Mais de 6 milhões de americanos pedem auxílio-desemprego e EUA batem novo recorde

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Pedidos são semanais. Na semana anterior foram 3,3 milhões ​​de solicitações

O número de norte-americanos que apresentaram pedidos de auxílio-desemprego na semana passada atingiu um recorde pela segunda semana consecutiva, superando 6 milhões, à medida que mais jurisdições impõem medidas de isolamento em casa para conter a pandemia de coronavírus, que os economistas dizem ter empurrado economia para uma recessão.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego subiram para 6,65 milhões na última semana, ante 3,3 milhões em dado não revisado ​​na semana anterior, informou o Departamento do Trabalho dos EUA nesta quinta-feira (2).

O vírus matou até o momento 5.137 pessoas nos Estados Unidos e infectou 216.722, segundo contagem da Universidade Johns Hopkins.

A divulgação de um número de pedidos tão acima do esperado deverá provocar mais um momento de turbulência e volatilidade no mercado, enquanto os agentes econômicos procuram estabelecer preços para o fato.

Com informações da Reuters

‘O Brasil tem que parar’, diz Trump ao comentar conversa com Bolsonaro

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O Brasil está fechando, ele precisa se fechar. O mundo está fechando, alguns países estão se saindo bem

Durante a entrevista coletiva diária para prestar informações sobre o combate ao coronavírus nos EUA, Donald Trump mencionou a conversa por telefone que teve com o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, pela manhã. Ao ser questionado sobre o telefonema por uma repórter, afirmou que o Brasil “precisa se fechar” e fez elogios ao governo.

— Ele (Bolsonaro) é um grande cara, fazendo um trabalho maravilhoso pelo Brasil. Foi um telefonema de cortesia. ele tem um problema com o vírus, nos falamos esta manhã. O Brasil está fechando, ele precisa se fechar. O mundo está fechando, alguns países estão se saindo bem. Espero que possamos sair dessa mais fortes do que nunca.

Segundo o chanceler Ernesto Araújo, o líder dos EUA se colocou à disposição para cooperar com o Brasil no que for necessário, incluindo em questões médicas e de logística. Araújo disse que os dois presidentes não falaram de medidas de distanciamento social ou da declaração dada ontem por Trump, sobre a possibilidade da Casa Branca vetar voos vindos do Brasil.

— O telefonema foi basicamente para uma conversa de reconhecer o momento difícil e de trocar essa disponibilidade de cooperação — afirmou o chanceler.

Durante a coletiva, na Casa Branca, o líder americano não mencionou as acusações feitas por vários países, inclusive o Brasil, de que os EUA estão comprando em massa itens usados no combate ao coronavírus junto à China, reduzindo a oferta global de itens como máscaras e gorros. Mais cedo, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse que “demos um passo atrás” na aquisição desses itens fundamentais ao enfrentamento ao covid-19.

— Hoje os Estados Unidos mandaram 23 aviões cargueiros dos maiores para a China, para levar o material que eles adquiriram. As nossas compras, que tínhamos expectativa de concretizar para poder fazer o abastecimento, muitas caíram — afirmou Mandetta. — A gente espera que a China volte a ter uma produção mais organizada, e a gente espera que os países que exercem o seu poder muito forte de compra já tenham saciado das suas necessidades para que o Brasil possa entrar e comprar a parte para proteger nosso povo.

As informações são do jornal O Globo

‘O Brasil tem que parar’, diz Trump ao comentar conversa com Bolsonaro

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O Brasil está fechando, ele precisa se fechar. O mundo está fechando, alguns países estão se saindo bem

Durante a entrevista coletiva diária para prestar informações sobre o combate ao coronavírus nos EUA, Donald Trump mencionou a conversa por telefone que teve com o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, pela manhã. Ao ser questionado sobre o telefonema por uma repórter, afirmou que o Brasil “precisa se fechar” e fez elogios ao governo.

