Facebook apaga página de Sikera Júnior por violar políticas da rede

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Apresentador tinha 2,6 milhões de seguidores

O apresentador do programa ‘Alerta Nacional’, Sikera Júnior, alega que teve sua página no Facebook apagada pela empresa americana nesta quarta-feira por violar as condutas da rede social.

A mensagem que aparece no endereço diz que “O link que você seguiu pode ter expirado, ou a página pode estar visível apenas para um público no qual você não está incluído”.

A informação sobre a página foi postada pelo próprio apresentador em sua conta do Instagram, nesta quarta-feira.

Sikera Júnior ficou nacionalmente conhecido por suas opiniões controversas a respeito de diversos temas. Ele também tem apoiado publicamente as políticas do presidente Jair Bolsonaro, inclusive as de quebrar as medidas de isolamento recomendas pela Organização Mundial de Saúde.

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Valeu Facebook pela censura!

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Facebook escapa de indenizar família de mulher linchada após ‘fakenews’

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Juiz de Primeiro Grau disse que a empresa americana não tem culpa por propagar notícias falsas

Um juiz de primeiro Grau da justiça paulista abriu um perigoso precedente ao livrar o Facebook de indenizar a família de Fabiane Maria de Jesus, de 33 anos, que morreu na manhã no dia 5 de maio de 2014, dois dias após ter sido espancada por dezenas de moradores de Guarujá, no litoral de São Paulo.

A agressão ocorreu no bairro Morrinhos, após a um boato gerado por uma página em uma rede social que afirmava que a dona de casa sequestrava crianças para utilizá-las em rituais de magia negra.

O marido e os filhos de Fabiane ingressaram na justiça em 2019 pedindo uma indenização de R$ 36 milhões do Facebook, a quem eles atribuem a culpa pelo assassinato na mulher.

O advogado Airton José Sinto Júnior contou que apresentou como tese para a indenização o fato de esse ter sido o primeiro caso de fake news que ocasionou uma morte e que teve repercussão internacional, além de juntar falas do criador da plataforma, Mark Zuckerberg, admitindo que não havia uma ferramenta para poder evitar a veiculação de notícias falsas.

Segundo Airton, na ação, o juiz Chistopher Alexandre Roisin, da 3º Vara Cível do Foro Central de São Paulo, entendeu que o Facebook não é culpado pelo crime e a empresa não tinha obrigação de tirar a postagem do ar e, por isso, julgou improcedente o pedido de indenização. Além disso, na sentença, o magistrado reconheceu que o prazo para o pedido de indenização prescreveu para o marido da vítima, já que é previsto por lei que o processo indenizatório seja aberto em até três anos após o reconhecimento do crime por parte da Justiça.

Para o defensor da família, a decisão de isentar a empresa é um absurdo e cria um precedente perigosíssimo. “A pessoa pode criar um perfil apócrifo, lançar o que quiser na rede, criar um tumulto na sociedade, como foi o caso, e o Facebook, que é quem veicula e permite que seja patrocinado, é absolutamente isento de qualquer responsabilidade. Essa decisão é terrível e perigosa” finaliza Airton.

Como a decisão cabe recurso, pois foi julgada em 1ª instância, o advogado afirmou que recorrerá a respeito da sentença e tentará reverter o quadro. 

Com informações do G1

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Menina de 12 anos é estuprada e mantida em cárcere privado por casal durante cinco dias, em GO

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Conforme delegado, casal foi preso em flagrante e homem se passou por garoto de 14 anos; ela marcou encontro pelo Facebook

Uma estudante de 12 anos foi resgatada neste sábado (4) após cinco dias desaparecida, em Itumbiara, na região sul do estado. Segundo o delegado responsável pelo caso, a adolescente estava na residência de um casal, que foi preso em flagrante. Ainda de acordo com a polícia, a garota havia marcado encontro com um dos suspeitos por uma rede social, após ele se passar por um garoto de 14 anos. Em seguida, segundo a polícia, a vítima foi estuprada e mantida em cárcere privado.

A família disse que a menina está transtornada e fazendo acompanhamento com psicólogos. “Ela está muito abalada, tentando superar”, diz uma tia.

