Policial militar de 50 anos é 5ª morte por coronavírus no DF; número de casos chega a 400

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Informações foram confirmadas pela Secretaria de Saúde. Segundo pasta, taxa de letalidade na capital é de 1,25%

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal confirmou, nesta quinta-feira (2), a quinta morte pelo novo coronavírus na capital. Trata-se de um policial militar de 50 anos, que estava internado desde 26 de março no Hospital Maria Auxiliadora.

O óbito também já havia sido confirmado pela unidade de saúde e pela família da vítima. No início da noite desta quinta, a pasta também informou que havia registrado 400 casos de infecção pelo novo coronavírus. São 23 a mais que o total contabilizado até o início da tarde.

Ainda de acordo com a secretaria, a taxa de letalidade – proporção de óbitos em relação ao total de casos confirmados – da Covid-19 na capital é de 1,25%. A faixa etária mais atingida é a de pessoas com mais de 80 anos.

Cinco mortes

O policial militar morto pela Covid-19 era primeiro sargento e atuava no 11º Batalhão da PM, em Samambaia. Ele foi internado no hospital particular apresentando febre e insuficiência respiratória. Uma semana depois, não resistiu.

A Secretaria de Saúde não informou se o PM possuía outras doenças relacionadas que agravaram o quadro. Nas outras quatro mortes registradas até então, esse era o caso. 

Coronavírus no DF

Segundo o boletim da Secretaria de Saúde, das 400 infecções registradas na capital, 60 são consideradas graves. Do total, 41 pacientes estão internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e 19 em enfermarias.

A maioria dos casos (54,5%) é composta por homens entre 30 e 49 anos. Veja tabela abaixo:

Casos de coronavírus no DF em 2 de abril — Foto: SES-DF/Reprodução

Casos de coronavírus no DF em 2 de abril — Foto: SES-DF/Reprodução

Já com relação às regiões administrativas, o Plano Piloto segue liderando o número de casos, com 116. Em segundo lugar aparece o Lago Sul, com 57, e Águas Claras, com 49. Quanto à incidência, a pior situação está no Lago Sul. São 188 casos a cada 100 mil habitantes.

Casos de coronavírus por região do DF, em 2 de abril — Foto: SES-DF/Reprodução
Casos de coronavírus por região do DF, em 2 de abril — Foto: SES-DF/Reprodução

Via G1

Plano Piloto lidera número de casos de coronavírus no DF e Águas Claras dobra registros

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Águas Claras dobrou o número de 16 para 32

Dados da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, desta segunda-feira (30), mostram que os casos de infecção por coronavírus na capital se concentram principalmente no Plano Piloto. Levantamento feito pelo G1/DF revela também que outras regiões administrativas, como Águas Claras, registram maior crescimento dos casos nos últimos cinco dias.

Até o fim da tarde desta segunda, o DF já contava com o total de 312 infectados pelo novo coronavírus. Destes, 285 já tiveram a região administrativa divulgada. Há duas mortes causadas pela doença na capital.

O primeiro boletim que revelou os registros da Covid-19 por região foi divulgado na última quinta-feira (26). Desde então, cinco dias depois, o local com aumento mais significativo dos casos foi Águas Claras, que dobrou o número de 16 para 32.

Aumento dos casos de coronavírus por região administrativa:

Registros de 26 a 30 de março

RegiãoDia 26Dia 30Casos a mais
Plano Piloto509040
Lago Sul365317
Águas Claras163216
Sudoeste/Octogonal193213
Guará10155
Lago Norte594
Vicente Pires363
Parkway363
Sobradinho I253
Jardim Botânico363
Samambaia242
Ceilândia132
Recanto Das Emas011
Núcleo Bandeirante121
Gama341
Santa Maria011
São Sebastião231

Fonte: Secretaria de Saúde do Distrito Federal

Há cinco regiões do DF que mantém o mesmo número de casos desde a primeira divulgação. São elas: Taguatinga, com 6 casos; além do Riacho Fundo I, Sobradinho II e Paranoá, com um caso cada uma.