— Ele (Bolsonaro) é um grande cara, fazendo um trabalho maravilhoso pelo Brasil. Foi um telefonema de cortesia. ele tem um problema com o vírus, nos falamos esta manhã. O Brasil está fechando, ele precisa se fechar. O mundo está fechando, alguns países estão se saindo bem. Espero que possamos sair dessa mais fortes do que nunca.

Segundo o chanceler Ernesto Araújo, o líder dos EUA se colocou à disposição para cooperar com o Brasil no que for necessário, incluindo em questões médicas e de logística. Araújo disse que os dois presidentes não falaram de medidas de distanciamento social ou da declaração dada ontem por Trump, sobre a possibilidade da Casa Branca vetar voos vindos do Brasil.

— O telefonema foi basicamente para uma conversa de reconhecer o momento difícil e de trocar essa disponibilidade de cooperação — afirmou o chanceler.

Durante a coletiva, na Casa Branca, o líder americano não mencionou as acusações feitas por vários países, inclusive o Brasil, de que os EUA estão comprando em massa itens usados no combate ao coronavírus junto à China, reduzindo a oferta global de itens como máscaras e gorros. Mais cedo, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse que “demos um passo atrás” na aquisição desses itens fundamentais ao enfrentamento ao covid-19.

— Hoje os Estados Unidos mandaram 23 aviões cargueiros dos maiores para a China, para levar o material que eles adquiriram. As nossas compras, que tínhamos expectativa de concretizar para poder fazer o abastecimento, muitas caíram — afirmou Mandetta. — A gente espera que a China volte a ter uma produção mais organizada, e a gente espera que os países que exercem o seu poder muito forte de compra já tenham saciado das suas necessidades para que o Brasil possa entrar e comprar a parte para proteger nosso povo.

As informações são do jornal O Globo

Com 100 mil infectados, EUA são país com mais casos de Covid-19 no mundo

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Os Estados Unidos também pecam na luta contra a doença por falta de meios médicos e decisões locais que às vezes não têm consistência.

Os Estados unidos são atualmente o país com mais pacientes com coronavírus. Na última contagem, na noite de sexta-feira (27), 100 mil pessoas foram infectadas no país, e as autoridades contabilizam 1.600 vítimas do Covid-19.

A propagação acelerada da doença é parcialmente explicada por um atraso na tomada de medidas para o confinamento. O próprio presidente Donald Trump subestimou a gravidade da epidemia, acreditando que sua propagação em solo americano não era “inevitável”, contrariando assim o conselho das autoridades de saúde.

Enquanto o país apresentava uma escassez de testes para o diagnóstico de Covid-19, o governo primeiro recusou-se a suspender restrições que impediam os estados de desenvolverem suas próprias medidas contra a pandemia.

Ao mesmo tempo, os primeiros testes disponíveis foram enviados para a sede dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), em Atlanta, que os enviou de volta porque estavam com defeito. Essas restrições foram finalmente levantadas em 29 de fevereiro, quando os Estados Unidos anunciaram a primeira morte por Covid-19.

Profissionais de saúde no New York’s Elmhurst Hospital Center, onde 13 pacientes com Covid-19 morreram em 24 horas AFP/File

Falta de recursos médicos

O primeiro caso havia sido relatado um mês antes, o suficiente para o estudo e a colocação em prática de medidas, dizem especialistas. “Se pudéssemos rastrear os contatos que as pessoas infectadas tinham, talvez pudéssemos encontrar muito mais casos rapidamente e isolar os locais de alta disseminação”, lamenta o Dr. Gabor Kelen, diretor do departamento de medicina da emergência na Universidade Johns Hopkins.

Os Estados Unidos também pecam na luta contra a doença por falta de meios médicos e decisões locais que às vezes não têm consistência. Se o Estado de Nova York e seus 45.000 casos, com 500 mortes registradas, são o novo epicentro de infecção, Nova Jersey, Califórnia, Estado de Washington, Michigan ou Illinois também estão vendo a doença progredir rapidamente sem resposta nacional clara.

