Pastor é suspeito de assédio sexual contra veterinária que frequentava sua igreja, em Goiânia

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Antes de denunciar caso à polícia, mulher relatou nas redes sociais que pastor queria ‘sentir seu beijo” e pediu para ela tirar a blusa em chamada de vídeo

Um pastor evangélico é suspeito de assédio sexual contra uma veterinária que frequentava a igreja dele, em Goiânia. A fiel, que não teve o nome divulgado, relatou pelas redes sociais que Davi Passamani, durante uma conversa, perguntou sobre a vida sexual dela, queria sentir seu beijo e que teve um sonho com ela, o qual ela classifica como “horrível e nojento”.

Em um vídeo publicado na internet, o pastor negou o crime, mas disse que “vai se tratar” e pediu desculpas à família e aos fiéis. Afirmou ainda que a igreja onde ministra, A Casa, não tem culpa da situação, sem, no entanto, detalhá-la.

Também pelas redes sociais, a igreja disse que está apurando o caso e que Passamani já está afastado de suas funções “há semanas” para “tratamento médico e cuidados em família”.

O caso foi registrado na Delegacia Especializada no Atendimento às Mulheres (DEAM). A mulher afirmou que o crime ocorreu há quase dois anos e que ela só resolveu denunciá-lo agora porque teve informação de que o assédio teria ocorrido também com outra mulher.

Em seu perfil, a veterinária afirmou que o pastor a procurou porque “queria se abrir” e se olhado como “ser humano e não como pastor”.

Ela diz que Passamani pediu para não ser chamado de pastor e que ela fosse até a casa dele. A fiel sugeriu que o namorado também fossem, mas ele disse que queria vê-la sozinho.

Após ouvir o pastor questioná-la sobre questões relacionadas à vida sexual dela, querer sentir seu beijo e dizer que sonhou com ela, a mulher afirmou que foi orientada pelo sogro, que é policial e também pastor, a continuar a conversar para ver qual era o intuito de Passamani.

Segundo ela, depois disso, o pastor fez uma chamada de vídeo e pediu que ela passasse a mão no pescoço e na barriga. Porém, quando ele pediu que ela tirasse a blusa, a mulher afirmou que não aguentou mais a situação.

Pastor é suspeito de assédio sexual contra fiel em Goiânia — Foto: Reprodução/TV Anhanguera
Pastor é suspeito de assédio sexual contra fiel em Goiânia — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

A mulher relatou ainda que procurou outro pastor da igreja para contar o que havia ocorrido. Ele e um apóstolo, narra, a orientaram a esquecer tudo que ocorreu e apagar as mensagens.

Afirmou ainda que eles teriam pedido que ela perdoasse o pastor porque o “diabo teria usado a boca dele para tentar destruir a igreja”.

Pastor nega

Em um vídeo publicado nas redes sociais, o pastor aparece chorando e falando sobre o assunto. Sem dar detalhes sobre a situação, ele diz que é inocente e que a igreja não tem nada a ver com a questão.

“Vi essa moça dizer que queria acabar com a igreja. Você não vai conseguir. A igreja não é minha, você vai conseguir acabar comigo, mas com a igreja você não acaba”, afirmou.

“Meu nome está em todas as redes mundiais com um crime que não cometi. Eu aceito, mas não destruam o nome da igreja. A igreja não tem culpa, minha família não tem culpa”, completa.

Ele também pede perdão para a igreja, sua família e seus filhos.

“Estou com muita vergonha de todos vocês. Me perdoe, não é fácil. Não quero que vocês me amem, não estou pedindo que vocês me absolvam das culpas. Eu só não quero ser abandonado (…). Meu erro não anula meus acertos”, afirmou.

A delegada Paula Meotti informou que o caso está sob segredo de Justiça, mas revelou que a investigação já foi iniciada e que algumas pessoas serão chamadas a depor nos próximos dias. O intuito é concluir o inquérito nos próximos dez dias. Via G1/GO

Moradores apedrejam casa de grávida em GO por áudio de Whatsapp com boato que ela tem coronavírus

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Exame comprovou que ela não tem Covid-19

Um técnico de som de 38 anos denunciou à Polícia Civil um episódio de apedrejamento na casa da irmã, que mora em Águas Lindas de Goiás, no Entorno do Distrito Federal, após um áudio circular na cidade afirmando que ela tem coronavírus. A mulher, que tem 41 anos e está grávida, contou que houve uma “chuva de pedras” no telhado da residência.