A estudante desapareceu no dia 30 de dezembro e foi encontrada pela própria família no sábado (4). A tia conta que entrou em contato com a polícia, mas que, por conta do recesso de réveillon, decidiu começar a procurar pela menina por conta própria.

“Desde o primeiro dia nossa família começou a procurar ela pela cidade. Vasculhamos tudo, em todo lugar que ela teria sido vista”, diz uma tia.

Momento em que família reencontra adolescente após ela ser estuprada e mantida em cárcere privado, em Itumbiara — Foto: G1/Arquivo pessoal

Contato por rede social

A família começou a investigar as redes sociais da menina e encontrou conversas com um homem. O que mais chamou a atenção é que a família encontrou pelo menos cinco perfis falsos.

“Duas primas começaram a pesquisar e encontraram esse suspeito que só tinha amigos com idade na faixa etária dela. Acharam ele suspeito e começaram a filtrar. Conseguiram recuperar o aplicativo de mensagens dela e viram as conversas. Foi aí que a encontramos”, conta a tia.

Prisão de casal

A menina foi encontrada em uma casa no Setor Planalto, em Itumbiara, onde estava um casal. A família conta que, quando chegou ao local, o homem e a mulher se preparavam para fugir.

A Polícia Militar foi acionada e prendeu o casal em flagrante. O delegado confirma que eles planejavam fugir com a adolescente, mas desconhece qual seria o destino. O casal deve responder por cárcere privado. Além deste crime, o homem também vai responder por estupro de vulnerável, já que a menina tem 12 anos.

“Ela estava sendo convencida através de uma pressão psicológica, chantagem, a ficar no local. Eles ficavam dizendo que, se ela fosse embora, se envolveria com problemas”, disse o delegado. Via G1

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Funcionário do Facebook é acusado de receber propina para restaurar contas proibidas

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Segundo a empresa, o funcionário foi identificado e demitido após investigação interna

Um funcionário do Facebook nos Estados Unidos é acusado de receber suborno de uma agência de publicidade para reativar contas de anúncios que foram banidas por violarem as políticas da rede social. A informação foi divulgada pelo BuzzFeed News e confirmada pelo Facebook.

A polêmica envolve a Ads Inc. – empresa de marketing com sede em San Diego – e um funcionário não identificado do Facebook que trabalhava no escritório da empresa em Austin.

Segundo as informações, a Ads Inc. pagou até US$ 8 mil para ter as suas contas ativas novamente em um esquema que envolvia a colocação de mais de US$ 50 milhões em anúncios que normalmente faziam alegações falsas sobre celebridades.

Os anúncios induziam os usuários a se inscreverem em assinaturas mensais de produtos inicialmente comercializados como teste gratuito.

Em outubro, um relatório do BuzzFeed detalhou como a agência de marketing pagava para colocar anúncios enganosos em milhares de contas pessoais do Facebook.

A Ads Inc. pagou entre US$ 15 e US$ 30 por mês pelo acesso às contas pessoais na rede social e depois vendeu essas contas a outros profissionais de marketing por US $ 800 cada. Ao pagar aos usuários para publicar anúncios em sua contas pessoais, a Ads Inc. contornou às políticas do Facebook para anúncios pagos.

Como o Facebook proíbe aluguel de contas e anúncios enganosos, a empresa baniu ativamente contas que compartilham postagens da Ads Inc. Para reverter a situação, o CEO da Ads Inc., Asher Burke, e outros funcionários ofereceram pagamento a vários funcionários do Facebook em troca da reversão das proibições, de acordo com o BuzzFeed News.

Com a palavra, o Facebook

Fundada por Mark Zuckerberg, o Facebook completou 15 anos em 2019 – com mais de 2,3 bilhões de usuários diários -, e enfrentando fortes críticas após escândalos de vazamento de dados dos seus usuários.

Um porta-voz da empresa confirmou ao BuzzFeed que o trabalhador foi demitido depois que as denúncias se tornaram públicas e desencadearam uma investigação interna.