Respostas diferentes e descoordenadas

“Os Estados Unidos não são um bloco único, existem 50 estados com respostas diferentes de governadores locais e departamentos de saúde pública”, disse, irritado o Dr. Thomas Tsai, professor de saúde pública em Harvard. “Acho que realmente precisamos de um esforço nacional coordenado.” Atualmente, espera-se que apenas 60% das 300 milhões de pessoas nos Estados Unidos permaneçam em casa.

Esses vários fatores suscitam temores de uma onda maciça da epidemia de que as políticas adotadas por Donald Trump não seriam capazes de conter a contaminação pelo coronavírus no país, apesar de uma taxa de mortalidade ainda baixa. “

A taxa de mortalidade de casos não é tranquilizadora”, disse David Fisman, epidemiologista da Universidade de Toronto. “Aumentará porque as pessoas levam tempo para morrer. Minha previsão é que os Estados Unidos estejam à beira de uma epidemia absolutamente desastrosa”, conclui o médico. 

(Com informações da AFP)

Nos EUA, Homem morre após tomar cloroquina e sua esposa está em estado grave

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Um homem morreu e sua esposa está sob tratamento crítico depois que o casal, na casa dos 60 anos, ingeriu fosfato de cloroquina, um dos remédios contra a malária que o presidente Trump mencionou nos últimos dias, de acordo com o Banner Health , o sistema hospitalar. que tratou ambos os pacientes.

As pessoas que se automedicam arriscam graves efeitos colaterais ou morte, e é por isso que qualquer mensagem sobre cloroquina e a hidroxicloroquina relacionada deve enfatizar que esses medicamentos não foram aprovados para prevenir ou tratar o novo coronavírus.

Alerta da Banner Health

Toxicologistas médicos e médicos de emergência estão alertando o público contra o uso de medicamentos e produtos domésticos inadequados para prevenir ou tratar o COVID-19. Especialmente, os especialistas da Banner Health enfatizam que a cloroquina, um medicamento contra a malária, não deve ser ingerido para tratar ou prevenir esse vírus.

“Dada a incerteza em torno do COVID-19, entendemos que as pessoas estão tentando encontrar novas maneiras de prevenir ou tratar esse vírus, mas a automedicação não é a maneira de fazê-lo”, disse Daniel Brooks, Banner Poison and Drug Information Diretor médico do centro. “A última coisa que queremos agora é inundar nossos departamentos de emergência com pacientes que acreditam ter encontrado uma solução vaga e arriscada que poderia prejudicar sua saúde”.

Um homem morreu e sua esposa está sob cuidados intensivos depois que o casal, na casa dos 60 anos, ingeriu fosfato de cloroquina, um aditivo comumente usado em aquários para limpar tanques de peixes. Trinta minutos após a ingestão, o casal experimentou efeitos imediatos, exigindo internação em um hospital próximo da Banner Health.

A maioria dos pacientes infectados com COVID-19 exige apenas cuidados sintomáticos e auto-isolamento para evitar o risco de infectar outras pessoas. Verifique primeiro com um médico de cuidados primários. O uso rotineiro de tratamentos específicos, incluindo medicamentos descritos como ‘anti-COVID-19’, não é recomendado para pacientes não hospitalizados, incluindo o medicamento antimalárico cloroquina.

“Estamos pedindo fortemente à comunidade médica que não prescreva este medicamento a nenhum paciente não hospitalizado”, disse o Dr. Brooks.

Para desinfetar superfícies, o Center for Diseases and Control Prevention recomenda o uso de soluções diluídas de alvejante doméstico, soluções alcoólicas com pelo menos 70% de álcool e desinfetantes comuns registrados pela EPA.

As informações são do Axios

Nos EUA, 67 pessoas morrem por suicídio com arma de fogo todos os dias

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O suicídio com armas de fogo é uma epidemia silenciosa no país: responde por 60% das mortes por armas

Em 2016 nos Estados, quase 45 mil pessoas se mataram com armas de fogo, um país onde as taxas de suicídio aumentaram dramaticamente nas últimas duas décadas, desafiando os esforços de prevenção e se transformando em uma crise nacional.