“O áudio diz que ela tinha coronavírus e estava espalhando na cidade. Ele foi enviado por uma funcionária de um hospital onde ela foi atendida com sintomas de gripe. É um perigo jogar pedra na casa de uma pessoa, ainda mais gestante. Não queria viver isso”, relata o técnico de som.

No áudio, uma mulher que diz estar de plantão relata que o irmão da gestante teria voltado de uma viagem à Itália, estava com diagnóstico confirmado de Covid-19 e tinha visitado a irmã.

Mulher tem casa apedrejada após áudio dizer que ela tem coronavírus, em Águas Lindas de Goiás — Foto: Juscelino Santos/Arquivo Pessoal

“Essa mulher é gestante de quatro meses e deve ter contaminado aí em volta. O irmão dela estava na Itália e conseguiu vir para cá. Porém, foi detectado. Ele sabia que estava com coronavírus e foi para dentro da casa dela”, diz o áudio.

O técnico de som alega que viajou a trabalho ao Paraná e não à Itália. Ele afirma ter coletado amostras para exame de coronavírus e aguarda o resultado.

Na semana passada, a gestante procurou um hospital da cidade com sintomas de gripe. Segundo o técnico em som, após atendimento na unidade de saúde, encaminharam a irmã dele para o Hospital de Doenças Tropicais (HDT) em Goiânia, com suspeita de coronavírus, mas o resultado do exame para o novo vírus foi negativo. Ela recebeu diagnóstico médico de pneumonia e retornou à cidade no mesmo dia.

Quando a mulher voltou para Águas Lindas de Goiás, houve o apedrejamento.

A Polícia Militar esteve no local e conversou com a moradora, momento em que ela alegou que vizinhos jogaram pedra na residência, mas a equipe não conseguiu identificar um possível autor. Via G1

Em Goiás, funcionária de creche arremessa criança de 3 anos no chão

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Maria Selijania poderá cumprir até 8 anos de prisão por agressão de vulnerável; veja a história

Uma família de Goiás registrou boletim de ocorrência contra a funcionária de uma creche que agrediu uma criança de três anos. As câmeras instaladas no berçário da instituição mostram a funcionária, identificada como Maria Selijania, ou Tia Seli, segurando a criança pelos braços e arremessando-a contra o chão.

O caso aconteceu em janeiro, mas a família decidiu esperar para revelar o vídeo à imprensa. A mãe conta que o garoto de três anos estava matriculado há pouco tempo no Ceei (Centro de Ensino Espaço Infantil Creche e Berçário). Em meados do quarto dia, a criança já não queria retornar à instituição; mas foi só no sexto dia de aula que o garoto informou para a família que havia sido golpeado na barriga.

A mãe entrou em contato com a agressora por áudio no Whatsapp. Maria Selijana rebateu, dizendo que a criança havia brigado com um colega. Intrigada pelas marcas de dedos nos braços do menino – claramente infligidas por um adulto – a mãe decidiu ir ao Ceei para solicitar a revisão das câmeras de segurança.

Regina Costa, diretora da instituição, informou ao UOL que Maria Selijania trabalhava na instituição há sete anos e nunca havia cometido agressões contra as crianças. A PM analisou as imagens e solicitou a presença da agressora na delegacia.

No princípio, Maria Selijania negou que fosse a pessoa nas imagens. Apesar de voltar atrás na declaração e admitir que se travava da própria, continuou negando as agressões.

Ela poderá pegar entre 2 e 8 anos de cadeia, além de ser condenada a cumprir mais um terço por se tratar de agressão de vulnerável.

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Técnico de celular tenta extorquir cliente por fotos nuas; ele queria dinheiro ou sexo e foi preso

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Trocando mensagens com a vítima, autor deu como opção para apagar as imagens três condições: receber R$ 500, receber mais imagens íntimas dela ou para ‘ficar’ com ela.

A Polícia Militar prendeu um homem, que não teve a identidade divulgada, suspeito de tentar extorquir uma jovem de 19 anos ameaçando divulgar fotos íntimas dela, em Goiânia. Segundo a corporação, vítima chamou os policiais assim que recebeu mensagens do autor, na sexta-feira (28).

