Denilson relembra dívida de Belo: “Ele tem que virar homem”

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De acordo com o ex-jogador, Belo tem uma dívida de R$ 5 milhões com ele há mais de 20 anos; uma mansão do cantor pode até ser penhorada para abater o valor

Nesta quarta-feira (15), o ex-jogador Denilson participou do programa ‘Aqui na Band’. Uma das pautas da atração foi a dívida de R$ 5 milhões, que ele cobra na Justiça do cantor Belo.

“Aceito R$ 500 por mês, mas ele tem que virar homem e assumir o compromisso”, disse Denilson. A ação corre na Justiça há quase 20 anos. Na época, o comentarista da Band era dono do grupo Soweto, em que o Belo era o vocalista. Com o rompimento de contrato para Belo seguir carreira solo, Denilson moveu um processo contra o cantor por indenização. “O problema é simples de ser resolvido: paga e pronto!”, disse o comentarista da Band.

Denilson falou também sobre outro processo, só que desta vez movido por Belo contra ele, em 2017, devido a um comentário que Denilson fez no Instagram do cantor Thiaguinho.

“ Thiaguinho é meu amigo e fez uma postagem sobre o Belo. Eu cobrei o Belo ali e ele me processou. O cara me deve e me processa! Mas a Justiça foi feita e ele perdeu esse processo também. Vai ter que pagar as custas do advogado”, finalizou ele.

De acordo com o “Fofocalizando”, o ex-jogador descobriu a existência de uma mansão de Belo com 4 suítes, piscina, churrasqueira avaliada em cerca de R$ 4,5 milhões, mas que possui algumas dívidas de IPTU. Segundo o programa do SBT , o advogado de Denilson estrará na Justiça pedindo a penhora do imóvel para conseguir abater a dívida de Belo. Via IG

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Prefeitura do Rio suspende atividades do Tesouro Municipal

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Resolução da Secretaria Municipal de Fazenda suspende todos os pagamentos e demais movimentações financeiras, até segunda ordem

A prefeitura do Rio de Janeiro suspendeu as atividades do Tesouro Municipal, conforme publicação no Diário Oficial do Município desta terça-feira (17).

De acordo com a resolução, assinada pelo secretário municipal de Fazenda, Cesar Augusto Barbiero, estão suspensos todos os pagamentos e demais movimentações financeiras, até segunda ordem. (Veja a íntegra da resolução abaixo).

A decisão tem efeito desde as 14h desta segunda (16).

Crise fiscal

No dia 5 desse mês, o RJ2 antecipou que o déficit da Prefeitura do Rio esse ano poderia ser o maior desde que o prefeito Marcelo Crivella assumiu o cargo.

Veja a íntegra da resolução:

RESOLUÇÃO SMF Nº 3111 DE 16 DE DEZEMBRO DE 2019

Determina a suspensão das atividades da Subsecretaria do Tesouro Municipal no que menciona

O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE FAZENDA, no uso de suas atribuições legais,

RESOLVE:

Art. 1º Suspender as seguintes atividades da Subsecretaria do Tesouro Municipal:

I – Importação das Liquidações do Sistema Contábil – FINCON;

II – Realização de todos os pagamentos e demais movimentações financeiras, até segunda ordem;

Art. 2º Esta Resolução produz efeitos a partir de 14 horas do dia 16 de dezembro de 2019. via G1

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Brasil tem cinco milhões de pessoas superendividadas

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Os pesadelos e a visita incômoda de cobradores acabaram quando Lindaura procurou a Justiça para forçar a renegociação das dívidas que tinha junto a dois dos maiores bancos privados do país

Em oito meses minha dívida com eles cresceu mais de cinco vezes. Eles chegaram a bater na minha casa, criando constrangimento. Tinha noites que eu não dormia achando que eles iam penhorar e leiloar o meu imóvel.”

O depoimento é da bancária aposentada Lindaura Luz (nome fictício) que, nos últimos anos, acumulou dívidas de empréstimos consignados, cheque especial e cartão de crédito com dois dos maiores bancos privados do país, após perder parte de sua renda mensal, com o término do aluguel de uma loja na avenida W3 Sul, em Brasília, que herdou após a morte do marido.

