Estado Islâmico ameaça cometer atentado na Copa da Rússia

Terroristas publicaram vídeo com estádios explodidos por drones

O grupo terrorista Estado Islâmico (EI) voltou a fazer ameaças contra a Copa do Mundo na Rússia. Em um novo vídeo, os terroristas prometem “um massacre como nunca visto”. A mensagem foi publicada em vários canais e chats extremistas nesta quinta-feira (15), um dia após a abertura do Mundial, com uma partida em Moscou entre Rússia e Arábia Saudita.

No vídeo, o Estado Islâmico diz que pretende se “vingar” da Rússia e do presidente Vladimir Putin devido ao envolvimento em operações contra o grupo terrorista na Síria. O vídeo se conclui com imagens panorâmicas dos estádios, como o de Sochi, sendo atingidos por explosões à bomba provocadas por drones.

Especialistas internacionais em contraterrorismo acreditam que o vídeo não passe de uma fantasia, mas alertam para o risco de “lobos solitários” seguirem os chamados do Estado Islâmico e agirem na Rússia.

De acordo com Rita Katz, da agência SITE, jihadistas do EI têm postado nas últimas horas campanhas incitando ataques na Rússia e dando instruções detalhadas para atentados em restaurantes, shoppings centers e áreas de pedestres.

“Diante de várias derrotas militares na Síria e no Iraque, o Estado Islâmico está desesperado por atenção e tentando intimidar o público. Dito isso, faz sentido que eles lancem ameaças contra a Copa do Mundo”, disse Katz.

Esta não é a primeira vez que o Estado Islâmico ameaça cometer atentados durante a Copa do Mundo. Em 2014, no Brasil, eles também pediram que os jihadistas agissem. Já o governo de Moscou diz há anos que teme que terroristas russos que deixaram o país para lutar pelo EI na Síria retornem e cometam atentados. (ANSA)

Fonte: noticiasaominuto

MPF acusa 11 brasileiros de promover Estado Islâmico, diz jornal

Segundo denúncia, grupo planejava formar uma célula da organização terrorista no país e discutia sobre realizar atentados no país e fortalecer luta na Síria

O Ministério Público Federal (MPF) acusou onze brasileiros de planejarem formar uma célula da organização terrorista Estado Islâmico (EI) no país. Segundo o jornal O Estado de S.Paulo, a denúncia aponta a tentativa de recrutar pessoal para as operações do EI na Síria e discussões sobre possíveis atentados no Brasil.

Todos os envolvidos responderão por organização criminosa, sendo que cinco deles também foram denunciados pelo crime de corrupção de menores, por terem se envolvido na atração destes para o grupo. De acordo com o jornal, a acusação é baseada em conversas virtuais, por aplicativos e redes sociais, mantidas entre os indivíduos e interceptadas pela Polícia Federal.

Sete chegaram a ser presos nos últimos meses, enquanto a investigação corria sob sigilo, mas apenas dois continuam detidos, um que já cumpria pena por homicídio e participava das conversas por celular de dentro do presídio. O homem, de 23 anos, foi transferido para uma penitenciária de segurança máxima.

A investigação começou depois que a PF foi alertada pela Guarda Civil da Espanha sobre a presença de números de telefone brasileiros em grupos de WhatsApp de simpatizantes da organização terrorista. Em depoimentos, acusados revelaram contatos com terroristas de países como Síria, Líbia e Afeganistão, com quem buscavam aprender “táticas de guerrilha”.

Fonte: veja

Brasileiro é condenado na Espanha por envolvimento com EI, diz site

Kaique Luan Ribeiro Guimarães foi condenado a oito anos de prisão, segundo o G1

São Paulo – O goiano Kaique Luan Ribeiro Guimarães faz parte de um grupo de dez pessoas que foram condenadas, na Espanha, por envolvimento com uma célula jihadista ligada ao Estado Islâmico, segundo o site G1.

Guimarães foi condenado a oito anos de prisão. O grupo foi preso por planejar ataques em Barcelona, e outros membros do grupo (cinco marroquinos e quatro espanhóis) tiveram condenações de oito até 12 anos.

A mãe de Kaique Guimarães, Amaurinda Ribeiro, disse à GloboNews que vai recorrer da condenação e que acredita na versão do filho, de que estava passando férias na Turquia.

Ainda de acordo com a GloboNews, o brasileiro estava tentando atravessar a fronteira da Turquia para chegar a Síria quando foi detido na Bulgária e levado de volta para a Espanha. Isso aconteceu em dezembro 2014. Desde então, ele estava aguardando julgamento.