Por meio de um aplicativo, o criminoso mostrou à vítima que tinha conseguido fotos íntimas dela e deu três “opções” para que ela escolhesse qual preferia para ter as fotos apagadas.

A conversa mostra que ele estipulou as seguintes possíveis condições: receber R$ 500 dela, receber um vídeo de partes íntimas dela, ou ter relações sexuais com ela – dizendo que nessa opção ela mesma poderia deletar as imagens.

A corporação registrou que o celular do rapaz foi apreendido e, assim, ficaram comprovadas as tentativas de extorsão.

Um dos policiais que atuou no caso, o tenente Leandro Sales disse que a equipe conseguiu localizar a casa em que o autor estaria e prendeu lá um suspeito do caso, que foi levado à Central de Flagrantes de Goiânia.

O PM também detalhou que o investigado trabalha em uma assistência técnica de aparelhos celulares no setor Campinas e, ao receber o celular de uma amiga da vítima para consertar, encontrou as imagens e o contato da jovem.

“Nós entramos em contato com a empregadora dele, ela assustou com essa atitude e nos informou que ele tinha sido demitido”, completou. Via G1

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Ex-marido, usando tornozeleira por descumprir medida protetiva, mata mulher com seis tiros, em GO

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Segundo delegada, Shellyda Duarte levou ao menos seis tiros quando saía de casa, em Luziânia, na frente dos filhos pequenos

Uma professora de 31 anos foi morta a tiros quando saia de casa, em Luziânia, no Entorno do Distrito Federal. Shellyda Santos Duarte foi atingida por ao menos seis tiros. Segundo a Polícia Civil, o crime foi cometido pelo ex-marido dela, o serralheiro Márcio Ordones da Silva, 41, na frente dos dois filhos pequenos do casal e da sogra, por ele não aceitar o fim do casamento. Em seguida, o homem fugiu.

O homicídio ocorreu por volta das 19h de segunda-feira (24). De acordo com a delegada Dilamar de Castro, a professora e os familiares estavam saindo de casa quando ela foi abordada pelo ex-marido.

Ex-marido é suspeito de matar professora Shellyda Duarte na frente dos filhos pequenos por não aceitar fim da relação — Foto: Reprodução/Facebook

“Ela deu ré no carro para sair da garagem, veio um veículo e bateu na traseira. No que ela desceu para ver o que era já se deparou com o ex-marido efetuando os disparos”, disse.

Antes de fugir, conforme a delegada, Márcio afirmou para a sogra que “iria atrás” da outra pessoa que estaria se relacionando com Shellyda.

A filha mais velha da professora correu até uma casa vizinha para pedir socorro. Com ferimentos no tórax e abdômen, ela chegou a ser socorrida e levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas não resistiu aos ferimentos.

Tornozeleira eletrônica

A polícia afirmou que o casal já estava separado há cinco anos, mas que ele nunca aceitou o término. Conforme revela Dilamar, Márcio já foi denunciado várias vezes por violência doméstica e até usava tornozeleira eletrônica justamente por descumprir uma medida protetiva em favor da professora.

A delegada disse que existe a suspeita de que Shellyda estava grávida, mas que é necessário a emissão do laudo pericial para confirmar ou não a informação. Via G1

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Jovem que confessou ter matado namorada é encontrado morto em cela, em Aparecida de Goiânia

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Segundo a DGAP, Alan dos Reis estava sozinho no local

Foi encontrado morto neste sábado (22) o jovem que confessou ter matado a namorada, a gerente de hipermercado Fernanda Souza, de 33 anos. Alan dos Reis, de 22 anos, estava preso no Núcleo de Custódia de Aparecida de Goiânia. Segundo a Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP), o detento estava sozinho em uma das celas da unidade, para onde havia sido transferido na última sexta-feira (21).

De acordo com a DGAP, procedimentos administrativos internos foram abertos para apuração da morte de Alan. A Polícia Científica e a Polícia Civil também foram acionadas.

