Carro com filhos do cantor Leonardo cai em rio após capotar, em Goiás

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O carro que transportava dois filhos e o motorista do cantor sertanejo Leonardo capotou e caiu no Rio do Boi, em Goiás. O acidente aconteceu a 40 km da fazenda do artista, na tarde desta quarta-feira (1º). Um vídeo mostra quando o carro é retirado da água. 

Segundo a assessoria de Leonardo, eles seguiam para a propriedade rural, localizada em Jussara, quando aconteceu o acidente. O motorista do carro tentou desviar de uma carreta que estava na pista e capotou. 

O caminhoneiro ajudou no socorro das vítimas. Os filhos do cantor Matheus e João Guilherme, juntamente com o motorista, foram levados para uma unidade de saúde, mas não apresentaram ferimentos e foram liberados. 

Um guincho foi usado para tirar o carro do rio. Ainda de acordo com a assessoria, os filhos do cantor estão na fazenda e passam bem.

Mulher desaparecida em Goiás teve corpo incinerado em fornalha pelo amante, diz polícia

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Segundo as investigações, crime teria sido motivado por ciúmes

O corpo de Lilian de Oliveira, de 40 anos, desaparecida desde o dia 13 de fevereiro após desembarcar no aeroporto de Goiânia, foi carbonizado na fornalha de um laticínio na zona rural de Santa Cruz de Goiás, segundo as investigações da Polícia Civil.

O local foi periciado na última quarta-feira. As informações são do portal Mais Goiás. De acordo com as informações, Lilian foi assassinada a mando do amante, Juscelino Pinto da Fonseca, de 60 anos, por um amigo dele, Ronaldo Rodrigues Ferreira.

Os dois foram presos pelo crime em maio, mas a polícia ainda não havia localizado o corpo da vítima. 

A fornalha onde o corpo de Lilian foi incinerado é de propriedade do próprio Juscelino.

Segundo o portal, as investigações da Polícia Civil apontaram como motivações do crime o ciúmes, pois a vítima teria começado a namorar outra pessoa, e o fato de que ela estaria ameaçando contar sobre o relacionamento extraconjugal à esposa do mandante do crime.

PRF prende quatro homens suspeitos de contrabandear hidroxicloroquina

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Foram apreendidos 3,6 mil comprimidos que estavam escondidas em caixas de equipamentos de som

Quatro homens foram presos na quarta-feira (27) em Uruaçu, no norte de Goiás, suspeitos de contrabandear 3,6 mil comprimidos do remédio hidroxicloroquina. As cápsulas estavam escondidas dentro de caixas de equipamentos de som transportadas em uma caminhonete. 

O medicamento foi liberado pelo Ministério da Saúde para tratamento de pacientes com coronavírus, até mesmo em casos leves. Pesquisas feitas em várias partes do mundo apontaram, entretanto, que não há eficácia comprovada. 

A Polícia Rodoviária Federal encontrou o carregamento de remédio durante uma abordagem de rotina na BR-153. “Os quatro ocupantes disseram que montam estruturas para eventos e que estavam voltando de um show. Os policiais desconfiaram da versão, pois os eventos estão suspensos durante o período de pandemia”, disse o assessor de imprensa da PRF, Newton Morais. 

Ao fazerem uma busca no veículo, encontraram as caixas dos remédios escondidos dentro dos equipamentos de show. Os ocupantes disseram que estavam levando os medicamentos para um hospital de campanha no Maranhão.

A suspeita da PRF é que os medicamentos foram comprados no Paraguai. Os quatro homens foram levados para a delegacia de Uruaçu. Já os comprimidos foram encaminhados para a Vigilância Sanitária.

Via G1/GO

Em GO, homem mata a filha que desviou R$ 2 milhões da empresa, ‘pai, não faça isso, eu te amo’

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Segundo a polícia, Yara Maeve Teixeira de Faria, de 45 anos, foi assassinada a tiros dentro da empresa que administrava, em Aparecida de Goiânia. Em depoimento, pai afirmou que não se lembra do crime.

