Jean Wyllys será professor em Harvard (EUA)

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Auto-exilado na Europa por conta das ameaças que vinha sofrendo no Brasil, o ex-deputado assumirá uma cadeira de professor em uma das universidades mais importantes do mundo

O jornalista, historiador e ex-deputado federal Jean Wyllys dará início a uma nova etapa profissional. Ele assumirá o posto de professor na Universidade de Harvard, uma das mais importantes dos Estados Unidos. Jean vai lecionar no Afro-Latin Research Institute.

O Instituto de Pesquisas Afro-Latino (nome em português) é a primeira instituição nos EUA a se dedicar à história e cultura de pessoas descendentes de africanos na América Latina e Caribe.

Jean irá se dedicar ao estudo das fake news e como enfrentar os discursos de ódio disseminados pelas notícias falsas na internet.

O ex-deputado foi uma das maiores vítimas das fake news no Brasil. Primeiro parlamentar homossexual a defender a causa LGBT, ele foi associado a absurdos como o incentivo a pedofilia e ao incesto. Passou a ser alvo de agressões verbais e físicas nas ruas e até dentro da Câmara dos Deputados.

Jean passou a conviver com ameaças de morte anônimas. Uma investigação da Polícia Federal levou à prisão de um dos autores. No entanto, o gabinete do parlamentar continuava a receber ameaças à integridade dele e da família.

Depois das eleições de 2018, ele decidiu deixar o Brasil e buscou abrigo inicialmente na Europa. Nos últimos meses, estava residindo em Berlim.

O curso em Harvard conta com o apoio da Open Society, fundo de investidores beneméritos e que impulsiona projetos de justiça social pelo mundo.

Estudante de RO é aprovado em Harvard e em outras três universidades dos EUA

Estudante de RO é aprovado em Harvard e em outras três universidades dos EUA

Leonardo foi convidado também para as universidades de Columbia, Tufts e Stanford. Estudando em escola pública, ele afirma que resiliência e humildade foram fundamentais.

Quem vê Leonardo da Silva Brito aos 17 anos jogando videogame, futebol e assistindo série pelas madrugadas a fora, pode até não acreditar, mas o estudante recém-formado no 3º ano do ensino médio em uma escola pública estadual de Rondônia foi aceito em quatro universidades americanas, entre elas, as Universidades de Harvard e Columbia. As aulas começam em agosto e agora Leonardo precisa decidir qual dos convites irá aceitar.

Muita gente pode achar que para ser aceito em uma das universidades privadas mais prestigiadas do mundo, como Harvard, é necessário viver trancado só estudando. Mas o garoto nascido em Presidente Médici, com pouco mais de 22 mil habitantes, não se acha um gênio e provou para si e para o mundo que não é preciso se isolar para conseguir.

“Eu sou uma pessoa comum. Eu gosto muito de ler e de estudar, mas eu também curto sair com meus amigos, jogar futebol e videogame, passar tempo com o meu irmão e com a minha família. O processo realmente é muito complicado, mas é muito mais relacionado à resiliência do que com genialidade. Muitas pessoas não conseguem mesmo sendo muito boas pois não persistem no processo. Outras não conseguem simplesmente por falta de sorte”, explica o garoto.

Outro fator que Leonardo afirma ter sido indispensável para o seu processo de admissão foi a humildade. Ele afirma que o processo de aprendizagem mostra às pessoas o quanto ela ainda tem a aprender e não o contrário. “Quando você participa desses programas, dessas olimpíadas, é uma experiência que te torna muito mais humilde. Eu sei que eu vou sempre ter muita coisa a aprender e sempre terá alguém melhor que eu para ensinar alguma coisa diferente”, afirma.