Fernanda Souza Silva, havia sumido há cerca de uma semana em Bela Vista de Goiás, na Região Metropolitana de Goiânia. O corpo da gerente de hipermercado foi encontrado queimado e enterrado em uma região de mata entre Caldas Novas e Piracanjuba, no sul do estado, na quinta-feira (20).

A Polícia Civil disse que Alan foi quem indicou o local onde estava o corpo. De acordo com a delegada Cybelle Tristão, o jovem contou que o casal discutiu, e que ele a matou ainda em Bela Vista de Goiás. O relacionamento deles tinha pouco mais de 20 dias, conforme depoimento do jovem.

A Polícia Civil disse que o jovem confessou ter matado a gerente na noite do último dia 13 de fevereiro e levado, na mesma noite, o corpo dela para o local onde foi encontrado. Ele ainda confessou ter voltado ao local do crime um dia depois. “Ele voltou ao local, cavou cerca de 40 centímetros e enterrou o corpo”, disse.

Desaparecimento de Fernada

Segundo a família, Fernanda desapareceu no último dia 12. Ela saiu do trabalho em Goiânia e voltou para Bela Vista de Goiás. Câmeras de segurança registram o carro passando por uma rua. Depois, saiu novamente e não foi mais vista.

A família chegou a receber uma mensagem do celular de Fernanda na quinta-feira (13) dizendo que, caso ela não atendesse às ligações, é porque o aparelho estava com problema.

O carro da vítima foi encontrado abandonado em uma região de mata ainda em Bela Vista de Goiás. Durante as investigações, os policiais também encontraram um pedaço de madeira, sangue e fios de cabelo que estão sendo analisados para saber se são ou não da gerente.

Prisão de Alan

O então namorado de Fernanda foi preso na terça-feira (18) suspeito de elo com o desaparecimento. O rapaz foi encontrado em Marianópolis do Tocantins, na região oeste do estado, quando apresentou uma CNH falsa.

Mesmo assim, ele foi identificado por causa de uma tatuagem. Policiais de Goiás foram buscá-lo no Tocantins.

A polícia informou à TV Anhanguera que Alan usou os cartões de crédito da vítima para fazer compras em um shopping de Goiânia após o sumiço da namorada. A família diz que uma das contas dela teve todo o dinheiro retirado.

‘Frieza’ ao praticar o crime

Mesmo com 16 anos de experiência, o delegado Antônio André Santos Júnior se disse assustado com a forma como o crime foi cometido, bem como pela atitude de Alan.

A investigação apontou que mesmo após ter cometido o crime, ele fingiu estar preocupado e acompanhou a família na procurar por Fernanda, inclusive, indo até a delegacia para registrar a queixa.

Além disso, conforme a apuração policial, horas depois de atear fogo ao corpo e enterrá-lo, ele foi passear em um shopping com a ex-mulher e dois filhos pequenos. Câmeras de segurança registram ele caminhando tranquilamente no centro de compras.

“Em que pese a gente perceber que ele estava agitado, só o fato dele ter ido a delegacia juntamente com os pais, dissimulando que estava preocupado quando, na verdade, ele já havia cometido esse ato brutal contra a Fernanda, demonstra a frieza dele”, destaca. Via G1

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Em Goiás, homem levou ex e filhos para passeio em shopping horas após matar e queimar corpo de namorada, diz delegado

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Segundo Polícia Civil, eles fizeram compras e tomaram açaí. Jovem afirmou que matou vítima por ela chamar seus filhos de ‘bastardos’. Fernanda Silva ficou uma semana desaparecida até seu corpo ser localizado enterrado em mata

O jovem preso suspeito de matar a gerente de um hipermercado Fernanda Souza Silva, 33 anos, passeou em um shopping de Goiânia com a ex-mulher e os filhos horas depois de queimar e enterrar o corpo dela, segundo o delegado Antônio André. Em depoimento à corporação, Alan Pereira dos Reis, 22, – que está preso – confessou o crime e disse que cometeu o homicídio porque a vítima teria chamado os filhos dele de “bastardos”.

“Cerca de três, quatro horas depois de voltar do local onde deixou, incendiou e enterrou o corpo, ele buscou a ex e os dois filhos que tem com ela, foi ao shopping. Fizeram compras, compraram brinquedos e tomaram açaí”, contou.

Segundo a polícia, Alan ainda não tem advogado.