A empresária Yara Maeve Teixeira de Faria, de 45 anos, morta a tiros na sexta-feira (17), chegou a implorar para que o pai não a matasse e disse que o amava, segundo o delegado responsável pela investigação, Álvaro Melo Bueno. O crime aconteceu dentro da empresa que Yara administrava, em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana.

“A filha gritou para o pai: ‘Pai, não faça isso, eu te amo’. Aí ela [funcionária] escutou os tiros, nesse momento pediu ajuda, mas, quando chegou, ela [vítima] já estava baleada”, afirmou.

Em depoimento, José Maria Alves de Faria, de 72 anos, disse que não se lembrava do que aconteceu no momento do crime.

Segundo o delegado, o pai matou a filha porque ela teria desviado R$ 2 milhões de um comércio que os dois tinham juntos anteriormente.

“Eles já estavam tendo uns desentendimentos, a vítima já tinha registrado ocorrências dizendo que o autor, que é o pai dela, já tinha ameaçado ela de morte”, disse.

José Maria Alves de Faria, de 72 anos, foi preso suspeito de matar a filha em Aparecida de Goiânia — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

“O homem falou que os dois tinham uma empresa juntos e, há mais de um ano, a filha, com ajuda de outra funcionária, desviou R$ 2 milhões e, desde então, eles brigam com frequência. Ele disse que ficou em dificuldades financeiras. Os dois romperam a sociedade, e a vítima teria aberto uma nova empresa e levado todos os clientes”, disse o delegado Álvaro Melo, responsável pela investigação.

O delegado explicou ainda que o idoso foi encontrado na GO-060, em Trindade, dirigindo sem rumo definido.

“Ele disse aos policiais militares que tinha matado a filha, ia matar a funcionária que a ajudou a desviar o dinheiro e, depois, ia se matar. Mas, na delegacia, ele disse que toma muitos remédios controlados, foi até a empresa, os dois começaram a discutir, mas não se lembra do crime”, completou.

O idoso foi autuado em flagrante por homicídio qualificado e encaminhado ao presídio de Aparecida de Goiânia.

O Crime

Segundo testemunhas, José chegou na empresa da filha, Yara Maeve Teixeira de Faria, e os dois começaram a discutir. Uma funcionária viu o homem sacando a arma e correu para chamar ajuda. Em seguida, ouviu quatro tiros e viu o suspeito fugindo. Ao voltar ao local, viu a patroa morta.

“O homem falou que os dois tinham uma empresa juntos e, há mais de um ano, a filha, com ajuda de outra funcionária, desviou R$ 2 milhões e, desde então, eles brigam com frequência. Ele disse que ficou em dificuldades financeiras. Os dois romperam a sociedade, e a vítima teria aberto uma nova empresa e levado todos os clientes”, disse o delegado Álvaro Melo, responsável pela investigação.

Via G1

Mulher é presa por matar o marido após saírem de motel em Goiânia

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Homem ficou seis meses dado como desaparecido até ter o corpo encontrado na zona rural de Indiara. Segundo a polícia, ela descobriu uma traição do companheiro e o matou

Uma mulher de 53 anos foi presa suspeita de matar o marido, de 45 anos, após eles saírem de um motel, em Goiânia. O corpo da vítima só foi encontrado cerca de seis meses depois, na área rural de Indiara, a 100 km de distância da capital. A polícia desconfiou da esposa por ela não registrar o desaparecimento da vítima.

De acordo com a Polícia Civil, o homem foi visto pela última vez no dia 28 de abril de 2019. O desaparecimento, no entanto, só foi registrado na corporação cinco dias depois e foi feito pela filha da vítima. “A companheira não comunicou esse crime e já achamos estranho e começamos a investigação”, disse o delegado Thiago Martimiano.

A suspeita afirmou, inicialmente, que o marido tinha saído para visitar a filha e não o viu mais. Porém, câmeras de segurança apontaram que o homem não deixou a casa depois que o casal voltou do motel.

O corpo da vítima só foi encontrado em outubro, em Indiara. A mulher disse que as roupas e pertences encontrados no cadáver não era do marido. No entanto, pessoas próximas identificaram os objetos como sendo dele, principalmente um cinto com fivela de cowboy.