Os pesadelos e a visita incômoda de cobradores acabaram quando Lindaura procurou a Justiça para forçar a renegociação das dívidas que tinha junto a dois dos maiores bancos privados do país. O Centro Judiciário de Solução de Conflitos e de Cidadania Superendividados (Cejusc) do Tribunal de Justiça do DF e Territórios mediou reuniões entre credores e a ex-bancária. As dívidas foram amortizadas e reparceladas. Parte foi quitada e parte está com pagamento em dia.

A história de Lindaura Luz é ilustrativa dos casos de superendividamento no Brasil. Segundo levantamento, ainda em finalização, do Banco Central (BC), há cerca de cinco milhões de pessoas superendividadas em um universo de 83 milhões de tomadores de empréstimo (6% do total).

De acordo com apresentação feita por técnicos do Bacen em evento do Cejusc, em Brasília (31/10), e em simpósio da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), no Rio (10/10), o risco de superendividamento é maior quando o mutuário acumula mais de uma modalidade de crédito.

De acordo com apresentação feita por técnicos do BC o risco de superendividamento é maior quando o mutuário acumula mais de uma modalidade de crédito. Em junho de 2019, conforme dados expostos pelo BC, 10 milhões de tomadores de crédito estavam em atraso com seus compromissos. Mais de 9 milhões de pessoas tinham pelo menos mais de uma modalidade de dívida. Dessas, a situação de superendividamento atingia, então, mais da metade (55%) dos endividados.

A condição de superendividamento não tem necessariamente relação com as taxas inadimplência (dívida em aberto há mais de 90 dias). Conforme a página de estatísticas monetárias do site do Banco Central, naquele mês a taxa de inadimplência do crédito consignado era de 3,6% e da aquisição de veículo, 3,3%. O não pagamento em dia do crédito pessoal atingia 7,4%; do cheque especial, 14%; e do rotativo do cartão de crédito, 33,5%.

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OI mantém prejuízo e aumenta dívida

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Receita líquida caiu 8,2%, dívida líquida cresceu 26,6% e prejuízo foi de R$ 1,55 bilhão, 24% maior do que mesmo período de 2018

A Oi reportou o seu resultado operacional do segundo trimestre de 2019, com números quase todos no vermelho. O prejuízo do período foi de R$ 1,559 bilhão ( 24% maior do que o mesmo período de 2018) e a receita líquida caiu 8,2%, frente ao 2T18, para R$ 5 bilhões. A dívida líquida cresceu, e soma R$ 12, 573 bilhões, 26,6% maior do que o mesmo período de 18. O destaque está para o incremento dos investimentos, principalmente em FTTH (fibra óptica), quando nestes três meses a operadora levou a fibra para nada menos do que 800 mil residências, investindo R$ 2 bilhões no período e R$ 3,78 bilhões no semestre.

A empresa fechou o semestre com receita líquida de R$ 10,22 bilhões, prejuízo de R$ 991 milhões (porque reportou lucro contábil no primeiro trimestre) e caixa disponível de R$ 4,296 bilhões (menos 17,4% frente a 2018).

O Ebitda (caixa) foi de R$ 1,2 bilhão no trimestre, queda de 22% frente ao 1T18, e de R$ 2,46 nos primeiros seis meses (menos 21% em relação a 2018). A margem Ebitda é de 31,4%.

FTTH

No 2T19, a empresa ampliou os investimentos por meio da abordagem de reuso de suas fibras. Ao final do
trimestre, foram alcançadas 2,5 milhões de casas passadas com fibra (homes passed – HP’s). Dessas, cerca
de 800 mil Homes Passed foram construídas neste segundo trimestre. A Oi está atualmente
operando com capacidade para construir mais de 350 mil homes passed por mês. Além disso, de acordo com
o plano estratégico da Companhia, o objetivo é alcançar 4,6 milhões de casas passadas com fibra até o final
de 2019 e chegar a 16 milhões ao final de 2021.

A empresa fechou o primeiro semestre de 2019 com mais de 237 mil casas conectadas (homes connected – HC’c) à
fibra, uma taxa de ocupação de 9,7%. Ao final do 2T19, o Oi Fibra já estava presente em 59 municípios. Em
julho já havia 2,9 milhões de HPs e 290 mil casas conectadas, avançando para 10,2% de taxa de
ocupação. Além disso, com a estratégia de aceleração da venda de FTTH, a Oi segue comercializando também
o IPTV na fibra.

