Temer diz que país deve progredir para em 20 anos não precisar mais do Bolsa Família

Para o presidente, o programa social é ‘útil no momento’, mas não deve ser ‘eterno’. Ele discursou em São Paulo durante evento do setor de supermercados

O presidente Michel Temer afirmou nesta segunda-feira (7) que o programa Bolsa Família é “útil”, porém não deve ser “eterno”. Segundo o presidente, se o Brasil prosperar, “quem sabe” o programa social não seja necessário daqui a 20 anos.

Temer deu a declaração durante evento do setor de supermercados em São Paulo. Na oportunidade, ele pediu aos empresários do ramo que ofereçam emprego a filhos de lares beneficiários do Bolsa Família, como uma iniciativa do programa do governo federal chamado Progredir.

Lançado em 2017, o Progredir tem o objetivo de elevar a renda das famílias para que elas possam deixar o Bolsa Família. A ação oferece cursos de qualificação profissional, ajuda na seleção de oportunidades de trabalho e disponibiliza microcrédito para famílias de baixa renda, inscritas no Cadastro Único dos programas sociais do governo federal.

“Esse Progredir tem como base a seguinte convicção, a seguinte ideia: o Bolsa Família é útil nesse momento, mas evidentemente que não há de ser eterno. Quem sabe o Brasil prospera de uma tal maneira, que daqui a 20 anos você não precise mais do Bolsa Família. Mas para isso é preciso progredir”, disse Temer.

O presidente ainda declarou que vai pedir ao ministro do Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame, para procurar os empresários e viabilizar a oferta de trabalho aos beneficiários do Bolsa Família.

“Vou pedir exatamente que entrem em contato para que contratem os filhos das famílias do Bolsa Família, porque eles começam a trabalhar e, aqui eu estou dando uma coisa de natureza social para os supermercados, porque os senhores vão colaborar para a redenção daqueles que têm mais dificuldades econômicas no nosso país”, disse o presidente

Resultados na economia
Temer voltou a listar medidas adotadas em seu governo que, segundo ele, geraram resultados positivos na economia e modernizaram o país. O presidente citou o teto os gastos públicos e a reforma do Ensino Médio.

Ele também comemorou a queda da inflação e da taxa de juros que, segundo o presidente, judam na valorização dos salários dos trabalhadores e permitem que os empresários não aumentem os preços de seus produtos.

“Isso chega não só as camadas mais prestigiadas do povo, mas também às classes mais vulneráveis”, disse.,

Fonte: g1

Tiririca se diz ‘envergonhado’ e renuncia ao cargo de deputado; veja vídeo

Parlamentar mais bem votado nas eleições de 2010, Francisco Everaldo Oliveira Silva, o Tiririca (PR-SP), anunciou, na tarde desta quarta-feira (6), que renuncia ao seu mandato de deputado federal.

“Eu subo nessa tribuna pela primeira vez e pela última vez. Não por morte, mas porque estou abandonando a vida pública”, anunciou. “E eu tô saindo triste para caramba, muito chateado mesmo”, continou Tiririca .

Em seu único discurso feito no parlamento, o deputado que está em seu sétimo ano consecutivo de mandato afirmou que sente vergonha da Casa.

“Seria hipócrita se eu não falasse realmente que estou decepcionado. Decepcionado com a política brasileira, decepcionado com muitos de vocês, muitos”, afirmou. “Saio totalmente com vergonha. Não são todos, mas eu queria que vocês tivessem um olhar pelo nosso país, pela nossa saúde.”


“Vamos esquecer um pouco as brigas, vamos esquecer um pouco o ego. E vamos olhar para o nosso povo. O povo que eu falo é a aquele povo que necessita de saúde e eu tenho certeza que nenhum de vocês passaram por isso. A gente sabe que todos nós ganhamos bem para trabalhar, nem todos trabalham”, disse.

A posição do deputado estava bem clara nos último tempos. Ele chegou a criticar o Congresso Nacional em algumas entrevistas e já tinha mencionado que deixaria a vida pública.

Palhaço só do lado de fora

Apesar de ser palhaço de circo, o deputado levava a sério a vida política . Era um dos que mais compareciam e participavam das votações, apesar de nunca ter feito um discurso na Casa.

“Nunca brinquei aqui dentro. Votei de acordo com o povo”, ressaltou. “Não fiz muita coisa, mas pelo menos fiz o que eu sou pago para fazer”.