“A conduta dela era muito estranha. Ela mudou de residência logo depois do fato, vendeu o veículo que tinha e vendeu alguns móveis da residência. E, depois que o corpo foi identificado, ela sequer foi ao velório do companheiro”, contou o delegado.

A principal suspeita da polícia é que a mulher tenha cometido o crime por ciúmes e por ter descoberto uma traição. “Já era um relacionamento conturbado. Já houve facada por parte dela em relação a ele, tentativa de atropelamento, então era um relacionamento muito violento e conturbado”, completou Martimiano.

Durante as investigações, a polícia conseguiu identificar marcas de sangue humano na casa onde os dois moravam e também no porta-malas do carro. Segundo a polícia, após ser presa no dia 1º de abril, a mulher confessou o crime.

Com G1

Pastor é suspeito de assédio sexual contra veterinária que frequentava sua igreja, em Goiânia

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Antes de denunciar caso à polícia, mulher relatou nas redes sociais que pastor queria ‘sentir seu beijo” e pediu para ela tirar a blusa em chamada de vídeo

Um pastor evangélico é suspeito de assédio sexual contra uma veterinária que frequentava a igreja dele, em Goiânia. A fiel, que não teve o nome divulgado, relatou pelas redes sociais que Davi Passamani, durante uma conversa, perguntou sobre a vida sexual dela, queria sentir seu beijo e que teve um sonho com ela, o qual ela classifica como “horrível e nojento”.

Em um vídeo publicado na internet, o pastor negou o crime, mas disse que “vai se tratar” e pediu desculpas à família e aos fiéis. Afirmou ainda que a igreja onde ministra, A Casa, não tem culpa da situação, sem, no entanto, detalhá-la.

Também pelas redes sociais, a igreja disse que está apurando o caso e que Passamani já está afastado de suas funções “há semanas” para “tratamento médico e cuidados em família”.

O caso foi registrado na Delegacia Especializada no Atendimento às Mulheres (DEAM). A mulher afirmou que o crime ocorreu há quase dois anos e que ela só resolveu denunciá-lo agora porque teve informação de que o assédio teria ocorrido também com outra mulher.

Em seu perfil, a veterinária afirmou que o pastor a procurou porque “queria se abrir” e se olhado como “ser humano e não como pastor”.

Ela diz que Passamani pediu para não ser chamado de pastor e que ela fosse até a casa dele. A fiel sugeriu que o namorado também fossem, mas ele disse que queria vê-la sozinho.

Após ouvir o pastor questioná-la sobre questões relacionadas à vida sexual dela, querer sentir seu beijo e dizer que sonhou com ela, a mulher afirmou que foi orientada pelo sogro, que é policial e também pastor, a continuar a conversar para ver qual era o intuito de Passamani.

Segundo ela, depois disso, o pastor fez uma chamada de vídeo e pediu que ela passasse a mão no pescoço e na barriga. Porém, quando ele pediu que ela tirasse a blusa, a mulher afirmou que não aguentou mais a situação.

Pastor é suspeito de assédio sexual contra fiel em Goiânia — Foto: Reprodução/TV Anhanguera
Pastor é suspeito de assédio sexual contra fiel em Goiânia — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

A mulher relatou ainda que procurou outro pastor da igreja para contar o que havia ocorrido. Ele e um apóstolo, narra, a orientaram a esquecer tudo que ocorreu e apagar as mensagens.

Afirmou ainda que eles teriam pedido que ela perdoasse o pastor porque o “diabo teria usado a boca dele para tentar destruir a igreja”.

Pastor nega

Em um vídeo publicado nas redes sociais, o pastor aparece chorando e falando sobre o assunto. Sem dar detalhes sobre a situação, ele diz que é inocente e que a igreja não tem nada a ver com a questão.

“Vi essa moça dizer que queria acabar com a igreja. Você não vai conseguir. A igreja não é minha, você vai conseguir acabar comigo, mas com a igreja você não acaba”, afirmou.

“Meu nome está em todas as redes mundiais com um crime que não cometi. Eu aceito, mas não destruam o nome da igreja. A igreja não tem culpa, minha família não tem culpa”, completa.

Ele também pede perdão para a igreja, sua família e seus filhos.

