Família sai de carro após criança passar mal e se salva de desmoronamento na SC-340

Família sai de carro após criança passar mal e se salva de desmoronamento na SC-340

Uma família se salvou por pouco de ser atingida por um desmoronamento na SC-340 em Dona Emma, no Vale do Itajaí, no domingo (14). Segundo os bombeiros voluntários, o carro deles foi destruído por pedras, mas eles estavam do lado de fora do veículo, no acostamento, acudindo o filho que passou mal na estrada.

De acordo com os bombeiros voluntários de Presidente Getúlio, um casal e dois filhos, naturais de Pomerode, também no Vale do Itajaí, visitavam parentes na região. A família parou o carro na rodovia para auxiliar a criança, pouco antes das rochas caírem.

Os pais e um dos filhos não tiveram ferimentos. A criança que passou mal acabou tendo um corte no supercílio e no lábio.

O menino foi conduzido ao hospital para avaliação médica e os demais integrantes da família não quiseram ser examinados, informaram os bombeiros.

Ainda de acordo com os bombeiros, no local costuma ocorrer a retirada clandestina de cascalho, o que pode ter favorecido o desmoronamento.

Veículo foi danificado pelas pedras na SC-340 (Foto: Bombeiros Voluntários de Presidente Getúlio/Divulgação)
Veículo foi danificado pelas pedras na SC-340 (Foto: Bombeiros Voluntários de Presidente Getúlio/Divulgação)

Fonte: g1/sc

Quer saber de quem é a culpa pelo desmoronamento que afundou as carretas?

Passado o incidente, que poderia ter feito vítimas fatais, resta a pergunta, de quem é a culpa pelo desmoronamento do porto no bairro Triângulo, que causou prejuízo de 15 tanques de combustíveis e outros produtos, além de uma camionete, arrastados para o fundo do rio Madeira no último domingo?

A resposta é simples, dos vereadores, que não cumprem seu papel de fiscalizar e valer valer o plano diretor (será que eles sabem o que é isso?), da prefeitura que fecha os olhos para tudo de errado que acontece na cidade, e claro, dos donos do local, que contavam com a sorte, que falhou dessa vez.

A irresponsabilidade desses três segmentos poderia ter matado gente. Existe uma preocupação com a questão ambiental, não se sabe ao certo quais os danos foram causados. Vale lembrar que toda a aquela área já estava condenada há tempos.

O porto pertence à empresa L.P Moreira Luna, é centenário e está localizado no ponto onde se iniciou a cidade de Porto Velho.

O prefeito se chama Mauro Nazif.

O secretário responsável é o Edjales Benício.

Os vereadores são 21, Macário Barros, Edmilson Lemos, Ellis Regina, Eduardo Rodrigues, Cabo Anjos, Marcio Pacele, Sid Orleans, Ana Maria Negreiros, Delso Moreira, Alan Queiroz, Marcelo Reis, Cláudio da Padaria, Jurandir Bengala, José Wildes, Júnior Siqueira, Chico Lata, Jair Montes, Everaldo Fogaça, Dim Dim, Fatinha e Edwilson Negreiros.

Defesa Civil afirma que não houve vítima em desmoronamento com carretas

Lei proibia funcionamento de porto que desbarrancou no rio Madeira

Cerca de 15 tanques de combustível e uma caminhonete foram arrastados

A Defesa Civil de Porto Velho classificou na manhã deste domingo (14), o desbarrancamento que arrastou cerca de 15 tanques de combustível para o Rio Madeira, como erosão fluvial, em Porto Velho. Segundo os moradores da região, na hora do acidente o chão tremeu e assustou a população. No local funcionava um posto de carga que recebe piche para asfalto que vem de Manaus. O peso dos veículos ajudaram na erosão. Ninguém ficou ferido.

O pescador Tarcísio Soriano estava no Rio Madeira e ouviu quando a primeira parte desmoronou. “Estava pescando quando ouvi um estalo forte e cedeu o primeiro lado de uma vez. Caiu tudo de um lado e depois foi caindo devagar na parte das carretas, até que cedeu tudo”, disse.

Uma área de 120 metros foi isolada de imediato. Os danos ainda não foram divulgados, mas é possível ver em meio aos sedimentos, 15 tanques de combustível, uma caminhonete e três motocicletas.

