. Policiais à paisana a fotografaram tirando o corpo de uma vala, o envolvendo em uma manta e o colocando no porta-malas do carro.

Segundo o jornal espanhol El País, a autópsia concluiu que o menino foi estrangulado.

Pais de Gabriel estavam em campanha para tentar encontrar o menino

Novas suspeitas
Na investigação sobre Quezada, uma história do passado dela veio à tona e levantou a suspeita de que ela possa ter cometido um infanticídio em 1996, desta vez de sua própria filha.

A menina, que tinha 4 anos, morreu ao cair da varanda do apartamento. Na investigação feita à época, a polícia concluiu que havia sido um acidente. O caso agora foi reaberto.

Quezada e o pai de Gabriel, Ángel David Cruz, namoravam havia um ano e meio.

A prisão dela causou indignação, já que durante as buscas pelo menino ela deu entrevistas dizendo que seu desejo era que ele fosse encontrado são e salvo.

A suspeita chegou a contar que havia ensinado o menino a desconfiar de estranhos. “‘Se alguma vez você vir um desconhecido, corra, não fique parado’, foi o que eu e a avó dele lhe dissemos.”

Ela chegou a postar no Facebook uma foto de Gabriel com um pedido: “Por favor, por favor, devolvam nosso Gabrielillo”.

Ana Julia Quezada será também investigada pela morte da filha | Foto: Facebook

Primeiro suspeito
A primeira suspeita dos pais de Gabriel sobre quem poderia ter levado o menino recaíram sobre um homem acusado de assediar Patricia Ramirez, mãe do menino.

O suspeito de assédio era alvo de restrições judiciais para evitar que chegasse perto dela. O dispositivo eletrônico que ele usava para ser monitorado emitiu um alerta bem no dia do sumiço do menino.

O suspeito foi então detido para a investigação, mas logo foi descartada sua participação no desaparecimento do garoto.

Ángel David, pai de Gabriel, namorava Ana Julia Quezada havia um ano; agora, a polícia também investiga se ela pode ter matado a própria filha

Fonte: BBC

Polícia de RO diz ter iniciado nova linha de investigação sobre jovem grávida desaparecida há três meses

A Polícia Civil de Ariquemes (RO), no Vale do Jamari, esclareceu nesta semana que as diversas informações precipitadas têm atrapalhado o trabalho na investigação sobre o desaparecimento da jovem Tainá Carina de Lima Mendonça. Ao G1, o delegado regional disse que as investigações voltaram a ‘estaca zero’ e que agora trabalham com uma linha segura.

A grávida, de 21 anos, sumiu no final de outubro de 2017, quando saiu de casa para cobrar a pensão do ex-marido e exigir que ele assumisse a paternidade do filho que esperava em Monte Negro (RO).

No último domingo (11), a Polícia Militar (PM) encontrou um machado em um terreno baldio localizado na Avenida Carlos Chagas, em Monte Negro, após receber uma ligação anônima que informava que o objeto havia sido utilizado para assassinar e esquartejar a jovem.

A pessoa que denunciou ainda disse que avistou um suspeito saindo do terreno com o machado dentro de uma sacola plástica, mas que ele se desfez do objeto ao ser visto e fugiu do local.

Na segunda-feira (12), o delegado regional de Ariquemes, Rodrigo Duarte, disse que a Polícia Civil foi pega de surpresa com o machado encontrado, mas salientou que até o momento, não vincula nenhuma possibilidade do objeto estar relacionado com o crime.

“Nós fomos surpreendidos, mas admito que o caso já é dramático por si só, entãoo não precisa de uma carga maior ainda de dramaticidade e de especulação. Estamos cansados de trabalhar com informações improcedentes, só para atrapalhar, então a Polícia Civil trata essa apreensão como um objeto encontrado em um terreno baldio, sem nenhum vínculo com o caso. Nós já estamos saturados com informações desencontradas e fantasiosas, então para nós, é somente um machado encontrado em um terreno e nada mais do que isto”, explica.

Apesar disto, o delegado relata que em razão da denúncia anônima, o machado será submetido a uma perícia para ver se possui marcas de sangue e se se ele é compatível com o DNA de Taina Carina. Todo este trabalho não é bem-visto pelo delegado.