“Esse comportamento é absolutamente proibido de acordo com nossas políticas e o indivíduo não está mais trabalhando com o Facebook”, disse um porta-voz do em comunicado por e-mail. “Continuamos investigando as alegações e tomaremos as demais medidas necessárias”. Via Por Pablo Santana para o Infomoney

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“Fotografias e mensagens compartilhados pelo Whatsapp um dia se tornarão públicas”, diz criador do Telegram

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Criador do Telegram pede para usuários deletarem o WhatsApp

O criador da app de mensagens Telegram, Pavel Durov, publicou no respectivo canal do serviço uma mensagem pedindo que os seus seguidores desinstalassem o WhatsApp.

“A menos que não tenham problemas que todas as vossas fotografias e mensagens venham se tornar públicos um dia, devem apagar o WhatsApp dos smartphones de vocês”, escreveu Durov de acordo com a Forbes. “Para o WhatsApp se tornar um serviço orientado para a privacidade, correria o risco de perder mercados inteiros e desafiar as autoridades do seu próprio país”.

Durov informou ainda que o problema não se limita só ao WhatsApp mas sim ao próprio Facebook, que detém o app de mensagens. “Há muito tempo que o Facebook é parte de programas de vigilância, muito antes de adquirir o WhatsApp”, apontou Durov. Via Forbes

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“A menos que não tenham problemas que todas as vossas fotografias e mensagens venham se tornar públicos um dia, devem apagar o WhatsApp dos smartphones de vocês”, escreveu Durov de acordo com a Forbes. “Para o WhatsApp se tornar um serviço orientado para a privacidade, correria o risco de perder mercados inteiros e desafiar as autoridades do seu próprio país”.

Durov informou ainda que o problema não se limita só ao WhatsApp mas sim ao próprio Facebook, que detém o app de mensagens. “Há muito tempo que o Facebook é parte de programas de vigilância, muito antes de adquirir o WhatsApp”, apontou Durov. Via Forbes

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O que acontece com seu cérebro se você largar o Facebook?

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Não há consenso sobre o impacto das redes sociais em nossas rotinas e comportamento. Mas dois estudos publicados recentemente concluem que ‘desaparecer’ do Facebook reduz os sentimentos depressivos e melhora nosso bem-estar

Homo sapiens de 300.000 anos atrás teria adorado o Facebook. Sua sobrevivência e reprodução dependiam de poderem contar uns aos outros onde caçar bisões e que áreas eram perigosas, conta Yuval Noah Harari em Sapiens, mas também de “saber quem da sua turma odeia quem, quem dorme com quem, quem é honesto e quem é trapaceiro”. A fofoca é uma das teorias que explicam a origem da linguagem entre os humanos.

O Facebook, com 2,3 bilhões de contas ativas, ajuda a nos conectarmos e compartilharmos nossa vida com nossos amigos/conhecidos. Somos animais sociais, e nos relacionar com os outros é uma das fontes de felicidade do ser humano. Mas qual é o impacto das redes sociais sobre nossas atitudes, nossas rotinas, nossos comportamentos, nosso humor…? Dois estudos buscaram responder a estas perguntas fazendo alguns usuários desaparecerem temporariamente.

“Um mês fora do Facebook aumenta o bem-estar geral, reduz a ansiedade, a depressão e o tempo dedicado posteriormente a esta rede social”, segundo a pesquisa das universidades NYU e Stanford. Trata-se da maior análise já feita sobre os efeitos do Facebook em nossos cotidianos e hábitos.

Como concluíram isso? Com o mesmo método que os laboratórios farmacêuticos usam para saber se um remédio funciona: escolheram um grupo de 2.844 usuários que cumpriam os requisitos e os dividiram aleatoriamente. A uns deram o tratamento, um mês de abstinência do Facebook, e ao outro, o grupo de controle, permitiram que continuassem conectados. O experimento consistiu em monitorar as diferenças entre os dois grupos.

“Os aumentos no bem-estar geral são pequenos, mas muito significativos”, dizem os autores, liderados por Hunt Allcott. As pessoas que estavam fora do mundo dos likes respondia aos pesquisadores que se sentiam mais feliz, mais satisfeitos com sua vida e com menos depressão e ansiedade. Essa melhora equivalia a 25% – 40% dos benefícios oferecidos por uma terapia psicológica.