Pescador escutou estalo no momento do acidente em Porto Velho (Foto: Matheus Henrique/G1)
Pescador escutou estalo no momento do acidente em Porto Velho (Foto: Matheus Henrique/G1)

Segundo o empresário Cláudio Henrique, minutos antes do acidente, ele estava ajudando a carregar um dos tanques com piche. “Estava na parte de cima do barranco, ajudando no carregamento. Nós vimos que estava cedendo, mas continuamos trabalhando. No terreno ao lado tinha um incêndio e sai para retirar minha motocicleta. Quando voltei já tinha caído tudo, não podíamos fazer mais nada”, disse.

O coordenador da Defesa Civil Municipal, Marcelo Santos, acredita que o peso sobre o barranco ajudou para que acontecesse a erosão. “Com a enchente histórica de 2014, muitos sedimentos foram parar nas laterais dos barrancos. As embarcações que passam no rio provoca o banzeiro, vai para lateral e desestabilita o barranco. O local é um terreno argiloso, não tem aderência e causa o desbarrancamento, que é uma erosão fluvial. Foi o que ocorreu aqui no Bairro Triangulo”, disse.

O órgão disse ainda que os engenheiros estão no local para fazer o laudo e apontar as causas do acidente. Algumas famílias deve ser retiras da região, devido ao risco de novos desbarrancamentos.

 

Desvio que dá acesso ao aeroporto de Vilhena desmorona após chuva

 Foto: Edeblandes Ortis
Foto: Edeblandes Ortis

O forte temporal que caiu sobre o município de Vilhena durante a tarde desta sexta-feira, 04, provocou o desmoronamento do desvio que havia sido feito na RO -174 para dar acesso ao distrito de Juína e ao aeroporto.

A passagem improvisada permitia a circulação de pessoas e veículos enquanto era construída uma ponte sobre a rodovia. A obra faz parte do projeto de macrodrenagem que é executado pela prefeitura.

Com informações do Folha do Sul Online

 

 

 

 Foto: Edeblandes Ortis
Foto: Edeblandes Ortis

Prefeitura interdita Café Madeira e notifica proprietário

A Prefeitura Municipal de Porto Velho notificou o proprietário do restaurante Café Madeira sobre a condição de interdição do edifício e sobre sua responsabilidade quanto às providências para a demolição. O restaurante, que fica localizado à beira do rio Madeira no espaço tradicionalmente conhecido por Mirante I, sofreu desmoronamento parcial na noite de segunda-feira (30/09). De acordo com José Pimentel, coordenador da Defesa Civil Municipal, há sérios riscos de que o desabamento do restaurante possa também comprometer estruturas vizinhas, como o Hospital da Guarnição e o prédio da Secretaria Municipal de Fazenda (Semfaz).

“Estava previsto que viesse acontecer o desmoronamento. Foi dado um prazo ao proprietário para entregar a documentação sobre a demolição, parece que somente hoje isso será feito. De posse desse documento, vamos fechar os relatórios da Defesa Civil, que inclui o relatório do departamento de obras da Semfaz e o do engenheiro da Secretaria Municipal de Projetos Especiais (Sempre) e vamos encaminhar tudo para que seja feito o desmoronamento, antes que cause problemas maiores por aqui”, informou Pimentel.

A estrutura da galeria começou a ruir na parte de descida do barranco, até a proximidade com o Rio. Dentre outas possibilidades para o acontecimento, cogita-se que o turbilhonamento das águas do Madeira, agravado pelo funcionamento das usinas de Jirau e Santo Antônio, tenha também incidido como fator preponderante para o desabamento da sustentação da galeria e de todo o terreno. “A Prefeitura, nesse caso, vai enviar seus relatórios somando-se aos documentos reunidos pelo proprietário do estabelecimento. Assim, será dado o encaminhamento dentro dos órgãos competentes para autorização da demolição do prédio. No entanto, independentemente de banzeiros ou outras explicações, o fato da obra ter sido feita irregularmente não oferece ao proprietário muita possibilidade de argumentação.

Queremos encerrar a questão com a responsabilização quanto à demolição do prédio, apenas, pois essa agora é a questão principal”, explicou o coordenador da Defesa Civil, que informou também que desde o início do ano, quando a atual Gestão Municipal tomou conhecimento do assunto, foi dado prazo para que o proprietário se manifestasse, no entanto ele não chegou a responder às solicitações encaminhadas, o que levou a interdição do estabelecimento.

