Dilma tenta ligar para ministro e acaba fazendo ‘live acidental’ no Instagram

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Ex-presidente ficou ao vivo por alguns minutos e teve que ligar para a filha para tentar resolver problema. Seguidores mandaram mensagens de apoio

A ex-presidente Dilma Rousseff fez uma “live acidental” em seu perfil no Instagram nesta quinta-feira (23). Ela tentava fazer uma ligação de vídeo para o ministro da Educação da Argentina, Nicolás Trotta.

Dilma ficou no ar ao vivo por alguns minutos, quando seus seguidores mandaram mensagens de apoio e se divertiram com a confusão da petista. Com um outro aparelho, Dilma ligou para a filha Paula Rousseff para tentar resolver o problema. 

live acidental da ex-presidente não ficou salva no Instagram, mas alguns seguidores conseguiram registraram o momento e compartilharam nas redes sociais. Confira:

Em seu blog, Dilma Rousseff diz que delações de Palocci “são fraudulentas”

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Ex-presidenta afirma que Palocci usou o mesmo documento para contar uma história ao MPF, em 2011, e outra à Justiça, 7 anos depois

A ex-presidenta Dilma Rousseff (PT) divulgou um texto em seu blog afirmando que as delações do ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci “são fraudulentas”. Ela republicou uma matéria da jornalista Mônica Bergamo que apontava contradições nos depoimentos do ex-ministro. Veja a postagem.

A ex-presidente do Brasil Dilma Rousseff faz conferência sobre o Brasil contemporâneo na Universidade Sorbonne, em Paris, em 17 de setembro de 2019. – Paloma Varón/ RFI

DELAÇAO FRAUDULENTA

Palocci usou o mesmo documento para contar uma história ao MPF, em 2011, e outra à Justiça, 7 anos depois

Reportagem revela que ex-ministro do STF Eros Grau provou que “as afirmações de Antonio Palocci em sua delação são inverídicas e consubstanciam fraude processual”.  A delação, que tinha sido rejeitada pela Lava Jato e era considerada “fraca” pelo juiz Moro, foi vazada por ele na semana da eleição apenas para prejudicar o PT e ajudar Bolsonaro a se eleger.

Leia a notícia:

Mônica Bérgamo

O ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Eros Grau apresentou uma petição à 6ª Vara Federal Criminal de São Paulo em que acusa o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci de mentir em uma delação premiada e de tentar fraudar a Justiça.

Eros Grau foi contratado pela família do ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos (morto em 2014), a quem Palocci acusa de tê-lo subornado.

No ano passado, o ex-ministro da Fazenda afirmou à Polícia Federal em sua colaboração premiada que, em 2010, Thomaz Bastos lhe pagou propina de R$ 1,5 milhão para que ajudasse a enterrar a Operação Castelo de Areia, que investigava a empreiteira Camargo Corrêa por supostos crimes financeiros e de lavagem de dinheiro.

Thomaz Bastos era advogado da construtora e teria acionado Palocci para atuar junto à cúpula do PT, que então estava no governo federal, e ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) para que as investigações contra a empresa fossem suspensas.

Em 2011, a corte acatou o pedido e o caso foi arquivado.

Palocci apresentou como prova do suposto suborno um contrato de consultoria financeira assinado com o escritório do advogado em 1º de dezembro de 2009. Segundo ele, a papelada era fictícia e servia apenas para acobertar o pagamento da propina.

O documento, no entanto, já tinha sido usado pelo próprio ex-petista para se defender em uma outra investigação, aberta em 2011, que investigava as consultorias que prestava para empresários.

Na época, Palocci era ministro da Casa Civil do governo da então presidente Dilma Rousseff e teve que explicar por que recebeu R$ 20 milhões de companhias por meio de sua empresa, a Projeto.

Palocci apresentou então ao Ministério Público Federal o mesmo contrato firmado com Márcio Thomaz Bastos para justificar um dos pagamentos que recebeu.

Segundo sua defesa afirmou às autoridades, o documento correspondia a uma consultoria prestada para a fusão do Pão de Açúcar com as Casas Bahia. Márcio Thomaz Bastos advogava para as empresas e teria contratado Palocci para auxiliá-las.

Ou seja, o ex-ministro da Fazenda teria usado o mesmo documento para contar uma história ao Ministério Público Federal, em 2011, e outra à Justiça sete anos depois.

O escritório de Eros Grau sustenta que a primeira justificativa, de 2011, é a verdadeira. E diz ter apresentado planilhas do computador de Thomaz Bastos, além do livro-caixa de seu escritório, como prova. Neles aparecem pagamentos feitos pelo Pão de Açúcar ao advogado e que teriam sido repassados a Palocci.