“Estou com muita vergonha de todos vocês. Me perdoe, não é fácil. Não quero que vocês me amem, não estou pedindo que vocês me absolvam das culpas. Eu só não quero ser abandonado (…). Meu erro não anula meus acertos”, afirmou.

A delegada Paula Meotti informou que o caso está sob segredo de Justiça, mas revelou que a investigação já foi iniciada e que algumas pessoas serão chamadas a depor nos próximos dias. O intuito é concluir o inquérito nos próximos dez dias. Via G1/GO

Moradores apedrejam casa de grávida em GO por áudio de Whatsapp com boato que ela tem coronavírus

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Exame comprovou que ela não tem Covid-19

Um técnico de som de 38 anos denunciou à Polícia Civil um episódio de apedrejamento na casa da irmã, que mora em Águas Lindas de Goiás, no Entorno do Distrito Federal, após um áudio circular na cidade afirmando que ela tem coronavírus. A mulher, que tem 41 anos e está grávida, contou que houve uma “chuva de pedras” no telhado da residência.

“O áudio diz que ela tinha coronavírus e estava espalhando na cidade. Ele foi enviado por uma funcionária de um hospital onde ela foi atendida com sintomas de gripe. É um perigo jogar pedra na casa de uma pessoa, ainda mais gestante. Não queria viver isso”, relata o técnico de som.

No áudio, uma mulher que diz estar de plantão relata que o irmão da gestante teria voltado de uma viagem à Itália, estava com diagnóstico confirmado de Covid-19 e tinha visitado a irmã.

Mulher tem casa apedrejada após áudio dizer que ela tem coronavírus, em Águas Lindas de Goiás — Foto: Juscelino Santos/Arquivo Pessoal

“Essa mulher é gestante de quatro meses e deve ter contaminado aí em volta. O irmão dela estava na Itália e conseguiu vir para cá. Porém, foi detectado. Ele sabia que estava com coronavírus e foi para dentro da casa dela”, diz o áudio.

O técnico de som alega que viajou a trabalho ao Paraná e não à Itália. Ele afirma ter coletado amostras para exame de coronavírus e aguarda o resultado.

Na semana passada, a gestante procurou um hospital da cidade com sintomas de gripe. Segundo o técnico em som, após atendimento na unidade de saúde, encaminharam a irmã dele para o Hospital de Doenças Tropicais (HDT) em Goiânia, com suspeita de coronavírus, mas o resultado do exame para o novo vírus foi negativo. Ela recebeu diagnóstico médico de pneumonia e retornou à cidade no mesmo dia.

Quando a mulher voltou para Águas Lindas de Goiás, houve o apedrejamento.

A Polícia Militar esteve no local e conversou com a moradora, momento em que ela alegou que vizinhos jogaram pedra na residência, mas a equipe não conseguiu identificar um possível autor. Via G1

Em Goiás, funcionária de creche arremessa criança de 3 anos no chão

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Maria Selijania poderá cumprir até 8 anos de prisão por agressão de vulnerável; veja a história

Uma família de Goiás registrou boletim de ocorrência contra a funcionária de uma creche que agrediu uma criança de três anos. As câmeras instaladas no berçário da instituição mostram a funcionária, identificada como Maria Selijania, ou Tia Seli, segurando a criança pelos braços e arremessando-a contra o chão.

O caso aconteceu em janeiro, mas a família decidiu esperar para revelar o vídeo à imprensa. A mãe conta que o garoto de três anos estava matriculado há pouco tempo no Ceei (Centro de Ensino Espaço Infantil Creche e Berçário). Em meados do quarto dia, a criança já não queria retornar à instituição; mas foi só no sexto dia de aula que o garoto informou para a família que havia sido golpeado na barriga.

A mãe entrou em contato com a agressora por áudio no Whatsapp. Maria Selijana rebateu, dizendo que a criança havia brigado com um colega. Intrigada pelas marcas de dedos nos braços do menino – claramente infligidas por um adulto – a mãe decidiu ir ao Ceei para solicitar a revisão das câmeras de segurança.

Regina Costa, diretora da instituição, informou ao UOL que Maria Selijania trabalhava na instituição há sete anos e nunca havia cometido agressões contra as crianças. A PM analisou as imagens e solicitou a presença da agressora na delegacia.