As demais regiões não possuem casos registrados até o momento. No mais recente balanço, a Secretaria de Saúde não informou os dados de Planaltina. 

Mortes no DF

A Secretaria de Saúde do DF confirmou duas mortes por coronavírus. A primeira é Viviane Rocha de Luiz, de 61 anos, moradora de Brasília, que atuava como assessora técnica do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).

De acordo com a pasta, ela foi internada no Hospital Regional da Asa Norte (Hran) em 22 de março, depois de ser transferida de um hospital particular, apresentando febre, desconforto respiratório, e “com histórico de contato com paciente confirmado de Covid-19, que havia realizado viagem internacional”.

O segundo caso foi confirmado nesta segunda-feira (30), no Núcleo Bandeirante. Trata-se de Maurílio José de Almeida, de 77 anos. Ele tinha problemas no coração, doença respiratória crônica e um tumor.

No dia 27 de março, Maurílio foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Brasília. Ele morreu dois dias depois, no domingo (29). G1/DF

Paciente com coronavírus no DF está em estado grave e respira com ajuda de aparelhos

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Segundo Secretaria de Saúde do DF, mulher de 52 anos apresenta ‘síndrome respiratória aguda severa, em função de doença crônica preexistente’. Caso foi confirmado por contraprova na noite de sábado (7)

A mulher de 52 anos que testou positivo para o novo coronavírus no Distrito Federal está em estado grave e respira com a ajuda de aparelhos. A informação foi confirmada pela Secretaria de Saúde do DF (SES-DF) em boletim divulgado no início da tarde deste sábado (7).

Segundo a pasta, a paciente apresenta “síndrome respiratória aguda severa, em função de doença crônica preexistente”. Ela está isolada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional da Asa Norte (Hran), unidade de referência para casos suspeitos do vírus na capital.

Na noite de sábado, o Ministério da Saúde informou que a contraprova feita pelo Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, confirmou que a mulher foi infectada pelo coronavírus.

A pasta não informou qual é a doença preexistente que agravou o quadro de saúde da mulher. Segundo a secretaria, “a paciente está sob cuidados intensivos da equipe multidisciplinar, enquanto se aguarda resultado da contraprova das amostras encaminhadas para laboratório de referência, de acordo com as normas técnicas recomendadas pelo Ministério da Saúde”.

Em boletim divulgado na sexta-feira (6), o Ministério da Saúde afirmou que há 36 casos suspeitos do novo coronavírus no Distrito Federal. Outros 13 foram descartados.

O número total de suspeitas cresceu 80% em um dia. Até quinta-feira (5), eram 20 casos contabilizados pelo MS em Brasília. Via G1/DF

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Vídeo: Policiais em serviço são flagrados alcoolizados em bar do DF

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Segundo a Polícia Militar (PMDF), os policiais foram detidos e conduzidos para a Corregedoria-Geral da corporação, onde tiveram suas prisões cautelares decretadas

Após serem flagrados aparentemente alcoolizados durante o serviço, em um bar, no Paranoá, na noite de terça-feira (25/2), dois policiais militares foram presos e conduzidos para a Corregedoria-Geral da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), onde tiveram suas prisões cautelares decretadas.

O sargento e o cabo da PMDF foram filmados, de farda e armados, em um Hookah (estabelecimento voltado para o consumo de narguilé), com sinais de embriaguez.

Na filmagem, os policiais conversam e gesticulam, com dificuldades para se equilibrarem. No vídeo, é possível ouvir pessoas que estavam no local comentarem “olha lá, os polícia doidão”.

Em nota, a PMDF confirmou a prisão disciplinar dos policiais e afirmou que “após serem ouvidos, eles serão encaminhados para um quartel, a ser definido, onde aguardarão a instauração do devido Conselho de Disciplina”. A corporação afirmou ainda que  “não aceita qualquer desvio de conduta de seus integrantes e preza pela legalidade de suas ações”. Com Metropoles e Correio Braziliense

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Sargento da Aeronáutica é preso por vender drogas ‘gourmet’ no DF

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Segundo polícia, militar oferecia entorpecentes pelas redes sociais. Homem foi detido em Santa Maria; FAB afirma que ‘repudia eventuais desvios de conduta’

Um 3º sargento da Força Aérea Brasileira (FAB) foi detido nesta quinta-feira (20) por suspeita de cultivar drogas em casa e vendê-las pelas redes sociais. A prisão ocorreu em Santa Maria, no Distrito Federal.