Em 2011, o próprio Grupo Pão de Açúcar apresentou ao Ministério Público Federal uma declaração oficial afirmando que o escritório de Thomaz Bastos de fato prestava serviços para viabilizar a fusão com as Casas Bahia e que ele havia contratado a consultoria de Palocci para ajudar no negócio.

As afirmações de Antonio Palocci em sua delação são inverídicas e consubstanciam fraude processual afrontosa à honra de Márcio Thomaz Bastos, diz Eros Grau na petição apresentada à 6ª Vara Federal Criminal.

A defesa de Antonio Palocci não nega que o contrato apresentado em 2011 ao Ministério Público Federal seja o mesmo que agora reapareceu na delação premiada de 2018.

Afirma, no entanto, que, oito anos atrás, o ex-ministro da Fazenda não revelou às autoridades qual era o verdadeiro escopo do contrato porque não estava colaborando com a Justiça nem tinha o compromisso de dizer a verdade.

O contexto seria outro em 2018, quando ele depôs como delator. Nesta condição, confrontado com documentos e provas apresentados pelas autoridades, ele detalhou o que era lícito e o que era ilícito nessas tratativas, afirma o advogado Tracy Reinaldet.

Segundo a nova versão de Palocci, o contrato de R$ 1,5 milhão foi feito de fato para justificar o pagamento da propina pela atuação no caso da Camargo Corrêa.

Outros valores que recebeu de Thomaz Bastos, que segundo ele chegam a cerca de R$ 4 milhões, corresponderiam à consultoria prestada ao Grupo Pão de Açúcar.

A família de Thomaz Bastos pede a revogação imediata da quebra do sigilo bancário e fiscal do advogado, que foi determinada pela Justiça na semana passada. E solicita que o Ministério Público Federal analise os novos documentos apresentados à Justiça.

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Fachin negou pedidos de prisão de Raupp, Dilma e Mantega

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A PF também queria a prisão temporária do ex-senador Eunício Oliveira

O ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin negou um pedido da Polícia Federal para prender o ex-senador de Rondônia, Valdir Raupp, a ex-presidente Dilma Rousseff e o ex-ministro da Economia Guido Mantega, na operação deflagrada hoje para coletar provas de suposta corrupção e lavagem, por parte de senadores do MDB, que teriam recebido da JBS mais de R$ 40 milhões para apoiar a reeleição da petista, em 2014.

A PF também queria a prisão temporária do ex-senador Eunício Oliveira.

Fachin negou os pedidos por recomendação da PGR, para quem não havia evidências de que “em liberdade, os investigados possam atrapalhar a execução das medidas de busca e apreensão”.

“A pretensão de restrição da liberdade de locomoção dos investigados não se encontra provida da indicação de concretas condutas atentatórias às apurações que evidenciem a necessidade da medida extrema”, escreveu o ministro.

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Lava Jato rejeitou delação que prenderia Temer ‘as vésperas do afastamento de Dilma

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Conversas no Telegram mostram que procuradoria não viu interesse público nas acusações contra então vice em 2016. “Você acha que o Supremo ia me autorizar?”, se defende Janot

Duas semanas antes de Michel Temer assumir a presidência interinamente devido ao afastamento de Dilma Rousseff pelo processo de impeachment na Câmara em 17 abril de 2016, a Operação Lava Jato recebeu um “anexo-bomba” de uma delação premiada que, se aceito, poderia ter mudado os rumos da história recente do país. 

Conversas entre procuradores da Lava Jato no Telegram, obtidas pelo The Intercept e analisadas em conjunto com o EL PAÍS, permitem rastrear o momento exato em que a procuradoria teve em mãos informações que poderiam levar a uma investigação do então vice-presidente por suspeita de corrupção.

Na época, porém, os procuradores consideraram que as declarações não atendiam ao “interesse público” e não aceitaram a proposta de delação. Mas, três anos depois, essa mesma delação foi utilizada pela Lava Jato para uma ação penal contra Temer e para pedir a prisão preventiva dele, já na condição de ex-presidente.

A delação, rejeitada em abril 2016 com anuência do Procuradoria Geral, mas que deu suporte à prisão de Temer em março de 2019, foi feita pelo empresário José Antunes Sobrinho, sócio da construtora Engevix, que relatou um pagamento de propina para Temer. As conversas no chat “Acordos Engevix” no Telegram mostram que os procuradores de Curitiba, Rio e Brasília receberam a proposta de Antunes em 4 de abril de 2016. O menção a Temer, que viria a ser batizada de “anexo-bomba” mais tarde, dizia que Antunes fez um pagamento de 1 milhão de reais para atender a interesses de Temer, como compensação por um contrato na usina nuclear Angra 3, da estatal de energia Eletronuclear.