O Mirante III é outro espaço que tem estado sob a observação da Defesa Civil. “Trata-se, porém, de uma situação bem diferente dessa. Já determinei uma nova vistoria e estamos acompanhando semanalmente o problema. Eles estão em questão judicial com a Santo Antônio e não com a Prefeitura. Não vimos ainda a necessidade de intervir lá, pois não temos notado os mesmos perigos que observamos no Mirante I”, esclareceu Pimentel.

Outro assunto referente ao problema da demolição do Café Madeira, refere-se a uma máquina encontrada encravada no barranco abaixo do Mirante I. “É uma escavadeira a vapor, do tempo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré. Temos, já, a autorização para que ela venha a ser restaurada pela empresa Caterpillar. Ela vai ser retirada após a definição sobre a demolição do Café Madeira. Para isso, o 5º Batalhão de Engenharia e Construção (5º BEC), já assumiu o compromisso de retirá-la para que seja restaurada”, esclareceu.

“O Café Madeira foi interditado e o proprietário notificado sobre sua responsabilidade na demolição daquele espaço. O que a Prefeitura pode fazer é cooperar nesse processo, mas a responsabilidade é do proprietário. Sobre as possibilidades de que as Usinas estejam acelerando os processos de desbarrancamentos nas margens do Madeira, temos conversado com as empresas Jirau e Santo Antônio Energia. Ainda não podemos comprovar qualquer argumentação no sentido dessa responsabilização.

Nossa postura, e eles já sabem disso, é que não vamos de forma alguma confundir compensações sociais e ambientais com as obrigações referentes aos erros causados por projetos que não tenham definido corretamente a prevenção dos perigos. Qualquer benefício que as Usinas possam ter trazido à região não será levada em conta nesse caso, pois as coisas são bastante distintas e elas serão responsabilizados,”, afirmou o prefeito Mauro Nazif.
Fonte: Comdecom

Famílias que moram em áreas de risco deverão ser realocadas

Com o advento do período chuvoso, a Defesa Civil de Ariquemes (RO) alerta os moradores áreas de morro, encostas e próximos a igarapés sobre os riscos de desmoronamentos, alagamentos e deslizamentos. Atualmente, o órgão realiza recadastramento dos moradores e já identificou cerca de 800 famílias em áreas de risco. A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Semdes) afirma que está prevista a entrega de mais de 600 casas populares em 2014, e que estes moradores são prioridades para a habitação.

A coordenadora da Defesa Civil Elis Regina Pereira, explica que há três meses, uma equipe formada por profissionais do órgão, mais agentes da Semdes, Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema), e Diretoria de Planejamento Urbano (Dipur) realizam o recadastramento dos moradores de áreas de risco, a fim de identificar os locais mais críticos do município e atualizar os dados, visto que o último recenseamento foi feito em 2008.
Até o momento, cerca de 800 famílias foram identificadas morando em áreas de risco. Durante as visitas, os agentes realizam levantamento socioeconômico dos moradores nestas áreas e fazem recomendações. O recadastramento será encerrado dia 20 de outubro. “São moradias precárias, e estes moradores correm vários riscos, principalmente agora com as chuvas. A recomendação é que na ameaça de algum dano, os moradores deixem a casa, ou contate a Defesa Civil”, enfatiza Elis Regina.

A zeladora Maria Rodrigues da Silva, de 40 anos, mora em uma casa que tem risco de deslizamento e desmoronamento. Ela conta que morava na zona rural e comprou a casa há um ano, sem saber dos riscos da residência. Agora, com o cadastramento, ela tem esperanças de ser remanejada para uma das casas populares.
Já a dona de casa Marlene Farias de França, de 54 anos, conta que sua casa alaga todos os anos no período das chuvas. Além disso, durante os nove anos que mora no imóvel, uma cratera se formou no quintal, devido as captação pluvial, que deságua no local. “Além dos alagamentos, tenho medo deste buraco alcançar a minha casa. Eu só queria uma casa nova, para poder dormir em paz”, expõe.
A diretora executiva da Semdes, Rosicleia da Silva, ressalta que atualmente a secretaria custeia o aluguel de 12 famílias, que foram retiradas das áreas de risco. O aluguel varia de R$ 300 a R$ 450. No entanto, Rosicleia afirma que, em 2014, mais de 600 casas populares estão previstas para ser entregues em Ariquemes, e que a partir do cadastramento realizado atualmente, os moradores terão prioridade na habitação. “Enquanto as casas populares não ficam prontas, os casos mais urgentes serão remanejados para casas de aluguel”, finaliza Rosicleia.

 

Fonte: G1