A Oi destaca também a adição líquida dos celulares pós-pagos, quando conquistou 33% de market share do pós-pago no período, crescimento de 11,5% das receitas do pós-pago e 27% de crescimento de receitas do TI corporativo.

Via Telesintese

Renegociação de dívida do Fies só até segunda-feira

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Na instituição financeira, os valores em atraso serão somados ao montante a vencer

Universitários em dívida com o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) têm até a próxima segunda-feira (29) para renegociar os débitos. A medida é válida para quem assinou contrato até dezembro de 2017 e não paga as parcelas há pelo menos 90 dias.

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), são mais de 500 mil pessoas nessa situação. O saldo negativo, ainda conforme a pasta, chega a R$ 11,2 bilhões.

Ao aderir à repactuação, o estudante poderá parcelar a dívida em até quatro anos. Antes de abril, quando foi aberto o período para renegociação, o pagamento dos débitos só poderia ser feito à vista.

Real-Moeda Nacional

Adesão

Para participar, o inadimplente deve procurar a agência bancária onde firmou o contrato de financiamento, que deve estar em fase de amortização e não ter sido alvo de ação judicial. É obrigatória a presença de um ou mais fiadores, cuja renda não poderá ser menor do que o dobro do valor da nova prestação calculada.

Na instituição financeira, os valores em atraso serão somados ao montante a vencer. O total é o que será reparcelado, conforme a União. 

A prestação resultante da renegociação não poderá ser inferior a R$ 200. Além disso, o estudante terá que dar uma entrada, que precisa ser 10% da dívida consolidada ou R$ 1 mil – o que tiver o maior valor.

Parcelamento

A depender do prazo restante para liquidação do contrato, a renegociação do estudante pode ser parcelada em até 48 vezes ou, então, diluída ao longo do contrato. Por exemplo, caso restem cem parcelas para liquidação do contrato, o estudante poderá parcelar a dívida ao longo das prestações futuras (cem vezes).

Rondoniense inadimplente deve, em média, R$ 2 mil a bancos e comércios

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Dados da CDL foram divulgados nesta semana. Número de inadimplentes cresceu 3,76% entre abril e maio

A inadimplência dos consumidores de Rondônia cresceu 3,76% entre abril maio, segundo aponta dados divulgados nesta semana pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). No estado, cada pessoa negativada nos órgãos de proteção ao consumidor deve, em média, R$ 2.004.

A pesquisa também mostra que 34,46% das pessoas negativadas estão em dívidas com o comércio de Rondônia, seguido pelos bancos, com 30,64%.

Ainda segundo a CDL, em maio de 2019, cada consumidor inadimplente tinha, em média, R$ 2,004 em contas atrasadas em Rondônia. O número ficou acima da média da região Norte, com R$ 1.844 dívidas por pessoa inadimplente, e também acima da média nacional (R$ 1.875 de dívidas).

Na mesma pesquisa foi apontado que 27,43% dos devedores têm de 30 a 39 anos, sendo os líderes da inadimplência estadual.

Para a CDL, o crescimento da inadimplência está associada ao desemprego, mesmo com Rondônia estando em situação financeira favorável em relação aos demais estados.

Crescimento de negativados

Os dados do SPC Brasil revelam que a quantidade de inadimplentes de Rondônia cresceu 1,46%, quando comparado maio de 2019 e maio de 2018. O número está acima da média do Norte (1,23%) e abaixo da média nacional (2,26%).

Para tentar reduzir a inadimplência do consumidor, há dois anos o governo e os bancos vêm adotando medidas para tentar conter as chamadas bolas de neve, isto é, as dívidas que se tornam impagáveis.

Como, por exemplo, quando o cliente entra no cheque especial, o banco tem que oferecer uma opção de crédito com juros mais baixos. Isso ajudou a reduzir a inadimplência com bancos e administradoras de cartões por um tempo.