O pagamento, segundo Antunes, foi entregue a um amigo do ex-presidente, o coronel João Baptista Lima Filho, o coronel Lima. O dinheiro não saiu direto dos cofres da Engevix para Temer, mas de uma companhia prestadora de serviço do Aeroporto de Brasília, que era controlado pela Engevix. A empresa em questão era a Alúmi. O relato não convenceu os procuradores.

No dia seguinte, 5 de abril de 2016,  eles comunicaram aos advogados de Antunes que as negociações da delação estavam encerradas. “Pessoal de BSB e Lauro, o Antunes apresentou, neste momento, mais 2 anexos. Eles estão forçando a barra aqui. Informo que a opinião de CWB é contrária ao acordo”, afirmou o procurador Athayde Ribeiro, da força-tarefa de Curitiba no dia 5 de abril de 2016. Em resposta, o procurador Lauro Coelho, da então incipiente força-tarefa do Rio de Janeiro, respondeu apenas: “Ciente do teor”.]

LEIA A REPORTAGEM COMPLETA NO EL PAÍS

Aloysio Nunes afirma que Moro e Lava Jato manipularam impeachment de Dilma

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“Não é possível, em um processo judicial, em um país civilizado, um juiz e os procuradores se comportarem da forma como se comportaram”, afirmou o ex-chanceler de Temer

O ex-senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), um dos grandes defensores do afastamento da então presidenta Dilma Rousseff, em 2016, agora considera que houve uma “manipulação política do impeachment” pela força-tarefa da Lava Jato em Curitiba e pelo ex-juiz Sergio Moro, atual ministro do governo Jair Bolsonaro (PSL).

Em entrevista para a Folha publicada nesta sexta-feira (27), Aloysio, que com o impeachment se tornou ministro das Relações Exteriores do governo Michel Temer (MDB), afirma que isso ficou provado após a divulgação de mensagens trocadas entre procuradores da operação, obtidas pelo site The Intercept Brasil por meio de fonte anônima e também analisadas por outros veículos, entre eles a Folha.

“Não é possível, em um processo judicial, em um país civilizado, um juiz e os procuradores se comportarem da forma como se comportaram. Processo judicial exige um juiz independente, imparcial, que dê iguais oportunidades tanto à defesa quanto ao Estado provarem seus argumentos.”

Aloysio Nunes Ferreira. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Ele afirma também que a divulgação do telefonema entre a então presidente Dilma e o ex-presidente Lula em 2016, que resultou em decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que barrou a posse de Lula como chefe da Casa Civil do governo, impediu o governo petista de recompor sua base e barrar o impeachment.

“Lula, que dizem que foi um governo socialista, governou com a direita. Teria rapidamente condições de segurar a base política. Porque o impeachment é um processo jurídico —crime de responsabilidade—, e político. Ele, pelo menos em relação à questão política, talvez tivesse condição de recompor. Foi exatamente por isso que eles procuraram barrar, como conseguiram, a posse de Lula.”

Aloysio afirmou ainda que “eles manipularam o impeachment, venderam peixe podre para o Supremo Tribunal Federal. Isso é muito grave”.

“Jamais apoiei ou fiz empenho pelo golpe”, diz Temer sobre impeachment de Dilma

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Ex-presidente concedeu entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura

Em entrevista ao programa Roda Viva nesta segunda-feira (16), o ex-presidente Michel Temer negou que tenha se empenhado para dar um golpe durante o processo que levou ao afastamento da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

“O pessoal dizia ‘o Temer é golpista’ e que eu teria apoiado o golpe. Diferente disso, eu jamais apoiei ou fiz empenho pelo golpe”, disse Temer . Aliados de Dilma se referem ao impeachment como um golpe, sendo que Temer também foi criticado por supostamente ter atuado contra a presidente.

“Não imaginava que viraria presidente por essas vias”, disse Temer, que em seguida foi questionado pelo jornalista Ricardo Noblat se “não havia conspirado nem um pouquinho?”. O ex-presidente reiterou que não.

Temer também disse acreditar que, se Lula fosse nomeado ministro da Casa Civil de Dilma em 2015, o impeachment poderia não ter acontecido. A nomeação de Lula foi barrada pelo Supremo Tribunal Federal ( STF ) após o então juiz Sergio Moro divulgar uma ligação entre o petista e Dilma. No telefonema, Lula e Dilma tratavam sobre o termo de posse para o cargo.