Fernanda, que morava em Bela Vista de Goiás, na Região Metropolitana de Goiânia, ficou desaparecida por uma semana até seu corpo ser encontrado em uma região de mata entre Caldas Novas e Piracanjuba – no sul do estado.

Segundo a Polícia Civil, a ex-mulher do investigado foi localizada no final de semana e interrogada. Neste depoimento, ela disse que achou estranho o jovem tê-la buscado de carro, já que ele nunca tivera um veículo, e que viu vestígio de sangue.

“Ela disse que lembra de sentir cheiro de sangue no carro e, quando um melão que eles haviam comprado rolou no chão, ficou com pequenas marcas de sangue”, completou o delegado.

Também em depoimento, a ex teria dito à corporação que Alan tinha um temperamento violento, mas não relatou agressões físicas.

Fernanda foi encontrada morta após ficar uma semana desaparecida — Foto: Vilma Souza/Arquivo Pessoal

Desaparecimento e relação

A denúncia de desaparecimento foi feita pela família da vítima e pelo próprio namorado dela na última sexta-feira (14).

Segundo o delegado, eles estavam juntos há apenas 20 dias. Já na ocasião do registro da ocorrência, o delegado disse que o jovem apresentava informações confusas.

“No primeiro depoimento ele chegou a dizer que haviam terminado e que teria visto ela com outro homem perto do cemitério. Ele disse que se conheceram em um ônibus que vai de Bela Vista de Goiás a Goiânia. Depois a procurou de casa em casa no bairro que ela disse que morava e eles começaram um relacionamento amoroso”, afirmou.

De acordo com o delegado, ao denunciar o desaparecimento da gerente na Polícia Civil de Bela Vista, foi pedido a ele que não viajasse e mantivesse o celular ligado.

“No sábado [15] ele já não nos atendia. Ele comprou roupa na Região da 44 e pegou um ônibus em direção ao Pará, onde ele tem família. No caminho, em um ônibus no Tocantins, ele foi preso por estar usando um documento falso”, explicou.

Conforme a delegada Cybelle Tristão, o documento foi alterado para constar a foto dele, mas era de uma outra pessoa que o havia perdido. A corporação ainda apura como ele conseguiu o documento e sabia as senhas dos cartões da vítima para conseguir usá-los.

A delegada, que é a responsável pela Regional de Aparecida, contou que ainda não está definido o tipo de crime pelo qual ele responderá. As investigações continuam para identificar se ele a matou para ficar com o carro e dinheiro dela, ou se pelo motivo fútil da suposta ofensa aos filhos dele.

Corpo enterrado

A Polícia Civil disse que o namorado da vítima, preso suspeito do crime, indicou o local onde deixou o corpo, achado pela corporação no final da noite de quarta-feira (19).

A perícia recolheu o corpo e roupas que estavam no local e encaminhou tudo ao Instituto Médico Legal (IML) para análise.O casal teria discutido, a mulher teria sido morta ainda em Bela Vista da Goiás.

A Polícia Civil disse que o jovem confessou ter matado a gerente na noite do último dia 13 de fevereiro e levado, na mesma noite, o corpo dela para o local em que foi encontrado.

“O corpo que está ali realmente é o da Fernanda. Ele a levou para a zona rural de Bela Vista, deu um mata leão nela, a sufocou. Na hora que ela apagou, ele finalizou com uma paulada”, explicou o delegado Antônio André Santos Júnior.

Também de acordo com ele, o preso confessou ter voltado ao local do crime um dia depois. “Ele voltou ao local, cavou cerca de 40 centímetros e enterrou o corpo”, disse.

Durante depoimento ao delegado, o suspeito também contou que cometeu o crime por impulso, que foi um ato não planejado.

“Ele confidenciou que foi tomado por um sentimento de ódio profundo, que o Capeta atentou ele e que cometeu esse ato bárbaro”, acrescentou Antônio.

Prisão do namorado

O então namorado de Fernanda foi preso na terça-feira (18) suspeito de elo com o desaparecimento. O rapaz foi encontrado em Marianópolis do Tocantins, na região oeste do estado, quando apresentou uma CNH falsa.