Tropical Hotel Manaus ‘fecha’ por tempo indeterminado e vai realizar cortes

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Segundo o SindHotel-AM, 80% dos profissionais devem ser dispensados. A Amazonas Energia cortou a energia do hotel e alega dívida de R$ 8 milhões

O Hotel Tropical Manaus suspenderá as atividades comerciais por tempo indeterminado. A decisão do estabelecimento acontece após a Amazonas Energia cortar o fornecimento do local por uma dívida estimada em R$ 8 milhões. O hotel localizado na Zona Oeste da cidade até tentou funcionar com o gerador, mas o sistema sobrecarregava diariamente. Segundo o Sindicato dos Empregados do Comércio Hoteleiro do Estado do Amazonas (SindHotel-AM), 80% dos profissionais da empresa devem ser dispensados.

Mesmo com os problemas, o assessor de imprensa do estabelecimento, Paulo Roberto, descartou o fechamento do hotel. “Não vai fechar, não é uma realidade nossa. Vamos passar por um processo de reestruturação para resolver o problema. A energia foi cortada e estávamos funcionando com o gerador próprio, mas ele não sustenta a carga total do hotel, de vez em quando caí, então precisamos fazer esse procedimento”, disse.

Para evitar problemas com os clientes por conta das quedas de energia, o hotel decidiu suspender as atividades por tempo indeterminado. O assessor citou um prazo de uma semana para fazer a reestruturação, mas o período pode se prolongar. Segundo o representante do Tropical Manaus, a conta de energia do hotel custa mensalmente de R$ 500 mil a R$ 600 mil.

“Não é legal para o hóspede ficar passando por essa situação, de quedas de energia. Precisamos de uma semana para encontrar outra matriz energética, mas também estamos trabalhando com um prazo de 15 a 60 dias para voltar a receber hóspedes. A suspensão das atividades começou ontem”, explicou Paulo.

Questionado sobre os valores das cobranças, o assessor destacou que a Amazonas Energia alega que o hotel tem uma dívida de R$ 8 milhões pelos serviços de energia. O estabelecimento não reconhece esse valor. “A Eletrobras [atual Amazonas Energia] alegou que era em torno de R$ 20 milhões, mas acabou dando um desconto e chegou a R$ 8 milhões. O hotel queria colocar um investimento à venda, mas não teve como pagar. Eles não tiveram paciência, cortaram o sistema e retiraram até os fios. A Eletrobras alega essa dívida, mas não reconhecemos”, afirmou.

Durante período “indeterminado”, o Hotel Tropical procurará outra matriz energética para voltar a receber clientes. “Não vamos receber hóspedes ou clientes durante este período. Vamos fazer uma readequação energética, que era fornecida pela Eletrobras. Eu não posso falar o que vai acontecer ainda, porque nem eu sei, mas a energia solar é uma das soluções”, comentou o assessor.

Por conta desta “readequação”, funcionários do hotel devem ser dispensados nos próximos dias. A quantidade de pessoas que serão cortadas não foi informada por ele. “Funcionários serão dispensados por conta desta reestruturação, porque não vamos ter como manter. Não temos a média de quantos sairão, mas acontecerá”, completou.

80% da folha será afetada, diz sindicato

O presidente do SindHotel-AM, Gerson Almeida, lamentou a suspensão das atividades no Tropical Hotel. Segundo ele, o estabelecimento é um patrimônio de Manaus e do Estado.

“Estou em busca de fazer uma ação para resolver essa questão do saldo negativo do tropical, porque é uma questão do município e Estado. O hotel é um patrimônio da nossa região. Ficamos preocupados e tristes, por ser cidadão do Amazonas e representante da categoria. A nossa maior preocupação é com 300 profissionais, porque existem pessoas que dependem disso”, comentou.

O representante do sindicato lamentou também a falta de diálogo da Amazonas Energia com o hotel e criticou a atitude da concessionária em cortar os serviços. “Ela (Eletrobras) tem os argumentos dela em relação à dívida do hotel, mas isso deve ser tratado com outro raciocínio, buscar uma solução para fazer algo. Como vão pagar algo se matam de vez uma galinha, fica inviável para qualquer coisa. Estamos buscando uma conversa com o presidente da Eletrobras”, disse.

Gerson revela que durante uma reunião, o Hotel Tropical informou que 80% do quadro de funcionários da empresa será afetado. “Fomos lá conversar e realmente eles nos falaram que a solução é demitir o quadro de funcionários em 80%. Claro que o sindicato está acompanhando essas situações e eles nos falaram que os trabalhadores serão indenizados à vista, mas claro que alguns casos serão parcelados”, explicou.