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“Ele (Lula) tinha bom contato com o Congresso “, afirmou Temer.

Ao analisar o cenário político e a chegada do presidente Bolsonaro ao poder, Temer disse que não vê correlação com o impeachment de Dilma: “no Brasil, de tempos em tempos as pessoas querem mudar tudo. Foi assim na eleição do Lula. Eu não faço exatamente essa conexão (entre o afastamento de Dilma e ascenção de Bolsonaro)”.

Ao ser questionado sobre sua avaliação a respeito do governo Bolsonaro, Temer respondeu com um autoelogio: “o  governo Bolsonaro tem um ponto positivo. Esse ponto positivo, modéstia de lado, é porque ele está dando sequência a tudo aquilo que eu fiz – disse o emedebista, ao lembrar das reformas aprovadas pelo seu governo, como o projeto do teto de gastos e a reforma trabalhista”.

CLIQUE AQUI para assistir a entrevista na íntegra

Ele evitou fazer críticas contra o governo. Ao comentar sobre o comportamento de Bolsonaro no Planalto, que costuma adotar um tom informal nas declarações e tem sido criticado por não ter apreço com a liturgia do cargo, Temer se limitou a dizer que “cada um tem seu estilo”. Para ele, os embates protagonizados por Bolsonaro não devem tirar a confiança de investidores estrangeiros no país.

“O estilo é de conciliação. Eu jamais disse palavras agressivas em relação às pessoas. O estilo do presidente Bolsonaro é mais de confronto. Se o empresário perceber que a economia está decolando, ele aplica o dinheiro independente do estilo do governo”, afirmou.

Temer também avaliou que não há risco de autoritarismo a partir da gestão Bolsonaro: “por mais que se fale ‘podemos caminhar para o autoritarismo’, acho difícil chegar nisso”.

Temer também comentou sobre os processos que responde na Justiça e sobre possíveis abusos na decretação de sua prisão, recentemente. Ele disse que no Brasil “não há mais a tendência de cumprir rigorosamente os textos legais”.

“É possível pode decretar a prisão de alguém, quando se investiga e o Ministério Público denuncia. E só depois de o juiz receber a denúncia é que se ouve o acusado. No meu caso, não se fez nada disso”, disse o ex-presidente. “Se isso acontece comigo, você pode imaginar o que acontece com o cidadão comum”.

Réu num processo em São Paulo sob a acusação de lavar dinheiro de propina da JBS e Odebrecht por meio da reforma da casa de uma de suas filhas, Maristela Temer, o ex-presidente demonstrou irritação ao ser questionado sobre o caso.

Ele negou que o coronel João Batista Lima Filho , seu antigo amigo e também réu na ação penal, tenha pago pela reforma. Disse ainda que sua filha vai esclarecer o caso à polícia: “o Lima não pagou por nada. Depois que tentaram me derrubar do governo e não conseguiram, tentam me quebrar psicologicamente envolvendo minha filha”.

Preso em Bangu 8, Eduardo Cunha escreverá livro sobre impeachment de Dilma

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Ex-presidente da Câmara começou a produzir textos antes de ir para a cadeia, em 2016

Prestes a completar dois meses preso em Bangu 8, o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB) retornará com o projeto que começou antes de ir para a cadeia, em Curitiba: quer lançar um livro sobre os bastidores do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

Ele foi o personagem principal na articulação para o afastamento da petista. Não é uma autobiografia dele. A ideia é contar como transcorreram todas as negociações no Congresso durante o processo. E mais: Cunha, alvo da Lava Jato, citará nomes de políticos que o ajudou. O ex-deputado foi para a prisão em outubro de 2016. 

A família de Eduardo Cunha ainda avalia como será a produção do livro. A contratação de um jornalista como ‘ghost writer’ (termo em inglês usado a quem não recebem o crédito da autoria) não está descartada.

O ex-deputado parou de escrever porque foi preso. Cunha cumpre pena de 14 anos e seis meses por pagamento de propina na compra de um campo petrolífero pela Petrobrás.

Foi condenado também, em primeira instância, a 24 anos e dez meses de reclusão por desvio de recursos do Fundo de Investimentos do FGTS. 

O Dia

Mãe da ex-presidente Dilma morre aos 95 anos em BH

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Morreu na manhã deste sábado Dilma Jane da Silva, a mãe da ex-presidente Dilma Rousseff, aos 95 anos. A mãe da presidente deposta estava em Belo Horizonte e enfrentava uma série de problemas de saúde, que incluíam uma embolia pulmonar e um AVC isquêmico. A petista está em Londres e chegará em Minas Gerais na manhã deste domingo para o velório.