Em Montana o índice aumentou 38%. Hoje, sua taxa de suicídios supera a de qualquer outro Estado americano.

De acordo com dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), agência de saúde do governo americano, a taxa nacional de suicídios aumentou 35% entre 1999 e 2018, e houve um crescimento em todos os Estados. O aumento foi de 47% entre adolescentes e jovens adultos, mais do que em qualquer outra faixa etária.

O CDC aponta uma ampla variedade de forças por trás de suicídios: isolamento social e geográfico, dificuldades financeiras, dependência de drogas e álcool e problemas de saúde mental. Mas também destaca um fator comum na maioria dos casos americanos: armas.

Pouco mais da metade das pessoas que se matam nos Estados Unidos usam uma.

O suicídio com armas de fogo é uma epidemia silenciosa no país: responde por 60% das mortes por armas, enquanto os atentados a tiro em massa, que dominam o debate sobre o controle de armas nos Estados Unidos, representam menos de 1%.

Projetos buscam levar a campanha de conscientização para dentro de lojas de armas

Em 2018, 67 pessoas morreram por suicídio com arma de fogo todos os dias em média, um número que aumenta a cada ano desde 2006.

Parte do problema é que elas são de longe o intrumento mais letal. Cerca de 85% das pessoas que usam armas para isso morrem. Entre as que usam outros meios, 95% sobrevivem — e mais de 90% dos que sobrevivem não tentam se matar novamente.

“Muitas pessoas pensam que, se você quiser tirar a própria vida, os meios não importam. Mas uma arma em casa aumenta em três vezes a chance de suicídio”, diz David Hemenway, diretor do Centro de Controle de Danos da Universidade Harvard (HICRC, na sigla em inglês) e um dos principais pesquisadores sobre armas de fogo do país.

Os esforços de prevenção historicamente se concentraram no que Hemenway chama de “porquês” — fatores sociais, financeiros e de saúde mental. Ele e seus colegas do HICRC gostariam de mudar esse foco para algo mais fácil de mudar: os meios que as pessoas usam para se matar, os “comos”.

“É natural focar no ‘porquê’, tentar entender o que levou alguém a esse ponto”, diz Catherine Barber, pesquisadora do HICRC. “Mas, em algum momento, você precisa parar e pensar sobre qual é a abordagem mais eficiente para salvar vidas, e é ao lidar com os ‘comos'”.

As armas — o “como” mais frequente nos suicídios americanos — economizam tempo. São rápidas e letalmente eficientes e deixam pouca margem para uma mudança de intenção ou para uma intervenção capaz de salvar uma vida.

Diversos estudos mostram que o suicídio é um ato impulsivo. Em uma pesquisa de 2009, 48% das pessoas que fizeram uma tentativa quase letal em suas vidas disseram que começaram a pensar sobre aquilo menos de dez minutos antes. Outra, de 2001, mostrou que a mesma porcentagem de pessoas deliberou por menos de 20 minutos.

Pesquisadores dizem que criar um pequeno obstáculo entre as pessoas e os meios para se matar pode impedir um suicídio. “É muito difícil tirar a própria vida, porque o corpo rejeita isso ou sua mente luta contra a ideia”, diz Barber.

“A maioria dos métodos dá a você essa oportunidade de mudar de ideia, porque leva tempo. E, às vezes, uma pequena quantidade de tempo é suficiente.”

Se você perguntar ao pai de Brayden, Steve, ele lhe dirá que seu filho só precisava de um minuto a mais. “E, quanto mais você fala sobre esse assunto, mais encontra pessoas que queriam se matar e não o fizeram, porque tiveram esse minuto.”