O presidente do sindicato também destacou que o estabelecimento tentar apostar em outra roupagem. “Eles estão fazendo uma reestruturação, porque estão apostando em algo nesse momento de dificuldade. Ainda há uma perspectiva para voltarem, mas até então não existe interesse de empresários investirem no local”, completou.

Concessionária se posiciona

Por meio de nota, a Amazonas Energia informou que há mais de 20 anos ocorrem diversas tentativas de negociações com o Tropical Hotel Manaus. Segundo a instituição, as suspensões de fornecimento de energia elétrica do hotel, por não cumprimento dos acordos, ocorreram por diversas vezes ao longo dos anos.

A concessionária também informou que a última negociação ocorreu em abril de 2019, quando a Amazonas Energia concedeu desconto de 60%, sobre o valor de uma dívida de mais de R$ 20 milhões. O acordo previa o pagamento de R$ 8 milhões pelo Tropical Hotel, mas também não foi cumprido. Segundo a Eletrobras, desde o ano de 2018 até o presente momento, foram realizados três cortes por inadimplência, entretanto a Distribuidora realizava o religamento mediante liminares.

A concessionária relatou que todo o procedimento realizado foi feito de forma legítima, obedecendo às regras contidas na Resolução 414/2010 da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) – (art. 172), que autoriza a suspensão no fornecimento de energia para todas Distribuidoras de Energia do país, em caso de inadimplemento.

A Amazonas Energia disse tem como maior objetivo a distribuição de energia elétrica em todo o Estado e, para tal, compra energia em grandes blocos e disponibiliza aos consumidores.

A instituição completou que o não pagamento das faturas de energia elétrica, implica em prejuízos principalmente para toda sociedade, pois gera redução da capacidade, expansão e qualidade de energia em todo o Estado.

Corte já aconteceu uma vez

No ano passado, em virtude de débitos com contas de energia no valor de R$ 500 mil, a então Eletrobras cortou o fornecimento de energia elétrica do Tropical Hotel Manaus. A ação teria sido motivada com base em uma  liminar da Justiça que foi contestada pelo estabelecimento.

O hotel, porém, acusou a concessionária de ter agido de forma arbitrária, uma vez que os trâmites do processo ainda não teriam sido concluídos.

As informações são do jornal A Crítica

Brasileiros começam 2019 mais endividados e inadimplentes, diz CNC

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O volume de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas passou de 9,5% em janeiro de 2018 para 9,1% em janeiro deste ano

Os brasileiros começaram o ano mais endividados, segundo dados divulgados nesta terça-feira (5/2), pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O porcentual de famílias brasileiras com algum tipo de dívida subiu de 59,8% em dezembro de 2018 para 60,1% em janeiro de 2019, apontou a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic).

No entanto, o resultado foi inferior ao patamar de endividados de 61,3% registrado em janeiro do ano passado. O total de inadimplentes teve ligeiro aumento de dezembro para janeiro, passando de 22,8% em dezembro para 22,9% em janeiro. O resultado, porém, também ficou aquém do nível de inadimplência de janeiro de 2018, quando 25,0% das famílias tinham dívidas ou contas em atraso.

O volume de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas – e que, portanto, continuariam inadimplentes – passou de 9,5% em janeiro de 2018 para 9,1% em janeiro deste ano. Em dezembro de 2018 esse porcentual era de 9,2%.

“A queda na comparação anual indica que persistem o ritmo lento de recuperação do consumo e a cautela das famílias na contratação de novos empréstimos e financiamentos”, avaliou a economista Marianne Hanson, da CNC, em nota oficial.

Segundo a CNC, a alta no endividamento em relação a dezembro do ano passado não compromete a expectativa de retomada da economia

“As taxas de juros em patamares mais baixos também constituem um fator favorável a esse resultado. As famílias brasileiras também se mostraram mais otimistas em relação à sua capacidade de pagamento, e o percentual de famílias que disseram não ter condições de pagar suas contas em atraso também recuou”, justificou Marianne Hanson.