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Em Goiás, homem levou ex e filhos para passeio em shopping horas após matar e queimar corpo de namorada, diz delegado

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Segundo Polícia Civil, eles fizeram compras e tomaram açaí. Jovem afirmou que matou vítima por ela chamar seus filhos de ‘bastardos’. Fernanda Silva ficou uma semana desaparecida até seu corpo ser localizado enterrado em mata

O jovem preso suspeito de matar a gerente de um hipermercado Fernanda Souza Silva, 33 anos, passeou em um shopping de Goiânia com a ex-mulher e os filhos horas depois de queimar e enterrar o corpo dela, segundo o delegado Antônio André. Em depoimento à corporação, Alan Pereira dos Reis, 22, – que está preso – confessou o crime e disse que cometeu o homicídio porque a vítima teria chamado os filhos dele de “bastardos”.

“Cerca de três, quatro horas depois de voltar do local onde deixou, incendiou e enterrou o corpo, ele buscou a ex e os dois filhos que tem com ela, foi ao shopping. Fizeram compras, compraram brinquedos e tomaram açaí”, contou.

Segundo a polícia, Alan ainda não tem advogado.

Fernanda, que morava em Bela Vista de Goiás, na Região Metropolitana de Goiânia, ficou desaparecida por uma semana até seu corpo ser encontrado em uma região de mata entre Caldas Novas e Piracanjuba – no sul do estado.

Segundo a Polícia Civil, a ex-mulher do investigado foi localizada no final de semana e interrogada. Neste depoimento, ela disse que achou estranho o jovem tê-la buscado de carro, já que ele nunca tivera um veículo, e que viu vestígio de sangue.

“Ela disse que lembra de sentir cheiro de sangue no carro e, quando um melão que eles haviam comprado rolou no chão, ficou com pequenas marcas de sangue”, completou o delegado.

Também em depoimento, a ex teria dito à corporação que Alan tinha um temperamento violento, mas não relatou agressões físicas.

Fernanda foi encontrada morta após ficar uma semana desaparecida — Foto: Vilma Souza/Arquivo Pessoal

Desaparecimento e relação

A denúncia de desaparecimento foi feita pela família da vítima e pelo próprio namorado dela na última sexta-feira (14).

Segundo o delegado, eles estavam juntos há apenas 20 dias. Já na ocasião do registro da ocorrência, o delegado disse que o jovem apresentava informações confusas.

“No primeiro depoimento ele chegou a dizer que haviam terminado e que teria visto ela com outro homem perto do cemitério. Ele disse que se conheceram em um ônibus que vai de Bela Vista de Goiás a Goiânia. Depois a procurou de casa em casa no bairro que ela disse que morava e eles começaram um relacionamento amoroso”, afirmou.

De acordo com o delegado, ao denunciar o desaparecimento da gerente na Polícia Civil de Bela Vista, foi pedido a ele que não viajasse e mantivesse o celular ligado.

“No sábado [15] ele já não nos atendia. Ele comprou roupa na Região da 44 e pegou um ônibus em direção ao Pará, onde ele tem família. No caminho, em um ônibus no Tocantins, ele foi preso por estar usando um documento falso”, explicou.

Conforme a delegada Cybelle Tristão, o documento foi alterado para constar a foto dele, mas era de uma outra pessoa que o havia perdido. A corporação ainda apura como ele conseguiu o documento e sabia as senhas dos cartões da vítima para conseguir usá-los.

A delegada, que é a responsável pela Regional de Aparecida, contou que ainda não está definido o tipo de crime pelo qual ele responderá. As investigações continuam para identificar se ele a matou para ficar com o carro e dinheiro dela, ou se pelo motivo fútil da suposta ofensa aos filhos dele.

Corpo enterrado

A Polícia Civil disse que o namorado da vítima, preso suspeito do crime, indicou o local onde deixou o corpo, achado pela corporação no final da noite de quarta-feira (19).

A perícia recolheu o corpo e roupas que estavam no local e encaminhou tudo ao Instituto Médico Legal (IML) para análise.O casal teria discutido, a mulher teria sido morta ainda em Bela Vista da Goiás.

A Polícia Civil disse que o jovem confessou ter matado a gerente na noite do último dia 13 de fevereiro e levado, na mesma noite, o corpo dela para o local em que foi encontrado.