No princípio, Maria Selijania negou que fosse a pessoa nas imagens. Apesar de voltar atrás na declaração e admitir que se travava da própria, continuou negando as agressões.

Ela poderá pegar entre 2 e 8 anos de cadeia, além de ser condenada a cumprir mais um terço por se tratar de agressão de vulnerável.

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Técnico de celular tenta extorquir cliente por fotos nuas; ele queria dinheiro ou sexo e foi preso

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Trocando mensagens com a vítima, autor deu como opção para apagar as imagens três condições: receber R$ 500, receber mais imagens íntimas dela ou para ‘ficar’ com ela.

A Polícia Militar prendeu um homem, que não teve a identidade divulgada, suspeito de tentar extorquir uma jovem de 19 anos ameaçando divulgar fotos íntimas dela, em Goiânia. Segundo a corporação, vítima chamou os policiais assim que recebeu mensagens do autor, na sexta-feira (28).

Por meio de um aplicativo, o criminoso mostrou à vítima que tinha conseguido fotos íntimas dela e deu três “opções” para que ela escolhesse qual preferia para ter as fotos apagadas.

A conversa mostra que ele estipulou as seguintes possíveis condições: receber R$ 500 dela, receber um vídeo de partes íntimas dela, ou ter relações sexuais com ela – dizendo que nessa opção ela mesma poderia deletar as imagens.

A corporação registrou que o celular do rapaz foi apreendido e, assim, ficaram comprovadas as tentativas de extorsão.

Um dos policiais que atuou no caso, o tenente Leandro Sales disse que a equipe conseguiu localizar a casa em que o autor estaria e prendeu lá um suspeito do caso, que foi levado à Central de Flagrantes de Goiânia.

O PM também detalhou que o investigado trabalha em uma assistência técnica de aparelhos celulares no setor Campinas e, ao receber o celular de uma amiga da vítima para consertar, encontrou as imagens e o contato da jovem.

“Nós entramos em contato com a empregadora dele, ela assustou com essa atitude e nos informou que ele tinha sido demitido”, completou. Via G1

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Ex-marido, usando tornozeleira por descumprir medida protetiva, mata mulher com seis tiros, em GO

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Segundo delegada, Shellyda Duarte levou ao menos seis tiros quando saía de casa, em Luziânia, na frente dos filhos pequenos

Uma professora de 31 anos foi morta a tiros quando saia de casa, em Luziânia, no Entorno do Distrito Federal. Shellyda Santos Duarte foi atingida por ao menos seis tiros. Segundo a Polícia Civil, o crime foi cometido pelo ex-marido dela, o serralheiro Márcio Ordones da Silva, 41, na frente dos dois filhos pequenos do casal e da sogra, por ele não aceitar o fim do casamento. Em seguida, o homem fugiu.

O homicídio ocorreu por volta das 19h de segunda-feira (24). De acordo com a delegada Dilamar de Castro, a professora e os familiares estavam saindo de casa quando ela foi abordada pelo ex-marido.

Ex-marido é suspeito de matar professora Shellyda Duarte na frente dos filhos pequenos por não aceitar fim da relação — Foto: Reprodução/Facebook

“Ela deu ré no carro para sair da garagem, veio um veículo e bateu na traseira. No que ela desceu para ver o que era já se deparou com o ex-marido efetuando os disparos”, disse.

Antes de fugir, conforme a delegada, Márcio afirmou para a sogra que “iria atrás” da outra pessoa que estaria se relacionando com Shellyda.

A filha mais velha da professora correu até uma casa vizinha para pedir socorro. Com ferimentos no tórax e abdômen, ela chegou a ser socorrida e levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas não resistiu aos ferimentos.

Tornozeleira eletrônica

A polícia afirmou que o casal já estava separado há cinco anos, mas que ele nunca aceitou o término. Conforme revela Dilamar, Márcio já foi denunciado várias vezes por violência doméstica e até usava tornozeleira eletrônica justamente por descumprir uma medida protetiva em favor da professora.

A delegada disse que existe a suspeita de que Shellyda estava grávida, mas que é necessário a emissão do laudo pericial para confirmar ou não a informação. Via G1

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