Leonardo e o irmão Lucas, passam as madrugadas jogando videogames (Foto: Leonardo da Silva/Arquivo Pessoal)
Leonardo e o irmão Lucas, passam as madrugadas jogando videogames (Foto: Leonardo da Silva/Arquivo Pessoal)

Vida Escolar

Leonardo estudou a vida inteira em escolas públicas da cidade. Segundo a mãe, que é professora, Andreia da Silva Brito, a vida escolar do filho não tinha muita coisa de diferente dos outros estudantes. “Ele tinha dúvidas, dificuldades, como qualquer outro aluno. Mas, o que eu percebi desde o início de diferente nele, é que sempre que ele sentava para fazer uma tarefa, ele não sentava para se livrar daquela obrigação, mas sim para realmente aprender”, conta a mãe.
Outro fator que a mãe do estudante relembra foi o empenho que a família sempre teve em incentivá-lo desde pequeno a cumprir os compromissos, sendo eles escolares ou não. “Como eu trabalhava de manhã, assim que ele chegava da escola no fim da tarde, nós já sentávamos e verificávamos como estavam os cadernos, se as matérias estavam todas em ordem e quais tarefas ele tinha que fazer”, relembra a mãe.
Olimpíadas científicas e contatos
E foi no ensino médio que Leonardo começou a participar de olimpíadas científicas e de outros concursos de conhecimento. Com isso, conheceu dezenas de pessoas que já se empenhavam em atividade extra-curriculares, e ele viu nesta oportunidade uma possibilidade de conseguir ampliar os seus conhecimentos.
“A rede de contatos que consegui adquirir nessas olimpíadas me mostrou bastante sobre estas atividades extra-curriculares que podem ajudar uma pessoa a se desenvolver fora de sala de aula. Então, eu comecei a participar de vários grupos de estudo e olimpíadas e ajudei no desenvolvimento de um projeto aqui na cidade”, conta o estudante.
Com este empenho, em 2015 ele ficou em 1º lugar no Brasil e 3º lugar no mundo em um concurso internacional de cartas. O estudo o levou a dezenas de viagens pelo Brasil. Possibilitou fazer curso de verão sobre Política e Relações Internacionais em Oxford, na Inglaterra e de Curso de Engenharia e Ciência Aplicada em Yale, nos EUA. Em 2016 foi Jovem Senador no Brasil. Nestas viagens, conheceu colegas que já estudavam no exterior, o que despertou o interesse pelas universidades americanas.
A inscrição e aprovação
Ainda no início de 2016, o jovem decidiu que iria se inscrever no sistema unificado de universidades americanas. “Recebi muito apoio da minha família e de Deus, que sempre estiveram comigo. Depois, consegui muitos contatos em redes sociais de pessoas que estavam lá nos EUA, ou que já passaram pelo processo, que me ajudaram entender o que eu precisava fazer”, explica.
Segundo Leonardo, todo o processo é feito pela internet, com envio de documentos e em várias etapas, que incluem testes padronizados até redações. Também precisa provar a proficiência na língua inglesa. O sistema é unificado para todas as universidades. Depois de um ano de espera, no final de março deste ano, chegou a resposta. Leonardo foi convidado para ir para as universidades de Harvard, Columbia, Tufts, Stanford.
“O resultado sai junto para todos que se inscreveram. Antes de receber de Havard, eu já tinha recebido de outras. Quando eu soube que já tinha saído, chamei meus pais e abri o e-mail. Quando eu cliquei e li no início ‘congratulations’, já levantei da cadeira e comecei a comemorar”, relembra o estudante.
Agora, o garoto precisa decidir e oficializar em qual das universidades irá estudar, mas a preferida dele é Harvard. “Pelo que eu já consegui ver, eles tem a melhor proposta para me manter lá. Eu preciso decidir até agosto”, explica.
Já pensando na saudade, a família se programa para visitar o filho mais velho (Foto: Leonardo da Silva/Arquivo Pessoal)
Já pensando na saudade, a família se programa para visitar o filho mais velho (Foto: Leonardo da Silva/Arquivo Pessoal)

Família e saudade

Muito apegado aos pais, e ao irmão mais novo, Lucas, de 13 anos, Leonardo conta que está aproveitando este tempo para ler coisas que não conseguia quando ainda estava na escola e também para curtir o máximo que pode da família. O irmão ainda brinca com a situação. “O quarto vai ser só meu agora”, diz. Mas acaba assumindo que a distância do irmão será algo que ele vai ter que aprender a lidar.
Os pais, Andreia e Luís da Rocha, já começam a avaliar qual será a melhor alternativa: visitar o filho nos Estados Unidos, ou trazê-lo ao Brasil para ver todos, pois sabem que a saudade do primogênito vai apertar. “Eu fico pensando quem vai sofrer mais. A gente aqui, que fica com o vácuo da presença dele. Ou ele lá, que está em um lugar totalmente diferente. Já estamos estudando o que faremos para conseguir organizar isso, já que as férias lá são em épocas diferentes”, explica a mãe.
Fonte: g1/ro