O jovem de Formosa, em Goiânia, foi com a família morar na Espanha em 2006. A família vivia na Catalunha, uma região de 200 mil habitantes perto de Madri.

Lá, ele se converteu ao Islã. Segundo entrevistas de amigos da família ao Fantástico em 2015, depois que ele passou a frequentar a mesquita, se afastou dos familiares e conhecidos.

Fonte: exame

Autor de explosão em NY é indiciado por apoio ao terrorismo

O jovem Akayed Ullah, de 27 anos, foi formalmente indiciado por apoiar o terrorismo nesta terça-feira (12/12), um dia após ser preso pelas autoridades norte-americanas como o principal suspeito pela explosão de uma bomba no terminal rodoviário de Port Authority, em Nova York.

Originário de Bangladesh, o jovem vive nos Estados Unidos desde 2011. Até o momento, as autoridades do seu país natal não encontraram ligação entre Ullah e organizações fundamentalistas islâmicas, disse o jornal “The Daily Star”.

O FBI também admitiu que Akayed Ullah nunca aparecera em lista de suspeitos ou chamou a atenção dos serviços de inteligência.

Apesar disso, as autoridades dos EUA confirmaram que a explosão no terminal de ônibus foi “uma tentativa de atentado terrorista”. Ullah carregava uma bomba de fabricação caseira em seu tórax, mas o dispositivo foi acidentalmente acionado antes da hora prevista e falhou na explosão. Com isso, o ataque não deixou vítimas fatais, apenas três feridos, além do próprio terrorista, que foi levado a um hospital.

O jovem nasceu e cresceu na capital, Daca, mas seus pais são da ilha de Sundiva. O pai do agressor morreu há dois anos, em Nova York, e foi enterrado na cidade. De acordo com a imprensa dos EUA, Ullah trabalhava como taxista no bairro do Brooklyn e teria organizado o ataque por “vingança” a episódios de violência ocorridos em Bangladesh. No entanto, o seu país natal é aliado dos EUA no sudeste asiático e não costuma ser alvo de bombardeios.

Os investigadores do caso, porém, confirmaram que o jovem imigrante assistia a conteúdos nas redes sociais publicados pelo grupo extremista Estado Islâmico (EI). A mulher de Akayed Ullah está sendo interrogada em Bangladesh. O jovem tem um filho de seis meses com a esposa.

Fonte: metropoles

Presidente iraniano declara fim do grupo Estado Islâmico

O presidente iraniano Hassan Rohani proclamou nesta terça-feira (21) o fim do grupo Estado Islâmico (EI) em um discurso transmitido ao vivo na televisão pública.

A derrota da organização fundamentalista sunita também foi proclamada pelo general Qassem Soleimani, um alto líder do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica, em uma mensagem enviada ao guia supremo do Revolução islâmica, o aiatolá Ali Khamenei, que era transmitido pela Sepah News, o site dos Guardiões.

Hassan Rohani se reunirá quarta-feira (22) na Rússia com seus homólogos russo, Vladimir Putin, e turco, Recep Tayyip Erdogan, para discutir o conflito sírio.

“Hoje, guiado por Deus e a resistência dos povos na região, podemos dizer que esse mal foi ou removido da cabeça das pessoas ou diminuído”, disse Hassan Rohani sobre o grupo EI. “É claro que haverá vestígios, mas a base e as raízes foram destruídas”, acrescentou o presidente.

General Soleimani comanda a Força al Quds, o ramo dos Guardiões responsáveis ​​por operações fora das fronteiras do Irã.

Vídeos e fotos dele na linha de frente nas batalhas contra o grupo Estado Islâmico no Iraque e na Síria foram transmitidos repetidamente pela mídia iraniana nos últimos anos. Mil Guardiões, incluindo altos comandantes, foram mortos na Síria e no Iraque.

A guerra na Síria entrou em uma nova fase com a tomada de Albou Kamal, no fim de semana passado, pelo exército sírio e seu aliados, última cidade importante ocupada pelo grupo Estado Islâmico no país.

Na clandestinidade

Após essa derrota em Albou Kamal, restam ao grupo EI apenas algumas aldeias ao longo do Eufrates, bem como alguns sítios aqui e ali na Síria.

Na semana passada, a imprensa iraniana exibiu fotos de general Soleimani em Albou Kamal.

No Iraque, as forças iraquianas retomaram na sexta-feira a cidade de Raoua, última cidade controlada pelo Estado islâmico.

