Haddad venceria Bolsonaro se eleição fosse hoje, aponta Datafolha

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Se o segundo turno da eleição para presidente da República fosse hoje, Fernando Haddad (PT) seria eleito com 42% dos votos, contra 36% de Jair Bolsonaro (PSL)

Se o segundo turno da eleição para presidente da República fosse hoje, Fernando Haddad (PT) seria eleito com 42% dos votos, contra 36% de Jair Bolsonaro (PSL). É o que aponta a pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira (2). Outros 18% votariam branco ou nulo e 4% não souberam responder.

No segundo turno da disputa presidencial do ano passado, em 28 de outubro do ano passado, Bolsonaro conseguiu 55,13% dos votos válidos (excluídos brancos, nulos e indecisos). Haddad obteve 44,87%.

Atualmente, a reprovação de Bolsonaro supera a sua aprovação. Passados oito meses de governo, o percentual dos que não aprovam a sua gestão aumentou de 33%, na pesquisa Datafolha feita em julho, para 38%. Foram ouvidas 2.878 pessoas com mais de 16 anos em 175 municípios.

A aprovação de Bolsonaro caiu de e 33% em julho para 29% agora. 

Haddad: ‘Juiz me condenou por algo de que nem sequer fui acusado’

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Uma inversão, no mínimo, extravagante: pagar notas frias com dinheiro quente”

O ex-prefeito de São Paulo e candidato do PT à presidência Fernando Haddad argumentou, em artigo publicado pelo jornal Folha de S.Paulo neste sábado (24), que o juiz eleitoral Francisco Carlos Inouye Shintate o condenou pela suposta prática de caixa dois na campanha eleitoral de 2012 com base em uma acusação que não foi feita pela promotoria. “Provei que o delator estava mentindo, mas o juiz, para minha perplexidade, me condenou por algo que sequer fui acusado”, diz Haddad.

Ele argumenta que o juiz afastou a hipótese de corrupção, improbidade ou qualquer crime doloso, mas se utilizou de uma uma manobra judicial para que pudesse condená-lo em função de uma única delação. “Vejam que a acusação de receber vultosos recursos de caixa dois para pagar serviços gráficos não declarados — hipótese afastada pelo juiz — se transformou, em função de um frágil elemento de convicção, em condenação por pequenos serviços declarados e supostamente não realizados, pagos com recursos lícitos. Uma inversão, no mínimo, extravagante: pagar notas frias com dinheiro quente”, afirma.

De acordo com Haddad, depois de afastar a hipótese de corrupção, improbidade ou qualquer crime doloso, “o juiz, contrariando todos os depoimentos, entendeu que nenhum serviço gráfico havia sido prestado, nem para o diretório estadual (não declarados) nem para a minha campanha (declarados), tomando como base a evolução da conta de energia elétrica da gráfica”. “Um trabalho bem-sucedido de quatro anos para desmentir o delator caiu por terra por teoria estranha à própria linha de argumentação da promotoria, inclusive nas alegações finais”.

O ex-prefeito também chamou atenção para o fato de que foi condenado a quatro anos e meio de prisão, quando a pena máxima para o caso seria de cinco anos, pelo que seria um “simples desinteresse em checar notas correspondentes a 0,5% das despesas da minha campanha”.

Justiça eleitoral condena Haddad a 4 anos e 6 meses em semiaberto por caixa dois da UTC

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Ex-prefeito de São Paulo foi condenado por suposta falsidade ideológica eleitoral na campanha de 2012, em investigação que decorre da Operação Cifra Oculta

O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) foi condenado por suposto caixa dois da UTC Engenharia na campanha eleitoral de 2012, quando foi eleito. A pena imposta pela Justiça Eleitoral, por falsidade ideológica eleitoral, é de 4 anos e 6 meses em regime semiaberto, segundo informações da Justiça. Cabe recurso.

A reportagem tenta contato com a defesa. O espaço está aberto.

O ex-prefeito foi denunciado por suposto caixa dois de R$ 2,6 milhões à UTC Engenharia. O promotor eleitoral Luiz Henrique Dal Poz, afirmou, em acusação, que o ex-prefeito ‘deixou de contabilizar valores, bem como se utilizou de notas inidôneas para justificar despesas’.