Leia a reportagem A silenciosa epidemia de suicídios que se esconde por trás do direito de portar armas nos EUA, no site da BBC Brasil

Senador americano, presidente do Comitê de Inteligência, vendeu U$ 1.6 milhão em ações uma semana antes da queda da bolsa

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O senador republicano Richard Burr chefia a Comissão de Inteligência. Recebe relatórios diários confidenciais

O senador republicano Richard Burr, que preside a Comissão de Inteligência do Senado, e tem acesso a relatórios confidenciais diariamente, está sendo acusado de ter usado as informações confidenciais para ganhar dinheiro. Ele vendeu R$ 1,6 milhão em ações de empresas, uma semana antes da queda nas bolsas de valores do mundo.

As informações foram divulgadas nesta sexta-feira pela NPR (National Public Radio). Em um almoço privado no final do mês passado, Burr disse que o surto de COVID-19 “é provavelmente mais parecido com a pandemia de 1918”, que matou cerca de 50 milhões em todo o mundo.

“Há uma coisa que posso lhe dizer sobre isso: a transmissão é muito mais agressiva do que qualquer coisa que vimos na história recente”, disse Burr, presidente do Comitê de Inteligência do Senado. Burr também foi o autor da Lei de Preparação para Pandemias e Todos os Riscos, a lei de 2006 que formulou a resposta federal aos surtos.

Em seus comentários ao Tar Heel Circle, na Carolina do Norte, em 27 de fevereiro, Burr deu aos participantes um aviso assustador sobre a gravidade do coronavírus em um momento em que havia pouco mais de uma dúzia de casos confirmados nos EUA e no presidente Donald Trump. estava sugerindo que o número caísse para zero em pouco tempo. Burr também havia declarado publicamente confiança nos preparativos dos EUA para o coronavírus, apesar de sua avaliação mais sombria ao Círculo de Calcanhar de Tar.

Essas declarações públicas de confiança foram apresentadas em um relatório separado do ProPublica na quinta-feira, indicando que Burr – que tem acesso a informações regulares de inteligência – vendeu entre US $ 580.000 e US $ 1,6 milhão em ações nas semanas antes do mercado começar a entrar em colapso sob a tensão do coronavírus. Essa decisão provavelmente poupou a Burr de uma forte dor financeira. Grupos progressistas rapidamente pediram uma investigação e até exigiram que Burr renunciasse.

Richard Burr. | Samuel Corum

“Como presidente da Intel, o @SenatorBurr recebeu instruções particulares sobre o Coronavírus há semanas”, disse a deputada Alexandria Ocasio-Cortez (DN.Y.). “Burr sabia o quão ruim seria. Ele disse a verdade a seus doadores ricos, assegurando ao público que estávamos bem. Então ele vendeu US $ 1,6 milhão em ações antes do outono. Ele precisa renunciar.

Um porta-voz do senador rapidamente rebateu a noção de que algo impróprio havia acontecido, observando que a venda de ações da Burr ocorreu antes que o mercado começasse a mostrar sinais de tensão.

“O senador Burr apresentou um formulário de divulgação financeira para transações pessoais feitas várias semanas antes dos EUA e o mercado financeiro mostrarem sinais de volatilidade devido ao crescente surto de coronavírus”, disse o assessor. “Como a situação continua evoluindo diariamente, ele se preocupa profundamente com o número repentino e repentino que esta pandemia está afetando nossa economia. Ele apoiou os esforços imediatos do Congresso para fornecer US $ 7,8 bilhões para os esforços de resposta e o projeto bipartidário desta semana para fornecer alívio para as empresas americanas e as famílias pequenas. ”

Burr também respondeu grosseiramente ao relatório da NPR sobre seus comentários privados, chamando-o de “peça de sucesso no estilo tabloide”. Ele disse que a história deixou a impressão de que os americanos não foram adequadamente avisados ​​dos terríveis efeitos potenciais do coronavírus e disse que impressão incorreta.

Mas o apoio de Burr para isso foi uma entrevista coletiva em 26 de fevereiro, na qual Trump, ao lado de autoridades de saúde pública, subestimou fortemente o risco de coronavírus, dizendo que os números nos EUA estavam caindo “e não subindo” e sugerindo que as escolas tomem precauções para um cenário. que ele considerou improvável que se desenrolasse. Isso contrastava fortemente com a mensagem de Burr para o grupo da Carolina do Norte um dia depois.