Aqueles que estão lutando contra o EI na Síria e no Iraque acreditam que a organização fundamentalista sunita agora atuará na clandestinidade e realizará uma guerrilha urbana ativando células dormentes.

Em seu discurso na terça-feira, Hassan Rohani acusou Estados Unidos e Israel de apoiarem o grupo EI.

Ele também criticou Estados árabes na região e perguntou por que eles não denunciaram as mortes de civis na guerra no Iêmen.

O ministro das Relações Exteriores da Arábia Saudita e seus aliados criticaram o Irã e o Hezbollah, seu aliado xiita libanês, em uma reunião de emergência da Liga Árabe domingo no Cairo, pedindo uma frente unida para combater a interferência iraniana.

Qassem Soleimani, por sua vez, agradeceu aos “milhares de mártires e feridos, iranianos, iraquianos, sírios, afegãos e paquistaneses defensores do lugar santo”.

Nos sites ligados aos Guardiões, os pasdaranos mortos na Síria e no Iraque são declarados como protetores do “lugar santo”.

O general Soleimani enfatizou o “papel decisivo” desempenhado pelo Hezbollah e seu líder Hassan Nasrallah e também mencionou “os milhares de voluntários xiitas iraquianos reunidos nas unidades de mobilização popular “, que lutaram contra o EI no Iraque.

Fonte: g1

Estado Islâmico identifica terrorista de NY como um de seus “soldados”

O grupo terrorista Estado Islâmico (EI) afirmou nesta sexta-feira (03/11), no último número de sua revista semanal pela internet Al Naba (As Notícias), que o autor do atentado de Nova York é um de seus “soldados”.

Uma coluna da Al Naba relata brevemente o atentado, citando informações de “veículos de imprensa” e sem usar qualquer fonte interna do grupo terrorista, como é usual quando reivindica ataques cometidos no exterior.

As autoridades norte-americanas acreditam que o autor do atropelamento em Nova York, o uzbeque Sayfullo Saipov, atuou sozinho, inspirado por toda a propaganda do EI que tinha em seu poder, afirmou ontem (02/11) à noite o chefe da luta antiterrorista da polícia nova-iorquina, John Miller.Também na revista é lembrado o tiroteio de Las Vegas, ocorrido há um mês, onde morreram 58 pessoas, reivindicado pelo Estado Islâmico em dois comunicados.

O tiroteio de Las Vegas, ocorrido no dia 1º de outubro, foi cometido pelo americano Stephen Paddock, de 64 anos.

A revista do EI identifica o atirador com o apelido de “Abu Abdul Bar al-Amriki” e assegura que as ações foram uma “resposta dos soldados do califado nos Estados Unidos e na Europa ao chamado” do grupo terrorista para responder à ofensiva dos “cruzados” contra os jihadistas na Síria e no Iraque.

Fonte: metropoles

Governador de NY confirma ligação de terrorista com o Estado Islâmico

O governador de Nova York, Andrew Cuomou, informou nesta quarta-feira (01/11), que o terrorista que realizou um atentado em Manhattan se “radicalizou” já nos Estados Unidos. De acordo com o político, o homem é um “lobo solitário” que se comunicava com membros do Estado Islâmico e confirmou a existência de um bilhete pró-EI dentro da caminhonete usada no ataque.

Ao ser questionado sobre as postagens nas rede sociais do presidente Donald Trump, Cuomo afirmou que “esse não é um momento de fazer política e nem um momento para semear o ódio”.

Grupo pró-Estado Islâmico usa imagem de Messi em ameaça de atentados na Copa da Rússia

Um grupo pró-Estado Islâmico divulgou nesta terça (24) um cartaz no qual usa a foto do jogador Lionel Messi, do Barcelona e da seleção argentina, com um uniforme de prisioneiro, atrás de grades e com sangue saindo de seu olho esquerdo, informa a organização de monitoramento de extremistas SITE Intel Group.

A imagem faz parte de uma ameaça divulgada pelo grupo de mídia Wafa’ Foundation sobre atentados à Copa da Rússia em 2018.

Imagem divulgada pelo Estado Islâmico com ameaça a Leonel Messi (Foto: Reprodução/Twitter/SITE)

Mais cedo, também nesta terça, o grupo divulgou outra imagem na qual um homem com roupa camuflada observa à distância o estádio Luzhniki, em Moscou. Ao seu lado aparece uma bomba. O cartaz contém inscrições em inglês, com ameaças “aos inimigos de Alá na Rússia”, jurando que “o fogo dos mujahideen (soldados da guerra santa) os queimarão. Apenas esperem”.