Os valores teriam sido repassados pela empreiteira diretamente às gráficas de Francisco Carlos de Souza, ex-deputado estadual e líder sindical conhecido no PT como ‘Chico Gordo’. Ele confessou que recebeu os pagamentos, mas disse que não eram destinados à campanha do ex-prefeito, e sim a outros candidatos petistas cujos nomes não revelou à PF.

A denúncia narra que R$ 3 milhões teriam sido negociados com o empresário Ricardo Pessoa, da UTC Engenharia, e depois repactuados para R$ 2,6 milhões. Além do empreiteiro, que é delator, o doleiro Alberto Youssef também citou as operações em depoimento.

As informações são do Estadão/Fausto Macedo

TJ/SP absolve Fernando Haddad por pegadinha em agenda oficial

MP/SP requereu condenação por improbidade administrativa após “trote” em publicação.

A 4ª câmara de Direito Público do TJ/SP manteve sentença que absolveu o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad por suposta prática de improbidade administrativa em razão de uma “pegadinha” feita na agenda oficial do petista quando ele era chefe do Executivo paulistano.

Na ACP, o MP/SP requereu que o ex-prefeito fosse condenado a pagar indenização de R$ 72,5 mil por improbidade administrativa em razão da divulgação de informação que, segundo o parquet, seria falsa, “maliciosa” e “astuta”.

Consta nos autos que, em 2016, foi divulgada agenda oficial segundo a qual Haddad cumpriria apenas despachos internos. No entanto, o ex-prefeito realizou trabalhos externos e afirmou, posteriormente, que a intenção da divulgação teria sido a de passar “trote” em um historiador que criticava a agenda oficial de Haddad em programa de rádio, sendo que a programação divulgada pela prefeitura seria a agenda do presidente Michel Temer.

Em 1º grau, a juíza de Direito Carolina Martins Clemêncio Duprat Cardoso, da 11ª vara da Fazenda Pública de SP absolveu o ex-prefeito. Ao analisar o caso, a 4ª câmara de Direito Público do TJ/SP manteve a sentença por entender que não houve improbidade na publicação.

De acordo com os advogados Igor Sant’Anna Tamasauskas e Otavio Ribeiro Mazieiro, do escritório Bottini & Tamasauskas Advogados, que defendem Haddad na causa, não houve falsidade na agenda pública, apenas a utilização de padrão usual de outras autoridades, sendo um detalhamento da agenda substituído pela expressão “despachos internos”.

Igor Sant’Anna Tamasauskas sustentou as razões do ex-prefeito da tribuna durante o julgamento e, em síntese, destacou que o caso seria emblemático quanto à necessidade de manutenção do juízo prévio de admissão da ação de improbidade, a fim de se evitar a instrução de ações que, de antemão, já demonstram não haver justa causa da ocorrência de improbidade.

“A sociedade estará mais defendida com a rejeição de ação que conduzirá a um nada jurídico; serão economizados recursos públicos com a manutenção da rejeição”, afirmou Tamasauskas.

Processo: 1031940-45.2016.8.26.0053

Fonte: migalhas

Haddad será advogado de Lula e terá livre acesso à prisão

Ex-prefeito é formado em direito e filiado à OAB desde 1987

O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad passará a integrar a equipe de advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e terá livre acesso a ele na prisão.

Segundo a Folha de S.Paulo, foi o próprio Lula que pediu que Haddad fosse registrado como seu advogado, afirmando que eles precisam se encontrar mais para definir o plano de governo do PT, que está sendo elaborado por Haddad.

Haddad é formado em direito pela USP e tem registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) desde 1987. Em abril, ele foi buscar sua carteirinha na entidade.

Ele também é apontado como o substituto de Lula caso o ex-presidente não tenha sucesso em seus recursos judiciais para participar da eleição presidencial neste ano.

Lula está preso desde abril, depois de ter sido condenado em segunda instância pelo caso do tríplex do Guarujá. Mas ele não desistiu da candidatura, e já apresentou 78 recursos tentando reverter a sentença ou sair da prisão.

Se todos esses recursos falharem, especialistas apostam que o ex-presidente vai indicar Fernando Haddad para substitui-lo na campanha, porém no último momento possível, para capitalizar a figura de Lula e aumentar o potencial de transferência de votos.

