Funcionário de fazenda é morto com tiros de espingarda em Theobroma

Vítima de 36 anos apresentava marcas de tiros na região da cabeça

Um homem de 35 anos foi assassinado na tarde do último domingo (30) na Linha 04, próximo a uma propriedade rural em Theobroma (RO), município a cerca de 320 quilômetros de Porto Velho. De acordo com a Polícia Militar (PM), a vítima foi encontrada por populares com marcas de disparos de arma de fogo caído na estrada vicinal. Nenhum suspeito do crime foi identificado.

Conforme o boletim de ocorrência, os militares foram acionados a comparecer na área rural do município, pois havia uma vítima baleada. Ao chegar na localidade, os policiais encontraram a vítima caída no chão com marcas de tiros na região da cabeça. Testemunhas relataram a PM que o homem era funcionário da fazenda próxima ao local do crime.

A PM realizou buscas pelas proximidades, mas o suspeito do crime não foi localizado. A perícia técnica compareceu até o local e constatou que o homem foi assassinado com disparos de uma espingarda. O corpo da vítima foi encaminhado até o Instituto Médico Legal (IML) de Jaru, onde o homicídio está sendo investigado.

G1

Em Ji-Paraná, Jesualdo Pires resolve disputar reeleição e esvazia oposição

Em Ji-Paraná, Jesualdo Pires resolve disputar reeleição e esvazia oposição

Preocupado com o crescimento do vereador Anderson Exceller (SD) e do deputado estadual Laerte Gomes (PSDB), o grupo político ligado ao senador Acir Gurgacz (PDT-RO) resolveu pressionar e garantiu a candidatura a reeleição do prefeito Jesualdo Pires (PSB). O chefe do Executivo havia anunciado sua desistência do pleito alegando problemas pessoais. Até a chapa tinha sido definida: Marcito Pinto (PDT) e o vereador Nilton Cesar Rios (PSB). Sua saída temporária das discussões fortaleceu o grupo dos 19, liderados pelo vereador Anderson Exceller (SD), o deputado Laerte Gomes (PSDB) e a ex-vereadora Solange Pereira (PMDB).

 

Fonte: Rondoniaagora

Bebê de dois meses é encontrado abandonado em terreno baldio em Ji-Paraná

Um bebê de dois meses foi encontrado abandonado em um terreno baldio, nesta sexta-feira (3), em Ji-Paraná (RO), a 370 quilômetros de Porto Velho. De acordo com Polícia Militar (PM), a criança foi achada por uma moradora que ouviu o choro e acionou a guarnição. Enquanto socorriam o bebê ao hospital, os militares localizaram a mãe e esta contou que o filho havia sido raptado por dois homens, na noite de quinta-feira (2). A Polícia Civil não descarta a hipótese da criança de ter sido deixada pela própria mãe no local.

Em entrevista, a moradora que viu a criança chorando contou como aconteceu o caso. “Eu fui até a cozinha beber água e escutei um choro. Na hora pensei que era coisa da minha cabeça, mas fui para fora de casa e escutei. Percebi que ele estava próximo. Então imediatamente chamei os policiais. Eu fiquei desesperada”, conta Aline Ilca Batista.

Enquanto socorriam o bebê ao Hospital Municipal de Ji-Paraná, a PM recebeu a denúncia sobre um rapto de um bebê próximo ao terreno onde a criança estava, no cruzamento da Rua Washington Luiz com a Rua Plácido de Castro, no Bairro São Pedro.

Na ocasião, a mãe da criança foi localizada e ela relatou que o filho havia sido raptado por dois homens, que invadiram a casa dela, na noite de quinta-feira (2).

A reportagem é do G1 e você lê na íntegra AQUI

Presidente do PSC de Monte Negro é morto com dois tiros à queima-roupa

O presidente do Partido Social Cristão (PSC) de Monte Negro (RO) foi assassinado à queima roupa, nesta quinta-feira (2), enquanto conversava com um cliente da empresa dele, na Rua Tiradentes, Setor Boa Vista. Conforme a Polícia Militar (PM), a vítima, Wilson Antônio Barbosa, estava na frente de um estabelecimento comercial quando o suspeito chegou em uma moto, desceu e atirou na cabeça de Wilson. Após a vítima cair no chão, o suspeito efetuou outro disparo na cabeça da vítima. O suspeito não foi localizado.

Conforme a PM, a vítima parou na frente do estabelecimento para conversar e receber o pagamento de um cliente, quando em determinado momento o suspeito chegou em uma motocicleta e caminhou na direção do presidente do diretório do PSC, que também era empresário em Monte Negro, no Vale do Jamari.