Em suas campanhas, Tiririca brincava com o slogan “pior que tá não fica” (Reprodução)

Em seu primeiro e último discurso, o deputado disse que não sente vergonha de andar na rua “como muitos têm, porque para o povo, a política é uma vergonha “.

Por fim, ressaltou os votos recebidos, sua forma de fazer campanha e fez um último apelo: “todas as minhas duas votações foram mais de um milhão de votos sem falar. Brincando e falando a verdade na brincadeira. Vamos olhar pelo nosso povo e pelo nosso País. Obrigado”.

Fonte: ig

 

Discurso de Temer vai parar em site pornográfico e gera polêmica na web

Um discurso do presidente Michel Temer foi adicionado em um site de conteúdo pornográfico e está causando polêmica na internet. O vídeo foi revelado pelo perfil do Twitter identificado como @bythwangel, que resolveu divulgar sua descoberta com todos os seus seguidores na rede social no último domingo (5).

O vídeo, que ainda está disponível no site de conteúdo adulto Xvídeos , contém apenas o discurso de Temer em maio deste ano, após a divulgação dos áudios de Josley Batista. Na época, o presidente foi citado em uma conversa entre Batista e o senador Aécio Neves em trechos como:

” Joesley — Já andaram batendo no Eunício aí, né? Já andaram batendo nas coisas do Eunício, negócio da empresa dele, não sei o quê.

Aécio — Ontem até… Eu voltei com o Michel ontem, só eu e o Michel, pra saber também se o cara vai bancar, entendeu? Diz que banca, porque tem que sancionar essa merda, imagina bota cara.

[…]

Joesley — Esse é bom?

Aécio — Tá na cadeira (…). O ministro é um bosta de um caralho, que não dá um alô, peba, está passando mal de saúde pede pra sair. Michel tá doido. Veio só eu e ele ontem de São Paulo, mandou um cara lá no Osmar Serraglio, porque ele errou de novo de nomear essa porra desse (…). Porque aí mexia na PF.”

Em seguida, o presidente fez um pronunciamento oficial para anunciar que não renunciaria ao cargo. Meses depois, o discurso em questão foi adicionado ao site pornográfico.

Caso semelhante nos EUA

Esta, porém, não foi a primeira vez que vídeos de presidentes foram adicionados a sites do gênero. Donald Trump, líder dos Estados Unidos, também já foi vítima da mesma situação, como revelou o usuário @GohanaGames durante a repercussão do caso brasileiro.

O caso de Michel Temer fez muito sucesso no Twitter e, até agora, conta com mais de dez mil retuítes e cerca de 12 mil curtidas, além de quase 150 comentários com reações as mais diversas e alguns questionamentos. Uma questão levantada, por exemplo, foi como o perfil conseguiu descobrir a presença deste material no site.

Fonte: Ig.com

 

“Sei que tô lascado”, diz Lula sobre investigações contra ele

Em discurso com tom eleitoreiro, nesta segunda-feira (9/10), durante seminário sobre educação pública em Brasília, o ex-presidente Lula comentou sobre as ações judiciais que se amontoam contra ele: “Eu sei que tô lascado, todo dia tem um processo”, disse. Ele classificou as acusações como “mentiras”.

Lula afirmou não esperar ser absolvido pelo juiz Sérgio Moro, mas deseja um pedido de desculpas. “Eu não quero nem que o Moro me absolva, eu só quero que ele peça desculpa. Eles estão mexendo com uma pessoa que tem como legado respeitar as pessoas, eu sempre respeitei os de baixo e os de cima”, destacou o ex-presidente. “Agora, não tenho medo, e não posso aceitar as mentiras que a Polícia Federal contou a meu respeito, não posso aceitar as mentiras que o Ministério Público contou e não posso aceitar o juiz Moro ter aceito as mentiras e ter feito o julgamento que fez”, prosseguiu.

Meirelles cochila enquanto Temer discursa na Cúpula do Mercosul; veja vídeo

Meirelles cochila enquanto Temer discursa na Cúpula do Mercosul; veja vídeo

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, dormiu nesta sexta-feira (21) durante parte do discurso do presidente Michel Temer na 50ª Cúpula do Mercosul, em Mendoza, na Argentina.