Nos EUA, Dilma diz temer prisão de Lula, enquanto Moro critica caixa 2

Nos EUA, Dilma diz temer prisão de Lula, enquanto Moro critica caixa 2

Ex-presidenta e juiz que comanda a Lava Jato participaram de conferência em Cambridge.

Foi apontando o dedo para o passado, mas de olho no futuro, que a ex-presidenta Dilma Rousseff falou neste sábado à audiência do segundo e último dia da Brazil Conference, evento organizado em Cambridge (EUA) para discutir os rumos do país. Na palestra feita na Universidade Harvard, Dilma deu sequência à série de intervenções públicas que tem feito para defender que seu processo de impeachment foi um “golpe” e se disse preocupada com que “prendam o Lula, porque ele tem 38% dos votos”, em referência a pesquisas de intenção de voto. “Ele pode até perder as eleições. Não há vergonha alguma em disputar e perder uma eleição para quem tem valores democráticos. O que não pode é impedir que ele concorra”, discursou. Horas depois da fala de Dilma, o juiz Sérgio Moro, aquele que pode ser o responsável por mandar prender o ex-presidente petista, daria a sua própria palestra no evento.

Dilma Rousseff e Sérgio Moro, o juiz que comanda a Operação Lava Jato, não foram colocados frente a frente, mas, a partir de seus discursos, fica claro por que compartilharam o mesmo dia de uma conferência intitulada “Diálogos que Conectam”. Enquanto a ex-presidenta dirigiu suas baterias contra as reformas do Governo Michel Temer e criticou o “uso político e ideológico” da Lava Jato, o juiz titular da 13ª Vara de Curitiba defendeu a “criminalização mais adequada do crime de caixa dois” e o projeto de 10 Medidas contra a Corrupção, apresentado ao Congresso Nacional pelo Ministério Público Federal.

Dilma abriu sua participação no evento organizado por estudantes brasileiros de Harvard com uma longa defesa de seu Governo e do PT. Afirmou ter sofrido “dois golpes na vida”: a ditadura militar (1964-1985) e o processo de impeachment. A ex-presidenta utilizou trechos da Constituição norte-americana para embasar sua defesa jurídica, mas, em pouco tempo, a defesa deu lugar ao discurso político-eleitoral com vistas a 2018. Segundo a petista, o Brasil tem um encontro marcado com a democracia em 2018.  “Nenhuma das medidas adotadas pelo atual Governo foi aprovada nas urnas”, criticou.

Quando falou na Lava Jato, a ex-presidenta evitou mencionar diretamente os responsáveis pela investigação, mas disse que “não é admissível juiz falar fora de processo”. “O juiz não pode ser amigo do julgado, não é possível qualquer foco de violação do direito de defesa”, completou. “Não concordo com nenhum uso de law fare [usar a lei com intenções políticas], porque compromete o direito de defesa. Não podemos, em nome das vantagens desse combate, que é reduzir a distorção do gasto público brasileiro destinado à corrupção, comprometer o sistema democrático no Brasil”, discursou a ex-presidenta.

Sérgio Moro

Ao contrário de Dilma, que falou sozinha ao microfone diante da plateia que contava com personalidades como o cantor e ex-ministro da Cultura Gilberto Gil e o vereador Eduardo Suplicy (PT), o juiz Sérgio Moro foi entrevistado por um par, o juiz federal Erik Navarro. Esquivando-se do debate político-partidário, Moro — um dos mais tietados nos corredores da Harvard Business School —disse que o país tem de se orgulhar do combate à corrupção, e não se envergonhar por suas lideranças estarem envolvidos em ilícitos. O juiz criticou especialmente o caixa 2, que, para ele, é “pior que o enriquecimento ilícito”, por ter o efeito danoso de influir no resultado de uma eleição.