Dilma Jane deixa as filhas Dilma Rousseff, Zana Lúcia Rousseff, o filho Igor Rousseff e a neta Paula Rousseff. Ela chegou a morar com a ex-presidente no Palácio da Alvorada durante o primeiro mandato da filha.

Após a confirmação da morte, a ex-presidente recebeu a solidariedade de vários políticos nas redes sociais.

Netflix lança trailer de documentário sobre impeachment de Dilma; assista

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“Democracia em Vertigem” é uma produção nacional e explora o período de crise da democracia no Brasil, que culminou na polarização do país

Netflix divulgou, nesta quarta-feira (5), o trailer do documentário “Democracia em Vertigem”, produção original brasileira que estreia globalmente em 19 de junho.

Dirigido por Petra Costa, responsável por “Elena”, a narrativa explora um período de crise da democracia no Brasil, que culminou na polarização do país.

Relatos da cineasta misturam-se com momentos da história dos ex-presidentes Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva, além do atual governo de Jair Bolsonaro.

Assista ao trailer de “Democracia em Vertigem”:

Dr. Bumbum oferecia procedimentos estéticos no Palácio do Planalto

Médico preso na semana passada estava trabalhando no Exército, em Brasília, quando foi designado para prestar serviços na Coordenação de Saúde da Presidência da República

O médico Denis César Barros Furtado, o Dr Bumbum, trabalhou no Palácio do Planalto durante o governo da ex-presidente petista Dilma Rousseff, em 2012. A passagem pelo Planalto foi rápida, cerca de três meses, mas neste período ele já costumava falar de sua especialidade e oferecer realização de procedimentos estéticos a quem foi atendido, criando queixas entre pacientes, conforme apurou o Estado.

O Planalto confirma que Furtado trabalhou na Presidência da República, mas “não integrou o quadro” da Coordenação de Saúde. Durante o período que esteve servindo no local, ainda de acordo com informações obtidas pela reportagem, ele não teria atendido a ex-presidente Dilma ou seus parentes.

A assessoria não informou, no entanto, se chegou a ser instaurada alguma investigação para apurar o comportamento do médico. De acordo com dois servidores, a insistência do médico em falar sobre questões estéticas e principalmente em fazer exames mais detalhados nas pacientes causou estranheza.

Furtado foi preso na quinta-feira da semana passada, juntamente com a mãe, Maria de Fátima Barros. Ele é investigado pela morte de uma de suas pacientes, a bancária Lilian Calixto, de 46 anos, após um procedimento estético de preenchimento dos glúteos, realizado em seu apartamento, no Rio.

O “Dr Bumbum” estava trabalhando como médico temporário no Exército, em Brasília, quando foi designado para prestar serviços na Coordenação de Saúde da Presidência da República. Na época, havia carência de médicos para atender os servidores e seus familiares e ele, apesar de ser temporário e não de carreira, foi reforçar o quadro. Furtado foi designado para trabalhar no pronto-atendimento do serviço médico do Planalto. Ele acabou devolvido ao Exército, sem que houvesse prorrogação do seu prazo de permanência na Presidência.

Outro caso. Furtado trabalhou também no Hospital Militar de Área de Brasília (HMAB). Por causa de queixas sobre seu comportamento, não teve o contrato prorrogado. Como temporário, ele poderia ter ficado no Exército por pelo menos mais três anos.

Segundo o Centro de Comunicação Social do Exército, Furtado é “ex-militar temporário, ingressou no Exército em 23 de junho de 2008 e foi licenciado por término de prorrogação de tempo de serviço em 31 de agosto de 2013”. Ainda conforme o Exército “a partir daquela data, foram encerrados todos os vínculos com o Exército Brasileiro, passando para reserva não remunerada”.

Quando era do serviço ativo do Exército, o Dr Bumbum, além do Hospital Militar, serviu no Hospital das Forças Armadas e no Posto Médico da Prefeitura Militar de Brasília.

No Rio, mais uma morte sob suspeita

Além do caso de Lilian Calixto, paciente do Dr. Bumbum, e da modelo Mayara Santos, a polícia apura uma terceira morte em oito dias envolvendo procedimentos estéticos. Adriana Ferreira, professora de 41 anos, morreu no dia 23, uma semana após implantar gordura nos glúteos com a médica Geysa Corrêa em uma clínica de Niterói. A defesa de Geysa nega ligação entre a morte e o implante.

Fonte: O Estado de S. Paulo