Sentado ao lado do presidente, à esquerda, o ministro cochilou várias vezes enquanto Temer falava. Em alguns momentos, o sono fazia Meirelles pender a cabeça. Em outros, o ministro bocejava e levava uma xícara à boca.

Temer viajou no fim da tarde desta quinta-feira (20) para a cidade argentina, que recebe o encontro dos chefes de Estado do bloco sul-americano, formado por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.

No discurso feito na reunião do bloco, Temer defendeu o resgate e o fortalecimento do Mercosul e afirmou que acompanha com “grande preocupação” a situação da Venezuela.

Fonte: g1.com

Judiciário e Ministério Público não podem fazer política, afirma Gilmar Mendes

Os atores da Justiça brasileira não podem tomar o lugar dos agentes políticos, sob pena de o Brasil se tornar um estado policial, onde o estado judicial corre risco de ser apenas um eufemismo. A afirmação é do ministro Gilmar Mendes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral e membro do Supremo Tribunal Federal, no lançamento da 11ª edição do Anuário da Justiça.

Em seu discurso, ele citou Montesquieu para chamar atenção aos excessos eventualmente cometidos por juízes e promotores. “Todo aquele que detém poder tende a dele abusar. Se isso é verdade com relação aos políticos brasileiros, infelizmente parece que esse fenômeno também se verificou em membros do judiciário e do Ministério Público”, ressaltou.

O sucesso do combate à corrupção, sustentou, também passa pela “estrita observância à ordem jurídica”. “Assim, combatamos os malfeitos sempre com o rigor da lei. Mas os operadores do direito devemos nos autoconter para não ultrapassarmos os ditames legais e constitucionais”, ressaltou.

Em um país imerso “em assombrosa conturbação”, cresce em importância o Anuário. “Nessa quadra, portanto, sobressai a relevância do serviço que o Anuário presta não somente à comunidade jurídica como um todo, mas também e, especialmente, à sociedade brasileira, que pode contar com um instrumento de transparência sobre a realidade do Poder Judiciário e de construção de uma memória da jurisprudência.”

Para ele, o Judiciário e o MP são espécies de árbitros do processo político, mas não devem substituir os jogadores principais”.

Leia o discurso:

É uma grande satisfação celebrar nesta noite mais uma edição do Anuário da Justiça, publicação que tem se destacado no cenário nacional pelo esmero e qualidade no fornecimento de dados e informações sobre o judiciário brasileiro.

O olhar retrospectivo e minucioso que nos fornece o Anuário sobre o trabalho do sistema de justiça é como um espelho a revelar nossa realidade político-institucional, trazendo à reflexão questões essenciais para a compreensão do tempo que vivemos.

E o Brasil de hoje, como se sabe, é um país imerso em assombrosa conturbação, em que o necessário e almejado combate à corrupção tem sido alçado ao centro da cena político-jurídica nacional.

Sem dúvida vivemos um marco histórico no Brasil. Os avanços e conquistas no combate à corrupção são inegáveis e devem ser aplaudidos. E não tenham dúvida: sempre que a atuação nesse sentido se pautar no rigor e na firmeza que a lei exige, meu apoio será irrestrito.

Conforme clássico ensinamento de Montesquieu, todo aquele que detém poder tende a dele abusar. Se isso é verdade com relação aos políticos brasileiros, infelizmente parece que esse fenômeno também se verificou entre membros do Judiciário e do Ministério Público.

Para além disso, é preciso ressaltar que, por mais importante que o combate à corrupção seja, ele não pode instituir-se como único projeto da sociedade, sob pena de paralisarmos o país, o funcionamento da Administração e a implementação de suas políticas públicas.

É preciso, sim, que Judiciário – e todos os atores do sistema de justiça – atuem com firmeza dentro de suas competências, mas sem jamais buscar influenciar ou tomar o lugar dos agentes políticos.

O Judiciário e o Ministério Público, portanto, são espécies de árbitros do processo político, mas não devem substituir os jogadores principais.

Se permitirmos essa inversão de papéis, tangenciaremos a transformação do país em um estado policial, do qual o estado judicial pode ser apenas um eufemismo.

O que a Constituição de 88 exige de nós é que nos esforcemos, todo e a cada dia, para garantir a prevalência e a continuidade de um Estado de Direito, caracterizado essencialmente pela submissão de todos à lei. E aqui quero frisar: especialmente dos agentes e das instituições responsáveis pela persecução penal.