Ao se aproximar de Wilson, o infrator sacou uma pistola calibre 9 mm e efetuou um disparo à queima roupa na cabeça da vítima. Depois que a vítima caiu no chão, o suspeito ainda efetuou mais outro disparo na região da cabeça e em seguida retornou para a motocicleta e fugiu. A vítima morreu no local.

Segundo testemunhas, o homem com quem a vítima conversa correu para o interior de um bar durante o homicídio e não conseguiu identificar o suspeito. Ao coletar as informações, amigos do empresário relataram que recentemente Wilson recebeu diversas ameaças de morte, mas não souberam quem estava ameaçando.

A perícia técnica foi solicitada e, após realizar os trabalhos que devem auxiliar nas investigações do crime, encaminhou o corpo até o Instituto Médico Legal (IML) de Ariquemes. O suspeito não foi localizado. O crime foi registrado na Delegacia de Polícia Civil de Ariquemes, onde será investigado.

As informações são do G1

“Playboy do Boné”, de Ji-Paraná, bate os 190 mil acessos no Youtube

Uma produção simples, com cenário ainda mais simples, mas talvez pela “tosquice” esteja conseguindo fazer sucesso. O cantor “Playboy do Boné” postou o clipe “oficial” de sua música “Playboy do Boné” e já conseguiu mais de 194 mil visualizações na plataforma de vídeos Youtube.

A produção, independente, foi realizada com um celular no bairro Primavera, periferia de Ji-Paraná, segunda maior cidade de Rondônia. De acordo com a descrição, esse “é o primeiro vídeo clip do “preibói” do boné, esta autarquia da música popular brasileira!”

A letra:

Playboy do Boné

…E o brincante do forró está na boca da galera
E o Neymar do futebol está com a moçada do chapéu
E o pancadão do teclado está com todas as patricinhas
E o pancadão do teclado está com o preibói do boné

“Preibói” do boné
Que vira o boné
Que vira o boné
O boné na cabeça

“Preibói” do boné
Que “dróba” o boné
Que “dróba” o boné
O boné no “zói”.

Composição: Playboy do Boné

Produção, imagens, direção e edição: Faro Fino

Ele também se apresentou em um programa na Rede TV!, de Ji-Paraná com uma nova música e suas dançarinas:

Após 10 anos, obra do teatro continua abandonada em Ariquemes

Ariquemes ficou sem teatro e também sem museu

As obras do teatro de Ariquemes, que começaram em 2006 e tinha a previsão de conclusão em 2009, no entanto, foram paralisadas diversas vezes. Em 2012, a construtora responsável, “parou a construção definitivamente”, sob alegação de falta de detalhamento no projeto. “Falta de dinheiro e erro de projeto foram os principais problemas desta obra”, justificou o governador Confúcio Moura, que assinou convênio com a prefeitura em mais de R$7 milhões e que logo seria suspenso pelo Tribunal de Costas do Estado. O órgão apontou que a prefeitura não cadastrou os dados da construção no Sistema Integrado de Gestão e Auditoria Pública (Sigap), o que impediu uma análise prévia do processo.

No ato da assinatura do convênio, o governo disse que daria condições da prefeitura executar e concluir a obra. “Eu comecei e vou terminar, com a ajuda de deputados. A obra irá tornar Ariquemes referência na cultura e fomentar a economia do município. O teatro irá gerar a profissionalização dos artistas”, enfatizou o governador Confúcio Moura.

As obras paradas do teatro são motivo de revolta para a população. O empresário Ezídio Matos instalou outdoors em avenidas da cidade, com os dizeres “Ariquemes terá um teatro ou um museu? Quando será concluído as obras do teatro municipal?”. Na ocasião, o Núcleo Executivo de Engenharia, Projetos e Fiscalização (Nucex), explicou que o projeto da obra estava sendo reavaliado para a abertura de um novo convênio, no entanto, ainda não tinha previsão para a retomada das obras.

Conforme o Nucex, já foi investido pouco mais de R$ 2 milhões nas obras; recurso oriundo do convênio assinado em 2005 com a Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), mas barrado pelo TCE, o governador não teve o que fazer.

Obras estão paradas há 10 anos
Obras estão paradas há 10 anos
Obras paradas há 10 anos
Obras paradas há 10 anos

Advogado diz que caiu em “armadilha” e nega ofensa contra juiz em Vilhena

Em entrevista, o advogado Reginaldo Ribeiro de Jesus disse ter sido vítima de “uma armadilha” que vem lhe rendendo uma série de constrangimentos no meio jurídico, no qual atua há 32 anos. Numa entrevista publicada em site local, Jesus é apontado como autor das expressões “imbecil e ridícula” para qualificar a sentença do juiz Adriano Lima Toldo, que no mês passado condenou os ex-secretários municipais Luiz Serafim e Gustavo Valmorbida a 76 anos de prisão cada um.