O outro estudo publicado dias antes, da Universidade A&M do Texas, não encontrava um efeito relevante na felicidade. Nessa pesquisa, a desativação da rede social durou só uma semana, mas mesmo assim se constatou, de forma compatível com o estudo mencionado antes, uma redução de 17% nos sentimentos depressivos.

Como isso se explica? Uma possibilidade é a teoria da comparação social. O Facebook pode alimentar sentimentos de inveja e frustração se decidirmos que o valor de nossa vida social e pessoal varia em função de como vai o resto. Porque, sejamos sinceros, a maioria tende a compartilhar seu melhor momento ou foto do dia, e isso pode gerar a falsa ideia de que a vida dos nossos amigos é maravilhosa, e que a nossa não faz sentido.

Menos polarização

“No grupo de usuários abstêmios, diminuiu a divisão de opiniões por questões políticas”

Muita gente usa as redes sociais para se informar, por isso não surpreendeu que os usuários que desativaram sua conta do Facebook estavam menos a par das notícias. Tampouco se deram ao trabalho de se conectar a outros canais tradicionais, como a rádio, a televisão ou os jornais.

Mas nesse capítulo de perguntas do estudo, o impacto mais relevante foi na polarização. No grupo de usuários abstêmios, reduziu-se a divisão de opiniões com relação a questões políticas – na verdade, aumentava a capacidade de entender o outro lado. Para se ter uma ideia desse impacto, se o nível de polarização na sociedade norte-americana aumentou 100 pontos entre 2006 e 2016, um mês fora do Facebook reduziu esse indicador em 42 pontos.

Este resultado põe em destaque também o papel dessa rede social na sociedade, além de seu polêmico papel na difusão das notícias falsas. As democracias se baseiam numa opinião pública bem informada, diz Cass Sunstein, ex-assessor de Barack Obama, em seu livro #Republic. Esse especialista em regulação acredita que as redes sociais deveriam introduzir certa aleatoriedade em seus algoritmos. Se só nos recomendarem notícias que acham/sabem que vão nos agradar, afinal o que estão gerando são câmaras de eco nas quais a única opinião que ouvimos é a nossa. Com essa visão da realidade é muito complicado entender alguém que não pense como nós, daí a polarização para a qual as redes sociais aparentemente contribuem.

Uma hora livre por dia

Talvez o maior presente pessoal de deixar o Facebook eram 60 minutos liberados por dia. Os usuários desconectados passaram mais tempo com os amigos, a família, saíram para jantar fora mais vezes e também passaram mais momentos vendo televisão sozinhos. Em geral, ocuparam seu novo tempo livre com atividades mais saudáveis, e isso se refletiu em seu estado de ânimo.

Surpreendentemente, menos Facebook não se traduziu em mais tempo em outras redes sociais ou diante da tela. Além do mais, reduziu-se a atenção a outros aplicativos, como Spotify e Tinder. Sem uma timeline para seguir, você tampouco visita todos aqueles sites que nossos amigos recomendam.

Vida fora da timeline

Entre o grupo dos que se desconectaram, 43% se dispuseram a dedicar menos atenção à sua timeline no futuro (contra 22% do grupo de controle), e de fato conseguiram: 12 minutos a menos em média. De fato, nove semanas depois do final do projeto, 5% do grupo de tratamento continuava sem reativar sua conta. “Quanto maior o tempo desligado, mais valorizavam os efeitos.”

Quanto vale o Facebook?

E aqui terminam as más notícias para a empresa de Mark Zuckerberg. Quando se pergunta aos usuários quanto dinheiro eles exigiriam para desativar sua conta do Facebook durante um ano, a resposta varia entre 1.000 e 2.000 dólares (3.750 a 7.500 reais, aproximadamente). Multiplique isso pelo número de usuários nos Estados Unidos… As pessoas valorizam muito a experiência de poder estar em contato com seus amigos com tanta facilidade. Tudo bem, isso é porque não sabem que sua vida pode ser igualmente maravilhosa se desativarem suas contas, certo?