Talvez seja preciso humildade para reconhecermos que, sim, é necessário haver uma depuração da política nacional, mas também que não há caminho fora da política. E não se faz política sem políticos. Por mais indignados que estejamos, cumpre aos homens públicos sérios deste país fazer o sacrifício de pedagogia institucional para dizer isso claramente: a democracia não pode ser exercida sem partidos e sem políticos.

Como membro do Poder Judiciário, faço uma autocrítica e um alerta: o juiz é, também e essencialmente, um órgão de controle que tem por sua responsabilidade evitar excessos, preservando a legalidade e a juridicidade das medidas adotadas sob sua guarda.

As garantias da magistratura existem para que este controle possa ser exercido sem que o juiz se converta em mero chancelador de requerimentos da acusação ou da defesa, bem como para que não se transforme em esbirro da política.

Assim, combatamos os malfeitos sempre com o rigor da lei. Mas os operadores do direito devemos nos autoconter para não ultrapassarmos os ditames legais e constitucionais, bem como para jamais torcermos os seus significados, a fim de atingir qualquer fim, por melhor que este nos pareça.

Investigações são evidentemente necessárias – assim como o combate à corrupção – mas, para seu sucesso e higidez, devem ser realizadas com estrita observância à ordem jurídica e, sobretudo, às regras do devido processo legal, que dão sentido e substância ao Estado de Direito.

É por isso que a independência do Judiciário é indicada em todo o mundo como um dos pilares essenciais do Estado de Direito. Perdendo essa capacidade de controle, o Judiciário perde também sua razão de ser.

Como servidores públicos que somos, é isso que devemos à sociedade brasileira.

Nessa quadra, portanto, sobressai a relevância do serviço que o Anuário presta não somente à comunidade jurídica como um todo, mas também e, especialmente, à sociedade brasileira, que pode contar com um instrumento de transparência sobre a realidade do Poder Judiciário e de construção de uma memória da jurisprudência.

Por tudo isso, quero apresentar nossos cumprimentos ao estimado Márcio Chaer e a toda sua equipe pelo primoroso trabalho, congratulando o ConJur, mais uma vez, pela iniciativa.

Nossos cumprimentos também à caríssima Celita Procópio, da FAAP, cujo apoio tem sido fundamental para a continuidade desta publicação.

Encerro agradecendo a honrosa presença de todos e reafirmando a nossa convicção da importância da contribuição que as reflexões trazidas pelo Anuário têm para o aperfeiçoamento da justiça brasileira.

Muito obrigado.

Fonte: conjur.com

‘Chamo as nações para pôr fim ao banho de sangue na Síria’, diz Trump após ataque; assista

Como funciona o processo de impeachment nos Estados Unidos

Presidente dos EUA disse em discurso que ‘é de vital interesse da segurança nacional dos Estados Unidos prevenir e dissuadir a propagação e o uso de armas químicas mortais’.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, discursou logo após o ataque americano a uma base militar síria e defendeu a ação, afirmando que “é de vital interesse da segurança nacional dos Estados Unidos prevenir e deter o uso de armas químicas mortais”.

Trump acusou Bashar al-Assad de ser o responsável pelo “terrível ataque de armas químicas contra civis inocentes”, que deixou mais de 80 mortos na Síria, disse que o país desrespeitou uma convenção da ONU sobre o assunto, justificou o ataque dizendo que as tentativas de negociação falharam e pediu o apoio de países aliados.

“Pedi a todas as nações civilizadas que se unissem a nós, buscando acabar com o massacre e o derramamento de sangue na Síria”, afirmou Trump. “Anos de tentativas anteriores de mudar o comportamento de Assad falharam, e falharam muito dramaticamente. Como resultado, a crise de refugiados continua a se aprofundar e a região continua a se desestabilizar, ameaçando os Estados Unidos e seus aliados.”

Trump confirmou que a ordem para os EUA lançarem 59 mísseis Tomahawk contra a base partiu dele e disse que o alvo foi o local de onde partiu o ataque químico de terça. “Não pode haver dúvida de que a Síria usou armas químicas proibidas, violou suas obrigações sob a convenção de armas químicas e ignorou a insistência do Conselho de Segurança da ONU.”