O cartão de crédito foi mencionado como a principal fonte de dívidas dos brasileiros (78,4%), seguido por carnês (14,0%) e financiamento de carro (9,7%).

Fonte: metropoles

Governo tem dívida de R$ 37 bilhões com prefeituras

O atraso no repasse do dinheiro tem levado a um quadro generalizado de obras inacabadas por todo o país

Brasília – Os municípios brasileiros cobram do presidente Michel Temer uma “dívida” de R$ 37,1 bilhões de transferências de recursos prometidos em 2017, mas postergados para pagamento neste ano de 2018.Esse represamento tem levado a um quadro generalizado de obras inacabadas por todo o País, alerta a Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

Estudo da CNM obtido pelo Estadão/Broadcast mostra que esse é o tamanho do chamado “restos a pagar” do Orçamento da União relacionados à transferência de recursos para as prefeituras.

Restos a pagar são despesas programadas (empenhadas, no jargão técnico), mas não liquidadas (ou seja, o produto ou serviço não foi efetivamente adquirido) até 31 de dezembro de cada ano e empurradas para o Orçamento do ano seguinte.

São Paulo, Bahia e Minas Gerais têm os maiores valores pendentes, correspondendo a 26% do total. Recursos dos ministérios da Educação, Saúde e Cidades somam mais de R$ 26,6 bilhões, ou 72% do total.

O que agrava a situação é que muitas prefeituras que têm contrapartida financeira nos projetos, geralmente de 5% a 10% do valor total, começam a fazer obra assim que a despesa é empenhada pelo governo federal.

O empenho funciona como um compromisso com a efetivação desse gasto. Sem os recursos federais para terminar a obra, elas são paralisadas. “É uma questão séria. São áreas sensíveis: saúde, educação e programas de assistência social”, critica o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski.

Muitas dessas despesas, diz, são programas do próprio governo que os municípios foram chamados a participar, incluindo o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). “É um desperdício. Tudo isso é programa que o governo cria e depois não tem como sustentar”, diz.

Estrutural

Para os prefeitos, o problema é estrutural e preocupante. Há casos em que a despesa já foi liquidada e o governo posterga o pagamento, aumentando os restos a pagar.

Há também casos em que o órgão não reconhece um serviço já prestado ou investimento já executado. A lista de obras é grande.

Os casos vão desde escolas inacabadas, como a de Guarani (GO) a creches em Monte Santo de Minas (MG) e Uruçuca (BA), até a aquisição de patrulha mecanizada e implementos agrícolas para a secretaria municipal de agricultura em Carlinda (MT).

Pesquisa da CNM em anos anteriores indica que 77% dos restos a pagar listados como não processados (apenas prometidos ou empenhados) tiveram obras iniciadas ou produtos entregues, mas ainda não foram certificados pelo banco para o pagamento.

“Essa estratégia favorece a União, pois viabiliza a moeda política para suas negociações, com um volume muito maior de empenhos do que o valor equivalente em recursos reais para realizar efetivamente os pagamentos”, cita o estudo.

O total de restos a pagar em 2018 chegou a R$ 155 bilhões, R$ 6,8 bilhões a mais ante 2017. O resultado interrompeu dois anos consecutivos de queda no estoque de restos a pagar, que passou a responder por 7% do Orçamento deste ano, segundo dados do Tesouro Nacional.

Esse incremento ocorreu principalmente às novas inscrições, pois as reinscrições de restos a pagar de outros anos recuaram.As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: exame

Consumidores com contas de energia em atraso poderão quitar débitos com desconto em RO

Os consumidores de todo o estado que tiverem contas de energia com o pagamento em atraso poderão quitar os débitos à vista com isenção de multas e juros, segundo anunciou o Eletrobras Distribuição Rondônia. Conforme a empresa, a negociação é válida para contas vencidas até o dia 30 de agosto deste ano.

Os interessados em participar da negociação deverão comparecer em uma das lojas de atendimento da distribuidora a partir desta quinta-feira (7) até o dia 31 de dezembro, no horário entre 7h30 às 17h30.

A oportunidade, segundo a Eletrobras, é destinada a clientes das classes residencial, industrial, comercial e rural. Os débitos deverão ser quitados somente pelo titular da fatura de energia ou por representante legal, ambos munidos com documento de identificação pessoal.

Fonte: g1