Na época da decisão, a declaração atribuída ao advogado mobilizou inclusive a Ameron, entidade que reúne magistrados em Rondônia. A instituição classista emitiu nota contra o que foi considerada uma agressão ao juiz no exercício de sua função.

O criminalista garante que não usou os termos para se referir à sentença ou ao magistrado. “Eu classifiquei como ridícula e imbecil a pessoa que acredita que alguém vai passar 76 anos na cadeia. Todo mundo sabe que a pena máxima permitida no Brasil é de 30 anos”, argumentou, dizendo que, ao dar a declaração, não foi informado de que estava concedendo uma entrevista.

Jesus mantém o posicionamento discordante da sentença, mas garante que não usaria palavras chulas para expressar seu posicionamento. “Eu já estive com o próprio juiz e lhe disse que não falei aquilo. Reafirmei minha posição contrária, mas neguei a ofensa”. Para embasar sua convicção de que a pena imposta aos ex-secretários foi “excessiva”, o advogado lembra que, em casos mais graves, mas com a mesma tipificação, caso do mensalão, as condenações foram bem menores.

BOATOS

O veterano profissional fez questão de expor sua indignação com a exposição negativa que recebeu indevidamente. Entre outras coisas, mencionou as notícias dando conta de que ele teria sido destituído de um processo envolvendo os próprios réus e o prefeito Zé Rover, além de ter sido “expulso” de uma audiência na justiça federal. “Eu não poderia ser destituído simplesmente porque não fui constituído como advogado no processo. Quanto à tal audiência da qual eu teria sido expulso, na data em que ela foi realizada eu estava na cidade de Ariquemes”.

Pecuarista e piloto de Rondônia eram os ocupantes de monomotor que caiu em Florianópolis

Os dois ocupantes do monomotor que caiu em Florianópolis no começo da manhã desta segunda-feira são o empresário pecuarista Róbson Guimarães e o piloto Marlon Neves. As informações foram confirmadas pela assessoria de imprensa da empresa Bigsal, de Rondônia, que Guimarães é um dos proprietários.

No perfil do Facebook da Bigsal, a empresa postou, porém, que ainda não há confirmação de que os dois teriam sido encontrados. “Informamos que o avião que caiu as 5h15 da manhã de hoje, em Florianópolis, era do Diretor Geral da Bigsal, Robson Guimarães. Porém, ao contrário do que está sendo divulgado, Robson e o piloto, Marlon Neves, ainda não foram encontrados. Estamos em contato direto com o oficial da aeronáutica responsável pelas operações de resgate e NÃO EXISTE NENHUMA CONFIRMAÇÃO. Quando houverem novas informações confirmaremos oficialmente por meio de nota à imprensa.Estamos todos juntos em oração”, postou a empresa.

Robson Guimarães

É proprietário e diretor-geral da empresa Bigsal, com sede na BR-364, em Ji-Paraná, Rondônia, cidade com 130 mil habitantes, na divisa com o Mato Grosso. Ela foi criada por Robson e mais um sócio em 2003 com foco na pecuária. Atualmente, além do empresário, outras três pessoas são donas da Bigsal. Segundo o site da empresa, eles trabalham com tecnologia de nutrição animal, com formulações especiais destinadas a suprir as deficiências das pastagens da Região Norte, em especial dos Estados de Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima e norte do Mato Grosso.

Atualmente, Robson reside em Florianópolis. Ele veio para Santa Catarina no final de 2015. Antes, morava com a esposa e três filhos em São Paulo. O empresário viajava a cada 15 dias para Ji-Paraná, onde visitava sua fazenda de criação de gado e a Bigsal.

Segundo a assessoria de imprensa da empresa, o diretor-geral era de uma família tradicional de Rondônia, sendo uma das pioneiras na criação de gado. O pai dele, João Duarte, é muito conhecido na região pela atuação no ramo. Robson tem outros dois irmãos.

O empresário comprou a aeronave em julho de 2015. O modelo TBM900 é de fabricação francesa, de acordo com a Algar Aviation, distribuidora oficial no Brasil da fabricante Daher. No dia da compra, Guimarães ressaltou a importância do aeronave para seu deslocamento particular, inclusive para uso com a família. O monomotor tinha capacidade para cinco passageiros e um piloto.