O nome do 3º sargento não foi divulgado pela polícia. A FAB informou que “colabora com as autoridades policiais e reitera que repudia eventuais desvios de conduta, os quais não representam os valores, a dedicação e o trabalho do efetivo em prol do cumprimento de sua missão institucional”.

De acordo com investigadores da 1ª Delegacia de Polícia, na Asa Sul, responsável pela ação, foram encontrados vários tipos de maconha que eram vendidas pelo militar entre R$ 80 a R$ 120 reais o grama.

“Na casa dele também encontramos, entre outros objetos, instrumentos utilizados para a preparação e produção de drogas, uma balança de precisão, sementes, óleos de maconha e a quantia de R$ 1.620,00”, afirmou o delegado João Ataliba.

Polícia encontrou na casa do militar da Aeronáutica no DF, balança de precisão, sementes, óleos de maconha e R$ 1.620,00 — Foto: Polícia Civil/Divulgação
Polícia encontrou na casa do militar da Aeronáutica no DF, balança de precisão, sementes, óleos de maconha e R$ 1.620,00 — Foto: Polícia Civil/Divulgação

Investigação

Segundo o delegado, o sargento “não tinha medo” de utilizar o carro dele para vender a droga porque sempre estava fardado. As investigações começaram em outubro do ano passado, após uma denúncia anônima.

Durante o monitoramento, os policiais identificaram que o sargento usava um perfil em uma rede social para anunciar as drogas que ele produzia em casa. Em seguia, ele fazia a entrega.

Os investigadores descobriram ainda que o militar fazia vendas de entorpecentes em todo o DF. Ele foi indiciado pelos crimes de tráfico de drogas e por possuir instrumentos destinados à preparação e produção de drogas. Se condenado, pode pegar de 8 a 25 anos de prisão.

Até a última atualização desta reportagem, o sargento continuava detido na 1ª DP.

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Em suposta “crise de ciúmes”, mulher esfaqueia e mata própria filha de 2 anos, no DF

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Caso foi registrado no Distrito Federal. Mulher ainda teria tentado esfaquear marido, que conseguiu desarmá-la e acionar polícia. Ela não resistiu à prisão

Uma mulher de identidade não revelada foi presa em Vicente Pires, no Distrito Federal, por suspeita de matar a própria filha, de dois anos, a facadas por causa de uma “crise de ciúmes”. 

Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionada, mas a filha já estava morta no momento em que os socorristas chegaram. Segundo a polícia, a suspeita ainda tentou matar o marido dela, pai da criança, mas ele conseguiu desarmá-la.

A mulher foi encaminhada à delegacia de Taguatinga, onde ficará à disposição da justiça. Ela não resistiu à prisão. O pai da menina afirmou que a mulher era usuária de drogas, mas não tinha consumido nada no momento do crime.

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Professor morre após passar mal em escola no DF; polícia investiga envenenamento

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Mulher afirma que marido passou mal após tomar suco. Polícia diz que investigação é ‘prioridade máxima’

Um professor de 50 anos morreu na tarde desta terça-feira (4) após passar mal em uma escola pública na Asa Norte, em Brasília. Parentes alegam que Odailton Charles Albuquerque Silva pode ter sido envenenado com um suco que tomou no colégio. A Polícia Civil investiga.

O professor foi internado no Hospital Regional da Asa Norte (Hran) na última quinta-feira (30), após passar mal no Centro de Ensino Fundamental (CEF) 410 da Asa Norte. Até o ano passado, ele era o diretor da escola.

Segundo a Polícia Civil, o caso está sendo investigado com “prioridade máxima” e “nenhuma hipótese está descartada”.