Questionado por Navarro, o juiz defendeu o fim do foro privilegiado, inclusive para membros do Judiciário, e deu sua opinião sobre temas como liberação de drogas e os problemas do sistema carcerário brasileiro. O juiz admitiu que se prende muito no Brasil e que é preciso investir mais no sistema carcerário, mas ponderou que a quantidade de crimes também é muito alta no país. Sobre alternativas no combate às drogas, ele disse que a liberação é questionável, “porque não se sabe o resultado exato da descriminalização”.

As intervenções de Dilma e Moro foram o destaque do último dia de uma conferência que reuniu dezenas de personalidades brasileiras, entre políticos, empresários e artistas. O evento contou com palestra da ex-senadora Marina Silva e com a participação de políticos como o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM) e empresários como Abílio Diniz. O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes e o ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo também deram suas opiniões sobre o conturbado momento político do país. Estiveram presentes ainda artistas como o ator Wagner Moura e o apresentador Luciano Hulk.

Fonte: el pais.com

Deputada Mariana Carvalho foi aprender a cuidar de crianças…em Harvard

Parlamentar rondoniense integra missão oficial da Câmara

Brasília – Sob o título “curso de Liderança Executiva em Desenvolvimento da Primeira Infância na Universidade de Harvard (EUA), a deputada federal rondoniense Mariana Carvalho arrumou as malas e está nos Estados Unidos passando uma semana, com tudo pago pelo povo, claro.

Ela integra uma missão oficial da Câmara dos Deputados e segundo a parlamentar, “a primeira infância é uma fase extremamente sensível para o desenvolvimento, pois é quando o ser humano forma toda a sua estrutura emocional e desenvolve a sua personalidade, caráter e capacidade de aprendizado”.

De acordo com a justificativa, “durante o curso, os  participantes estão tendo a oportunidade de discutir soluções, propor ideias, trocar experiências e aprender sobre assuntos de interesse da sociedade”.

E você ai, preocupado se vai conseguir se aposentar antes de trabalhar até os 65 anos…

Sinais de rádio misteriosos podem ser de espaçonave alienígena

Sinais de rádio misteriosos podem ser de espaçonave alienígena

Cientistas de Harvard confirmaram a possibilidade de construção extraterrestre estar enviando ondas de energia à Terra.

Sinais de rádio captados por telescópios terrestres podem ter sido enviados pela energia de espaçonaves alienígenas. Cientistas da Universidade de Harvard concluíram que o uso da luz de alguma estrela no abastecimento de um possível ‘barco a vela intergaláctico’ é capaz de emitir essas ondas de rádio, das quais, até agora, não se sabe a origem.

A pesquisa foi publicada em fevereiro no periódico científico Astrophysical Journal Letters e discute a possibilidade desses sinais não terem sido originados por elementos naturais e, sim, por construções extraterrestres. Eles são chamados de Rajadas Rápidas de Rádio (FRBs, na sigla em inglês), têm duração de menos de cinco milissegundos e são captadas por gigantes telescópios de rádio.

Desde que a primeira identificação de uma FRB foi feita em 2007 pelo telescópio australiano Parkes, dezessete outros sinais foram listados na categoria. Os astrofísicos ainda não sabem de onde as ondas foram emitidas e por que não são constantes. As hipóteses mais aceitas até então sugeriam que elas são resultado da morte de uma estrela ou da junção de dois buracos negros.

No entanto, Avi Loeb, físico do Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica e um dos autores da publicação, acredita que, já que não se encontraram fortes evidências da origem de FRBs em astros naturais, é plausível que se discuta a sua geração artificial. “FBRs são excessivamente brilhantes considerando sua curta duração e origem, a longas distâncias. Como não identificamos nenhuma fonte natural possível com confiança, vale a pena considerar e checar uma origem artificial”, disse em comunicado.

