Homem que rompeu noivado e manteve contrato de festa para se casar com outra é condenado a indenizar ex-noiva

Juiz de Goiânia fixou R$ 13,6 mil de indenização considerando que o noivo foi desleal, adiando a cerimônia para tirar proveito econômico; réu se defendeu dizendo que casamento se rompe ‘até na hora da cerimônia’.

Um homem, de identidade não divulgada, foi condenado a pagar R$ 13,6 mil de danos morais e materiais à ex-noiva após romper o noivado, mas manter o contrato do local da festa de casamento para se casar dois meses depois com outra mulher, em Goiânia. Segundo o Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO), a decisão considerou que o noivo foi desleal, adiando a cerimônia por várias vezes para tirar proveito econômico até a data do rompimento.

O homem, em sua defesa, afirmou que o casamento pode ser rompido até mesmo na hora da cerimônia e que isto não pode, na opinião dele, resultar em indenização. A defesa também alegou que não deve haver danos morais, já que o rompimento não se deu de forma agressiva ou que atentasse à dignidade da ex-noiva.

A decisão judicial é do juiz Carlos Magno Rocha da Silva, da 14ª Vara Cível da comarca de Goiânia. Na sentença, o magistrado considera que o homem foi desleal ao romper o noivado e se casar dois meses depois, em dezembro de 2011, com outra pessoa, apontada como amante pela ex.

Por conta disto, Carlos Magno fixou R$ 12 mil em danos morais e R$ 1,6 mil em danos materiais, relativo à parte do aluguel do local da onde ocorreria a festa de casamento, em uma churrascaria do Setor Oeste. O salão, segundo o TJ-GO, foi o mesmo utilizado pelo homem para a festa de casamento com outra mulher, inclusive utilizando o mesmo contrato que havia feito com a ex-noiva.

Juiz disse que comportamento do noivo foi ‘reprovável’ e ‘insensível’, em Goiânia (Foto: TJ-GO/Reprodução)

“Não tenho dúvidas de que o comportamento do requerido em não se casar com a autora, no contexto das provas dos autos e pela forma em que se comportou, extrapolou, em relação à noiva enganada, o limite do mero aborrecimento, e teve potencial de atingir atributos de sua personalidade, causando sofrimento e abalo irremediavelmente na sua autoestima”, afirma o juiz na sentença.

Conforme divulgado pelo TJ-GO, o casal se conheceu em 2003 e, no mesmo ano, começaram um namoro que, 9 anos depois, resultou no noivado. A mulher afirma, no processo, que foi convencida pelo companheiro a, depois que se casassem, passariam a morar na casa dos pais dele. Por conta disto, ela firma que começou, em 2010 a bancar parte de uma reforma no imóvel.

Adiamentos consecutivos

Nos autos, a mulher afirma que a reforma terminou ainda em 2010, mas o então noivo, com o argumento de que a construção havia lhe causado muitas dívidas, adiou o casamento para o final de 2011. No entanto, quando se aproximava da data da festa, com o mesmo argumento de dificuldades financeiras, o homem, segundo a ex-noiva, remarcou a cerimônia para 9 de julho de 2012.

Após o segundo adiamento, a mulher relatou que realizou o chá panela e, após o evento, o então noivo passou a demonstrar desinteresse pela união dos dois, mesmo com a festa paga e os convites já confeccionados. Dois meses antes da cerimônia, o homem anunciou que não queria mais se casar e rompeu o relacionamento com ela.

“O autor passou a adiar o casamento, sempre buscando as mais diversas justificativas, embora continuasse incentivando a autora a contrair gastos com a reforma da casa em que morariam, além das próprias despesas da futura cerimônia nupcial”, afirmou o juiz.

Troca da noiva

Conforme o magistrado, o homem se casou com outra mulher dois meses após o rompimento com a ex, utilizando, inclusive, o mesmo contrato de locação do salão da churrascaria onde a festa com a ex-noiva ocorreria. No documento, segundo a decisão, foi feita apenas a alteração no nome da noiva.

A ex-noiva do homem afirmou, nos autos, que o ex manteve um relacionamento com a outra mulher ao longo de dois anos, sem que ela soubesse, e que, mesmo com ela pagando a reforma e a festa do casamento, escondia dela a intenção de se casar com a amante.

“Todavia o requerido, em comportamento reprovável, embora estivesse em pleno relacionamento amoroso duradouro com outra mulher, por cerca de 2 anos, demonstrando insensibilidade com os sentimentos da autora, só comunicou o rompimento do noivado depois do tradicional chá de panela preparado para ambos”.

“Tal comportamento demonstra frieza e desrespeito pelo sentimento alheio, principalmente quando se vê, pelas provas dos autos, que foi a autora quem pagou o aluguel do salão de festas, com seu próprio dinheiro”, alega o juiz.

Fonte: g1

Noivos simulam cena de ‘La Casa de Papel’ em casamento e vídeo viraliza

Robson e Laila, de Praia Grande, no litoral paulista, fãs da série, estão juntos há nove anos. Imagens da encenação foram compartilhadas nas redes sociais e tiveram grande repercussão

Um casal de Praia Grande, no litoral de São Paulo, decidiu simular uma cena de assalto para os convidados durante sua festa de casamento, inspirados na famosa série “La Casa de Papel“. Noivo e padrinhos se fantasiaram dos personagens durante o tradicional momento de passar a gravata para arrecadar dinheiro. As imagens da encenação foram divulgadas nas redes sociais e tiveram grande repercussão, sendo, inclusive, compartilhadas pelo site oficial da produção.