Fonte: exame

Promotor eleitoral denuncia Haddad sob acusação de caixa dois na campanha de 2012

Ex-prefeito de São Paulo foi alvo da Operação Cifra Oculta, que mirou pagamentos da UTC Engenharia para sua candidatura. Mais 4 são acusados

O promotor eleitoral Luiz Henrique Dal Poz denunciou nesta quinta-feira (10/5), o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) por crime eleitoral no âmbito da Operação Cifra Oculta. A denúncia atribui ao petista caixa 2 de R$ 2,6 milhões da UTC Engenharia na campanha de 2012, que o elegeu.

A promotoria acusa mais quatro pessoas na mesma denúncia: o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto; Francisco Macena, responsável pela contabilidade da campanha, e os empresários e donos das gráficas envolvidas no caso, Francisco Carlos de Souza e Ronaldo Cândido.

A denúncia foi entregue à 1ª Zona Eleitoral, por violação ao artigo 350 do Código Eleitoral – sanção de até cinco anos de reclusão. O promotor imputa a Haddad falsidade ideológica, conteúdo falso, na prestação de contas de 2012. “Haddad omitiu informações, bem como inseriu dados inexatos, que não correspondem à realidade”, afirma o promotor.

“Ele [ex-prefeito] deixou de contabilizar valores, bem como se utilizou de notas inidôneas para justificar despesas”, disse o promotor.

Os valores teriam sido repassados pela empreiteira diretamente às gráficas de Francisco Carlos de Souza, ex-deputado estadual e líder sindical conhecido no PT como “Chico Gordo”. Ele confessou ter recebido os pagamentos, mas disse que não eram destinados à campanha do ex-prefeito, e sim a outros candidatos petistas cujos nomes não revelou à PF.

Segundo a denúncia, R$ 3 milhões teriam sido negociados com o empresário Ricardo Pessoa, da UTC Engenharia, e depois repactuados para R$ 2,6 milhões. Além do empreiteiro, delator do caso, o doleiro Alberto Youssef também citou as operações em depoimento.

“O ex-prefeito Fernando Haddad qualificou a denúncia oferecida pelo promotor Luiz Henrique Dal Poz como um absurdo. Segundo ele, na fase de investigação ficou mais do que provado que os pagamentos referentes a serviços gráficos não correspondiam a sua campanha eleitoral. Haddad vai se defender na Justiça”, informou, em nota, a equipe do petista.

Já os advogados Pierpaolo Bottini e Leandro Raca, defensores do ex-prefeito, registraram: “A defesa de Fernando Haddad ainda não teve acesso à denúncia, mas podemos afirmar desde logo que não há qualquer elemento a sugerir que os valores tratados por Ricardo Pessoa tenham sido empregados em sua campanha”. “Todos os interesses da UTC na cidade de São Paulo foram contrariadas pela gestão Haddad”, acrescentou a dupla de defesa.

 Fonte: metropoles

Polícia Federal indicia ex-prefeito Fernando Haddad por caixa dois

PF pediu condução coercitiva de Haddad e sua ex-vice. Justiça negou

O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) foi indiciado por falsidade ideológica eleitoral pela Polícia Federal. Também foram indiciados o ex-tesoureiro do partido João Vaccari Neto e mais cinco.

A informação foi confirmada pela PF e a ação diz respeito à apuração de crimes eleitorais e lavagem de dinheiro relacionadas à campanha de 2012 do petista.

A PF indiciou Vaccari pelos crimes de falsidade ideológica e lavagem de dinheiro, além de associação criminosa.

O relatório de indiciamento do petista, Vaccari e outros investigados foi enviado à Justiça Eleitoral de São Paulo na semana passada. O inquérito foi aberto no dia 25 de novembro, depois da delação do empreiteiro da UTC Ricardo Pessoa.

Ele tinha dito que recebeu um pedido de Vaccari para o pagamento “de uma dívida de campanha do então candidato a prefeito de São Paulo Fernando Haddad relativa ao pleito de 2012”. Os valores, então, deveriam ser pagos a uma gráfica que pertence a “Chicão”. 

