Ministro da Educação comete erro crasso de português

Ministro da Educação comete erro crasso de português

Mendonça Filho, afirmou durante entrevista que “haverão (sic) mudanças” ao se referir ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Durante entrevista ao vivo para GloboNews na última quinta-feira, o ministro da Educação, Mendonça Filho, cometeu um crasso erro de português. Ao ser questionado sobre o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o ministro afirmou que “haverão (sic) mudanças, mas essas mudanças não ocorrerão em um curto prazo”.

Na ocasião, o ministro falava sobre as mudanças feitas por medida provisória no currículo do Ensino Médio e afirmou que modificações também acontecerão no Enem. De acordo com a gramática do português, o verbo “haver” no sentido de “existir”, “fazer”, “ocorrer”, “acontecer” sempre será impessoal, ou seja, não terá sujeito e ficará sempre no singular.

Um dia após a declaração de Mendonça Filho, a pasta comandada por ele foi alvo de uma polêmica envolvendo a reforma do Ensino do Médio e youtubers.

Em reportagem publicada na última sexta, o jornal Folha de S. Paulo revelou que o Ministério da Educação (MEC) pagou 65.000 reais para dois youtubers defenderem em um vídeo a Reforma do Ensino Médio, sancionada pelo presidente Michel Temer.

Produzido em outubro, o vídeo, com 1,7 milhão de visualizações, não deixava claro que o conteúdo era uma campanha publicitária e tratava o assunto de maneira descontraída e com linguagem jovem. “Você que quer trabalhar com História, não vai querer ficar perdendo tempo com célula”, diz no vídeo o youtuber Lukas Marques, um dos apresentadores do canal “Você Sabia?”.

Fonte: veja.com

Pedro Paulo apresenta projeto de lei com erro de português

Pedro Paulo apresenta projeto de lei com erro de português

Peemedebista propôs suspensão de incentivos fiscais de ICMS por 20 anos, porém, palavra com grafia errada chamou atenção.

Um projeto de lei do deputado federal Pedro Paulo (PMDB-RJ) chamou atenção por um detalhe constrangedor.

No texto, que propõe suspender os incentivos fiscais de ICMS em todas as esferas governamentais por 20 anos.

No entanto, na justificativa do projeto de lei, a palavra “suspensão” é escrita como “suspenção”. A gafe foi revelada pela coluna Radar On-Line, da revista Veja, nesta segunda-feira (26).

Fonte: noticiasaominuto