Mais cedo, também nesta terça, o grupo divulgou outra imagem na qual um homem com roupa camuflada observa à distância o estádio Luzhniki, em Moscou. Ao seu lado aparece uma bomba. O cartaz contém inscrições em inglês, com ameaças “aos inimigos de Alá na Rússia”, jurando que “o fogo dos mujahideen (soldados da guerra santa) os queimarão. Apenas esperem”.

A Rússia é a principal aliada do governo sírio no combate ao Estado Islâmico e participa de ataques ao grupo no país, atuando em paralelo à coalizão liderada pelos EUA e integrada por outros países.

Cartaz divulgada pelo Estado Islâmico contém ameaça ao estádio Luzhniki, em Moscou, que será usado na Copa do Mundo (Foto: Reprodução/SITE)
 Fonte: g1

Tática de assumir autoria de ataques levanta dúvidas sobre atual poder do EI

PARIS – O grupo extremista Estado Islâmico (EI) tinha a reputação de apenas reivindicar atentados que havia organizado ou inspirado. Porém, nos últimos meses, após ter perdido terreno em seu “califado” na Síria e no Iraque, surgem dúvidas a respeito de suas reivindicações, segundo especialistas e autoridades.

O EI afirmou que o assassino de Las Vegas, Stephen Paddock, um contador aposentado e assíduo apostador, era na verdade “Abu Abdelberr, o americano”, “soldado do califado”, recentemente convertido ao Islã. Na noite de domingo, 1º, Paddock assassinou 59 pessoas e deixou mais de 500 feridos ao atirar de um quarto de hotel em uma multidão que acompanhava um show.

Investigadores e serviços de inteligência se mostraram céticos quanto a essa declaração. O FBI publicou um comunicado no qual descartou, até o momento, qualquer ligação entre Paddock com alguma organização terrorista.

Estado Islâmico assume autoria de ataque em Las Vegas

O grupo jihadista Estado Islâmico (EI) assumiu nesta segunda-feira (2) a autoria do ataque realizado durante um festival de música country em Las Vegas (EUA) que deixou mais de 50 mortos e 400 feridos. Em um comunicado da agência de notícias Amaq, do EI, cuja autenticidade não pôde ser verificada, o grupo afirma que o autor do atentado é “um soldado do Estado Islâmico”. A informação é da agência EFE.

O ataque foi realizado, segundo a Amaq, como resposta às ações da coalizão internacional, liderada pelos Estados Unidos, contra o Estado Islâmico na Síria e no Iraque.

Segundo a Amaq, em outro comunicado publicado logo após a reivindicação do ataque, é dito que o suposto autor do massacre, identificado como Stephen Paddock, um homem branco de 64 anos e que se suicidou após cometer o massacre, “se converteu ao Islã há vários meses“.

Paddock abriu fogo contra uma multidão de mais de 22 mil pessoas que assistiam a um show a partir de um quarto onde se hospedou, no 32° andar do hotel Mandala Bay, em Los Angeles. No momento do ataque acontecia o festival de música country ao ar livre “Route 91 Harvest Festival”.

Um porta-voz da polícia explicou em coletiva de imprensa que o agressor estava hospedado no hotel desde 28 de setembro. Ainda são desconhecidas as causas pelas quais Paddock decidiu disparar contra o público, segundo informou a polícia local.

Novos ataques descartados

O Departamento de Segurança Nacional dos Estados Unidos (DHS) informou nesta segunda-feira (2) que, neste momento, não teme novas “ameaças críveis” de atentados em outras cidades do país, após o tiroteio ocorrido na noite de ontem em Las Vegas (Nevada), que deixou pelo menos 50 mortos e mais de 400 feridos, segundo os últimos dados da polícia.

“Neste momento não temos informações que indiquem nenhuma ameaça crível específica em outros locais públicos do país”, indicaram as autoridades em um comunicado. O DHS apontou contudo que, em todo caso,  medidas de segurança serão reforçadas em locais públicos e as forças da ordem tomarão precauções adicionais.

O Departamento de Segurança Nacional dos EUA está acompanhando a situação e trabalhando com as autoridades locais para ajudar nas investigações e esclarecer a tragédia. A polícia mantém interditada uma ampla área da principal avenida de Las Vegas, cartão postal da cidade pela quantidade de hotéis e cassinos com seus anúncios luminosos.

O suposto autor do ataque, cuja motivação ainda é desconhecida, se suicidou após acometer o massacre, informaram as autoridades.

Com Agência Brasil