“Vamos ter que averiguar mais uma vez, sendo que já teve de tudo em informações que vieram no curso do inquérito e só jogaram a polícia de um lado para outro e nos reduziram hoje a condição que nós estamos. Nós tivemos que iniciar praticamente toda a investigação do zero em razão das informações obtidas que nos levaram a um suspeito que não foi o correto”, comenta Rodrigo Duarte.

Porém, Duarte revelou que a Polícia Civil iniciou uma nova linha de investigação e que os trabalhos estão em andamento por meio de uma informação mais segura e confiável.

“Uma informação foi encaminhada para a direção-geral, e esta sim, uma informação que foi trabalhada, averiguada, motivo estudado, fonte verificada, que nos leva a um caminho diferente desse que estávamos até agora. O grau de probabilidade é muito grande por que ela decorre de um motivo concreto, temos um suspeito em potencial, temos alguns dados que nos leva a crer em que possa ter sido essa pessoa infratora e ela vem de uma fonte bem segura”, finaliza o delegado.

O caso

Tainá Carina desapareceu no dia 27 de outubro de 2017, depois de dizer aos familiares que iria até a residência do ex-marido, para exigir que ele pagasse a pensão da filha de cinco anos que eles tiveram e para que ele assumisse a paternidade do filho que esperava. A jovem estava no oitavo mês de gestação e o parto estava marcado para o dia 14 de novembro de 2017.

O ex-marido de Tainá foi preso no dia 28 de outubro, por ser o principal suspeito no desaparecimento da jovem, mas ele comprovou que estaria em uma autoescola do município e foi solto.

No dia 1º de novembro, a Polícia Civil começou a tratar o caso como homicídio e buscas foram realizadas em propriedades rurais da região.

No dia 7 de novembro, familiares da jovem fizeram um protesto que chegou a fechar por algumas horas a BR-421, que liga Ariquemes a Monte Negro.

A PM encontrou no dia 8 de novembro uma casa localizada na zona rural de Monte Negro, que poderia ter servido como cativeiro para a jovem. Em diversas entrevistas e vídeos, a mãe da jovem sempre afirmou que acreditava na possibilidade de encontrar a filha viva. Ela chegou a reconhecer uma calcinha e um batom de Tainá encontrado no suposto cativeiro, mas a polícia confirmou que os objetos não eram da grávida.

No dia 18 de janeiro deste ano, o cunhado de Taina Carina foi preso por usar o número de celular da jovem. Segundo a Polícia Civil, ele não era suspeito do desaparecimento de Tainá, mas a prisão aconteceu para esclarecimentos sobre o uso do número da grávida em um aplicativo de mensagens.

O cunhado de Tainá foi solto cinco dias depois, após a mãe e a irmã da jovem confessarem que colocaram o chip no celular do cunhado da grávida sem o conhecimento dele.

Fonte: Rondoniadinamica

Sumiço de jovem grávida em RO completa 2 meses e mãe encontra bilhete escrito por ela antes de desaparecer

As buscas pela jovem grávida Taina Carina, de 21 anos, completam dois meses nesta quarta-feira (27), em Monte Negro (RO), no Vale do Jamari. A estudante desapareceu no dia 27 de outubro, quando saiu de casa para cobrar a pensão do ex-marido e exigir que ele assumisse a paternidade do filho que esperava. A mãe da jovem mostrou ao G1 um bilhete escrito pela filha.

Quando desapareceu, Taina estava no fim do oitavo mês de gestação, e a cirurgia do parto estava marcada para acontecer no dia 14 de novembro. Com o ex-marido, a jovem possui uma filha de cinco anos.

Maria da Graças Mendonça, mãe de Taina, conta que recentemente se mudou para Ariquemes (RO) e que quase todos os dias vai até a Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp), para saber como está o trabalho da Polícia Civil nas buscas pela filha.