Marlon Neves

Marlon é o piloto da aeronave que caiu em Florianópolis. Em sua página no Facebook, ele registrou como sua cidade Ji-Paraná, em Rondônia, onde fica a empresa Bigsal. Como cidade atual, ele informou Florianópolis.

A assessoria de imprensa da Bigsal confirmou que Marlon é piloto de Robson e natural de Ji-Paraná. A família do piloto também é bastante conhecida na região.

Rapaz assassinado durante sexo em Vilhena levou 11 facadas, aponta laudo médico

Reportagem assinada pela jornalista Eliete Marques, sobre o crime que chocou Rondônia e ganhou destaque em todo o país, foi veiculada no portal de notícias G1 no último dia 30.

A matéria revelou a conclusão do inquérito aberto para apurar o homicídio cometido por uma garota de 18 anos na época. A jovem assassinou o ex-namorados a facadas em plena relação sexual.

Confira abaixo, na íntegra, o texto veiculado no veículo ligado à Rede Globo:

O laudo do Instituto Médico Legal (IML) apontou que Marcos Catanio Porto, morto pela ex no ato sexual, levou 11 facadas. Segundo um croqui divulgado só agora pela Polícia Civil, a perfuração de faca no pescoço foi o que motivou a morte do rapaz. O crime aconteceu há um mês na casa da vítima e teria sido praticado pela ex-namorada, Vania Basílio Rocha, de 18 anos. A mulher foi presa em flagrante e confessou o crime: “Queria matar alguém. Fiquei olhando olho no olho até ele morrer”.

Na ocasião, a funerária que acompanhou o exame do IML informou que a vítima tinha sido atingida por sete facadas. No entanto, o resultado do laudo apontou 11 perfurações, sendo no pescoço, abdômen, braços, mão e pernas.

Contudo, conforme a análise do médico legista, a facada no pescoço atingiu a veia jugular interna da vítima e provocou um choque hipovolêmico – perda de grande quantidade de sangue. “A Vania disse que a primeira facada foi no pescoço, e foi essa que o matou. As outras aconteceram enquanto ele se defendia, mas já estava perdendo sangue”, explica o delegado regional, Fabio Campos.

O inquérito sobre o caso foi concluído e enviado ao Ministério Público do Estado de Rondônia (MP-RO). Vania, que completou 19 anos no último dia 28 de janeiro, está presa no presidio feminino, com mais quatro detentas. De acordo com a direção do presidio feminino, a mulher apresenta comportamento normal.

Desde o dia da prisão, a suspeita estava isolada das outras presas, em um processo chamado de triagem, que de acordo com a direção do presídio, é um procedimento comum à todas as presas que dão entrada na unidade. “Ela chega, fica dez dias sob observação para verificar o comportamento e a conduta com os agentes e depois disso vai para a carceragem com as outras presas”, explicou, na ocasião, o diretor Flavio Miranda.

COMPORTAMENTO ESTRANHO

Segundo a direção, Vania estava sozinha na cela pelo fato de outras mulheres não terem sido presas depois dela. No entanto, após apresentar comportamento estranho, relatado por agentes plantonistas, Vania foi colocada em uma cela mais próxima da carceragem, onde continuou sozinha. Na época, Miranda disse que as outras detentas estavam ressabiadas com a mudança de cela da jovem. “Estão com medo dela, e ela está com medo das presas”, afirmou.

No dia 11 de janeiro, a mulher foi transferida para uma cela comum, com mais quatro detentas, e não tem apresentado problemas. A direção da unidade confirmou que a Vania passou por avaliação psiquiátrica, mas o teor da consulta não foi divulgado.

A mãe de Vania ainda não consegue entender o que levou a filha a cometer o homicídio. Preferindo não se identificar, a mãe disse que a família não pretende pagar advogado para ela. “Acho justo ela pagar pelo que fez”, disse na época.

Com a aparência abatida, a mãe contou que Vania sempre apresentou comportamento normal e a família está sofrendo por causa do crime. A mulher falou que levou materiais para a filha, no presídio feminino, e que não irá abandoná-la.

“Sou a mãe dela. O que puder fazer por ela, nós faremos. Eu amo ela incondicionalmente. Ela é minha filha, mas acho justo ela pagar pelo que fez. Ela não tem advogado. O advogado será do estado, pois não vou contratar advogado”, enfatizou.

POLÊMICA NO FACEBOOK

Uma das publicações de Vania mais comentadas no Facebook é o texto de um blog que tinha como título: “eu não fui uma má namorada, você que me tornou”. Após ser presa e confessar que matou o ex-namorado, usuários criticaram a postagem. “Imagina se fosse boa”, escreveu um jovem. “Louca, psicopata, parece que estava possuída pelo demônio”, acrescentou outro usuário. A postagem foi feita dois dias antes do crime.