“O corpo que está ali realmente é o da Fernanda. Ele a levou para a zona rural de Bela Vista, deu um mata leão nela, a sufocou. Na hora que ela apagou, ele finalizou com uma paulada”, explicou o delegado Antônio André Santos Júnior.

Também de acordo com ele, o preso confessou ter voltado ao local do crime um dia depois. “Ele voltou ao local, cavou cerca de 40 centímetros e enterrou o corpo”, disse.

Durante depoimento ao delegado, o suspeito também contou que cometeu o crime por impulso, que foi um ato não planejado.

“Ele confidenciou que foi tomado por um sentimento de ódio profundo, que o Capeta atentou ele e que cometeu esse ato bárbaro”, acrescentou Antônio.

Prisão do namorado

O então namorado de Fernanda foi preso na terça-feira (18) suspeito de elo com o desaparecimento. O rapaz foi encontrado em Marianópolis do Tocantins, na região oeste do estado, quando apresentou uma CNH falsa.

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Mulher morre após sofrer acidente de moto e cair de viaduto a 15 metros de altura, em Goiás

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Segundo PRF, Mayara Dayane Moreira da Fonseca, 30, viajava na garupa do veículo, que bateu em mureta. Piloto sofreu lesões leves

Uma mulher morreu após sofrer um acidente na BR-060, em Anápolis, a 55 km de Goiânia. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), Mayara Dayane Moreira da Fonseca, de 30 anos, estava na garupa de uma moto que bateu na mureta de proteção quando passava por um viaduto. Ela “voou” e sofreu uma queda de aproximadamente 15 metros. O piloto teve ferimentos leves.

O acidente aconteceu na tarde de domingo (2). Um vídeo feito por celular mostra médicos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) tentando reanimar a mulher (veja). Ela chegou a ser levada ao Hospital de Urgências de Anápolis (Huana), mas não resistiu aos ferimentos.

Horas antes do acidente, Mayara postou uma foto sobre uma moto — Foto: Reprodução/Instagram

De acordo com testemunhas, a mulher viajava com um grupo de motociclistas no sentido Brasília – Goiânia.

O piloto da moto caiu no acostamento e sofreu lesões leves. Ele foi encaminhado para um hospital particular. Ele será ouvido pela Polícia Civil assim que receber alta .

Nas redes sociais de Mayara, várias mulheres lamentaram a morte dela. Horas antes do acidente, ela postou uma foto em cima de uma moto. Via G1/GO

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Grávida surda desaparece dias após voltar da Bélgica para interior de Goiás

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Mãe da jovem está desesperada em busca de notícias da filha. Ela foi vista pela última vez por taxista que disse tê-la deixado na rodoviária da cidade

A diarista Luciene Pereira De Souza, 44 anos, está desesperada em busca da filha, Taiza Pereira de Sousa, de 20 anos. Segundo a mãe, a jovem está gravida de quatro meses e tem deficiência auditiva. A menina desapareceu na madrugada de terça-feira (28), dias depois de chegar a São Luís de Montes Belos, no oeste goiano, da cidade de Namur, na Bélgica, onde mora o namorado dela – pai do bebê.

Segundo a mãe, a filha chegou da Bélgica no último dia 19 para acompanhamento da gravidez. Ela conta que tudo estava aparentemente bem, mas que no dia do sumiço a filha teria pedido um táxi para a rodoviária da cidade e não foi mais vista.

A mãe registrou o caso na Polícia Civil, que está investigando o caso. O contato da corporação para receber informações, que podem ser anônimas, é o 197.

Taiza Pereira de Sousa está grávida de 4 meses — Foto: Reprodução/Arquivo pessoal/Luciene Pereira

Luciene contou que saiu de madrugada para trabalhar e os dois filhos mais novos foram para a escola. Ela disse que não conseguiu contato com a filha por mensagem ou telefone durante o dia e que, ao voltar para casa à noite, viu que a jovem não estava lá.

“Descobri que ela chamou um táxi de manhã, depois que os meninos foram para a aula, e o taxista me mostrou a conversa com ela, ela pedindo o táxi para ir para a rodoviária. Mas na rodoviária eles olharam e disseram que ela não comprou nenhuma passagem”, contou.

Também de acordo com ela, nenhuma amiga soube ou fez contato com Taiza. Via G1

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