No mesmo dia em que o professor passou mal, a mulher dele procurou a polícia para registrar uma ocorrência por tentativa de homicídio. Aos investigadores, ela disse que Odailton teve um mal-estar após tomar um suco. A mulher levou as roupas que o marido usava, sujas de vômito, e citou a suspeita de envenenamento.

Nesta terça (4), médicos declararam a morte cerebral do educador. Segundo parentes, o professor deixa uma filha de 7 anos e a mulher dele está muito abalada.

Investigações

O delegado Laércio Rossetto, que investiga o caso, disse que aguarda o resultado de exames que vão comprovar qual substância o professor ingeriu e se houve envenenamento.

Investigadores já começaram a ouvir funcionários da escola mas, segundo o delegado, os depoimentos são contraditórios. Nesta terça, servidores não quiseram comentar o caso. Em nota, a Polícia Civil do DF informou que só vai dar mais informações sobre a ocorrência após os exames.

A Secretaria de Educação do DF, por sua vez, afirmou em nota que “lamenta o ocorrido e irá aguardar as conclusões do inquérito policial”. Com TV Globo

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Mulher é empurrada pela cunhada do 3º andar de prédio no DF durante discussão

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Vítima, de 56 anos, sofreu fratura exposta em uma perna. Caso é investigado pela Polícia Civil como tentativa de homicídio; suspeita foi detida

Uma mulher de 56 anos caiu do 3º andar de um prédio em Taguatinga Sul, no Distrito Federal, por volta das 19h30 desta quinta-feira (30). Ela afirma ter sido empurrada pela cunhada durante uma discussão.

A suspeita, de 43 anos, foi levada para prestar depoimento e, até a manhã desta sexta (31), estava detida na carceragem da Polícia Civil.

O filho da vítima, Tiago Lira, disse que o apartamento é do avô, um senhor de 96 anos. Segundo ele, a mãe foi empurrada pela namorada do irmão durante uma discussão sobre herança.

“O pai dela perguntou sobre o filho e ela respondeu que, depois que ele pegou o dinheiro, não o veria mais por aqui”, disse Tiago à reportagem. “Então, essa moça veio pra cima dela. Parece que deu um empurrão ou um murro, não sei exatamente, e ela caiu de cabeça.”

O caso é investigado pela 21ª DP, em Taguatinga Sul, como tentativa de homicídio.

Altura de 10 metros

Ao cair, a vítima ficou presa entre duas placas instaladas na laje do primeiro andar – onde há um comércio. A queda, segundo o Corpo de Bombeiros, foi de aproximadamente 10 metros. A mulher teve fratura exposta em uma perna e feriu o rosto.

Os militares fizeram os primeiros socorros e a levaram até o Hospital Regional de Ceilândia (HRC), onde passou por exames de raio-x e prestou depoimento à polícia. Até a manhã desta sexta (31), a mulher aguardava para fazer uma cirurgia. Via G1

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Transexual que fazia programa é morta a facada no DF por ‘cliente em fúria’

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Vítima de 38 anos morreu no carro enquanto tentava chegar ao hospital. Amiga ficou ferida ao tentar ajudar; ninguém foi preso

Uma mulher transexual, de 38 anos, foi morta com uma facada na barriga na madrugada desta sexta-feira (17), na Asa Norte, em Brasília. Segundo a Polícia Civil, a vítima é garota de programa e foi atacada por um cliente “em fúria”.

A mulher foi identificada como Ana Clara Lima e era conhecida como Júlia. Ela morreu no próprio carro enquanto tentava chegar no Hospital de Base para pedir ajuda – a cerca de 6 km do local. O crime ocorreu na 509 Norte, por volta das 2h.

Uma amiga da vítima também foi esfaqueada ao tentar ajudar. Ela ficou ferida no braço, recebeu atendimento na emergência do hospital e foi liberada em seguida.

De acordo com a polícia, um homem de 51 anos é apontado como autor do crime. Ele já foi identificado, mas não havia sido preso até a publicação desta reportagem.