Burr instruiu os participantes a reconsiderarem a viagem para a Europa, uma sugestão que surgiu cerca de duas semanas antes de o presidente anunciar uma proibição de viagem para estrangeiros vindos da maior parte da Europa para os EUA.

“Você pode ter que olhar para seus funcionários e julgar se a viagem que eles estão fazendo para a Europa é essencial ou se pode ser feita em videoconferência. Por que arriscar?” ele perguntou ao grupo.

O senador também disse que o vírus poderia levar ao fechamento de escolas, algo que aconteceu em seu estado natal algumas semanas depois.

Burr chegou a prever a mobilização dos militares, algo que apenas começou a acontecer nos últimos dias em uma escala mais ampla.

“Vamos enviar um hospital militar para lá, será em tendas e será montado em algum lugar”, previu ele, observando que “será uma decisão que o presidente e o Departamento de Defesa farão. E nós teremos profissionais médicos suplementados pela equipe local para tratar as pessoas que precisam de tratamento. ”

O tom de Burr em particular foi muito além de um artigo de co-autor com o senador Lamar Alexander (R-Tenn.), Tranquilizando os americanos de que, embora estivessem justamente preocupados com o surto, ele estava sendo tratado adequadamente pelas autoridades.

“Felizmente, os Estados Unidos hoje estão melhor preparados do que nunca para enfrentar ameaças emergentes à saúde pública, como o coronavírus, em grande parte devido ao trabalho do Comitê de Saúde do Senado, do Congresso e do governo Trump”, escreveram os dois senadores. “O trabalho do Congresso e do governo permitiu às autoridades de saúde pública dos EUA agirem rápida e decisivamente nas últimas semanas”.

Atualmente, existem mais de 9.000 casos relatados nos EUA, e os americanos foram aconselhados a “se acocorar” na tentativa de conter a propagação de mais infecções. As informações são do POLITICO

Brasileira hospeda amigos e é morta dentro de casa nos Estados Unidos

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Corpo ainda não foi localizado e os assassinos já estão presos

Uma brasileira de 24 anos, que trabalhava como motorista de aplicativo nos Estados Unidos, foi morta dentro de casa. Os principais suspeitos são dois homens que a jovem hospedou em sua casa. Fotos e vídeos feitos por eles após o crime ajudam a polícia a elucidar o caso, mas o corpo ainda não foi encontrado.

Ana Paula Braga era de família humilde e, desde 2017, vivia em Los Angeles, na Califórnia. Segundo a mãe, que iria morar com a filha em julho, ela tinha acabado de comprar um carro e trabalhava como motorista de aplicativo.

No início de janeiro, porém, ela aceitou hospedar por alguns dias dois amigos brasileiros que pretendiam se mudar para Los Angeles. No final daquele mês, mas precisamente no dia 29, ela fez o último contato com a mãe e não foi mais vista.

Os hóspedes Thiago Philipe Souza Bragança, de 22 anos, e Wenderson Júnior Dalbem Silva, de 24, que saíram da casa de Ana Paula no carro da vítima, carregando um embrulho, decidiram viajar filmando e compartilhando todo o trajeto, o que ajudou a polícia a localiza-los. Presos, eles confessaram o crime. Via G1

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Vídeo: menina de 6 anos é algemada pela polícia nos EUA por mau comportamento

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Kaia Rolle teve os punhos amarrados e foi colocada em uma viatura; policial foi demitido

Um vídeo divulgado nesta segunda de carnaval, 24, mostra o momento em que uma menina de seis anos chora ao ter os punhos amarrados e ser presa em Orlando, na Flórida, nos Estados Unidos. O caso ocorreu em setembro, mas só agora as imagens foram compartilhadas pela família de Kaia Rolle com veículos de comunicação. As informações são da agência de notícias Associated Press. Veja:

O vídeo foi capturado por uma câmera presa ao corpo do policial Dennis Turner. Ele e um companheiro foram chamados após a menina se desentender com funcionários da escola. Turner foi demitido pouco tempo depois de prender a pequena.