Com o objetivo de verificar a possibilidade das FRBs serem geradas por equipamentos, ele se juntou ao engenheiro Manasvi Lingam, também de Harvard, para a realização de diversos cálculos físicos e de construção. Eles concluíram que transmissores do tamanho de planetas poderiam fornecer energia para sondas interestelares – e esse abastecimento estaria sendo interceptado, por breves momentos, pela Terra, explicando os sinais de rádio.

Para sustentar a nave, a fonte teria que emitir raios de energia continuamente, como um holofote. Em analogia ao barco à vela, a energia estrelar absorvida funcionaria como o vento e empurraria a espaçonave. Eles acreditam que partes desse feixe energético poderiam atingir o nosso planeta, já que ele e nave estariam se movimentando em relação a Terra. Segundo os cientistas, essa poderia ser a origem dos dezessete FRBs registrados. “O número de vezes que nós veríamos essas ondas depende de muito fatores, relacionados ao caminho do veículo e a sua localização”, explicou Lingam ao site de VEJA. Ele acredita ainda, que todos os FRBs listados provavelmente sejam de diferentes fontes.

Para enviar energia a uma espaçonave a galáxias de distância, os cientistas afirmam que seria necessário um transmissor com um tamanho equivalente a duas Terras. Apesar dessa construção estar muito além da tecnologia terrestre atual, ela é possível segundo as leis da física e da engenharia, de acordo com o estudo.

Os pesquisadores acreditam que essas estruturas seriam úteis para fornecer energia a grandes navegações interestelares. A energia gerada seria capaz de empurrar uma carga de um milhão de toneladas – o que corresponde a vinte vezes a capacidade do maior cruzeiro da Terra. “Isso é grande o bastante para carregar passageiros por distâncias interstelares e até intergalácticas”, disse Lingam, em comunicado.

Ondas de rádio

Em janeiro deste ano, cientistas anunciaram a descoberta da origem de uma FBR pela primeira vez. Ela estaria em uma pequena galáxia, a pouco mais de três bilhões de anos-luz de distância (cada ano-luz equivale a 9,46 trilhões de quilômetros). A pesquisa foi publicada na revista científica Nature e baseada em dados obtidos por modernos radiotelescópios do observatório Very Large Array (VLA), nos Estados Unidos. Nomeada de FRB 121102, seu rastreamento foi possível porque os sinais já atingiram a Terra diversas vezes.

Mesmo que fosse possível transformar esses feixes de energia da FRB 121102 em sinais de rádio audíveis e inteligíveis, a comunicação com outras galácticas ainda seria difícil. Isso porque, mesmo se a onda viajasse à velocidade da luz, ela levaria três bilhões de anos para ir dessa pequena galáxia até a Terra.

Sobre a existência de extraterrestres, Loeb defende que o trabalho é meramente especulativo e que não cabe à ciência acreditar em alienígenas. “Não se trata de crença e sim de evidência. É melhor desenvolver ideias e deixar que os dados decidam”, afirmou.

Fonte: veja.com

Harvard oferece 20 cursos online gratuitos com certificado

Universidades do exterior recebem mais brasileiros

Os cursos gratuitos são divididos em 13 áreas.

A Universidade de HARVARD é uma instituição privada de educação, pesquisa e disseminação do conhecimento, com sede na cidade de Cambridge, nos EUA. Seu nome é sinônimo de qualidade e respeito no meio acadêmico.

Para facilitar o acesso ao ensino gratuito, a universidade disponibiliza a plataforma HARVARD Online Learning, que oferece apenas cursos online gratuitos para que pessoas do mundo inteiro possam estudar os mais diferentes assuntos e temas.

Confira:

Artes e Design
Negócios e Gestão
Ciência da Computação
Economia e Finanças
Desenvolvimento Educacional e Organizacional
Governo, Leis e Política
História
Humanidades
Matemática e Análise de Dados
Medicina e Saúde Pública
Religião e Espiritualidade
Ciência e Engenharia
Ciências Sociais

A busca por capacitações pode ser feita também entre cursos novos, cursos que começam em breve e cursos mais acessados.

Para se inscrever nos cursos online da Harvard, é só fazer o cadastro. O interessado escolhe seu curso, preenche os dados necessários e em seguida terá acesso para aquele curso escolhido e a futuras capacitações que venham lhe interessar.