Desafeto

No hospital, uma outra amiga da vítima disse à TV Globo que Ana Clara e o suspeito se conheciam.

“Uma vez ele [suspeito] agrediu ela com uma pedra. Hoje, ela falou que ia pegar ele e foi indo na direção…. Achamos que estavam apenas brigando, mas ele estava com a faca na cintura e agrediu ela.”

O caso é investigado pela 2ª Delegacia de Polícia (Asa Norte) como homicídio e tentativa de homicídio. Com G1

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‘Falei para não se apaixonar por assassino’, diz mãe de jovem morta no DF em suposta roleta russa

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Mãe da vítima namorou com suspeito antes; versão da roleta russa cai

Em depoimento na 26ª Delegacia, o suspeito de matar Gabrielly Miranda, 18 anos, mudou a versão de que a namorada foi baleada durante uma “brincadeira” de roleta russa. Leonardo Pereira inicialmente ligou para o 190 e afirmou que ela foi atingida assim. À Polícia Militar, ele repetiu a mesma versão. Já para o delegado, ele não citou o jogo.

Leonardo disse que Gabrielly brincou apontando a arma para ele e depois entregou ao revólver ao namorado. Ele então pegou a arma e atirou na cabeça dele. O delegado adjunto Eduardo Escanhoela diz que ele confessou o crime e vai responder por feminicídio.

“Segundo a versão dele, ontem a noite, eles saíram para beber. Tomaram duas cervejas e voltaram para a casa, na QR 425. Por lá, continuaram bebendo”, disse ele ao Metrópoles. “Gabrielly pegou a arma do Leonardo e começou a brincar apontando para a perna (dele). Depois, ela entregou a arma para o namorado e ele apontou para a cabeça (dela). E disparou, matando a jovem”, acrescenta.

Ele iria se entregar procurando a polícia, mas resolveu ligar para o 190. “Leonardo contou ter ficado desesperado e pegou seu carro para se entregar na delegacia. Entretanto, a gasolina do carro acabou”, diz.

O carro parou perto de uma chácara. Ele contou que voltou para casa a pé e chamou a PM. Leonardo foi preso em flagrante.  Ele foi autuado por feminicídio duplamente qualificado por motivo torpe contra a mulher e posse de arma, podendo ficar preso de 12 a 30 anos.

Medo

A mãe da vítima, Wildiani da Silva Souza Miranda, namorou com Leonardo antes da filha. Ela contou que alertou a jovem sobre o rapaz. Hoje, ela estava muito abalada e chorou muito no local do crime. 

“Falei para não se apaixonar por assassino. Ele tem que morrer, meu Deus!”, diz. “Não acredito que esse homem fez isso com a minha filha. A minha filha não, meu Deus! Ele acabou com a minha vida”, afirma, desesperada. 

Desde o início, Wildiani não acreditou na versão inicial de roleta russa. “Um tiro na cabeça é acidente? Minha filha morreu, gente. Todo mundo tinha medo dele. A gente não fez um BO (boletim de ocorrência) porque quem faz BO para morrer? Ele chegou a me ameaçar e minha filha andava destruída”, diz.

Um amigo de Gabrielly contou que ela tinha medo de Leonardo, mas gostava dele e por isso não terminava o namoro, que já durava 3 anos. “A Gabrielly era uma pessoa muito boa. Já morei com ela e sabia que o Leonardo era muito possessivo com ela. Não deixava ela ter amigos e nem sair direito”, contou.

“Em muitas oportunidades ela chegava em casa com olho roxo, toda machucada. Ela me dizia que tinha medo dele, mas, mesmo assim, o amava e não terminaria com o Leonardo”, diz.

“Conheço ela (Gabrielly) e a mãe há mais de 15 anos. Ela era tranquila, não era de beber muito. Ela sofria demais na mão dele. O problema é que ela era apaixonada, mesmo ele sendo todo problemático. O meu sentimento é de raiva. Ele era um traficante que batia nela até na rua”, diz outra amiga, Patrícia Carvalho, 27. Via Metropoles

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