Leia a tradução do discurso na íntegra:

“Meus colegas americanos,

“Na terça-feira, o ditador sírio Bashar al-Assad lançou um terrível ataque de armas químicas contra civis inocentes. Usando um agente nervoso mortal, Assad sufocou a vida de homens, mulheres e crianças desamparadas. Foi uma morte lenta e brutal para tantos. Mesmo lindos bebês foram cruelmente assassinados neste ataque tão bárbaro.

“Nenhum filho de Deus deve jamais sofrer tal horror. Hoje à noite, eu ordenei um ataque militar direcionado a uma base aérea na Síria, de onde o ataque químico foi lançado. É de vital interesse da segurança nacional dos Estados Unidos prevenir e dissuadir a propagação e o uso de armas químicas mortais. É indiscutível que a Síria usou armas químicas proibidas, violou suas obrigações sob a convenção de armas químicas e ignorou a insistência do Conselho de Segurança da ONU.

“Anos de tentativas anteriores de mudar o comportamento de Assad falharam, e falharam muito dramaticamente. Como resultado, a crise de refugiados continua a se aprofundar e a região continua a se desestabilizar, ameaçando os Estados Unidos e seus aliados. Hoje à noite, pedi a todas as nações civilizadas que se unissem a nós, buscando acabar com o massacre e o derramamento de sangue na Síria, e também para acabar com o terrorismo de todos os tipos e de todos os modos.

“Pedimos a sabedoria de Deus ao enfrentar o desafio de nosso mundo tão perturbado. Rezamos pela vida dos feridos e pelas almas daqueles que morreram e esperamos que, enquanto a América defender a Justiça, a paz e a harmonia prevalecerão. Boa noite e Deus abençoe a América e o mundo inteiro.”

Assista ao discurso na íntegra (com tradução em português do jornalista Marcelo Lins):


Convoco todas as nações civilizadas para que se… por painelpolitico

Fonte: g1.com

Após gafe, Temer pede direitos iguais para mulheres

De acordo com assessores do TSE, a pauta da reunião é a reforma política.

Peemedebista disse que o atual governo não irá tolerar “preconceito e violência”.

Um dia após ter protagonizado gafes no Dia Internacional da Mulher, o presidente Michel Temer recorreu nesta quinta-feira (9) às redes sociais para defender direitos iguais “em casa e no trabalho”.

Em mensagem, o peemedebista disse que o atual governo não irá tolerar “preconceito e violência contra a mulher” que “fará de tudo para que mulheres ocupem cada vez mais espaço na sociedade”.

“Que as mulheres tenham direitos iguais em casa e no trabalho. Não vamos tolerar preconceito e violência contra a mulher”, disse.

Segundo a reportagem apurou, a mensagem é uma tentativa do presidente de amenizar as declarações feitas na quarta-feira (8). Em evento no Palácio do Planalto, na tentativa de reduzir as críticas sobre o pouco espaço ocupado por ministras na equipe governamental, o presidente disse que tem “convicção do quanto a mulher faz pela casa”.

Ele ressaltou ainda a importância da figura feminina para a formação dos filhos que, segundo ele, é “seguramente” de responsabilidade da mãe. As declarações foram avaliadas por membros de sua equipe como “infelizes” e geraram críticas nas redes sociais.

Para reduzir danos, um assessor presidencial aconselhou o presidente a reforçar a defesa da igualdade de direitos nas redes sociais. O peemedebista adotou procedimento semelhante em outra gafe cometida no inicio do ano, quando chamou o massacre de presos em Manaus de “acidente”.

Com a repercussão negativa, o presidente recorreu às redes sociais no mesmo dia para enumerar sinônimos de “acidente”, como “tragédia”, “perda” e “desastre”.

Com informações da Folhapress.

Hoje, juízes estão prescrevendo medicamentos mais do que médicos, diz Alckmin

Inquérito de queda de aeronave que matou filho de Alckmin é arquivado

O ministro antecipou algumas medidas do governo neste sentido, como a mudança no padrão da receita médica.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, fizeram nesta quarta-feira (8/2), duros discursos contra a “judicialização da saúde” e disseram que é preciso combater o excesso de medicamentos liberados pela Justiça e que não são contemplados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O ministro antecipou algumas medidas do governo neste sentido, como a mudança no padrão da receita médica. Já o governador cobrou mudanças e disse que atualmente os juízes prescrevem mais medicamentos que os próprios médicos.