Meses antes de matar o ex-namorado, Vania declarou que o amava em uma postagem no Facebook. Ela publicou uma foto no perfil em outubro de 2013. Em 2 de junho de 2015, Marcos comentou: “Ti amo muito”. No dia seguinte, a vendedora respondeu: “te amo, mais ainda”.

Vania disse em entrevista na delegacia, que namorou com Marcos por nove meses, mas que estavam separados há dois meses.

ÚLTIMAS PALAVRAS

No velório de Marcos, no dia 31 de dezembro, Mauricio Jacob contou que estava na casa onde ocorreu o crime. “Ele morreu nos meus braços. ‘Ela é louca’ foram as últimas palavras dele. Perdi um irmão”, lamentou o amigo da vítima. Mauricio lembrou que após chegar na residência, Vania foi para o quarto com Marcos.

Depois de algum tempo, Mauricio e o irmão da vítima, Alberto, ouviram gritos de socorro. “Arrombamos a janela, pois a porta estava fechada. Quando entramos, ele segurava o braço dela com a faca. Arranquei a faca da mão dela e joguei longe. Ela sumiu, e o Tim foi caindo para trás, falando que ela era louca”, contou Mauricio, emocionado.

Após o crime, Vania se escondeu no banheiro, onde ficou até a chegada da Polícia Militar. A mulher foi presa em flagrante por homicídio qualificado, pois usou de meios que dificultaram a defesa da vítima, segundo a Polícia Civil.

CRIME

Após ser presa, ainda na delegacia, Vania relatou ao G1 que planejou o crime. Segundo ela, três nomes de possíveis vítimas foram colocados em uma lista: um amigo, um “ficante” e o ex-namorado. Na noite de terça-feira (29), ela ligou para os dois primeiros, que não puderam vê-la, pois estavam com a família.

Na manhã do dia 30, Vania ligou para Marcos alegando que queria se despedir, pois iria embora para outro estado. Ela então colocou uma faca de cozinha dentro da bolsa e foi para a casa da vítima, que havia aceitado receber a visita. O casal foi então para o quarto e, durante as preliminares sexuais, ela esfaqueou o ex-namorado.

“Eu queria matar uma pessoa só, dos três. Eu tapei o olho dele. Aí peguei a faca e meti nele. Ele reagiu e veio para cima de mim e eu fui para cima dele também. Eu enforquei ele, e aí comecei a meter [facadas] em outras partes do corpo dele. Daí ele gritou socorro e a porta estava trancada. O irmão dele quebrou a janela. Quando o irmão dele entrou ele já estava quase morrendo. Fiquei olhando olho no olho até ele morrer”, narrou.

Fonte: G1

Outra caminhoneta roubada é apreendida com índios

O serviço de inteligência da PM em Juína apreendeu uma caminhonete que seria de um membro da comunidade Enawene Nawe de Comodoro, mas que tem acesso a cidade de Juína que fica a 170 km da aldeia Halataikwa.

O veículo estava em uma oficina na área central, as informações são de que a caminhonete estaria na empresa para ser consertada desde da última quarta-feira (09).

A Hilux de tinha placas NPH-1715 de Cuiabá porém adulteradas, as placas originais são IPY-1282 do município de Dom Aquino.
A PM apurou que o veículo foi roubada no dia 15 de julho deste ano na Capital.

A polícia de Vilhena montou um bloqueio e já conseguiu abordar outros indígenas com mais um veículo, uma caminhonete Amarok na rodovia federal. A informação é de que o grupo é da aldeia Enawenê-nawê, mesma etnia que matou dois jovens de Juína (MT).

A confusão teve início quando agentes da Polícia Rodoviária Federal em patrulhamento pela rodovia, avistaram o veículo Mitsubishi L-200 Triton, de placa AGH-5588/Maringá – PR, com várias pessoas em cima da carroceria.

Ao serem abordados, os indígenas foram identificados e disseram que se deslocaram até Vilhena, pela BR-174, para fazerem compras.

O motorista, que não portava a documentação obrigatória do veículo,ao ser informado sobre a infração de trânsito que estava sendo cometida e que não poderia mais seguir viagem naquelas condições, se exaltou e tentou argumentar com os agentes federais. O líder do grupo chegou a proferir ameaças aos federais. “Se vocês prenderem o nosso carro, nós vamos voltar aqui e colocar fogo em tudo”, disse o líder do grupo, que não quis se identificar.

 

Fonte: Vilhena-Hoje