As imagens mostram o momento em que o colega dele se aproxima com um laço e prende os pulsos de Kaia. “Para que serve isso?”, pergunta a menina. A resposta do policial: “São para você”. Ela começa a chorar.

“Me ajudem, me ajudem, por favor!”, implora Kaia, em lágrimas. Enquanto é levada para uma viatura, pede: “Eu não quero entrar em um carro de polícia.”

“Você não quer entrar?”, questiona um dos policiais. “Você tem que entrar.”

“Por favor, me dê uma segunda chance”, pede Kaia.

Em seguida, no vídeo é possível ver o policial levantando a garota aos prantos e a posicionando no banco traseiro da viatura. Ele coloca o cinto de segurança nela.

Pouco tempo depois, Turner volta para o escritório dentro da escola para conversar com seus administradores. Eles parecem chocados com a cena.

O policial diz a eles que o centro de detenção juvenil para o qual estavam levando Kaia ‘não é como eles pensam’. Ele disse, ainda, que já havia efetuado mais de seis mil prisões, incluindo uma criança de sete anos de idade.

Quando um dos funcionários da escola informa que Kaia tem seis anos, ele responde: “Ela quebrou o recorde.”

Polícia de Orlando se manifestou

O chefe da Polícia de Orlando, Orlando Rolon, disse à época que Turner, um oficial da reserva, não seguiu o regulamento de solicitar a aprovação de um supervisor para prender uma criança menor de 12.

Turner trabalhou na unidade da reserva da Polícia. Esta é constituída principalmente por policiais aposentados que recebem por trabalho extra.

A ronda escolar da Flórida ficou sob o escrutínio da opinião pública após um atentado a tiros em uma escola em 2018.

Jeff Kaye, presidente da companhia de segurança escolar da School Safety Operations Inc. na Califórnia afirmou à agência de notícias que os funcionários da escola poderiam ter agido melhor se tivessem entrado em contato com os pais da menina ou com um conselheiro tutelar em vez de ligar para a Polícia.

“Se todos estão em segurança, respire fundo, faça as coisas com calma e tome decisões sensatas”, disse Kaye. “Não consigo achar motivo algum para prender uma criança de seis anos. Mas digo isso com base em meu treinamento, não no treinamento dos outros.”

A Polícia de Orlando informou que Turner também prendeu um menino de seis anos em outra escola no mesmo dia da prisão de Kaia. No entanto, o processo foi interrompido por superiores de Turner antes que a prisão se concretizasse. Com informações do Estadão

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Vídeo: Americano morre em foguete caseiro tentando provar que “a terra é plana”

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“Mad” Mike Hughes era acompanhado por uma equipe do canal Science Channel e morreu ao cair de uma altura de mais de 1,5 km

Um americano de 64 anos morreu no sábado (22) após o lançamento mal-sucedido de um foguete que ele mesmo fabricou no quintal da sua casa, na Califórnia, EUA, informou o canal de televisão Science Channel.

“Mad” Mike Hughes era conhecido por declarações polêmicas e por tentar “provar”, com seu foguete, que a Terra é plana. O inventor foi projetado a uma altura de mais de 1,5 km, mas o para-quedas de segurança falhou.

Em um comunicado, a emissora, que pertence ao grupo Discovery Channel, disse que Huges “morreu tragicamente durante a tentativa de lançamento do foguete que ele mesmo havia fabricado”, afirmou a emissora.

“Nossos pensamentos e orações estão com a família e amigos durante este momento difícil”, completou o canal em sua conta no Twitter.

Foguete amador

Hughes, conhecido como “Mad Mike”, havia construído em seu jardim, com a ajuda de um amigo, um foguete movido a vapor. Ele recebeu patrocínio de várias marcas para fabricar a nave.

Ele declarou à imprensa que pretendia subir 1,5 km acima do nível do mar para demonstrar que a Terra não é redonda, e sim que “tem a forma de um disco voador”. Com G1

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