“Com a judicialização, gastamos R$ 1,2 bilhão no ano passado, os juízes estão prescrevendo mais que os médicos”, disse Alckmin durante discurso no ato de assinatura de um convênio de R$ 54 milhões entre o Ministério da Saúde e o Instituo Butantan.

Para Alckmin, montou-se uma máquina judicial para tirar dinheiro público. Ele classificou a estrutura de médicos e laboratórios para pedir remédios via judicial como “criativa” e prejudicial para o sistema.

Para o ministro da Saúde, a judicialização da distribuição de remédios virou um “business”. “E nem sempre tem objetivo de resolver os problemas da pessoa que necessita de um atendimento especializado. Reconhecemos que há doenças raras, mas o que está no SUS é bastante suficiente”, disse.

Atualmente, 844 medicamentos estão na lista a ser oferecida pelo SUS. Em prescrições médicas com demanda de outros remédios, os pacientes tentam distribuição do governo pela via judicial.

Como medida, o ministro anunciou que o padrão de receituário médico será alterado. Se o médico receita um remédio que não está na lista da Relação de Medicamentos Essenciais (Rename), ele terá de explicar por que os medicamentos oferecidos pelo SUS não servem e ao final prescrever o medicamento que ele acha necessário.

“Nós aprovamos uma versão de modelo na Comissão Tripartite e o modelo está sendo finalizado”, disse. Ele também afirmou que um acordo já assinado com o Conselho Nacional da Justiça oferece aos juízes uma opinião médica sobre cada demanda de medicamento que seja criada nos tribunais. “Com isso, esperamos que possamos reduzir o número de decisões que no ano passada custaram R$ 7 bilhões aos cofres dos municípios, Estados e União.”

Contra impopularidade, Temer considera discurso em cadeia nacional

Contra impopularidade, Temer considera discurso em cadeia nacional

No texto, presidente daria a sua versão sobre a própria administração

Na tentativa de reverter a queda nos índices de popularidade, o presidente Michel Temer discute fazer um pronunciamento público no final deste ano em cadeia nacional de rádio e televisão.

O objetivo da iniciativa é fazer um resumo dos sete meses em que esteve à frente do Palácio do Planalto e, como definiu um assessor presidencial, dar a versão do presidente sobre a sua própria administração.

Em conversas reservadas, o peemedebista tem se incomodado com a cobertura dos veículos de imprensa sobre propostas como o teto de gastos públicos e a reforma previdenciária, apontada como um dos motivos da baixa aprovação.

No discurso que tem sido elaborado no Planalto, o presidente ressaltaria a importância das medidas de ajuste fiscal para equilibrar as contas do país e retomar a geração de emprego em médio prazo.

Ele também faria questão de lembrar que pegou uma “herança maldita” do governo anterior e que, pelo tempo que está à frente da administração federal, não haveria como solucionar em curto prazo os problemas do país.

A ideia de convocar a cadeia nacional também tem sido defendida ao presidente por integrantes da base aliada, em uma tentativa de criar um discurso público único em defesa da aprovação da reforma previdenciária.

No Palácio do Planalto, contudo, há assessores e auxiliares presidenciais contrários a um pronunciamento público. Na avaliação deles, ele apenas estimularia protestos contra o governo federal, entre eles “panelaços” e “buzinaços” durante a transmissão do discurso.

A última pesquisa Datafolha, divulgada na semana passada, mostrou que a popularidade do presidente despencou desde julho, acompanhada da queda na confiança na economia a níveis pré-impeachment de Dilma Rousseff.

O levantamento foi feito antes da revelação de delação premiada de um ex-executivo da Odebrecht, na qual o presidente é citado 43 vezes.PSDB

Na manhã desta segunda-feira (19), o presidente recebeu o senador Aécio Neves (PSDB-MG) no Palácio do Planalto. No encontro, o tucano reafirmou o apoio do partido ao governo federal, mesmo diante da resistência do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB).

Na conversa, o peemedebista também garantiu ao tucano que pretende indicar o deputado federal Antônio Imbassahy (PSDB-BA) para a Secretaria de Governo, mas apenas após a eleição do novo presidente da Câmara dos Deputados, em fevereiro.

A nomeação deve ser feita no rastro de uma minirreforma ministerial programada pelo presidente para o ano que vem, que deve envolver pastas como Saúde, Trabalho, Meio Ambiente e Planejamento.

Fonte: noticiasaominuto