O casamento do analista de sistemas Robson Romano de Almeida e da programadora Laila dos Santos Romano de Almeida, ambos de 28 anos, aconteceu na cidade vizinha, São Vicente. O casal começou a namorar há nove anos, e o pedido de casamento veio em 2016. Desde então, começaram a planejar a cerimônia dos sonhos. No entanto, foi apenas dias antes da data marcada que eles tiveram a ideia inovadora.

Na hora de passar a gravata do noivo, ele e quatro padrinhos entraram fantasiados, pelos fundos do salão, ao som da música de abertura da série. Encenando um dos episódios, o noivo foi “feito refém” pelos amigos e levado até a pista de dança, onde anunciou a brincadeira e pediu para os convidados “prepararem a carteira”.

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“Nós passamos pelos convidados simulando um assalto e falando frases como ‘passa a grana’. Enquanto isso, tocava uma outra música da série, chamada ‘Bella Ciao’. Todos ficaram muito empolgados e participaram da cena. Eles davam o dinheiro e pediam para tirar foto. Tudo isso durou cerca de uma hora e meia”, conta Robson.

A ideia da brincadeira surgiu após os noivos irem às compras na Rua 25 de Março, em São Paulo, em busca dos últimos itens para a festa. No caminho, encontraram as máscaras usadas no seriado, e Robson se animou. Eles assistiram a série juntos no início do ano, e adoraram.

Ao entrarem no salão, o noivo foi ‘feito refém’ e levado até a pista de dança (Foto: Charles Produções)

“Várias lojas tinham as fantasias e máscaras dos personagens. Eu queria usar na valsa, mas a minha esposa não deixou, preferia o convencional. Quando voltei para casa, conversei com os padrinhos sobre usar as roupas [na hora de passar a gravata], e todos gostaram. E a Laila também aceitou. Então, um amigo voltou a São Paulo para comprar, poucos dias antes da festa, e experimentamos só na hora”.

Para complementar a transformação, um outro amigo do noivo conseguiu algumas armas de brinquedo, usadas no jogo airsoft, para serem usadas na encenação. Assim, com tudo pronto, o casal decidiu avisar alguns convidados sobre a surpresa que aconteceria, para ninguém se assustar com a brincadeira.

O vídeo e as fotos do casamento foram compartilhadas e viralizaram nas redes sociais. Inclusive, a página brasileira oficial de “La Casa de Papel” também fez um post sobre a encenação, que teve mais de 20 mil curtidas e 6 mil compartilhamentos. O casal garante que não esperava essa repercussão. “A nossa ideia era apenas fazer algo diferente na festa. Foi um sonho inesperado que se realizou. É surreal”.

Para o casal, cena foi um sonho realizado, que animou os convidados (Foto: Charles Produções)

Fonte: g1

Menina de 9 anos desaparece em festa de casamento e intriga polícia

Menina de 9 anos desaparece em festa de casamento e intriga polícia

Um caso tem deixado a policia de Pont-de-Beauvoisin, França, intrigados. Durante uma festa de casamento, realizada no último sábado (26/8), a menina Maëlys de Araújo, 9 anos, desapareceu misteriosamente. Segundo as investigações, por volta das 3h de domingo, a mãe dela não conseguia mais encontrá-la.

O DJ da festa foi comunicado e, pelo microfone, avisou a todos sobre o caso. A partir daí, os convidados começaram a procurar pelo local e também nas redondezas, mas não conseguiram encontrá-la. A polícia, então, foi acionada e começou uma busca pelas redondezas, também sem sucesso.

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Segundo a polícia, foram feitas buscas também nos rios da região e no esgoto. Cães farejadores fizeram uma varredura, mas não não deram pistas sobre o paradeiro da menina. Todos os convidados já foram ouvidos.

Os pais também disseram que não havia motivos para a menina fugir. Por meio das redes sociais, a polícia fez uma apelo para tentar obter informações da menina de origem portuguesa.

Fonte: metropoles.com

Mulher cancela casamento e doa jantar para desabrigados de sua cidade

O que fazer quando sua festa de casamento é cancelada, mas o investimento financeiro não pode ser reembolsado? A estudante de farmácia Sarah Cummins, de 25 anos, decidiu praticar uma boa ação diante desse quadro que poderia apenas ser trágico.

Para não perder os US$ 30 mil que havia gastado para realizar a celebração matrimonial que não aconteceu, a ex-noiva de Indianapolis, capital do estado americano de Indiana, levou desabrigados da região para o local da festa. Eles aproveitaram o cardápio que, além do bolo, tinha peito de frango com alcachofras em molho cremoso de Chardonnay, almôndegas ao molho bourbon e queijo de cabra.

Sem dizer o motivo, Sarah afirmou ao jornal Indianapolis Star que o cancelamento foi decidido há uma semana. Como o contrato não previa reembolso nesses casos, ela decidiu entrar em contato com abrigos para oferecer a festa àqueles que não têm lar.

“Para mim, foi uma oportunidade de deixar essas pessoas saberem que eles merecem estar em um local como esse, tanto quanto qualquer outra pessoa”, afirmou Sarah. Moradores da cidade e até empresas decidiram participar do momento de solidariedade e ofereceram roupas e itens para os desabrigados.

“Para muitos de nós, esta é uma boa oportunidade para nos mostrar o que podemos ter. Ou para nos lembrarmos do que já tivemos”, disse Charlie Allen, que vive há três meses em um abrigo. Sarah foi ajudada pela mãe, tias e mais três amigas que deveriam ser madrinhas.

Ao comentar com o ex-noivo que pretendia doar o jantar, Sarah afirmou que ele entendeu: aquela ação seria a mais indicada para lidar com a frustração de ver o casamento chegar ao fim antes mesmo de começar. Porém, ela ainda não sabe o que vai fazer com o vestido.

Fonte: metropoles.com