Não. Quem aceitou desaparecer durante um mês pediu apenas 102 dólares em troca. Depois desses dias, de maior bem-estar geral, menos depressão, hábitos mais saudáveis, voltaram a ser perguntados: quanto exigiria para ficar mais um mês fora? A cifra caiu para 87 dólares. Como é possível? Talvez as pessoas apreciem muito saber o que estão fazendo seus amigos, o que eles leem, do que falam… mesmo que isso lhes gere certo estresse, explicam os autores do primeiro estudo.

No caso do experimento de desativação durante uma semana, a quantia que os usuários pediram para ficar mais sete dias fora da rede social aumentou 15% (de 10,7 para 12,3 dólares). Nesse caso, os pesquisadores propõem outra explicação. “A resposta é consistente com a retirada dos efeitos de um bem aditivo. Se ficar no Facebook gera dependência, então uma semana fora da rede deveria aumentar o desejo de voltar para ela.”

Do El País

Funcionário do Facebook morre na sede da empresa; polícia trata caso como suicídio

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Identidade do homem não foi divulgada

Um funcionário do Facebook morreu nesta quinta-feira (18) ao pular do quarto andar de um dos prédios da sede da empresa em Menlo Park, Califórnia.

A polícia foi chamada por volta das 16h de Brasília para responder a um incidente no campus da empresa e confirmou a morte do homem, cuja identidade não foi divulgada.

Equipes médicas tentaram salvar a vida do funcionário, mas ele morreu no local. Investigações preliminares dão conta que não há outras pessoas envolvidas na morte do funcionário, e a polícia afirma que a hipótese mais provável é de suicídio.

Em nota, o Facebook lamentou a morte do funcionário. “Estamos tristes ao saber da morte de um de nossos funcionários em Menlo Park. Estamos cooperando com a polícia nas investigações e por enquanto não temos informações a compartilhar. Esperamos compartilhar mais informações quando soubermos mais das autoridades”, disse a empresa.

A notícia é do TechBreak

Novo golpe invade Facebook de usuários para pedir dinheiro pelo WhatsApp

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Como o Facebook possui um sistema que se mantém logado nos dispositivos mesmo quando ocorre a troca de senha em um deles, a vítima muitas vezes só percebe que há algo de errado quando é informada por um colega sobre o pedido de dinheiro

Uma nova modalidade de golpe que vem sendo adotada por criminosos brasileiros envolve o comprometimento de uma conta no Facebook e a utilização do WhatsApppara pedir dinheiro a contatos. Altamente direcionado e dependendo bastante de engenharia social, o método utiliza contas vazadas de outros serviços e o descuido dos próprios usuários, que podem utilizar as mesmas senhas em redes sociais diferentes.

Como o Facebook possui um sistema que se mantém logado nos dispositivos mesmo quando ocorre a troca de senha em um deles, a vítima muitas vezes só percebe que há algo de errado quando é informada por um colega sobre o pedido de dinheiro. Felizmente, no caso da jornalista Lúcia Helena de Oliveira, cuja história foi contada pelo UOL Tecnologia, não houve transferência, mas outras situações podem ter desfechos bem piores na base da boa e velha confiança.

É desta que os criminosos abusam na hora de realizarem o golpe. De posse de um perfil no Facebook, eles têm acesso a conversas pessoais que podem ser usadas na engenharia social, enquanto ferramentas são capazes de extrair os números de celulares dos contatos (isso quando eles já não estão expostos nas contas). Basta a criação de um WhatsApp com um número qualquer e o uso de foto e nomes corretos para que a tentativa aconteça e, muitas vezes, seja bem-sucedida.

Foto: Pixabay

No caso de Oliveira, o pedido do criminoso foi de R$ 4 mil, supostamente para quitar uma dívida trabalhista com a qual a jornalista estaria “desesperada”. Histórias relacionadas a uma viagem e à venda de lingeries também foram citadas a outras pessoas, com a tentativa de golpe vindo à tona apenas devido ao uso de erros de português por parte do bandido. Foi aí que a vítima percebeu estar trancada fora de sua conta no Facebook, cuja senha havia sido trocada, e descobriu a rota que levou às tentativas de golpe.