Mãe de Taina se mudou para Ariquemes para acompanhar o trabalho da Polícia Civil nas buscas pela filha (Foto: Rede Amazônica/Reprodução)

“Pra mim é muito difícil ter que olhar as coisas dela, ver a filha dela chorando sem saber onde ela está, se ela está bem, viva ou morta. Tudo que a polícia fala é de que eles estão investigando, e essa investigação não termina nunca. Não sei o que está acontecendo e não falam nada para gente, estamos sabendo nada. Todo dia eu vou lá, e sempre é a mesma coisa, não temos novas informações, mas dependemos da polícia”, relata.

Mesmo após se passarem 60 dias, Maria das Graças conta que ainda possui esperança de encontrar a filha com vida e que ainda guarda o enxoval e o berço que seriam utilizados pelo neto.

“Eu sinto que posso encontrá-la viva sim, eu sei que Deus vai me ajudar a encontrar ela com vida, porque ela não merece isso. Ela tem uma filha para cuidar, então peço para quem tenha visto ela ou que possua qualquer informação, que avise a polícia, porque as coisas estão bastante difíceis”, enfatiza.

Em meio à entrevista, a mãe da jovem caiu em prantos ao dizer que encontrou nos pertences da filha um bilhete escrito por Taina.

“A partir do momento que meu filho nascer, eu vou ter mais uma responsabilidade, a verdade que eu estou apenas confiando em Deus. Deus merecedor de toda glória, santo é o Senhor Jeová”, descreve o bilhete escrito por Taina, encontrado pela mãe.

Mãe achou bilhete escrito pela filha (Foto: Rede Amazônica/Reprodução)

Maria das Graças comenta que tanto ela, quanto a filha estavam bastante ansiosas pela chegada da criança. A mãe aclama por justiça para que o desaparecimento da filha e do neto tenha um desfecho o quanto antes.

“A minha filha estava muito feliz, planejava terminar os estudos e começar uma faculdade, cuidar das crianças. O papel que ela deixou escrito diz que a responsabilidade dela iria aumentar e que precisava estudar para ser alguém na vida e cuidar dos filhos, então é difícil pra gente ver uma coisa dessa, ver que ela fazia tantos planos para chegar um monstro e fazer um mal desse pra ela, a gente não aceita isso”, finaliza.

O que diz a Polícia Civil

Na última terça-feira (26), o delegado responsável pelas investigações, Vinicius Lucena, disse ao G1 que a Polícia Civil está adotando todas as providências possíveis, mas que até o momento ainda não se descobriu nenhuma informação sobre o paradeiro de Taina.

“Estamos intimando novamente os parentes para que a gente possa ouvi-los de novo, para saber se tem algo novo e se alguma ponta desse quebra-cabeça ficou para trás. Mas a princípio, não temos novidades com relação a isso ainda. Estamos checando todas as denúncias e informações que são passadas à gente com relação a possíveis paradeiros que ela pudesse ter”, relata.

Lucena ainda informou que realizou buscas até em cidades diferentes por conta das denúncias que receberam durante o curso das investigações, mas nenhuma pista foi localizada.

“Foram cumpridas buscas em uma residência em Porto Velho, onde também foi feito denúncia de que ela poderia estar lá. Tivemos uma denúncia na semana passada de que ela estaria em uma residência de Campo Novo de Rondônia, fomos até lá e não se confirmou. Enfim, tudo que chega, está sendo verificado, mas a princípio não temos novidade sobre o paradeiro dela”, detalha o delegado.

Caso

Taina Carina desapareceu no dia 27 de outubro deste ano, depois de dizer aos familiares que iria até a residência do ex-marido, para exigir que ele pagasse a pensão da filha de cinco anos que eles tiveram e para que ele assumisse a paternidade do filho que esperava.

Segundo os familiares, a jovem de 21 anos alegava ser ameaçada de morte pelo ex-marido e o suspeito dizia que ela teria “uma surpresa” antes do bebê nascer e fazia várias ameaças.

Conforme a PM, a jovem foi procurar o ex-marido, que mora no sítio, mas ele havia ido à cidade. Depois disso, ela não foi mais vista. Horas depois, a motoneta dela foi encontrada abandonada em uma estrada rural perto de Monte Negro.

Ex-marido

O ex-marido foi detido em Monte Negro, no dia 28 de outubro e apresentado Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp) de Ariquemes. Em depoimento, ele afirmou não saber do paradeiro de Taina e foi liberado em seguida.