A campanha de Haddad foi alvo da Operação Cifra Oculta, um desdobramento da Operação Lava Jato. Naquela conjuntura, os investigadores pediram a condução coercitiva do petista, mas a Justiça negou.

R7

Haddad afirma que não concorrerá a nenhum cargo este ano

Mônica diz que Lula se empenhou pessoalmente em pagar dívidas de caixa 2 de Haddad

“Eu deixei claríssimo ao PT que não disputaria com Suplicy”, disse ex-prefeito de SP, explicando por que não concorrerá ao Senado

O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) afirmou, nessa quinta-feira (11), que não concorrerá a nenhum cargo na eleição deste ano. Haddad foi convidado pelo partido para ser candidato ao Senado, mas, diante da decisão do vereador Eduardo Suplicy de disputar a vaga, disse que não entrará no páreo.

“Eu deixei claríssimo ao PT que não disputaria com Suplicy”, disse Haddad ao Estado. “Não faz sentido que sejam lançados dois nomes. Quando aconteceu de o mesmo partido eleger dois senadores? Só em 1994, no Plano Real.”

Escolhido para coordenar o programa de governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Haddad negou, porém, que sua amizade com Suplicy tenha sido abalada pelo episódio. Nos bastidores do PT há comentários de um mal-estar entre os dois. “Qual mal-estar? Se há mal-estar, não é comigo”, disse Haddad. “Eu estou muito confortável como coordenador do programa de governo do Lula.”

Suplicy também negou atritos com Haddad sobre a vaga ao Senado. “Ele é meu amigo há 30 anos e pode contar comigo para o que quiser”, afirmou.

O ex-prefeito tem sido citado como possível plano B do PT para a Presidência, caso Lula seja condenado pelo Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), no dia 24, e não possa concorrer. Haddad, no entanto, sofre resistências no próprio partido para ocupar a vaga. Se o PT tiver de substituir Lula na última hora, após esgotar todos os recursos judiciais, o mais cotado para o posto é o ex-governador da Bahia Jaques Wagner. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fernando Haddad vai coordenar programa de governo de Lula em 2018

O PT formalizou, nesta segunda-feira (18/12), a escolha do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad para coordenar o programa de governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na campanha eleitoral de 2018. A coordenação geral da campanha ficará a cargo da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), presidente nacional do partido, que comunicou a escolha de Haddad durante reunião do Diretório Nacional do PT, sábado (16), em São Paulo.

O ex-prefeito já vinha atuando informalmente como coordenador do grupo de colaboradores de Lula desde o primeiro semestre. Haddad vai representar o Instituto Lula na coordenação do programa de governo.

Fachin retira de Moro delações que citam campanha de Haddad

Por não ver relação com os fatos investigados na operação “lava jato”, o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, reconsiderou decisão e determinou que a Justiça Federal em São Paulo fique com cópias dos depoimentos dos delatores João Santana, Monica Moura e André Luís Reis de Santana sobre a campanha eleitoral de Fernando Haddad à Prefeitura de São Paulo nas eleições de 2012.

Em maio, Fachin havia determinado o envio do material ao juiz federal Sergio Moro, em Curitiba. A defesa de Haddad argumentou que os delatores disseram ter recebido recursos não contabilizados do Grupo Odebrecht e de empresa ligada ao empresário Eike Batista para quitar dívidas de campanha de Haddad, sem nenhuma relação com a “lava jato”.

Ao reconsiderar sua decisão, Fachin concordou que os fatos citados realmente não têm conexão com as investigações que apuram desvios na Petrobras.

“Tratando-se de supostos fatos que se passaram na cidade de São Paulo, na qual eram realizados os pagamentos não contabilizados no contexto do pleito eleitoral ao Poder Executivo da aludida municipalidade, devem as cópias dos termos de depoimento ser remetidas à Seção Judiciária daquele Estado para as providências cabíveis, mormente em razão da apontada existência de inquérito policial já deflagrado com objeto semelhante”, concluiu Fachin.

O criminalista Pierpaolo Cruz Bottini, advogado de Haddad, elogiou a decisão: “Correta a reconsideração por parte do ministro, uma vez que ausente qualquer conexão dos fatos com os processos da lava jato”.

Fonte: conjur.com