O uso de senhas semelhantes em mais de um serviço é a raiz de crimes desse tipo e um dos métodos mais usados pelos hackers na tentativa de obter novos dados ou realizar crimes. Uma vez que o banco de dados de uma empresa vaza na internet, as mesmas credenciais são utilizadas em diferentes serviços em busca de novos resultados positivos. A categoria do golpe praticado depende do que aparecer e pode ir desde compras fraudulentas em lojas, usando cartões de crédito salvos, até situações como essa, em que mais pessoas podem acabar envolvidas.

Além de usar palavras-chave variadas, vale a pena usar códigos complexos e pouco deduzíveis (nada da data de nascimento junto ao nome do filho, por exemplo). Os gerenciadores de senhas são boas alternativas para a criação de credenciais efetivamente aleatórias, mas sem que precisem ser digitadas o tempo todo devido à complexidade.

Outras recomendações envolvem o cuidado com links recebidos por e-mails ou mensageiros, mesmo que tenham vindo de contas confiáveis, e o pé atrás com ligações ou mensagens que dizem ser de operadoras de telefonia ou serviços. A utilização de redes gratuitas de internet também merecem atenção, já que o acesso a serviços pode ser comprometido por terceiros, e sempre vale a pena ter a autenticação em dois fatores ativada, pelo menos, nas plataformas mais sensíveis como e-mails e redes sociais, já que elas não apenas exigem passos adicionais para o login como também flagrarão tentativas irregulares de acesso.

Fonte: UOL Tecnologia

Google e Facebook sabem quando usuário vê pornografia em outros sites

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Estudo apontou que 93% das páginas vaza dados para terceiros, ainda que o acesso seja feito em modo anônimo

Empresas como Google e Facebook rastreiam a atividade dos usuários em páginas de conteúdo adulto. É o que diz um estudo revelou um estudo da Microsoft, Carnegie Mellon e Universidade da Pensilvânia, divulgado na última semana. Após analisar 22.484 sites pornográficos, eles concluíram que 93% deles vazam dados para terceiros, mesmo quando o acesso é feito no modo anônimo do navegador. Embora as empresas tenham negado o uso dessas informações para fins publicitários, pesquisadores alertam para a vulnerabilidade de informações íntimas dos usuários.

Segundo os autores do estudo, os visitantes de sites pornográficos têm um “senso de privacidade fundamentalmente enganador”. Isso porque apenas 17% dessas páginas utilizam criptografia, ou seja, a maior parte delas é altamente vulnerável e permite a interceptação da conta do usuário.

Vale ressaltar também que o modo anônimo do navegador, comumente usado para consumir esse tipo de conteúdo, garante apenas que o histórico de acessos não fique armazenado no computador, mas não impede o rastreamento de informações por parte de empresas terceiras.

Dos 22.484 sites avaliados, 45% deles expõe ou sugere a natureza do conteúdo, revelando os principais tópicos de interesse do usuário e até mesmo suas preferências de gênero. Segundo os pesquisadores, o vazamento desses dados representa um risco “único e elevado”, especialmente para homossexuais e mulheres. “Esses riscos são maiores para populações vulneráveis ​​cujo uso pornográfico pode ser classificado como não-normativo ou contrário à sua vida pública”, escreveram os autores.

De acordo com a pesquisa, rastreadores feitos pelo Google e suas subsidiárias apareceram em 74% dos sites avaliados. Ao portal Business Insider, a gigante de buscas afirmou que as informações coletadas não são usadas para fins publicitários. O Facebook, cujos rastreadores estão em 7% das páginas analisadas, deu um retorno semelhante e disse que os dados não são usados para campanhas. Já a Oracle, outra gigante de tecnologia citada no levantamento, não se manifestou sobre o assunto. A empresa rastreia 24% dos sites examinados.

Ainda segundo o estudo, sem o uso de softwares especializados como o WebXRay, empregado na pesquisa, é quase impossível que os usuários saibam quando estão sendo rastreados. Isso porque as políticas de privacidade que poderiam divulgar esse tipo de informações constavam em apenas 17% dos sites analisados.

Além disso, há o fato de que os termos de uso são escritos em uma linguagem muito específica e complexa – de acordo com os pesquisadores, é necessário um nível de conhecimento equivalente a dois anos de graduação para entender as frases.