No início das investigações, de acordo com a Polícia Civil, o ex-marido de Tainá era tratado com o principal suspeito de ter envolvimento no desaparecimento da jovem. Porém, durante uma entrevista, o delegado gional de Ariquemes disse que o homem comprovou que estaria em uma autoescola do município.

“Conseguimos ter as provas concretas de que na hora exata em que a vítima havia desaparecido, ele estava em uma autoescola e apresentou as provas de que estava na localidade”, comentou o delegado regional Rodrigo Duarte.

Manifestação na BR-421

No dia 7 de novembro, cerca de 50 familiares e amigos de Taina Carina realizaram um protesto e fecharam a BR-421, em Monte Negro. Os manifestantes bloquearam a rodovia e cobraram das autoridades competentes para mais ímpeto na investigação do caso. Pneus foram colocados nas duas pistas da rodovia e o fluxo de veículos no local foi interrompido.

Familiares e amigos bloquearam rodovia com pneus (Foto: Rondônia Vip/Reprodução)

O protesto encerrou depois de uma reunião entre uma comissão de manifestantes, representantes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o delegado na Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp) de Ariquemes, onde foi informado o curso das investigações.

Possível cativeiro

Depois de receber uma denúncia anônima, a Polícia Militar (PM) encontrou no dia 8 de novembro uma residência localizada na zona rural de Monte Negro, que poderia ter servido como cativeiro para a estudante. Uma cama sem colchão, um batom, uma calcinha, embalagens de remédios e uma pedra amarrada a uma corda foram encontrados no interior da residência.

Casa que fica na zona rural de Monte Negro (Foto: Assessoria/PM)

No dia seguinte após a descoberta, Maria da Graças gravou um vídeo dizendo que os objetos encontrados na casa pertenciam à filha. Mas para a Polícia Civil, a residência não foi utilizada como cativeiro da estudante e, durante as investigações, a família reconheceu que os materiais encontrados não pertenciam a jovem.

“No calor da emoção, eu vi que o batom encontrado parecia com um que ela possuía, mas como todas as embalagens são iguais, não dava para se ter certeza. A polícia descartou que a residência foi usada como cativeiro, mas eu ainda não sei se realmente é verdade”, disse a mãe da jovem na época.

Fonte: g1 

Família procura por pastora que sumiu após sair para alugar casa em GO

A família da pastora Ailsa Regina Gonzaga, de 40 anos, procura pela mulher que está desaparecida há mais de um mês, em Goiânia. De acordo com a irmã dela, Deborah Cristina Gonzaga, Regina, como é conhecida, saiu de casa para alugar uma casa, deixando os dois filhos, de 15 e 11 anos, e não voltou mais.

“Ela acordou pela manhã, chamou um carro de um aplicativo, e falou para as crianças que iria olhar uma casa para alugar e, desde então, nunca mais voltou. As crianças estão comigo. É uma total incerteza, A gente não sabe de nada, é uma aflição”. 

“A gente pensa assim ‘se morreu, por que não aparece o corpo? Se está viva, por que ninguém viu nem fala nada?’”, desabafou a irmã.

Regina saiu de casa no último dia 8 de novembro, com a intensão de alugar um imóvel, mas, segundo a família, poucas horas depois ficou incomunicável e não voltou mais para casa. Segundo a irmã, a pastora faz um trabalho em uma clínica de recuperação e, na véspera do desaparecimento, participou normalmente das atividades.

“No dia anterior ao desaparecimento, nós estávamos juntas até por volta de meia noite e meia. A gente faz um trabalho na Clínica de Recuperação Lapidando Tesouros, estávamos dirigindo um culto, foi tudo tranquilo. Pela manhã já perdeu o contato, celular não atendia. Foi quando os meninos me ligaram falando ‘tia, minha mãe saiu e não voltou nunca mais’”, desabafou.

O caso é investigado pela Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic) e, segundo Déborah, o delegado Valdemir Pereira da Silva informou à família que as investigações estão adiantadas.

“Eu quero agradecer à Polícia Civil pelo apoio dado. Eles estão ajudando muito a gente e estão bem empenhados em dar uma solução para tudo isso”, disse.

Fonte: g1